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TERMO DE USO E PARCERIA

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

OMS

13/04/2021 11:00h

Organização Mundial da Saúde reforçou que medidas de contenção comprovadas, como uso de máscaras e a manutenção do distanciamento físico, podem fazer a situação ser controlada em meses

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que a pandemia da Covid-19 está longe de terminar. O órgão afirmou que a disseminação do vírus e variantes vem sendo impulsionada pela “confusão, negligência e inconstância nas medidas de saúde pública”. 

O diretor-geral da instituição avaliou ainda que as unidades de tratamento intensivo (UTIs) sobrecarregadas e mortes em decorrência da doença são totalmente evitáveis, com medidas de contenção comprovadas, que podem fazer a situação ser controlada em meses. 

Até esta última segunda-feira (12), cerca de 780 milhões de vacinas contra a Covid-19 haviam sido aplicadas no mundo, mas a OMS pontuou que somente a aplicação dos imunizantes não é uma garantia de contenção da pandemia. 

A organização ressaltou a importância de ações como o uso de máscaras e a manutenção do distanciamento físico. 

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13/04/2021 00:00h

Método já é tradição na Medicina, mas especialistas alertam para risco da automedicação

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Médicos e pesquisadores de todo o mundo apostam na técnica de reposicionamento de medicamentos para tratar Covid-19. O método consiste em usar uma droga, que já possui aprovação para determinado fim terapêutico, para tratar outra enfermidade. Diversos estudos científicos foram realizados, ou estão em andamento, e alguns já obtiveram bons resultados.

Em entrevista exclusiva ao portal Brasil61.com, o médico neurocirurgião e especialista no enfrentamento de crises em Saúde, Paulo Porto, afirma que o reposicionamento é uma tradição médica.

“Está usando remédio para pressão alta para tratar queda de cabelo. Isso é uma tradição médica. Reposicionamos medicamentos, quando descobrimos que eles têm outras utilidades, além das quais eles foram projetados”, defende.

Confira a entrevista completa sobre tratamento medicamentoso da Covid-19 com médico neurocirurgião e especialista no enfrentamento de crises em Saúde, Paulo Porto, no Entrevistado da Semana do portal Brasil61.com.

Prefeituras indicam Ivermectina para tratar Covid-19

Médicos comentam sobre medicações e interesses farmacêuticos durante a crise da Covid-19

A doutora Mariana Gonzaga, professora de farmácia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e membro do Conselho Científico do Instituto para Práticas Seguras no uso de Medicamentos (ISMP-Brasil), afirma que o reposicionamento de remédio também é uma prática comum da indústria farmacêutica.

“Os medicamentos normalmente são aprovados para uma indicação terapêutica inicial, que pode depois ser expandida para outras indicações. E pode ser colocado em prática com a realização de novos ensaios clínicos randomizados”, explica.

Reposicionamento para tratar Covid-19

Para doutora Mariana, o reposicionamento seria uma excelente estratégia para tratar Covid-19, uma vez que a comunidade de saúde já conhece o perfil de segurança dos medicamentos existentes. No entanto, boa parte dos estudos científicos realizados até o momento, inclusive incentivados pela Organização Mundial da Saúde (OMS), ainda não foram capazes de comprovar a eficácia.

“Discutimos muito sobre a possível estratégia de reposicionamento de medicamentos, como hidroxicloroquina e cloroquina, para essa finalidade. Entretanto os resultados desses ensaios clínicos não demonstraram a eficácia destes medicamentos e de vários outros que foram testados nessa prerrogativa”, ressalva.

Arte - Brasil 61

Em depoimento no Senado Federal, o médico neurocirurgião e especialista no enfrentamento de crises em Saúde, Paulo Porto, apresenta uma Nota Técnica apresentada ao Ministério Público de Goiás, contendo evidências científicas acerca do atendimento integral das pessoas acometidas com a Covid-19.

“Aqui os senhores têm mais 100 páginas de evidências científicas. Este documento, produzido por médicos e pesquisadores, tem mais de 93 evidências e mais de 60 estudos.”

Em entrevista ao portal Brasil61.com, o doutor Paulo Porto cita também uma série de estudos publicados na National Library of Medicine (NIH) sobre o reposicionamento de medicamentos para tratar Covid-19, como “O tratamento antiviral precoce contribui para aliviar a gravidade e melhora o prognóstico de pacientes com Covid-19”; “Favipiravir e a necessidade de tratamento ambulatorial precoce da infecção por SARS-CoV-2 (Covid-19)”; “A hidroxicloroquina é eficaz e consistente quando fornecida precocemente, para paciente com Covid-19: uma revisão sistemática”; “Um curso de cinco dias de Ivermectina para o tratamento de Covid19 pode reduzir a duração da doença” (em traduções livres).

O médico imunologista Roberto Zeballos defende, em suas redes sociais, o reposicionamento de medicamentos para tratar a Covid-19.

“O tratamento tardio é o que mais mata nesse vírus. Independe do remédio, quando você acolhe precocemente, as perdas são mínimas. Olhe Porto Feliz, Porto Seguro, Búzios: é um atendimento imediato, independente da droga A, B ou C. Porque o que conta é usar o corticoide no início da infecção pulmonar”, afirma.

Em seu portal, o Conselho Federal de Medicina reforça que “as autonomias do médico e do paciente na escolha do tratamento devem ser respeitadas, conforme previsto na Constituição Federal e na Declaração Universal dos Direitos do Homem, permitindo-lhes definir em comum acordo e de forma esclarecida suas escolhas terapêuticas no enfrentamento da Covid-19, conforme previsto no Parecer CFM nº 4/2020”. O texto alerta, no entanto, que a autonomia não isenta o profissional de suas responsabilidades, conforme prevê o Código de Ética Médica.

Remdesivir e Corticoides

Os ensaios clínicos do reposicionamento do medicamento Remdesivir, para tratar Covid-19, tiveram resultados positivos e hoje ele é o único remédio aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para esta finalidade. Inicialmente, a droga foi desenvolvida para combater o ebola.

“O Remdesivir tem o potencial de reduzir o tempo para recuperação do paciente. Mas é um medicamento injetável, manejado no âmbito do sistema de saúde e não em paciente que não está internado”, ressalta a médica Mariana Gonzaga.

A especialista também cita o uso de corticoides, como Dexametasona, que se mostrou eficaz no tratamento de pacientes com Covid-19, que precisaram de reposição de oxigênio.

“Para esses pacientes graves de Covid-19, a Dexametasona tem o potencial de reduzir a mortalidade. Mas eu reforço que seria um âmbito hospitalar de um paciente grave.”

Entenda como corticoide pode ser usado para tratar casos graves de Covid-19

Automedicação

O vice-presidente do Conselho Federal de Medicina, Dozinetti Giamberardino, orienta que o método de reposicionamento só deve ser feito sob o acompanhamento médico.

“Quando o médico decide usar uma medicação off label (fora da bula), ele deve avaliar todo risco e benefício. Nesse sentido, só é possível fazer medicação off label com a devida informação, autonomia do médico e do paciente e, principalmente, com acompanhamento médico”, aconselha.

O uso indiscriminado de medicamentos sem prescrição médica também preocupa a doutora Mariana Gonzaga.

“Sempre ouvimos essa máxima de que mal também não vai fazer e isso nunca é uma frase que se aplica ao uso de medicamento, já que isso pode estar associado à ocorrência de reações adversas. Temos medicamentos que tem potencial de alterar a função hepática, que podem prejudicar a função neurológica”, alerta.

Segundo a especialista, medicamentos como Ivermectina e Nitazoxanida, mesmo em dose única ou repetida quinzenalmente, possuem documentação de efeitos adversos; e ainda assim, pessoas estão fazendo uso contínuo em doses muito mais altas.

“É muito preocupante, principalmente porque são pessoas que podem estar consumindo álcool, o que potencializaria esses efeitos adversos. São pessoas que podem estar tomando outros medicamentos ou já ter problemas de saúde.”

Além disso, a especialista ressalta que a própria Covid-19 pode causar lesões neurológicas e em órgãos como rins e fígado, o que pode ser potencializado pelos efeitos adversos do consumo indiscriminado de medicamentos.

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07/04/2021 10:45h

Conteúdo também apresenta boas práticas para as grávidas se protegerem do coronavírus

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O Ministério da Saúde, em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), lançou uma série de videoaulas para qualificar profissionais de saúde que atuam como puérperas e na assistência a gestantes, no contexto da pandemia da Covid-19. Os vídeos também apresentam boas práticas para as pacientes grávidas se protegerem do coronavírus.

As videoaulas foram organizadas em 15 vídeos e abordam os seguintes temas: formas de transmissão, prevenção e uso de EPI; fatores de risco e critérios de gravidade da grávida com Covid-19; diagnóstico laboratorial da Covid-19; telemedicina na assistência à gestante e puérpera em época de pandemia por Covid-19; assistência pré-natal em época de pandemia pela Covid-19; manejo das pacientes com Covid-19 em ambiente hospitalar; manejo e tratamento farmacológico do gestante com Covid-19; manejo de pacientes graves, ventilação invasiva e não invasiva; e vigilância do bem-estar fetal na gestante com Covid-19.

Dia Mundial da Saúde: profissionais da área pedem socorro

Câmara aprova PL que amplia doenças detectadas pelo teste do pezinho

A capacitação foi planejada com base no Manual de Recomendações para a Assistência da Gestante e Puérpera.

Todas as videoaulas estão disponíveis no canal da Secretaria de Atenção Primária à Saúde no Youtube.

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Saúde
05/02/2021 14:00h

Resultado é catastrófico, segundo a OMS, que estima aumento no número de mortes. Enfrentamento à pandemia da Covid-19 é apontado como causa do problema

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) fez um alerta nesta quinta-feira (4) para o impacto da pandemia de Covid-19 no tratamento do câncer. Segundo a entidade, o resultado é catastrófico no continente europeu. 

Dos 53 países que fazem parte da região, incluindo a Ásia Central, um em cada três países interrompeu parcialmente ou totalmente os seus serviços oncológicos devido ao enfrentamento ao novo coronavírus e restrições de viagens. 

Vacina de Oxford é 76% eficaz por três meses após primeira dose

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A queda no número de diagnósticos é uma das principais consequências, aponta a organização. Na Holanda e na Bélgica, durante o primeiro confinamento na primavera de 2020, a quantidade de diagnosticados caiu até 40%. A entidade estima, por exemplo, que os atrasos na detecção e no tratamento da doença levem a um aumento de 15% nas mortes por câncer colorretal e de 9% por câncer de mama, no Reino Unido, pelos próximos cinco anos. 

Na Europa, o câncer, o diabetes e as doenças respiratórios crônicas são responsáveis por mais de 80% das mortes a cada ano.

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20/01/2021 10:50h

Medidas protetivas são necessárias até que se atinja imunidade massiva

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Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) recomenda manter o distanciamento social, mesmo com a vacinação contra Covid-19. Segundo a entidade, vai demorar um tempo até que a imunidade massiva seja atingida e, enquanto isso, é fundamental manter as medidas protetivas contra o coronavírus.

Até o momento, sete países das Américas já iniciaram a imunização de seus habitantes: Brasil, Canadá, Estados Unidos, México, Argentina, Chile e Costa Rica. A estimativa da OPAS é que o Continente Americano receba cerca de 20 milhões de doses de vacinas, até o início de março. Em abril, deverão chegar mais 35 milhões e, em maio, mais 45 milhões de doses.  

Todos os países das Américas fazem parte do consórcio Covax Facility, articulado pela Organização Mundial da Saúde. A previsão do consórcio é adquirir 2 bilhões de doses do imunizante e as negociações continuam com as farmacêuticas. 

Cuidados com a Covid-19 devem continuar após a vacinação

Brasil passa das 210 mil mortes causadas pela Covid-19

Alunos do Sesi Planalto (GO) desenvolvem solução que impede a proliferação do novo coronavírus em superfícies

Com o envio das vacinas, os governos precisam se preparar, elaborando e implementando os planos nacionais de imunização. Para isso, a OPAS disponibilizou documentos, com orientações sobre definição dos grupos prioritários, organização da logística de armazenamento, distribuição, aplicação, entre outros pontos.

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19/10/2020 10:00h

Os novos testes rápidos solucionam o problema do atual teste que identifica apenas quando a pessoa já teve a doença

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) aprovou um novo dispositivo de testagem para a Covid-19. O teste rápido promete entregar os resultados em menor espaço de tempo, além de solucionar os problemas de erro, de falsos negativos, uma vez que o atual teste rápido identifica apenas quando a pessoa já tenha criado anticorpos contra o vírus, podendo não fazer essa leitura nos primeiros estágios da doença.  

A nova ferramenta irá permitir que os profissionais de saúde possam aplicar melhores resultados mesmo em comunidades remotas, de acordo com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). 

Ainda assim, o órgão ressalta que os testes de diagnóstico de PCR, que são altamente precisos e devem ser realizados em laboratório, continuam sendo o padrão ouro.

A OPAS também conduz um estudo piloto no Equador, El Salvador, México e Suriname. O objetivo é através do Fundo Estratégico da organização promover a cooperação técnica para a aquisição conjunta de medicamentos e suprimentos essenciais.
 

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29/08/2020 00:00h

Estudo do INCA revela que para cada centavo investido em propaganda pelo ramo do tabaco, Brasil tem gasto com tratamento de doenças tabaco relacionadas 1,93 vezes superior

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29 de agosto marca o Dia Nacional de Combate ao Fumo. Um estudo do Instituto Nacional do Câncer (INCA) apontou que o gasto com tratamento de doenças relacionadas ao tabaco para a sociedade brasileira é quase duas vezes superior ao dinheiro investido em marketing pela indústria do produto. Para cada centavo aplicado pelo segmento do tabaco para atrair novos fumantes, o Brasil tem um gasto direto com tratamento de doenças relacionadas ao fumo 1,93 vezes superior ao dinheiro acometido pelo ramo. A pesquisa teve como base informações sobre a conduta do fumante brasileiro oriundos da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) e da Secretaria da Receita Federal. 

O estudo do INCA estima que a cada R$ 32,3 mil gastos com as estratégias das empresas de tabaco para atravancar políticas públicas de redução do tabagismo, há uma morte por doença pulmonar obstrutiva crônica, câncer de pulmão, infarto agudo do miocárdio, síndrome coronariana aguda ou derrame atribuível ao tabagismo. O instituto selecionou para análise as doenças que apresentam os custos mais elevados de tratamento relacionadas ao fumo. 

Embora o Brasil venha reduzindo o número total de fumantes nos últimos 13 anos, caiu 38% entre 2006 e 2019, dados da pesquisa Vigitel, do Ministério da Saúde, apontam que 9,8% dos brasileiros ainda têm o hábito de fumar. O percentual representa aproximadamente 22 milhões de pessoas. 

Mesmo com quase 10% da população consumindo tabaco, a chefe da Divisão do Controle do Tabagismo, do INCA, Andreia Reis, afirma que a política de controle ao tabagismo brasileira é bem-sucedida. No ano passado, a Organização Mundial da Saúde (OMS) reconheceu que o Brasil implementou as melhores práticas no cumprimento das estratégias preconizadas pela entidade, como monitoramento do uso, aumento de impostos sobre o tabaco e oferta de ajuda para cessação do fumo.

“O Brasil foi reconhecido internacionalmente. O País é signatário da Convenção Quadro da OMS para controle do tabaco. Esse é o primeiro tratado internacional de saúde pública que o Brasil faz parte. O Programa Nacional do Controle de Tabagismo está inserido nessa política. A gente vê que os marcos legais reafirmam o compromisso do País com a saúde da população”, diz Andreia.

“Temos, por exemplo, o artigo 12, que são as medidas educativas relacionadas à disseminação de informações acerca do controle do tabaco. O 29 de agosto é uma data institucional, nacional, onde a gente prevê a disseminação dessa comunicação”, completa. 

Durante 40 anos, a bancária aposentada Maria Almado foi fumante e há cerca de um ano e meio conseguiu largar o vício. Ela relata que há momentos em que ainda sente falta de fumar, mas que não pensa em voltar a consumir o produto. “Foi difícil (parar), mas achei que seria mais. Parei inicialmente por um propósito de um mês, por uma intenção. Passado um mês, decidi tentar prolongar e consegui parar. Ainda sinto falta, mas já não me lembro todos os dias como antes. Às vezes passo dois dias sem me lembrar. Depois que parei percebi os benefícios de paladar, melhorei muito o olfato, melhorei respiração, subir escadas”, conta Maria. 

Segundo o INCA, o tabagismo é responsável por mais de oito milhões de mortes ao redor do mundo a cada ano. Desse total, os fumantes passivos somam pouco mais de um milhão. No Brasil, a dependência do tabaco causa 157 mil mortes, o que gera um custo anual para a sociedade de cerca de R$ 57 bilhões. A OMS classifica o tabagismo como doença na Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID-10). 



Tabaco e Covid-19

O tabaco é responsável por inflamações e é prejudicial aos mecanismos de defesa do organismo. Esses motivos colocam os fumantes entre os que têm maior risco de infecções por vírus, bactérias e fungos. Além de ter influência direta em doenças como sinusites e pneumonia, o consumo do tabaco é a principal causa de câncer de pulmão.

Os fatos levam o tabagismo a ser fator de risco para a Covid-19. Devido a um possível comprometimento da capacidade pulmonar, o fumante possui mais chances de desenvolver sintomas graves da doença. “O fumante acaba andando alguma parte do dia sem máscara e leva a mão na boca para consumo do tabaco várias vezes ao dia. O fumante acaba não usando muito álcool em gel, é um produto inflamável, e muitas vezes acaba se expondo mais por conta do consumo”, explica Andreia Reis. 

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17/08/2020 13:00h

De acordo com as instituições, cerca de 818 milhões de crianças não têm instalações básicas para uso de água e sabão

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Os dados mais recentes do Programa Conjunto de Monitoramento da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Unicef para Saneamento e Higiene (JMP) revelam que 43% das escolas ao redor do mundo não tinham as instalações básicas para lavagem das mãos com água e sabão em 2019. A higiene das mãos é tida como fundamental para as instituições de ensino possam funcionar em meio à pandemia.

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Segundo o relatório da OMS e do Unicef, são cerca de 818 milhões de crianças em todo o mundo sem as instalações para lavar as mãos nas escolas, o que aumenta o risco de contaminação pelo coronavírus. Mais de um terço dessas crianças estão na África, ao sul do deserto da Saara. No Brasil, 39% das escolas não possuem a estrutura necessária para a limpeza das mãos. 
 

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03/07/2020 00:00h

Brasil deve ter ápice de casos de Covid-19 junto com Argentina, Bolívia e Peru

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A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), braço da Organização Mundial da Saúde (OMS), estima que o Brasil ainda não chegou ao pico do coronavírus. A avaliação da entidade é que o país enfrente o auge dos casos da Covid-19 em agosto, junto com outros países da América do Sul, como Argentina, Peru e Bolívia.

O Brasil iniciou o segundo semestre de 2020 com mais de 60 mil mortes por coronavírus e é o principal local de proliferação da doença na América Latina. O país vem oscilando no número diário de casos confirmados, mas desde o dia 29 de junho vem apresentando crescimento na curva de contaminação.

“Conforme as condições atuais, acredita-se que a pandemia atingirá um pico no Chile e na Colômbia em meados de julho, mas na Argentina, Brasil, Bolívia e Peru só em agosto, e a Costa Rica só achatará sua curva de infecções em outubro”, avaliou a diretora da Opas, Carissa Etienne, em entrevista coletiva. 

Na opinião do médico infectologista e especialista em saúde pública, doutor Eder Gatti, as dimensões continentais do Brasil dificultam a projeção do cenário da Covid-19 no país. Para Gatti, o pico da doença ainda está por vir.

“Hoje vivemos um cenário onde atingimos um número significativo de casos e óbitos, mas ainda há um grande número de suscetíveis à nossa população em diversas localidades do país. Isso mostra que a doença ainda tem muito que evoluir no Brasil. Então, acredito que a gente ainda não viu o pico, vamos ver isso mais para frente”, opina. 

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Interiorização

O Ministério da Saúde alertou nesta semana para o avanço da Covid-19 no interior do país. Os números da pasta apontam que os casos em municípios do interior têm avançado mais rápido do que em capitais e regiões metropolitanas.

Segundo o Governo Federal, 90,1% dos 5.570 municípios brasileiros apresentam registros confirmados de coronavírus. No cenário das mortes, o percentual cai quase pela metade – 2.551 cidades (45,8%) já registraram óbitos por Covid-19. 

“O coronavírus se apresenta em diferentes estágios nas mais diversas localidades do país. As grandes metrópoles registraram uma ocorrência e ascensão mais precoce do vírus. Agora estamos vendo o fenômeno de interiorização e um aumento significativo e isso está empurrando para cima os dados brasileiros. Certamente mantenhamos números ascendentes”, destaca o doutor Eder Gatti.

No Nordeste, por exemplo, no intervalo de uma semana, houve aumento de 5% nos casos confirmados e 6% nos óbitos. Já no Centro-Oeste, os números sobem 9% de aumento nos casos e 36% nas mortes.

Segundo o painel de monitoramento da Universidade Johns Hopkins, dos Estados Unidos, são quase 11 milhões de registros confirmados de coronavírus ao redor do mundo. 


 

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23/06/2020 18:00h

Entidade ressalta, no entanto, que medicamento só deve ser usado em casos graves e com supervisão médica

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) pediu que a fabricação do medicamento dexametasona seja ampliada em todo o mundo. Estudos preliminares da série Recovery, conduzidos pela Universidade de Oxford, na Inglaterra, demonstraram que o tratamento com corticoides pode ajudar na recuperação de pacientes graves com a Covid-19. Segundo o ensaio clínico, o medicamento pode reduzir em um terço o risco de morte entre pacientes internados com respiradores mecânicos.

No entanto, a OMS recomenda que a dexametasona seja utilizada apenas em pacientes graves e sob supervisão médica. A entidade ressalta que vai ser um desafio aumentar a produção mundial do remédio e distribuí-lo rapidamente em todo o planeta, especialmente em países mais necessitados.  
 

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