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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

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Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

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b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

28/06/2021 03:40h

Em entrevista ao portal Brasil61.com, o doutor Fabricio da Silva, uma das referências no tratamento da Covid-19 no Brasil, traça um panorama do que se sabe sobre a doença e dá dicas sobre o tratamento médico

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O Brasil registrou 739 óbitos por causa da Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com o Ministério da Saúde. De 12 de março de 2020 até esta segunda-feira (28), mais de 513 mil brasileiros morreram em decorrência da doença. E em meio às dúvidas que autoridades, profissionais de saúde e população enfrentam no combate à pandemia, ao menos uma certeza parece se consolidar: mais brasileiros poderiam fazer parte da “estatística do bem”, a de pessoas que se recuperaram do novo coronavírus. 

A avaliação é do Dr. Fabricio da Silva, médico especialista em cardiologia, clínica médica e emergências clínicas pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) e pelo Instituto de Cardiologia do Distrito Federal. “Boa parte da mortalidade hoje, no País, acontece por mau manejo do tratamento médico da Covid-19. A doença é grave, sem sombra de dúvidas, mas a mortalidade precoce destes doentes é porque o manejo está sendo inapropriado”, afirma. 

Pesquisa recente da Fundação Getulio Vargas (FGV), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz e a Rede Covid-19 Humanidades, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), apontou que 70% dos profissionais de saúde se sentem despreparados para enfrentar a pandemia da Covid-19. 

Para Fabrício, que também é especialista em Covid-19 na forma grave, o manejo correto dos pacientes em estado grave impacta diretamente na chance de sobrevida dessas pessoas, algo que o País não soube equalizar, até o momento. Ainda há tempo, ele diz. 

“Estamos há mais de um ano de pandemia e o Brasil não fala uma língua única no tratamento do paciente grave com Covid. Isso é inadmissível. Claro que nós não sabemos curar a Covid, mas já sabemos tratá-la de maneira efetiva, reduzir significativamente a mortalidade e gerar menos danos com o tratamento. Então, criar um protocolo, uma cartilha ou, pelo menos, um eixo de tratamento para os pacientes graves, é fundamental”, indica. 

Levantamento da Fiocruz intitulado “Condições de Trabalho dos Profissionais de Saúde no Contexto da Covid-19” mostra como quem está na linha de frente do atendimento visualiza os problemas. Quase 40% dos profissionais de saúde alegaram ausência de estrutura adequada para realização das atividades, fluxos de internação ineficientes e despreparo técnico para atuar na pandemia. 

Em entrevista exclusiva ao portal Brasil 61.com, o doutor Fabricio da Silva, que já atendeu mais de 500 pacientes com a Covid-19, entre eles autoridades políticas, como ministros de Estado, senadores e deputados, detalha o que já se sabe sobre a Covid-19 e sugere caminhos para um enfrentamento à pandemia mais efetivo. 

Orientação

Para evoluir, é necessário aprender com os erros do passado. E não é diferente no combate à Covid-19. Autoridades de saúde e a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) orientaram, por diversas vezes, no início da pandemia, que os cidadãos só deveriam procurar atendimento médico quando sentissem sintomas mais severos, como a falta de ar. 

Segundo Fabricio, o “Fique em casa” para quem estava com o novo coronavírus teve impactos negativos no tratamento dessas pessoas. A recomendação, hoje, é diferente, inclusive do próprio Ministério da Saúde. Aos primeiros sintomas, a orientação é procurar uma unidade básica de saúde. 

“A recomendação inicial era ‘uma vez com sintomas gripais, com diagnóstico da Covid-19, fique em casa e procure o hospital caso tenha queda de saturação ou piora na falta de ar’. Esse conceito caiu por terra. Hoje, a recomendação é cada vez mais, termos o acompanhamento de perto, o diagnóstico precoce”, diz. 

O especialista indica que, quanto antes o quadro clínico for compreendido pelo profissional de saúde, mais fácil será se antecipar a uma eventual piora da doença. 

Diagnóstico imediato

Entre tantas incertezas no trato com a enfermidade, algumas questões se tornaram previsíveis após as experiências dos que lidam com a Covid-19 na ponta, diariamente, e evidências científicas, diz o médico cardiologista. A principal delas é o ciclo da doença, explica. 

“A Covid-19 tem um curso de evolução muito típico. Uma fase gripal, que dura de 3 a 5 dias. O paciente pode ter alguma melhora ou ficar estagnado na evolução após esse período. E a partir do 7º, 8º dia, há a fase onde a doença pode acometer o pulmão. O pico dessa evolução vai acontecer entre o 10º e o 12º dia após o início dos sintomas.”

Na corrida contra o tempo, cada dia faz a diferença. Por isso, ele reforça a importância de agilidade dos laboratórios na disponibilização dos exames de diagnóstico para o novo coronavírus. “Você demorar nesse diagnóstico, pode impactar, porque dia a dia a doença evolui.”

Acompanhamento

Fabricio destaca que, mesmo nos casos leves da Covid-19, é necessário o acompanhamento médico de perto. Descartar a possibilidade de a doença evoluir para uma forma grave após os primeiros exames não apontarem maior anormalidade e liberar esses pacientes é um erro grave, justamente por conta do ciclo da doença. 

“Eu sempre sugiro que tenha uma reavaliação lá pelo oitavo, nono dia, justamente para definir se o paciente vai ter uma potencial chance de evoluir para uma forma mais grave, se vai começar a esboçar pneumonia”, aconselha. 

Na maior parte dos casos, é no início da segunda semana após o surgimento dos primeiros sintomas, que os pacientes começam a apresentar comprometimento pulmonar. É nesta hora, ele detalha, que os profissionais de saúde podem lançar mão de um aliado importante: a tomografia. “Realizar tomografia nessa fase é importante para definir o paciente que vai evoluir com acometimento pulmonar, com pneumonia pela Covid e para tentarmos otimizar o tratamento medicamentoso. Eventualmente, envolver a fisioterapia nesse cuidado e já traçar o planejamento de reavaliação, entendendo que ele está entrando na curva de piora da inflamação, em que o pico vai se dar lá no 10º, 11º, 12º dias. Essa noção de evolução e acompanhamento de perto é fundamental”, pontua. 

Complicações

Durante o bate-papo, o doutor Fabricio também comentou algumas das complicações em decorrência da Covid-19. Entre elas, a trombose, cujo risco é aumentado por doenças infecciosas. Um estudo comandado pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES/MG) indicou que a trombose atinge um a cada três pacientes da Covid-19 internados em UTI’s. 

A complicação pode ser fatal.  “Isso agrava ou piora a capacidade do pulmão de fazer a oxigenação adequada. Se já temos o pulmão comprometido com doença grave e, de repente, agregado a isso, perdemos áreas efetivas do pulmão para realizar a oxigenação, porque elas estão obstruídas por coágulos, agrava a condição de maneira significativa”, explica o supervisor médico da UTI cardiológica do Hospital DF star - Rede D'or

O especialista e idealizador do projeto “CRITICOVID - Abordagens dos pacientes graves com COVID-19” comentou, também o conflito entre autonomia médica e capacitação para o tratamento dos pacientes com a doença, a importância do atendimento multiprofissional e as sequelas do novo coronavírus sobre as pessoas que se recuperaram. 

Confira a entrevista completa abaixo. 

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27/06/2021 14:40h

Lote chegou nesta manhã no Aeroporto Internacional de Viracopos

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O Brasil recebeu 936 mil doses de vacinas da Pfizer neste domingo (27). O lote desembarcou no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas (SP), nesta manhã, completando uma remessa de 2,4 milhões de imunizantes do laboratório fornecidos ao país em menos de uma semana. 

Na última terça-feira (22), 529 mil doses haviam sido entregues. Outras 936 mil chegaram na quinta-feira (24). Os números mais recentes do Ministério da Saúde mostram mais de 10,6 milhões de doses da Pfizer distribuídas para unidades da federação.

O contrato da pasta com a farmacêutica prevê a entrega de 100 milhões de doses até setembro deste ano. Outras 100 milhões de doses, fruto de uma segunda negociação, estão previstas para serem entregues entre setembro e dezembro de 2021. 

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27/06/2021 14:40h

Duas estações de rádio da PM fluminense foram enviados ao estado de Goiás para auxiliar na comunicação das equipes que buscam o fugitivo Lázaro

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Equipamentos da Polícia Militar do Rio de Janeiro foram enviados ao estado de Goiás para auxiliar nas buscas por Lázaro Barbosa, o homem acusado de pelo menos cinco homicídios nos últimos dias, que foge de uma força-tarefa de mais de 200 policiais na região de Cocalzinho. 

Duas estações de rádio da PM fluminense foram enviadas para auxiliar na comunicação das equipes. Elas possibilitam a conexão entre telefones celulares por meio de uma estação fixa, ajudando em buscas de grande extensão, onde a comunicação é dificultada.

O equipamento foi utilizado na Copa do Mundo de 2014 e nos Jogos Olímpicos de 2016. A primeira Estação Rádio Base foi cedida no último dia 22, enquanto a segunda partiu neste sábado (26) para Goiás, com a escolta da corporação do Rio de Janeiro.

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27/06/2021 14:40h

Obra “O Quinto Movimento: propostas para uma construção inacabada", da Jornal JÁ Editora, levanta uma coletânea de ensaios e um roteiro de debates sobre a história do Brasil para discussões sobre o país como um todo no pós-pandemia

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Um livro recém-lançado pelo ex-ministro Aldo Rebelo apresenta ao leitor uma coletânea de ensaios e um roteiro de debates sobre o Brasil. A obra “O Quinto Movimento: propostas para uma construção inacabada", do Jornal JÁ Editora, levanta a história, a formação e as discussões sobre o país.

Com 252 páginas, o livro leva reflexões sobre o Quinto Movimento como iniciativa à retomada da construção do Brasil pós-pandemia. O texto já está disponível para venda física na Amazon e no site da editora. 

“Isso é o resultado da minha experiência na vida política, administrativa, nos ministérios com as minhas convicções, as convicções que eu venho adquirindo desde a época dos bancos escolares, desde a infância, minha visão do Brasil, meu apreço pelo Brasil, pelo seu projeto civilizatório, pela cultura do Brasil. Então o livro é na verdade a reunião desses dois elementos”, explica Aldo. 

O ex-ministro avalia que o país vive um período de “desorientação e imobilismo” sobre os caminhos futuros, o que torna necessária a união dos brasileiros em torno de três grandes causas: o desenvolvimento do Brasil, a redução das desigualdades e a manutenção do país em padrões democráticos.

"É preciso rever o Brasil como ativo, como patrimônio natural, humano, protagonista da política, da economia e da vida, no cenário das nações. Desta forma, podendo se apresentar ao mundo com um novo posicionamento ambiental, humanista, transformador, seguro, acolhedor, equilibrado social e economicamente, por meio da união de forças heterogêneas. Um país efetivamente independente e acima de tudo inovador”, afirma.

Também há a opção para baixar o e-book em PDF gratuitamente. Basta preencher um breve cadastro neste link: O Quinto Movimento. Um audiolivro está sendo produzido, agora em fase de gravação.

 

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27/06/2021 14:35h

O auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Confira calendário

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A Caixa Econômica Federal pagou neste domingo (27) o auxílio emergencial para nascidos em setembro. É a terceira parcela da nova rodada. Os valores do benefício variam de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família. Confira abaixo o calendário completo:

O pagamento também será realizado para inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em setembro. O dinheiro é depositado nas contas digitais e pode ser movimentado, neste momento, apenas pelo aplicativo Caixa Tem. 

Duas a três semanas após o depósito, a quantia pode ser sacada em espécie ou transferida para uma conta-corrente. Ao todo 45,6 milhões de brasileiros serão beneficiados por essa rodada do auxílio. 

Em 15 de junho, a Caixa anunciou a antecipação do pagamento da terceira parcela, fazendo com que o calendário de depósitos começasse dia 18 e terminasse dia 30. 

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27/06/2021 14:25h

Ainda foram confirmados 64.134 novos casos até a noite deste sábado (26)

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O último boletim do Ministério da Saúde mostra mais 1.593 mortes por Covid-19 e 64.134 novos casos da doença em 24 horas, até a noite deste sábado (26). Ao todo, o Brasil tem 512.735 óbitos em decorrência da doença e 18,3 milhões de pessoas que já foram contaminadas.

Do total de infectados, 1,2 milhão são brasileiros que estão com casos ativos, ou seja, que lutam contra a doença neste momento e são acompanhados pelas autoridades de saúde. O número de recuperados se mantém alto por conta do alto índice de contaminados. São 16,5 milhões de pacientes curados. 

Em relação às unidades da federação, as maiores taxas de mortalidade a cada 100 mil habitantes são registradas em Rondônia, Mato Grosso, Amazonas, Rio de Janeiro e Distrito Federal.

Já os estados que melhor controlam a pandemia em relação à taxa de mortalidade são, respectivamente, Maranhão, Alagoas, Bahia, Pará e Pernambuco. 

Até o momento, foram enviadas a estados e municípios 129,5 milhões de doses de vacinas contra a Covid-19, e 95,8 milhões de doses foram aplicadas. O Brasil tem 25,4 milhões de moradores já imunizados com as duas doses. 

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26/06/2021 16:05h

Dado foi divulgado na 36ª edição do Mapa de Risco da Covid-19, que mostra estado do Rio de Janeiro se mantendo na bandeira amarela

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O estado do Rio de Janeiro se mantém com risco baixo para a Covid-19. O dado foi divulgado na 36ª edição do Mapa de Risco da Covid-19, que mostra a região se mantendo na bandeira amarela. 

O mapa foi atualizado na noite desta última sexta-feira (25), pela Secretaria Estadual de Saúde. As informações da pasta mostram que esta é a segunda semana seguida em que o estado se mantém com risco baixo de contaminações.

No levantamento de 11 de junho, o estado estava em bandeira laranja, isto é, risco moderado para a covid-19. No mapa atualizado ontem, ainda há um alerta para duas das nove regiões do estado. Noroeste e Baía de Ilha Grande aparecem com bandeira vermelha, de risco alto. Ainda há duas com bandeira laranja, a região metropolitana I (que inclui a capital e a Baixada Fluminense) e Centro-Sul.

As demais regiões estão com bandeira amarela, sendo que nenhuma aparece listada com bandeira verde (risco muito baixo) ou roxa (risco muito alto). O último boletim leva em conta indicadores como as quedas de 26% no número de óbitos e de 35% nas internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG). 

As taxas de ocupação de leitos no estado, no momento da divulgação do mapa, eram de 63% para unidades de terapia intensiva (UTI) e 44% para enfermaria.

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26/06/2021 16:00h

Pesquisa realizada semanalmente pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) mostra que 50% dos municípios estão com ocupação de leitos de UTI gerais e destinados à Covid-19 acima de 90%, sendo que 31% deles ainda estão com ocupação acima de 95%

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Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) mostra que 50% dos municípios brasileiros estão com ocupação de leitos de UTI gerais e destinados à Covid-19 acima de 90%. Os dados apontam ainda que 31% deles estão com ocupação acima de 95%, níveis considerados extremamente preocupantes.

A pesquisa da CNM é realizada semanalmente. As informações desta semana apontam 15% dos leitos com ocupação acima de 80%, 14% entre 60% e 80% e 8% abaixo de 60% de ocupação, além de 13% das secretarias municipais de saúde que não souberam responder. 

O levantamento ocorreu entre os dias 21 e 24 de junho, e ouviu 2.747 gestores municipais, quase metade, 49%, do total de 5.568. A situação mais crítica está presente nas regiões Sul e Sudeste. No âmbito dos estados, Mato Grosso do Sul, no Centro-Oeste, é o que apresenta maior percentual de municípios com ocupação acima de 95%.

Em relação ao andamento da vacinação de moradores, atualmente, 40% dos municípios consultados vacinam pessoas entre 50 e 55 anos. Apenas 2% deles estão imunizando habitantes entre 35 e 39 anos, enquanto menos de 1% já tem doses aplicadas em pessoas entre abaixo de 30 anos. 

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26/06/2021 15:50h

Principal causa da cegueira irreversível em pessoas entre 20 e 74 anos, a retinopatia diabética é uma complicação comum do diabetes

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Neste sábado (26) é celebrada a conscientização do Dia Nacional do Diabetes, mas 54% dos pacientes com a doença nunca ouviram falar de uma condição provocada por ela que pode levar à cegueira. Principal causa da cegueira irreversível em pessoas entre 20 e 74 anos, a retinopatia diabética é uma complicação comum do diabetes. 

“A retinopatia diabética é uma doença que afeta a retina, que é a parte posterior do olho, e pode causar microaneurismas, micro-hemorragias, hemorragia vítrea, descolamento de retina tracional”, explica o oftalmologista especialista em retina, Douglas Pigosso, do CBV Hospital de Olhos.

A doença pode ser causada pelo descontrole da glicemia em pacientes com altas taxas de açúcar. “Muitas vezes o paciente já nos procura quando a doença está avançada. Em casos mais graves, os danos à retina podem levar à cegueira em cinco anos”, alerta o médico.

A prevenção deve ser feita, pelo menos, anualmente, com consultas oftalmológicas. O retinólogo fará uma avaliação completa da saúde ocular do paciente com diabetes, com exames específicos para avaliar a retina. 

Janaína Patriolino da Costa, 45 anos, é empresária, tem diabetes e, mesmo sem o conhecimento preciso sobre a retinopatia, sabe da importância das avaliações oftalmológicas anuais. “Eu tomo o remédio que o médico me passou e faço acompanhamento oftalmológico uma vez ao ano, de 12 em 12 meses”, diz. 

Janaína tem diabetes tipo 2. Segundo informações do Ministério da Saúde, o Diabetes Mellitus é uma “síndrome do metabolismo, de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade de a insulina exercer adequadamente seus efeitos”, e que pode se apresentar em diferentes tipos:

– Tipo 1: causado pela destruição das células produtoras de insulina, em decorrência de defeito do sistema imunológico em que os anticorpos atacam as células que produzem a insulina. Ocorre em cerca de 5 a 10% dos diabéticos.

– Tipo 2: resulta da resistência à insulina e de deficiência na sua secreção. Ocorre em cerca de 90% dos diabéticos.

– Diabetes Gestacional: é a diminuição da tolerância à glicose, diagnosticada pela primeira vez na gestação, podendo ou não persistir após o parto. Sua causa exata ainda não é conhecida.

– Outros tipos: são decorrentes de defeitos genéticos associados com outras doenças ou com o uso de medicamentos.

Entre os principais sintomas da retinopatia diabética, estão: visão embaçada, borrões e dificuldade de distinguir cores. Quando a doença chega ao estágio proliferativo, o mais grave, já há um quadro irreversível. 

Fabrício Tadeu Borges, oftalmologista e especialista em retina do CBV, também detalha a doença. “A retinopatia diabética é uma alteração dos microvasos da retina, que é um tecido que temos no fundo do olho. Essas alterações ocorrem naturalmente com o tempo de diabetes, e são otimizadas com o descontrole glicêmico”.

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26/06/2021 15:45h

O auxílio será pago apenas a quem recebia o benefício em dezembro de 2020. Confira calendário

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A Caixa Econômica Federal pagou neste sábado (26) o auxílio emergencial para nascidos em agosto. É a terceira parcela da nova rodada.  Os valores do benefício variam de R$ 150 a R$ 375, dependendo da família. Confira abaixo o calendário completo:

O pagamento também será realizado para inscritos no Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) nascidos em agosto. O dinheiro é depositado nas contas digitais e pode ser movimentado, neste momento, apenas pelo aplicativo Caixa Tem. 

Duas a três semanas após o depósito, a quantia pode ser sacada em espécie ou transferida para uma conta-corrente. Ao todo 45,6 milhões de brasileiros serão beneficiados por essa rodada do auxílio. 

Em 15 de junho, a Caixa anunciou a antecipação do pagamento da terceira parcela, fazendo com que o calendário de depósitos começasse dia 18 e terminasse dia 30. 

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