Auxílio Brasil

25/01/2023 16:35h

Os pagamentos começaram no início do mês para os que têm o NIS terminado em 1. Aqueles que possuem o NIS com final 7 receberão o recurso na sexta-feira (27).

Baixar áudio

O pagamento do Bolsa Família para beneficiários com o Número de Inscrição Social (NIS) terminado em 7 será feito nesta quinta-feira (26). Já os que possuem o NIS com final 8 receberão o recurso financeiro na sexta-feira (27). Os pagamentos começaram no início do mês para os que têm o NIS terminado em 1.

O valor mínimo de R$ 600,00 será mantido e o adicional de R$ 150,00 por criança de 0 a 6 anos, prometido pelo presidente Lula, ainda não será incluso, pois, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), a estimativa é que este benefício comece a ser pago em março.

Segundo o MDS, os cartões do Auxílio Brasil continuarão válidos para saques e movimentações. Além disso, os usuários não precisam trocar ou atualizar o cartão.

Os pagamentos serão feitos ao longo deste mês, em uma sequência que leva em conta  o último dígito do NIS, impresso no cartão de cada titular. Aqueles que possuírem o NIS com final zero deverão receber o benefício em 31 de janeiro. 

Valores do seguro-desemprego foram reajustados; veja as regras
FIDCs serão abertos para público em geral e devem atrair mais investimentos

Onde sacar

  • Os participantes do projeto podem sacar o valor pelo aplicativo Caixa Tem, disponibilizado para celulares Android e IOS;
  • Poderão ter acesso também por casas lotéricas, caixas eletrônicos, correspondentes Caixa e nas próprias agências do banco.

O economista Renan Gomes afirma que o programa tem como objetivo combater a extrema pobreza e a pobreza. O benefício auxilia famílias com renda per capita significativamente baixa e que têm dificuldades de arcar com despesas básicas, como a alimentação.

“Tem evidência inclusive que as famílias beneficiadas acabam aumentando o consumo calórico na sua dieta, gerando um impacto direto na saúde. Então, a cada R$ 1,00 gasto com o Bolsa Família você tem um impacto muito maior do que isso. Logo, há um efeito multiplicador na economia, uma vez que as pessoas que recebem Bolsa Família consomem mais produtos, as empresas que produzem esse produto contratam mais trabalhadores, que vão receber salários, o que também gera um um ciclo virtuoso na economia, com mais geração de renda”, completa o especialista.
 

Copiar o texto
19/01/2023 10:50h

Beneficiários do programa que possuem o NIS terminado em 0 vão receber no dia 31 de janeiro

Baixar áudio

O pagamento do auxílio, que volta a ser chamado de Bolsa Família, será realizado nesta  quinta-feira (19) para quem possui o Número de Inscrição Social (NIS) terminado em 2. Os pagamentos começaram nessa quarta (18) com os que têm o NIS terminado em 1.

O valor mínimo de R$ 600,00 será mantido e o adicional de R$ 150,00 por criança de 0 a 6 anos, prometido pelo presidente Lula, ainda não será incluso, pois de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), a estimativa é que este benefício comece a ser pago em março.

Segundo o MDS, os cartões do Auxílio Brasil continuarão válidos para saques e movimentações. Além disso, os usuários não precisam trocar ou atualizar o cartão.

Os pagamentos serão feitos ao longo deste mês, em uma sequência que leva em conta  o último dígito do NIS, impresso no cartão de cada titular. Aqueles que possuírem o NIS com final zero  deverão receber o benefício em 31 de janeiro. 

O economista e professor de Mercado Financeiro da Universidade de Brasília (UnB), César Bergo, afirma que um programa de transferência de renda em um país de grande desigualdade, como o Brasil, é fundamental e de significativa importância para o crescimento econômico. 

“O Brasil e a nossa economia auxiliam em três campos diferentes. O primeiro campo, obviamente, é o da desigualdade. Então, ele ajuda aquelas famílias vulneráveis, com renda muito baixa, a pelo menos cuidarem da alimentação e da sobrevivência, o que vem a ser muito importante, sobretudo num país de grande desigualdade como o nosso”, destaca.

"O outro campo é o da melhoria das condições de vida dessas famílias, porque o programa exige contrapartidas no campo da educação, levando os meninos pequenos, crianças, infantis, à escola. Tem, ainda, a questão da saúde, já que as mulheres têm que complementar alguns tratamentos e exames de saúde para fazer jus ao Bolsa Família, e isso é muito importante. E no campo da economia também tem a questão do consumo. Você coloca recursos na mão das famílias, elas vão consumir e, de alguma forma, ajudar nas atividades econômicas”, completa Bergo.
 

Copiar o texto
18/01/2023 12:40h

Começam a receber o auxílio os beneficiários que têm o NIS terminado em 1. Os que possuem o NIS terminado em 0 vão receber no dia 31 de janeiro

Baixar áudio

O pagamento do auxílio que voltará a ser chamado de Bolsa Família será iniciado nesta quarta-feira (18). O valor mínimo de R$ 600,00 será mantido e o adicional de R$ 150,00 por criança de 0 a 6 anos, prometido pelo presidente Lula, ainda não será incluso, pois, de acordo com o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS), a estimativa é que este benefício comece a ser pago no mês de março, junto com o relançamento do programa, onde será chamado de “Novo Bolsa Família”.

Segundo o MDS, os cartões do Auxílio Brasil continuarão válidos para saques e movimentações. Além disso, os usuários não precisarão trocar ou atualizar o cartão.

Os pagamentos serão feitos ao longo deste mês, em uma sequência que leva em conta o último dígito do Número de Identificação Social (NIS), impresso no cartão de cada titular. Aqueles que possuírem o NIS com final zero só deverão receber o benefício em 31 de janeiro. 

César Bergo, economista e professor de Mercado Financeiro da Universidade de Brasília (UnB), afirma que um programa de transferência de renda em um país de grande desigualdade, como o Brasil, é fundamental e de significativa importância para o crescimento econômico. 

“O Brasil e a nossa economia auxiliam em três campos diferentes. O primeiro campo, obviamente, é o da desigualdade. Então, ele ajuda aquelas famílias vulneráveis, com renda muito baixa, a pelo menos cuidarem da alimentação e da sobrevivência, o que vem a ser muito importante, sobretudo num país de grande desigualdade como o nosso”, destaca.

Desemprego em massa preocupa o mercado

Ministro da educação anuncia reajuste de 14,95% no salário dos professores

"O outro campo é o da melhoria das condições de vida dessas famílias, porque o programa exige contrapartidas no campo da educação, levando os meninos pequenos, crianças, infantis, à escola. Tem, ainda, a questão da saúde, já que as mulheres têm que complementar alguns tratamentos e exames de saúde para fazer jus ao Bolsa Família, e isso é muito importante. E no campo da economia também tem a questão do consumo. Você coloca recursos na mão das famílias, elas vão consumir e, de alguma forma, ajudar nas atividades econômicas”, completa Bergo.
 

Copiar o texto
05/01/2023 16:00h

Programa de transferência de renda soma investimento de R$13 bilhões. Especialista alerta sobre aspecto nocivo do benefício

Baixar áudio

Um dos maiores programas de transferência de renda do país, o Auxílio Brasil, impacta diretamente na economia das cidades brasileiras e de milhões de pessoas em situação de vulnerabilidade. Em 2022, o programa, que no governo Lula volta a se chamar Bolsa Família, bateu recorde, com 21,6 milhões de famílias contempladas. Uma delas é a do cearense de Quiterianópolis, Romário Beleza, 30 anos, contemplada pelo benefício. 

“O Auxílio Brasil foi fundamental para minha família porque a gente pode ter um pouco de dignidade”, agradece. “Tendo oportunidade de comprar alimento, o que vestir, graças a Deus a gente teve essa ajuda que veio tirar um pouco dessa dificuldade que a gente estava passando”, conta. 

O investimento do governo federal para a ação é de R$ 13 bilhões, com valor médio do benefício na casa dos R$ 607,14. Em relação ao Auxílio Gás, são quase seis milhões de lares beneficiados com o repasse de R$ 112, somando um investimento de mais de R$ 667,2 milhões. Os dados são do Ministério da Cidadania. 

Das cinco regiões do país, o Nordeste é o que reúne o maior número de famílias contempladas pelos benefícios. Em dezembro de 2022, foram quase 10 milhões de famílias nordestinas beneficiadas, num total de R$ 5,95 bilhões repassados. Na sequência está o Sudeste, somando 6,28 milhões de lares contemplados, seguido do Norte, com 2,54 milhões, o Sul, alcançando 1,42 milhão e o Centro-Oeste, atingindo 1,12 milhão.

Estados

Levando em consideração os estados, a Bahia é a unidade federativa com maior abrangência de contemplados. São 2,58 milhões de famílias. São Paulo é o outro estado que ultrapassa os dois milhões de beneficiários. São 2,56 milhões de casas paulistas que receberam o Auxílio Brasil. 

Política pública de Estado voltada a atender famílias carentes econômica e socialmente, o programa visa promover a cidadania com garantia de renda. Para ter acesso ao benefício, o proponente precisa atender alguns requisitos como apresentar renda per capita classificada como situação de pobreza e ter os dados atualizados no Cadastro Único nos últimos 24 meses. Desde janeiro de 2022, mais de 8 milhões de famílias foram incluídas no Auxílio Brasil.

Especialista em Orçamentos Públicos e Finanças, César Lima observa que os programas assistencialistas podem ser nocivos ao desenvolvimento do país já que são suportes sociais com uma porta de entrada, mas sem saída. O economista explica que o dinheiro direcionado para esse público poderia ser empregado de forma mais empreendedora. 

“Não é que a pessoa deva passar fome. Se elas estão num estado de necessidade, têm que ser ajudadas, mas esses programas assistenciais tem que ter uma porta de entrada e uma porta de saída, de forma que essas pessoas não dependam somente desses recursos para sobreviver”, analisa. “A gente podia estar fazendo outras coisas com esse dinheiro. No momento em que estão sendo auxiliadas com esses recursos, as pessoas poderiam estar se profissionalizando, sendo munidas de recursos para abrir o seu próprio negócio”, defende. 
 

Copiar o texto
Política
20/12/2022 20:00h

Trato foi firmado em reunião de líderes na manhã desta terça (20); Outras mudanças devem fazer matéria retornar ao Senado

Baixar áudio

Reuniões pela manhã entre os líderes partidários definiram como deve ficar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC), apresentada pelo governo eleito. Chamada de PEC da Transição, o acordo prevê a manutenção do valor de R$ 145 bilhões acrescidos ao Teto de Gastos, mas diminui para um ano esse acréscimo fiscal.

O pacto foi firmado na residência oficial do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL). Do valor total, o texto final vai destinar R$ 70 bilhões para o pagamento de R$ 600 por família beneficiária do Bolsa Família – que volta a se chamar assim após ter o nome alterado para Auxílio Brasil –, e do adicional de R$ 150 para cada criança de até 6 anos de idade.

Do encontro saiu outra novidade. Como o Supremo Tribunal Federal julgou inconstitucional o “orçamento secreto” – como ficaram conhecidas as emendas parlamentares do relator (RP9) –, deputados dividiram a previsão orçamentária antes destinadas para essas despesas. Os R$ 19,4 bilhões previstos no orçamento de 2023 serão divididos igualmente entre o orçamento de despesas primárias discricionárias do governo federal (RP2) e as emendas parlamentares individuais (RP6). 

Otimista quanto à aprovação do texto, ainda na noite desta terça-feira(20) o relator do orçamento do próximo ano, o senador Marcelo Castro (MDB-PI) explica a novidade. “9,7 bilhões de reais pela PEC, que  deverá ser provada hoje aqui na Câmara, serão destinados à emendas individuais de parlamentares – deputados e senadores.. Esses valores das emendas individuais são iguais para todo mundo, cada parlamentar vai ter o mesmo valor da emenda individual”, garante o parlamentar.

Esse incremento ao texto deverá ser aprovado também no Senado Federal, casa por onde a tramitação da PEC teve início. O presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG), já sinalizara que votaria ainda nesta terça-feira eventuais mudanças feitas pelos deputados. No caso da diminuição da duração da PEC para um ano, não seria necessária nova votação por se tratar de supressão ao texto original. 

Orçamento 2023

O que também aguarda a definição da PEC é o orçamento de 2023. Presidente da Comissão Mista do Orçamento (CMO), o deputado Celso Sabino (União Brasil-PA) afirma esperar encerrar essa discussão ainda este ano. 

“Essa possibilidade de ficar para semana que vem não está descartada, porém, o calendário constitucional, o encerramento dos trabalhos legislativos ocorre no dia 22. Se nós não tivermos votado o orçamento até o dia 22, talvez possa ocorrer uma convocação extraordinária para que seja votado ainda dentro deste ano – e o governo eleito já possa contar com o orçamento para janeiro", disse o congressista.

Demais benefícios

Além das verbas destinadas para o Bolsa Família, a PEC da Transição abarca outros benefícios. Do montante total de R$ 145 bilhões, o governo petista pretende usar R$ 65 bilhões para recompor todo o orçamento das áreas que possuírem déficit de recursos, como da Cultura, da Ciência e Tecnologia, da Saúde, da Educação, da Habitação. Ademais, R$ 6,8 bilhões serão destinados para o aumento do salário mínimo e R$ 2,8 bilhões para o aumento dos servidores do Executivo.

A matéria prevê ainda que, havendo arrecadação extra, R$ 23 bilhões serão destinados para investimentos. Por outro lado, a proposta retira do Teto de Gastos doações internacionais para ações de proteção ao meio ambiente, indenizações por desastres ambientais, recursos extras de universidades públicas e de instituições científicas, tecnológicas e de inovação, como a Fundação Oswaldo Cruz e a Embrapa.

A PEC também exclui empréstimos de bancos estrangeiros para obras de infraestrutura. Apesar da redução de R$ 30 bilhões em relação aos R$ 175 bilhões defendidos inicialmente, senadores de diversos partidos questionaram o valor dos R$ 145 bilhões citando o aumento do endividamento público. Oriovisto Guimarães, do Podemos do Paraná, tentou aprovar um limite de R$ 100 bilhões.

Somando o que é preciso para complementar o Bolsa Família, o que é preciso para pagar aquele auxílio de R$ 150 que o Lula prometeu para crianças de até 6 anos, somando a Farmácia Popular e somando todas essas necessidades para o governo poder funcionar. Então, isso dá uma margem tranquila para ele fazer tudo funcionar, algumas universidades estão até fechando, o passaporte não está sendo emitido, tem uma série de outras necessidades, além do Bolsa Família, que estão sendo contempladas nesses R$ 100 bilhões.

Copiar o texto
11/11/2022 17:43h

Por meio do CAIXA Tem, banco vai esclarecer as principais dúvidas com relação aos débitos da linha de crédito

Baixar áudio

A CAIXA iniciou, nesta quinta-feira (10), o envio de mensagem explicativa (push) pelo aplicativo CAIXA Tem aos clientes do Consignado Auxílio. Serão esclarecidas dúvidas que envolvem o desconto das parcelas. O cliente contratante do empréstimo recebe uma notificação com as informações.

A mensagem informa que informa que a parcela do empréstimo é debitada automaticamente a partir do primeiro benefício a ser recebido após a contratação e que a data de 7 de dezembro que aparece no extrato do contrato é o prazo para que a CAIXA receba o valor do Ministério da Cidadania.

Na operação do Consignado Auxílio, segundo Portaria do Ministério da Cidadania, o primeiro desconto no benefício ocorre no mês subsequente ao do envio das informações pelas instituições financeiras. 

A CAIXA esclarece que atua como agente operador do Auxílio Brasil responsável pelo pagamento do benefício e como uma das instituições financeiras autorizadas a disponibilizar a contratação do Consignado em sua rede de atendimento. 

Os descontos das parcelas do Consignado Auxílio obedecem ao acordo realizado pelos bancos junto à Dataprev. 

Os beneficiários do Auxílio Brasil que não reconheçam o empréstimo consignado em seu benefício devem ligar no número 121, do Ministério da Cidadania, para verificar a instituição financeira em que o contrato foi celebrado e solicitar a devolução do pagamento. 

Atenção! Caso o cliente identifique algum desconto supostamente incorreto no seu benefício na CAIXA, ele deve comparecer à uma agência do banco. O cidadão deverá apresentar o CPF e documento de identificação com foto para que seja providenciada a correção necessária. 

Para mais informações sobre o Consignado Auxílio, acesse www.caixa.gov.br.

Copiar o texto
28/10/2022 16:55h

Empréstimo pode ser contratado no CAIXA Tem, nas lotéricas, correspondentes CAIXA Aqui ou nas agências e oferece até 24 meses para pagar. Banco orienta os clientes sobre a importância de se utilizar o crédito de forma consciente

Baixar áudio

Os beneficiários do Auxílio Brasil que tiveram os pedidos de contratação do Consignado Auxílio aprovados na CAIXA desde o dia 24 receberão o dinheiro em até cinco dias úteis. O prazo passa a valer a partir da data de aprovação do pedido de empréstimo, que pode ser contratado no CAIXA Tem, nas lotéricas, correspondentes CAIXA Aqui ou nas agências.

Devido ao grande volume de solicitações, a CAIXA pediu ao Ministério da Cidadania os 5 dias úteis para realizar os pagamentos aos beneficiários. Os clientes que já solicitaram o consignado e estão com o pedido em processamento, o banco informa que está analisando os contratos e, a partir da aprovação do pedido, o prazo de cinco dias úteis passa a valer.

Atenção para essas dicas: o crédito é realizado na mesma conta em que o cliente recebe o benefício. As prestações são debitadas diretamente do benefício já no mês seguinte.

Segundo a CAIXA, podem contratar o empréstimo consignado clientes com o benefício ativo e que estejam recebendo há mais de 90 dias. 

A CAIXA orienta aos seus clientes sobre a importância de se utilizar o crédito de forma consciente: trocando uma dívida mais cara por uma mais barata ou usando o dinheiro para empreender. Outra dica: se for pedir o empréstimo, solicite só o dinheiro que você precisa. 

No canal da CAIXA no Youtube, os beneficiários podem esclarecer as principais dúvidas sobre o Consignado Auxílio. Também podem acessar dicas e aulas on-line com orientações financeiras no site www.caixa.gov.br.

Copiar o texto
21/10/2022 09:34h

Entre os requisitos, o cliente precisa ser a pessoa responsável pelo recebimento do Auxílio Brasil. Banco orienta os clientes sobre a importância de se utilizar o crédito de forma consciente

Baixar áudio

A CAIXA divulgou, nesta quinta-feira, 20 de outubro, um comunicado aos interessados em contratar o Consignado Auxílio, o crédito consignado aos beneficiários do Auxílio Brasil. O banco recomenda que, antes de solicitar o crédito, é preciso verificar as regras e exigências legais para contratação do crédito.

Aos clientes que já solicitaram o consignado pelo aplicativo CAIXA Tem e estão com pedidos em processamento há mais de dois dias úteis, ou com status “cancelado”, o banco recomenda que refaçam a solicitação diretamente no aplicativo CAIXA Tem, ou procurem uma lotérica ou agência da CAIXA, com documento pessoal e comprovante de residência.

A CAIXA listou as condições para a contratação do Consignado Auxílio. A primeira delas é de que o cliente precisa ser a pessoa responsável pelo recebimento do Auxílio Brasil perante a família. 

A segunda condição é de que a prestação máxima do consignado pode ser de até 40% do benefício base. A vice-presidente de Negócios de Varejo da CAIXA, Thays Cintra explica mais: “O valor máximo da prestação pode ser de até 40% do valor do benefício. Esse valor do empréstimo pode ser parcelado em até 24 meses, a nossa taxa de juros é 3,45% e o valor mínimo é de R$15. Nós não cobramos nenhuma tarifa de abertura, nem qualquer tarifa administrativa para conceder esse crédito. As prestações são debitadas de forma automática no benefício e ele [beneficiário] recebe durante aquele prazo do empréstimo, o valor do empréstimo reduzido.”

Já o cliente com dívidas em atraso com o banco deve comparecer a uma agência para receber orientações que auxiliem na gestão do orçamento familiar. 

Outro requisito é de que o cliente deve autorizar a instituição financeira a acessar suas informações pessoais e bancárias necessárias para a contratação.

Por fim, para contratar o crédito, o cliente deve receber o Auxílio Brasil há, pelo menos, 90 dias, sendo necessário ter recebido três parcelas.

No canal da CAIXA no Youtube, os beneficiários podem esclarecer as principais dúvidas sobre o Consignado Auxílio. Também podem acessar dicas e aulas on-line com orientações financeiras no site www.caixa.gov.br.

Copiar o texto
12/10/2022 08:25h

Empréstimo pode ser contratado no CAIXA Tem, nas lotéricas, correspondentes CAIXA Aqui ou nas agências e oferece até 24 meses para pagar

Baixar áudio

A CAIXA lançou, nesta terça-feira (11), o Consignado Auxílio, crédito consignado aos beneficiários do Auxílio Brasil.

A prestação máxima do Consignado Auxílio poderá ser de até 40% do benefício base. A vice-presidente de Negócios de Varejo, Thays Cintra, detalha: “O valor máximo da prestação pode ser de até 40% do valor do benefício. Esse valor do empréstimo pode ser parcelado em até 24 meses, a nossa taxa de juros é 3,45% e o valor mínimo é de R$15. Nós não cobramos nenhuma tarifa de abertura, nem qualquer tarifa administrativa para conceder esse crédito. As prestações são debitadas de forma automática no benefício e ele [beneficiário] recebe durante aquele prazo do empréstimo, o valor do empréstimo reduzido.”

Os clientes podem contratar o empréstimo pelo aplicativo CAIXA Tem, como explica o vice-presidente da Rede de Varejo da CAIXA, Júlio Volpp."Para o conforto do beneficiário, ele pode entrar no aplicativo que já está acostumado a fazer uso - tanto para o Auxílio Brasil, quanto para outros benefícios que ele tenha - e pode entrar na conversa que chama 'empréstimo' e, nessa conversa, ele tem acesso, pode fazer simulação, pode ver a parcela, pode ver o valor do crédito e finalizar, portanto, a contratação por meio do aplicativo CAIXA Tem."

A contratação do empréstimo também pode ser feita nas unidades lotéricas, correspondentes CAIXA Aqui e agências da CAIXA.

O crédito é realizado na mesma conta em que o cliente recebe o benefício. As prestações são debitadas diretamente no benefício, reduzindo o valor a ser recebido mensalmente durante o prazo de vigência do contrato. O vice-presidente de Governo em exercício, Tiago Cordeiro, explica que para todos os contratos a serem firmados até o dia 31 de outubro, o primeiro desconto acontecerá na folha de novembro.

"A partir do dia 8 de novembro, as informações do valor líquido das parcelas estarão disponíveis nos aplicativos Auxílio Brasil e CAIXA Tem, onde o beneficiário vai poder consultar qual é o valor da parcela descontado o valor que ele tem retido referente à consignação."

Segundo a CAIXA, podem contratar o empréstimo consignado clientes com o benefício ativo e que estejam recebendo há mais de 90 dias.

De acordo com a presidente da CAIXA em exercício, Danielle Calazans, o banco orienta aos seus clientes sobre a importância de se utilizar o crédito de forma consciente. “Entendemos que é uma linha que tem juros menores, uma taxa diferenciada, e trabalhamos com crédito consciente. Essa é a nossa missão aqui, como banco público, como banco de todos os brasileiros. E quando a gente troca uma dívida mais cara por uma dívida mais barata e trabalhamos a educação financeira, entendo que a gente atende o nosso propósito e a nossa missão social.”

A orientação do banco é que, antes de contratar crédito, os clientes devem definir a destinação do valor emprestado ou o produto a ser adquirido, buscando as melhores taxas e a utilização do valor de forma assertiva.

O beneficiário que solicitar o Consignado Auxílio também vai contar com dicas de educação financeira no site da CAIXA, para ajudar no controle das finanças.

Para mais informações sobre o crédito consignado do Auxílio Brasil, acesse o site do caixa.gov.br/consignadoauxilio.

Copiar o texto
11/10/2022 04:00h

Valores podem ser movimentados pelo CAIXA Tem

Baixar áudio

A CAIXA inicia, nesta terça-feira (11), o pagamento do Auxílio Brasil e do Auxílio Gás, referente a outubro. Os beneficiários com final de NIS 1 são os primeiros a receber, conforme calendário escalonado. O pagamento é feito de acordo com o final do NIS do beneficiário, com término previsto para o dia 25 de outubro. 

Na próxima quinta-feira (13), quem recebe os benefícios são os beneficiários com final de NIS 2. Na sexta-feira (14), será a vez dos beneficiários com final de NIS 3. 

Segundo a CAIXA, ao todo, R$ 21,1 milhões de famílias receberão o Auxílio Brasil, em outubro, no valor mínimo de R$ 600 . Na mesma esteira dos repasses, cerca de 6 milhões de famílias receberão o Vale Gás de R$ 112 - valor médio do botijão de gás no país. 

A Maria Gercilene, do município cearense de Independência, é uma das beneficiárias do Auxílio Brasil. E o benefício tem feito a diferença em casa, no pagamento de contas e na compra de alimentos. "O auxílio ajuda bastante. Tenho um filho para criar, moro só. Conseguimos [com o Auxílio Brasil] pagar energia, água. Dá para ajudar na alimentação."

Nos dois programas, os beneficiários podem movimentar os valores pelo aplicativo CAIXA Tem. A vice-presidente de Governo da Caixa, Tatiana Thomé, explica mais. "Ele [beneficiário] pode movimentar o benefício recebido do Auxílio Brasil pelo aplicativo CAIXA Tem, utilizando todas as funcionalidades, como PIX, pagamento de boletos, o cartão de débito virtual do Auxílio Brasil. Ou também pode sacar o recurso em algum dos pontos de atendimento da CAIXA, seja nas próprias agências, nas lotéricas ou nos caixas eletrônicos."

As famílias beneficiárias poderão consultar as informações das parcelas nos aplicativos Auxílio Brasil e CAIXA Tem ou pelo telefone 111.

Para mais informações sobre Auxílio Brasil e Auxílio Gás, acesse www.caixa.gov.br.

Copiar o texto
Brasil 61