29/07/2022 04:00h

Leonardo Beckmann, de Teresópolis (RJ), é um dos 370 mil empreendedores espalhados pelo Rio de Janeiro. Ele buscou apoio do Sebrae para aprimorar conhecimentos em pequenos negócios

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Desde o início da carreira, o dentista Leonardo Beckmann, de Teresópolis, Rio de Janeiro, queria ter o próprio espaço para fazer atendimentos odontológicos. Após trabalhar em duas clínicas na cidade, ele deu esse importante passo na profissão e inaugurou, em uma sala reformada de 42 metros quadrados, a Beckmann Odontologia.

Esse foi o início da jornada empreendedora de Leonardo: 

“Fizemos a reforma de um consultório bem no centro da cidade de Teresópolis, onde eu pude montar o meu primeiro espaço. Não tinha secretária, chegava mais cedo, limpava, arrumava para receber o meu paciente. Após o atendimento, fazia toda a higienização para o próximo paciente, com todo cuidado no material, para que pudesse atender no outro dia.”

Com o crescimento dos atendimentos particulares e uma equipe maior, o pequeno empresário viu a necessidade de expandir: mudou a clínica para um local maior e formalizou de vez seu empreendimento. Foi aí que Leonardo decidiu buscar o apoio do Sebrae de Teresópolis para aprimorar suas competências empreendedoras. 

“Comecei meus contatos com o Sebrae através do meu primeiro curso, o Aprender a Empreender. Em 2012, fiz o Empretec, que realmente é um grande treinamento, que trabalha com as características do empreendedor de sucesso. Então, o Sebrae participou dessa trajetória toda de diversas maneiras.”

Com o todo impulso de gestão e inovação, a Beckmann Odontologia já cresceu 500% em 10 anos, em tamanho, número de clientes atendidos e faturamento. É conhecida pelo atendimento humanizado na região serrana do Rio de Janeiro. Para o futuro, o empresário deseja que a clínica se torne referência em odontologia de alta performance em todo o estado.

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Leonardo. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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29/07/2022 03:00h

Após a falência do primeiro negócio, Aline Silva Lobo buscou apoio do Sebrae para abrir empório de produtos naturais e orgânicos. São duas lojas em Macapá (AP).

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A jornada de Aline Silva Lobo como empreendedora no setor alimentício começou cedo. Quando fazia faculdade em Macapá, no Amapá, ela já preparava e vendia bombons de chocolate para complementar a renda familiar. Anos depois, a então bancária descobriu um problema de saúde e, por isso, precisou cuidar melhor da alimentação.

Ela conta que foi na necessidade que viu uma oportunidade para abrir, de vez, um pequeno negócio: na cidade, eram poucos os locais focados em alimentação saudável. Foi daí que montou um restaurante na garagem da casa da mãe. 

“Esse meu problema de saúde me levou a abrir um negócio de alimentação saudável que, graças a Deus e aos poucos, foi dando certo. Na época, eu não tinha condições de abrir uma empresa legalizada. Então, trabalhei na informalidade. Mas o nosso primeiro erro foi não fazer pesquisa de mercado, não avaliar. Porque a gente começou o negócio com vontade, mas não tínhamos noção nenhuma dessa questão administrativa.”

Assim, em pouco tempo, o restaurante de Aline foi à falência. Mesmo desempregada e com uma filha recém-nascida, ela persistiu: sabia que precisava de um apoio para lidar com a parte administrativa de um negócio. Então, em 2016, ela procurou o Sebrae:

“Foi aí que buscamos a ajuda do Sebrae, dessa vez com o pé no chão, não querendo errar novamente. Tivemos consultorias para ajudar a entender melhor o nosso negócio, ajudar a administrar melhor e nós começamos a ter uma participação ativa ali, no Sebrae. Isso nos impactou de uma forma muito positiva.”

E todo esse apoio na gestão de empresas ajudou a Aline em seu novo negócio, focado em produtos naturais e orgânicos - o Empório Semente do Bem. Ela ampliou as vendas e já montou duas lojas físicas em Macapá. Em agosto, a empreendedora conta que vai inaugurar uma nova loja, desta vez em Santarém, Pará.

Para o futuro, a Aline tem o sonho de expandir o número de lojas para outras cidades do País. 

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Aline. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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28/07/2022 12:30h

Conheça a história da Adriana Marrone, que decidiu juntar seu amor pela culinária com a vontade de empreender para montar a Pipoca Imperial

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Os pequenos negócios movimentam a economia do Brasil. E a região Sudeste é a que concentra o maior número de donos de negócios. Só no Rio de Janeiro, são 370 mil empreendedores, segundo o Atlas dos Pequenos Negócios.

A microempreendedora Adriana Marrone faz parte desse número: é a dona da Pipoca Imperial, empresa de Petrópolis (RJ). 

Natural de Rio Claro, interior de São Paulo, ela atuou no mercado corporativo por 20 anos até decidir que precisava realizar o desejo de ter um negócio próprio.

Adriana conta que, em 2014, assistiu um programa de TV que mostrava o crescimento do mercado de pipoca gourmet no Brasil. Então, juntou o amor pela culinária com a vontade de empreender.

“A partir de então, comecei fazer toda uma pesquisa de mercado, estudar sobre o negócio. Na ocasião, estava preparando minha mudança para Petrópolis e eu sempre gostei muito da culinária. Sempre tive comigo que, para investir, teria que investir em algo que gostasse, que amasse.”

Depois de muita pesquisa, em 2017, Adriana decidiu abrir de vez a Pipoca Imperial. E desde o início da empresa, a empresária contou com o apoio do Sebrae, em consultorias e treinamentos.

“Desde o início, sempre busquei consultorias junto ao Sebrae. Desde pesquisa de mercado até design de embalagem, porque queria criar uma proposta para a Pipoca Imperial que remetesse a história da cidade porque a consolidação da marca foi na cidade imperial.”

Durante o pico da pandemia de Covid-19, Adriana também buscou apoio do Sebrae para abrir o site da marca. A plataforma ampliou as vendas e possibilitou à empreendedora enviar seu produto para todo o Brasil. 

O apoio em gestão também ajudou a Pipoca Imperial ampliar os locais de venda. Atualmente, há pontos nas cidades do Rio de Janeiro e Porto Alegre. Mas, para Adriana, a parte mais gratificante é poder levar a história de Petrópolis no seu produto e investir na economia local.

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Adriana. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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28/07/2022 04:00h

Os bisavós Michele Bertoletti Rosso começaram a Vinícola Sanber há 80 anos, em Bituruna (PR), município conhecido pela produção de vinho. Atualmente, a empreendedora está à frente da gestão da empresa, que utiliza uvas de vinhedos próprios e de agricultores familiares

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Há 80 anos, um casal gaúcho decidiu produzir vinho em Bituruna, município do Sul paranaense conhecido pela grande produção da bebida. Assim nasceu a Vinícola Sanber, um negócio de família, atualmente administrado pela Michele Bertoletti Rosso - bisneta dos fundadores.

A Michele é uma das cerca de 550 mil mulheres que estão à frente de pequenos negócios no Paraná. 

Ela conta que desde sempre quis tocar a vinícola da família. Aos 30, graduada e com experiência em vinhedos, Michele quebrou a tradição familiar de ter apenas homens na administração da Sanber: tornou-se a primeira mulher à frente da gestão da empresa.

“Sempre gostei disso e, desde criança, tive a certeza de que trabalharia com isso e levaria a vinícola adiante. Então, já com oito, nove anos, falava para todo mundo que eu ia ser especialista em vinho. E foi o que eu fiz. Fiz faculdade de Enologia e fui atrás de me especializar para cuidar da vinícola, quando chegasse a minha vez.”

Quando Michele assumiu o cargo, a Sanber já era conhecida na região e havia participado de algumas ações junto com o Sebrae no município, principalmente para promover o grande potencial dos produtores locais. E a empreendedora sempre busca o apoio do Sebrae para inovar. 

“Foram muitas parcerias firmadas dentro dos programas do Sebrae, entre empresas mesmo. Sempre que a gente pensa em fazer qualquer coisa, tem ideia de alguma inovação, de algum produto novo, de algum processo novo, enfim, tem alguma dúvida, primeira pessoa que a gente manda mensagem é para o nosso consultor do Sebrae.”

Desde que Michele passou a comandar a Vinícola Sanber, registra um crescimento médio de 25% ao ano. Atualmente, a empresa vende vinhos, espumantes e suco de uva para clientes espalhados em todo Brasil. As uvas utilizadas na produção dos produtos vêm de vinhedos próprios e de vinhedos de agricultores familiares do município.

O sonho de Michele é que a vinícola seja referência na produção de vinhos diferenciados.

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Michele. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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27/07/2022 04:45h

Em MG, 422 mil são donos de pequenos negócios. Conheça a história de um deles: Osvaldo Filho, pioneiro em vendas de queijo pela internet e ajuda a movimentar a economia local de Alagoa, no Sul do estado.

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Os pequenos negócios movimentam a economia do Brasil. E a região Sudeste é a que concentra o maior número de donos de negócios. Só em Minas Gerais, são 422 mil empreendedores, segundo o Atlas dos Pequenos Negócios

E um desses empreendedores é o produtor de queijos Oswaldo Filho, do município de Alagoa, no Sul de Minas. Ele é o dono da empresa Queijo D’Alagoa e foi um dos pioneiros na venda do produto pela internet. 

No início do negócio, em 2009. Osvaldo descobriu que poderia utilizar o serviço dos Correios para enviar os queijos e, então, criou um blog, para fazer vendas.

“Eu falei: ‘agora vai!’, quando vendemos as três primeiras pecinhas [de queijo]. Acreditei que ia dar certo e fiquei feliz por ter dado certo. Em janeiro de 2010, conheci o mestre queijeiro Bruno Cabral, ele fez o pedido de 20 peças e, de lá para cá, nunca mais parou. Hoje, o nosso contrato mantém a agência do Correios aberta aqui, na cidade de Alagoa.”

Diante do potencial do negócio, ainda em 2010, Osvaldo procurou o Sebrae regional de São Lourenço, em busca de apoio teórico: queria aprender tudo sobre logística, relacionamento com clientes e linha de produção. 

“Além do apoio que nós recebemos do Sebrae regional, também conto muito com o apoio do estadual, Sebrae Minas. Faço parte do programa Origem Minas, já fiz parte do Sebraetec. Também já tem várias iniciativas que nós participamos com o Sebrae nacional. O apoio que recebemos é essencial, é motivacional e de muita instrução, abre muitas portas.”

E a visão empreendedora de Oswaldo trouxe frutos: seu queijo já ganhou 40 prêmios nacionais e internacionais. Atualmente, a empresa tem uma loja física e os produtos são vendidos por revendedores em todos os estados do Brasil. Por mês, a Queijo D’Alagoa vende, em média, duas toneladas de produtos.

Para o empresário, o mais importante é o impacto social que isso tudo gera no município de Alagoa, movimentando a economia local e fomentando o turismo.

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Osvaldo. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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27/07/2022 03:45h

Douglas Ferro sempre teve o sonho de ser empreendedor e, com sua visão inovadora, já criou duas empresas de tecnologia.

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O pernambucano Douglas Ferro é um das milhares de pessoas que tocam pequenos negócios e fazem a economia brasileira girar. Em 2015, trocou a estabilidade do trabalho como bancário para pôr em prática o sonho de empreender. 

A jornada empreendedora começou quando Douglas precisou trocar de carro. Ali, percebeu que não havia plataforma na internet que oferecesse a cotação do seguro. Daí, surgiu sua primeira ideia de negócio: a ZeroPay, uma plataforma de seguros.

A empresa começou a operar em junho de 2017 com cotações de seguros automotivos, residenciais, de viagem, de vida e de celular. Mas Douglas não parou por aí! Com sua visão empreendedora aguçada, ele viu outra oportunidade. Desta vez, na área de gestão da educação. 

“Eu e o meu sócio estávamos fazendo uma consultoria para uma rede de escolas. Enxergamos vários gargalos, desde problemas financeiros, falta de gestão, excesso de planilhas e sistemas, e muita inadimplência. E daí, decidimos criar uma plataforma para ajudar a profissionalizar a gestão na educação e otimizar os resultados dessas escolas.”

Assim, em 2021, nasceu a YouPay, uma carteira digital escolar que oferece liberdade financeira para os alunos e pais. 

Em todos os seus caminhos de empreendedor, Douglas conta que buscou o apoio do Sebrae para agregar mais valor aos serviços e dar visibilidade às duas empresas.

“O Sebrae sempre foi meu parceiro, desde quando comecei a empreender, lá atrás. Participamos de várias mentorias, cursos, workshops com os profissionais do Sebrae e que mudaram completamente nosso modo de gerenciar o time, de fazer gestão financeira, jurídica e de várias outras áreas que eu nem sabia que tinham ali, quando a gente vai empreender.”

Atualmente, a YouPay alcança mais de 30 mil alunos, levando educação financeira de ponta e garantindo uma melhor gestão para a educação. Segundo o empresário, a meta é chegar a pelo menos 50 mil alunos até o final de 2022. Já para o futuro da ZeroPay, o objetivo é ampliar a carta de serviços, com produtos exclusivos.

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Douglas. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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26/07/2022 04:45h

Da quase falência à expansão dos negócios, com novas filiais e prêmio de competitividade de micro e pequenas empresas. Conheça a história dos fisioterapeutas Warlem e Erica Carreiro, de Cariacica (ES)

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Há vinte anos, Warlem e Erica Carreiro realizaram o sonho do próprio negócio. Ali começava a história do casal de fisioterapeutas de Cariacica, Espírito Santo, com a Clínica Evoluir. Por um tempo, tudo correu bem e eles conseguiram comprar uma sede própria. 

Mas o casal tinha pouca experiência nos processos administrativos. Faltava um fator tão importante para o sucesso dos negócios, o planejamento. Isso quase levou a clínica à falência. Como saída, Warlem buscou aprimoramento da gestão empresarial.

“A gente se descontrolou completamente. E aí, foi nesse momento que surgiu o Sebrae na nossa vida. Chego até a me arrepiar aqui quando a gente começa a pensar em tudo que a gente já estudou no Sebrae.”

O casal fez cursos, participou de palestras e contratou consultorias. Em 2013, colheram os primeiros frutos: a quase falida Clínica Evoluir dos anos anteriores cresceu e ganhou o Prêmio de Competitividade para Micro e Pequenas Empresas. Para Warlem, receber esse reconhecimento foi fundamental para seguir em frente.

“Foi exatamente quando a gente definiu montar uma filial. Instalar uma filial na capital, em Vitória, isso em 2013. Hoje, poder olhar para esse material e ver a realização dele numa unidade modelo com mais de mil metros quadrados, dentro da capital, é fantástico. A gente tem a cultura de se manter sempre inovando, sempre tendo esse olhar de futuro.”

Atualmente, a Clínica Evoluir conta com 100 funcionários, três unidades em três municípios diferentes na Grande Vitória e cobre 25 especialidades. Warlem e Erica também fazem parte dos 20% de empreendedores capixabas que possuem ensino superior. Segundo o Sebrae, quanto maior a escolaridade dos empreendedores, maior é a chance de sobrevivência dos negócios. 

Para o futuro, o casal quer levar o nome do seu negócio à risca e continuar evoluindo.

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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26/07/2022 03:30h

Em 2017, Rogério Felix, de Camocim (CE), concretizou seu sonho de ser um empreendedor. De lá para cá, apostou em gestão e em parcerias para fazer sua loja de acessórios eletrônicos prosperar

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O Rogério Felix, de Camocim, Ceará, é uma das milhares de pessoas que tocam pequenos negócios e fazem a economia brasileira girar. Quando ficou desempregado, em 2017, ele decidiu investir a quantia que recebeu de indenização do antigo emprego em um negócio próprio.  

Naquele mesmo ano, o empreendedor montou a Cisso’s Acessórios, especializada em produtos de informática e acessórios para smartphones. O retorno das vendas foi rápido, mas o espaço físico da loja ficou pequeno. Diante disso, Rogério tomou uma atitude empreendedora:

“[Minha loja] Não cabia nem mercadoria e nem meus clientes. E aí, decidi pegar um ponto maior, me arrisquei, porque o aluguel era bem mais caro, tinha que ter uma logística maior de funcionários, tinha que mudar o meu segmento de MEI para microempresa. Aí, disse: ‘agora vai!’”

Foi nesse mesmo período que o Rogério conheceu o Sebrae. Ele percebeu que precisava de apoio e orientação para ampliar as vendas da forma correta. Então, frequentou palestras e recebeu consultoria:

“Pensava que o Sebrae era só para grandes empresas, mas não: é para pequenas empresas. E deu um ‘boom’ na minha vida de empreendedor quando eu recebi do Sebrae uma consultoria na minha loja. Algumas dicas que a gente tem que pegar, tem que fazer curso, tem que se agarrar com o Sebrae.”

Durante a pandemia de Covid-19, Rogério precisou fechar a loja, mas seguiu fazendo cursos online do Sebrae e a Cisso’s Acessórios começou a crescer na internet. Passou a anunciar os produtos em sites parceiros e aderiu ao delivery. Numa parceria com mototaxistas de Camocim e região, passou a entregar os produtos em cidades vizinhas. Segundo o empresário, a loja passou a vender 20 vezes mais do que antes da pandemia.

Para o futuro, Rogério quer expandir a loja atual em Camocim e planeja abrir uma unidade da Cisso’s Acessórios em Parnaíba, Piauí.

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Rogério. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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26/07/2022 03:00h

A arte de tecer fibras vegetais se tornou a maior fonte de renda para mulheres de Careiro Castanho, com a criação e formalização da empresa Teçume da Floresta.

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Há três décadas, um grupo de mulheres se encontra às margens do Rio Tupana, na cidade de Careiro Castanho, Amazonas, para trançar fibras vegetais, fazendo assim o Teçume, nome como o artesanato é chamado na região.

Em 2015, o filho de uma delas, Marcos Alexandre dos Santos, percebeu que ali havia uma oportunidade de empreender. Assim, Marcos assumiu a parte de gestão, o comercial e o marketing da Teçume da Floresta

Ele conta que a intenção foi ampliar o negócio e, assim, levar prosperidade à comunidade, uma vez que esse é o trabalho da maioria das mulheres da região.

“O que nos motiva a continuar com esse segmento é a certeza de que estamos fazendo o que é certo, estamos no lugar certo. Porque ali são famílias que estão lutando pela sua sobrevivência de uma maneira tão prazerosa. Então, é muito gratificante saber que esse empreendimento ajuda tantas outras pessoas também, como ajuda na nossa cidade de Careiro Castanho. E trazendo oportunidade de mudar a vida de muitas pessoas.”

Para encarar todos os desafios de formalizar o negócio, Marcos procurou o Sebrae e fez uma série de cursos, entre eles um de gerenciamento de mídias sociais e um de fotografia. O resultado dessa parceria profissionalizou a empresa, transformou a divulgação e o marketing dos produtos, e gerou crescimento de cerca de 80% em relação ao início do projeto.

“O Sebrae foi um dos principais potenciais para que o nosso projeto criasse raízes. Ali abriram a porta para o nosso futuro. Quando eles nos apresentaram, chegaram conosco, e disseram que iam nos ajudar, nos dar apoio no que necessitasse. Com mentorias, com os cursos oferecidos pelo Sebrae. Foi muito gratificante para nós.”

Atualmente, 15 pessoas integram a empresa. Segundo Marcos, mais de 300 pessoas que vivem na comunidade ribeirinha são beneficiadas indiretamente com o projeto. Para o futuro, o empresário quer mais renda e visibilidade para o trabalho da Teçume da Floresta.

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Marcos. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

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25/07/2022 03:35h

Sempre engajada com as tendências da moda, Thaianne Venâncio, de João Pessoa (PB), enxergou na sua paixão uma oportunidade de empreender

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As redes sociais e aplicativos estão cada vez mais presentes no dia a dia dos pequenos negócios. No ramo da moda, 80% empreendedores utilizam essas plataformas para vender seus produtos, segundo o Sebrae. É o caso da Thaianne Venâncio, de João Pessoa, Paraíba. Dona de uma loja de roupas e acessórios femininos, ela viu suas vendas aumentarem com o auxílio de ferramentas digitais.

O fascínio pelo mundo da moda e a visão empreendedora mudaram os rumos da empreendedora. Graduada em Direito, a paraibana deu uma guinada na carreira e decidiu investir no pequeno negócio. 

E o que ela chama de “experimento” logo deu certo e a procura pelos produtos aumentou. Então, em 2018, Thaianne oficializou a marca Tcharme e abriu a primeira loja física na capital paraibana. Ela nos conta como foi o início dessa jornada:

“Como todo começo, há desafios e aprendizados que com certeza nos fazem evoluir. Desde o nosso começo até os dias atuais, sempre obtivemos resultados muito satisfatórios. Pelo fato de agir com estratégias corretas e simplesmente nunca parar de evoluir.”

Assim que a Tcharme ganhou mais notoriedade, as demandas aumentaram. Diante desse potencial, Thaianne buscou o apoio do Sebrae para aprimorar seu negócio: se capacitou em marketing digital, gestão de negócios e técnicas para vendas. E esses conhecimentos ajudaram a empreendedora a lidar com a crise da pandemia de Covid-19. 

Thaianne garante: o apoio do Sebrae foi fundamental para o negócio

“O Sebrae oferece todas as orientações e nortes necessários para que o empreendedor consiga transformar todos os seus sonhos em realidade. Não apenas em nosso começo, como nos dias atuais, o Sebrae faz parte dos nossos resultados exitosos, seja em orientações ou capacitações.”

Durante a pandemia, Thaianne dobrou o crescimento da sua loja com estratégias digitais, como aprimoramento das vendas online, uma vez que a loja física estava fechada. Criou novos catálogos de produtos e investiu na entrega dos produtos.

O Sebrae apoia pequenos negócios como o de Thaianne. São pessoas que trabalham e realizam, movimentando a economia e transformando a história de milhares de brasileiros. 

Sebrae, há 50 anos ao lado de quem fez história ontem, constrói o hoje e cria o futuro todos os dias.

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