29/06/2026 04:45h

Documento entregue aos pré-candidatos à Presidência propõe editais em fluxo contínuo, flexibilização das garantias e maior previsibilidade dos investimentos públicos

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Em 2026, o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT) prevê destinar mais de R$ 17 bilhões ao financiamento de projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) no Brasil. Apesar do volume inédito de recursos, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) defende a redução da burocracia para que esse dinheiro chegue às empresas com a agilidade necessária

A recomendação consta no documento "Construindo o Brasil 2050: a indústria na agenda dos presidenciáveis" — agenda de propostas voltadas à retomada do crescimento sustentável da economia entregue aos pré-candidatos à Presidência da República.

Segundo a entidade, as micro e pequenas empresas (MPEs) enfrentam os maiores entraves para acessar instrumentos públicos de apoio à inovação, principalmente por causa das exigências de garantias reais — como bens, aplicações financeiras e recebíveis — e da complexidade dos processos de financiamento

Para o presidente da CNI, Ricardo Alban, a burocracia para acessar instrumentos de fomento é um dos fatores que ampliam o Custo Brasil — conjunto de entraves burocráticos, estruturais e econômicos que encarece a produção e a realização de negócios no país. 

“Devemos enfrentar as amarras estruturais que encarecem a produção no país. O Custo Brasil drena a capacidade de investimento das empresas, afasta o capital produtivo e aumenta os preços dos produtos e serviços consumidos pelos brasileiros”, afirma. 

O que dizem os industriais

Pesquisa da CNI mostra que 36% dos empresários industriais apontam o excesso de burocracia como o principal obstáculo para acessar políticas públicas de incentivo à inovação

O problema é mais intenso no Nordeste, onde 48% dos industriais identificam a burocracia como a principal barreira. O Sudeste é a região com menor impacto, onde o percentual é de 32%

Outros entraves citados pelos empresários são:

  • risco de glosa e penalidades futuras (5%);
  • dificuldade de compreender as regras dos programas (5%);
  • lentidão na análise dos processos (5%);
  • baixa previsibilidade (3%).

O levantamento também revela que 42% dos industriais sequer tentaram acessar instrumentos públicos de apoio à inovação. O índice chega a 45% no Nordeste e a 44% no Sudeste, enquanto Norte e Centro-Oeste registram o menor percentual, de 29%

Desburocratização e crédito mais acessível

Para reverter esse cenário, a CNI propõe uma desburocratização radical nas linhas de financiamento e a modernização dos processos de instituições como o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e as agências estaduais de fomento. O objetivo é destravar o dinheiro já disponível — mas que permanecem represados em longos trâmites administrativos — especialmente para startups e micro e pequenas empresas. 

Segundo a CNI, atualmente o intervalo entre a aprovação de um projeto e a liberação dos recursos pode chegar a 18 meses — prazo considerado incompatível com o ritmo da inovação tecnológica. Por isso, a entidade defende a aceleração das análises e dos desembolsos

Outra proposta é reduzir ou flexibilizar as exigências de garantias reais, substituindo-as pelo uso de fundos garantidores de crédito. A intenção é que a concessão de financiamento passe a considerar principalmente o mérito técnico e o potencial tecnológico dos projetos, e não apenas o patrimônio da empresa. 

Modelos mais flexíveis de financiamento

A CNI também afirma que os atuais mecanismos de fomento à inovação são excessivamente padronizados e pouco adaptados às diferenças regionais, o que reduz sua efetividade. 

Na avaliação da entidade, MPEs, startups e empresas de base tecnológica (deep techs) enfrentam grandes dificuldades para captar recursos destinados ao desenvolvimento de novos produtos e tecnologias, mesmo quando existem linhas de financiamento disponíveis. Entre os principais gargalos estão editais lentos, juros elevados e incompatíveis com projetos de maior risco, além das exigências excessivas de garantias

A CNI também aponta limitações no alcance da Lei do Bem (nº 11.196/2005) — mecanismo do Governo Federal que concede incentivos fiscais a empresas brasileiras que investem em PD&I. Por estar atrelada ao regime de Lucro Real, mais de 90% das indústrias brasileiras em outros regimes não podem utilizá-la.

Além disso, o benefício não pode ser aproveitado em anos de prejuízo fiscal e o saldo remanescente não pode ser compensado em períodos posteriores, reduzindo o alcance da política. 

Compartilhamento do risco tecnológico

Para ampliar o acesso aos recursos, a CNI propõe que o governo e as instituições de fomento compartilhem parte do risco tecnológico dos projetos, por meio da criação de fundos garantidores de crédito voltados às micro e pequenas empresas. 

O diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Jefferson Gomes, reforça a necessidade da simplificação do acesso aos incentivos, preservando a continuidade dos investimentos públicos em inovação. Segundo ele, a previsibilidade desses recursos é essencial para que empresas e pesquisadores possam planejar projetos de longo prazo

“É fundamental que o Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico seja mantido ao longo do tempo para que possamos aumentar a complexidade de produtos e, assim, podermos ter uma indústria mais forte com produtos com maior valor agregado”, recomenda. 

Entre as propostas da entidade está a substituição dos editais tradicionais por modelos de fluxo contínuo, permitindo que projetos sejam apresentados e analisados de forma permanente, sem depender da abertura de chamadas específicas. 

Outra recomendação é descentralizar o financiamento da inovação por meio da criação de fundos regionais abastecidos com recursos provenientes de royalties e de outras obrigações regulatórias. Segundo a CNI, a medida permitiria reinvestir parte da riqueza gerada pela exploração de recursos naturais no desenvolvimento das vocações tecnológicas de cada região do país

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29/06/2026 04:40h

O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem

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A CAIXA paga, nesta segunda-feira, 29 de junho, nova parcela do Programa Pé-de-Meia para os estudantes do Ensino Médio regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos, a EJA, nascidos nos meses de janeiro e fevereiro.

O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo App CAIXA Tem. 

O estudante pode pagar contas, fazer transferências e PIX, direto no aplicativo.

Além disso, pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos.

O Programa Pé-de-Meia apoia a permanência e a conclusão escolar dos estudantes matriculados no Ensino Médio da rede pública.

Para consultar as demais datas de pagamento do programa Pé-de-Meia, acesse o site da CAIXA em www.caixa.gov.br/pedemeia.

O que é o Pé-de-Meia

O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.

Quem tem direito ao pagamento

  • Estudantes matriculados no ensino médio público e beneficiários do CadÚnico.
  • Vale para ensino regular e para EJA (Educação de Jovens e Adultos), com regras de pagamento específicas.

Como funciona o pagamento do Pé-de-Meia

  • O MEC usa dados enviados pelas redes de ensino (federal, estadual, distrital ou municipal) para identificar quem cumpre os requisitos de matrícula e frequência.
  • Com as informações validadas, o MEC autoriza as folhas de pagamento e envia à Caixa Econômica Federal, que abre as contas e realiza os pagamentos.

Valores do pagamento (ensino regular)

  • R$ 200/mês de incentivo pela frequência (saque a qualquer momento).
  • R$ 1.000 ao final de cada ano concluído (fica bloqueado e só pode ser sacado após a formatura no ensino médio).
  • Bônus de R$ 200 pela participação no ENEM.
  • Total potencial ao longo do curso: até R$ 9.200 por aluno, somando parcelas mensais, depósitos anuais e o adicional do ENEM.

Valores do pagamento (EJA)

  • R$ 200 por comprovação de matrícula (saque imediato).
  • R$ 225 por frequência (saque imediato).
  • Mantêm-se os depósitos anuais de R$ 1.000 ao concluir cada etapa do ensino médio, com saque após a formatura.

Calendário e processamento do pagamento

  • As folhas de pagamento são geradas pelo MEC com base na matrícula e frequência informadas pelas redes de ensino.
  • A Caixa processa e efetiva o pagamento nas contas abertas para os beneficiários.
  • O estudante acompanha no app “Jornada do Estudante” quando o pagamento for liberado.

Como consultar e sacar o pagamento do Pé-de-Meia

  • Consulta: pelo aplicativo Jornada do Estudante (informações de elegibilidade, parcelas e status).
  • Saque: valores mensais (R$ 200 no regular; R$ 200 + R$ 225 no EJA) podem ser sacados a qualquer momento.
  • Depósitos anuais (R$ 1.000) ficam retidos e só podem ser sacados após a conclusão do ensino médio.

Perguntas rápidas sobre o pagamento Pé-de-Meia

  • Preciso comprovar frequência? Sim. A liberação do pagamento depende da matrícula e da frequência informadas pela rede de ensino.
  • Posso sacar tudo? Não. As parcelas mensais podem ser sacadas; os R$ 1.000 anuais ficam disponíveis apenas após a formatura.
  • O ENEM é obrigatório para receber o bônus? Para o adicional de R$ 200, é necessário participar do ENEM.
  • Onde vejo se caiu o pagamento? No app Jornada do Estudante.
  • Quem resolve erros no pagamento? A rede de ensino precisa corrigir dados de matrícula/frequência; a Caixa executa o pagamento após o envio correto das folhas pelo MEC.
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29/06/2026 04:35h

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem

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A CAIXA inicia nesta segunda-feira (29), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de junho para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 9. 

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

Chegou o novo aplicativo do Bolsa Família, mais completo e fácil de usar! Acompanhe a data do seu pagamento, consulte seus benefícios e fique por dentro de todas as novidades do programa.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.  

O que é Bolsa Família

O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.

Pagamento do Bolsa Família: objetivos do programa

Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.

Quem tem direito ao pagamento do Bolsa Família

Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.

Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.

Como receber o pagamento do Bolsa Família (passo a passo)

  1. Inscrição no CadÚnico: mantenha dados corretos e atualizados.
  2. Onde se cadastrar: procure o CRAS ou postos municipais de assistência social.
  3. Documentos: CPF ou título de eleitor.
  4. Seleção mensal automatizada: estar no CadÚnico não garante entrada imediata. Todos os meses o programa identifica e inclui novas famílias que passam a receber o pagamento Bolsa Família.

Quando começa o pagamento Bolsa Família após o cadastro?

Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.

Dicas para manter o pagamento do Bolsa Família em dia

  • Atualize o CadÚnico sempre que houver mudança (endereço, renda, composição familiar).
  • Acompanhe o calendário oficial de pagamento e as comunicações do município/CRAS.
  • Guarde seus comprovantes e verifique regularmente a situação do benefício nos canais oficiais.

Bolsa Família: perguntas rápidas (FAQ)

Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.

O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.

Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família começa a receber quando é incluída.

Onde tirar dúvidas? Procure o CRAS do seu município ou os canais oficiais do programa.

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29/06/2026 04:25h

Estudo projeta déficits recorrentes e avanço da dívida pública até 2036

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O próximo presidente eleito em outubro deverá assumir um cenário fiscal desafiador, marcado por déficits primários recorrentes, dificuldades para cumprir as metas do arcabouço fiscal e trajetória crescente da dívida pública. Esse é o diagnóstico apresentado no Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF) de junho, divulgado na última quinta-feira (25) pela Instituição Fiscal Independente, órgão vinculado ao Senado Federal.

Segundo os diretores da IFI, Marcus Pestana e Alexandre Andrade, as projeções para a evolução das principais variáveis econômicas e fiscais são consistentes, mesmo sem considerar eventuais reformas estruturais que possam ser implementadas nos próximos anos. 

Na elaboração dos cenários, a instituição levou em conta as incertezas provocadas pela alta dos preços do petróleo em razão dos conflitos no Oriente Médio. As estimativas também consideram a implementação da reforma tributária sobre o consumo, com impactos mais expressivos sobre as finanças de estados e municípios e efeitos positivos esperados sobre a eficiência e a produtividade da economia brasileira

Crescimento moderado e juros elevados

O RAF projeta crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,0% em 2026 e de 1,8% em 2027. Nos anos seguintes, a economia deve avançar, em média, 2,3% ao ano. 

Para a inflação, a IFI estima índice de 5,0% em 2026, 4,0% em 2027 e 3,5% em 2028, com convergência para o centro da meta nos anos posteriores, quando a inflação deverá se estabilizar em torno de 3% ao ano

Os juros reais também devem permanecer elevados. A expectativa é que a taxa básica Selic recue de 14% ao ano em 2026 para 12% em 2027, alcançando um patamar próximo de 8% no médio prazo

Receitas e despesas

Pelas projeções da IFI, as receitas primárias líquidas devem corresponder a 18,9% do PIB em 2026 e a 18,7% em 2027, recuando gradualmente para cerca de 18,3% do PIB ao longo do horizonte analisado. 

O relatório prevê ainda que a elasticidade entre receita e PIB caia do atual patamar de 1,4 para 1. Na prática, isso significa que cada 1% de crescimento da economia deverá resultar em um aumento de 1% na arrecadação do governo, reduzindo o ganho adicional de receitas observado nos últimos anos. 

Já as despesas primárias devem passar de 19,2% do PIB em 2026 para 19,3% em 2027, atingindo 19,9% em 2032 e se estabilizando em torno de 19,4% do PIB nos anos seguintes

As estimativas da IFI divergem das projeções apresentadas no Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) de 2027, em tramitação no Congresso Nacional, especialmente em relação ao comportamento do resultado primário (receita menos despesas primárias) e ao cumprimento das metas previstas pelo arcabouço fiscal

O relatório aponta a continuidade dos déficits primários efetivos — realidade observada no Brasil desde 2014 — e projeta aumento persistente da relação entre a dívida pública bruta e o PIB entre 2026 e 2036

“Ainda que o desenho da trajetória tenha melhorado em relação às nossas projeções de maio de 2026, o crescimento do endividamento aponta para uma situação que pode se tornar insustentável no médio prazo”, alertam Pestana e Andrade.

Segundo a IFI, seria necessário gerar um superávit primário de 2,1% do PIB por ano para estabilizar a relação entre dívida e PIB

Partindo de um endividamento bruto de 80,1% do PIB registrado em abril de 2026, a instituição projeta que esse indicador alcance 82,5% ainda neste ano, ultrapasse 100% em 2032 — chegando a 102% do PIB — e atinja 115% do PIB em 2036

Ao concluir o relatório, os diretores afirmam que a IFI busca contribuir, de forma técnica, neutra e apartidária, para o debate sobre um dos principais desafios do próximo governo: o equilíbrio fiscal e suas implicações. 

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29/06/2026 04:20h

Após semana parada, deputados correm para recuperar o tempo perdido com esfoçor concentrado. Senadores ficam desobrigados de participar presencialmente das sessões no plenário

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Após uma semana praticamente parada devido o feriado de São João e o jogo da seleção brasileira contra a Escócia pela Copa do Mundo, o Congresso Nacional retoma os trabalhos nesta semana. Sim, os comandados de Carlo Ancelotti disputam contra o Japão um lugar nas oitavas-de-final do mundial, a partir das 14h, mas nada que afete o cronograma do Legislativo, já que não há sessões plenárias marcadas para esta segunda-feira.

Na Câmara dos Deputados, o objetivo é acelerar votações e aprovar o máximo de projetos possível. Esse esforço concentrado – como é chamado o movimento –, ocorre para recuperar o tempo perdido com as interrupções dos últimos meses. Tanto é que a pauta foi disponibilizada na quinta-feira (25) passada com 11 itens, mas sem relacionar os destaques, como a ampliação dos limites de faturamento do Simples Nacional (PLP 108/21), a regulamentação da inteligência artificial (PL 2.338/23) e a criminalização da misoginia (PL 896/23). Os líderes partidários devem definir as prioridades e marcar a posição das legendas na reunião agendada para terça-feira (30).

No Senado Federal, apesar da intenção de agilizar a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 65/2023) que amplia a autonomia do Banco Central e a que cria a aposentadoria especial para agentes comunitários de saúde (PEC 14/2021), os senadores foram liberados para participarem das sessões plenárias à distância. Ao contrário da Câmara, a pauta não foi publicada pela presidência, mas matérias de interesse do governo federal, como o fim da escala de trabalho 6x1 (PEC 221/2019) e a reformulação da segurança pública nacional (PEC 18/2025), continuam sem perspectivas de serem analisadas.

Comissões

Entrando na reta final, a Comissão Especial que analisa a atualização do teto de receita do Microempreendedor Individual (MEI) e das faixas de enquadramento do Simples Nacional realiza um seminário com parlamentares, empresários, especialistas e representantes de entidades no Rio de Janeiro (RJ), nesta segunda. Na quarta-feira (1º), está agendada uma sessão deliberativa na qual pode ser apresentado o relatório do deputado Jorge Goetten (Republicanos-SC).

Segue na pauta da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado o projeto que obriga a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a apresentar relatórios semestrais de atividades ao Senado, que pode ser votado na terça. No mesmo dia, a Comissão de Indústria, Comércio e Serviços (CICS) da Câmara deve analisar o Projeto de Lei nº 1672/2025, que institui o Plano de Reindustrialização e Soberania Nacional (PRSN), com foco em fortalecer a produção nacional em setores estratégicos como defesa, energia e tecnologia.

Na quinta-feira (2), a Comissão Especial que discute o aumento do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e a criação dos Fundos Constitucionais do Sul e do Sudeste deve votar o texto substitutivo do deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP). O parecer determina aumentar em 3 pontos percentuais o repasse da União a estados e municípios, acrescenta uma nova parcela do 1% do FPM, que deverá ser paga no mês de março, e estabelece que os fundos regionais vão receber 1% da arrecadação federal para financiar programas voltados ao setor produtivo regional.

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29/06/2026 04:15h

Repasse é cerca de 2% maior que o do mesmo período de 2025; 21 municípios seguem com bloqueio nos recursos

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Os municípios brasileiros recebem, nesta terça-feira (30), R$ 5,3 bilhões referentes ao terceiro decêndio de junho do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O montante é cerca de 2% superior ao repassado no mesmo período de 2025, quando a transferência foi de R$ 5,1 bilhões.

A evolução dos repasses mantém uma trajetória de crescimento, mas a análise dos resultados deve levar em conta os efeitos da inflação sobre o poder de compra dos recursos. É o que explica o especialista em orçamento público Cesar Lima.

“Mantém nosso FPM num indicativo de aumento. Contudo, devemos também colocar nessa conta que houve um processo inflacionário nos últimos meses, principalmente devido a conflitos internacionais e que ao final deste período poderemos fazer um cálculo de crescimento real ou não dos recursos referentes ao FPM”, destaca.

O FPM é abastecido por parcelas da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A divisão dos recursos entre os municípios segue coeficientes definidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU), calculados principalmente com base na população de cada cidade, conforme dados oficiais.

Maiores valores por estado

São Paulo concentra o maior volume de recursos neste terceiro decêndio de junho, com aproximadamente R$ 654 milhões. Entre os municípios paulistas com os maiores repasses estão Atibaia, Bauru e Campinas, cada um com valores superiores a R$ 2,8 milhões.

Na sequência aparece Minas Gerais, com cerca de R$ 650 milhões. No estado, Araxá, Conselheiro Lafaiete e Esmeraldas estão entre os municípios que recebem os maiores valores, todos acima de R$ 2 milhões.

 

 

FPM: Municípios bloqueados

Até o dia 26 de junho de 2026, 21 municípios estavam impedidos de receber recursos do FPM. Confira a lista:

  1. Conceição da Barra (ES)
  2. São Francisco do Brejão (MA)
  3. Alfenas (MG)
  4. Ingaí (MG)
  5. Paraisópolis (MG)
  6. Passos (MG)
  7. Armação de Búzios (RJ)
  8. Petrópolis (RJ)
  9. Porto Real (RJ)
  10. Seropédica (RJ)
  11. Capela de Santana (RS)
  12. Pantano Grande (RS)
  13. Santo Antônio do Planalto (RS)
  14. Veranópolis (RS)
  15. Itapoá (SC)
  16. Santo Amaro da Imperatriz (SC)
  17. Feira Nova (SE)
  18. Monte Alegre de Sergipe (SE)
  19. Pirambu (SE)
  20. Pongaí (SP)
  21. Esperantina (TO)

Segundo o Tesouro Nacional, os bloqueios podem ocorrer por diferentes razões, entre elas a falta de recolhimento da contribuição ao Pasep, pendências previdenciárias junto ao INSS, débitos inscritos na dívida ativa da União pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e a ausência de envio de informações ao Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde (SIOPS).

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A suspensão dos repasses é temporária. Depois que o município regulariza a pendência, a transferência dos recursos é restabelecida. O dinheiro do FPM costuma ser utilizado no financiamento de áreas como saúde, educação, infraestrutura e pagamento de pessoal.

Os repasses do Fundo de Participação dos Municípios são realizados a cada dez dias. Quando a data prevista coincide com fim de semana ou feriado, o crédito é antecipado para o primeiro dia útil anterior.

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29/06/2026 04:10h

O preço do açúcar cristal apresenta redução na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 92,31, após baixa de 0,45%

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O preço do café arábica abre esta segunda-feira (29) em queda de 0,91%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.517,04 na cidade de São Paulo.

O café robusta também teve desvalorização, com recuo de 0,46%, sendo comercializado a R$ 1.049,14.

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

  Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
26/06/2026 1.517,04 -0,91% -2,48% 293,37
25/06/2026 1.530,95 0,90% -1,59% 295,72
24/06/2026 1.517,29 1,71% -2,47% 291,56
23/06/2026 1.491,84 1,33% -4,10% 287,56
22/06/2026 1.472,20 -2,11% -5,37% 286,03

INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

  Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
26/06/2026 1.049,14 -0,46% 10,14% 202,89
25/06/2026 1.054,04 1,55% 10,65% 203,60
24/06/2026 1.037,93 1,95% 8,96% 199,45
23/06/2026 1.018,11 1,07% 6,88% 196,24
22/06/2026 1.007,34 -1,81% 5,75% 195,71

O preço do açúcar cristal apresenta redução na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 92,31, após baixa de 0,45%.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

  Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
26/06/2026 92,31 -0,45% -0,74% 17,85
25/06/2026 92,73 0,31% -0,29% 17,91
24/06/2026 92,44 -1,73% -0,60% 17,76
23/06/2026 94,07 2,70% 1,15% 18,13
22/06/2026 91,60 0,15% -1,51% 17,80

Em Santos (SP), houve salto de 2,12%, e a mercadoria é negociada a R$ 106,92 na média de preços sem impostos.

Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

  Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
26/06/2026 106,92 2,12% 3,97% 20,68
25/06/2026 104,70 1,71% 1,81% 20,18
24/06/2026 102,94 0,52% 0,10% 19,76
23/06/2026 102,41 1,03% -0,42% 19,79
22/06/2026 101,37 -0,92% -1,43% 19,72

A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 63,45, após alta de 0,28%.

  Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
26/06/2026 63,45 0,28% -2,25% 12,27
25/06/2026 63,27 0,29% -2,53% 12,22
24/06/2026 63,09 -0,05% -2,80% 12,12
23/06/2026 63,12 0,13% -2,76% 12,17
22/06/2026 63,04 0,11% -2,88% 12,25

Os valores são do Cepea.

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.     

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29/06/2026 04:05h

A carcaça suína especial teve estabilidade nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo ainda custa R$ 8,60

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O preço do boi gordo registra recuo nesta segunda-feira (29). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 338,65, após queda de 0,40%.

  Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
26/06/2026 338,65 -0,40% -3,16% 65,49
25/06/2026 340,00 -0,15% -2,77% 65,68
24/06/2026 340,50 0,00% -2,63% 65,43
23/06/2026 340,50 -0,99% -2,63% 65,63
22/06/2026 343,90 -0,46% -1,66% 66,82

No mercado de frango, os valores apresentam estabilidade na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 7,29, enquanto o frango resfriado também está cotado a R$ 7,29.

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

  Valor R$ Var./Dia Var./Mês
26/06/2026 7,29 0,00% 3,70%
25/06/2026 7,29 0,00% 3,70%
24/06/2026 7,29 0,00% 3,70%
23/06/2026 7,29 0,00% 3,70%
22/06/2026 7,29 0,28% 3,70%

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

  Valor R$ Var./Dia Var./Mês
26/06/2026 7,29 0,00% 3,40%
25/06/2026 7,29 0,00% 3,40%
24/06/2026 7,29 0,00% 3,40%
23/06/2026 7,29 0,00% 3,40%
22/06/2026 7,29 0,14% 3,40%

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

Já a carcaça suína especial teve estabilidade nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo ainda custa R$ 8,60.

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra manutenção de preços em algumas praças. No Paraná, por exemplo, o animal é comercializado a R$ 4,66.

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

  Média Var./Dia Var./Mês
26/06/2026 8,60 0,00% -0,35%
25/06/2026 8,60 0,00% -0,35%
24/06/2026 8,60 0,00% -0,35%
23/06/2026 8,60 -0,12% -0,35%
22/06/2026 8,61 0,23% -0,23%

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

  Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
26/06/2026 MG - posto 5,87 -0,84% 4,45%
26/06/2026 PR - a retirar 4,66 0,00% -1,27%
26/06/2026 RS - a retirar 5,08 1,20% -0,78%
26/06/2026 SC - a retirar 5,00 0,00% 2,25%
26/06/2026 SP - posto 5,27 0,00% -0,57%

Os dados são do Cepea.

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.    

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29/06/2026 04:00h

O trigo registra queda de preço no estado do Paraná e elevação no Rio Grande do Sul.

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A saca de 60 quilos da soja inicia esta segunda-feira (29) em alta no interior do Paraná e queda na região litorânea de Paranaguá.

No mercado paranaense, o grão apresenta valorização de 0,11%, com a saca negociada a R$ 127,64. Especificamente em Paranaguá, a redução é de 0,21%, levando a cotação para R$ 133,87.

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

  Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
26/06/2026 127,64 0,11% 2,74% 24,68
25/06/2026 127,50 0,70% 2,63% 24,63
24/06/2026 126,61 0,52% 1,92% 24,33
23/06/2026 125,96 0,32% 1,39% 24,28
22/06/2026 125,56 0,73% 1,07% 24,39

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ

  Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
26/06/2026 133,87 -0,21% 2,88% 25,89
25/06/2026 134,15 -0,15% 3,10% 25,91
24/06/2026 134,35 0,64% 3,25% 25,82
23/06/2026 133,50 0,52% 2,60% 25,73
22/06/2026 132,81 -0,02% 2,07% 25,80

Trigo

Já o trigo registra queda de preço no estado do Paraná e elevação no Rio Grande do Sul.

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.366,65. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.330,99.

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

  Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
26/06/2026 1.330,99 0,39% -0,17% 257,39
25/06/2026 1.325,81 -0,06% -0,56% 256,10
24/06/2026 1.326,57 0,00% -0,50% 254,91
23/06/2026 1.326,57 -0,22% -0,50% 255,70
22/06/2026 1.329,48 -0,32% -0,28% 258,30

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

  Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
26/06/2026 1.366,65 -0,19% 0,52% 264,29
25/06/2026 1.369,30 0,49% 0,71% 264,50
24/06/2026 1.362,59 -0,46% 0,22% 261,83
23/06/2026 1.368,85 0,06% 0,68% 263,85
22/06/2026 1.368,01 -0,68% 0,62% 265,79

Os valores são do Cepea.

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.       

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28/06/2026 18:40h

Instabilidades predominam sobre Paraná e Santa Catarina, enquanto o Rio Grande do Sul apresenta contraste entre chuva no norte e tempo firme com geada em áreas do interior

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A previsão para esta segunda-feira (29) indica predomínio de muitas nuvens em toda a Região Sul. As instabilidades concentram-se principalmente sobre o Paraná, Santa Catarina e o norte do Rio Grande do Sul, enquanto áreas do interior gaúcho seguem com tempo firme e condições para formação de geada, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

No Paraná, a maior parte do estado terá muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas. As exceções ficam por conta de áreas do norte Pioneiro, onde a previsão é apenas de muitas nuvens, sem indicativos de chuva. Em Curitiba, a temperatura varia entre 12°C e 24°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas.

Em Santa Catarina, a chuva isolada alcança praticamente todo o estado. Apenas uma pequena faixa do litoral sul apresenta previsão de muitas nuvens, sem ocorrência de chuva. Na capital, Florianópolis, os termômetros variam entre 16°C e 20°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas.

No Rio Grande do Sul, as pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas concentram-se nas regiões noroeste, norte e nordeste. Nas regiões da Campanha, centro ocidental, centro oriental, sudoeste e sudeste Rio-Grandense, a previsão é de muitas nuvens, enquanto áreas do centro-sul e do oeste do estado permanecem com céu claro e condições favoráveis à formação de geada. Em Porto Alegre, a temperatura varia entre 12°C e 16°C, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas.

O QUE É GEADA?

Depósito de gelo cristalino — em formas como agulhas, prismas ou escamas — formado pela sublimação do vapor d’água do ar adjacente sobre superfícies expostas, como solo, plantas e objetos.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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