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Baixar áudioA previsão do tempo para o Sul do país, nesta sexta-feira (17), indica céu de muitas nuvens e chuvas de diferentes intensidades para a porção centro-norte da região ao longo do dia, mais intensas no Paraná e em Santa Catarina.
Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens para toda a região e chuvas isoladas para o centro-oeste do Paraná.
Durante a tarde, as chuvas tomam todo o estado paranaense, Santa Catarina e extremo-nordeste do Rio Grande do Sul, mais intensas na coluna central do Paraná e no centro-nordeste catarinense.
À noite, as chuvas deixam o Rio Grande do Sul e o sul de Santa Catarina, enquanto as pancadas de chuva se restringem à faixa central do Paraná e extremo-nordeste catarinense.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de vendaval para o sudeste do Rio Grande do Sul.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em Curitiba. Já a máxima pode chegar até 28°C, também em Curitiba. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste, nesta sexta-feira (17), indica a presença de muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades para quase todos os estados durante o dia, mais intensas e acompanhadas de trovoadas no centro-oeste da região.
O dia amanhece com a previsão de muitas nuvens para toda a região e possibilidade de chuvas isoladas para todo o Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e oeste de Goiás, as quais devem amanhecer mais intensas em todo o Mato Grosso e quase todo o Mato Grosso do Sul — à exceção do nordeste — e acompanhadas de trovoadas no centro-noroeste mato-grossense.
Durante a tarde, as chuvas isoladas se expandem ao centro-oeste de Goiás, enquanto as demais condições se mantêm como de manhã. Essas condições devem se manter até a noite.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para todo o Mato Grosso, oeste de Mato Grosso do Sul e extremo-sudoeste de Goiás, além de alerta de perigo de chuvas intensas para o norte de Mato Grosso.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 19°C em Brasília. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 90%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPrecipitações devem se concentrar no sul de SP; temperaturas variam entre 15°C e 33°C
Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sudeste do país, nesta sexta-feira (17), é de céu de poucas nuvens para a maior parte da região e poucas chuvas isoladas para extremidades de Minas Gerais e de São Paulo, mais presentes a partir da tarde.
Pela manhã, a previsão é de céu de poucas nuvens para quase toda a região e possibilidade de chuvas isoladas para o extremo-sudoeste de São Paulo e extremo-oeste de Minas Gerais.
Durante a tarde, a possibilidade de chuvas isoladas deixa o extremo-oeste de Minas Gerais e toma parte maior do extremo-sudoeste paulista e o extremo-sul do estado.
À noite, as chuvas isoladas se restringem a uma porção maior do extremo-sul paulista e ao extremo-sudoeste do estado, na divisa com o Mato Grosso do Sul e o Paraná.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 33°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte do país, nesta sexta-feira (17), indica céu com muitas nuvens e pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas para quase toda a região ao longo do dia — à exceção do sul do Tocantins, onde deve chover com menor intensidade.
Pela manhã, a previsão é de muitas nuvens para toda a região e pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas para quase todo o território. O extremo-norte de Roraima e a faixa central do Tocantins devem amanhecer sem trovoadas, mas ainda sob chuvas fortes, enquanto o sul e extremo-sudeste do Tocantins devem amanhecer sob chuvas isoladas e sem chuvas, respectivamente.
Durante a tarde, as pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas se expandem para uma porção maior do centro-norte do Tocantins. Essas condições devem se manter até a noite.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para quase toda a região — à exceção do centro-norte de Roraima e sudeste do Tocantins —, além de alerta de perigo de chuvas intensas para todo o Acre, Rondônia, quase todo o Amazonas — à exceção do extremo-norte —, quase todo o Amapá e Pará — à exceção dos extremos-noroeste — e extremo-norte do Tocantins.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Manaus e Rio Branco. Já a máxima pode chegar até 33°C, em Belém e Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Nordeste do país, nesta sexta-feira (17), indica céu de muitas nuvens para toda a região e chuvas de diferentes intensidades com algumas trovoadas para todo o interior oeste e litoral norte da região ao longo do dia, mais intensas no litoral.
Pela manhã, a previsão é de céu de muitas nuvens para toda a região e chuvas isoladas para todo o Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, centros-leste de Pernambuco e de Alagoas e extremo-noroeste da Bahia. As chuvas devem amanhecer mais intensas em todo o Maranhão, Rio Grande do Norte, centro-oeste e norte do Piauí, centro-norte do Ceará e litoral entre a Paraíba e Maceió e vir acompanhadas de trovoadas em todo o Maranhão, norte do Piauí e noroeste do Ceará.
Durante a tarde, as chuvas deixam a Bahia e parte do litoral de Sergipe, enquanto as pancadas de chuva isoladas e as trovoadas se mantêm sobre as mesmas áreas. O céu deve ter poucas nuvens no sudoeste baiano. Essas condições devem se manter até a noite, com o céu de poucas nuvens se estendendo por toda a coluna central da Bahia.
O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para todo o Maranhão, centro-oeste e norte do Piauí e centro-noroeste do Ceará, além de alerta de perigo de chuvas intensas para o centro-norte do Maranhão e extremo-noroeste do Piauí.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Maceió e São Luís. Já a máxima pode chegar até 32°C, em Maceió, Natal e Recife. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoRelator dá aval à PEC, mas manifesto do setor produtivo pressiona por adiamento do debate
Baixar áudioO presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados adiou a votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que trata da redução da escala de trabalho 6x1. O deputado Leur Lomanto Júnior (União-BA) concedeu vista coletiva à proposta.
O pedido foi liderado pelo deputado Lucas Redecker (PSD-RS), com apoio da bancada do PL, sob o argumento de que o tema é sensível e precisa de mais tempo de análise. Com isso, a tramitação fica suspensa por duas sessões plenárias deliberativas. A previsão é que a votação ocorra nos dias 28 ou 29 de abril.
Durante a reunião, o relator da PEC, deputado Paulo Azi (União-BA), apresentou parecer favorável à admissibilidade constitucional da proposta, que prevê a redução da jornada para o modelo 5x2, com 40 horas semanais. Apesar do aval, o parlamentar fez ressalvas importantes e incorporou ao relatório preocupações levantadas pelo setor produtivo.
Entre os pontos destacados estão o risco de “engessamento excessivo” ao incluir regras trabalhistas diretamente na Constituição e os possíveis impactos econômicos imediatos. Azi também defendeu a adoção de uma transição gradual, como ocorreu em países como Chile, Colômbia e México, além da criação de mecanismos de compensação para as empresas, como a redução de encargos sobre a folha de pagamento. Segundo ele, o cronograma deve considerar o porte das empresas para evitar prejuízos, especialmente aos pequenos negócios.
Se aprovada na CCJ, a PEC seguirá para uma comissão especial, onde serão debatidos o mérito e os detalhes técnicos. Depois, ainda precisará passar pelo plenário da Câmara e pelo Senado.
Paralelamente à PEC, o governo federal também apresentou o Projeto de Lei 1838/26, com urgência constitucional, propondo a redução da jornada de trabalho. O texto prevê limite de 40 horas semanais, dois dias de descanso remunerado e proíbe a redução salarial. A proposta mantém a jornada de oito horas diárias e permite que os dias de repouso sejam definidos por negociação coletiva.
Em meio ao avanço das propostas, a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) elevou o tom e passou a atuar diretamente no Congresso contra a tramitação acelerada da medida.
A entidade protocolou um manifesto no parlamento e no governo federal, assinado por mais de 60 entidades do setor produtivo, alertando para os impactos da redução da jornada sem um debate aprofundado. No documento, as organizações afirmam que o governo não tem considerado as “graves consequências” econômicas da mudança.
O posicionamento da CACB dialoga com as preocupações já mencionadas no relatório apresentado na CCJ e reforça a pressão por mais tempo de discussão. Para o presidente da entidade, Alfredo Cotait Neto, o tema não deve ser tratado como instrumento político, especialmente em um contexto pré-eleitoral.
Segundo ele, a mudança pode gerar aumento de custos e afetar principalmente pequenos e médios empreendedores, que teriam mais dificuldade de adaptação. Por isso, o setor defende que a votação seja adiada e que o debate seja ampliado com todos os envolvidos, sugerindo que qualquer decisão fique para depois de 2026, com .implementação a partir de 2027
As propostas em análise na CCJ foram apresentadas pelo deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), em 2019, e pela deputada Erika Hilton (PSOL-SP), em 2026.
A primeira estabelece jornada máxima de oito horas diárias e 36 semanais, com possibilidade de compensação por acordo coletivo, e prevê entrada em vigor em até 10 anos após a promulgação.
Já a proposta de Erika Hilton também fixa o limite de 36 horas semanais, mas propõe jornada de quatro dias por semana, no modelo 4x3, com implementação prevista um ano após a aprovação.
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Copiar o textoNo encontro, parlamentares apresentaram demandas sobre crédito, exportações e política agrícola
Baixar áudioO ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, participou de reunião promovida pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), nesta terça-feira (14), em Brasília. O objetivo do encontro foi encaminhar as principais demandas dos produtores rurais brasileiros.
Na ocasião, o ministro André de Paula destacou a relevância da Frente Parlamentar e a importância do diálogo entre os poderes Executivo e Legislativo. “Reconhecer a importância da FPA é reconhecer que ela é a principal ponte entre o setor produtivo, o Legislativo e o Executivo. Eu não posso prescindir da participação da frente parlamentar nesse esforço que nós vamos empreender liderando o ministério nos próximos 9 meses”, frisou.
Para o presidente da FPA, o deputado federal Pedro Lupion (Republicanos-PR), o histórico de André de Paula pode ajudar no fortalecimento do diálogo institucional. “Ele tem um trânsito excepcional dentro da Câmara dos Deputados e do Senado. É um parlamentar experiente, já passou por diversos partidos, já passou por diversos governos, tem respeito entre todos nós, amizade com a maioria de nós, e nos sinalizou portas abertas para aquela antiga construção de pontes que a gente fala há tanto tempo e a gente conseguir colocar no ministério a nossas pautas”, disse.
Os parlamentares da frente destacaram pautas consideradas estratégicas e recorrentemente debatidas na FPA. Foram citados como pontos de atenção o crédito rural, o endividamento no campo, a ampliação do Plano Safra, a modernização do seguro rural, do código florestal, a preocupação com preços da produção e exportações, entre outros.
O ministro André de Paula destacou o papel institucional do Ministério e a necessidade de articulação dentro do governo, mas pontuou que o país ganha com uma união dentro do setor. “A agricultura não é governo, não é oposição. A agricultura é o orgulho do Brasil e é o que nos une”, completou.
Além dos parlamentares, também compuseram a mesa principal o secretário-executivo do Mapa, Cleber Soares; os secretários de Defesa Agropecuária, Carlos Goulart; de Política Agrícola, Guilherme Campos; de Desenvolvimento Rural, Marcelo Fiadeiro; e o secretário-adjunto de Comércio e Relações Internacionais, Augusto Billi. Representaram a diretoria da bancada ainda, o deputado federal e vice-presidente da FPA na Câmara dos Deputados, Arnaldo Jardim; a vice-presidente da FPA no Senado, Tereza Cristina; e a presidente do Instituto Pensar Agropecuária e presidente-executiva do Sistema OCB, Tânia Zanella.
Copiar o textoOs pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem
Baixar áudioA CAIXA inicia nesta quinta-feira (16), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de abril para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 1.
Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.
O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.
No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações dos benefícios, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.
Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.
O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.
Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.
Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.
Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.
Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.
Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.
O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.
Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come
Copiar o textoO Conselho de Administração da Petrobras aprovou a retomada das obras da Unidade de Fertilizantes Nitrogenados (UFN-III), localizada em Três Lagoas (MS). A decisão está baseada em rigorosa reavaliação do projeto, alinhada às diretrizes do Plano de Negócios 2026-2030. O projeto teve atratividade econômica confirmada, atestando sua viabilidade (Valor Presente Líquido - VPL positivo) em todos os cenários previstos pela sistemática de aprovação de investimentos da companhia.
O investimento estimado para a conclusão da UFN-III é de aproximadamente US$ 1 bilhão, com o início das operações comerciais previsto para o ano de 2029.
Todo processo de aprovação final de investimentos foi submetido às análises requeridas, respeitando as práticas de governança corporativa e os normativos internos vigentes. Com a deliberação final pelas autoridades, a Petrobras dará andamento à fase final de contratação e posterior assinatura dos contratos, com previsão de retomadas das obras no primeiro semestre de 2026. A unidade estava em estado de hibernação desde 2015 e, em 2023, a Petrobras decidiu retornar ao segmento de fertilizantes, conforme Plano de Negócios vigente à época. O retorno dos investimentos nesse segmento se deu a partir de estudos de viabilidade técnica e econômica, com o objetivo de ampliar o mercado de gás da companhia e contribuir para a redução da dependência da importação de fertilizantes no Brasil.
A capacidade nominal da UFN-III está projetada em cerca de 3.600 toneladas diárias de ureia e 2.200 toneladas por dia de amônia, das quais 180 toneladas são excedentes e disponíveis para a comercialização. A unidade está localizada em ponto estratégico, adjacente aos maiores mercados consumidores desses produtos, destinando sua produção majoritariamente aos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná e São Paulo. Esse posicionamento garante maior confiabilidade frente à crescente demanda por ureia fertilizante no Brasil.
Segundo a Petrobrás, o projeto incorpora modernos equipamentos e tecnologias de última geração, resultando em altos índices de eficiência industrial. A amônia atua como matéria-prima fundamental para os setores de fertilizantes e petroquímico. Por sua vez, a ureia destaca-se como o fertilizante nitrogenado mais demandado no Brasil, com consumo nacional na ordem de oito milhões de toneladas por ano. O agronegócio absorve esse volume em culturas como milho, cana-de-açúcar, café, trigo e algodão, além de sua aplicação na pecuária como suplemento alimentar para ruminantes.
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Baixar áudioNo Dia Mundial da Doença de Chagas, em 14 de abril, o Ministério da Saúde anunciou o repasse de quase R$ 12 milhões para fomentar ações de vigilância e controle da Doença de Chagas em 17 estados do país. Os recursos deverão beneficiar 155 municípios prioritários, com apoio à atuação contínua nessas localidades, voltado à captura e monitoramento de vetores, vigilância e resposta rápida a focos. O repasse foi publicado por meio da Portaria GM/MS Nº 9.628/2025.
Conforme a pasta, a seleção dos municípios considerou diversos critérios técnicos, como a vulnerabilidade das cidades. A interação dos insetos vetores com o ambiente também foi relevante, com prioridade para municípios classificados como de risco “muito alto” em índice da presença de vetores e condições socioambientais.
A seleção foi baseada, ainda, em localidades com registro recente do vetor Triatoma infestans – inseto conhecido como "barbeiro", cujas fezes abrigam o protozoário transmissor da Doença de Chagas.
Segundo o Ministério da Saúde, também foram considerados municípios com alta prioridade e de muito alta prioridade, para a forma crônica da Doença de Chagas, concentrados especialmente nas regiões Nordeste e Sudeste.
O incentivo financeiro avaliou, ainda, a situação epidemiológica estabelecida pelo Ministério da Saúde, com base nos dados informados por estados e municípios. Por exemplo, municípios com mais de cinco casos agudos de doença de Chagas no período de 2020 a 2024 e aqueles com histórico nos últimos 10 anos de presença de populações residuais de Triatoma infestans.
O repasse totaliza R$ 11,7 milhões e contempla 17 estados. Entre as UFs, o Pará recebe o maior valor, R$ 5,3 milhões, seguido pelo Ceará, com R$ 1,5 milhão e Pernambuco, que receberá R$ 820 mil.
Os valores foram divididos entre os municípios com valores que variam de R$ 20 mil a R$ 250 mil por cidade, em parcela única. Entre as cidades contempladas estão Cavalcante (GO), Calçado (PE) e Novo Horizonte (BA).
Confira a lista completa dos 155 municípios contemplados:
O incentivo financeiro é de caráter excepcional e temporário e será transferido, em parcela única, do Fundo Nacional de Saúde aos Fundos de Saúde Municipais e Distrital, de acordo com a Portaria GM/MS Nº 9.628/2025.
O Ministério da Saúde, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), também anunciou a fase 2 do projeto “Selênio como tratamento na cardiopatia crônica da doença de Chagas (STCC-2)”. A medida busca avaliar a eficácia e a segurança do mineral como estratégia terapêutica complementar para pacientes com cardiopatia chagásica crônica. No total, serão investidos R$ 8,6 milhões pelo Governo Federal.
Segundo a pasta, o cenário epidemiológico reforça a urgência das medidas de combate à Doença de Chagas no país. Em 2024, foram registrados 3.750 óbitos, com o maior índice na Região Sudeste. No mesmo período, houve 520 casos agudos, principalmente no Norte, com destaque para o Pará.
Dados preliminares de 2025 indicam 627 casos agudos (97% no Norte) e 8.106 casos crônicos, com concentração em Minas Gerais, Bahia e Goiás. De acordo com o Ministério da Saúde, o cenário evidencia a persistência da doença em áreas endêmicas do país.
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