VoltarÍndice encerra a décima sessão consecutiva de valorização e atinge maior nível desde 12 de maio
Baixar áudioO Ibovespa fechou o último pregão aos 179.722,48 pontos, após alta de 1,3%. Com o resultado, o principal índice da Bolsa brasileira encerrou a décima sessão seguida de valorização e atingiu o maior nível desde 12 de maio.
Segundo analistas, o desempenho positivo ocorreu na contramão dos mercados internacionais e foi influenciado principalmente por novidades no cenário político brasileiro.
Novas pesquisas eleitorais, que apontaram maior equilíbrio na disputa em um eventual segundo turno entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro, contribuíram para o movimento, segundo avaliação de Fernando Siqueira, da Eleven Research.
O noticiário envolvendo o Supremo Tribunal Federal também foi apontado como um dos fatores que contribuíram para o desempenho do índice.
Entre os destaques da sessão, as ações preferenciais da Petrobras (PETR4) acompanharam a valorização do petróleo e avançaram 4,11%.
Ações em alta no Ibovespa
Wetzel S.A. (MWET3F) +65,34%
Ações em queda no Ibovespa
Oncoclinicas do Brasil Servicos Medicos S.A. (ONCO11) -15,15%
O volume total negociado na B3 foi de R$ 31.062.485.711, em meio a 4.390.783 de negócios.
Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.
O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.
A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.
Copiar o textoTempo permanece sem previsão de chuva nas capitais dos três estados da Região Sul
Baixar áudioA quarta-feira (2) terá predomínio de poucas nuvens nos três estados da Região Sul, sem indicação de chuva, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Paraná, a condição de poucas nuvens predomina no estado. Em Curitiba, os termômetros variam entre 6°C e 19°C.
Em Santa Catarina, o cenário também será de poucas nuvens ao longo do dia. Na capital, Florianópolis, a temperatura mínima será de 12°C, e a máxima chega a 18°C.
No Rio Grande do Sul, a previsão indica poucas nuvens na maior parte do estado. Em Porto Alegre, a mínima prevista é de 8°C, enquanto a máxima alcança 18°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA quarta-feira (2) será marcada por condições diferentes entre os estados do Centro-Oeste, com ocorrência de chuva em parte da região e tempo mais seco em Mato Grosso do Sul, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, a previsão é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada. Em Brasília, os termômetros variam entre 22°C e 31°C.
Em Goiás, também há possibilidade de chuva isolada em parte do estado. Em Goiânia, a mínima prevista é de 19°C, e a máxima chega a 34°C. No norte goiano, a atenção é para os baixos índices de umidade relativa do ar, que podem variar entre 20% e 30%.
Em Mato Grosso, são esperadas pancadas de chuva isoladas em parte do estado. Em Cuiabá, as temperaturas ficam entre 23°C e 35°C.
Já em Mato Grosso do Sul, a previsão indica predomínio de poucas nuvens em parte do estado. Em Campo Grande, a temperatura varia de 15°C a 26°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA quarta-feira (2) será de muitas nuvens e chuva em parte da Região Sudeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, o céu fica com muitas nuvens na maior parte do estado. No litoral e em áreas do leste paulista, há possibilidade de chuva isolada. Na capital, a temperatura varia entre 12°C e 18°C.
No Rio de Janeiro, há possibilidade de chuva isolada em grande parte do estado, com ocorrência de pancadas principalmente no litoral norte. Na capital, os termômetros variam de 19°C a 25°C.
Em Minas Gerais, a previsão indica possibilidade de chuva isolada em áreas do centro e do leste do estado. No Triângulo Mineiro e no oeste, o tempo fica com muitas nuvens, enquanto o norte mineiro apresenta menor nebulosidade. Em Belo Horizonte, a mínima será de 17°C e a máxima de 27°C.
No Espírito Santo, são esperadas pancadas de chuva em grande parte do estado, com possibilidade de trovoadas em áreas do norte capixaba. Em Vitória, as temperaturas ficam entre 21°C e 25°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA quarta-feira (2) será marcada por muitas nuvens e chuva em diferentes pontos da Região Norte. Além das precipitações, áreas do Amazonas e do Pará devem registrar baixos índices de umidade, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Tocantins, há possibilidade de chuva isolada em grande parte do estado. Em Palmas, os termômetros variam entre 24°C e 39°C.
No Pará, são previstas pancadas de chuva isoladas, principalmente no oeste e no norte paraense. Em áreas do centro e sudeste do estado, a chuva ocorre de forma mais pontual. Belém terá mínima de 24°C e máxima de 34°C.
No Amapá, o tempo fica com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. Em Macapá, as temperaturas ficam entre 25°C e 33°C.
Em Roraima, há possibilidade de chuva isolada ao longo do dia. Boa Vista registra mínima de 27°C e máxima de 36°C.
No Amazonas, as pancadas de chuva isoladas atingem diferentes áreas do estado, com possibilidade de trovoadas em setores do oeste amazonense. Em Manaus, a temperatura varia de 28°C a 37°C.
Em Rondônia, a previsão indica muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas. Porto Velho terá mínima de 24°C e máxima de 35°C.
No Acre, também são esperadas pancadas de chuva isoladas, com maior instabilidade em áreas do oeste do estado. Em Rio Branco, os termômetros variam entre 23°C e 37°C.
A umidade relativa do ar pode ficar entre 30% e 20% no nordeste do Amazonas e em boa parte do Pará.
A radiação solar e o vento promovem a evaporação; o vapor resfriado condensa em núcleos, formando nuvens e, quando as gotículas ou cristais crescem o suficiente, ocorre precipitação. Considera-se precipitação toda água líquida ou sólida que cai das nuvens e alcança o solo (garoa, chuva, chuva/garoa congelante, neve, granizo, graupel, etc.). Sua quantidade é medida por pluviômetro (com registro contínuo via pluviógrafo) e expressa preferencialmente em milímetros.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoTempo fica mais aberto no Ceará, enquanto há possibilidade de chuva isolada no Maranhão
Baixar áudioA quarta-feira (2) terá predomínio de muitas nuvens no Nordeste, com possibilidade de chuva isolada no Maranhão e poucas nuvens em parte do Ceará. A umidade relativa do ar pode variar entre 30% e 20% em áreas do interior da região, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, Salvador terá muitas nuvens, com temperaturas entre 22°C e 31°C. A condição de maior nebulosidade também aparece em áreas do litoral, enquanto o interior apresenta períodos de tempo mais aberto.
Em Sergipe, Aracaju registra mínima de 25°C e máxima de 31°C, com muitas nuvens. Condição semelhante é prevista para Alagoas, onde Maceió varia entre 22°C e 32°C.
Em Pernambuco, Recife terá muitas nuvens e temperaturas entre 24°C e 32°C. No interior pernambucano, o tempo fica mais aberto e a umidade do ar pode chegar a 20%.
Na Paraíba, João Pessoa terá mínima de 22°C e máxima de 31°C, também com muitas nuvens. No Rio Grande do Norte, Natal registra a mesma variação, de 22°C a 31°C, com predomínio de nebulosidade.
No Ceará, Fortaleza terá poucas nuvens, com mínima de 24°C e máxima de 31°C. O tempo também fica mais aberto em áreas do interior cearense.
No Piauí, Teresina terá muitas nuvens e a maior temperatura prevista entre as capitais nordestinas, com mínima de 22°C e máxima de 40°C. A baixa umidade também atinge áreas do interior do estado.
No Maranhão, São Luís terá mínima de 26°C e máxima de 32°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. No sul maranhense, a umidade relativa do ar pode variar entre 30% e 20%, enquanto nas demais áreas do estado os índices ficam acima dessa faixa.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoIndicador da fundação alcançou 111,7 pontos, com alta puxada pelo componente de Mídia
Baixar áudioO Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) subiu 2,3 pontos em agosto, para 111,7 pontos, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Na média móvel trimestral, houve avanço de 0,3 ponto, para 110,8 pontos.
A alta foi puxada pelo componente de Mídia, que avançou 2,8 pontos. Segundo a FGV, o resultado reflete discussões sobre contas públicas e propostas econômicas, além das incertezas relacionadas à inflação e à trajetória dos juros no país.
Já o componente de Expectativas recuou 0,8 ponto, para 106,9 pontos. Com o resultado, a FGV avalia que o indicador retornou a um nível moderadamente elevado de incerteza.
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Baixar áudioO Brasil atingiu uma população de 214,2 milhões de habitantes, dos quais mais de 20% estão concentrados em apenas 15 cidades. É o que mostram os números das Estimativas da População publicados no Diário Oficial da União na última sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com o levantamento, São Paulo aparece com folga como a cidade mais populosa do país: 11.911.337 habitantes. Na sequência, aparecem o Rio de Janeiro (6.731.133 habitantes) e Brasília (3.009.996 habitantes), considerando todas as regiões administrativas do Distrito Federal.
Confira o ranking completo:
Os dados têm como data de referência o dia 1º de julho de 2026. O estudo é um dos parâmetros utilizados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo do Fundo de Participação de Estados e Municípios, além de referência para indicadores sociais, econômicos e demográficos.
Das 15 cidades mais populosas, 13 são capitais. As exceções são duas cidades paulistas: Guarulhos, na região metropolitana da capital, com 1.351.284 habitantes; e Campinas, no interior, com 1.189.761.
Somadas, as 27 capitais da federação concentram uma população de 49,4 milhões de habitantes, o equivalente a 23,1% da população total. Dentre elas, apenas em dois estados a capital não é a cidade mais habitada: em Santa Catarina, Joinville (673.980) supera a população da capital Florianópolis (598.370). Já no Espírito Santo, Serra (586.901), Vila Velha (510.512) e Cariacica (376.914) possuem mais habitantes que Vitória (343.935 habitantes). A capital capixaba é uma das três menos populosas do país, ao lado de Palmas (TO), com 333.154 pessoas, e Rio Branco (AC), com estimativa de 390.038 moradores.
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Baixar áudioO presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera as simulações de 2° turno nas regiões Nordeste e no Sudeste, mas fica atrás dos adversários nas regiões Norte/Centro-Oeste e Sul. Os dados são da pesquisa BTG/Nexus, sobre as intenções de voto para a Presidência da República nas eleições de 2026, divulgada no dia 31 de agosto.
O levantamento também mostra que, no 1° turno, Lula (PT) aparece com 39% das intenções de voto, contra 33% do senador Flávio Bolsonaro (PL), que recuou 4 pontos em comparação com o levantamento anterior. Já Augusto Cury (Avante) cresceu nove pontos, em relação à semana passada, e tem 11%, na terceira colocação.
A pesquisa também identificou que entre os grupos ideologicamente mais identificados – sendo lulistas e bolsonaristas – o eleitorado segue convicto de que o voto não deve mudar ao longo do período eleitoral. A decisão segue consolidada para 86% dos lulistas e 86% dos bolsonaristas.
Os dados também identificaram que a consolidação das preferências eleitorais permanece alta. No entanto, houve uma pequena redução na atual rodada da pesquisa. Entre os entrevistados que escolheram algum candidato no primeiro turno, 78% afirmam que a decisão de voto já está tomada e não deve mudar até o dia do pleito, marcado para 4 de outubro de 2026.
Já outros 21% dizem que ainda podem mudar de escolha, enquanto 1% não soube responder. O percentual de decisão consolidada havia chegado a 80% na pesquisa anterior.
A pesquisa também testou quatro cenários de eventual segundo turno entre Lula (PT) e os candidatos Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) , Zema (Novo) e Renan Santos (Missão). Em todos os cenários, Lula lidera no Nordeste e no Sudeste, enquanto os adversários aparecem à frente no Norte/Centro-Oeste e no Sul.
Na divisão regional do eleitorado, considerando o cenário Lula contra Flávio Bolsonaro no 2° turno, o petista lidera com 59% das intenções de voto no Nordeste e 47% no Sudeste. Já o senador atingiu 35% entre o eleitorado nordestino e 43% dos moradores do Sudeste.
No entanto, Flávio Bolsonaro lidera no Sul, com 62% das intenções de voto, ante 32% do petista. Já no recorte Norte/Centro-Oeste, o senador marca 52% e Lula 38% das intenções de voto do eleitorado brasileiro.
Considerando o recorte regional para um eventual 2° turno entre Lula e Ronaldo Caiado (PSD), 56% dos respondentes da Região Nordeste votaria no candidato petista, já 36% em Caiado. Lula também lidera nas intenções de voto no Sudeste, com 46% ante 42% do adversário.
Nas demais regiões do país, o candidato do PSD aparece à frente. Ele lidera entre os eleitores que participaram da pesquisa no Norte/Centro-Oeste, com 55% das intenções de voto, contra 35% de Lula; e no Sul, com 52% das intenções ante 32% marcadas pelo candidato do PT.
No cenário contra Romeu Zema (Novo) no 2° turno das eleições, Lula mantém vantagem regional no Nordeste e no Sudeste. Já nas regiões Sul e Norte/Centro-Oeste, Zema lidera.
Confira o percentual por região, considerando Lula X Romeu Zema:
Já em um eventual segundo turno contra Renan Santos (Novo), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) também mantém vantagem regional apenas no Nordeste e no Sudeste. Na Região Nordeste, o petista registra 58% das intenções de voto, contra 30% de Renan Santos. Já no Sudeste, Lula aparece com 48%, ante 38% do candidato do Novo.
Renan Santos, por sua vez, lidera nas demais regiões brasileiras. No Sul, Renan alcança 47%, ante 32% do candidato do PT. Já no recorte mapeado pela pesquisa, que considera Norte/Centro-Oeste, o candidato do Missão alcançou 45% contra 39% de Lula.
Para a pesquisa, foram entrevistados 2.005 eleitores por telefone, entre os dias 28 e 30 de agosto de 2026. O levantamento ouviu eleitores em todas as 27 Unidades da Federação, com distribuição proporcional por região.
A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O número de registro da pesquisa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é BR-08900/2026.
Copiar o textoGestores devem apresentar fundamentação técnica e dados oficiais que comprovem divergências
Baixar áudioOs municípios têm dez dias para contestar as estimativas populacionais divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A orientação é da Confederação Nacional de Municípios (CNM), com base na legislação que regulamenta o processo no âmbito da Administração Pública Federal.
Na última sexta-feira (28), o IBGE publicou a Portaria nº 1.649/2026 com as novas estimativas populacionais dos municípios brasileiros. Os números são utilizados como parâmetro pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para o cálculo das quotas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e também servem de referência para indicadores sociais, econômicos e demográficos.
Como a portaria não estabelece um prazo específico para contestação, a CNM recomenda que, em caso de inconsistências, a administração municipal apresente pedido administrativo de revisão ao IBGE no prazo de dez dias corridos, conforme as regras da Lei nº 9.784/1999, que trata do processo administrativo no âmbito federal.
A contagem do prazo começa a partir da publicação da portaria no Diário Oficial da União (DOU), em 28 de agosto. Pela legislação, deve ser excluído o dia do início da contagem e incluído o dia do vencimento.
As inconsistências identificadas devem ser encaminhadas para o e-mail [email protected], aos cuidados da Gerência de Atendimento do IBGE.
Segundo a CNM, o pedido de revisão deve apresentar fundamentação técnica e dados oficiais consolidados que demonstrem a divergência na estimativa populacional. Entre os documentos e informações que podem ser utilizados estão:
A CNM ressalta que o simples crescimento de um indicador não é suficiente para garantir a revisão da estimativa populacional. O município precisa demonstrar, de forma objetiva e tecnicamente fundamentada, que os dados utilizados pelo IBGE apresentam divergências.
O pedido administrativo de revisão também não impede o município de recorrer à Justiça, caso a divergência persista e resulte em possíveis prejuízos financeiros ou jurídicos ao ente federativo.
Segundo o levantamento do IBGE, a população estimada do Brasil em 1º de julho de 2026 (data de referência) era de 214,2 milhões de pessoas.
Os cinco municípios mais populosos do país concentram, juntos, 12,5% da população brasileira. São eles:
As 27 capitais concentram 49,4 milhões de habitantes, o equivalente a 23,1% da população brasileira. Entre elas, Palmas (TO) é a menos populosa, com 333.154 habitantes, seguida por Vitória (ES), com 343.935, e Rio Branco (AC), com 390.038.
Regionalmente, o Sudeste concentra 41,6% da população brasileira, seguido pelo Nordeste (26,8%), Sul (14,7%), Norte (8,8%) e Centro-Oeste (8,1%).
A pesquisa também mostra que os municípios com até 10 mil habitantes representam 44,3% do total de municípios brasileiros, ou 2.467 cidades. Juntos, eles concentram cerca de 12,8 milhões de pessoas, o equivalente a 6% da população do país.
Confira outros detalhes da estimativa populacional no portal do IBGE.
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