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Baixar áudioMulheres que empreendem no Brasil ainda enfrentam obstáculos para expandir seus negócios, como dificuldade de acesso ao crédito, falta de rede de apoio e regras tributárias defasadas. A avaliação é da presidente do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura do Distrito Federal (CMEC-DF) e vice-presidente Nacional Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura, Beatriz Guimarães, e da secretária-geral da Executiva Nacional do Mulheres Republicanas, Cristiane Britto (Republicanos-DF), que defendem a atualização dos limites do Simples Nacional como forma de fortalecer pequenos negócios liderados por mulheres.
A proposta está em análise na Câmara dos Deputados por meio do Projeto de Lei Complementar PLP 108/2021, que prevê a atualização do limite de enquadramento do Microempreendedor Individual (MEI).
A Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), entidade à qual é vinculado o CMEC, defende a elevação do teto anual do MEI para R$ 144,9 mil, além da correção das demais faixas do Simples Nacional: microempresas, de R$ 360 mil para R$ 869,4 mil, e empresas de pequeno porte, de R$ 4,8 milhões para R$ 8,69 milhões.
Para Beatriz Guimarães, a atualização do teto do MEI é necessária para evitar que empreendedoras sejam penalizadas ao expandir seus negócios.
“O limite atual já não reflete a realidade econômica do país, marcada pela inflação e pelo aumento dos custos operacionais. Para as mulheres, esse impacto é ainda mais significativo. Grande parte delas empreende em pequenos negócios e concilia a atividade econômica com as responsabilidades do cuidado, com a casa, os filhos e a família. Quando o faturamento ultrapassa o teto vigente, a mudança para outro regime tributário pode representar um aumento brusco de custos e burocracia, desestimulando o crescimento”, pondera Guimarães.
Para Beatriz, a mudança não deve ser vista apenas como uma questão tributária, mas como uma política de incentivo ao desenvolvimento econômico.
“É essencial garantir um ambiente regulatório mais simples e inclusivo, com a atualização das regras do Simples Nacional, que favoreça o crescimento sustentável dos pequenos negócios, onde mulheres têm participação cada vez mais relevante”, afirma Beatriz.
Segundo Cristiane Britto, o Simples Nacional precisa acompanhar a evolução da economia. Os limites de faturamento do MEI permanecem sem atualização desde 2018, enquanto inflação, salários e custos operacionais aumentaram.
“Essa atualização não é um privilégio, na verdade é uma medida de justiça econômica, exatamente para preservar competitividade, para estimular a formalização e permitir que milhares de pequenos negócios continuem gerando emprego e renda”, afirma Cristiane Britto.
O PLP 108/2021 tramita em uma comissão especial na Câmara, instalada para discutir a proposta. O colegiado reúne representantes do governo, especialistas e entidades do setor produtivo antes da elaboração do parecer final.
O empreendedorismo feminino tem participação relevante na economia brasileira. Cristiane Britto cita dados da pesquisa Empreendedorismo Feminino 2022, do Sebrae, segundo os quais as mulheres comandam mais de 10 milhões de negócios e representam cerca de 34% dos empreendedores do país.
Apesar do avanço da participação feminina, as empreendedoras ainda enfrentam barreiras à expansão de seus negócios. Entre elas, Cristiane destaca a defasagem das regras tributárias.
Além dos desafios relacionados à legislação, representantes do Mulheres Republicanas e do CMEC-DF apontam o acesso ao crédito e a sobrecarga de responsabilidades como entraves ao empreendedorismo feminino.
Segundo Cristiane Britto, muitas mulheres têm conhecimento e capacidade de gestão, mas encontram dificuldades para obter financiamento e ampliar suas atividades.
Ela também destaca que as empreendedoras frequentemente precisam conciliar a administração do negócio com responsabilidades domésticas e familiares. Essa realidade reduz o tempo disponível para capacitação, inovação e desenvolvimento profissional.
Cristiane Britto ressalta que o fortalecimento do empreendedorismo feminino contribui para o desenvolvimento econômico.
“Quando uma mulher empreende, ela fortalece sua autonomia, gera empregos, movimenta a economia local e transforma a realidade da sua família. Apoiar o empreendedorismo feminino é investir no desenvolvimento do Brasil”, frisa Britto.
Para enfrentar esses desafios, Beatriz Guimarães defende a ampliação de linhas de crédito voltadas às mulheres, investimentos em capacitação, educação empreendedora, políticas de cuidado, fortalecimento de redes de mentoria e ampliação das conexões profissionais.
A presidente do CMEC defende, ainda ,investimentos em capacitação, ampliação de linhas de crédito para mulheres e fortalecimento de redes de apoio, além do estímulo à entrada feminina em áreas como inovação, tecnologia, engenharia e mercado financeiro.
A atualização dos limites do Simples Nacional é uma das principais pautas do sistema associativista brasileiro. Liderado pela CACB, o movimento empresarial defende uma correção de aproximadamente 83% nos valores atuais.
O presidente da CACB, da Facesp e da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), Alfredo Cotait Neto, afirma que a medida é necessária para evitar que empreendedores sejam obrigados a migrar para regimes tributários mais complexos ou para a informalidade.
“O que nós precisamos é conscientizar os nossos políticos da importância da aprovação do aumento do limite do Simples Nacional, pelo menos para o MEI, o microempreendedor individual, e para o micro e a microempresa. Sem isso, as empresas ou vão mudar o seu regime ou vão para informalidade”, pontua Alfredo Cotait Neto.
Criado para simplificar o pagamento de impostos e incentivar pequenos negócios, o Simples Nacional reúne tributos em uma única guia e atende milhões de empresas brasileiras. Atualmente, os limites são de R$ 81 mil por ano para o MEI, R$ 360 mil para microempresas e R$ 4,8 milhões para empresas de pequeno porte.
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O fenômeno climático El Niño está oficialmente de volta e já desperta atenção de meteorologistas em todo o mundo, segundo informações do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET). As condições características do fenômeno já estão presentes no Oceano Pacífico Equatorial e devem persistir até o verão austral de 2026/2027.
A confirmação foi divulgada, nesta quinta-feira (11), pelo Centro de Previsão Climática da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA), que prevê a permanência do fenômeno ao longo dos próximos meses.
No Brasil, os efeitos costumam variar de acordo com a região. Historicamente, episódios de El Niño favorecem períodos mais secos em áreas do Norte e Nordeste, aumentando o risco de estiagens, redução da umidade do solo e pressão sobre os reservatórios de água.
O ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, reuniu na última quarta-feira (10), diversos órgãos federais para alinhar ações preventivas, de mitigação e de resposta ao El Niño ao Brasil. Durante o encontro, especialistas apresentaram os prognósticos mais recentes para o país. A Sedec acompanha a evolução do cenário e coordena estratégias para apoiar estados e municípios diante dos possíveis impactos.
Na Região Sul, o fenômeno costuma provocar chuvas acima da média. Esse cenário pode aumentar o risco de alagamentos, enchentes e elevação dos níveis dos rios durante eventos de precipitação intensa.
De acordo com a meteorologista da Defesa Civil do Rio Grande do Sul, Cátia Valente, existem 63% de probabilidade de que o El Niño atinja intensidade muito forte em diferentes regiões do Brasil entre novembro de 2026 e janeiro de 2027.
Com alta probabilidade de formação em 2026, o El Niño deve exigir atenção redobrada no estado gaúcho durante o segundo semestre, especialmente entre o final do inverno e a primavera. De acordo com a meteorologista Cátia Valente, os impactos do fenômeno ainda não podem ser definidos com precisão, pois dependem da atuação conjunta de diversos sistemas atmosféricos. Por isso, o momento é de planejamento e preparação para diferentes cenários.
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Baixar áudioA nova edição do Boletim InfoGripe, divulgada na quinta-feira (11) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), indica aumento do número de hospitalizações provocadas pelo vírus sincicial respiratório (VSR) e pela influenza A e B em diversas regiões do país.
Segundo o levantamento, os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associados ao VSR continuam em crescimento na maioria dos estados do Nordeste — Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe —, do Sudeste — Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo — e do Sul — Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul —, além de Amapá e Roraima, no Norte.
Mesmo com sinais de estabilização ou queda, os níveis de infecção por VSR continuam altos em toda a Região Centro-Oeste, além do Acre, Pará, Espírito Santo, Paraíba e Pernambuco.
As hospitalizações por influenza A também seguem em alta em toda a Região Sul, além de Roraima e Rio Grande do Norte. Já os casos graves de influenza B apresentam crescimento mais acentuado em São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul.
A pesquisadora do InfoGripe, Tatiana Portella, recomenda a adoção de medidas preventivas, como:
“É fundamental que as pessoas dos grupos prioritários e elegíveis tomem a vacina contra a influenza e o VSR, para diminuírem as chances de desenvolverem a forma mais grave da doença ou irem a óbito, caso se infectem por esses vírus”, orienta.
O boletim também verificou que 11 das 27 unidades da Federação apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco, com indícios de crescimento na tendência de longo prazo. São elas: Acre, Alagoas, Amapá, Paraná, Pará, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo.
Nas demais unidades federativas, há sinais de interrupção do crescimento ou de redução do número de casos na tendência de longo prazo. Ainda assim, 12 delas permanecem em níveis de alerta, risco ou alto risco: Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba e Rio de Janeiro.
Entre as capitais brasileiras, 15 apresentam níveis de alerta, risco ou alto risco para SRAG, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo.
Entre elas estão Aracaju (SE), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Macapá (AP), Maceió (AL), Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC) e Salvador (BA).
Na maior parte dessas capitais, o avanço da SRAG ocorre principalmente entre crianças menores de dois anos e crianças e adolescentes de até 14 anos. Em Curitiba e Rio Branco também há aumento dos casos de SRAG entre os idosos.
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:
Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 30 de maio, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 22. Confira outros detalhes no link.
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul neste domingo (14), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica muitas nuvens e condições para chuva em áreas do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.
As precipitações devem ocorrer ao longo do dia, principalmente nas faixas leste e sul da região. Em alguns pontos, a chuva pode vir acompanhada por rajadas de vento, em razão da atuação de áreas de instabilidade que mantêm o tempo mais fechado.
O céu permanece com bastante nebulosidade na maior parte dos três estados, favorecendo temperaturas mais amenas durante todo o dia. Nas áreas serranas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, o frio ganha destaque nas primeiras horas da manhã.
Entre as capitais, a mínima prevista é de 10°C em Curitiba e de 12°C em Porto Alegre. Já a máxima pode chegar aos 24°C em Florianópolis. Em municípios de maior altitude, como São Joaquim, em Santa Catarina, e Bom Jesus, no Rio Grande do Sul, os termômetros podem registrar temperaturas abaixo dos 6°C durante a madrugada.
A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudio A previsão do tempo para a Região Sudeste neste domingo (14), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica variação de nuvens e possibilidade de chuva isolada em áreas da faixa leste da região.
As instabilidades devem favorecer precipitações em pontos do litoral de São Paulo, do Rio de Janeiro e do Espírito Santo. Em algumas localidades, a chuva pode ocorrer de forma rápida e passageira, principalmente entre a tarde e a noite.
No interior de São Paulo, de Minas Gerais e em grande parte do interior capixaba, o tempo permanece estável, com predomínio de sol entre poucas nuvens e baixa probabilidade de chuva. As condições são influenciadas pela atuação de uma massa de ar mais seco, que mantém o tempo firme em boa parte da região.
As temperaturas seguem amenas durante a madrugada e as primeiras horas da manhã, especialmente em áreas de maior altitude. Entre as capitais, a mínima prevista é de 14°C em São Paulo e de 16°C em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar aos 29°C no Rio de Janeiro e aos 28°C em Vitória.
Em áreas da Serra da Mantiqueira, municípios como Campos do Jordão podem registrar temperaturas próximas dos 8°C durante a madrugada. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Centro-Oeste neste domingo (14), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica pancadas de chuva acompanhadas por trovoadas isoladas em áreas de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
As instabilidades atmosféricas favorecem a formação de nuvens carregadas principalmente entre a tarde e a noite. Em algumas localidades desses estados, a chuva pode ocorrer com intensidade moderada a forte e vir acompanhada por rajadas de vento. Há ainda possibilidade de queda de granizo em pontos isolados.
Já em Goiás e no Distrito Federal, o tempo segue mais estável, com variação entre muitas e poucas nuvens e menor probabilidade de chuva ao longo do dia. Nessas áreas, a presença de ar mais seco contribui para períodos de sol e temperaturas elevadas durante a tarde.
As temperaturas variam ao longo da região. Entre as capitais, a mínima prevista é de 14°C em Brasília e de 18°C em Goiânia. Já as máximas podem alcançar os 31°C em Cuiabá e os 30°C em Campo Grande.
A umidade relativa do ar varia entre 20% e 90%, com os menores índices registrados durante a tarde em áreas de Goiás e do Distrito Federal.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte neste domingo (14), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica condições favoráveis para chuva em grande parte da região.
Os maiores acumulados de precipitação são esperados para áreas do Amazonas, Roraima, Amapá e centro-norte do Pará. Nesses estados, o calor e a elevada umidade do ar favorecem a formação de nuvens carregadas, que podem provocar pancadas de chuva acompanhadas por trovoadas isoladas ao longo do dia.
No Acre e em Rondônia, a previsão também é de chuva, mas de forma mais irregular e com menores volumes quando comparados aos registrados nos estados mais ao norte da região. As precipitações devem ocorrer principalmente entre a tarde e a noite.
Já no Tocantins, o tempo permanece firme, com predomínio de sol entre poucas nuvens e sem previsão de chuva significativa. A atuação de uma massa de ar mais seco mantém o estado sob condições típicas do período de estiagem, favorecendo a redução da umidade relativa do ar durante as horas mais quentes do dia.
As temperaturas seguem elevadas em toda a Região Norte. Entre as capitais, a mínima prevista é de 23°C em Rio Branco e de 24°C em Boa Vista e Macapá. Já as máximas podem alcançar os 35°C em Palmas e os 34°C em Belém. Em Manaus, os termômetros devem variar entre 24°C e 32°C ao longo do dia.
A umidade relativa do ar varia entre 35% e 100%, com os maiores índices registrados nas áreas sob influência das chuvas.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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A previsão do tempo para a Região Nordeste neste domingo (14), de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), indica a manutenção de chuvas em áreas da faixa litorânea da região.
As precipitações devem atingir trechos do litoral do Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe e Bahia. Em alguns pontos, a chuva pode ocorrer em forma de pancadas passageiras ao longo do dia, favorecida pela circulação de umidade vinda do oceano.
No interior nordestino, o cenário é diferente. O tempo permanece firme em grande parte do sertão e do semiárido, com predomínio de sol entre poucas nuvens e baixa probabilidade de chuva. A atuação de uma massa de ar seco mantém as condições típicas da estação em áreas do interior da Bahia, Pernambuco, Piauí e Maranhão.
Há possibilidade de névoa seca em localidades do sul do Maranhão, centro-sul do Piauí e oeste da Bahia. Além disso, nevoeiros podem ser observados nas primeiras horas da manhã em áreas do leste da Bahia e de estados da faixa litorânea.
As temperaturas variam entre regiões litorâneas e áreas do interior. Entre as capitais, a mínima prevista é de 19°C em Salvador. Já a máxima pode alcançar os 35°C em Teresina. No centro-sul da Bahia, municípios como Vitória da Conquista podem registrar temperaturas próximas dos 15°C durante a madrugada.
A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoA distribuição dos recursos ocorre após o banco registrar lucro líquido acima de R$ 1 bilhão em 2025
Baixar áudioO Banco da Amazônia anunciou a distribuição de R$ 631,6 milhões em dividendos e juros sobre capital próprio (JCP), consolidando sua estratégia de geração de valor aos acionistas e reforçando sua posição de destaque no sistema financeiro regional. A decisão foi aprovada em assembleia geral ordinária e contempla resultados obtidos no exercício de 2025.
Do montante total, R$ 211 milhões correspondem a dividendos complementares e R$ 420,3 milhões a JCP, evidenciando a robustez financeira da instituição e a capacidade de remunerar investidores de forma consistente. O pagamento está programado para ocorrer no dia 17 de junho de 2026, considerando como base as ações negociadas até 9 de junho.
O expressivo volume de remuneração ao acionista é fruto do desempenho positivo do banco, que registrou lucro líquido de R$ 1,105 bilhão em 2025. Parte desse resultado foi destinada às reservas estratégicas e à adequação regulatória, o que demonstra disciplina financeira e compromisso com a sustentabilidade das operações.
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A distribuição de dividendos, além de gerar valor direto aos acionistas, aumenta a atratividade das ações do Banco da Amazônia (BAZA3). Uma política de remuneração consistente é decisiva para investidores, especialmente em um cenário em que a previsibilidade de rendimentos se torna cada vez mais relevante.
Ao equilibrar crescimento, solidez e retorno financeiro, o Banco da Amazônia reforça seu papel estratégico não apenas como agente de desenvolvimento regional, mas também como uma opção relevante para investidores. A combinação de resultados expressivos e política de distribuição consistente sinaliza perspectivas positivas para os próximos anos.
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Baixar áudioA 20ª edição da Bahia Farm Show, realizada em Luís Eduardo Magalhães (BA), reúne produtores rurais, cooperativas, empresas, investidores e representantes do agronegócio. A feira é um dos principais encontros do setor no país.
Entre os participantes está a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), que apresenta oportunidades de exportação, internacionalização de negócios e atração de investimentos.
Patrocinadora da edição de 2026, a ApexBrasil mantém um estande voltado ao atendimento de produtores, cooperativas, empresas e demais interessados em ampliar a presença no mercado internacional. A participação da Agência ocorre em um estado que tem ampliado sua presença no comércio exterior brasileiro e abriga uma das principais regiões produtoras do agronegócio nacional.
Atualmente, a Bahia ocupa a décima posição entre os maiores exportadores do país e a nona colocação nas exportações do agronegócio. Entre os principais produtos embarcados para o exterior estão soja, algodão, café, celulose e outros derivados agrícolas.
A escolha do estado para ampliar o diálogo com o setor também reflete a importância econômica do oeste baiano, região que se consolidou como uma das principais áreas produtoras de soja, algodão e milho do país.
A abertura da Bahia Farm Show 2026 contou com a presença do presidente da ApexBrasil, Laudemir Muller, do vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, do ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, e do governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues.
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Durante o evento, Muller destacou a ampliação do trabalho da Agência junto ao setor produtivo e o crescimento da atuação com cooperativas brasileiras.
“A gente trabalha não só com setores tradicionais, como o algodão, em que o Brasil é hoje o maior exportador mundial, mas também com pequenas e médias empresas. Há três anos, trabalhávamos com cerca de 70 cooperativas e hoje a ApexBrasil atua com aproximadamente 500. Queremos levar a cultura exportadora para os pequenos, os médios e os grandes produtores brasileiros”, afirmou.
O presidente da ApexBrasil também disse que a atuação da Agência também abrange cadeias como a fruticultura e o cacau, além de ações desenvolvidas em parceria com entidades setoriais para ampliar a presença de produtos nacionais no mercado externo. Segundo Muller, são promovidas cerca de 1,1 mil ações e eventos por ano em conjunto com o setor privado.
Entre as iniciativas destacadas está o projeto Brazilian Cotton, realizado em parceria com a Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa). O programa contribuiu para consolidar a liderança brasileira nas exportações da fibra. Atualmente, o Brasil responde por 33% das exportações mundiais de algodão e ocupa a posição de maior exportador global do produto.
A programação da Bahia Farm Show segue até este sábado (13). O evento reúne cerca de 500 expositores nesta edição. Em 2025, a feira recebeu mais de 162 mil visitantes, contou com 434 expositores e reuniu mais de mil marcas ligadas ao agronegócio.
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