VoltarRio Grande do Sul e Santa Catarina terão pancadas de chuva com trovoadas
Baixar áudioO domingo (2) será marcado por muita nebulosidade em toda a Região Sul. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, a previsão indica pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas em grande parte dos estados. No Paraná, o céu permanece com muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada em parte do território, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Rio Grande do Sul, o domingo será de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas na maior parte do estado. No Sul e no Sudoeste, a chuva ocorre de forma isolada, enquanto o extremo sul terá apenas muitas nuvens. Em Porto Alegre, a temperatura varia entre 16°C e 20°C, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
Em Santa Catarina, a instabilidade predomina em praticamente todo o estado, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas do Oeste ao Sul Catarinense. No Litoral Norte, há previsão de pancadas de chuva, enquanto o Norte do estado terá apenas muitas nuvens. Em Florianópolis, os termômetros variam entre 18°C e 22°C, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
No Paraná, o céu permanece com muitas nuvens na maior parte do estado, com possibilidade de pancadas de chuva isoladas entre o Oeste e o Norte Central. Em Curitiba, a mínima será de 14°C e a máxima de 25°C, com predomínio de muitas nuvens.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA massa de ar seco mantém o tempo estável em grande parte da Região Centro-Oeste neste domingo (2). A previsão indica poucas nuvens no Distrito Federal e em Goiás, enquanto Mato Grosso e Mato Grosso do Sul apresentam maior cobertura de nuvens, com chuva concentrada em áreas do oeste, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Distrito Federal, Brasília terá poucas nuvens, com mínima de 13°C e máxima de 27°C.
Em Goiás, a previsão é de poucas nuvens em todo o estado. Na capital, Goiânia, os termômetros variam entre 14°C e 30°C.
Em Mato Grosso, Cuiabá registra muitas nuvens, com temperaturas entre 26°C e 37°C. Apenas o oeste e o sudoeste do estado têm previsão de pancadas de chuva isoladas, enquanto nas demais áreas predominam muitas nuvens.
Em Mato Grosso do Sul, Campo Grande terá muitas nuvens, com mínima de 17°C e máxima de 32°C. A possibilidade de chuva fica restrita ao sudoeste do estado. Nas demais regiões, a previsão é de muitas nuvens.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Sudeste inicia o domingo (2) sob influência de uma massa de ar seco, que favorece a estabilidade atmosférica e mantém o predomínio de poucas nuvens na maior parte dos estados, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Em São Paulo, a capital terá mínima de 14°C e máxima de 27°C, com poucas nuvens. A mesma condição deve predominar nas regiões do interior, litoral e Vale do Paraíba.
No Rio de Janeiro, a capital registra mínima de 15°C e máxima de 30°C, também com poucas nuvens. O tempo permanece estável nas regiões Serrana, Norte Fluminense e Costa Verde.
Em Minas Gerais, Belo Horizonte terá mínima de 10°C e máxima de 27°C, com poucas nuvens. A previsão se estende ao Triângulo Mineiro, Sul de Minas, Zona da Mata e Norte de Minas.
No Espírito Santo, Vitória terá mínima de 18°C e máxima de 27°C, com muitas nuvens. A maior cobertura de nebulosidade também é prevista para o litoral, o norte e o noroeste capixaba.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoChuva segue concentrada no oeste da região e Tocantins terá tempo firme
Baixar áudioA Região Norte terá condições variadas de tempo neste domingo (2). A chuva mais intensa permanece concentrada no oeste da região, enquanto o Tocantins continua sob influência de ar mais seco, favorecendo o tempo firme, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
No Acre, a previsão é de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todo o estado. Em Rio Branco, a temperatura varia entre 21°C e 31°C.
Em Rondônia, o cenário também é de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em todas as regiões. Porto Velho terá mínima de 24°C e máxima de 32°C.
No Amazonas, o céu permanece com muitas nuvens e chuva isolada na maior parte do estado. Em Manaus, os termômetros variam entre 25°C e 34°C.
Em Roraima, o predomínio será de muitas nuvens em todo o estado. Em Boa Vista, a mínima prevista é de 25°C e a máxima de 34°C.
No Pará, há possibilidade de chuva isolada no Nordeste Paraense, no Marajó e na Região Metropolitana de Belém. Nas demais áreas, a previsão é de muitas nuvens. Em Belém, a temperatura varia entre 24°C e 34°C.
No Amapá, são esperadas muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada em todo o estado. Em Macapá, os termômetros ficam entre 25°C e 34°C.
No Tocantins, o tempo permanece firme, com predomínio de poucas nuvens em todas as regiões. Em Palmas, a mínima será de 20°C e a máxima de 34°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão indica que o domingo (2) será de maior nebulosidade no litoral do Nordeste, com possibilidade de chuva isolada em parte da costa. No interior da região, o tempo permanece mais estável, com poucas nuvens e calor, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Na Bahia, Salvador terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 23°C e 27°C. A condição se concentra no litoral e no Recôncavo, enquanto o interior do estado terá predomínio de poucas nuvens.
Em Sergipe, Aracaju registra muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 23°C e máxima de 26°C. A previsão se estende ao estado.
Em Alagoas, Maceió terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 21°C e 26°C. O cenário também predomina nas demais regiões alagoanas.
Em Pernambuco, Recife terá céu claro, com mínima de 23°C e máxima de 30°C. Na Zona da Mata há possibilidade de chuva isolada, enquanto o Agreste e o Sertão permanecem com muitas nuvens.
Na Paraíba, João Pessoa terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 22°C e 28°C. Nas demais regiões do estado, o predomínio será de muitas nuvens.
No Rio Grande do Norte, Natal registra muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com mínima de 23°C e máxima de 28°C. No interior potiguar, a previsão é de muitas nuvens.
No Ceará, Fortaleza terá muitas nuvens, com temperaturas entre 25°C e 31°C. A condição também prevalece nas demais regiões do estado.
No Piauí, Teresina terá poucas nuvens, com mínima de 25°C e máxima de 35°C. O tempo firme predomina em todo o estado.
No Maranhão, São Luís terá muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada, com temperaturas entre 25°C e 32°C. A instabilidade se concentra no litoral, enquanto o interior permanece com muitas nuvens.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoO Brasil escolheu o oposto. Cobrar de forma cega, sobre o faturamento, sem enxergar a margem.
Formalmente, não há bitributação. O Supremo Tribunal Federal já assentou, no RE 228.800/DF e no RE 1.342.665/MG, que a CFEM (Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais) não tem natureza tributária. É receita patrimonial originária da União, decorrente da exploração de bens públicos. O Imposto Seletivo é imposto. São coisas diferentes. Contudo, a distinção formal não paga a conta. Ela não muda o fato de que ambas as exações incidem sobre a mesma grandeza econômica, o faturamento bruto da venda do bem mineral. Some.
No minério de ferro, único mineral hoje na lista do Imposto Seletivo, a CFEM é de 3,5% e o IS, de 0,25%. Total: 3,75% sobre a receita bruta, antes de qualquer consideração sobre lucratividade. Se o Anexo XVII vier a ser ampliado por lei ordinária, o nióbio chegaria a 3,25% (3% de CFEM) e o lítio e as terras raras, a 2,25% (2% de CFEM). A isso acrescentem-se IRPJ, CSLL, IBS e CBS. O Fundo Monetário Internacional já advertiu, em estudo de referência sobre regimes fiscais de indústrias extrativas, que exações sobre receita bruta são particularmente nocivas na mineração. A razão é econômica, não ideológica. Trata-se de setor de capital intensivo, longa maturação e margens cíclicas. Tributo sobre lucro se ajusta ao ciclo. Tributo sobre faturamento incide igual na alta e na baixa, e é justamente na baixa que ele inviabiliza projetos marginais e mata a exploração de novas jazidas.
O Chile, que endureceu seu royalty mineral em 2023, entendeu isso. Aumentou a arrecadação sobre cobre e lítio, mas por meio de alíquotas progressivas sobre a margem operacional. Quem lucra muito paga proporcionalmente mais e quem lucra pouco continua viável. A Austrália foi além. O Minerals Resource Rent Tax incidia apenas sobre o lucro excedente e ainda assim foi revogado em 2014, por ser considerado insustentável do ponto de vista competitivo.
O Brasil escolheu o oposto. Cobrar de forma cega, sobre o faturamento, sem enxergar a margem. Há, ainda, uma dimensão federativa incômoda. A CFEM é repartida, 60% aos municípios produtores, 15% aos estados, 15% aos municípios afetados, 10% à União. O Imposto Seletivo é federal e não tem qualquer vinculação com a compensação dos impactos locais. Quem convive com a mina, com a pressão sobre a infraestrutura e com o passivo ambiental são o município e o estado produtores. Quem arrecada o novo imposto é a União. Cria-se, assim, um tributo cobrado em nome do meio ambiente cujo produto não retorna ao território que suporta o impacto ambiental. É difícil sustentar que isso seja extrafiscalidade. (Por Henrique Costa de Seabra, advogado, sócio do Seabra Advogados, mestre em Direito pela Faculdade Milton Campos e doutorando em Direitos Difusos e Coletivos pela PUC-SP, com ênfase em Direito Minerário e Ambiental).
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Baixar áudioO Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) está atrasado com o pagamento de cerca de R$ 141 milhões do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) às seguradoras referentes a apólices contratadas em 2025. É o que aponta uma nota técnica de julho do Observatório do Crédito e Seguro Rural (OCSR), da Fundação Getúlio Vargas Agro (FGV Agro).
O estudo aponta que os atrasos nos pagamentos podem provocar um efeito em cadeia que vai muito além das seguradoras. A falta de previsibilidade nos repasses do governo federal coloca em risco o funcionamento do programa e pode resultar em seguros mais caros e menor acesso dos produtores à proteção contra perdas climáticas.
Quando um produtor rural contrata um seguro pelo PSR, o governo arca, em média, com 30% do prêmio das apólices. Em 2025, 64,1 mil contratos foram fechados pelo programa, a maior parte para soja. Mas os valores podem levar até 180 dias para serem repassados às seguradoras, que acabam precisando arcar com as despesas, ainda que temporárias, da operação.
Como resultado, o esutdo explica que as empresas do ramo acabam revendo suas estratégias de negócio. As diferentes práticas acabam impactando principalmente o cliente final, ou seja, os produtores. São elas:
Para piorar, o desenho contratual do PSR permite que as seguradoras cobrem dos agropecuaristas os valores que competem ao governo. Com os cortes orçamentários realizados neste ano para o programa, que caiu de R$ 1,01 bilhão para R$ 473,8 milhões, a FGV Agro destaca que fica ainda mais difícil a quitação dos pagamentos pendentes.
A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) avalia que o panorama tende a agravar um momento já bastante delicado para o agronegócio nacional. Além do endividamento rural e das margens de produção comprimidas, as projeções climáticas indicam a possibilidade de ocorrência de um El Niño de intensidade muito forte nos próximos meses. Com os produtores dessegurados, a perspectiva de perdas aumenta ainda mais.
Para reduzir o risco institucional do PSR, a FGV Agro recomenda:
Na conclusão, o Observatório afirma que a previsibilidade é fundamental para manter a confiança no programa e garantir que o seguro rural continue sendo um instrumento de gestão de risco para o produtor, em vez de ampliar a insegurança financeira em anos de maior ocorrência de eventos climáticos.
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Baixar áudioOs casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) continuam diminuindo na maior parte do país, segundo o mais recente Boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A tendência indica redução das hospitalizações associadas aos principais vírus respiratórios, refletindo um cenário mais favorável após o período de maior circulação dessas doenças.
De acordo com a análise, a queda é observada em boa parte dos estados brasileiros, sinalizando desaceleração da transmissão. Ainda assim, a Fiocruz ressalta que algumas unidades da federação permanecem em níveis de alerta ou risco para SRAG, o que demonstra que o vírus continua circulando e pode provocar novos aumentos localizados.
Os pesquisadores destacam que crianças pequenas, idosos e pessoas com doenças crônicas continuam sendo os grupos mais vulneráveis ao desenvolvimento de quadros graves. Por isso, a recomendação é que esses públicos mantenham atenção redobrada aos sintomas respiratórios e procurem atendimento médico diante de sinais de agravamento.
A Fiocruz também reforça a importância das medidas de prevenção, como manter a vacinação contra influenza e covid-19 em dia, higienizar frequentemente as mãos, utilizar máscara em unidades de saúde e em ambientes fechados com pouca ventilação quando houver sintomas respiratórios, além de evitar contato com outras pessoas durante o período de infecção.
O Boletim InfoGripe é uma estratégia do Sistema Único de Saúde (SUS) que monitora semanalmente os casos de SRAG registrados no país, permitindo acompanhar a evolução dos vírus respiratórios e orientar ações de vigilância e assistência em saúde.
Copiar o textoDra. Vivian Loureiro explica os odores que exigem atenção médica.
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Baixar áudioMudanças no odor corporal podem indicar problemas de saúde que merecem atenção. Segundo a Dra. Vivian Loureiro, Dermatologista (CRM: 135.250/SP | RQE: 40.094), “em condições normais, o cheiro da pele é sutil, mas alterações podem ser sinal de doenças”.
Odor adocicado pode ocorrer em diabéticos descompensados. Cheiro de amônia está associado à insuficiência renal. Odor de mofo pode sugerir fenilcetonúria, uma condição genética rara. Já a bromidose, o famoso “CC”, é causada pela ação de bactérias no suor. Há ainda a trimetilaminúria, uma doença metabólica que deixa o corpo com odor de peixe. Infecções na pele também podem gerar cheiro forte, geralmente com dor, vermelhidão e pus.
Se você notar qualquer mudança persistente no cheiro do seu corpo, procure um médico. Pode ser o primeiro sinal de alerta.
Tenha acesso aos conteúdos do Doutor Ajuda acessando o site.
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Baixar áudioAtenção! A Agência-Barco Chico Mendes, da CAIXA, já tem as datas de atendimento definidas para agosto.
A embarcação conta com os serviços de desbloqueio de cartões e cadastro de senhas para recebimento de benefícios sociais, como FGTS, Seguro-Desemprego, Bolsa Família e INSS, entre outros serviços. Vale lembrar que no barco não tem movimentação de dinheiro em espécie.
Confira o cronograma:
Inicialmente, a embarcação vai atender a população de Barcelos, entre os dias 3 e 5 de agosto.
Depois, os serviços CAIXA serão prestados à população de Novo Airão, do dia 6 ao dia 7.
Em seguida, a embarcação seguirá para Alvarães, com serviços oferecidos em 19 de agosto.
A Agência-Barco segue para Uarini, onde oferecerá os serviços CAIXA aos moradores, do dia 20 ao dia 21.
Já entre os dias 24 e 26 de agosto, será a vez da população de Fonte Boa receber os atendimentos.
Entre os dias 27 e 28 de agosto, os serviços serão oferecidos aos moradores de Jutaí.
Para finalizar o calendário do mês, a embarcação estará em Tonantins, do dia 31 de agosto ao dia 1° de setembro
O horário de atendimento da Agência-Barco Chico Mendes é das 9 horas da manhã às 3 horas da tarde.
Para mais detalhes, acesse caixa.gov.br.
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