05/10/2026 01:00h

Soja abre a semana em queda no interior do Paraná e em Paranaguá, enquanto trigo registra alta no Sul do país

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A saca de 60 quilos da soja inicia a segunda-feira (5) em baixa no interior do Paraná e na região litorânea de Paranaguá. 

No interior paranaense, o grão apresenta leve baixa de 0,16%, com a saca negociada a R$ 154,10. Em Paranaguá, o recuo foi de 0,60%, levando a cotação para R$ 159,94.

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/10/2026 154,10 -0,16% -0,52% 29,54
01/10/2026 154,35 -0,36% -0,36% 29,58
30/09/2026 154,91 0,66% 2,38% 29,95
29/09/2026 153,90 0,27% 1,71% 29,51
28/09/2026 153,49 -0,58% 1,44% 29,41

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/10/2026 159,94 -0,60% -1,00% 30,66
01/10/2026 160,90 -0,41% -0,41% 30,84
30/09/2026 161,56 0,18% 1,33% 31,23
29/09/2026 161,27 0,52% 1,15% 30,92
28/09/2026 160,43 -0,35% 0,62% 30,74

 

Trigo

Preço do trigo avança no Rio Grande do Sul e no Paraná. 

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.553,71. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.454,52.


PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
02/10/2026 1.454,52 0,27% 0,27% 278,80
01/10/2026 1.450,60 0,00% 0,00% 278,00
30/09/2026 1.450,60 0,21% 7,53% 280,42
29/09/2026 1.447,51 0,02% 7,30% 277,51
28/09/2026 1.447,18 0,71% 7,27% 277,29

 

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

  Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
02/10/2026 1.553,71 1,00% 0,61% 297,82
01/10/2026 1.538,31 -0,39% -0,39% 294,81
30/09/2026 1.544,33 0,49% 6,04% 298,54
29/09/2026 1.536,73 0,46% 5,51% 294,62
28/09/2026 1.529,62 -0,57% 5,03% 293,09

 

Os dados são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

 

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05/10/2026 00:08h

ApexBrasil promove rodada de negócios com cerca de 20 empresas nacionais e oito compradores internacionais durante a ProWine São Paulo 2026; exportações cresceram 23,73% no primeiro semestre

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As exportações brasileiras de vinhos e espumantes somaram US$ 6,79 milhões no primeiro semestre de 2026, uma alta de 23,73% em relação ao mesmo período de 2025. Os produtos chegaram a 79 países, e a ampliação das oportunidades no mercado internacional estará em pauta na ProWine São Paulo 2026, que será realizada entre os dias 6 e 8 de outubro, no Expo Center Norte.

A ação faz parte do Exporta Mais Brasil, iniciativa da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) em parceria com o Conselho Superior do Vinho (Consevitis-RS), por meio do projeto Wines of Brazil. A atividade também integra o Plano de Diversificações de Exportações + Caminhos + Negócios.

Cerca de 20 empresas brasileiras participarão de reuniões com oito compradores internacionais. Os representantes vêm da China, Reino Unido, Suécia, Países Baixos, Angola, Rússia, México e Paraguai.

As empresas brasileiras selecionadas incluem produtores, cooperativas e exportadoras de diferentes portes e regiões do país. A proposta é aproximar os negócios brasileiros de potenciais parceiros comerciais e ampliar as oportunidades de venda em outros mercados.

Setor em expansão

O número de vinícolas registradas no Brasil cresceu 41,5% entre 2020 e 2025. De acordo com o Anuário do Vinho 2026, publicado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), o país passou de 682 para 965 estabelecimentos no período. As vinícolas estão distribuídas por 327 municípios.

O Rio Grande do Sul concentra a maior parte dos estabelecimentos, com 600 vinícolas. Na sequência aparecem Santa Catarina, com 102, e São Paulo, com 86.

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O crescimento do número de vinícolas acompanha a expansão das exportações brasileiras. No primeiro semestre de 2026, as exportações de vinhos somaram US$ 5,61 milhões, alta de 24,66% em relação ao mesmo período de 2025. Já os espumantes alcançaram US$ 1,18 milhão, crescimento de 19,50%.

Segundo o Wines of Brazil, 19 vinícolas exportadoras apoiadas pelo projeto responderam por 60,81% das empresas brasileiras que exportaram produtos do setor no primeiro semestre de 2026. Entre as empresas exportadoras de espumantes, essa participação foi de 65,83%.

O levantamento também aponta que a produção declarada de vinho ultrapassou 300 milhões de litros em 2025. No mesmo ano, o setor registrou 7.361 empregos diretos.

Confira a agenda da ProWine São Paulo 2026

06/10 | Terça-feira

  • 13h00 -18h00 - Rodadas de negócios B2B | Exporta Mais Brasil - ProWine 2026 - Expo Center Norte - São Paulo (SP)
  • 18h00-19h00 - Visita à ProWine - Expo Center Norte - São Paulo (SP)

07/10 | Quarta-feira

  • 13h00-18h00 - Rodadas de negócios B2B | Exporta Mais Brasil - ProWine 2026 - Expo Center Norte - São Paulo (SP)
  • 18h00-19h00 - Visita à ProWine - Expo Center Norte - São Paulo (SP)

 08/10 | Quinta-feira

  • 13h00-18h00 - Rodadas de negócios B2B | Exporta Mais Brasil - ProWine 2026 - Expo Center Norte - São Paulo (SP)

 
 

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05/10/2026 00:07h

Empreendedoras representam 41,7% das novas empresas e 44,6% das que encerraram atividades em 2025, segundo Sebrae

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Neste Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, celebrado em 5 de outubro, o cenário do empreendedorismo brasileiro ganha um alerta: as mulheres estão à frente de 41,7% dos pequenos negócios abertos no Brasil, mas representam 44,6% dos empreendimentos que encerram as atividades. 

Os dados de 2025, levantados pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), mostram um desafio que vai além da entrada das mulheres no mercado: a capacidade de manter e fazer crescer seus negócios.

No ano passado, foram 4,96 milhões de pequenos negócios abertos no país. Entre os 2,79 milhões que fecharam, a participação feminina foi proporcionalmente maior. Para Ana Cláudia Badra Cotait, presidente do Conselho da Mulher Empreendedora e da Cultura (CMEC), vinculado à Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), a diferença reforça a necessidade de discutir as condições de permanência das mulheres no mercado.

“Não basta incentivar a abertura das empresas pelas mulheres, é preciso olhar para o que acontece depois que elas abrem seus negócios. Como essa empreendedora consegue crédito, se capacita, melhora a gestão e enfrenta os primeiros desafios”, afirma.

Acesso ao crédito 

Uma das principais dificuldades para a continuidade dos negócios é o acesso ao crédito. Segundo o Sebrae, dos R$ 109 bilhões concedidos em crédito às micro e pequenas empresas, 29,4% foram destinados a negócios liderados por mulheres. O país tinha 10,4 milhões de mulheres empreendedoras no quarto trimestre de 2024.

A presença feminina também não se distribui de forma homogênea entre os diferentes estágios dos negócios. As mulheres têm participação relevante entre os pequenos empreendedores, mas sua presença diminui à medida que as empresas avançam em porte e estrutura, segundo levantamentos do Sebrae.

Para Ana Cláudia, o debate sobre empreendedorismo feminino precisa mudar de foco. Em vez de concentrar esforços apenas na abertura de empresas, é preciso criar condições para que elas atravessem os primeiros anos, tenham acesso a financiamento e possam crescer.

“Empreender exige capital, acesso a crédito e um ambiente de negócios que permita planejar e investir. A mulher já mostrou que quer empreender. O próximo passo é garantir condições para que seu negócio sobreviva e cresça”, afirma.

Para a presidente do CMEC, cabe ao Congresso Nacional colocar essa questão na agenda econômica e discutir medidas que deem às pequenas empresas mais condições para se manter e crescer.

Ao comentar o Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, o presidente da CACB, da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alfredo Cotait Neto, destaca a importância dos pequenos negócios para a economia brasileira, apesar das dificuldades.

“Vamos sempre valorizar muito os empreendedores. Que esse dia seja registrado como um dia importante, sempre com os agradecimentos de toda a sociedade civil do Brasil pelo seu trabalho, seu empenho e pelo empreendedorismo brasileiro”. 

Conheça as ações do CMEC para apoiar e fortalecer o empreendedorismo feminino no portal cmecmulher.com.br.

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05/10/2026 00:06h

Presidente da entidade, Alfredo Cotait Neto, também pede flexibilidade na redução da jornada 6x1 e redução da taxa de juros

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No Dia Nacional da Micro e Pequena Empresa, celebrado em 5 de outubro, o presidente da Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB), da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), Alfredo Cotait Neto, defende a correção dos limites de faturamento do Simples Nacional e a preservação do regime durante a implementação da Reforma Tributária.

“Seria tão bom se hoje pudéssemos comemorar e conseguíssemos fazer a correção do Simples Nacional, a correção do MEI. Seria tão bom se nós conseguíssemos garantir a continuidade do Simples, que está sendo desvirtuado na Reforma Tributária”, afirma. 

Os limites de faturamento para enquadramento no Simples Nacional estão congelados desde 2018, enquanto preços, salários e demais custos das empresas aumentaram no período. Atualmente, o teto é de R$ 81 mil por ano para o Microempreendedor Individual (MEI), R$ 360 mil para a microempresa e R$ 4,8 milhões para a empresa de pequeno porte. 

Na Câmara dos Deputados, o Projeto de Lei Complementar (PLP) 108/2021 prevê, entre outras medidas, a elevação do limite de faturamento do MEI para R$ 110 mil em 2026 e R$ 140 mil a partir de 2027. 

A CACB, no entanto, defende uma atualização imediata de aproximadamente 83% nos limites. Pela proposta da entidade, o teto do MEI passaria para R$ 144,9 mil, o da microempresa para R$ 869,4 mil e o da empresa de pequeno porte para R$ 8,69 milhões. A entidade também propõe uma regra permanente de correção automática dos valores pela inflação. 

Segundo a CACB, a atualização dos limites permitiria que mais empreendedores permanecessem enquadrados no regime simplificado de tributação, com redução da burocracia, estímulo à formalização, preservação de empregos e melhores condições para o crescimento dos pequenos negócios. 

Flexibilização na jornada de trabalho

Cotait também debate o fim constitucional da jornada de trabalho no modelo 6x1 e defende que a definição dos horários seja feita de maneira flexível. 

“Seria tão bom se pudéssemos ter as conquistas e a garantia que não vai ter a redução da jornada 6x1 de forma constitucional e sim flexível, para que pudéssemos discutir com todos os colaboradores qual é o melhor horário de cada setor”, defende.

A PEC 221/2019, que prevê mudanças na jornada de trabalho e o fim da escala 6x1, aguarda votação no Plenário do Senado Federal. Após ser aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), adiou a análise da matéria em Plenário para depois das eleições.

A CACB defende o adiamento da votação diante da necessidade de ampliar o debate com os setores afetados. Para isso, a entidade entregou aos parlamentares uma nota pública em que reivindica o adiamento da análise da PEC. O documento foi protocolado no gabinete de Alcolumbre. 

No comunicado, a entidade afirma que a mudança poderia afetar especialmente os pequenos negócios. 

“Não podemos aceitar que a sobrevivência de milhares de micro e pequenas empresas, em um país que já soma 8,5 milhões de micro, pequenas e médias empresas inadimplentes, com R$ 178,6 bilhões em dívidas, seja rifada em prol de dividendos políticos de curto prazo. Quando a conta dessa imposição chegar — refletida na inviabilidade de negócios locais, na inflação e no desemprego —, quem pagará o preço será o Brasil”, diz a nota. 

Redução da taxa de juros

A redução da taxa de juros também está entre as medidas defendidas por Cotait para melhorar as condições enfrentadas pelos pequenos negócios. 

“Seria tão bom se a taxa de juros estivesse reduzida para ajudar os empreendedores que estão com tanta dificuldade para conseguir pagar os seus compromissos”, defende o presidente da CACB. 

Em anúncio recente, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reduziu a taxa básica de juros em 0,25 ponto percentual, para 13,75% ao ano. 

Segundo cálculos da Confederação Nacional da Indústria (CNI), a Selic está 3,45 pontos percentuais acima do nível considerado ideal pela Regra de Taylor, estimado em 10,3% ao ano. O indicador é utilizado como referência para estimar uma taxa de juros compatível com o controle da inflação sem desestimular o crescimento da economia. 

Já a taxa real de juros, próxima de 9%, permanece muito acima da taxa neutra estimada pelo próprio Banco Central, em torno de 5%. Esse nível é considerado compatível com uma política que não estimula nem restringe a atividade econômica. 

Ao comentar a data, Cotait também destacou a importância dos pequenos negócios para a economia brasileira, apesar das dificuldades.

“Independentemente disso, vamos sempre valorizar muito os empreendedores. Que esse dia seja registrado como um dia importante, sempre com os agradecimentos de toda a sociedade civil do Brasil pelo seu trabalho, seu empenho e pelo empreendedorismo brasileiro”, conclui. 

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04/10/2026 23:21h

Sérgio Moro, Zucco e Jorginho Mello garantem trinca no primeiro turno

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Os três estados da Região Sul tiveram seus governadores eleitos neste domingo (4). Veja o resultado em cada unidade federativa.

Paraná

No Paraná, a vitória ficou com Sérgio Moro (PL), que obteve 50,1% dos votos válidos, equivalente a 3.127.911 votos. O segundo colocado, Sandro Alex (PSD), somou 25,37% e 1.583.764 votos.

Rio Grande do Sul

No Rio Grande do Sul, foi eleito Luciano Zucco (PL), com 58,05% dos votos válidos, totalizando 3.516.048 votos. Na segunda posição, ficou Juliana Brizola (PDT), com 31,65% e 1.917.374 votos.

Santa Catarina

Em Santa Catarina, venceu a disputa Jorginho Mello (PL), reeleito com 68,98% dos votos válidos, somando 2.942.386 votos. O segundo lugar coube a Gelson Merísio (PSB), com 15,66% e 668.021 votos.

Presidencial

Como esperado, a disputa para presidente da República será definida no segundo turno. A surpresa ficou por conta da posição dos candidatos: Flávio Bolsonaro (PL), recebeu 56.087.985 votos, 47,05% dos válidos, contra 53.813.615 do atual presidente Lula, 45,14% do total.
 

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04/10/2026 23:15h

Comando do Acre, Amazonas e Tocantins será decidido no dia 25 de outubro

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Quatro estados da Região Norte já elegeram seus governadores nas Eleições 2026, enquanto outros três terão a disputa pelo comando do Executivo estadual definida em segundo turno, marcado para 25 de outubro. Veja a apuração estado por estado.

Acre

No Acre, Mailza Assis (PP) recebeu 218.760 votos, 49,76% dos votos válidos e vai enfrentar Alan Rick (Republicanos) no segundo turno. O senador terminou com 141.859 votos registrados, 32,27% do total de válidos.

Amapá

No Amapá, a disputa pelo governo do estado terminou com a vitória de Dr. Furlan (PSD), que obteve 62,75% dos votos válidos, o equivalente a 281.595 votos. O segundo colocado, Clécio (União), alcançou 36,97% da preferência do eleitorado, com 165.900 votos.

Amazonas

O comando do governo do Amazonas pelos próximos 4 anos será decidido no segundo turno. O favorito é Omar Aziz (PSD) que recebeu 837.410 votos, 40,58% dos votos válidos, e enfrenta a professora Maria do Carmo (PL), que obteve 506.689 votos, 24,55%.

Pará

No Pará, venceu a disputa o Dr. Daniel (Podemos), com 51,38% dos votos válidos, o que representa 2.344.328 votos. Já Hana Ghsassan (MDB) terminou na segunda posição, com 46,52% e 2.122.473 votos.

Rondônia

Em Rondônia, o eleitorado confirmou a vitória de Marcos Rogério (PL), que teve 56,86% dos votos válidos, totalizando 537.370 votos. O segundo lugar coube a Adailton Fúria (PSD), com 20,06% da preferência e 189.547 votos.

Roraima

O governo de Roraima terá como titular Arthur Henrique (PL), eleito com 69,13% dos votos válidos e 220.809 votos. Na sequência, apareceu Soldado Sampaio (Republicanos), com 29,25% e 93.434 votos.

Tocantins

No Tocantins, a definição vai para o segundo turno. Professora Dorinha (União) ficou com 45,52% dos votos válidos, somando 386.260 votos, e vai disputar contra Vicentinho Júnior (PSDB), que recebeu 43,94% e 372.848 votos.

Presidencial

Como esperado, a disputa para presidente da República será definida no segundo turno. A surpresa ficou por conta da posição dos candidatos: Flávio Bolsonaro (PL), recebeu 56.087.985 votos, 47,05% dos válidos, contra 53.813.615 do atual presidente Lula, 45,14% do total.
    
 

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04/10/2026 23:09h

Tarcísio e Cleitinho confirmam favoritismo enquanto Douglas Ruas surpreende Paes no Rio

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As eleições para governador na Região Sudeste, a mais populosa do país, terminaram com resultados distintos no primeiro turno das Eleições 2026. São Paulo e Minas Gerais já definiram seus próximos governadores, enquanto Espírito Santo e Rio de Janeiro terão segundo turno, marcado para 25 de outubro. Confira a apuração em cada estado.

Espírito Santo

No Espírito Santo, foi confirmado o segundo turno entre Lorenzo Pazolini (Republicanos), que recebeu com 49,65% dos votos válidos, o que representou 1.048.633 votos. O segundo colocado, Ricardo Ferraço (MDB), somou 34,06% e 719.397 votos.

Minas Gerais

Em Minas Gerais, o eleitorado escolheu Cleitinho Azevedo (Republicanos) para o governo do estado, com 55,4% dos votos válidos e 6.318.521 votos. Patrus Ananias (PT) ficou em segundo lugar, com 26,34% e 3.003.722 votos.

Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL) liderou a disputa com 49,27% dos votos válidos, totalizando 4.271.199 votos. Não foi suficiente para evitar o segundo turno, contra Eduardo Paes (PSD), que recebeu 3.706.984 votos, 42,76% dos válidos.

São Paulo

Em São Paulo, maior colégio eleitoral do país, foi eleito Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 62,65% dos votos válidos, somando 14.490.683 votos. O segundo colocado, Fernando Haddad (PT), teve 36,42% e 8.423.014 votos.

Presidencial

Como esperado, a disputa para presidente da República será definida no segundo turno. A surpresa ficou por conta da posição dos candidatos: Flávio Bolsonaro (PL), recebeu 56.087.985 votos, 47,05% dos válidos, contra 53.813.615 do atual presidente Lula, 45,14% do total.
 

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04/10/2026 23:02h

Atual governadora Celina Leão (PP) ficou a menos de 0,07 p.p. da vitória, mas terá que enfrentar Leandro Grass (PT) no dia 25

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O Distrito Federal será a única unidade da Federação da região Centro-Oeste a ter segundo turno na disputa pelo governo nas Eleições 2026. A atual governadora, Celina Leão (PP), ficou a menos de 0,07 ponto percentual da vitória no primeiro turno e enfrentará Leandro Grass (PT) na próxima etapa da votação. Veja os resultados por unidade federativa.

Distrito Federal

Primeira unidade federativa a concluir a votação, o Distrito Federal terá segundo turno. Celina Leão (PP), obteve 49,93% dos votos válidos, somando 825.530 votos. Na sequência, apareceu Leandro Grass (PT), com 34,47% e 569.930 votos.

Goiás

Em Goiás, venceu a disputa Daniel Vilela (MDB), com 59,17% dos votos válidos, o equivalente a 2.148.112 votos. Na segunda posição, ficou Wilder Morais (PL), com 21,96% e 797.090 votos.

Mato Grosso

O governo de Mato Grosso ficará sob o comando de Otaviano Pivetta (Republicanos), eleito com 1.128.099 votos, 60,77% dos votos válidos. O segundo colocado, Wellington Fagundes (PL), somou 430.442 votos, 23,19%.

Mato Grosso do Sul

Em Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PP) foi reeleito com 67,07% dos votos válidos, totalizando 914.323 votos. Fábio Trad (PT) terminou em segundo lugar, com 23,68% e 322.807 votos.

Presidencial

Como esperado, a disputa para presidente da República será definida no segundo turno. A surpresa ficou por conta da posição dos candidatos: Flávio Bolsonaro (PL), recebeu 56.087.985 votos, 47,05% dos válidos, contra 53.813.615 do atual presidente Lula, 45,14% do total.
 

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04/10/2026 22:50h

Ministro Kassio Nunes Marques afirma que checagens dos sistemas demandaram mais tempo

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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) registrou atrasos na divulgação dos resultados das urnas neste domingo (4). Segundo o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, o tribunal manteve o controle da situação e seguiu os protocolos de segurança previstos para o processo de apuração. 

De acordo com o ministro, a apuração e a totalização dos votos envolvem diferentes etapas e sistemas, como transmissão e recebimento dos boletins de urna, processamento, totalização, divulgação dos resultados e sustentação dos softwares. 

Nunes Marques afirmou que houve um congestionamento de dados no sistema responsável pela divulgação dos resultados, o que segundo ele, é algo natural na rotina de operação de sistemas complexos. 

“Antes da eficiência ou da rapidez, prezamos pela segurança. Havia a necessidade de checagem de todos esses sistemas em uma ordem que demandava um tempo significativo. No que é essencial, nosso sistema mais uma vez mostrou-se absolutamente confiável. E, como sempre, os resultados estão sendo divulgados de forma transparente, pública e segura”, afirmou em coletiva de imprensa. 

Segundo a apuração final do TSE, 1.904 urnas precisaram ser substituídas neste domingo, o equivalente a 0,35% do total de equipamentos disponibilizados para a votação. 

Crimes eleitorais

Até as 20h30 deste domingo (4), a Polícia Federal informou que 194 pessoas haviam sido conduzidas por crimes eleitorais. Também foram apreendidos R$ 1.828.366,58 em bens e valores, sendo R$ 493.569,50 em dinheiro em espécie. 

Ao todo, foram instaurados 35 inquéritos policiais e lavrados 97 termos circunstanciados de ocorrência para apurar possíveis práticas ilegais. Entre os principais crimes investigados estão propaganda eleitoral irregular e corrupção eleitoral, especialmente a compra de votos. 

As ocorrências foram registradas na Bahia, Rio de Janeiro, Alagoas, Espírito Santo, Pernambuco, Minas Gerais, Sergipe, Roraima, Acre, Rondônia, Amapá, Maranhão, Amazonas, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraíba, Santa Catarina, Piauí, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte e Tocantins, além do Distrito Federal.

As ações da Polícia Federal podem ser acompanhadas em tempo real pelo painel de acompanhamento dos casos de combate a crimes eleitorais. 

Aplicativo e-Título

Pela primeira vez, o e-Título foi utilizado no próprio dia do pleito com as funcionalidades disponibilizadas para as Eleições 2026. Segundo o TSE, o aplicativo contabilizou mais de 8,6 milhões de emissões, além de 22 milhões de consultas aos locais de votação e mais de 4,3 milhões de justificativas eleitorais. 

Para o presidente do TSE, a possibilidade de realizar serviços eleitorais pelo aplicativo contribui diretamente para a redução das filas nos locais de votação. "As pessoas não precisam ir até o local de votação ou a seção eleitoral para fazer a justificativa. Isso pode ser feito através do e-Título", destacou. 

Monitoramento das condições climáticas

Kassio Nunes Marques também destacou a atuação da Sala Nacional de Situação Climática, criada para monitorar condições meteorológicas que pudessem afetar as eleições. A estrutura havia sido anunciada pelo TSE antes do pleito com o objetivo de integrar informações e apoiar os tribunais regionais na prevenção e na resposta a eventos climáticos. 

Segundo o ministro, o Paraná concentrou as maiores dificuldades neste domingo em razão das fortes chuvas, dos ventos e de problemas no fornecimento de energia. O estado iniciou o dia com quase 140 municípios afetados e, até o início da tarde, aproximadamente 94 ainda registravam algum problema relacionado ao abastecimento. 

“As urnas eletrônicas no estado do Paraná funcionaram com energia gerada por bateria nessas localidades em que houve tanto oscilação quanto a falta de energia. Não tivemos nenhum problema em decorrência disso”, informou. 

Sem indicativos de interferência estrangeira

Questionado sobre a possibilidade de interferência internacional nas eleições, o presidente do TSE afirmou que não havia indicativo concreto de atuação estrangeira. Segundo ele, as equipes do tribunal responsáveis pelo monitoramento do tema não haviam identificado esse tipo de interferência. 

“Os nossos indicativos das equipes que monitoram riscos internacionais não apontam qualquer tipo de risco. Nós não temos nenhum relatório da Polícia Federal, da Abin (Agência Brasileira de Inteligência), de nenhum setor que trabalha em parceria com o TSE, indicando qualquer tipo de risco.” 

O ministro também citou o trabalho desenvolvido em parceria com as plataformas digitais. Segundo ele, medidas como o plano de conformidade e a adequação das empresas à legislação brasileira contribuíram para reduzir os riscos e evitar problemas durante o período eleitoral. 

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04/10/2026 22:42h

Somente no Rio Grande do Norte que Allyson (União) e Cadu de Lula (PT) vão disputar os votos no dia 25 de outubro

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Na Região Nordeste, 8 dos 9 estados em disputa elegeram governadores neste domingo (4). Confira o resultado em cada unidade federativa.

Alagoas

Em Alagoas, JHC (PSDB) foi eleito com 52,19% dos votos válidos, o que corresponde a 890.689 votos. O segundo colocado, Renan Filho (MDB), obteve 47,39% e 808.781 votos.

Bahia

Na Bahia, a vitória ficou com Jerônimo Rodrigues (PT), que somou 55,73% dos votos válidos e 4.599.047 votos e garantiu a reeleição. ACM Neto (União) terminou em segundo lugar, com 43,79% da preferência e 3.613.589 votos.

Ceará

O governo do Ceará terá mais 4 anos de mandato de Elmano de Freitas (PT), reeleito com 53,16% dos votos válidos, totalizando 2.865.574 votos. Ciro Gomes (PSDB) ficou na segunda posição, com 46,26% e 2.493.724 votos.

Maranhão

No Maranhão, Eduardo Braide (PSD) venceu o pleito com 54,06% dos votos válidos, somando 2.101.419 votos. O segundo lugar foi de Orleans Brandão (MDB), com 34,72% e 1.349.643 votos.

Paraíba

Na Paraíba, o eleitorado reelegeu Lucas Ribeiro (PP) para o governo do estado, com 64,3% dos votos válidos e 1.470.037 votos. Efraim Filho (PL) ficou na segunda colocação, com 24,18% e 552.725 votos.

Pernambuco

Em Pernambuco, foi confirmada a vitória de Raquel Lyra (PSD), reeleita com 53,26% dos votos válidos, equivalente a 2.803.478 votos. Na sequência, apareceu João Campos (PSB), com 44,82% e 2.358.991 votos.

Piauí

O Piauí terá mais 4 anos de Rafael Fonteles (PT) como governador. O governador petista foi reeleito com 70,9% dos votos válidos e 1.434.331 votos. O segundo colocado, Joel Rodrigues (PP), somou 27,53% e 556.980 votos.

Rio Grande do Norte

No Rio Grande do Norte, Allyson (União) conquistou 733.738 votos, 36,94% dos votos válidos, enquanto Cadu de Lula (PT) recebeu 718.206 votos, 36,16% do total dos válidos. Com isso, a disputa será definida no segundo turno.

Sergipe

Em Sergipe, a disputa terminou com a vitória de Fábio Mitidieri (PSD), que teve 59,27% dos votos válidos, somando 727.291 votos para reeleição. O segundo lugar coube a Valmir de Francisquinho (Republicanos), com 37,48% e 459.908 votos.

Presidencial

Como esperado, a disputa para presidente da República será definida no segundo turno. A surpresa ficou por conta da posição dos candidatos: Flávio Bolsonaro (PL), recebeu 56.087.985 votos, 47,05% dos válidos, contra 53.813.615 do atual presidente Lula, 45,14% do total.
 

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