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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Sul nesta quarta-feira (12) indica instabilidade nos três estados, com muitas nuvens e ocorrência de chuva.
Em Curitiba, a manhã terá muitas nuvens com chuva, enquanto à tarde podem ocorrer pancadas isoladas. Durante a noite, o céu permanece encoberto. A temperatura varia entre 10 e 19 graus.
Em Florianópolis, o tempo fica instável durante todo o dia. Há previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas pela manhã e à tarde, com continuidade das pancadas durante a noite. Os termômetros ficam entre 13 e 17 graus.
Em Porto Alegre, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas durante os três períodos. A temperatura varia entre 10 e 16 graus, e a umidade relativa do ar fica elevada, entre 85% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoTemperaturas chegam a 36°C em Cuiabá e Goiânia, enquanto a umidade pode cair para 20% em Goiás
Baixar áudioA previsão do tempo para o Centro-Oeste nesta quarta-feira (12) indica predomínio de tempo firme e poucas nuvens em grande parte da região.
Em Brasília, o céu terá poucas nuvens durante todo o dia. A temperatura varia entre 18°C e 29°C, com umidade mínima de 30%.
Em Goiânia, também há previsão de poucas nuvens. Os termômetros ficam entre 22°C e 36°C, enquanto a umidade relativa do ar pode chegar a 20% nas horas mais secas do dia.
Em Cuiabá, o tempo permanece estável, com poucas nuvens. A temperatura mínima é de 20°C e a máxima chega aos 36°C. A umidade pode variar entre 25% e 85%.
Já Campo Grande terá muitas nuvens ao longo do dia. A temperatura fica entre 20°C e 32°C, com umidade mínima de 30%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão para o Sudeste nesta quarta-feira (12) indica variação de nebulosidade entre os estados da região.
Em Belo Horizonte, a manhã será de muitas nuvens, mas o céu fica mais aberto durante a tarde e a noite. A temperatura varia entre 13°C e 29°C, com umidade mínima de 35%.
No Rio de Janeiro, a manhã terá muitas nuvens e névoa úmida. À tarde, o céu fica com poucas nuvens, mas a nebulosidade volta a aumentar durante a noite. Os termômetros ficam entre 16°C e 28°C.
Em São Paulo, o dia será de muitas nuvens durante os três períodos. A temperatura mínima é de 13°C e a máxima chega aos 24°C. A umidade pode atingir 100%.
No Espírito Santo, Vitória terá muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada pela manhã. À tarde, o céu fica com poucas nuvens, e a temperatura varia entre 20°C e 27°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para a Região Norte nesta quarta-feira (12) indica calor e presença de muitas nuvens em diferentes áreas, com ocorrência de chuva principalmente no oeste da região.
Em Manaus, o dia começa com muitas nuvens e há previsão de chuva isolada durante a tarde. À noite, a nebulosidade permanece. A temperatura varia entre 27°C e 36°C.
Porto Velho terá muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas pela manhã. À tarde, há previsão de chuva isolada, enquanto a noite terá muitas nuvens. A máxima chega aos 36°C.
Em Rio Branco, a manhã será de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Durante a tarde e a noite, a nebulosidade continua. A temperatura fica entre 22°C e 35°C.
Belém terá muitas nuvens durante o dia, com pancadas de chuva isoladas previstas para a noite. A máxima chega aos 34°C.
Em Boa Vista, o tempo varia entre poucas e muitas nuvens, sem previsão de chuva nos períodos informados. A temperatura fica entre 26°C e 35°C.
Macapá terá poucas nuvens durante todo o dia, com temperaturas entre 24°C e 32°C. Já Palmas também terá tempo firme, com poucas nuvens e máxima de 36°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão do tempo para o Nordeste nesta quarta-feira (12) indica maior presença de chuva na faixa litorânea, enquanto o interior permanece mais quente e com poucas nuvens.
Em Aracaju, o dia será de muitas nuvens, com pancadas de chuva pela manhã e à tarde, quando também podem ocorrer trovoadas isoladas. À noite, a previsão é de chuva isolada. A temperatura varia entre 24°C e 27°C.
Salvador também terá muitas nuvens e pancadas de chuva durante a manhã e a tarde. A temperatura fica entre 23°C e 25°C.
Em Maceió, são esperadas pancadas de chuva isoladas pela manhã e chuva durante a tarde. À noite, ainda há possibilidade de chuva isolada. Os termômetros ficam entre 24°C e 28°C.
Recife, João Pessoa e Natal terão muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada principalmente durante a manhã. Ao longo do dia, o tempo fica mais aberto nessas capitais.
No interior, o tempo será mais firme. Teresina terá poucas nuvens durante a maior parte do dia, com máxima de 35°C. Em Fortaleza, a máxima chega a 31°C, enquanto São Luís terá muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioOs modelos de financiamento para para pequenos negócios da bioeconomia, a transição energética e a adaptação às mudanças climáticas estiveram entre os principais temas debatidos durante a Climate Week São Paulo 2026. A programação, que terminou na sexta-feira (7), reuniu representantes dos setores público e privado para debater os efeitos da agenda climática sobre a competitividade, a captação de recursos e o desenvolvimento econômico no Brasil.
Em uma programação extensa que começou em 3 de agosto, a Climate Week São Paulo 2026 reuniu lideranças empresariais, investidores, especialistas e autoridades públicas. As discussões tiveram como foco os impactos das mudanças climáticas sobre a economia e os desafios para ampliar investimentos em iniciativas de desenvolvimento sustentável.
Em um dos painéis do evento Brasil 2030: Economia, Clima e Competitividade, realizado pelo Times Brasil | CNBC, o Banco da Amazônia abordou a relação entre financiamento climático e atividade produtiva na Região Norte. Na ocasião, foram discutidos os efeitos das mudanças climáticas sobre a economia brasileira e as estratégias de adaptação dos setores produtivos.
A gerente executiva de Sustentabilidade do Banco da Amazônia, Samara Farias, participou do painel “Agricultura, segurança alimentar e clima”. Durante o encontro, Samara destacou os impactos das mudanças climáticas sobre a agricultura e as iniciativas de financiamento voltadas à adaptação da atividade produtiva e à redução de emissões.
“Estamos diante de uma nova realidade no campo, principalmente quando falamos de linhas de sustentabilidade e de baixo carbono. Ainda assim, há um volume significativo de investimentos na agricultura tradicional, porque não é possível dissociar a relevância dessas duas frentes para a sustentabilidade da indústria, que precisa de recursos para produzir com qualidade e segurança”, avaliou a gerente executiva.
Além da participação no fórum promovido pelo Times Brasil | CNBC, representantes do Banco da Amazônia acompanharam reuniões da World Climate Foundation voltadas à discussão de novos mecanismos de financiamento para pequenos negócios da bioeconomia e iniciativas de inclusão produtiva no país.
Segundo Samara Farias, as discussões contribuem para avaliar mecanismos de financiamento relacionados a temas que envolvem a transição climática, como bioeconomia, crédito de carbono, transição energética e adaptação climática na região.
A programação também abordou temas como competitividade, clima e desenvolvimento econômico, que contaram com a participação do presidente do Banco da Amazônia, Luiz Lessa, ao lado de autoridades e representantes dos setores público e privado.
Já a gerente executiva de Marketing e Comunicação do Banco da Amazônia, Ruth Helena Lima, representou a instituição nas atividades promovidas pela Climate Week São Paulo 2026 com foco em soluções sustentáveis e temas relacionados ao futuro da Região Amazônica.
A semana do clima em São Paulo teve início no dia 3 de agosto e terminou na sexta-feira (7). O encontro reuniu líderes, cientistas, empresas e sociedade civil para abordar temas relacionados à bioeconomia, transição energética, financiamento sustentável e adaptação às mudanças climáticas na Amazônia.
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Baixar áudioDesde 3 de agosto de 2026, as empresas enquadradas no regime regular passaram a ser obrigadas a preencher, nos documentos fiscais eletrônicos, os campos referentes ao Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e à Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS). As notas fiscais devem trazer as novas informações, incluindo as alíquotas de teste de 1% — sendo 0,1% de IBS e 0,9% de CBS.
De acordo com a legislação, essa alíquota de teste de 1% não representa aumento da carga tributária. Desde que as empresas cumpram as obrigações acessórias e façam o devido destaque dos tributos nos documentos fiscais, o recolhimento do valor fica dispensado.
Mesmo nos casos em que houver pagamento, os valores poderão ser integralmente compensados com os montantes devidos mensalmente pelas empresas a título de PIS e Cofins.
Os optantes pelo Simples Nacional, incluindo os microempreendedores individuais (MEIs), não estão sujeitos, em 2026, às alíquotas de teste de 0,1% do IBS e 0,9% da CBS.
A partir de 1º de janeiro de 2027, o PIS e a Cofins serão extintos, e o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) será zerado para a maioria dos produtos, com exceção dos fabricados na Zona Franca de Manaus. Com isso, a CBS passará a vigorar com alíquota cheia, estimada em 9,21% pelo Comitê Gestor do IBS.
Já o IBS estadual e municipal permanece em 0,1% em 2027 e 2028. Nesse período, o novo imposto será cobrado simultaneamente ao Imposto sobre Serviços (ISS) e ao Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
A substituição dos atuais tributos pelo IBS ocorrerá de forma gradual entre 2029 e 2032. Nesse período, as alíquotas do ICMS e do ISS serão reduzidas progressivamente, enquanto a participação do IBS aumentará:
Em 2033, o novo modelo de tributação sobre o consumo entrará em vigor integralmente, com a extinção do ICMS e do ISS e a aplicação plena do IBS.
Para 2033, a estimativa mais recente utilizada pelo Comitê Gestor do IBS aponta para uma alíquota conjunta de 27,91% para IBS e CBS. O percentual consta da Resolução nº 14, de 29 de julho de 2026, publicada no Diário Oficial da União.
O valor supera a projeção de 26,5% feita anteriormente pela Secretaria Extraordinária da Reforma Tributária (Sert), do Ministério da Fazenda. Além disso, a alíquota estimada também ficaria acima da média de 19,4% registrada pelos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) — fórum que reúne 38 países com economias desenvolvidas.
O percentual de 27,91% não representa uma alíquota definitiva. O valor de referência do novo sistema será calculado e revisado de acordo com as regras previstas na legislação da reforma tributária.
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Destaque de IBS e CBS nas notas fiscais será obrigatório a partir de agosto
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Baixar áudioAs exportações do agronegócio brasileiro movimentaram US$ 16,34 bilhões em julho de 2026, com participação de 1.476 municípios nas vendas externas do setor. O valor representa crescimento de 5,4% em relação ao mesmo período do ano anterior e corresponde a 47,9% de tudo o que o Brasil exportou no mês.
Os dados são de um levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), elaborado a partir de informações do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
Entre os municípios brasileiros apontados, Três Lagoas, em Mato Grosso do Sul, foi o principal destaque, com US$ 255,9 milhões em exportações do agronegócio. O resultado foi impulsionado principalmente pelas vendas de celulose ao mercado internacional. Apesar do crescimento do valor exportado pelo setor, o número de municípios participantes apresentou redução de 1,3% na comparação com julho de 2025.
O desempenho de Três Lagoas acompanha a posição de destaque de Mato Grosso do Sul, que liderou as exportações estaduais do agronegócio em julho. O estado movimentou US$ 2,96 bilhões, o equivalente a 18,1% de todas as exportações brasileiras do agro no período.
Ao todo, 77 municípios sul-mato-grossenses participaram das vendas internacionais, com 45 produtos agropecuários diferentes enviados ao exterior. Os números mostram que a participação municipal nas exportações vai além da produção primária e também está relacionada à presença de cadeias produtivas estruturadas, processamento industrial e capacidade de inserção dos produtos locais no comércio internacional.
A soja permaneceu como o principal produto do agronegócio exportado pelo Brasil. Em julho, as vendas do grão ao exterior movimentaram US$ 5,87 bilhões, alta de 17,4% em relação ao mesmo mês de 2025.
O produto respondeu sozinho por 36% de toda a pauta exportadora do agronegócio e teve participação de 153 municípios brasileiros. Na sequência dos principais produtos exportados, aparecem:
A retração nas exportações de carne bovina foi influenciada pela redução de 40% nas vendas para a China. Já a celulose apresentou movimento contrário, com expansão superior a 30% na comparação anual.
A força das exportações de soja também contribuiu para manter a China como principal destino dos produtos do agronegócio brasileiro. O país asiático comprou US$ 5,64 bilhões em produtos do setor em julho e aparece como destino das exportações de 257 municípios brasileiros.
Os Estados Unidos ficaram na segunda posição, com compras de US$ 944,49 milhões, puxadas principalmente pela carne. O resultado, no entanto, representa queda de 12,1% em relação a julho de 2025.
Enquanto as exportações avançaram, as importações brasileiras de produtos agropecuários alcançaram US$ 1,75 bilhão em julho, redução de 2,8% na comparação anual. O trigo liderou as compras externas, com US$ 157,02 milhões.
No acumulado de 2026, as exportações do agronegócio chegaram a US$ 103,39 bilhões, enquanto as importações somaram US$ 11,71 bilhões. Com isso, o saldo positivo da balança comercial do agronegócio alcançou US$ 91,68 bilhões no período. No acumulado do ano, o setor respondeu por 47,3% de todas as exportações brasileiras.
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Baixar áudioA inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) caiu 0,05% na primeira quadrissemana de agosto de 2026. Segundo o FGV IBRE, com o resultado, o indicador acumula alta de 4,27% nos últimos 12 meses.
Das oito classes de despesas que compõem o índice, quatro apresentaram aumento em suas taxas de variação. A principal contribuição para o resultado veio do grupo Alimentação, cuja taxa passou de -0,87% na quarta quadrissemana de julho para -0,52% na primeira quadrissemana de agosto.
Também tiveram avanço nas taxas os grupos Despesas Diversas, de -0,03% para 0,70%; Comunicação, de -0,06% para 0,05%; e Habitação, de 0,39% para 0,41%.
Por outro lado, houve desaceleração em Educação, Leitura e Recreação, cuja taxa passou de 1,06% para 0,50%. Também registraram recuo Vestuário, de -1,22% para -1,49%; Transportes, de -0,29% para -0,39%; e Saúde e Cuidados Pessoais, de 0,22% para 0,13%.
O IPC-S é calculado pelo FGV IBRE e acompanha a variação do custo de vida de famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos. O indicador considera oito grupos de despesas e tem abrangência nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador.
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Baixar áudioA Agência Nacional de Mineração (ANM) prorrogou, até 28 de setembro de 2026, o prazo para a divulgação da lista provisória anual dos cálculos da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (Cfem), devida aos entes federativos afetados pela atividade de mineração. A medida foi oficializada por meio da publicação da Resolução 246/2026.
Em nota publicada pela Agência CNM de Notícias, a Confederação Nacional de Municípios (CNM) destacou que a prorrogação da divulgação da lista provisória é importante para os municípios afetados pela atividade minerária, considerando que serve de base para a conferência das informações utilizadas pela ANM.
Após a publicação da lista, será possível verificar e solicitar eventuais correções de dados ou a revisão dos cálculos, conforme regulamentação da agência. Segundo a entidade, dessa forma, a alteração do cronograma posterga o início dessa etapa de análise e eventual manifestação dos municípios.
A Resolução da ANM também estende prazos processuais devido à indisponibilidade dos sistemas Protocolo Digital, Dados Cadastrais e Dados Minerários ocorrida entre 2 de abril a 13 de julho de 2026.
Pela norma, os prazos processuais com termo final dentro do período de abril a julho de 2026 e cujo cumprimento dependesse da utilização dos sistemas, também ficam prorrogados até 28 de setembro de 2026, às 23h59min59s.
A prorrogação não se aplica a obrigações cujo descumprimento possa gerar riscos à saúde, à vida, ao meio ambiente ou ao patrimônio. Além disso, a medida não afasta a responsabilidade dos titulares de direitos minerários quanto à segurança de suas operações e estruturas.
Confira demais situações alcançadas pela medida:
A Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM) foi instituída pela Constituição Federal de 1988 como uma contrapartida financeira paga pelas empresas mineradoras aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios pela exploração econômica dos recursos minerais em seus territórios.
Regras para a utilização dos recursos da CFEM
Segundo a ANM, a legislação determina que a CFEM não pode ser utilizada para pagar dívidas, exceto as contraídas com a União ou com entidades federais. Também é vedada a utilização dos recursos para pagar salários do quadro permanente de pessoal.
A aplicação dos repasses deve integrar a prestação de contas anual pelos beneficiários.
Em relação à área da educação, os recursos podem financiar despesas educacionais, incluindo o pagamento de professores da rede pública, especialmente os que atuam na educação básica em tempo integral.
A ANM ressalta que estados, Distrito Federal e municípios beneficiados devem divulgar anualmente a destinação dos valores recebidos. Além disso, pelo menos 20% da receita da CFEM deve ser aplicada em ações voltadas para:
A divulgação dessas informações deve seguir as regras da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011). Os dados detalhados sobre a arrecadação e a distribuição da CFEM podem ser consultados no portal da ANM, enquanto o Banco do Brasil disponibiliza a consulta dos repasses efetuados às contas dos entes federativos.
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