03/02/2026 04:35h

Cinco dos oito grupos de despesas tiveram variações positivas frente à 3ª quadrissemana

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Divulgado nesta segunda-feira (2) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) da quarta quadrissemana de janeiro subiu 0,59% e acumula variação de 4,60% nos últimos 12 meses.

Cinco das oito classes de despesas que compõem o índice apresentaram aumento nas suas taxas de variação. A maior contribuição para o resultado do IPC-S veio do grupo Transportes — cuja variação passou de um crescimento de 0,86% na terceira quadrissemana de janeiro para um de 1,18% na quarta —, seguido por Habitação (0,06% para 0,23%), Despesas Diversas (0,19% para 0,23%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,44% para 0,46%) e Educação, Leitura e Recreação (1,14% para 1,16%).

Enquanto os grupos Alimentação e Comunicação repetiram as taxas de variação da última apuração, de 0,70% e 0,00%, respectivamente, o grupo Vestuário foi o único a apresentar recuo, de -0,39% para -0,62%.

O IPC-S atua como um medidor a curto prazo da inflação para famílias de renda entre um e 33 salários mínimos, e pode auxiliar na identificação de tendências. O período avaliado pelo índice corresponde às quatro semanas entre os dias 31 de dezembro de 2025 e 31 de janeiro de 2026.

Com informações da FGV.

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03/02/2026 04:30h

Relatório da Firjan SENAI SESI destaca liderança fluminense na produção, desafios para ampliar a oferta ao mercado e impactos do preço do gás na competitividade industrial

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O estado do Rio de Janeiro mantém a liderança na produção de gás natural no Brasil. De acordo com a 8ª edição do relatório Perspectivas do Gás no Rio 2025-2026, elaborado pela Firjan SENAI SESI, o estado responde por 75% de todo o volume produzido no país, com uma produção diária de 137 milhões de metros cúbicos, resultado 20% superior ao registrado no ano anterior.

O estudo aponta que o mercado de gás natural atravessa uma transformação estrutural, impulsionada pelos cinco anos da Nova Lei do Gás, por avanços regulatórios, novos investimentos em infraestrutura e pela adoção de modelos de negócio mais flexíveis, incluindo novos contratos e o uso do biogás.

Nesse contexto, o Rio de Janeiro se consolida como o principal polo de movimentação e processamento de gás natural do Brasil. O relatório reforça que o gás natural deixou de ser apenas um insumo energético e passou a ocupar papel central na competitividade industrial e na segurança energética nacional.

Gás nacional efetivamente disponível ao mercado

Um dos principais desafios do setor é ampliar o aproveitamento do gás produzido internamente. Os dados indicam que, proporcionalmente, uma parcela menor da produção chegou ao mercado em 2025 quando comparada a 2021, passando de 42% para 33%.

Esse movimento não representa retrocesso na oferta, mas sim um crescimento da produção em ritmo superior ao da disponibilização ao mercado.

A entrada em operação do gasoduto Rota 3 e da Unidade de Processamento de Gás Natural (UPGN) do Complexo Boaventura foi determinante para ampliar o volume de gás nacional ofertado, revertendo a tendência de queda observada nos últimos anos.

Evolução do gás nacional disponível:

  • Brasil (2024–2025): de 50 milhões para 59 milhões de m³/dia (+18%)
  • Brasil (2021–2025): de 55 milhões para 59 milhões de m³/dia (+6%)
  • Rio de Janeiro (2024–2025): de 26 milhões para 33 milhões de m³/dia (+24%)
  • Rio de Janeiro (2021–2025): de 24 milhões para 33 milhões de m³/dia (+6%)

Preços do gás e competitividade no Rio de Janeiro

A Firjan SENAI SESI destaca que a redução dos preços do gás natural é essencial para ampliar a competitividade da indústria. A formação do preço final envolve toda a cadeia, da produção à distribuição, exigindo equilíbrio entre modicidade tarifária e retorno adequado aos investimentos.

No Rio de Janeiro, a composição do preço ao consumidor industrial é estimada em:

  • 13% referentes à molécula do gás;
  • 10% ao escoamento;
  • 36% ao processamento;
  • 21% ao transporte e à distribuição;
  • cerca de 20% em tributos.

A federação ressalta a importância de iniciativas que promovam a redução de custos em todas essas etapas, de forma coordenada, para fortalecer a competitividade do setor produtivo e garantir segurança jurídica aos investimentos.


 

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03/02/2026 04:25h

Segmentos otimistas em janeiro somam apenas nove e se concentram nas regiões Nordeste e Centro-Oeste

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O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) mostra que o número de segmentos industriais otimistas em janeiro de 2026 subiu de sete para nove em relação a dezembro do ano passado. Apesar do avanço, 20 setores industriais estão pessimistas. Os dados foram divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Os dados sinalizam uma melhora no sentimento dos empresários no início do ano. Porém, a especialista em Políticas e Indústria da CNI, Larissa Nocko, analisa que os resultados de janeiro não trazem mudanças significativas em comparação ao que foi observado na falta de confiança ao longo de 2025.

“Ainda é cedo para enxergar uma reversão desse quadro, uma vez que, embora o índice geral de confiança do empresário industrial tenha mostrado um avanço na passagem de dezembro de 2025 para janeiro de 2026, o estado geral continua sendo de falta de confiança. Então, ainda seria muito precoce apostar em uma continuidade, uma vez que o cenário não mudou de forma relevante em janeiro, na comparação com o que se apresentou ao longo de 2025 como um todo”, diz.

O ICEI varia de 0 a 100 pontos. Os valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário. Já os valores abaixo de 50 demonstram falta de confiança do empresário.

Segmentos pessimistas e otimistas

O índice de confiança da indústria caiu em 15 dos 29 setores industriais analisados, enquanto 14 setores registraram avanço em janeiro de 2026. Os resultados mostram que quatro setores passaram do cenário de falta de confiança para confiança e que dois setores fizeram a transição contrária, de confiança para falta de confiança.

O ICEI Setorial aponta que quatro setores estão com o menor índice de otimismo em janeiro. Entre os setores menos confiantes estão: Metalurgia (43,7 pontos); Couros e artefatos de couro (44,9 pontos); Celulose e papel (45 pontos); Vestuário e acessórios (45,5 pontos).

Já os setores mais confiantes, com índice acima de 50, são:

  • Impressão e reprodução: 53,4 pontos;
  • Perfumaria, limpeza e higiene pessoal: 52,6 pontos;
  • Farmoquímicos e farmacêuticos: 52,4 pontos;
  • Extração de minerais não-metálicos: 51,8 pontos.

Entre as pequenas indústrias, o ICEI continuou em 47,9 pontos. Em relação às de médio porte, o indicador subiu 0,7 ponto, para 49 pontos. Já entre as grandes empresas, o índice subiu 0,4 ponto, para 49,5 pontos. Apesar dos avanços, todos os portes de empresa continuam abaixo dos 50 pontos. Conforme a CNI, o fenômeno indica que os empresários seguem pessimistas. 

A publicação destaca que a falta de confiança tem se tornado menos intensa e disseminada entre as médias e grandes empresas.

Recorte regional

O cenário com predominância da falta de confiança entre os industriais também é observado no recorte por região geográfica. A região Nordeste foi a única a demonstrar confiança durante todo o ano de 2025 e manteve a maior alta do ICEI em janeiro de 2026, com avanço de 1,4 ponto, chegando aos 55,1 pontos. Já entre as indústrias localizadas no Centro-Oeste, o ICEI subiu 0,7 ponto, para 51,4 pontos.  

Em contrapartida, os empresários das demais regiões do país seguem sem confiança. No Sul o pessimismo é mais intenso. Entre os sulistas, o ICEI subiu 0,6 pontos, para 46,4 pontos. O Sudeste, por sua vez, teve alta sutil de 0,1 ponto, atingindo 47,3 pontos. 

A única região que apresentou variação negativa de 0,1 ponto foi a Região Norte, cujo ICEI alcançou 48,7 pontos. De acordo com o levantamento, o Norte do país apresenta falta de confiança há seis meses.

ICEI Setorial

Na atual edição do ICEI Setorial, a CNI consultou 1.642 empresas, sendo 671 de pequeno porte; 587 de médio porte; e 384 de grande porte, entre 5 e 14 de janeiro de 2026.
 

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03/02/2026 04:20h

Ministro defendeu a corte e individualizou condutas na abertura do Ano Judiciário de 2026

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“O protagonismo tem seus ônus e efeitos para a legitimidade institucional. Os ministros respondem pelas escolhas que fazem, as decisões que nós todos tomamos, os casos que priorizamos, a forma como nos comunicamos, tudo isso importa.”

Foi com essa declaração que o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, deu início ao ano judiciário em 2026. A fala ocorre em meio à acusações de parcialidade e decisões contraditórias de alguns integrantes da Suprema Corte brasileira, principalmente dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, envolvidos nas investigações da fraude bilionária relacionada ao Banco Master, liquidado no fim do ano passado pelo Banco Central.

Diante desse panorama, Fachin defendeu publicamente a criação do Código de Ética e de Conduta para o STF. Segundo o ministro, esse é o projeto central de sua gestão à frente da Corte, que terá a relatoria da ministra Carmen Lúcia, e é essencial para arrefecer a disputa entre os Poderes da República.

“A questão é a de saber se chegou a hora de o Tribunal sinalizar, por seus atos próprios, que o momento é outro. Minha convicção é que esse momento chegou. A fase agora é a da retomada plena da construção institucional de longo prazo. Cabe então refletir sobre a causa, e não apenas quanto aos sintomas”, avaliou o presidente do STF.

Eleições

As eleições de 2026 também ganharam menção do magistrado. Fachin exaltou a condução dos últimos pleitos pela Justiça Eleitoral, com foco no combate às informações falsas, e instruiu à Justiça se manter equidistante de quaisquer posições políticas.

“Se os tempos exigerem mais de nós, sejamos maiores que os desafios. Enquanto a magistratura brasileira permanecer íntegra e firme, a democracia permanecerá em pé com plena legitimidade”, finalizou Fachin.

Presenças

A cerimônia contou com a presença dos chefes dos outros dois poderes da República: o presidente do Executivo, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e os do Legislativo: Davi Alcolumbre (União-AP), presidente do Senado Federal, e Hugo Motta (Republicanos-PB), da Câmara dos Deputados

Os demais 9 ministros titulares do STF também marcaram presença, além de Jorge Messias, indicado por Lula para substituir o aposentado Luís Roberto Barroso e que deve ser sabatinado pelo Senado nas próximas semanas.

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03/02/2026 04:15h

Alcolumbre e Motta defendem priorizar matérias de interesse popular, como escala 6x1 e pacote anti-crime

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Os trabalhos do Poder Legislativo tiveram início nesta segunda-feira (2) com uma sessão solene conjunta entre deputados e senadores. O ano de 2026 marca os 200 anos da primeira sessão legislativa do Brasil, marco que foi ressaltado tanto pelo presidente do Congresso Nacional e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), quanto pelo mandatário da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).

No seu discurso, Alcolumbre defendeu o Legislativo como o poder da pacificação de conflitos, mas ressaltou que essa postura não significa omissão. “Este é o compromisso que assumo como Presidente do Congresso Nacional: não ampliar conflitos, mas ajudar a resolvê-los; não estimular extremismos, mas construir consensos possíveis; não fugir das tensões próprias da vida democrática, mas tratá-las com seriedade e com maturidade.”

Minutos antes, foi Hugo Motta quem fez uso da palavra. O paraibano anunciou as matérias prioritárias, acordadas com os líderes partidários, para discussão neste ano, que deve ser concentrado no primeiro semestre devido às eleições. Entre elas os pacotes de combate ao crime organizado, a PEC da Escala 6x1 e a ratificação do acordo União Europeia-Mercosul. “Conto com os nobres pares para fazermos de 2026 um ano de serenidade, de firmeza institucional e de entregas concretas”, concluiu Motta.

Executivo

O primeiro ato foi a leitura da mensagem do Poder Executivo com as entregas de 2025 e as prioridades para 2026. O texto foi apresentado pelo ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT-BA), e lido pelo 1º Secretário-Geral da Mesa da Câmara dos Deputados, deputado Carlos Veras (PT-BA). 

Os pontos destacados:

  • PIB cresceu pelo terceiro ano consecutivo;
  • Dólar teve a maior queda dos últimos nove anos;
  • Bolsa de Valores cresceu 34% em relação a 2024 e ultrapassou, pela primeira vez, a marca de 160 mil pontos;
  • Maior volume de investimentos estrangeiros dos últimos sete anos: US$77,7 bi;
  • Segundo destino mais atrativo para o capital externo;
  • Desemprego caiu para 5,2%, a menor taxa da série histórica;
  • Renda média dos trabalhadores subiu para R$ 3.574;
  • Registrada a menor inflação em sete anos (4,26%);
  • 521 novos mercados abertos às exportações;
  • Exportações atingiram a marca recorde de US$348,7 bilhões.

Para 2026, a Presidência da República alega estar comprometida com a responsabilidade fiscal e promete seguir investindo no desenvolvimento do país, com maior atração de capital exterior e aumento da renda das famílias. No âmbito do Legislativo, o Palácio do Planalto compartilha a priorização do combate ao crime organizado, com a PEC da Segurança Pública e o PL Antifacção, bem como a PEC da Escala 6x1 sem redução de salário, a regulação do trabalho por aplicativos e o esforço nacional para conter a onda de feminicídios.

Judiciário

Após realizar a abertura do Ano Judiciário, o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin, também compareceu à cerimônia do Legislativo. A intenção foi passar uma mensagem de união institucional com os demais poderes, além de se colocar à disposição para trabalhar nas questões de interesse nacional.

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03/02/2026 04:10h

Em Paranaguá, a soja marca o período em baixa; no Rio Grande do Sul, o trigo apresenta baixa

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A saca de 60 quilos da soja inicia esta terça-feira (3) com variação no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$119,54, com aumento de 0,15%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta leve baixa de 0,02%, sendo negociada a R$124,88.

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/02/2026 119,54 0,15% 0,15% 22,74
30/01/2026 119,36 -0,19% -11,98% 22,73
29/01/2026 119,59 0,34% -11,81% 23,03
28/01/2026 119,18 -0,54% -12,11% 22,85
27/01/2026 119,83 -1,12% -11,63% 23,02

 

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/02/2026 124,88 -0,02% -0,02% 23,75
30/01/2026 124,91 -0,27% -11,42% 23,79
29/01/2026 125,25 0,16% -11,18% 24,12
28/01/2026 125,05 0,23% -11,32% 23,97
27/01/2026 124,76 -2,18% -11,52% 23,97

Trigo

O preço do trigo apresenta queda no Paraná e a tonelada é negociada a R$1.168,03. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra desvalorização de 0,03%, sendo cotada a R$1.058,24.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
02/02/2026 1.168,03 -0,42% -0,42% 222,19
30/01/2026 1.172,98 0,12% -0,78% 223,38
29/01/2026 1.171,60 -0,28% -0,90% 225,65
28/01/2026 1.174,84 -0,13% -0,62% 225,24
27/01/2026 1.176,36 0,13% -0,49% 226,01

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
02/02/2026 1.058,24 -0,03% -0,03% 201,30
30/01/2026 1.058,60 0,16% 1,20% 201,60
29/01/2026 1.056,96 0,00% 1,05% 203,57
28/01/2026 1.056,96 -0,04% 1,05% 202,64
27/01/2026 1.057,34 0,31% 1,08% 203,14

Os dados são do Cepea.

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

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03/02/2026 04:05h

Veja os valores do café arábica, café robusta, açúcar cristal e do milho no mercado

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O preço do café arábica nesta terça-feira (3) registra baixa de 1,63% e a saca de 60 kg é negociada por R$2.060,33, na cidade de São Paulo.

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
02/02/2026 2.060,33 -1,63% -1,63% 390,73
30/01/2026 2.094,55 -0,65% -3,69% 398,89
29/01/2026 2.108,35 -2,23% -3,05% 406,08
28/01/2026 2.156,49 -1,33% -0,84% 413,44
27/01/2026 2.185,59 1,93% 0,50% 419,90

O café robusta apresentou desvalorização de 4,69% e está sendo negociado a R$1.155,13.


INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
02/02/2026 1.155,13 -4,69% -4,69% 219,07
30/01/2026 1.212,01 -1,26% -4,11% 230,82
29/01/2026 1.227,50 -0,93% -2,88% 236,42
28/01/2026 1.239,04 -3,37% -1,97% 237,55
27/01/2026 1.282,21 -0,61% 1,45% 246,34

Açúcar

O preço do açúcar cristal apresenta alta nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra alta, cotada a R$106,29.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/02/2026 106,29 1,33% 1,33% 20,22
30/01/2026 104,89 0,10% -4,64% 19,98
29/01/2026 104,78 0,17% -4,74% 20,18
28/01/2026 104,60 -0,33% -4,90% 20,05
27/01/2026 104,95 0,03% -4,58% 20,16

Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$108,30; a cotação média apresenta valorização de 0,94%.

INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/02/2026 108,30 0,94% 0,94% 20,59
30/01/2026 107,29 -1,18% -8,17% 20,51
29/01/2026 108,57 -0,10% -7,07% 20,90
28/01/2026 108,68 -1,67% -6,98% 20,96
27/01/2026 110,53 -0,08% -5,39% 21,10

Milho

A saca de 60 kg do milho é negociada a R$66,17, com alta de 0,11%.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/02/2026 66,17 0,11% 0,11% 12,59
30/01/2026 66,10 0,21% -4,89% 12,59
29/01/2026 65,96 0,14% -5,09% 12,70
28/01/2026 65,87 -0,53% -5,22% 12,63
27/01/2026 66,22 -0,70% -4,72% 12,72

Os dados são do Cepea.

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

  • O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
  • O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

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03/02/2026 04:00h

As cotações do frango congelado e do frango resfriado apresentam queda; carcaça suína também apresenta recuo

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O preço do boi gordo nesta terça-feira (3) apresenta valorização; a arroba está sendo negociada a R$327,20, no estado de São Paulo. 


INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
02/02/2026 327,20 0,09% 0,09% 62,24
30/01/2026 326,90 0,03% 2,41% 62,25
29/01/2026 326,80 0,25% 2,38% 62,94
28/01/2026 326,00 0,90% 2,13% 62,50
27/01/2026 323,10 0,12% 1,22% 62,07

Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentaram recuo. O frango congelado passou a ser negociado a R$ 6,92, com queda de 1%, enquanto o frango resfriado fechou a R$6,98, com baixa de 0,99%.


PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
02/02/2026 6,92 -1,00% -1,00%
30/01/2026 6,99 -1,13% -13,92%
29/01/2026 7,07 0,00% -12,93%
28/01/2026 7,07 -0,28% -12,93%
27/01/2026 7,09 -0,98% -12,68%

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
02/02/2026 6,98 -0,99% -0,99%
30/01/2026 7,05 -1,26% -13,39%
29/01/2026 7,14 0,00% -12,29%
28/01/2026 7,14 -0,28% -12,29%
27/01/2026 7,16 -1,10% -12,04%

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

A carcaça suína especial apresenta baixa de 0,27%, sendo negociada a R$11,10, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.

O suíno vivo registra queda na maior parte dos estados, com destaque para São Paulo, onde o animal é comercializado a R$7,05.


PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

Data Média Var./Dia Var./Mês
02/02/2026 11,10 -0,27% -0,27%
30/01/2026 11,13 0,00% -13,45%
29/01/2026 11,13 0,18% -13,45%
28/01/2026 11,11 0,00% -13,61%
27/01/2026 11,11 -1,86% -13,61%

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
02/02/2026 MG - posto 6,75 -4,66% -4,66%
02/02/2026 PR - a retirar 6,76 -0,44% -0,44%
02/02/2026 RS - a retirar 6,79 0,44% 0,44%
02/02/2026 SC - a retirar 6,73 0,30% 0,30%
02/02/2026 SP - posto 7,05 -0,56% -0,56%

Os valores são do Cepea.

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.

 

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02/02/2026 21:30h

Recursos vão reforçar medidas emergenciais em cidades do Pará, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais

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O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta segunda-feira (2), o repasse de R$ 1,6 milhão para ações de resposta em quatro municípios afetados por desastres. Receberão recursos cidades do Pará, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:

Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.

Como solicitar recursos

Estados e municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio ao MIDR. As solicitações são feitas pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise e aprovação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).

As informações são do MIDR

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02/02/2026 20:30h

Índice acompanhou o desempenho positivo do mercado externo, apesar da pressão de ações ligadas ao petróleo

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 O Ibovespa encerrou o último pregão em alta, retomando a trajetória positiva após duas quedas consecutivas. O principal índice da bolsa brasileira avançou 0,77%, aos 182.793,40 pontos, sustentado principalmente pelo bom desempenho dos mercados internacionais.

Ao longo do dia, o índice oscilou entre a mínima de 181.347,63 pontos e a máxima de 182.889,95 pontos. Segundo especialistas, o avanço foi impulsionado pelo cenário externo favorável, mas acabou limitado pela forte queda de ações do setor de petróleo, impactadas pelo recuo dos preços da commodity no mercado internacional.

Mesmo com a pressão pontual desses papéis, a avaliação é de que o movimento positivo reflete uma melhora no apetite por risco, acompanhando o comportamento das bolsas no exterior.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor  e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Wetzel S.A. Non-Cum Perp Pfd Registered Shs (MWET4): +56,61%
  • MRS Logistica S.A. (MRSA3B): +9,74%

Ações em queda no Ibovespa

  • Fictor Alimentos SA (FICT3):  −35,96%
  • Sequoia Logistica e Transportes SA (SEQL3): −22,35%

O volume total negociado na B3 foi de R$28.564.569.116, em meio a 4.162.475  negócios.

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.  
 

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