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Baixar áudioA Região Sul terá uma terça-feira (18) marcada por muitas nuvens e possibilidade de chuva em diferentes áreas. A instabilidade será mais evidente no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina.
Em Porto Alegre, a temperatura varia entre 18 e 25°C. A previsão indica muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada pela manhã, pancadas durante a tarde e pancadas de chuva com trovoadas isoladas à noite.
Florianópolis terá mínima de 17°C e máxima de 24°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas durante a tarde. À noite, ainda há possibilidade de chuva isolada.
Em Curitiba, os termômetros ficam entre 16 e 27°C. O dia começa com muitas nuvens e há possibilidade de chuva isolada à tarde.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoPoucas nuvens predominam na região, com temperaturas elevadas e umidade mínima chegando a 15%
Baixar áudioO Centro-Oeste terá uma terça-feira (18) de tempo predominantemente firme, poucas nuvens e temperaturas elevadas. A umidade relativa do ar pode cair para níveis baixos durante a tarde, principalmente em áreas de Mato Grosso, Goiás e Mato Grosso do Sul.
Em Cuiabá, a mínima será de 25°C e a máxima chega a 38°C, com poucas nuvens durante todo o dia. A umidade pode variar entre 15% e 40%.
Campo Grande terá temperaturas entre 23 e 37°C, também com poucas nuvens. Em Goiânia, os termômetros variam de 23 a 36°C, enquanto Brasília terá mínima de 16°C e máxima de 30°C.
A previsão indica ventos fracos a moderados em diferentes períodos, com possibilidade de rajadas durante a tarde em algumas localidades.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Sudeste terá uma terça-feira (18) com variação de nebulosidade e temperaturas amenas pela manhã, seguidas de elevação durante a tarde.
Em Belo Horizonte, os termômetros variam entre 13 e 28°C, com poucas nuvens durante todo o dia. Vitória terá mínima de 17°C e máxima de 26°C, também com poucas nuvens.
No Rio de Janeiro, a temperatura fica entre 17 e 31°C. O dia começa com muitas nuvens, mas a previsão indica redução da nebulosidade durante a noite.
Em São Paulo, a mínima será de 16°C e a máxima de 29°C. A previsão indica muitas nuvens pela manhã e à tarde, com poucas nuvens à noite.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Região Norte terá uma terça-feira (18) marcada por calor, muitas nuvens e ocorrência de chuva em pontos isolados. No Amazonas, Amapá e Roraima, a previsão indica aumento da nebulosidade e possibilidade de chuva principalmente durante a tarde e à noite.
Em Manaus, os termômetros variam entre 27 e 36°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada à tarde. Em Macapá, a temperatura fica entre 24 e 33°C, com pancadas de chuva isoladas durante a tarde e a noite.
Boa Vista terá mínima de 26°C e máxima de 33°C, com possibilidade de chuva isolada à tarde e à noite. Em Porto Velho, a máxima chega a 38°C, com pancadas de chuva isoladas à tarde. Já Rio Branco varia entre 22 e 35°C, com pancadas de chuva isoladas ao longo do dia.
Em Belém, a temperatura fica entre 24 e 34°C, com possibilidade de chuva isolada durante a tarde e a noite. Palmas terá tempo mais firme, com poucas nuvens e máxima de 36°C.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA previsão para esta terça-feira (18) indica muitas nuvens e possibilidade de chuva no litoral do Nordeste, enquanto áreas do interior terão tempo mais estável e temperaturas elevadas.
Em Aracaju, a mínima será de 23°C e a máxima de 27°C, com muitas nuvens e pancadas de chuva ao longo do dia. Maceió também terá chuva, com temperaturas entre 23 e 28°C. Em Recife, a máxima chega a 28°C, com pancadas de chuva pela manhã e à noite.
João Pessoa terá temperaturas entre 24 e 28°C, com possibilidade de chuva isolada à tarde e à noite. Em Natal, os termômetros variam de 23 a 29°C, com muitas nuvens pela manhã e à noite.
Em Salvador, a mínima será de 23°C e a máxima de 27°C, com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. Fortaleza terá tempo mais firme, com poucas nuvens e máxima de 31°C.
No interior, o calor aumenta. Teresina chega a 36°C, com poucas nuvens durante todo o dia. São Luís terá máxima de 33°C e muitas nuvens, enquanto o litoral maranhense pode ter períodos de maior nebulosidade.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioA Confederação Nacional da Indústria (CNI) defende a criação, a partir de 2027, de uma nova agenda para ampliar os investimentos em saneamento básico e acelerar o avanço do país em direção às metas de universalização previstas para 2033. Entre as medidas propostas está a mobilização de estados que ainda não avançaram em projetos de concessão dos serviços de abastecimento de água e coleta e tratamento de esgoto.
A proposta foi apresentada durante o Encontro Nacional das Águas e o Saneamento Brasil Summit, promovido pela Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto (ABCON SINDCON), na quarta-feira (12), em São Paulo. Segundo a CNI, a articulação entre poder público, empresas de saneamento e setor produtivo será necessária para ampliar a cobertura dos serviços e garantir a execução dos investimentos previstos.
A CNI defende que, a partir de 2027, seja estabelecida uma agenda para que esses estados sejam mobilizados para elaborar e aprovar novos planos. A explicação é do diretor de Relações Institucionais da CNI, Roberto Muniz, que aponta a necessidade de expansão dos serviços de coleta e tratamento de esgoto e distribuição de água de forma adequada. “Um país que tem saneamento é um país melhor, mais justo e com mais possibilidade de desenvolvimento”, afirmou Muniz.
Segundo o diretor, o Marco Legal do Saneamento Básico, publicado em 2020, modificou o ambiente de investimentos no setor e ampliou as condições para a participação privada. Atualmente, 2.720 municípios têm prestadoras privadas de saneamento básico, o equivalente a 48,8% das cidades brasileiras. “O desafio agora é consolidar esse novo ciclo e criar uma resposta institucional coordenada, capaz de aproximar indústria, empresas de saneamento e poder público”, disse.
Na avaliação de Muniz, o avanço dos investimentos também depende das condições econômicas e regulatórias. Entre os obstáculos apontados estão as taxas de juros elevadas, a necessidade de segurança regulatória e a sustentabilidade financeira dos contratos.
Representantes do setor também discutiram as condições necessárias para que os projetos contratados sejam executados e ampliem efetivamente o atendimento à população. Segundo a diretora-presidente da ABCON SINDCON, Christianne Dias, a discussão sobre a universalização passou a se concentrar na execução dos contratos. “Hoje, a questão que nos reúne é saber como garantir as condições para que os contratos sejam executados e se convertam em atendimento para a população”, destacou.
O presidente do Conselho de Administração da ABCON SINDCON, Paulo Roberto de Oliveira, também apontou a expectativa de um novo ciclo de investimentos e implementação de projetos a partir de 2027, com foco na ampliação dos serviços e no avanço em direção às metas de universalização previstas para 2033.
A discussão sobre saneamento também foi relacionada ao déficit de infraestrutura do país. Segundo dados apresentados pelo diretor de Relações Institucionais da CNI, o Custo Brasil é estimado em R$ 1,7 trilhão por ano, do qual cerca de R$ 300 bilhões estão associados a problemas de infraestrutura.
De acordo com Muniz, o Brasil investe atualmente cerca de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em infraestrutura, enquanto o patamar considerado necessário seria de pelo menos 4%. Do total investido atualmente, quase 70% têm origem no setor privado.
Muniz comparou o percentual brasileiro com o de outros países e afirmou que a China investe 6,1% do PIB em infraestrutura e a Índia, 4,5%. O tema do saneamento também foi relacionado a áreas como saúde, meio ambiente e atividade econômica.
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Baixar áudioO combate à degradação da terra, a recuperação de áreas degradadas e as estratégias de adaptação aos efeitos da seca estarão no centro das discussões da 17ª Conferência das Partes (COP17) da Convenção das Nações Unidas para o Combate à Desertificação (UNCCD). O encontro começa nesta segunda-feira (17), em Ulaanbaatar, na Mongólia, com a participação do Brasil e de representantes de outros países.
A conferência segue até 28 de agosto e reúne 196 países e a União Europeia. Com o tema “Restaurando a terra. Restaurando a esperança”, o encontro também aborda proteção do solo, segurança hídrica e alimentar e mecanismos de cooperação e financiamento para regiões afetadas pela desertificação.
A participação brasileira terá como um dos espaços o Pavilhão Brasil, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) e pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). A programação prevê apresentações sobre as Metas Voluntárias de Neutralidade da Degradação da Terra, o Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB-Brasil) e o Programa Recaatingar.
Para o presidente da ApexBrasil, Laudemir Müller, o encontro permite compartilhar iniciativas brasileiras relacionadas à restauração e à gestão sustentável da terra.
“Ao levar exemplos como o Programa Recaatingar e o Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação, temos a oportunidade de compartilhar com a comunidade internacional nossas ações e reforçar nosso compromisso com soluções sustentáveis para a gestão da terra”, destacou.
A participação das instituições brasileiras na COP17 ocorre em um momento em que a degradação do solo, desertificação e seca também afetam o território nacional. As discussões terão atenção às regiões semiáridas e subúmidas secas, especialmente à Caatinga e ao Cerrado, e abordarão conservação do solo, adaptação às mudanças climáticas e participação de povos e comunidades tradicionais no uso sustentável dos territórios.
Nesse cenário, o Brasil apresentará instrumentos como o Plano de Ação Brasileiro de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca (PAB-Brasil) e as Metas Voluntárias de Neutralidade da Degradação da Terra, que envolvem ações de prevenção, recuperação de áreas degradadas e aumento da resiliência das populações afetadas pela seca.
A programação também inclui o Programa Recaatingar, voltado à recuperação de áreas degradadas da Caatinga por meio da restauração da vegetação nativa e de práticas sustentáveis de uso da terra. A experiência brasileira coloca em discussão a relação entre preservação ambiental, disponibilidade de água, produção e condições de vida das populações que dependem desses territórios.
A conferência, que vai até o dia 28 de agosto, ocorre em um país diretamente afetado pelo problema discutido no encontro. Cerca de 77% do território da Mongólia sofre com a degradação da terra, cenário que ameaça o desenvolvimento econômico e o modo de vida de aproximadamente um terço da população.
A programação do Pavilhão Brasil também inclui apresentações de planos estaduais de combate à desertificação, elaborados em parceria com instituições de ensino e pesquisa e organismos públicos e privados.
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Baixar áudioAs eleitoras e os eleitores que estiverem fora do domicílio eleitoral no dia das eleições têm até o dia 20 de agosto para solicitar o voto em trânsito. A solicitação temporária do local de votação pode ser feita pela página do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na internet ou nos cartórios eleitorais em todo o país.
O voto em trânsito permite ao eleitor votar fora de sua cidade no dia do pleito, em outro município, desde que seja capital ou cidade com mais de 100 mil eleitores.
A medida não pode ser solicitada para eleitores com domicílio eleitoral no Brasil que estiverem viajando para o exterior.
O pedido de voto em trânsito pode ser feito para cidades distintas em cada um dos turnos. Além disso, alterações ou cancelamentos das solicitações poderão ser feitos até o dia 20 de agosto.
O pedido de habilitação para voto em trânsito deve ser feito de forma online pelo Autoatendimento Eleitoral ou em um cartório eleitoral de forma parcial.
Na solicitação eletrônica, o eleitor deve clicar no menu "Fazer Transferência temporária do local de votação". Em seguida, deve preencher os dados, consultar os locais com vagas disponíveis e seguir as orientações da página.
Já em caso de atendimento presencial, basta apresentar um documento oficial com foto no cartório eleitoral mais próximo.
Se o local informado estiver dentro do mesmo estado do domicílio eleitoral, a pessoa poderá votar para todos os cargos em disputa, sendo: deputado federal, estadual, distrital, governador, senador e presidente da República.
Já caso a solicitação for para uma cidade fora do estado, o eleitor estará habilitado apenas a votar no Poder Executivo.
Em caso de não comparecimento ao local de votação no dia do pleito, o eleitor deverá fazer a justificativa de ausência, disponibilizada por meio do aplicativo e-Título.
Os eleitores que possuem título registrado no exterior poderão solicitar voto em trânsito se estiverem de passagem pelo Brasil. Nesse caso, o voto só poderá ser exercido para o cargo de presidente.
Conforme o calendário eleitoral, o 1º turno está marcado para o dia 4 de outubro. Nesta data, serão escolhidos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.
Se houver, o 2° deve ocorrer no dia 25 de outubro de 2026 com votação para governadores e presidente da República.
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Baixar áudioMais de R$ 400 milhões arrecadados com a exploração mineral foram repassados recentemente a estados, ao Distrito Federal e a municípios produtores. Os recursos correspondem à Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), conhecida como royalty da mineração, arrecadada em julho e distribuída pela Agência Nacional de Mineração (ANM).
Do valor total, cerca de R$ 90 milhões foram destinados aos estados e ao Distrito Federal. Os municípios ficaram com mais de R$ 350 milhões. Entre os estados, Minas Gerais lidera o recebimento dos recursos, com mais de R$ 40,3 milhões, seguido pelo Pará, que recebeu mais de R$ 37,5 milhões.
Um relatório divulgado pela ANM disponibiliza a relação completa dos valores distribuídos por estados e municípios.
O mês de julho deu início à transição do sistema de arrecadação da CFEM, que passou a ser operado pela Plataforma de Gestão de Recursos Minerais (PGRM) no dia 7 de julho de 2026. Segundo a ANM, a nova plataforma foi responsável por 88,92% da arrecadação total.
A modernização também incluiu o Pagtesouro, sistema para pagamento de pix, como modalidade de pagamento disponível. A ferramenta registrou 1.129 operações, o que representa 11,55% das transações do período.
Pela legislação, os recursos da CFEM não podem ser empregados no pagamento de dívidas, exceto aquelas contraídas junto à União ou a entidades federais. Além disso, os valores também não podem ser usados para custear despesas permanentes com pessoal.
No entanto, há uma exceção para a área da educação. Nesse caso, os recursos podem ser aplicados em despesas educacionais, incluindo o pagamento de professores da rede pública, principalmente os que atuam na educação básica em tempo integral.
A norma também determina que, preferencialmente, pelo menos 20% da arrecadação seja utilizada em iniciativas voltadas à diversificação econômica, à exploração mineral sustentável e ao desenvolvimento de pesquisas científicas e tecnológicas.
Estados, Distrito Federal e municípios que recebem a compensação devem divulgar anualmente a forma como os recursos foram utilizados. A exigência segue as regras da Lei de Acesso à Informação (Lei nº 12.527/2011).
Os valores detalhados dos repasses podem ser consultados nos portais da Agência Nacional de Mineração e do Banco do Brasil.
Copiar o textoSaiba as principais causas e tratamentos para dor na nuca
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Baixar áudioA dor na nuca, região atrás do pescoço, costuma estar ligada ao uso excessivo do celular e postura incorreta. Segundo o ortopedista Dr. Nelson Astur Neto (CRM: 125.010/SP), “ajustar a altura da tela e evitar inclinar a cabeça para frente pode prevenir grande parte dos casos”.
Torcicolo, artrose (em pessoas acima dos 50) e hérnia de disco também causam dor na região. Fique atento se houver formigamento ou fraqueza nos braços, dor com febre ou início súbito e intenso, nesses casos, procure atendimento imediato.
A dor pode estar ainda relacionada à cefaleia tensional ou até fibromialgia, especialmente se vier com cansaço e dores em todo o corpo.
Alongamentos, travesseiro adequado e pausas ao longo do dia ajudam a prevenir.
“A dor na nuca nem sempre é simples. Observe os sinais e cuide da postura”, reforça o especialista.
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