10/01/2026 04:55h

Quanto posso beber de álcool na semana?

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Você sabe qual é o limite seguro para consumir bebidas alcoólicas?

“Homens podem tomar até 2 doses por dia. Mulheres, apenas uma,” explica o neurologista Dr. Leonel Takada (CRM: 112.075/SP). Uma dose equivale a uma cerveja (350 ml), uma taça de vinho ou uma dose de destilado (40 ml). O máximo por semana é 14 doses para homens e sete para mulheres.

O excesso pode causar danos sérios ao cérebro e à saúde. E nunca beba se for dirigir. Segurança vem em primeiro lugar.

Veja ao vídeo com a explicação do especialista clicando aqui.

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10/01/2026 04:25h

O ano de 2026 se desenha como um período de intensa movimentação para o setor mineral, influenciado por fatores políticos e econômicos que impactam diretamente a dinâmica dos investimentos e das políticas públicas no Brasil e no mundo.

O ano de 2026 se desenha como um período de intensa movimentação para o setor mineral, influenciado por fatores políticos e econômicos que impactam diretamente a dinâmica dos investimentos e das políticas públicas no Brasil e no mundo.

No cenário internacional, a persistência de conflitos armados e o acirramento das disputas geopolíticas seguem moldando as cadeias globais. Nesse contexto, os minerais críticos possuem um papel central, tornando-se ativos fundamentais para a segurança energética e industrial.

No plano nacional, as eleições tendem a influenciar diretamente a agenda legislativa, regulatória e institucional, especialmente em setores estratégicos como a mineração.

Sob a ótica setorial, a transição energética permanece como principal vetor de crescimento da mineração. A perspectiva de demanda por minerais críticos — essenciais para a produção de baterias, energias renováveis, eletromobilidade e tecnologias avançadas — impulsionará novos projetos e a ampliação de operações existentes.

Pelo menos é o que todos nós do setor esperamos!

No âmbito das políticas públicas, ganham destaque os Projetos de Lei 2.780/2024, que tramita na Câmara dos Deputados, e  4.443/2025, no âmbito do Senado Federal, que tratam da instituição da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, além do PL 3025/2023, que trata da implantação de uma sistemática de rastreabilidade de ouro, todos debates com forte atuação e representatividade da Frente Parlamentar da Mineração Sustentável.

Nesse contexto da Política Nacional de Minerais Críticos e Estratégicos, os principais pontos a serem discutidos serão a criação de mecanismos de garantia para fins de financiamento, a concessão de benefícios fiscais voltados à agregação de valor, e a rastreabilidade de minérios ao longo da cadeia. Essas medidas são fundamentais para ampliar a competitividade da mineração nacional, estimular a verticalização produtiva e atrair investimentos de longo prazo.

Espera-se, ainda, que o urânio passe a integrar de forma definitiva a pauta estratégica do País. Questões relevantes permanecem em aberto, como a definição do futuro de Angra 3, a edição de um decreto que discipline a relação público-privada no segmento de mineração de minerais radioativos e o avanço do licenciamento ambiental do projeto de Santa Quitéria, considerado essencial para o modelo de negócios do setor.

No campo regulatório, a Agência Nacional de Mineração (ANM) possui uma agenda robusta prevista para 2026, com a edição de diversas resoluções, como garantias financeiras para a execução do fechamento de mina; simplificação dos processos de outorga; Declaração de Utilidade Pública, servidão minerária e desapropriação.

Soma-se a isso a expectativa diante das mudanças ocorridas em 2025, como a entrada de novos servidores, a introdução da Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Compensação Financeira pela Exploração Mineral e a publicação da versão final da resolução que dispõe sobre os procedimentos para apuração das infrações, sanções e os valores das multas. Não obstante, e para a infelicidade do setor, a aguardada modernização tecnológica da instituição, que permita uma melhor gestão e celeridade dos processos, ainda não se concretizou.

Nesse contexto, as associações do setor tendem a ganhar relevante protagonismo. Entidades representativas, como a recém-criada Associação de Minerais Críticos (AMC), passarão a desempenhar papel fundamental na interlocução com o poder executivo, com o Congresso Nacional e com os atores políticos envolvidos no processo eleitoral, o que, sem dúvida alguma, ensejará o debate de temas relevantes. A crescente relevância do tema dos minerais críticos coloca a mineração de forma definitiva no centro do debate.

Apesar das oportunidades e dos avanços legislativos relacionados à matéria ambiental, os desafios persistem. O licenciamento ambiental segue como um dos principais pontos de imprevisibilidade e insegurança jurídica. O setor deverá ampliar o debate com órgãos federais inseridos no processo de licenciamento e com o Ministério Público, nos quais, por vezes, acidentes envolvendo barragens continuam a impactar a percepção de risco e a segurança jurídica.

Infelizmente, um pequeno sentimento pessimista assola o setor, pois ficam dúvidas se o processo eleitoral, as ações políticas e as alterações regulatórias promoverão a segurança jurídica e a desburocratização necessárias para atração de investimentos e desenvolvimento do potencial mineral do País.

Ainda assim, é inegável que a nova economia, a transição energética e a melhoria da qualidade de vida demandada pela sociedade somente serão viáveis com a mineração.

Frederico Bedran - Advogado e Geólogo, sócio do Frederico Bedran Advogados, Diretor da AMC – Associação de Minerais Críticos, membro do Conselho Consultivo de Brasil Mineral.

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Projeto itinerante de cursos de tecnologia capacitou estudantes em quatro estados e no DF desde 2024 e deve ultrapassar 20 mil formações em 2026

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A iniciativa Carreta Digital, criada em 2024 pelo Ministério das Comunicações, em parceria com a Rede Brasileira de Certificação, Pesquisa e Inovação (RBCIP), encerrou 2025 com 9,8 mil jovens formados em cursos básicos de tecnologia. O programa, que funciona em um caminhão adaptado e percorre regiões com pouca oferta de formação tecnológica, registrou mais de 8 mil certificações só no ano passado.
 
A expansão do programa em 2026 está prevista para superar 20 mil capacitações e aumentar o número de cidades atendidas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, a iniciativa tem papel importante no campo profissional brasileiro. "Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade".
 
Lançado inicialmente como um projeto piloto, a carreta passou pelo Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Maranhão e, mais recentemente, Pernambuco, onde 85 jovens concluíram o curso antes do recesso de dezembro.
 
A estrutura utiliza um espaço conhecido como Espaço Maker, equipado para aulas presenciais. Todos os cursos priorizam atividades práticas e aproximam os estudantes das demandas reais do mercado de trabalho.
 
A coordenadora nacional do projeto, Aline Marcon, destaca que a proposta atua diretamente na inclusão social e produtiva da juventude.“A RBCIP tem o compromisso de tirar a inovação dos laboratórios e levá-la para onde ela é mais necessária: o coração das comunidades brasileiras. A Carreta Digital não é apenas um laboratório itinerante; é uma ponte direta para o mercado de trabalho e para a cidadania digital”, ressaltou.

Cursos oferecidos

A proposta central é oferecer formação rápida e prática em:
 
● Robótica
● Manutenção de celulares
● Montagem de computadores de alto desempenho (PC Gamers)

Estudantes formados por estado

Estado Alunos capacitados
Maranhão 3.007
Distrito Federal 2.526
Mato Grosso do Sul 2.307
Rio Grande do Sul 1.962
Pernambuco 85

Fonte: MCom

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10/01/2026 04:10h

Segundo a ApexBrasil, a entrada em vigor do Acordo levaria a aumento das exportações em mais de US$7 bilhões com as reduções e eliminações tarifárias previstas pelo tratado

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Vinte e seis anos após o início das negociações, o Conselho da União Europeia aprovou, nesta sexta-feira (9), a assinatura do acordo de livre comércio com o Mercosul. A efetivação do Tratado conformará o maior bloco de livre comércio do mundo, composto por 31 países, mais de 720 milhões de habitantes e economias que, juntas, somam US$ 22 trilhões em produto interno bruto.

Pelas regras do bloco europeu, para ser aprovada no conselho, a proposta tinha de obter o aval de Estados-membros cujas populações representassem, em conjunto, 65% da população da União Europeia.  Segundo a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, nesta sexta-feira, formou-se a ampla maioria favorável ao acordo. A assinatura está prevista para o próximo sábado, dia 17 de janeiro, em Assunção, no Paraguai, que exerce a presidência pró-tempore do Mercosul.

Para o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana, o resultado reflete um esforço político e institucional consistente, com protagonismo do governo brasileiro. 

“Esse acordo segue no sentido contrário ao que o mundo está andando. A própria Organização Mundial do Comércio perdeu importância, e nós estamos falando aqui do maior acordo econômico do mundo”, afirmou Jorge Viana. 

Já o chefe de Assuntos Estratégicos da ApexBrasil Europa, Aloysio Nunes, estima que as exportações brasileiras para o Velho Continente, nosso segundo maior parceiro comercial, devem aumentar em US$7 bilhões.

“A União Europeia é um mercado de alto poder aquisitivo, cujas regras têm uma influência muito grande sobre o conjunto do comércio mundial. E nós, a partir desse acordo, vamos ter um acesso muito maior ao mercado da União Europeia. Portanto, isso vai levar as empresas brasileiras a ganhos de produtividade, de previsibilidade e de redução de burocracia”, celebrou.

O acordo prevê reduções e eliminações tarifárias de importação de produtos e mercadorias de todos os setores econômicos. Mais de 90% das taxas dos dois blocos devem ser extintas em até 15 anos. Para máquinas e equipamentos de transporte, como motores e geradores para energia elétrica, autopeças e aviões, esses benefícios passarão a valer tão logo o Tratado entre em vigor. Para diversas commodities, como soja, minério de ferro, petróleo, açúcar, café e carnes – os principais produtos exportados pelo Brasil –, a redução se dará de forma gradativa até alcançar a liberalização total, sujeitando-se, apenas, a quotas de importação. 

“Ainda que em relação à carne, por exemplo, a cota seja bastante reduzida, a União Europeia vai continuar importando carne brasileira, vai continuar importando daqui pagando uma tarifa maior. Nós não perderemos esse mercado”, garantiu Nunes.

Próximos passos

Há algumas etapas a serem cumpridas antes de que o Acordo comece de fato a valer. Após a assinatura, os textos deverão ser traduzidos para os idiomas de todos os países que formam os dois blocos e aprovados pelos legislativos da região.

Da mesma forma, no Mercosul, sua vigência ocorrerá à medida que os parlamentos do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai ratifiquem o texto.

Para aprovação da parte estritamente comercial, é necessária apenas maioria simples do Parlamento Europeu. O pilar político, em contrapartida, que abrange temas como democracia, multilateralismo e cooperação institucional, precisará ser submetido aos legislativos dos 27 países da União Europeia. 

No Mercosul, sua vigência ocorrerá à medida que os parlamentos de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai ratifiquem o texto. 

Ganhos para o Brasil

O Brasil tende a ser o país mais beneficiado com o acordo. Segundo estimativas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o tratado pode provocar um crescimento acumulado de 0,46% no PIB do Brasil até 2040, com saldo equivalente a US$9,3 bilhões.

Setorialmente, o agronegócio brasileiro é o que deve ter os maiores ganhos. 77% das tarifas de importação dos produtos agropecuários enviados pelo Mercosul para o bloco europeu devem ser eliminadas. O crescimento da atividade é calculado em mais de US$11 bilhões.

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10/01/2026 04:05h

Dos US$ 348 bilhões faturados no comércio exterior no ano passado, US$ 169 bilhões vieram de produtos produzidos no campo

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Tarifaço dos Estados Unidos, conflitos no leste europeu ou oriente médio, enfraquecimento do multilateralismo global e até mesmo um surto de gripe aviária em granja comercial. Apesar de todas as dificuldades enfrentadas em 2025, o setor agropecuário teve um desempenho histórico no mercado internacional, com crescimento de 3% nas vendas e US$ 169,2 bilhões em receitas com exportações.

O valor corresponde a 48,5% dos US$ 348,7 bilhões de faturamento do país no ano passado. O resultado foi impulsionado pelo aumento de 3,6% no volume de produtos enviados ao exterior, desempenho que compensou a queda de 0,6% nos preços médios.

Para o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, a colheita recorde de grãos na safra 2024/2025, a expansão da produtividade das proteínas animais, com o Brasil se tornando o maior produtor mundial de carne bovina, e a diversificação de mercados para essa produção foram essenciais na superação dos empecilhos. “525 novos mercados abertos. É emprego, renda, oportunidade. Inflação dos alimentos aqui controlada. Produzimos tanto, o preço cai aqui dentro, sobra excedente para exportar, o Brasil cresce e o trabalho não para”, exaltou. 

A contagem dos novos destinos remete a 2023, em estratégia coordenada pelo governo federal, com ações entre o Mapa, o Ministério das Relações Exteriores (MRE), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e a ApexBrasil.

Segundo o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luis Rua, a iniciativa trouxe sozinha US$ 4 bilhões em receitas cambiais adicionais, com benefícios para toda a gama de produtos brasileiros, não somente os mais tradicionais em que o país já se destaca. “Carne bovina aumentando 40%, o café 31%, as frutas aumentando 12%. Mas mais importante ainda, os produtos menos tradicionais, aqueles que a gente tá começando a exportar e que dado o trabalho de abertura de mercados, incrementamos 15%. Veja o exemplo do gergelim para China, que a gente abriu no final de 2024, já exportou 170 milhões”, destacou Rua.

Ranking de mercados

Os principais compradores de produtos agropecuários brasileiros foram:

  1. China:  US$ 55,3 bilhões, 32,7% das exportações e crescimento de 11% em relação a 2024; 
  2. União Europeia: US$ 25,2 bilhões, 14,9% das exportações e aumento de 8,6%; 
  3. Estados Unidos: US$ 11,4 bilhões, 6,7% das exportações e queda de 5,6% em relação a 2024.

Destaque ainda para mercados que expandiram suas compras de produtos agropecuários brasileiros: Paquistão (US$ 895,6 milhões; +122%), Argentina (US$ 573,79 milhões; +29%), Filipinas (US$ 332,6 milhões; +9,18%), Bangladesh (US$ 256,75 milhões; +4,64%), Reino Unido (US$ 231,5 milhões; +3%) e México (US$ 217 milhões; +2%).

Principais produtos

Entre os principais produtos da pauta exportadora, a soja em grãos manteve-se como o principal item, gerando US$ 43,5 bilhões em receitas cambiais (+1,4%), com volume embarcado recorde de 108,2 milhões de toneladas, aumento de 9,5%. A carne bovina também registrou recorde, com receitas de US$ 17,9 bilhões (+39,9%) e incremento de 20,4% em volume. Durante o ano de 2025, foram abertos 11 mercados para a carne bovina brasileira. As miudezas de carne bovina também tiveram expansão, com incremento de 20,6% em valor (US$ 605 milhões) e de 16,9% em volume (267 mil toneladas), e aberturas comerciais relevantes, como Indonésia e Filipinas.

Ainda no setor de proteínas animais, destaque para o incremento de 19,6% no valor e de 12,5% no volume exportado de carne suína, tornando o Brasil, pela primeira vez, o terceiro maior exportador mundial do produto, e para o aumento de 0,6% no volume exportado de carne de frango, mesmo diante de um cenário desafiador no ano anterior, em função do primeiro e único caso registrado de influenza aviária em granjas comerciais.

O café, outro produto tradicional da pauta exportadora, apresentou crescimento de 30,3% em valor, totalizando US$ 16 bilhões, impulsionado por preços internacionais que atingiram níveis históricos, tanto para o café verde quanto para o café solúvel. Destaque também para o incremento no valor e no volume exportado de frutas (+12,8% e +19,7%, respectivamente), além da abertura de 26 mercados nos últimos três anos, e para os pescados (+2,6% em valor e +17% em volume).

O DDG de milho (grãos secos de destilaria), coproduto da produção de etanol, também apresentou crescimento de 4,3% em volume (825 mil toneladas). Como exemplo, a Turquia passou de US$ 35,6 milhões para US$ 62,7 milhões em compras desse produto (+76,1%). Já os feijões tiveram desempenho recorde em 2025, com aumento de 32% em valor (US$ 443 milhões) e de 55,5% em volume (533 mil toneladas), em comparação com o ano anterior.

Diversos itens que não compõem o grupo principal de commodities alcançaram marcas históricas em 2025, quando comparados a 2024:

  • Pimenta piper seca ou triturada: US$ 517,81 milhões em valor (+81,1%) e 803 mil toneladas (+34,6%)
  • Amendoim: US$ 366,9 milhões em valor (+1,9%) e 311,5 mil toneladas (+37,3%)
  • Óleo de amendoim: US$ 264,6 milhões em valor (+147,4%) e 173 mil toneladas (+180,4%)
  • Melões frescos: US$ 231,5 milhões em valor (+24,9%) e 283,4 mil toneladas (+16,4%)
  • Castanha de caju: US$ 75,8 milhões em valor (+72,7%) e 16,6 mil toneladas (+120,2%)
  • Importações, balança e superávit

As importações de produtos agropecuários no ano passado somaram US$ 20,2 bilhões, um aumento de 4,4% em relação a 2024. Com isso, a corrente de comércio agropecuário no último ano foi de US$ 189,4 bilhões, e o saldo da balança comercial do agronegócio, ou seja, a diferença entre o que o setor vendeu e o que comprou do exterior, fechou o ano com um superávit de US$ 149,07 bilhões.

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10/01/2026 04:00h

A relação contempla as unidades de saúde finalistas do Prêmio Melhores Hospitais Públicos do Brasil, cuja premiação está prevista para maio de 2026

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Um levantamento inédito aponta os 100 melhores hospitais públicos do Brasil, com destaque para o estado de São Paulo, que concentra o maior número de unidades selecionadas: 30. Em segundo lugar está Goiás, com 10 hospitais. Na sequência aparecem Pará e Santa Catarina, com sete unidades cada.

Distribuição dos hospitais por estado:

  • São Paulo (30)
  • Goiás (10)
  • Pará (7)
  • Santa Catarina (7)
  • Pernambuco (7)
  • Rio de Janeiro (6)
  • Paraná (5)
  • Amazonas (3)
  • Bahia (3)
  • Distrito Federal (3)
  • Maranhão (3)
  • Minas Gerais (3)
  • Ceará (2)
  • Espírito Santo (2)
  • Mato Grosso do Sul (2)
  • Rio Grande do Sul (2)
  • Tocantins (2)
  • Piauí (1)
  • Rio Grande do Norte (1)
  • Sergipe (1)

O estudo foi realizado pelo Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde (Ibross), em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS), o Instituto Ética Saúde (IES), o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

O trabalho é coordenado pelo médico sanitarista Renilson Rehem, ex-presidente do Ibross. Segundo ele, a iniciativa tem como objetivo fortalecer o sistema público de saúde.

“Com essa premiação, buscamos reconhecer e divulgar as melhores práticas de gestão e assistência à saúde na rede pública hospitalar do país, bem como promover a melhoria contínua da qualidade e da eficiência dos serviços públicos de saúde prestados à população”, afirmou.

A relação contempla as unidades de saúde finalistas do Prêmio Melhores Hospitais Públicos do Brasil, cuja premiação está prevista para maio de 2026. 

A lista completa pode ser acessada no site do Ibross.

Critérios de seleção

Foram considerados hospitais federais, estaduais ou municipais, com atendimento integral pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A seleção inclui hospitais gerais — adultos ou pediátricos — e unidades especializadas em ortopedia, oncologia, cardiologia e maternidade.

Todos os hospitais possuem mais de 50 leitos e tiveram produção registrada no Sistema de Informações Hospitalares do Ministério da Saúde entre agosto de 2024 e julho de 2025.

De acordo com Renilson Rehem, a lista demonstra a capilaridade da excelência hospitalar no SUS.

“Essa relação dos 100 melhores hospitais se mostrou representativa de todas as regiões brasileiras, evidenciando que o país possui centros de excelência hospitalar espalhados por todo o território nacional”, disse.

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A definição dos finalistas levou em conta critérios como acreditação hospitalar, taxa de ocupação, taxa de mortalidade, disponibilidade de leitos de terapia intensiva e tempo médio de permanência dos pacientes.

Na próxima etapa, os hospitais serão ranqueados com base em pesquisa independente de satisfação dos pacientes, nível de acreditação dos serviços, informações de compliance e avaliação de eficiência, que cruzará dados de atendimento com a disponibilidade de recursos financeiros.
 

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09/01/2026 23:20h

Inflação brasileira tem menor variação acumulada em 12 meses desde 2018; dólar fecha a semana em queda acumulada de 1,10%

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O dólar comercial encerrou o último pregão em queda de 0,43% frente ao real, cotado a R$5,37, fechando a semana com queda acumulada de 1,10%. O câmbio contrariou a tendência externa, com o indicador DXY — que compara o dólar a uma cesta de seis divisas globais como euro e libra — apresentando alta de 0,20%. O desempenho da moeda estadunidense foi influenciado pela divulgação da inflação do Brasil no menor patamar anual desde 2018 e pelo payroll estadunidense abaixo do esperado.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de dezembro, divulgado nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou avanço de 0,33% no último mês de 2025, após alta de 0,18% em novembro. Dessa forma, a inflação oficial do Brasil fechou o ano em 4,26%, dentro da meta de 3% do Banco Central — com margem de 1,5% para cima ou para baixo — e alinhada às expectativas do mercado. O resultado da variação acumulada em 12 meses é o menor registrado desde 2018, quando foi de 3,75%.

Também nesta sexta, o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos divulgou o relatório oficial de empregos do país — o payroll —, que mostrou a criação de 50 mil vagas de emprego em dezembro de 2025. O resultado veio abaixo das expectativas do mercado, apesar da taxa de desemprego, de 4,4%, inferior à de novembro.

Analistas do setor explicam que o resultado do payroll abaixo do esperado e do IPCA dentro da meta do BC empurraram o enfraquecimento do dólar durante a sessão, apesar da pouca convicção estrutural. Segundo alguns deles, o câmbio vem operando com baixa variação devido à falta de dados econômicos que sinalizem para tendências mais delimitadas ainda no início do ano, o que deve mudar a partir da consolidação das participações na próxima corrida eleitoral.

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou a sessão cotado a R$6,23, o que representa uma queda de 0,65%.

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1862 0,1602 0,1390 29,3950 0,1491 0,2590 0,2787
USD 5,3715 1 0,8594 0,7459 157,90 0,8008 1,3910 1,4947
EUR 6,2407 1,1635 1 0,8678 183,72 0,9318 1,6184 1,7393
GBP 7,1912 1,3407 1,1523 1 211,69 1,0736 1,8648 2,0041
JPY 3,40205 0,633332 0,54429 0,472378 1 0,5072 0,88099 0,94670
CHF 6,7077 1,2488 1,0733 0,9314 197,20 1 1,7371 1,8667
CAD 3,8616 0,7189 0,6178 0,5363 113,52 0,5757 1 1,0746
AUD 3,5886 0,6689 0,5750 0,4990 105,63 0,5357 0,9305 1

 

Os dados são da Investing.com

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09/01/2026 23:15h

Menor inflação anual desde 2018 e aprovação do acordo pela UE apoiam o índice

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O Ibovespa voltou a fechar o pregão em alta de 0,27%, aos 163.370 pontos, acumulando avanço de 1,77% na primeira semana cheia de 2026. O avanço do índice foi apoiado pela valorização do petróleo, pela divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) dentro da meta do Banco Central e com a aprovação, pela União Europeia, do acordo com o Mercosul.

O IPCA de dezembro, divulgado nesta sexta-feira (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou avanço de 0,33% no último mês de 2025, após alta de 0,18% em novembro. Dessa forma, a inflação oficial do Brasil fechou o ano em 4,26%, dentro da meta de 3% do Banco Central — com a margem de 1,5% para cima ou para baixo — e alinhada às expectativas do mercado. O resultado da variação acumulada em 12 meses é o menor registrado desde 2018, quando foi de 3,75%.

O acordo entre UE e Mercosul também chamou a atenção de investidores durante a sessão. Em negociação há mais de 25 anos, o acordo foi aprovado pela União Europeia, o que possibilitará a criação da maior zona de livre comércio do mundo.

Segundo o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin (PSB), a expectativa do governo é a de que o acordo entre em vigor ainda em 2026, após a aprovação final das partes.

A valorização do petróleo empurrou novamente as ações da Petrobras, que seguiu apoiando o desempenho positivo do índice. Em contrapartida, a queda dos preços do minério de ferro rebaixou as ações da Vale em mais de 1%, o que segurou o avanço do Ibovespa.

Outro desempenho que chamou atenção durante a sessão foi o da empresa aérea Azul. Após uma série de quedas consecutivas — incluindo a desvalorização de 90,20% no último pregão —, os papéis da empresa subiram 200% durante a sessão, encabeçando a lista de altas da B3. A baixa da véspera foi causada pela forte diluição dos acionistas, após aumento de R$7,44 bilhões no capital da companhia.

Maiores altas e quedas do Ibovespa

Confira as ações com melhor e pior desempenho no último fechamento:

Ações em alta no Ibovespa

  • Azul SA Pfd Registered Shs (AZUL54): +200,00%

  • Haga SA Industria e Comercio (HAGA3): +11,04%

Ações em queda no Ibovespa

  • Braskem S.A. Conv Pfd B (BRKM6): -11,11%

  • Ampla Energia e Servicos SA (CBEE3): -34,71%

 

O volume total negociado na B3 foi de R$22.338.695.771, em meio a 4.383.742 negócios.

 

Os dados da bolsa podem ser consultados no site da B3.  

 

O que é o Ibovespa e como ele funciona?

 

O Ibovespa (Índice Bovespa) é o principal indicador do mercado acionário brasileiro. Calculado pela B3, ele reflete a média do desempenho das ações mais negociadas na bolsa, com base em critérios de volume e liquidez. O índice é composto por uma carteira teórica de ativos, que representa cerca de 80% do volume financeiro total negociado no mercado.

 

O que é a B3, a bolsa de valores do Brasil?

 

A B3 (Brasil, Bolsa, Balcão) é a bolsa de valores oficial do Brasil, sediada em São Paulo. É responsável pela negociação de ações, derivativos, títulos públicos e privados, câmbio e outros ativos financeiros. A B3 está entre as maiores bolsas do mundo em infraestrutura e valor de mercado.

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09/01/2026 19:00h

O sorteio da Lotofácil 3583 ocorre na noite desta sexta-feira (09), no ESPAÇO DA SORTE em São Paulo (SP)

concurso 3583 da Lotofácil foi realizado nesta sexta-feira (27/12/2025), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.

O prêmio para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3583, que será realizado no sábado, 10 de dezembro de 2025, está estimado em R$ 6.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!  

Números sorteados Lotofácil 3583

02 - 21 - 22 - 10 - 09 - 04 - 14 - 15 - 06 - 24 - 25 - 12 - 13 - 23 - 03

Resultado e premiação da Lotofácil 3583

  • 15 acertos - Não houve acertador
  • 14 acertos - 209 apostas ganhadoras, R$ 2.297,49
  • 13 acertos - 7925 apostas ganhadoras, R$ 35,00
  • 12 acertos - 107604 apostas ganhadoras, R$ 14,00
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A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,00 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3

16

R$ 48

17

R$ 408

18

R$ 2.448

19

R$ 11.628

20

R$ 46.512

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sábado, às 21h.

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09/01/2026 18:40h

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 31°C, em Porto Alegre e Florianópolis

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O Instituto Nacional de Meteorologia emitiu alerta de grande perigo para tempestades nos três estados da Região Sul do país neste sábado (10).

No Rio Grande do Sul, as precipitações mais intensas devem se concentrar nos municípios de Água Santa, Caseiros e Coqueiros do Sul.

Em Santa Catarina, o destaque é para a região litorânea, onde pode haver queda de granizo, atingindo municípios como Laguna, Jaguaruna e Palhoça.

Já no Paraná, a previsão indica muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas ao longo do dia. Há também possibilidade de granizo em áreas do estado, especialmente em Curitiba, Guarapuava, Pinhão e Guamiranga.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 31°C, em Porto Alegre e Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 95%.

O QUE É GRANIZO? 

Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
 

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