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O domingo (22) será de instabilidade na Região Sul.
No Paraná, há previsão de muitas nuvens com pancadas de chuva em Foz do Jordão, Guarapuava e Cruz Machado.
Em Santa Catarina, o tempo segue instável, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Painel, Lages e Bom Retiro.
Já no Rio Grande do Sul, a instabilidade predomina em todo o estado, com mais intensidade em Rio Pardo, Caçapava do Sul e Pantano Grande, onde há previsão de pancadas de chuva e possibilidade de granizo.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 15°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 34°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O domingo (22) será de muitas nuvens e chuva na Região Centro-Oeste.
Em Mato Grosso, há previsão de pancadas de chuva e trovoadas isoladas no norte do estado, em cidades como Nova Bandeirantes, Alta Floresta e Juara.
Em Mato Grosso do Sul, a chuva aparece de forma isolada em Três Lagoas, Brasilândia e Naviraí.
Já em Goiás e no Distrito Federal, o dia será de muitas nuvens com pancadas de chuva ao longo do dia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 34°C, em Campo Grande. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoEm São Paulo, há previsão de chuva isolada em Lavínia, Floreal e Dracena, no noroeste do estado
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O domingo (22) será de muitas nuvens e chuva em pontos da Região Sudeste.
Em São Paulo, há previsão de chuva isolada em Lavínia, Floreal e Dracena, no noroeste do estado.
Em Minas Gerais, o tempo fica instável no norte mineiro, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Porteirinha, Santo Antônio do Retiro e Pedras de Maria da Cruz.
No Rio de Janeiro e no Espírito Santo, o dia será de muitas nuvens com pancadas de chuva ao longo do dia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em São Paulo. Já a máxima pode chegar até 32°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoAcre e Amapá terão muitas nuvens com pancadas de chuva
Baixar áudioO domingo (22) será de muita instabilidade na Região Norte.
Acre e Amapá terão muitas nuvens com pancadas de chuva.
Em Roraima, há chuva isolada em Rorainópolis e Caracaraí.
No Amazonas, o tempo segue instável, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Apuí, Novo Aripuanã e Manicoré.
No Pará, são esperadas fortes chuvas em Novo Repartimento, Marabá e Água Azul do Norte.
Já no Tocantins, há muitas nuvens com trovoadas isoladas em Lagoa da Confusão, Formoso do Araguaia e Sucupira.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco. Já a máxima pode chegar a 36°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoNo Maranhão e no Piauí, há muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas
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O domingo (22) terá variação de nuvens e chuva em áreas da Região Nordeste.
No Maranhão e no Piauí, há muitas nuvens com pancadas de chuva isoladas.
No Ceará, chove em Saboeiro, Acopiara e Jucás.
No Rio Grande do Norte, a chuva é isolada em Mossoró e Ipanguaçu.
Na Paraíba e em Pernambuco, a chuva ocorre de forma isolada no litoral.
Alagoas e Sergipe terão apenas muitas nuvens.
Já na Bahia, há muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em Serra do Ramalho, Coribe e São Félix do Coribe.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C em Teresina. Já a máxima pode chegar a 32°C, em Natal. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 95%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoOs Estados Unidos estão interessados e dispostos a investir em toda a cadeia de suprimentos de minerais críticos no Brasil e o governo dos EUA, através de organizações como o EXIMBank e a DFC, poderão ajudar a financiar a implantação de projetos no País. É o que afirma Gabriel Escobar, Encarregado de Negócios na Embaixada dos Estados Unidos em Brasília, em entrevista exclusiva concedida a Brasil Mineral, que foi representada pelo conselheiro Renato Ciminelli, em Belo Horizonte.
O representante do governo americano reiterou que o Brasil é muito importante no esforço dos EUA de reduzir sua dependência global de um único país – no caso a China – e que o objetivo não é apenas assegurar o suprimento das matérias-primas, mas fortalecer a capacidade de processamento desde a mineração.
Ele disse, ainda, que o governo dos EUA poderá ajudar as empresas que estão no Brasil a atrair investidores para os seus empreendimentos e que isso foi explicitado no fórum realizado no dia 18 de março, em São Paulo, do qual participaram várias empresas e entidades, com exceção do governo federal brasileiro, que foi convidado, mas decidiu não enviar representante. Apesar da ausência, o governo americano ainda conta com o engajamento futuro do governo federal brasileiro.
O fórum, segundo Escobar, serviu para identificar demandas por apoio financeiro, técnico e regulatório e informar o que os EUA podem oferecer para impulsionar o desenvolvimento da cadeia de minerais críticos e terras raras no Brasil. As principais demandas dos EUA para as autoridades brasileiras incluem licenciamento/autorização mais ágil e incentivos fiscais mais claros para desbloquear o capital privado. A complexidade tributária brasileira foi apontada como uma barreira.
Dentre as ferramentas ativas e planejadas pelos EUA para o desenvolvimento da cadeia de minerais críticos no Brasil estão o financiamento da DFC (Development Finance Corporation), apoio do Eximbank, estudos de viabilidade da USTDA (United States Trade and Development Agency) , colaborações e subsídios de laboratórios do DOE (Departamento de Energia) e memorandos de entendimento/assistência técnica do Departamento de Estado, como o que foi assinado com o estado de Goiás no fórum em São Paulo e que os EUA querem assinar também com o estado de Minas Gerais. A colaboração entre educação e força de trabalho é outro item considerado importante, dada a escassez de graduados em mineração/metalurgia nos EUA, bem como a expansão de parcerias potenciais entre universidades e laboratórios. Confira a entrevista.
BRASIL MINERAL – O que motiva o interesse do governo dos EUA pelo segmento de minerais críticos no Brasil?
GABRIEL ESCOBAR -- Esta administração identificou as cadeias de suprimentos de minerais críticos como uma prioridade. E, como vocês sabem, nos últimos 20 anos deixamos nossa capacidade de produção — desde mineração até processamento — enfraquecer a ponto de estarmos agora em um momento em que todos nós, a maior parte do mundo, dependemos fortemente de um único país. É assustador, não é? Aliás, durante as negociações tarifárias, a situação ficou realmente assustadora, porque ameaçaram nos bloquear o acesso a alguns dos minerais críticos dos quais nossa indústria depende. E não apenas a indústria de defesa, mas todas as indústrias. Essencialmente, todas as indústrias dependem de minerais críticos e terras raras. Então, o que temos feito é priorizar a cooperação econômica com o governo do Brasil. E o Brasil, como vocês sabem, possui enormes quantidades de tudo o que o mundo precisa. No passado, estávamos na Exposibram, conversamos com muitas empresas diferentes, e muitas delas estão bastante interessadas em fazer negócios no Brasil. Algumas já estão iniciando o processo e nos procuraram para dizer que havia certas lacunas que talvez o governo pudesse preencher. E eu não tinha tanta certeza quanto tenho agora sobre todas as distintas capacidades que diferentes agências e departamentos do governo têm em termos de como apoiar o setor de mineração. Então, pensamos que seria uma ótima ideia reunir as empresas que atuam aqui no Brasil e os representantes do governo americano que estão tentando promover o setor, colocando-os em um mesmo espaço.
BRASIL MINERAL – Foi isso o que fizeram no fórum de São Paulo?
ESCOBAR -- Foi isso que fizemos. Também convidamos o governo brasileiro, mas eles se recusaram a participar. Esperamos que aceitem no futuro, porque o que estamos propondo traria bilhões de dólares em investimentos para o Brasil, não apenas para mineração, mas para toda a cadeia de suprimentos. Porque, como vocês sabem, um dos nossos palestrantes principais, que era assessor da Casa Branca para cadeias de suprimentos foi muito sincero: “Não podemos fazer tudo sozinhos, e vamos precisar de parceiros”.
BRASIL MINERAL – Inclusive por causa da lentidão?
ESCOBAR -- Sim, é verdade. Mas, de modo geral, devido à crescente demanda, somos muito mais lentos que o Brasil, por exemplo, em termos de permissões e licenças. E o Brasil, por muitos e muitos motivos, é mais ágil.
BRASIL MINERAL -- O estado de Goiás é muito ágil.
ESCOBAR -- Eles são muito ágeis. E acabamos de assinar um memorando de entendimento com eles, que gostaríamos de assinar também com Minas Gerais. Essa era a ideia por trás do fórum. Mas o fórum não era apenas para discutir a questão dos minerais. Era também para fechar negócios. Então, queríamos garantir que as empresas se conectassem com as pessoas certas. Isso poderia, com as ferramentas certas, ajudá-los a chegar aonde precisam. Como resultado do fórum, acredito que identificamos algumas empresas que receberão investimentos americanos e do governo americano e que começarão a trabalhar em toda a cadeia de suprimentos aqui no Brasil.
Tivemos a Corporação Financeira de Desenvolvimento (DFC), que já atua em Goiás, assim como o Eximbank, que ainda não fez nenhum investimento em mineração aqui, mas fará. Tivemos a Agência de Assistência ao Desenvolvimento do Comércio ( USTDA), que realiza estudos de viabilidade. Eles podem ajudar a dar o pontapé inicial e já estão atuando. O Departamento de Energia está aqui agora e eles podem fazer colaborações entre laboratórios. Eles podem trazer financiamento. Podem fazer todo tipo de coisa interessante, intercâmbios universitários. Então, essencialmente, foi um evento internacional e todos os principais atores estavam presentes. E naquela manhã, havíamos assinado um memorando de entendimento com o governo e o governador de Goiás. Portanto, de muitas maneiras, estamos avançando muito rapidamente. E antes disso, já tínhamos visto algumas centenas de milhões de dólares destinados a esse estado, tanto em investimentos governamentais quanto privados e do setor público na região. Então, a parceria já é muito boa, mas tem muito espaço para crescer. O que mais me impressiona no setor aqui é que ele é quase todo privado. Então, é útil ter o governo envolvido porque ele pode acelerar o processo, pode oferecer certos incentivos, mas as empresas que identificam o Brasil como uma oportunidade já estão trabalhando nisso.
BRASIL MINERAL -- Você vê outras vias de colaboração, digamos, paralelas, que poderiam ser uma espécie de colaboração colateral ou paralela, como tecnologia e até mineração?
ESCOBAR -- Veja, já temos uma enorme colaboração. Se você olhar os números, somos o parceiro preferencial em muitas coisas. Para cooperação militar, para cooperação policial, para cooperação tecnológica, cooperação educacional, até mesmo intercâmbios culturais. Os brasileiros são os principais visitantes da Flórida. Emitimos mais de um milhão de vistos neste país, e os brasileiros geram — fornecem -- mais de US$ 8 bilhões em receita turística, principalmente para a Flórida, mas para todos os EUA. Então, já temos essa enorme base de colaboração. Esta, na verdade, poderia abranger vários setores. Então, vai abranger educação, infraestrutura física, como rodovias e ferrovias. Se houver algumas áreas que o Brasil identificar onde queira promover o produto, as instalações de processamento, então poderíamos fazer parcerias nisso também. Então, há muitos setores e setores subsequentes que farão parte disso.
BRASIL MINERAL -- No Brasil falamos de minerais críticos e materiais críticos, porque é uma longa cadeia de produção. Então podemos abrir muitos novos negócios lá. Há uma grande discussão sobre minerais críticos nos EUA. É interessante, porque em 2015, eu fui a Stanford apresentar um artigo e fiquei muito impressionado que naquela época havia muita discussão sobre minerais críticos, mas por algum motivo, ela perdeu força. Naquela época, eles estavam discutindo. O Serviço Geológico dos EUA estava até mostrando que havia muito potencial nos EUA para lítio e outros minerais. Por algum motivo, houve uma redução nos investimentos naquela época.
ESCOBAR -- Bem, acho que parte do problema é que é difícil fazer esse tipo de investimento nos EUA. Há uma grande sobreposição de regulamentações. Cada estado tem suas próprias regulamentações. Isso significa que uma empresa que opera em vários estados precisa se adequar a mais de uma legislação. Em alguns casos, os municípios têm seus próprios padrões ambientais. Em muitas partes do país, os moradores locais têm o direito de vetar projetos. E, sabe, algumas comunidades são muito bem financiadas e podem impedir não só projetos de mineração, mas quase qualquer projeto. Estamos vendo isso agora com os data centers.
BRASIL MINERAL -- Sabia que Belo Horizonte, Minas Gerais, é parceira da Colorado School of Mines?
ESCOBAR – Sim, mas lá atrás, acho que não mais. Acho que seria bom recuperar esse tipo de coisa eventualmente. Essa é a nossa intenção. Eu sei que a universidade aqui tem parcerias não só com a Escola de Minas do Colorado, mas com todas as principais universidades, incluindo Harvard, MIT, Caltech e outras. Então, não apenas na área de mineração, mas em diversas atividades de alta tecnologia. Então, sim, seria bom. Agora, o desafio para nós é, você sabe, conversando com nossos colegas do Departamento de Energia, que o setor nos Estados Unidos está muito enfraquecido.
Mesmo a mineração. Eles estavam me dizendo que, em média, cerca de 300 alunos participam ou se formam em mineração.
BRASIL MINERAL – É possível criar algum tipo de colaboração paralela, que possa crescer por si só?
ESCOBAR -- Isso está a caminho. E acho que parte disso se deve aos incentivos governamentais para que as pessoas estudem a área, e pode haver incentivos do setor privado. Lembro-me de quando eu era jovem, a General Motors oferecia bolsas de estudo para pessoas envolvidas com emissões de combustível e coisas do gênero, que eram requisitos da indústria na época. Então, o que estamos vendo agora é um investimento de longo prazo do governo dos EUA e de entidades do setor privado no desenvolvimento de cadeias de suprimentos independentes, diferentes e diversificadas, e potencialmente novos usos para alguns dos ímãs e algumas das terras raras. Porque a cadeia de suprimentos é enorme, sabe?
BRASIL MINERAL – Eu participo de uma grande iniciativa com sede virtual em Brasília, e basicamente temos 10 grupos de trabalho, que visam produção de hidrogênio, minerais e materiais, automotivo, suprimentos e assim por diante. E essa estrutura poderia ser compartilhada com vocês. Seria muito interessante porque é profissional.
ESCOBAR -- Veja, nós viemos hoje preparados com algumas propostas concretas para o governo. Como você sabe, o setor é essencialmente privado. E uma das coisas que notei quando conheci Raul Jungmann foi que ele era um ótimo parceiro e um ótimo contato. Foi uma pena que ele tenha falecido no final do ano passado, mas ele me disse três coisas que se provaram verdadeiras. Primeiro, o Brasil tem muito interesse em investimentos internacionais no setor. Segundo, o capital de investimento é tratado da mesma forma, seja ele nacional ou internacional. Ou seja, não há vantagem em ser nacional. Se você entrar como uma empresa estrangeira, será tratado com justiça. E terceiro, os processos judiciais e legais no Brasil funcionam, e funcionam mesmo. Portanto, não há imprevisibilidade nesse sentido, e isso se confirmou. O desafio para os governos é atrair capital privado. Claro, haverá algum apoio público para esse capital, e queremos encontrar maneiras de incentivá-lo. Então, da nossa parte, estamos buscando suprir algumas das lacunas de financiamento que as empresas enfrentam, por exemplo, com bancos privados ou seguradoras, quando há dificuldades.
Mas, por parte das autoridades brasileiras, o que gostaríamos de ver é um licenciamento e alvarás mais rápidos, porque precisamos de maior agilidade. Talvez alguns incentivos fiscais, porque o sistema tributário no Brasil, honestamente, segundo empresas americanas, é muito complexo. Há uma empresa que atua tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil, no ramo da produção de carne, que me disse que contrata 10 vezes mais advogados no Brasil do que nos EUA. Bem, esses são os tipos de incentivos que gostaríamos de ver por parte do Brasil. E, juntos, podemos tentar atrair empresas para cá. E podemos formalizar isso por meio de memorandos de entendimento que deem à empresa alguma previsibilidade de que, ao investir, ela obterá a licença. Até que a licença seja concedida, os bancos não investem, porque não sabem se vão recuperar o dinheiro. Portanto, adicionar previsibilidade, agilizar o processo e oferecer incentivos são as coisas que queremos do governo. Agora, da nossa parte, da embaixada, continuaremos a divulgar o Brasil como um destino de investimento muito atraente. E assim, começando com a conferência aqui, trabalharemos neste projeto durante todo o ano. Continuaremos buscando memorandos de entendimento com o governo federal e com os estados.
Fico feliz que estejamos fazendo esta entrevista hoje, porque quero esclarecer duas coisas: A primeira é que, aonde vamos no Brasil, as pessoas dizem que ficam um pouco céticas em relação ao envolvimento americano, porque temem que tudo o que nos importa seja obter as matérias-primas e depois agregar valor nos Estados Unidos. Isso não é verdade. Estamos interessados e estamos dispostos a investir em toda a cadeia de suprimentos aqui. E a segunda coisa é que, no passado, o governo dos EUA, especialmente organizações como o Eximbank e a DFC, eram vistos como lentos e muito avessos ao risco. Estamos vendo uma transformação nesse sentido. Eles são muito rápidos e estão assumindo riscos ousados, e isso está dando resultado. Então, acho que isso só vai multiplicar o apetite. Essas são as duas coisas que queremos que as pessoas entendam sobre nossa iniciativa em minerais. E se eu pudesse acrescentar mais uma, mas isso é um fato sobre as empresas americanas, nós contratamos localmente. Nem todos os países contratam localmente, e acho que você sabe disso. Então, todas as empresas com as quais lidamos aqui têm funcionários brasileiros em todos os níveis, até a diretoria, seja na Caterpillar, na John Deere, na GE ou na GM, em todas as estruturas. (Por Francisco Alves)
Copiar o textoBenefício de R$ 7,3 mil será pago pelo Governo Federal às vítimas das fortes chuvas
Baixar áudioO site do Auxílio Reconstrução, benefício que vai garantir R$ 7,3 mil às vítimas das fortes chuvas que atingiram as cidades de Ubá e Juiz de Fora, na região da Zona da Mata, em Minas Gerais, entrou em operação nesta terça-feira (17) e já pode ser acessado pelas prefeituras para dar início ao processo. O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), ficará responsável pela execução do auxílio.
Conforme prevê a Medida Provisória 1.338, de 6 de março de 2026, o apoio financeiro será destinado a famílias residentes em áreas efetivamente atingidas pelo desastre, com registro de dano material ou perda de bens, em municípios da Zona da Mata mineira com o estado de calamidade pública reconhecido pelo MIDR até a data da MP.
O benefício será pago por família e em parcela única pela Caixa Econômica Federal por meio de conta poupança social digital, de abertura automática em nome do beneficiário, ou outra conta em nome do beneficiário na mesma instituição financeira, sem que o banco possa realizar descontos ou compensações de dívidas anteriores sobre esse valor. Apenas um integrante da família poderá receber a quantia.
De acordo com a medida, são consideradas áreas efetivamente atingidas pelo desastre aquelas que foram parcial ou integralmente inundadas ou danificadas pelas enxurradas ou deslizamentos de terra. Além disso, a concessão do auxílio vai depender da verificação das informações encaminhadas pelo governo municipal a respeito das vítimas com direito ao benefício e da autodeclaração do responsável familiar.
As prefeituras são responsáveis por cadastrar as famílias no sistema do Auxílio Reconstrução, informando os dados de todos os integrantes e o o endereço completo da residência. A Dataprev fará o processamento das informações para viabilizar o pagamento. Após a habilitação do requerimento no sistema, o responsável familiar deverá acessar a plataforma para confirmar as informações constantes do cadastro. Somente após essa confirmação será autorizado o pagamento pela CAIXA. Além disso, o auxílio não será considerado renda para fins de acesso ou manutenção de benefícios como o Bolsa Família e o BPC.
Copiar o textoVejas os mitos e verdades sobre o tratamento das olheiras
Baixar áudioVocê dormiu bem, mas continua ouvindo que está com cara de cansado? A responsável pode ser aquela marquinha escura abaixo dos olhos: a olheira.
“A pele das pálpebras é até 5 vezes mais fina que o resto do rosto, o que deixa vasos e pigmentos mais visíveis”, explica a dermatologista Dra. Paula Sanchez (CRM: 144.418/SP | RQE: 45.449).
Os tratamentos variam conforme o tipo: preenchimento com ácido hialurônico, clareadores, lasers ou luz intensa pulsada. Pepino gelado? Pode ajudar momentaneamente, mas para resolver de verdade, o ideal é consultar um dermatologista.
Tenha acesso aos conteúdos do Doutor Ajuda. Acesse o site.
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) divulgou o boletim de previsão do tempo para o outono, que tem início no Hemisfério Sul nesta sexta-feira (20) e se estende até o dia 21 de junho. A previsão aponta a ocorrência de geadas na Região Sul e tempo seco no Brasil Central.
Considerado uma estação de transição entre o verão quente e úmido e o inverno frio e seco, o período do outono deverá ter chuvas mais escassas no interior do país, sobretudo no semiárido nordestino. Há registros de volumes importantes de chuva sobre as porções norte das regiões Norte e Nordeste, associados à atividade convectiva tropical e à atuação da Zona de Convergência Intertropical (ZCIT).
O outono também é caracterizado pelas incursões de massas de ar frio oriundas do sul do continente — fenômenos que trazem ar seco e gelado do sul do continente para o Brasil —, que provocam a diminuição das temperaturas do ar, principalmente na Região Sul e parte da Região Sudeste.
O Inmet destaca a observação das primeiras formações de fenômenos adversos durante a estação, tais como nevoeiros nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste; geadas nas regiões Sul e Sudeste e em Mato Grosso do Sul; neve nas áreas serranas e nos planaltos da Região Sul; e friagem no sul da Região Norte e nos estados de Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e até mesmo no sul de Goiás.
Na última semana, o Inmet divulgou o prognóstico climático para o trimestre entre março e maio, com informações sobre o clima e o comportamento do campo. O documento — que retrata um cenário de transição climática e risco de estresse hídrico em culturas de segunda safra — traz importantes direcionamentos para produtores rurais das cinco regiões sobre potenciais desafios a serem enfrentados durante o período.
Confira aqui o prognóstico climático para o trimestre.
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO mais recente Boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na sexta-feira (20), alerta para o aumento da circulação da influenza A. Segundo o levantamento, o país registra um volume atípico de notificações de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) ocasionadas pelo vírus para esta época do ano.
Especialistas demonstram preocupação com a antecipação da curva de casos da influenza A. O vírus costuma apresentar maior atividade durante o outono e o inverno, mas os registros apontam crescimento fora do período esperado. O outono teve início em 20 de março, enquanto os dados analisados correspondem à Semana Epidemiológica 10, entre 8 e 14 de março, anterior ao começo da estação.
A análise destaca que a principal forma de proteção contra casos graves e óbitos é a vacinação. A pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do Boletim InfoGripe, Tatiana Portella, ressalta que “já temos a vacina contra o VSR para as gestantes e no dia 28 começa a vacinação contra a influenza A para os grupos prioritários”.
O Ministério da Saúde anunciou três estratégias nacionais de vacinação para 2026, com foco na ampliação da cobertura e na redução das doenças imunopreveníveis. A campanha contra a influenza será realizada nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sul e Sudeste entre 28 de março e 30 de maio. O Dia D de mobilização está marcado para o dia 28, data de abertura da ação.
UFs
Vinte unidades da Federação (UFs) apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco:
Capitais
Entre as capitais, 18 das 27 registram nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento no longo prazo.
Ao longo do ano epidemiológico de 2026, foram notificados mais de 20,3 mil casos de SRAG, sendo 37% com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório. Dentre os casos positivos, o rinovírus é o agente mais detectado, seguido pela influenza A e covid-19.
| Vírus | Prevalência (%) |
|---|---|
| Vírus Sincicial Respiratório (VSR) | 13,4% |
| Influenza A | 21,8% |
| Rinovírus | 41,9% |
| Sars-CoV-2 (Covid-19) | 14,7% |
| Influenza B | 1,5% |
Em relação aos óbitos, a covid-19 responde pela maior parte das mortes registradas, seguida pela influenza A e pelo rinovírus.
| Vírus | Prevalência (%) |
|---|---|
| Vírus Sincicial Respiratório (VSR) | 4,5% |
| Influenza A | 28,6% |
| Rinovírus | 21,8% |
| Sars-CoV-2 (Covid-19) | 37,3% |
| Influenza B | 2,5% |
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