09/02/2026 04:55h

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O molusco contagioso é uma infecção dermatológica viral consideravelmente comum e altamente contagiosa. A doença é causada por um vírus da família poxvírus e se caracteriza por aparecimento de pequenas lesões elevadas e arredondadas, que podem ser da cor da pele, rosadas ou esbranquiçadas. Têm aparência de pequenas “pérolas” ou “bolinhas” e possuem depressão central ou “umbilicação” no meio da lesão. Geralmente não coçam e não causam dor. 

“Apesar de poder desaparecer espontaneamente em alguns meses a anos, costumamos indicar tratamento, pois se trata de uma condição contagiosa. O tratamento pode incluir curetagem, que é a remoção mecânica das lesões, crioterapia com nitrogênio líquido e pomadas específicas. Mais de uma sessão pode ser necessária, dependendo do número de lesões. Nunca esprema ou cutuque as lesões. Isso espalha o vírus e pode causar infecção. Tratamentos caseiros geralmente não funcionam”, comenta Dra. Vivian Loureiro, dermatologista.

Para prevenir, evite contato direto com pessoas infectadas, não compartilhe toalhas ou roupas, mantenha boa higiene após piscina e academias. Evite coçar e procure um dermatologista ou pediatra para confirmação do diagnóstico e orientação adequada. Lembre-se, é uma condição benigna com excelente prognóstico.

Assista ao vídeo completo com a especialista

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09/02/2026 04:30h

Auditoria aponta que cortes e bloqueios orçamentários comprometem a atuação de Anatel, Aneel, ANP e ANM; tribunal exige garantias de custeio e fiscalização no orçamento

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O Tribunal de Contas da União (TCU) estabeleceu prazo de 180 dias para que o Executivo apresente um plano financeiro destinado a fortalecer a autonomia de quatro agências reguladoras estratégicas: 

  • Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel); 
  • Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel);
  • Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP); e 
  • Agência Nacional de Mineração (ANM).

A decisão, registrada no Acórdão 280/2026-Plenário, foi deliberada após auditoria revelar que cortes e bloqueios orçamentários têm comprometido a atuação das autarquias

Segundo o relator, ministro Jorge Oliveira, “a insuficiência de recursos alocados a essas agências é uma das principais causas para a limitação do exercício pleno de suas competências institucionais”. Ele explica que essa carência orçamentária decorre de medidas necessárias para manter o equilíbrio fiscal da União.

Auditoria

Realizada entre outubro de 2024 e abril de 2025, a inspeção analisou dados de gestão, orçamento, governança e transparência referentes ao período de 2015 a 2024. 

O levantamento apontou que a falta de recursos impactou diretamente setores como fiscalização, administração, investimentos em tecnologia e inovação, além do atendimento ao público — especialmente na ANP, ANM e Aneel. A Anatel, por sua vez, apresenta situação distinta, com maior autonomia financeira desde a auditoria realizada em 2017.

Deliberações

Com o objetivo de “fortalecer a autonomia, a capacidade, a governança e a transparência institucional [das autarquias] para enfrentar os novos desafios de setores estratégicos”, o TCU determinou que, caso o orçamento previsto no Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA) seja inferior ao solicitado pelas agências, o Executivo deverá comprovar que o valor cobre as despesas de custeio e fiscalização.

A decisão também traz recomendações à Secretaria de Orçamento Federal (SOF) e às agências para que aprimorem a definição do referencial monetário, tendo como referência a experiência da Anatel, que apresentou melhor situação orçamentária após o Acórdão 749/2017-Plenário.

Oliveira destacou ainda que, segundo a SOF, a autonomia administrativa e financeira das agências permite que elas próprias definam prioridades quando o orçamento previsto no PLOA não é suficiente. No entanto, avaliou que essa prerrogativa tem se mostrado insuficiente diante das restrições impostas.

“Como demonstrado nesta fiscalização, essas competências não são bastantes para garantir a esperada autonomia financeira das agências, que, na prática, tem sido mitigada de diversas formas nas etapas orçamentárias, prejudicando a sua capacidade fiscalizatória e regulatória”, afirmou.

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09/02/2026 04:25h

Ministério da Saúde confirma 42 casos e quatro mortes na cidade; especialistas da Fiocruz descartam epidemia e sugerem que gestões municipais apoiem vigilância epidemiológica para evitar novos surtos pelo país

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No ano passado, 774 casos da doença de Chagas foram notificados no Brasil. Só no município de Ananindeua (PA), até o momento, foram confirmados 42 casos e quatro óbitos. Apesar de o Ministério da Saúde decretar surto no município, especialistas da Fiocruz descartam o risco de epidemia no país e alertam que a doença permanece ativa no Brasil, sendo impulsionada, principalmente, pela transmissão oral.

Os dados de 2025 são preliminares e foram enviados ao Brasil 61 pelo Ministério da Saúde. Segundo o órgão, as informações sobre os óbitos em 2025 no país ainda estão em consolidação – já que as secretarias têm até o final do ano para enviar as informações à pasta.

Conforme a Agência Brasil, o número de casos em Ananindeua (PA) supera em 30% os notificados no município no mesmo período do ano passado.

O médico infectologista e pesquisador do Laboratório de Pesquisa Clínica em doença de Chagas (LapClin Chagas) do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), Roberto Saraiva, explica a classificação de surto:

“Foi classificado como um surto porque houve um aumento dos números de casos em relação ao que costuma acontecer no município, mas não há riscos de epidemia no Brasil”, diz Saraiva.

Já o farmacêutico bioquímico e pesquisador do Instituto Gonçalo Muniz (Fiocruz Bahia), Fred Luciano Santos, destaca que o Brasil tem registrado diversos surtos esporádicos, com maior frequência na Região Metropolitana de Belém “devido ao consumo artesanal de açaí e outros produtos locais”, menciona.

Como a doença segue ativa no país, Fred avalia que há um risco de ocorrência de novos surtos. “Especialmente em áreas com condições sanitárias mais precárias, com produção artesanal de alimentos e sem fiscalização adequada”, completa.

A situação no Pará conta com a investigação de vários órgãos, como a Secretaria Estadual de Saúde do Pará, a Anvisa e o os Centros de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde.

Surto e contaminação oral

A transmissão da doença de Chagas por via oral possui relação direta com o consumo de alimentos contaminados pelo protozoário trypanosoma cruzi – causador da doença. O fruto pode ser contaminado com as fezes do chamado “barbeiro” ou durante a manipulação do açaí – que pode esmagar o inseto. 

O pesquisador da Fiocruz Bahia, Fred Luciano Santos, destaca que a principal preocupação hoje é a transmissão oral. 

“Essa via de transmissão tem sido apontada como a principal causa de surtos recentes no Brasil, especialmente relacionada ao consumo de alimentos preparados e consumidos in natura ou preparados de forma artesanal, como açaí, caldo de cana, suco de frutas ou água contaminada”, pontua Fred.

Para evitar esse tipo de transmissão, a população deve consumir produtos de origem confiável. É indicado observar a adoção de boas práticas de higiene, como pontua Saraiva. 

“Para frear a transmissão oral da doença de Chagas é necessário que a população procure comprar seu alimento de quem o prepara adequadamente. Com isso, você pode reduzir a forma de transmissão da doença de Chagas  através da colheita adequada, do transporte adequado, do preparo adequado do alimento, para que não haja contaminação em nenhuma das etapas do ciclo do açaí”, salienta Saraiva.

O Setor Casa do Açaí, do Departamento de Vigilância Sanitária de Belém (PA), vinculado à Secretaria Municipal de Saúde de Belém (Devisa/Sesma), capacita os batedores de açaí profissionais na região. Em Ananindeua (PA), o projeto Casa do Açaí capacitou 840 pessoas em 2025 e outras 130 em 2026.

Outra medida voltada a garantir boas práticas práticas de manipulação do açaí é o decreto estadual (n° 326/2012), cujo cumprimento é fiscalizado pelas autoridades competentes.

A doença de Chagas também pode ser transmitida por transfusão de sangue, doação de órgãos ou de forma congênita – de mãe para filho, durante a gestação. No entanto, Fred ressalta que o rastreio sorológico e o exame pré-natal têm combatido essas vias de transmissão de forma eficiente no Brasil.

Desigualdade social

Os pesquisadores destacam que os casos da doença de Chagas têm diminuído ao longo dos anos em função das campanhas de combate e da melhoria das condições de vida da população.

Em contrapartida, os casos ainda ocorrem com maior frequência em áreas rurais, remotas e de preparação artesanal de alimentos.

A permanência da contaminação ocorre em locais com pouco acesso a saneamento básico e serviço de saúde. Nesse cenário, a população fica vulnerável tanto ao inseto quanto à dificuldade de diagnóstico. 

“É uma doença que está intrinsecamente relacionada com condições sociais, ambientais e de moradia da população. Em muitas regiões do Brasil ainda existem  casas fabricadas com parede de barro, com frestas, telhados improvisados e pouca infraestrutura – o que facilita com que o barbeiro se esconda e se reproduza nesses ambientes”, explica Fred.

O pesquisador da FioCruz Bahia avalia que a doença de Chagas é uma “doença negligenciada que nunca deixou de existir”. Para ele, o enfrentamento à enfermidade deve ser priorizado com políticas públicas eficientes e voltadas a:

  • Fortalecer a vigilância sanitária;
  • Oportunizar o diagnóstico precoce;
  • Melhorar as condições de vida da população;
  • Capacitar profissionais de saúde; e
  • Orientar a população sobre como prevenir a contaminação pela doença.

Vigilância epidemiológica 

A vigilância epidemiológica reúne um conjunto de ações do SUS que investiga os focos de doenças para planejar e adotar medidas de prevenção e controle.  

“A vigilância epidemiológica precisa ser contínua. E é de extrema importância que a população fique atenta, que avise a equipe de saúde se encontrar barbeiros em suas residências e que os municípios também executem atividades, ações regulares de monitoramento, controle e também de melhoria das condições de moradia”, pondera Fred.

Diagnóstico e tratamento precoce

A doença de Chagas apresenta uma fase aguda, que pode ser sintomática ou não, e uma fase crônica, que pode se manifestar de maneira assintomática, cardíaca, digestiva ou cardiodigestiva.

Entre as consequências da doença estão a insuficiência cardíaca, dificuldade de engolir e prisão de ventre. Na fase crônica, os problemas cardíacos ou digestivos podem permanecer pelo resto da vida.

Confira os principais sintomas na fase aguda:

  • Febre prolongada (mais de 7 dias);
  • Dor de cabeça;
  • Fraqueza intensa;
  • Inchaço no rosto e pernas. 

O tratamento deve ser indicado por um médico. O SUS fornece o medicamento benzonidazol gratuitamente. 

Conforme os especialistas, o diagnóstico e o tratamento precoce evitam a evolução para formas graves da doença e até mesmo o óbito.

Confira o mapa da Incidência da doença de Chagas (aguda) no Brasil

Doença de Chagas no Brasil

Em 2006, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) uma certificação internacional pela interrupção da transmissão da doença de Chagas pelo Triatoma infestans – popularmente chamado de barbeiro.

Porém, dois focos permanecem no país no estado da Bahia – em Tremedal e Novo Horizonte. Nos municípios, o Projeto Oxente Chagas da Fiocruz tem atuado com o rastreamento sorológico em toda a população urbana e rural com vistas a combater e controlar a doença.

A expectativa é de que cerca de 30 mil habitantes sejam testados nas duas cidades até 2027.

Já no Rio de Janeiro, o LaPClin Chagas acompanha cerca de 800 pacientes com doença de Chagas crônica, com a oferta de diagnóstico, tratamento e suporte.

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09/02/2026 04:20h

Sem sessões plenárias marcadas, principais compromissos ficam por conta de comissões

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A uma semana do Carnaval, o Congresso Nacional já está em clima de feriado. Após os inícios dos trabalhos na semana passada, com votações importantes, como a Medida Provisória que instituiu o programa Gás do Povo e o reajuste com penduricalhos para servidores do legislativo, as casas legislativas devem ter pouca movimentação nos próximos dias.

Comissões Parlamentares

Sem nenhuma sessão plenária, tanto na Câmara dos Deputados como no Senado Federal, os principais compromissos ficam por conta das comissões parlamentares de inquérito em andamento.

A CPMI que apura as fraudes bilionárias em benefícios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) ouve, nesta segunda-feira (9), o empresário Paulo Camisotti e o deputado maranhense Edson Araújo (PSB), investigados por suposta participação nos golpes contra aposentados.

Já senadores seguem com as apurações sobre a atuação e a expansão de organizações criminosas no território brasileiro. Na terça-feira (10), estão previstas as participações da governadora pernambucana Raquel Lyra e do secretário de Defesa Social do estado, Alessandro Carvalho de Mattos. Já na quarta (11), devem comparecer o governador fluminense, Cláudio Castro, ao lado do secretário de Segurança Pública, Victor dos Santos.

Câmara dos Deputados

A semana começa com uma atípica reunião de líderes nesta segunda-feira (9), na residência oficial da presidência da Câmara. Normalmente, esse encontro é realizado às quintas-feiras, no gabinete da casa no Congresso Nacional.

Apesar de não constar no site oficial da Câmara, a reportagem do portal Brasil 61 apurou que a Secretaria-geral da Mesa convocou três sessões plenárias, mas em formato semipresencial, sem obrigação de participação.

As únicas agendas que constam são de algumas comissões. O Conselho de Ética da Casa dá continuidade aos depoimentos de testemunhas sobre a ocupação da cadeira da presidência por deputados bolsonaristas, em agosto do ano passado, que impediram que o presidente Hugo Motta (Republicanos-PB) assumisse o comando da sessão. Já a Representação Brasileira no Parlamento do Mercosul (Parlasul) inicia a análise do acordo provisório de comércio entre o grupo sul-americano e a União Europeia, assinado em janeiro deste ano.

Senado

Com exceção das comissões, não há qualquer movimentação entre senadores. Para esta reportagem, lideranças afirmam que a tendência é que a casa retome os trabalhos de vez após o Carnaval.

Além das CPIs, os senadores da Comissão de Assuntos Econômicos devem se reunir. Na pauta estão a análise do relatório de projetos e a primeira reunião para acompanhar as investigações sobre o Banco Master, que causou prejuízo bilionário ao sistema financeiro nacional com a venda de investimentos falsos.

Há ainda a recém instalada Comissão Mista para análise da medida provisória (MPV 1.323/2025) que muda as regras do seguro-defeso. O governo federal determinou mudanças no rigor da análise para liberação do benefício, concedido a pescadores artesanais durante o período em que a pesca é suspensa para proteger a reprodução das espécies. A comissão pode definir o plano de trabalho.

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09/02/2026 04:15h

No mesmo período do ano passado, os municípios receberam R$ 13 bilhões, o que representa um aumento de aproximadamente 3% neste decêndio

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O valor referente à primeira parcela de fevereiro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) será repassado aos cofres municipais nesta terça-feira (10). Ao todo, a União vai transferir R$ 13,4 bilhões às prefeituras de todo o país.

No mesmo período do ano passado, os municípios receberam R$ 13 bilhões, o que representa um aumento de aproximadamente 3% neste decêndio.

São Paulo permanece como o estado que recebe o maior volume de recursos, com repasses superiores a R$ 1,6 bilhão. Entre os municípios paulistas, destacam-se Sumaré, Taboão da Serra e São Bernardo do Campo, cada um com cerca de R$ 7,2 milhões, além de outras cidades que também figuram entre as que receberam os maiores valores.

Em Minas Gerais, outro estado com repasse expressivo — também em torno de R$ 1,6 bilhão — as maiores quantias serão destinadas a municípios como Contagem, Divinópolis e Ibirité, que devem receber mais de R$ 7,6 milhões cada.

O especialista em orçamento público Cesar Lima destaca que a tendência de alta no FPM tem sido mantida. Segundo ele, o cenário relacionado à empregabilidade tem contribuído com o resultado. 

“Nós temos um resultado 3% melhor do que o mesmo período no ano passado, o que condiz com a trajetória positiva que o Fundo de Participação dos Municípios vem apresentando desde o início desse ano. É um resultado que vamos acompanhar. Temos uma condição de empregabilidade muito boa que contribui para o crescimento do imposto sobre a renda, que é o principal componente hoje do FPM”, pontua.

 

 

FPM: municípios bloqueados 

Até o último dia 6 de fevereiro, cinco municípios estavam impossibilitados de receber recursos do Fundo de Participação dos Municípios. O impedimento pode ocorrer em razão da existência de débitos ou da falta de regularização documental. Confira a lista das cidades: 

  • NOVA LIMA (MG)    
  • CENTENÁRIO DO SUL (PR)    
  • IGUARAÇÚ (PR)    
  • PRANCHITA (PR)

Vale destacar que os bloqueios são temporários. Assim que os municípios regularizam as pendências, os repasses do FPM são retomados, garantindo recursos essenciais para áreas como saúde, educação, infraestrutura e pagamento de pessoal. 

O FPM

O Fundo de Participação dos Municípios é uma das principais fontes de receita das prefeituras brasileiras, especialmente nos municípios de pequeno e médio porte.

Formado por parcelas da arrecadação do Imposto de Renda (IR) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o fundo tem como objetivo reduzir as desigualdades regionais e assegurar recursos mínimos para a manutenção dos serviços públicos essenciais.

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A divisão dos valores é realizada com base em critérios populacionais e técnicos, definidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU).

Na prática, os recursos do FPM são utilizados para custear áreas como saúde, educação, assistência social e infraestrutura, além de contribuir para o pagamento de salários e outras despesas administrativas nos municípios.
 

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09/02/2026 04:10h

Em Paranaguá, a soja marca o período em alta; no Rio Grande do Sul, o trigo apresenta baixa

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A saca de 60 quilos da soja inicia esta segunda-feira (9) em alta no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$ 120,86, com elevação de 0,84%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta valorização de 0,65%, sendo negociada a R$ 126,43.

INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
06/02/2026 120,86 0,84% 1,26% 23,15
05/02/2026 119,85 0,98% 0,41% 22,82
04/02/2026 118,69 -0,03% -0,56% 22,56
03/02/2026 118,73 -0,68% -0,53% 22,66
02/02/2026 119,54 0,15% 0,15% 22,74

Indicador da Soja CEPEA/ESALQ – Paranaguá

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
06/02/2026 126,43 0,65% 1,22% 24,22
05/02/2026 125,61 1,02% 0,56% 23,91
04/02/2026 124,34 -0,17% -0,46% 23,63
03/02/2026 124,55 -0,26% -0,29% 23,77
02/02/2026 124,88 -0,02% -0,02% 23,75

Trigo

O preço do trigo apresenta baixa no Paraná e a tonelada é negociada a R$ 1.171,18. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra desvalorização de 0,32%, sendo cotada a R$ 1.066,46.

Preço Médio do Trigo CEPEA/ESALQ – Paraná

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
06/02/2026 1.171,18 -0,29% -0,15% 224,36
05/02/2026 1.174,56 -0,17% 0,13% 223,60
04/02/2026 1.176,58 0,12% 0,31% 223,64
03/02/2026 1.175,13 0,61% 0,18% 224,30
02/02/2026 1.168,03 -0,42% -0,42% 222,19

Preço Médio do Trigo CEPEA/ESALQ – Rio Grande do Sul

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
06/02/2026 1.066,46 -0,32% 0,74% 204,30
05/02/2026 1.069,92 1,23% 1,07% 203,68
04/02/2026 1.056,90 0,00% -0,16% 200,89
03/02/2026 1.056,90 -0,13% -0,16% 201,74
02/02/2026 1.058,24 -0,03% -0,03% 201,30

 

Os dados são do Cepea.

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

 

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09/02/2026 04:05h

As cotações do frango congelado e do frango resfriado apresentam alta; carcaça suína registra baixa

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O preço do boi gordo nesta segunda-feira (9) apresenta valorização; a arroba está sendo negociada a R$ 336,95, no estado de São Paulo. 


INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
06/02/2026 336,95 0,24% 3,07% 64,55
05/02/2026 336,15 0,87% 2,83% 63,99
04/02/2026 333,25 1,32% 1,94% 63,34
03/02/2026 328,90 0,52% 0,61% 62,78
02/02/2026 327,20 0,09% 0,09% 62,24

Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentaram elevação. O frango congelado passou a ser negociado a R$ 6,97, com alta de 0,14%, enquanto o frango resfriado fechou a R$ 7,03, também com elevação de 0,14%.


PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
06/02/2026 6,97 0,14% -0,29%
05/02/2026 6,96 0,00% -0,43%
04/02/2026 6,96 0,87% -0,43%
03/02/2026 6,90 -0,29% -1,29%
02/02/2026 6,92 -1,00% -1,00%

PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
06/02/2026 7,03 0,14% -0,28%
05/02/2026 7,02 0,00% -0,43%
04/02/2026 7,02 0,86% -0,43%
03/02/2026 6,96 -0,29% -1,28%
02/02/2026 6,98 -0,99% -0,99%

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo

A carcaça suína especial apresenta baixa de 1,40%, sendo negociada a R$ 10,54, por quilo nos atacados da Grande São Paulo.

O suíno vivo também registra baixa em alguns estados, com destaque para São Paulo, onde o animal é comercializado a R$ 6,91.


PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)

Data Média Var./Dia Var./Mês
06/02/2026 10,54 -1,40% -5,30%
05/02/2026 10,69 -1,11% -3,95%
04/02/2026 10,81 0,00% -2,88%
03/02/2026 10,81 -2,61% -2,88%
02/02/2026 11,10 -0,27% -0,27%

INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
06/02/2026 MG - posto 6,76 0,00% -4,52%
06/02/2026 PR - a retirar 6,69 -0,15% -1,47%
06/02/2026 RS - a retirar 6,81 0,74% 0,74%
06/02/2026 SC - a retirar 6,61 0,00% -1,49%
06/02/2026 SP - posto 6,91 -0,43% -2,54%

 

Os valores são do Cepea.

O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.

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09/02/2026 04:00h

Veja os valores do café arábica, café robusta, açúcar cristal e do milho no mercado

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O preço do café arábica nesta segunda-feira (9) registra baixa de 1,65% e a saca de 60 kg é negociada por R$ 1.884,66, na cidade de São Paulo.

INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
06/02/2026 1.884,66 -1,65% -10,02% 361,05
05/02/2026 1.916,31 -0,79% -8,51% 364,80
04/02/2026 1.931,50 -2,03% -7,78% 367,14
03/02/2026 1.971,48 -4,31% -5,88% 376,31
02/02/2026 2.060,33 -1,63% -1,63% 390,73

O café robusta apresentou desvalorização de 0,43% e está sendo negociado a R$ 1.068,70.


INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
06/02/2026 1.068,70 -0,43% -11,82% 204,73
05/02/2026 1.073,36 -0,53% -11,44% 204,33
04/02/2026 1.079,10 -1,46% -10,97% 205,11
03/02/2026 1.095,10 -5,20% -9,65% 209,03
02/02/2026 1.155,13 -4,69% -4,69% 219,07

Açúcar

O preço do açúcar cristal apresenta queda nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra baixa, cotada a R$ 100,63.

INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
06/02/2026 100,63 -1,11% -4,06% 19,28
05/02/2026 101,76 -1,03% -2,98% 19,37
04/02/2026 102,82 -2,83% -1,97% 19,54
03/02/2026 105,81 -0,45% 0,88% 20,20
02/02/2026 106,29 1,33% 1,33% 20,22

Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$ 107,06; a cotação média apresenta desvalorização de 0,58%.

INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
06/02/2026 107,06 -0,58% -0,21% 20,45
05/02/2026 107,68 -0,66% 0,36% 20,48
04/02/2026 108,39 -0,79% 1,03% 20,70
03/02/2026 109,25 0,88% 1,83% 20,91
02/02/2026 108,30 0,94% 0,94% 20,59

Milho

A saca de 60 kg do milho é negociada a R$ 66,78, com alta de 0,44%.

INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
06/02/2026 66,78 0,44% 1,03% 12,79
05/02/2026 66,49 0,08% 0,59% 12,66
04/02/2026 66,44 0,24% 0,51% 12,63
03/02/2026 66,28 0,17% 0,27% 12,65
02/02/2026 66,17 0,11% 0,11% 12,59

Os dados são do Cepea.

Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

  • O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.
  • O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial.

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

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08/02/2026 18:40h

No Rio Grande do Sul, a chuva se concentra na Campanha Gaúcha e no Sul do estado, atingindo municípios como Pinheiro Machado, Bagé e Dom Pedrito

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A previsão do tempo para esta segunda-feira (9) aponta instabilidade em áreas isoladas da Região Sul.

No Rio Grande do Sul, a chuva se concentra na Campanha Gaúcha e no Sul do estado, atingindo municípios como Pinheiro Machado, Bagé e Dom Pedrito.

Em Santa Catarina, há chance de chuva isolada no litoral, com registros em Araquari, no Norte catarinense, Navegantes, no Vale do Itajaí, e Jaguaruna, no Sul do estado.

No Paraná, chove em áreas do Vale do Ribeira, como Cerro Azul e Adrianópolis. Já o Noroeste paranaense, Cruzeiro do Oeste e Cafezal do Sul terão muitas nuvens, mas sem chuva.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17 °C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 31 °C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 35% e 95%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
 

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08/02/2026 18:20h

Em Mato Grosso, a expectativa é de muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas nos municípios de Nova Monte Verde e Nova Canaã do Norte, localizados no norte mato-grossense, além de Tabaporã, situado na região médio-norte do estado

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A segunda-feira (9) será marcada por instabilidade em grande parte da Região Centro-Oeste do país.

Em Mato Grosso, a expectativa é de muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas nos municípios de Nova Monte Verde e Nova Canaã do Norte, localizados no norte mato-grossense, além de Tabaporã, situado na região médio-norte do estado.

Em Mato Grosso do Sul, a instabilidade se concentra nos municípios de Sonora, Figueirão e São Gabriel do Oeste, que ficam na região sul-mato-grossense, com previsão de chuva ao longo do dia. Já em Amambaí e Naviraí, no sul do estado, o tempo permanece com muitas nuvens, mas sem expectativa de chuva significativa.

Para Goiás e o Distrito Federal, a previsão indica pancadas de chuva forte e trovoadas isoladas ao longo do dia.

Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 20 °C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 32 °C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.

5 motivos para acompanhar as previsões do tempo

  • Agricultura: garantia de uma boa colheita;
  • Marinha: proteção de marinheiros, navios e passageiros;
  • Aeronáutica: segurança de pilotos, aeronaves e passageiros;
  • Pesca: condições favoráveis e seguras para a atividade;
  • Turismo: garantia de passeios e viagens tranquilas e agradáveis.

Importância das observações meteorológicas no INMET

As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
 

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