22/09/2026 18:00h

A Mega-Sena 3061 é sorteada nesta terça-feira (22/09/2026), às 21h, e o resultado sai nesta página minutos depois.

O sorteio da Mega-Sena concurso 3061 acontece nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.

Esta página é atualizada em tempo real com o resultado do concurso 3061.

Como jogar na Mega-Sena

Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana: às terças e quintas, às 21h, e aos domingos, às 11h (horário de Brasília).

Probabilidades de acerto

Números apostados Probabilidade de acertar 6 dezenas
6 números 1 em 50.063.860
7 números 1 em 7.151.980
8 números 1 em 1.787.995
9 números 1 em 595.998
10 números 1 em 238.399
15 números 1 em 10.003

Bolão

Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.

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Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.

Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

Curiosidade: para onde vai o dinheiro arrecadado?

Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:

  • Educação (FIES)
  • Esporte (comitês olímpico e paralímpico)
  • Cultura e segurança pública
  • Saúde e seguridade social

Último resultado da Mega-Sena (concurso 3060)

Veja o resultado da Mega-Sena 3060.

Redação Brasil 61

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22/09/2026 18:00h

A Lotofácil 3786 é sorteada nesta terça-feira (22/09/2026), às 21h, e o resultado sai nesta página minutos depois.

O sorteio da Lotofácil concurso 3786 acontece nesta terça-feira, 22 de setembro de 2026, a partir das 21h (horário de Brasília). Realizado pela Caixa Econômica Federal, o evento será transmitido ao vivo pelas redes oficiais. Acompanhe aqui a cobertura completa e confira os números assim que forem divulgados oficialmente.

Esta página é atualizada em tempo real com o resultado do concurso 3786.

Qual o valor das apostas da LotoFácil?

A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.

Quantidade de números jogados

Valor da aposta

15

R$ 3,50

16

R$ 48,00

17

R$ 408,00

18

R$ 2.448,00

19

R$ 11.628,00

20

R$ 46.512,00

Quando acontecem os sorteios da Lotofácil

De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.

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Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.

Último resultado da Lotofácil (concurso 3785)

Veja o resultado da Lotofácil 3785.

Redação Brasil 61

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22/09/2026 15:12h

Longa de Allan Deberton foi selecionado pela Academia Brasileira de Cinema e indicados ao Oscar 2027 serão divulgados no dia 21 de janeiro do próximo ano

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A Academia Brasileira de Cinema anunciou, no último dia 16 de setembro, Feito Pipa, de Allan Deberton, como o representante do país na disputa por uma vaga no Oscar 2027.

Feito Pipa contou com apoio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), PNAB Ceará, do governo do Ceará, Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA), Agência Nacional do Cinema (Ancine) e Ministério da Cultura.

O filme acompanha a história de Gugu, um menino que sonha em se tornar jogador de futebol. O menino mora com a avó e, com uma piora no quadro de saúde da responsável, ele tenta esconder do pai a situação para evitar ser separado dela. Estão no elenco Lázaro Ramos, Teca Pereira e o garoto Yuri Gomes.

O longa foi rodado em Quixadá, no Ceará, e nasceu de memórias de infância dos roteiristas Deberton e André Araújo em Russas, interior cearense, construindo uma narrativa sobre amadurecimento, pertencimento e afeto.

O filme teve sua estreia mundial no Festival de Berlim, onde venceu o Urso de Cristal, uma premiação concedido pelo público jovem, e o grande prêmio do júri da mostra paralela Generation Kplus. Feito Pipa estreia nas salas de cinema brasileiras no dia 5 de novembro.

Ano Brasil-China

Durante o 28º Festival Internacional de Cinema de Xangai (SIFF), realizado no âmbito das comemorações do Ano Cultural Brasil-China, Feito Pipa integrou a exposição Belt and Road Film Week e a Mostra Focus Brazil.

Próximos passos

Ser escolhido para representar o Brasil ainda não garante a indicação. Cada país aponta um filme à Academia norte-americana, que analisa e seleciona aqueles que concorrem ao prêmio de Melhor Filme Internacional. Os indicados serão divulgados no dia 21 de janeiro de 2027 e a cerimônia do Oscar será no dia 14 de março de 2027.

Em 2025, o Brasil venceu a categoria pela primeira vez com o filme Ainda Estou Aqui, de Walter Salles e neste ano voltou a ser indicado com O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, mas acabou não levando o prêmio.

De acordo com a Academia Brasileira de Cinema, ao todo, 15 longas-metragens foram inscritos e habilitados para a seleção e seis foram pré-selecionados.

Foram eles:

  • 100 Dias, de Carlos Saldanha;
  • A Fabulosa Máquina do Tempo, de Eliza Capai;
  • A Natureza das Coisas Invisíveis, de Rafaela Camelo;
  • Feito Pipa, de Allan Deberton;
  • Nosso Segredo, de Grace Passô;
  • Vicentina Pede Desculpas, de Gabriel Martins.

Com informações do Ministério da Cultura.

 

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22/09/2026 14:43h

Patrimônio Cultural do Brasil abrange expressões como baião, xote e xaxado, além de instrumentos, festas e conhecimentos associados à cultura forrozeira

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O som da sanfona se encontra com a marcação da zabumba e o toque do triângulo. No salão, os pares acompanham a música enquanto diferentes ritmos se sucedem. Mas o forró não se restringe à música ou à dança: também está presente nos modos de tocar, ensinar, celebrar e reunir pessoas. Esse conjunto de práticas integra as Matrizes Tradicionais do Forró, registradas como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

Nascidas e consolidadas a partir de práticas culturais do Nordeste, as matrizes se espalharam pelo território brasileiro acompanhando deslocamentos de pessoas, músicos e comunidades. Hoje, o bem possui abrangência nacional e reúne uma comunidade de detentores formada por cantores, compositores, instrumentistas, dançarinos, artesãos, produtores, organizadores de festas e outras pessoas que participam da continuidade dessa forma de expressão.

A própria palavra forró reúne diferentes significados. Pode denominar a música, um gênero específico, a dança, o baile ou mesmo o espaço onde a festa acontece. No processo de registro, o conceito de Matrizes Tradicionais do Forró foi adotado para compreender esse universo de maneira mais ampla, reunindo ritmos, danças, instrumentos, celebrações e demais práticas associadas à cultura forrozeira.

Muitos ritmos, uma mesma tradição

Baião, xote, xaxado, arrasta-pé, rojão, chamego, balanceio e outras formas musicais e coreográficas integram o conjunto reconhecido pelo registro. Cada uma apresenta particularidades de ritmo, execução e dança, formando um repertório diverso que se transforma e se reinventa sem perder sua relação com as matrizes que lhe deram origem.

Entre os instrumentos associados ao forró estão a sanfona, a zabumba, o triângulo e o pandeiro. A combinação de sanfona, zabumba e triângulo ficou conhecida como trio pé de serra ou trio gonzagueano e se consolidou como uma das formações características dessas expressões musicais. Outros instrumentos, como rebeca, pífano e fole de oito baixos, também integram diferentes práticas ligadas às matrizes tradicionais.

O patrimônio, porém, não está apenas nos sons produzidos pelos instrumentos. Também envolve os conhecimentos necessários para tocá-los e confeccioná-los, as formas de ensinar música e dança, a composição das canções e as maneiras de organizar festas e encontros. Muitos desses saberes são compartilhados pela observação, pela convivência e pela transmissão oral entre diferentes gerações.

É nos salões comunitários, festas juninas, festivais, encontros de músicos e forrós pé de serra que muitas dessas práticas continuam acontecendo. Nesses ambientes, tocar, cantar e dançar funcionam também como formas de convivência, aprendizagem e construção de vínculos entre os participantes.

Do Nordeste para diferentes regiões do país

As raízes das Matrizes Tradicionais do Forró estão relacionadas à cultura sertaneja e a diferentes expressões musicais e coreográficas desenvolvidas no Nordeste. Ao longo do século XX, a circulação de músicos e a migração de nordestinos contribuíram para que esses ritmos alcançassem outras regiões do Brasil.

Nesse processo, artistas como Luiz Gonzaga e Jackson do Pandeiro tiveram participação na difusão nacional de gêneros associados ao forró a partir de meados do século XX. As gravações, apresentações e circulação pelo rádio contribuíram para ampliar o contato de diferentes públicos com musicalidades até então fortemente relacionadas aos territórios nordestinos.

A expansão, no entanto, não eliminou as particularidades locais. Em diferentes estados, comunidades de forrozeiros desenvolveram espaços, grupos, festivais e formas próprias de manter esses conhecimentos em circulação. O processo de registro identificou a presença das matrizes em diversas regiões brasileiras e reconheceu o bem cultural com abrangência nacional.

Construção coletiva

O reconhecimento das Matrizes Tradicionais do Forró resultou de uma mobilização iniciada pela própria comunidade forrozeira. O pedido de registro foi apresentado ao Iphan em 2011 pela Associação Cultural Balaio Nordeste, após articulações envolvendo músicos, grupos culturais, associações e fóruns ligados ao forró.

O processo reuniu pesquisas, documentação audiovisual, encontros, fóruns, seminários e escutas realizadas em diferentes regiões. A participação dos detentores ajudou a delimitar o próprio objeto do registro e a definir que o reconhecimento deveria abranger não apenas determinadas músicas, mas o conjunto de práticas que dá continuidade às matrizes tradicionais.

A noção de “matrizes” também considera o caráter dinâmico da manifestação. As práticas tradicionais permanecem como referências para músicos e forrozeiros contemporâneos e, ao mesmo tempo, passam por transformações e reinvenções ao longo do tempo.

Patrimônio Cultural do Brasil

As Matrizes Tradicionais do Forró foram registradas em 9 de dezembro de 2021, após aprovação unânime do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, e inscritas no Livro de Registro das Formas de Expressão. O reconhecimento possui abrangência nacional.

O registro considera o forró como uma forma de expressão que articula diferentes dimensões culturais. Ritmos e danças convivem com instrumentos, indumentárias, espaços de celebração, conhecimentos artesanais e modos de transmissão que se relacionam à trajetória das comunidades que mantêm essas práticas.

Assim, reconhecer as Matrizes Tradicionais do Forró significa compreender que, por trás de cada sanfona, passo de dança ou encontro em torno da música, existe uma rede de conhecimentos compartilhados. É nessa convivência entre quem toca, dança, ensina, aprende, constrói instrumentos e organiza os espaços de encontro que as matrizes continuam sendo transmitidas entre gerações.

Com informações do Ministério da Cultura.

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22/09/2026 14:32h

Registrado como Patrimônio Cultural do Brasil desde 2008, bem reúne conhecimentos transmitidos pela oralidade, pela prática e pela convivência entre gerações

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Antes que um jogo comece na roda, há conhecimentos que orientam cada movimento, canto e toque de instrumento. São saberes construídos ao longo de anos de prática, convivência e aprendizado e transmitidos entre diferentes gerações de capoeiristas. No centro desse processo estão os mestres e mestras de capoeira, reconhecidos por suas comunidades como detentores de conhecimentos relacionados à manifestação cultural afro-brasileira.

O conjunto dessas práticas constitui o Ofício dos Mestres e Mestras da Capoeira, registrado como Patrimônio Cultural do Brasil pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O bem possui abrangência nacional e está inscrito no Livro de Registro dos Saberes desde 21 de outubro de 2008.

Exercer esse ofício vai além de ensinar golpes, esquivas ou sequências de movimentos. Mestres e mestras transmitem fundamentos da capoeira, orientam rodas, compartilham histórias e cantigas, ensinam os toques dos instrumentos e participam da formação de novos praticantes. Também cabe a eles interpretar e manter em circulação códigos, rituais, valores e referências construídos ao longo da trajetória da manifestação.

O reconhecimento como mestre ou mestra não depende, necessariamente, de um diploma ou título formal. Ele é construído ao longo do tempo, a partir da experiência, da dedicação à capoeira e, sobretudo, do reconhecimento dos próprios pares e da comunidade na qual aquele conhecimento é praticado e compartilhado.

Um saber que passa de pessoa para pessoa

A oralidade ocupa lugar central na transmissão da capoeira. Parte do aprendizado acontece pela palavra, mas outra parcela é assimilada ao observar, ouvir e participar.

Um movimento pode ser compreendido pela repetição. Uma cantiga pode ser aprendida acompanhando a roda. O momento adequado para determinado toque de berimbau é reconhecido pela experiência. Histórias sobre antigos mestres, acontecimentos e transformações da capoeira circulam nas conversas e nos ensinamentos compartilhados entre praticantes.

Nesse processo, corpo, memória e convivência tornam-se formas de transmissão do conhecimento. Segundo o Iphan, os saberes podem ser comunicados por gestos, olhares, palavras, ladainhas e narrativas contadas entre uma roda e outra.

Os espaços de aprendizagem também são diversos. Terreiros, praças, ruas, academias, escolas, centros culturais e comunidades podem receber rodas, treinamentos e encontros nos quais esses conhecimentos continuam circulando.

Mestres e mestras acompanham ainda diferentes etapas da formação dos praticantes. Podem acolher iniciantes, orientar discípulos, conduzir batizados e cerimônias, organizar rodas e reconhecer outros integrantes que, depois de anos de trajetória, também passam a ocupar posições de referência dentro da comunidade.

O conhecimento dentro da roda

Embora sejam bens culturais registrados separadamente, o Ofício dos Mestres e Mestras da Capoeira e a Roda de Capoeira estão diretamente relacionados.

É na roda que muitos dos conhecimentos transmitidos pelos mestres e mestras se encontram. Canto, instrumentos, movimentos, golpes, jogo, dança, improvisação, brincadeira e ritual passam a funcionar simultaneamente. A roda também possui códigos próprios, formas de organização e relações entre os participantes.

O berimbau exerce papel importante na condução desse ambiente. Seus diferentes toques ajudam a orientar o jogo, enquanto cantigas e instrumentos como atabaque, pandeiro, agogô e reco-reco participam da construção da musicalidade. O mestre ou a mestra precisa conhecer não somente a execução dos instrumentos, mas a relação entre música, movimento e momento ritual.

As cantigas também funcionam como espaços de memória. Elas podem narrar episódios, lembrar personagens, transmitir ensinamentos, provocar os jogadores ou comentar aquilo que acontece dentro da própria roda.

Assim, ensinar capoeira envolve transmitir uma linguagem formada por corpo, som, palavra, memória e interpretação. O conhecimento não permanece restrito a uma técnica: está relacionado a maneiras de compreender e participar daquele universo cultural.

Ancestralidade e resistência

A trajetória da capoeira está diretamente relacionada à história da população negra no Brasil. Desenvolvida a partir de referências africanas recriadas em território brasileiro, a manifestação atravessou períodos de repressão, criminalização e estigmatização.

No período posterior à abolição da escravidão, a capoeira chegou a ser criminalizada pelo Código Penal de 1890 e permaneceu associada à marginalidade durante parte de sua história. A continuidade da prática, mesmo diante das perseguições, ajuda a compreender a atuação de gerações de capoeiristas na manutenção e transmissão desses conhecimentos.

Ao longo do século XX, diferentes processos contribuíram para transformações na capoeira e em sua presença na sociedade brasileira. Entre as referências dessa trajetória estão as tradições conhecidas como Capoeira Angola e Capoeira Regional, que convivem atualmente com outras formas e experiências desenvolvidas em diferentes localidades.

Nesse percurso, mestres e mestras tiveram participação na formação de grupos, espaços de ensino e redes de capoeiristas, além de transmitir conhecimentos recebidos de gerações anteriores.

A presença da capoeira também ultrapassou as fronteiras brasileiras. Atualmente, a manifestação é encontrada em todo o território nacional e em mais de 150 países, segundo levantamento do Iphan.

Patrimônio Cultural do Brasil

O Ofício dos Mestres de Capoeira e a Roda de Capoeira tiveram seus registros aprovados em 2008. Embora relacionados, os dois bens foram inscritos em livros diferentes: o Ofício, no Livro de Registro dos Saberes, e a Roda, no Livro de Registro das Formas de Expressão.

O registro do Ofício ocorreu em 21 de outubro de 2008 e reconheceu os mestres como detentores dos conhecimentos tradicionais da manifestação e responsáveis pela transmissão de práticas, rituais e referências culturais.

Já a Roda de Capoeira recebeu, em 2014, o reconhecimento da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. O título internacional diz respeito especificamente à Roda de Capoeira, enquanto o Ofício dos Mestres e Mestras permanece como bem registrado como Patrimônio Cultural do Brasil.

Mestres e mestras

Em 11 de novembro de 2024, o Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural aprovou a revalidação do título de Patrimônio Cultural do Brasil atribuído ao Ofício. Na mesma decisão, foi aprovada a alteração da nomenclatura oficial de “Ofício dos Mestres da Capoeira” para “Ofício dos Mestres e Mestras da Capoeira”.

A mudança explicita a presença e a atuação das mulheres na transmissão dos conhecimentos e na continuidade da capoeira. O processo de reavaliação considerou transformações ocorridas desde o registro inicial e reuniu informações de diferentes materiais, planos de salvaguarda, consultas aos detentores e ações desenvolvidas nos estados.

A revalidação faz parte do acompanhamento dos bens culturais registrados. O procedimento permite observar mudanças ocorridas ao longo do tempo, identificar condições relacionadas à continuidade das práticas e reunir recomendações para as ações de salvaguarda.

No caso da capoeira, essas ações podem envolver produção e preservação de acervos, pesquisas, mapeamentos, documentação, fortalecimento da participação dos detentores e articulação entre grupos e comunidades.

A transmissão, porém, continua acontecendo sobretudo no encontro entre pessoas. Quando um mestre ou uma mestra ensina um toque, explica uma cantiga, conta a trajetória de quem veio antes, orienta um jogo ou forma novos praticantes, conhecimentos acumulados ao longo de gerações encontram outros corpos, vozes e experiências. É assim, entre memória e reinvenção, que o ofício segue sendo compartilhado.

Com informações do Ministério da Cultura.

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22/09/2026 13:00h

Indicador chega ao menor nível desde agosto de 2020, durante a pandemia

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A intenção de investimento da indústria caiu pelo quarto mês consecutivo em setembro e chegou ao menor nível desde agosto de 2020, durante a pandemia de Covid-19.

O índice recuou 1,3 ponto, de 52,6 para 51,3 pontos. Os dados fazem parte da Sondagem Industrial, divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta segunda-feira (21). 

A sequência de quedas começou em maio. Desde então, o indicador acumula recuo de 3,5 pontos. Para o gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, o resultado está relacionado à perda de ritmo da atividade industrial e ao aumento das incertezas.

“Há um aumento da incerteza associada, que também reduziu a expectativa.  Num quadro, portanto, de uma queda da atividade, que já vem de algum tempo, e de expectativas também moderadas, a intenção de investimento vem caindo e agora em setembro consolidou esse patamar bastante baixo de intenção de investimento. De uma forma geral, o que os indicadores de expectativa do empresário industrial mostram é um quadro de moderação das expectativas”, afirma.

A perspectiva para os próximos seis meses também piorou. Em setembro, os quatro indicadores de expectativa da indústria apresentaram queda.

A expectativa de demanda por produtos recuou 1,4 ponto, para 51,2 pontos. A previsão de compra de insumos e matérias-primas caiu 0,8 ponto, para 50,4. Já a expectativa para a quantidade exportada diminuiu 0,6 ponto, para 48,9 pontos. O indicador relacionado ao número de empregados teve queda de 0,2 ponto, chegando a 49,2 pontos.

Para o economista Carlos Eduardo Oliveira Jr., a queda da intenção de investimento ocorre em um cenário de juros elevados, que encarece o crédito e acende um alerta por parte das empresas nas tomadas de decisões.

“Isso impacta muito, gerando um custo mais caro do crédito e uma maior cautela dos empresários diante dessas incertezas econômicas, visto também que você tem uma redução no consumo das famílias. Apesar disso, o resultado não significa uma paralisação dos investimentos, mas sim uma postura mais prudente por parte das empresas que estão aguardando os próximos meses, principalmente com relação à movimentação moderada da indústria”, considera.

Mesmo com as quedas, as expectativas de demanda por produtos e de compra de insumos e matérias-primas permaneceram acima dos 50 pontos. Isso indica que os empresários do setor ainda projetam aumento desses dois itens nos próximos seis meses, embora em ritmo menor do que o previsto em agosto.

Já os indicadores de quantidade exportada e número de empregados ficaram em uma situação mais delicada.

Produção industrial

A produção industrial também apresentou queda em agosto. O índice de evolução da produção recuou 4,7 pontos, de 51 para 46,3 pontos. Com o resultado, o indicador passou para abaixo dos 50 pontos, sinalizando redução da produção em relação a julho.

De acordo com a pesquisa, esse foi o menor resultado para um mês de agosto desde 2015, quando a economia brasileira enfrentava uma recessão. Considerando os últimos 11 anos, o índice ficou abaixo dos 50 pontos em agosto apenas em 2025 e agora, em 2026.

“Esse resultado tão atípico passa pela queda contínua da demanda por bens industriais, mas também por um quadro de incertezas, tanto externas quanto internas. Não dá para negar que a proximidade das eleições traz um certo grau de imprevisibilidade, fazendo com que as empresas se tornem mais cautelosas na hora de investir, produzir e contratar”, destaca Azevedo.

VEJA MAIS:

A Utilização da Capacidade Instalada também diminuiu. A UCI caiu 1 ponto percentual em agosto e chegou a 69%, ficando 2 pontos percentuais abaixo da média para agosto.

O emprego acompanhou o movimento. O índice de evolução do número de empregados ficou em 48,2 pontos, após queda de 0,4 ponto em relação a julho.

Os estoques de produtos finais também recuaram. O índice de evolução do nível de estoques passou de 51 para 49,5 pontos, uma redução de 1,5 ponto. Como ficou abaixo dos 50 pontos, o indicador aponta queda dos estoques na passagem de julho para agosto.

Apesar disso, os estoques permaneceram próximos do nível projetado pelas empresas. O índice de estoque efetivo-planejado avançou 0,2 ponto, para 50,4 pontos.

Sobre a pesquisa

A Sondagem Industrial de setembro ouviu 1.403 empresas entre os dias 1º e 11 de setembro. Do total, 587 eram pequenas empresas, 487 médias e 329 grandes.
 

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22/09/2026 03:00h

Saca de 60 quilos é negociada a R$ 155,26 no interior e a R$ 161,52 no litoral

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A saca de 60 quilos da soja inicia esta terça-feira (22) com aumento no interior do Paraná e redução na região litorânea de Paranaguá.

No mercado paranaense, o grão apresenta alta de 0,05%, com a saca negociada a R$ 155,26. Em Paranaguá, a baixa foi de 0,23%, levando a cotação para R$ 161,52.


INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
21/09/2026 155,26 0,05% 2,61% 30,40
18/09/2026 155,18 0,15% 2,56% 30,16
17/09/2026 154,95 -0,24% 2,41% 30,14
16/09/2026 155,33 1,13% 2,66% 30,10
15/09/2026 153,59 0,45% 1,51% 29,80


INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
21/09/2026 161,52 -0,23% 1,30% 31,63
18/09/2026 161,89 -0,08% 1,54% 31,46
17/09/2026 162,02 0,09% 1,62% 31,52
16/09/2026 161,88 0,80% 1,53% 31,37
15/09/2026 160,59 0,09% 0,72% 31,16

Trigo

 O trigo teve aumento de preço no Paraná e no Rio Grande do Sul.

No Paraná, a tonelada do cereal é comercializada a R$ 1.532,17. No Rio Grande do Sul, o produto é vendido a R$ 1.419,84.

PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
21/09/2026 1.419,84 1,38% 5,25% 278,02
18/09/2026 1.400,50 1,11% 3,81% 272,15
17/09/2026 1.385,09 0,37% 2,67% 269,42
16/09/2026 1.380,03 1,37% 2,30% 267,40
15/09/2026 1.361,32 0,30% 0,91% 264,13


PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ

Data Valor R$/t* Var./Dia Var./Mês Valor US$/t*
21/09/2026 1.532,17 1,45% 5,20% 300,01
18/09/2026 1.510,24 0,03% 3,70% 293,48
17/09/2026 1.509,74 -0,15% 3,66% 293,67
16/09/2026 1.512,00 0,16% 3,82% 292,97
15/09/2026 1.509,58 0,35% 3,65% 292,89


Os dados são do Cepea.

 

O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos

A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.

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22/09/2026 03:00h

Café arábica é negociado a R$ 1.534,23 por saca em São Paulo; açúcar cristal registra leve alta

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O preço do café arábica abre esta terça-feira (22) com baixa de 0,80%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.534,23 na cidade de São Paulo.

O café robusta teve baixa de 0,84%, sendo comercializado a R$ 957,72.


INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
21/09/2026 1.534,23 -0,80% -12,25% 300,42
18/09/2026 1.546,58 0,30% -11,55% 300,54
17/09/2026 1.541,97 -1,56% -11,81% 299,94
16/09/2026 1.566,48 -1,38% -10,41% 303,52
15/09/2026 1588,43 -0,40% -9,15% 308,19


INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês Valor US$
21/09/2026 957,72 -0,84% -6,30% 187,53
18/09/2026 965,79 0,08% -5,51% 187,68
17/09/2026 965,02 -1,26% -5,59% 187,71
16/09/2026 977,32 -0,86% -4,38% 189,37
15/09/2026 985,78 -0,66% -3,56% 191,27


O preço do açúcar cristal apresentou alta de 0,07% na capital de São Paulo. A saca de 50 kg é cotada a R$ 120,13.


INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
21/09/2026 120,13 0,07% 5,61% 23,52
18/09/2026 120,05 0,39% 5,54% 23,33
17/09/2026 119,58 0,25% 5,13% 23,26
16/09/2026 119,28 0,96% 4,86% 23,11
15/09/2026 118,15 -1,06% 3,87% 22,92


Em Santos (SP), houve uma baixa de 0,47%, e a mercadoria é negociada a R$ 125,33 na média de preços sem impostos.


Indicador Açúcar Cristal - Santos (FOB)

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
21/09/2026 125,33 0,47% -2,00% 24,52
18/09/2026 124,74 -0,32% -2,46% 24,19
17/09/2026 125,14 -2,10% -2,15% 24,29
16/09/2026 127,83 0,28% -0,05% 24,81
15/09/2026 127,47 -1,61% -0,33% 24,76


A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,62, após uma alta de 0,48%.

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
21/09/2026 69,62 0,48% -0,87% 13,63
18/09/2026 69,29 0,06% -1,34% 13,46
17/09/2026 69,25 0,07% -1,40% 13,47
16/09/2026 69,20 -0,27% -1,47% 13,41
15/09/2026 69,39 -0,17% -1,20% 13,46

Os dados são do Cepea.


Diferença entre café arábica e café robusta: características, uso e regiões produtoras

Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.

O café arábica (conhecido também como café Conilon, em algumas regiões) tem sabor mais suave, menor teor de cafeína e alta qualidade sensorial, sendo preferido em cafeterias especializadas e nas exportações de cafés premium. Representa cerca de 70% da produção brasileira, com destaque para estados como Minas Gerais e São Paulo.

O café robusta, por sua vez, possui sabor mais amargo, maior concentração de cafeína e corpo mais intenso. É amplamente utilizado na produção de café solúvel e blends comerciais. Seus principais polos produtores são o Espírito Santo e Rondônia, e seu preço costuma ser mais baixo em comparação ao arábica, por conta do perfil mais industrial. 

Como é calculada a saca de açúcar cristal?

A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.

Qual o peso da saca de milho no Brasil?

A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.

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22/09/2026 02:00h

Arroba é negociada a R$ 354,65 em São Paulo; frango e carcaça suína também apresentam aumento

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O preço do boi gordo teve aumento nesta terça-feira (22). Em São Paulo, a arroba é negociada a R$ 354,65.

INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ 

Data Valor R$* Var./Dia Var./Mês Valor US$*
21/09/2026 354,65 0,50% 2,98% 69,44
18/09/2026 352,90 0,10% 2,47% 68,58
17/09/2026 352,55 0,07% 2,37% 68,58
16/09/2026 352,30 0,37% 2,29% 68,26
15/09/2026 351,00 0,43% 1,92% 68,10


Preço do frango congelado e frango resfriado

No mercado de frango, os valores apresentam aumento na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado. O quilo do frango congelado é vendido a R$ 8,31 enquanto o frango resfriado está cotado a R$ 8,34.

PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
21/09/2026 8,31 0,00% 13,52%
18/09/2026 8,31 -0,24% 13,52%
17/09/2026 8,33 -0,12% 13,80%
16/09/2026 8,34 5,04% 13,93%
15/09/2026 7,94 0,89% 8,47%


PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP 

Data Valor R$ Var./Dia Var./Mês
21/09/2026 8,34 0,36% 14,40%
18/09/2026 8,31 -0,24% 13,99%
17/09/2026 8,33 0,00% 14,27%
16/09/2026 8,33 5,04% 14,27%
15/09/2026 7,93 0,76% 8,78%

Preço da carcaça suína especial e suíno vivo 

Já a carcaça suína especial teve aumento nos atacados da Grande São Paulo, onde o quilo custa R$ 7,94.

Entre os estados analisados, o suíno vivo registra declínio no preço em Santa Catarina, onde o animal é comercializado a R$ 4,81. 

PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg) 

Data Média Var./Dia Var./Mês
21/09/2026 7,94 1,02% 8,62%
18/09/2026 7,86 0,13% 7,52%
17/09/2026 7,85 0,00% 7,39%
16/09/2026 7,85 0,51% 7,39%
15/09/2026 7,81 6,55% 6,84%


INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)

Data Estado Valor R$* Var./Dia Var./Mês
21/09/2026 MG - posto 5,32 1,14% 5,98%
21/09/2026 PR - a retirar 4,62 0,65% 2,90%
21/09/2026 RS - a retirar 4,75 1,28% 4,63%
21/09/2026 SC - a retirar 4,81 2,12% 5,25%
21/09/2026 SP - posto 5,13 1,79% 6,21%


Os dados são do Cepea.


O que é o boi gordo? Entenda o termo do mercado bovino

O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.

Diferenças entre frango congelado e frango resfriado

O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias.

Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.

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22/09/2026 00:09h

Moeda recua 0,7% diante da queda do petróleo e do cenário externo mais favorável ao risco

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O dólar encerrou a segunda-feira (21) em queda de 0,7%, cotado a R$ 5,10. O movimento acompanhou o maior apetite ao risco nos mercados internacionais, em meio ao recuo dos preços do petróleo.

O barril do petróleo Brent chegou a operar abaixo dos US$ 100, em um cenário marcado pela expectativa de negociações entre Estados Unidos e Irã. A commodity encerrou o dia em torno de US$ 100,34, com queda de 3,4%.

No mercado doméstico, o cenário eleitoral também esteve no radar dos investidores. Uma pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira mostrou empate técnico entre Luiz Inácio Lula da Silva e Flávio Bolsonaro em uma simulação de segundo turno, com 46% e 45%, respectivamente.

Para analistas, o ambiente externo contribuiu para o movimento de valorização do real. Fatores locais, incluindo o cenário mostrado pelas pesquisas eleitorais, também foram acompanhados pelo mercado.

No encerramento dos negócios, o DXY, índice que mede o desempenho do dólar diante de uma cesta de seis moedas, registrava alta de 0,2%.
 

Cotação do euro

O euro, por sua vez, encerrou o pregão cotado a R$ 5,85.

 

Cotações

A tabela abaixo mostra as cotações cruzadas entre as principais moedas internacionais e o real. Cada célula indica quanto vale 1 unidade da moeda da linha em relação à moeda da coluna.

Código BRL USD EUR GBP JPY CHF CAD AUD
BRL 1 0,1958 0,1708 0,1465 30,8225 0,1608 0,2749 0,2751
USD 5,1065 1 0,8722 0,7480 157,41 0,8212 1,4036 1,4046
EUR 5,8543 1,1465 1 0,8577 180,49 0,9415 1,6092 1,6104
GBP 6,8269 1,3369 1,1660 1 210,44 1,0978 1,8764 1,8778
JPY 3,24449 0,635344 0,55411 0,475229 1 0,5217 0,89180 0,89242
CHF 6,2183 1,2178 1,0622 0,9109 191,74 1 1,7093 1,7106
CAD 3,6381 0,7125 0,6214 0,5329 112,16 0,5851 1 1,0008
AUD 3,6356 0,7120 0,6210 0,5326 112,06 0,5846 0,9993 1

Os dados são da Investing.com.

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