27/03/2026 10:00h

Investimentos incluem a Adutora de Jaicós e a Barragem Nova Algodões, com impacto direto para mais de 50 mil pessoas

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Integrando a programação do Caminho das Águas, o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), Waldez Góes, esteve, nesta quinta-feira (26), no Piauí, para tratar do fortalecimento da infraestrutura hídrica no estado, com foco em obras estratégicas voltadas ao abastecimento humano e ao desenvolvimento regional.

Em Teresina, Góes participou da solenidade de assinatura da Ordem de Serviço da Adutora de Jaicós, que será construída no semiárido piauiense. A Adutora é um empreendimento estratégico voltado ao fortalecimento do abastecimento humano na região. A obra será executada pela Secretaria Estadual de Defesa Civil do Piauí e a previsão de conclusão das obras é para maio de 2027.

“É sempre uma alegria estar no Piauí, especialmente para tratar de um tema que, no Governo Federal, está sob minha responsabilidade: a infraestrutura hídrica do Nordeste”, disse o ministro Waldez. “Dentro do Novo PAC, que coordeno, organizamos oito eixos estratégicos, e a segurança hídrica é central para garantir desenvolvimento e qualidade de vida para a população”, completou.

O investimento total previsto é de R$ 135,5 milhões, dos quais R$ 118 milhões correspondem a recursos federais. Com extensão de 54,5 quilômetros, a adutora foi projetada para garantir segurança hídrica à população local, beneficiando cerca de 22 mil pessoas. A ação faz parte da estratégia do MIDR para enfrentar os efeitos da escassez hídrica e promover soluções estruturantes no semiárido, por meio de obras incluídas no Novo PAC.

“Assinamos o contrato para o início das obras que vão levar água e qualidade de vida para mais de 20 mil pessoas do centro-sul piauiense. Uma conquista que é fruto da parceria entre o MDS e o MIDR”, destacou o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Wellington Dias. “Investir em água é investir em segurança alimentar e no futuro do nosso povo. O Piauí avança com o trabalho do governo do presidente Lula”, completou.

Visita técnica à barragem Nova Algodões

Na sequência, a comitiva, que contou também com a presença do secretário Nacional de Segurança Hídrica, Giuseppe Vieira, seguiu para o município de Cocal, onde foi realizada uma visita técnica à Barragem Nova Algodões. O empreendimento é uma das principais obras hídricas em execução no estado, com capacidade de armazenamento de 55 milhões de metros cúbicos de água e investimento federal de R$ 240 milhões. A barragem está em execução desde dezembro de 2023 e apresenta avanço físico superior a 21%, com previsão de conclusão em 2028.

Além da vistoria técnica, a agenda em Cocal marcou a liberação de novos investimentos para a continuidade das obras da Barragem Nova Algodões, que tem como finalidade o abastecimento humano e deverá beneficiar cerca de 28 mil pessoas no município e na região do entorno. Os recursos garantem o avanço do cronograma e a continuidade de uma obra estratégica para a região.

Obras e projetos estruturantes no Piauí

As ações do MIDR no estado incluem ainda um conjunto de obras e projetos estruturantes, como a retomada das barragens Tinguis e Atalaia, estudos para a Barragem de Castelo e projetos de adutoras regionais. Um Estudo de Viabilidade do Canal de Integração do Sertão Piauiense, eixo oeste do Projeto de Integração do Rio São Francisco (PISF) também faz parte das ações.

As iniciativas consolidam a atuação do Governo Federal na ampliação da segurança hídrica e na promoção do desenvolvimento sustentável no semiárido piauiense. Os investimentos garantem o avanço de obras estruturantes e ampliam o acesso à água para milhares de famílias.

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27/03/2026 04:55h

Programa do IEL oferece oportunidades para diferentes níveis de formação em áreas como engenharia, tecnologia e administração

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O Programa Inova Talentos, do Instituto Euvaldo Lodi (IEL), está com 266 vagas abertas para pesquisadores interessados em atuar em projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação (PD&I) em todo o país. A iniciativa oferece bolsas que podem chegar a R$ 12 mil, conforme o nível de formação e a função exercida.

Podem participar estudantes e profissionais de diferentes níveis de formação — de graduandos a doutores — em diversas áreas do conhecimento, como administração, marketing, engenharias, ciência da computação, contabilidade, farmácia, psicologia, entre outras.

Os bolsistas terão um contrato inicial de 12 meses, com possibilidade de prorrogação, e poderão atuar nos formatos presencial, híbrido ou remoto, dependendo do projeto. As oportunidades estão distribuídas por todo o país, com maior concentração nos estados de São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Pernambuco, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

O Inova Talentos é uma iniciativa do IEL em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT).

Inova Talentos aproxima pesquisa e indústria

A gerente de Carreiras e Desenvolvimento Empresarial do IEL Nacional, Michelle Queiroz, afirma que o Inova Talentos é uma ferramenta essencial para acelerar a inovação na indústria brasileira, tornando as empresas mais modernas e competitivas.

“Na prática, o programa funciona como uma ponte estratégica, pois conectamos as necessidades reais de pesquisa das empresas a profissionais altamente qualificados. Esses pesquisadores mergulham nos desafios da indústria para desenvolver novos produtos, processos e soluções tecnológicas”, destaca.

Segundo ela, o Inova Talentos contribui diretamente para a formação profissional dos participantes.

“[O participante] tem como desenvolver soft skills corporativas, porque vai trabalhar na gestão de prazos e metas. Vai trabalhar em equipes multidisciplinares, com pessoas do marketing, do financeiro, da engenharia. Vai trabalhar também na visão de viabilidade comercial e na escalabilidade de produtos. Dessa forma, ele adquire todo o conhecimento sobre a empresa e vai para o mercado de trabalho muito mais preparado”, ressalta.

Confira algumas vagas 

Natura Cosméticos S/A  

  • 2 vagas para Mestre 1, atuação híbrida, 40h semanais, bolsa de R$ 4.200. Projeto de Síntese de Valor e Impacto. Perfis em Engenharias, Data/Analytics, Estatística, Economia, Ciências Ambientais e Biologia. 

Marelli Sistemas Automotivos Indústria e Comércio 

  • 1 vaga para Doutor, atuação presencial em MG, bolsa de R$ 6.300, projeto de otimização de testes em amortecedores. Áreas: Eng. Mecânica, Aeronáutica, Controle e Automação ou Produção. Duração de 12 meses, com jornada das 8h às 17h. 

Instituto Itaú de Ciência, Tecnologia e Inovação 

  • 4 vagas para Mestre (TECH 3), com bolsa de R$ 9.000, e 2 vagas para Doutor (TECH 4), com bolsa de R$ 11.000, 40 horas semanais e duração de 12 meses, atuação remota. Projeto de automatização de testes SOX. Áreas de Exatas e Engenharias, com foco em programação. Além dessas oportunidades, outras 30 vagas estão em processo seletivo na empresa para outros projetos do Inova Talentos. 

Companhia Brasileira de Alumínio  

  • 1 vaga para Doutor, regime híbrido, 40h semanais e duração de 12 meses, bolsa de R$ 11.000. Projeto de Arquitetura de Dados 2.0. Perfis em Computação, TI e Engenharias.  

Vale 

  • 2 vagas para Especialistas Visitantes, atuação híbrida, 40h semanais e duração de 12 meses. Bolsas de R$ 10.000 (EV2) e R$ 12.000 (EV3). Áreas: Eng. de Minas, Metalúrgica, Química, Materiais e afins. Outras vagas e oportunidades abertas. 

Banco Bradesco  

  • 10 vagas para Doutor 2 com bolsa de R$ 6.500 e vagas para Graduado 2 com bolsa de R$ 3.500), atuação híbrida, 40h semanais e duração de 12 meses. Projeto de painel estratégico de riscos e controles. Áreas: Eng. de Produção, Contabilidade, TI e correlatas. Outras oportunidades disponíveis.  

Como se inscrever

Os interessados devem entrar em contato com o IEL do próprio estado para verificar as etapas dos processos seletivos e as vagas disponíveis na região. 

Todas as informações e outras oportunidades podem ser consultadas no site de vagas do IEL – Inova Talentos.

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27/03/2026 04:55h

O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo CAIXA Tem

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A CAIXA paga, nesta sexta-feira, 27 de março, a primeira parcela de 2026 do Programa Pé-de-Meia para os estudantes do Ensino Médio regular e Ensino Médio da Educação de Jovens e Adultos, a EJA, nascidos nos meses de setembro e outubro.

O incentivo será creditado na conta Poupança CAIXA Tem e os valores podem ser movimentados pelo CAIXA Tem. 

O estudante pode pagar contas, fazer transferências e PIX, direto no aplicativo.

Além disso, pode movimentar os valores com o cartão do programa, fazendo compras e pagamentos.

O Programa Pé-de-Meia apoia a permanência e a conclusão escolar dos estudantes matriculados no Ensino Médio e na Educação de Jovens e Adultos da rede pública.

Para mais informações sobre os pagamentos do Pé-de-Meia, acesse: www.caixa.gov.br.

O que é o Pé-de-Meia

O Pé-de-Meia é um programa de incentivo financeiro-educacional do Governo Federal para estudantes do ensino médio público inscritos no CadÚnico. Ele funciona como uma poupança para manter a frequência e estimular a conclusão do ensino médio, reduzindo desigualdades e promovendo inclusão e mobilidade social.

Quem tem direito ao pagamento

  • Estudantes matriculados no ensino médio público e beneficiários do CadÚnico.
  • Vale para ensino regular e para EJA (Educação de Jovens e Adultos), com regras de pagamento específicas.

Como funciona o pagamento do Pé-de-Meia

  • O MEC usa dados enviados pelas redes de ensino (federal, estadual, distrital ou municipal) para identificar quem cumpre os requisitos de matrícula e frequência.
  • Com as informações validadas, o MEC autoriza as folhas de pagamento e envia à Caixa Econômica Federal, que abre as contas e realiza os pagamentos.

Valores do pagamento (ensino regular)

  • R$ 200/mês de incentivo pela frequência (saque a qualquer momento).
  • R$ 1.000 ao final de cada ano concluído (fica bloqueado e só pode ser sacado após a formatura no ensino médio).
  • Bônus de R$ 200 pela participação no ENEM.
  • Total potencial ao longo do curso: até R$ 9.200 por aluno, somando parcelas mensais, depósitos anuais e o adicional do ENEM.

Valores do pagamento (EJA)

  • R$ 200 por comprovação de matrícula (saque imediato).
  • R$ 225 por frequência (saque imediato).
  • Mantêm-se os depósitos anuais de R$ 1.000 ao concluir cada etapa do ensino médio, com saque após a formatura.

Calendário e processamento do pagamento

  • As folhas de pagamento são geradas pelo MEC com base na matrícula e frequência informadas pelas redes de ensino.
  • A Caixa processa e efetiva o pagamento nas contas abertas para os beneficiários.
  • O estudante acompanha no app “Jornada do Estudante” quando o pagamento for liberado.

Como consultar e sacar o pagamento do Pé-de-Meia

  • Consulta: pelo aplicativo Jornada do Estudante (informações de elegibilidade, parcelas e status).
  • Saque: valores mensais (R$ 200 no regular; R$ 200 + R$ 225 no EJA) podem ser sacados a qualquer momento.
  • Depósitos anuais (R$ 1.000) ficam retidos e só podem ser sacados após a conclusão do ensino médio.

Perguntas rápidas sobre o pagamento Pé-de-Meia

  • Preciso comprovar frequência? Sim. A liberação do pagamento depende da matrícula e da frequência informadas pela rede de ensino.
  • Posso sacar tudo? Não. As parcelas mensais podem ser sacadas; os R$ 1.000 anuais ficam disponíveis apenas após a formatura.
  • O ENEM é obrigatório para receber o bônus? Para o adicional de R$ 200, é necessário participar do ENEM.
  • Onde vejo se caiu o pagamento? No app Jornada do Estudante.
  • Quem resolve erros no pagamento? A rede de ensino precisa corrigir dados de matrícula/frequência; a Caixa executa o pagamento após o envio correto das folhas pelo MEC.
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27/03/2026 04:55h

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem

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A CAIXA inicia nesta sexta-feira (27), o pagamento do Bolsa Família referente ao mês de março para os beneficiários com o Número de Identificação Social (NIS) terminado em 8. 

Os pagamentos são realizados preferencialmente na Poupança CAIXA ou conta CAIXA Tem. Com a conta CAIXA Tem, os beneficiários podem pagar contas e fazer transferências diretamente pelo aplicativo no celular.

O benefício também pode ser movimentado com o cartão de débito da conta em comércios, Unidades Lotéricas, Correspondentes CAIXA Aqui, terminais de autoatendimento e Agências da CAIXA. Além disso, é possível realizar saques sem cartão nos terminais de autoatendimento e Unidades Lotéricas, utilizando a identificação biométrica previamente cadastrada em uma agência da CAIXA.

No aplicativo Bolsa Família é possível acompanhar as informações do benefício, além de receber atualizações e novidades sobre o programa.

Para baixar os aplicativos CAIXA Tem e Bolsa Família, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone. É gratuito.  

O que é Bolsa Família

O Programa Bolsa Família é a transferência mensal de renda do maior programa social do Brasil, reconhecido por tirar milhões de famílias da fome. O modelo atual considera tamanho e características do núcleo familiar: lares com três ou mais pessoas tendem a receber valores maiores do que famílias unipessoais, reforçando a proteção social.

Pagamento do Bolsa Família: objetivos do programa

Além da renda, o Bolsa Família integra políticas públicas para ampliar acesso a saúde, educação e assistência social. O foco é promover dignidade e cidadania, articulando ações complementares (esporte, ciência, trabalho) para a superação da pobreza e a transformação social.

Quem tem direito ao pagamento do Bolsa Família

Para ter direito ao pagamento do Bolsa Família, a renda por pessoa da família deve ser de até R$ 218/mês.

Exemplo: 1 pessoa com salário mínimo (R$ 1.518) em família de 7 integrantes → renda per capita de R$ 216,85. Como está abaixo de R$ 218, a família é elegível ao benefício.

Como receber o pagamento do Bolsa Família (passo a passo)

  1. Inscrição no CadÚnico: mantenha dados corretos e atualizados.
  2. Onde se cadastrar: procure o CRAS ou postos municipais de assistência social.
  3. Documentos: CPF ou título de eleitor.
  4. Seleção mensal automatizada: estar no CadÚnico não garante entrada imediata. Todos os meses o programa identifica e inclui novas famílias que passam a receber o pagamento Bolsa Família.

Quando começa o pagamento Bolsa Família após o cadastro?

Mesmo inscrita no CadÚnico, a família só recebe quando for selecionada pelo sistema do programa. A inclusão é contínua e mensal, de forma automatizada, conforme os critérios de elegibilidade e a atualização cadastral.

Dicas para manter o pagamento do Bolsa Família em dia

  • Atualize o CadÚnico sempre que houver mudança (endereço, renda, composição familiar).
  • Acompanhe o calendário oficial de pagamento e as comunicações do município/CRAS.
  • Guarde seus comprovantes e verifique regularmente a situação do benefício nos canais oficiais.

Bolsa Família: perguntas rápidas (FAQ)

Preciso estar no CadÚnico? Sim, é obrigatório para concorrer ao pagamento do Bolsa Família.

O valor é igual para todos? Não. O modelo considera o tamanho e o perfil familiar, podendo variar.

Cadastro feito = pagamento imediato? Não. A seleção é mensal e automatizada; a família come

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27/03/2026 04:45h

Equipamentos ficarão em laboratórios públicos de 10 aldeias para garantir acesso à tecnologia e inclusão digital

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Povos de 10 aldeias indígenas de Tabatinga (AM) foram contemplados com 100 computadores do Governo do Brasil. As doações foram feitas na quarta-feira (25), fruto de um Acordo de Cooperação Técnica entre os ministérios das Comunicações e dos Direitos Humanos.

As máquinas, que seriam descartadas por órgãos públicos, foram renovadas. Agora, passam a compor pequenos laboratórios públicos de informática como instrumentos de inclusão digital para a população próxima à fronteira entre Brasil, Peru e Colômbia. Todos os equipamentos foram recondicionados por jovens capacitados profissionalmente nos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs) do Ministério das Comunicações, espalhados pelo Brasil. 

A secretária-executiva do Ministério das Comunicações, Sônia Faustino, destacou que os materiais ajudam a garantir o direito humano à inclusão digital e a promoção da cidadania em áreas remotas. “Quando levamos computadores para uma comunidade indígena, não estamos apenas entregando equipamentos, estamos abrindo caminhos para educação, para comunicação, para autonomia e para o fortalecimento cultural. A Amazônia não está à margem do Brasil, ela ocupa o lugar central na construção do nosso projeto de país”, afirmou.

Distribuição

Cada aldeia terá, ao menos, dez computadores. As escolhas são feitas com base na urgência de inclusão digital da região. O direcionamento das doações é de responsabilidade do Ministério dos Direitos Humanos, em parceria com a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

“O governo do presidente Lula tem nos orientado a construir políticas públicas com escuta, com parceria e com presença real nos territórios. Seguiremos trabalhando para que a coletividade, a tecnologia e a comunicação sejam instrumentos de igualdade, de dignidade e de futuro para todos e todas”, completou Faustino.

Wesley Lima, chefe de Gabinete da Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ do MDH, exaltou as possibilidades da parceria interministerial. “Mais do que ampliar o acesso à tecnologia, a entrega desses computadores também contribui para o enfrentamento das violências e das desigualdades. É um aprendizado importante dos últimos anos e que, hoje, se torna central para a atuação do governo”, declarou.

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27/03/2026 04:45h

Participação do Brasil é organizada pela ApexBrasil; iniciativa marca um reposicionamento estratégico da indústria nacional no cenário global

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A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) lidera a organização da participação do Brasil como país parceiro oficial da Hannover Messe 2026, a maior feira industrial do mundo, realizada na Alemanha. O evento está previsto para ocorrer entre os dias 20 e 24 de abril de deste ano.

A iniciativa marca um reposicionamento estratégico da indústria brasileira no cenário global, alinhado à política industrial retomada pelo governo do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e conduzida pelo vice-presidente e ministro do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin.

Retomada industrial e estratégia internacional

A decisão de assumir o papel de país parceiro ocorre em sintonia com a recriação do MDIC e com a implementação da política industrial Nova Indústria Brasil (NIB), que recoloca o setor produtivo no centro da estratégia de desenvolvimento nacional.

“O Brasil chega à Hannover Messe em um novo momento, com a retomada da política industrial liderada pelo presidente Lula e pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, por meio da Nova Indústria Brasil. Nosso objetivo é apresentar ao mundo um país competitivo, sustentável e inovador, capaz de atrair investimentos e de participar das grandes transformações tecnológicas que estão redefinindo a indústria global”, destaca o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana.

“Dois anos atrás, nós, da direção da ApexBrasil, começamos a trabalhar com a direção da Hannover Messe a participação do Brasil neste ano de 2026. Daí o nosso interesse de levar o que o Brasil tem de novo, de inovação na indústria, para a maior feira industrial do mundo”, complementa.

A participação brasileira foi articulada pela ApexBrasil, em parceria com a Embaixada do Brasil em Berlim, o Ministério das Relações Exteriores e o MDIC.

“Toda a nossa indústria é baseada em uma matriz energética quase 100% renovável. Isso significa que produzir no Brasil, cooperar com o Brasil para a produção industrial, significa cooperar em prol de uma produção industrial com uma pegada de carbono cada vez menor. E isso hoje é um diferencial estratégico, é um diferencial competitivo”, explica Ana Repezza.

Com a implementação da NIB, o país voltou a contar com uma política industrial estruturada, baseada em inovação, competitividade, sustentabilidade e fortalecimento das cadeias produtivas. No primeiro ano do programa, a produção industrial cresceu 3,1%, com previsão de investimentos de R$ 300 bilhões até 2026.

O cenário macroeconômico também reforça essa trajetória. A inflação projetada para o período de 2023 a 2026 tende a ser a menor desde o Plano Real, enquanto a taxa de desemprego se aproxima de 5%, segundo dados recentes. O Índice de Gini atingiu o menor nível da série histórica, indicando redução da desigualdade e ampliação do consumo.

Vantagens competitivas e transição energética

O Brasil se destaca globalmente na agenda de transição energética e descarbonização. Quase 90% da eletricidade do país provém de fontes renováveis — uma das matrizes mais limpas do mundo.

Além disso, o país possui a segunda maior reserva global de terras raras, insumos essenciais para tecnologias como veículos elétricos, turbinas eólicas, baterias e semicondutores.

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Essa combinação de energia limpa, recursos naturais estratégicos e base industrial fortalece o posicionamento do Brasil como destino relevante para investimentos internacionais voltados à economia de baixo carbono.

O ambiente econômico favorável também se reflete na confiança externa. O Brasil já ocupou a quarta posição entre os maiores destinos de investimento estrangeiro direto no mundo, com ingressos superiores a US$ 60 bilhões em um único ano.

No comércio exterior, o país registra resultados históricos, com recordes de exportações e superávits na balança comercial, evidenciando competitividade e integração às cadeias globais.

Estrutura da participação brasileira na feira

Na Hannover Messe 2026, o Brasil terá sua maior participação já registrada. Serão seis pavilhões, reunindo 140 empresas expositoras e mais de 300 participantes, em uma área total de 2.700 m².

Os espaços serão distribuídos em diferentes halls temáticos:

  • Startups, Pesquisa & Hidrogênio (Hall 11)
  • Energia & Armazenamento (Hall 12)
  • Digitalização & Software (Hall 16)
  • Soluções Industriais & Economia Circular (Hall 17)
  • Automação, Robótica, IA & Segurança Digital (Hall 26)
  • Componentes & Automação (Hall 27)

A iniciativa busca ampliar a visibilidade internacional da indústria brasileira e consolidar o país como polo de tecnologia, inovação e negócios.

Acordo Mercosul–União Europeia

A perspectiva de implementação do acordo entre Mercosul e União Europeia adiciona uma dimensão estratégica à participação brasileira. O bloco combinado representa um mercado de mais de 700 milhões de consumidores e um PIB estimado em cerca de US$ 22 trilhões, ampliando oportunidades de comércio, investimento e integração produtiva.

Como país parceiro oficial, o Brasil se apresenta como uma potência industrial sustentável e inovadora, combinando indústria, startups, centros de pesquisa e matriz energética limpa para oferecer soluções em digitalização, descarbonização, transição energética e manufatura avançada.

Apoio institucional e articulação

A iniciativa conta com o apoio de instituições como o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (SEBRAE), a Vale, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a Confederação Nacional do Transporte (CNT) e a Volkswagen.

Também participam entidades estratégicas como Embraer, Confederação Nacional da Indústria (CNI), AHK Brasil, Deutsche Messe, ABIMAC, ABINEE e Softex.

Essa articulação entre governo, setor produtivo e instituições reforça uma agenda comum voltada à inovação, sustentabilidade e inserção internacional do Brasil — posicionando o país como protagonista na indústria do futuro.
 

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27/03/2026 04:40h

Bate-papo promovido pela Sedec reuniu especialistas e destacou a importância do planejamento, da integração entre órgãos e da inclusão dos animais nos planos de contingência

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A atuação da Defesa Civil na proteção de animais em situações de desastre foi tema de um bate-papo realizado nesta quinta-feira (26), promovido pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) e disponível no canal do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) no Youtube. O encontro reuniu especialistas para discutir desafios e caminhos para aprimorar a gestão voltada aos animais em cenários de emergência.

A coordenadora-geral de Assistência Humanitária da Sedec, Júnia Ribeiro, destacou que a demanda por atendimento a animais em desastres não é recente e, historicamente, tem sido atendida principalmente por voluntários. “A demanda por atendimento emergencial dos animais afetados por desastres é antiga e, na maior parte das vezes, é feita pelo voluntariado e pelos protetores de animais. Após o desastre no Rio Grande do Sul, em 2024, essa necessidade ficou ainda mais evidente, e hoje buscamos estruturar um atendimento em nível nacional”, afirmou.

Durante o encontro, também foi ressaltada a importância do planejamento prévio e da integração entre diferentes setores do poder público. O diretor do Departamento de Proteção à Vida Animal de Peruíbe (SP), Raphael Barreiros, enfatizou que a preparação é essencial para uma resposta eficiente. “Planejar, prevenir, mapear e ter um plano de contingência é fundamental. Em Peruíbe, já trabalhamos com uma atuação integrada entre várias secretarias e investimos na capacitação das equipes para garantir uma resposta mais rápida e organizada”, explicou.

Outro ponto central do debate foi o conceito de Saúde Única (One Health), que considera a interdependência entre a saúde humana, animal e ambiental. A advogada e voluntária da Defesa Civil em Niterói (RJ), Yasmin Radef, destacou que esse entendimento é cada vez mais necessário. “Não é possível cuidar da saúde das pessoas sem considerar os animais e o meio ambiente. Se um desses pilares está em desequilíbrio, todos os outros também estarão”, disse.

A veterinária e presidente do Grupo de Resposta a Animais em Desastres (GRAD), Carla Sassi, chamou atenção para o reconhecimento das famílias multiespécie e os impactos disso na gestão de desastres. “Hoje, o conceito de família multiespécie já é juridicamente reconhecido. Em situações de desastre, isso fica evidente, porque muitas pessoas se recusam a sair de áreas de risco sem seus animais ou acabam se colocando em risco para não se separar deles”, destacou.

Ela também ressaltou a importância de incluir os animais no planejamento das ações de resposta. “Quando são feitos levantamentos em áreas vulneráveis, não basta saber apenas quantas pessoas vivem ali. É fundamental entender também quantos animais fazem parte dessas famílias para garantir um planejamento mais eficiente, humano e realista”, completou.

O debate reforçou a necessidade de fortalecimento de políticas públicas, integração entre órgãos e inclusão dos animais nos planos de contingência, como forma de garantir respostas mais eficazes e humanizadas em situações de desastre.

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27/03/2026 04:35h

Unidades fazem parte do plano de expansão da Rede Federal com recursos do Novo PAC; também foram anunciados novos investimentos em assistência estudantil e infraestrutura

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O Ministério da Educação autorizou o funcionamento dos primeiros 38 campi de institutos federais previstos no plano de expansão da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica. A medida integra o pacote de investimentos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento, o Novo PAC.

O anúncio foi feito pelo ministro Camilo Santana durante reunião com dirigentes do Conselho Nacional das Instituições da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica.

Além da autorização dos novos campi, o MEC confirmou o repasse de R$ 120 milhões para alimentação estudantil na Rede Federal, reforçando o orçamento já previsto para 2026. Também foram anunciados R$ 50 milhões para aquisição de equipamentos e R$ 30 milhões para projetos de extensão.

Segundo o ministro, o objetivo é garantir não apenas a infraestrutura, mas também condições de permanência dos estudantes. “Não adianta só fazer o restaurante e não ter o recurso para garantir a alimentação. No total, são R$ 200 milhões que estamos colocando no fortalecimento da Rede Federal”, afirmou.

Durante o evento, o MEC e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial credenciaram três novos institutos federais como unidades da rede, com investimento de R$ 9 milhões.

Os novos campi estão distribuídos em diversos estados e têm foco na interiorização da educação profissional e tecnológica. As unidades foram consideradas aptas após análise técnica que avaliou infraestrutura, organização administrativa e capacidade acadêmica.

Com a autorização, a Rede Federal passa a contar com 724 unidades em todo o país. A medida representa uma etapa decisiva da política de expansão, ao transformar estruturas físicas em oferta efetiva de vagas.

O investimento em alimentação estudantil integra a Política Nacional de Assistência Estudantil e busca reduzir a evasão e ampliar o acesso à educação pública de qualidade, especialmente para alunos em situação de vulnerabilidade.

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27/03/2026 04:25h

Guerra eleva fretes, insumos e embalagens; ABPA fala em repasse iminente ao consumidor

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Os preços das carnes de ave e suína, além dos ovos, devem aumentar em função da guerra no Oriente Médio. O principal motivo é a elevação dos custos de frete e de embalagens, de acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

O levantamento da entidade indica que o transporte dos alimentos subiu entre 10% e 20%, a depender da rota. A logística de grãos, como milho e soja, usados na nutrição animal, encareceu ainda mais. Já nas embalagens, cujos insumos são importados e têm no petróleo a principal matéria-prima, os reajustes chegam a 30%.

"Somam-se a esses custos as 'taxas de guerra' determinadas pelas empresas armadoras, o maior tempo de trânsito dos navios, entre outros fatores, que se refletem no mercado interno", diz a nota publicada pela associação.

No mercado de ovos, há expectativa de equilíbrio entre oferta e demanda, principalmente se comparado ao período da quaresma do ano passado, quando a procura pelo item estava superaquecida. Com o crescimento do setor, o abastecimento deve ser garantido, mesmo com o consumo em alta, impulsionado pela substituição de proteínas que ocorre nesta época do ano. Ainda assim, os custos secundários da cadeia também devem se refletir nos preços.

"Frente a esse quadro, é possível que ocorram, nos próximos dias, repasses aos preços para o consumidor, tanto de ovos quanto de carne de frango e carne suína", alerta a associação no documento.

Contenção de danos

Para ajudar a superar as dificuldades, a ABPA pediu que o governo federal coloque em prática um plano emergencial de contenção de danos. A ideia é lançar mão de mecanismos de apoio ao capital de giro das empresas exportadoras.

"Iniciativas semelhantes já foram adotadas pelo governo federal em momentos anteriores de elevada volatilidade internacional, como no âmbito de programas de estímulo ao crédito e à liquidez para setores estratégicos da economia", diz o texto.

Entre as possibilidades que poderiam ser avaliadas, destacam-se:

  • criação ou ampliação de linhas de crédito emergenciais para capital de giro, voltadas a empresas exportadoras de alimentos;
  • alongamento de prazos e flexibilização de condições em operações de financiamento vinculadas ao comércio exterior;
  • disponibilização de linhas de pré-embarque e pós-embarque com condições diferenciadas, por meio de bancos públicos ou instrumentos de fomento às exportações; e
  • eventuais mecanismos de mitigação de risco logístico ou financeiro, que contribuam para preservar a competitividade das exportações brasileiras.

Segundo a entidade, o objetivo das medidas é assegurar liquidez temporária às empresas exportadoras, permitindo que o setor mantenha o fluxo regular de embarques enquanto as rotas logísticas internacionais são reorganizadas.

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27/03/2026 04:20h

Proposta combina medicações tradicionais com nanopartículas de sílica para concentrar o tratamento nas células cancerígenas e evitar efeitos colaterais, como náuseas e perda de cabelo

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Uma pesquisa da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) investiga uma nova estratégia para tornar a quimioterapia mais eficiente e menos agressiva ao organismo dos pacientes portadores de câncer. O estudo visa minimizar os efeitos colaterais dos medicamentos — como enjoos, vômito e queda de cabelo —, utilizando nanopartículas de sílica anexadas a ácido fólico para transportá-los diretamente até as células tumorais e evitando tecidos saudáveis.

Apresentada na tese de doutorado da pesquisadora doutora do Instituto de Química (Inqui) da UFMS Kristiane Fanti Del Pino, a proposta previa a utilização dos fármacos Citarabina — utilizado no tratamento de leucemias, linfomas e alguns cânceres de sistema nervoso central — e Doxorrubicina (controle) — utilizado no tratamento de diferentes tipos de câncer — incorporados às nanopartículas de sílica modificadas com ácido fólico com o objetivo de direcionar a liberação dos medicamentos às células cancerosas.

“O foco do nosso estudo é o de tentar amenizar esses efeitos colaterais adversos que o fármaco causa, porque os pacientes ficam muito debilitados quando eles começam a fazer quimioterapia. Não é só algo de estética, que caiu o cabelo, aí a pessoa tem que usar lenço, ou usar peruca. Não, realmente, o sistema imunológico fica muito abalado e essas pessoas sentem muito mal-estar, mas muito mesmo”, destaca a doutora.

No modelo atual de quimioterapia, esses medicamentos são liberados abertamente no organismo do paciente e agem sobre todas as células, o que resulta nos efeitos colaterais e prejudica a eficiência. O sistema proposto pelo estudo funciona quase como um "Cavalo de Troia", no qual as nanopartículas de sílica atuam como veículos reforçados de transporte de quantidades maiores de medicamento, que os protegem de agir sobre células saudáveis, enquanto o revestimento de ácido fólico atua como um “ímã”, direcionando o sistema até as células cancerígenas. Com superfícies ricas em receptores de folato, essas células reconhecem o ácido fólico do sistema e se agarram a ele, absorvendo a nanopartícula que, então, libera o fármaco.

Resultados promissores

O estudo está, atualmente, em fase pré-clínica, já tendo envolvido testes em animais. Na primeira fase de testes em laboratório, após serem incorporados às nanopartículas de sílica, os medicamentos foram aplicados em modelos experimentais de câncer in vitro. Os resultados indicaram a obtenção da característica de seletividade para o fármaco combinado à nanopartícula de até 300 vezes para células cancerígenas. Isso significa que a medicação combinada às nanopartículas de sílica foram, nos testes in vitro, 300 vezes mais ativas nas células tumorais do que nas células saudáveis.

Na segunda fase do estudo, com testes in vivo — quando se introduz a testagem em animais —, a equipe incindiu células tumorais em camundongos para que eles desenvolvessem a doença e aplicou a combinação dos fármacos com a nanopartícula de sílica. Os resultados obtidos, ainda que preliminares, reforçaram a capacidade de redução dos tumores em até 99,6% e não mostraram nenhuma queda de pelo nos animais. Apesar disso, a pesquisadora explica que os resultados ainda são inconclusivos e são necessários mais testes em animais para a confirmação da hipótese de que o método diminuiria efeitos colaterais como queda capilar.

O trabalho foi realizado pela pesquisadora sob a orientação e coordenação do professor do Inqui Marco Antonio Utrera Martines e apoio da professora doutora da Faculdade de Ciências Farmacêuticas, Alimentos e Nutrição (FACFAN) da UFMS Daniele Bogo. Para a realização dos testes pré-clínicos, a pesquisa contou com a parceria do Programa de Saúde e Desenvolvimento do Centro-Oeste, e foi realizada em conjunto com a Faculdade de Medicina (FAMED) da UFMS, no espaço do laboratório de biologia molecular da FACFAN.

Futuro Incerto

Apesar dos resultados promissores, o estudo ainda precisa percorrer algumas etapas antes de estar apto à testagem em seres humanos. Kristiane explica que a pesquisa, que foi desenvolvida durante cerca de sete anos, ainda necessita de testes de dosagem correta em animais, tempo de liberação das medicações, entre outros passos para poder avançar aos testes em humanos

Além disso, a doutora pesquisadora, que atualmente segue em um grupo distinto de pesquisa, destaca que dependeria de uma série de parcerias para retomar o estudo, pois precisaria de uma equipe que envolvesse biólogos, médicos e outros profissionais, além de verba para subsídio e manutenção da equipe. Ela reforça a torcida para que algum órgão de fomento reconheça o valor e o potencial da pesquisa e ofereça a oportunidade de dar seguimento a ela, uma vez que os resultados apresentados são resultado de anos de trabalho e que o tratamento oncológico é uma preocupação crescente no país.

“Particularmente, eu gostaria que a gente conseguisse apoio de algum órgão de fomento, CAPES, CNPQ, não sei, que pudesse nos dar a oportunidade para poder continuar desenvolvendo essa pesquisa, porque, com os testes pré-clínicos, ela apresentou ser bem promissora. E logo a gente conseguir, dentro de alguns anos pois leva tempo, trazer isso até o SUS”, complementa Kristiane.

 

Com dados da UFMS.

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