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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade para os estados do Paraná e de Santa Catarina nesta quarta-feira (4). Já no Rio Grande do Sul, o aviso é de onda de calor, com predomínio de tempo firme.
No Paraná, as precipitações mais intensas devem se concentrar em municípios do Noroeste paranaense, como Douradina, Amaporã e Altônia, com risco de chuva forte.
Em Santa Catarina, a previsão indica muitas nuvens e pancadas de chuva isoladas, principalmente na região litorânea, afetando cidades como Jaguaruna, São Francisco do Sul e Barra Velha.
Já no Rio Grande do Sul, o tempo segue claro e estável, com poucas nuvens em grande parte do estado, inclusive na Região Metropolitana de Porto Alegre, sob influência da onda de calor.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 34°C, em Porto Alegre. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade para os três estados da Região Centro-Oeste e também para o Distrito Federal nesta quarta-feira (4).
Em Mato Grosso do Sul, o risco de granizo pode ser generalizado, com impacto em municípios das regiões Oeste e Sudoeste do estado, como Corumbá, Bonito e Porto Murtinho.
Em Mato Grosso, as precipitações mais intensas devem atingir cidades do Sul e Sudeste mato-grossense, incluindo Rondonópolis, Barão de Melgaço e Pedra Preta.
Já em Goiás e no Distrito Federal, o dia será marcado por muitas nuvens, com chance de chuva isolada ao longo do dia, sem descartar episódios de trovoadas.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 19°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 33°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade para os quatro estados da Região Sudeste nesta quarta-feira (4). A previsão indica chuva intensa, acompanhada de rajadas de vento e descargas elétricas em diferentes áreas.
Em São Paulo, as precipitações mais fortes devem atingir municípios do interior paulista, com destaque para Dobrada, Itajobi e Morro Agudo, localizados nas regiões Central e Norte do estado.
Em Minas Gerais, a expectativa é de chuvas intensas em cidades do Norte mineiro, como Várzea da Palma, Buritizeiro e São Gonçalo do Abaeté, áreas que seguem sob maior instabilidade atmosférica ao longo do dia.
No Rio de Janeiro e no Espírito Santo, o tempo permanece carregado, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas em diferentes regiões dos estados.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em São Paulo e Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 33°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de chuvas intensas para a Região Norte do país nesta quarta-feira (4). A previsão indica instabilidade, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em vários estados.
No Acre e em Rondônia, o dia será de muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia.
No Amazonas, as precipitações mais intensas devem atingir municípios do Centro e Sul do estado, como Coari, Tapauá e Novo Aripuanã.
Em Roraima, há possibilidade de chuva isolada em áreas do Centro-Sul, com destaque para Caracaraí e Rorainópolis.
No Amapá, a instabilidade predomina em todo o estado, mantendo o tempo fechado e com risco de chuva a qualquer momento.
Já no Pará, a previsão indica muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas no Nordeste paraense, atingindo municípios como São Caetano de Odivelas, Maracanã e São João de Pirabas.
No Tocantins, a instabilidade se concentra na região central do estado, com previsão de chuva em Ponte Alta do Tocantins, Monte do Carmo e Paraíso do Tocantins.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 22°C, em Rio Branco. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de perigo potencial de acumulado de chuva para todo o Nordeste brasileiro nesta quarta-feira (4). A previsão indica volumes elevados em pontos específicos da região, além de muita nebulosidade ao longo do dia.
No Maranhão, as precipitações mais intensas devem atingir municípios do Sul maranhense, como Alto Parnaíba, Balsas e Nova Colinas.
No Piauí, a chuva mais significativa se concentra no Sudoeste do estado, alcançando São Gonçalo do Gurguéia, Monte Alegre do Piauí e Santa Filomena.
Na Bahia, a instabilidade pode atingir grande parte do estado, com maior intensidade no Oeste baiano, especialmente em Serra Dourada, Santana e São Félix do Coribe.
No Ceará e no Rio Grande do Norte, a expectativa é de muitas nuvens, com possibilidade de chuva isolada em diferentes áreas.
Na Paraíba, pode chover de forma isolada em municípios do Sertão, como Sousa, Poço de José de Moura e Aparecida.
Em Pernambuco, a chuva deve atingir áreas do Sertão do Araripe, com destaque para Dormentes, Araripina e Bodocó.
Já em Alagoas e Sergipe, o dia será marcado por muitas nuvens, com instabilidade persistente ao longo do dia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C em Maceió. Já a máxima pode chegar a 32°C, em Salvador e Aracaju. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoProjeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país
Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, a Bahia recebeu 3.253 computadores em 371 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 346 pessoas no estado.
No Brasil, o Computadores para Inclusão já entregou 70 mil máquinas, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Reciclagem
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
Copiar o textoProjeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país
Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, Goiás recebeu 4.910 computadores em 391 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 2.376 pessoas no estado.
No Brasil, o Computadores para Inclusão já entregou 70 mil máquinas, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Reciclagem
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
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Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado de Tocantins recebeu 311 computadores em 34 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 30 pessoas no estado.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
Copiar o textoProjeto do MCom já beneficiou 700 mil pessoas em todo o país
Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado da Paraíba recebeu 1.034 computadores em 120 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática. No período, o programa formou 750 pessoas no estado.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
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Baixar áudioDesde a criação do programa Computadores para Inclusão, em 2010, o estado do Acre recebeu 304 computadores em 38 pontos de inclusão digital. Os principais locais de doação da iniciativa do Ministério das Comunicações (MCom) são associações, escolas públicas e projetos voltados ao letramento digital e à capacitação em informática.
No Brasil, o programa já entregou 70 mil computadores, com impacto estimado em mais de 700 mil pessoas. Segundo o ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, de forma prioritária, a ação visa abrir oportunidades de emprego e renda.
“Estamos colocando essas pessoas no mercado de trabalho qualificado; além de gerar inclusão, avançamos na construção da soberania digital do nosso país, com mão de obra de qualidade. O programa Computadores para Inclusão tem uma missão clara: transformar tecnologia que não teria uso em oportunidade para a juventude e toda comunidade. Equipamentos que seriam descartados viram ferramentas de aprendizado, lazer e trabalho”, disse o ministro.
Reciclagem
Presente em todos os estados do país, o programa tem como base a economia circular: equipamentos obsoletos de órgãos públicos são encaminhados aos Centros de Recondicionamento de Computadores (CRCs), reformados e doados a escolas públicas, associações, centros socioeducativos, penitenciárias, comunidades indígenas e quilombolas, além de áreas rurais e remotas. Os alunos dos cursos de capacitação dos CRCs fazem a recuperação das máquinas.
De acordo com o MCom, o programa já evitou o descarte de mais de 1,2 milhão de equipamentos, o que corresponde a 11 mil toneladas de resíduos eletrônicos.
Com total de 100 mil doações de computadores ao longo dos anos, a Caixa Econômica Federal é o principal parceiro do projeto.
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