HIV

29/07/2021 16:30h

Em 2019, foram 2.049 mortes, ou seja, 5.690 a menos em relação ao total de 1995, quando foi notado o recorde histórico de 7.739 óbitos

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No estado de São Paulo, a quantidade de mortes em decorrência da Aids teve uma redução de 74%. A taxa é registrada 24 anos após o pico de óbitos pela doença. Em 2019, foram 2.049 mortes, ou seja, 5.690 a menos em relação ao total de 1995, quando foi notado o recorde histórico de 7.739 óbitos por Aids no período de um ano.

Os dados constam no Panorama de Mortalidade por Aids no estado de São Paulo e podem ser verificados na nova edição da série SP Demográfico. O levantamento foi desenvolvido pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados Estatísticos.

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De acordo com o balanço, em mais de 20 anos, o índice de mortalidade passou de 22,9 óbitos por 100 mil habitantes, em 1995, para 4,6, em 2019. O recuo foi maior entre o público masculino. Nesse período, 5.850 homens faleceram em 1995, enquanto 1.397 morreram em 2019. A redução foi de 76,1%.

Já entre as mulheres, a diminuição foi de 65,4%, uma vez que foram registrados 1.889 óbitos no primeiro ano e 652 no último. Os números indicam que houve alteração de comportamento sexual. Isso porque as mortes ocorriam mais entre homens, com a proporção de seis óbitos entre eles para um entre mulheres em 1990, enquanto em 1995, eram três para um, mantendo-se em dois para um até 2019.

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30/06/2021 19:00h

Objetivo é desenvolver ações integradas voltadas à inclusão social de pessoas em situação vulnerabilidade social com HIV, hepatites, hanseníase, tuberculose e prevenção da sífilis congênita

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O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e o ministro da Cidadania, João Roma, assinaram nesta quarta-feira (30), o acordo de cooperação técnica para desenvolver ações integradas voltadas à inclusão social de pessoas em situação vulnerabilidade social com HIV, hepatites, hanseníase, tuberculose e prevenção da sífilis congênita.
 
Durante o evento, João Roma destacou a importância do trabalho em conjunto realizado pelas pastas. Segundo ele, a política pública eficaz, com resultados satisfatórios, precisa ser feita com colaboração, união de esforços e informações compartilhadas. Por isso, ele se diz confiante com a assinatura do acordo.

“Cada uma das doenças incluídas neste acordo de cooperação tem a condição social como fator de agravamento dos quadros clínicos. Vamos construir diretrizes com plano de trabalho que contempla a realização de oficinas e a capacitação em educação a distância. O profissional de saúde vai ganhar ferramentas para dialogar ainda mais com seu colega da assistência social”, pontuou.

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Segundo Roma, é preciso derrubar barreiras e estabelecer uma conexão rápida e direta de saúde e de assistência social. “Um dos principais objetivos do Ministério da Cidadania é fortalecer o Sistema Único de Saúde e de Assistência Social (SUAS), ampliando a rede de proteção e oferta ao cidadão”, considerou.

Na ocasião, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, afirmou que a ideia é capacitar profissionais que atuam nas vertentes da saúde e assistência social, com o intuito de garantir a execução de direitos prometidos à população por meio da Constituição Federal.

“A saúde e a assistência social são direitos fundamentais. Sendo assim, é dever do Estado pugnar para que esses direitos sociais tenham concretude. Com isso, esperamos ser capazes de, por meio de políticas públicas, atingir cada um dos brasileiros, seja com políticas de saúde efetivas ou por ações sociais que são importantes, sobretudo para os que mais precisam”, avaliou.

Durante o encontro, Queiroga lembrou que o Brasil também é referência no tratamento de pacientes com as doenças abrangidas no acordo. “O Brasil é reconhecido pelo programa de atenção aos pacientes com Aids e também em relação às hepatites. Nós assistimos os casos dos indivíduos enfermos com hepatite C, com acesso a medicações antivirais, extremamente modernas, seguras e efetivas”, destacou.

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07/04/2021 16:00h

Os testes clínicos da Fase 1 mostraram sucesso no estímulo a células raras, primeiro passo para a geração de anticorpos nos pacientes infectados pelo vírus

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Os testes para o desenvolvimento de uma vacina contra o vírus do HIV tiveram resultados promissores, segundo os laboratórios responsáveis. O projeto está sendo conduzido pelo Iniciativa Internacional HIV Aids em parceria com a instituição de pesquisa Scripps Research. De acordo com os pesquisadores, o estudo aponta um caminho para o desenvolvimento de uma vacina e para as próximas fases do ensaio clínico.

Os testes clínicos da Fase 1 mostraram sucesso no estímulo a células raras, primeiro passo para a geração de anticorpos nos pacientes infectados pelo vírus. Entre os participantes do ensaio clínico, 97% apresentaram esses efeitos. Agora, deve ser firmada uma parceria com a farmacêutica Moderna (que também tem desenvolvido vacinas contra o novo coronavírus) para testar uma vacina baseada na tecnologia mRNA.

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A dificuldade no desenvolvimento de um imunizante contra o HIV, que atinge 38 milhões de pessoas em todo o mundo, está relacionada ao fato de que o vírus sofre mutações constantemente, criando obstáculos à ação do sistema imunológico.Os pesquisadores trabalham para desenvolver substâncias que possam produzir o que chamam de “anticorpos altamente neutralizantes”, proteínas que tenham condição de combater a reprodução do HIV.

Os responsáveis pelo estudo acreditam que a pesquisa pode contribuir não somente para esse esforço no combate ao vírus HIV, mas também para a fabricação de imunizantes contra outros vírus e doenças, como Influenza, dengue, Zika e hepatite C. 

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05/04/2021 00:00h

Iniciativa é uma parceria entre UNICEF, Unaids e Cedaps

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Jovens de todo o Brasil podem participar do curso online e gratuito HIV+Covid-19 – Prevenção em tempo de pandemia para adolescentes e jovens. A iniciativa é uma parceria entre o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Centro de Promoção da Saúde (Cedaps) e o Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids).

Através da plataforma digital, os jovens podem se inscrever e já iniciar o curso, que ficará disponível por seis meses. A duração média é de três a quatro horas para conclusão e, ao final, será emitido um certificado de participação.

O curso é totalmente autoinstrucional, ou seja, o aluno pode acompanhar o conteúdo sem a necessidade de um tutor e pode estudar de acordo com seu próprio ritmo de aprendizagem e disponibilidade de tempo.

Arte - Unicef

A chefe da área de Saúde e HIV/Aids do UNICEF no Brasil, Cristina Albuquerque, destaca como é importante, em tempos de pandemia, os adolescentes e jovens terem acesso a informações confiáveis sobre prevenção do HIV e outras infecções sexualmente transmissíveis.

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A produção do curso contou com apoio e curadoria de 23 adolescentes e jovens; contribuição de profissionais e ativistas; além de estudos de caso e análise participativa de materiais informativos e educativos sobre o tema.

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31/03/2021 17:00h

Até então, o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 abrangia maiores de 18 anos e com contagem de linfócitos T-CD4+

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As recomendações de vacinação contra a Covid-19 foram atualizadas pelo Ministério da Saúde, que ampliou a imunização de pessoas que vivem com o vírus HIV/Aids, que tenham idade entre 18 e 59 anos no grupo de comorbidades.

Até então, o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a Covid-19 abrangia maiores de 18 anos e com contagem de linfócitos T-CD4+. As pessoas que convivem com o HIV/Aids com 60 anos ou mais já estão contempladas na priorização por faixa etária.

Com a iniciativa, a pasta pretende diminuir o impacto da pandemia nesse grupo, principalmente em relação ao risco de hospitalização e óbito, além de respeitar o conceito de equidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

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Vale lembrar que a vacinação não é recomendada a pessoas com hipersensibilidade ao princípio ativo ou a qualquer dos excipientes da vacina. A contraindicação também abrange indivíduos que apresentaram uma reação anafilática confirmada a uma dose anterior a da mesma vacina.
 

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17/03/2021 00:00h

Segundo avaliação de especialistas do SUS, a população que vive com HIV/AIDS tem 25 vezes mais chances de ter tuberculose e o risco de óbito por causas relacionadas é 300% maior

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O Sistema Único de Saúde (SUS) vai oferecer testes de detecção de tuberculose para pessoas que vivem com HIV/AIDS. O Ministério da Saúde anunciou que irá adquirir um exame que avalia a urina do paciente, diferente dos métodos tradicionais, que detectam a presença da micobactéria no escarro, sendo mais preciso e facilitando a detecção da doença. 

A implementação é uma estratégia de especialistas da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), que observaram que a população que vive com HIV/AIDS tem 25 vezes mais chances de ter tuberculose e o risco de óbito por causas relacionadas é 300% maior.

Segundo dados do Boletim Panorama Epidemiológico da Coinfecção TB-HIV no Brasil, em 2017 foram notificados 74.849 casos novos de tuberculose no Brasil. Dentre esses, 8.515 apresentaram resultado positivo para o HIV.

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Último mês do ano marca luta e prevenção contra HIV e Aids

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Durante todo o mês de dezembro, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal vai realizar atendimentos e testagem rápida para infecções sexualmente transmissíveis (IST). As medidas fazem parte da campanha Dezembro Vermelho, mês de luta e prevenção contra o HIV e Aids.

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Número de detecção e de mortes causadas pela Aids caem no Brasil

Segundo o governo do DF, em 2019, houve 752 novos casos de HIV na capital do país – aumento de mais de 7% em relação a 2018. Já os diagnósticos de Aids, que é estágio avançado da infecção, somaram 294 casos – quase 3% a mais que em 2018.

As ações de prevenção vão ocorrer nas Unidades Básicas de Saúde (UBS), que oferecerão programação diferenciada, além de procedimentos pontuais fora das unidades. Os horários de funcionamento das unidades no DF podem ser conferidos no site da Secretaria Distrital de Saúde, através do saude.df.gov.br.

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02/12/2020 18:00h

O acumulado negativo desde 2012 pode ser comemorado no Dia Mundial de Luta Contra Aids

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Nos últimos oito anos a quantidade de pessoas com Aids e a mortalidade pela doença diminuíram no Brasil. De 2012 até o ano passado, o número de pessoas infectadas passou de aproximadamente 22 em 100 mil habitantes para 17,8 a cada 100 mil habitantes representando um decréscimo de quase 19%. A taxa de mortalidade também caiu cerca de 17% nos últimos cinco anos. Em 2015, foram registrados 12.667 óbitos pela doença e em 2019 foram 10.565.

Segundo o Ministério da Saúde, que divulgou o balanço nesta terça-feira (1), data em que se comemora o Dia Mundial de Luta Contra a Aids, ações como a testagem para a doença e o início imediato do tratamento, em caso de diagnóstico positivo, são fundamentais para a redução do número de casos e óbitos por Aids.

Atualmente, cerca de 920 mil pessoas vivem com HIV no Brasil. Dessas, 89% foram diagnosticadas, 77% fazem tratamento com antirretroviral e 94% das pessoas em tratamento não transmitem mais o HIV por via sexual, uma vez que atingiram a carga viral indetectável.

O Ministério da Saúde estima que cerca de 10 mil casos de Aids foram evitados no País, no período de 2015 a 2019. A maior concentração está entre os jovens, de 25 a 39 anos, de ambos os sexos. São mais de 492 mil registros.

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Saúde
01/12/2020 15:30h

Nesta terça, é celebrado o Dia Mundial da Luta Contra a Aids

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Nesta terça-feira (1º), é comemorado o Dia Mundial da Luta Contra a Aids e, para celebrar a data, o governo de São Paulo oferta 322,7 mil testes de HIV e sífilis. Do total de produtos, 138.290 serão testes rápidos e 28.388 exames convencionais de HIV; e 134.156 rápidos e 21.880 convencionais de sífilis.

Segundo o governo estadual, 556 cidades vão contar com os testes a partir de hoje. Também está prevista a realização atividades sobre a importância da prevenção à doença. A iniciativa é coordenada pelo Centro de Referência e Treinamento (CRT). O HIV tem tratamento e a sífilis tem cura.

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A Aids corresponde ao estágio mais avançado da infecção pelo HIV e aparece quando o organismo está com baixa imunidades. Ou seja, nem toda pessoas com HIV tem Aids. 

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01/12/2020 11:00h

Foram reforçados os serviços oferecidos, como ampliação na testagem dos pacientes, sem abrir mão das medidas de biossegurança diante da pandemia de Covid-19

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Pensando no Dia Mundial de Luta Contra a Aids, celebrado em 1º de dezembro, a Prefeitura de Uberlândia reforçou os serviços oferecidos, como ampliação na testagem dos pacientes, sem abrir mão das medidas de biossegurança diante da pandemia de Covid-19.

Quanto mais cedo ocorrer a descoberta da IST, melhores são as chances de eficácia do tratamento. Conforme levantamento do Programa IST/Aids e Hepatites Virais, entre janeiro e outubro, foram registrados 298 casos de Aids (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). Já para sífilis, foram diagnosticados 271 casos não especificados de sífilis, 157 em gestantes e 49 do tipo congênita.

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Antes da pandemia do novo coronavírus, os interessados em realizar o teste podiam procurar o Ambulatório IST/Aids Herbert de Souza sem agendamento. Agora, é necessário entrar em contato com a equipe e verificar quais horários estão disponíveis.

As ações de reforço na conscientização seguem ao longo do mês com auxílio das Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e Programa Saúde da Família (PSFs). Os locais orientarão a população quanto à importância da prevenção, testagem de rotina, uso de preservativos e tratamentos.

Serviço: 

Onde: Ambulatório IST/Aids Herbert de Souza, na Avelino Jorge Nascimento, nº 15, bairro Roosevelt

Horário especial (1º de dezembro): 7h às 20h

Horário regular (mediante agendamento): 7h às 16h

Mais informações: (34) 3215-2444

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