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Baixar áudioDe altos volumes de chuva mais ao sul do país, com direito a tornado no Paraná, passando por calor de 40ºC no Rio de Janeiro, a seca intensa no Nordeste. As primeiras semanas de verão vêm confirmando a previsão de precipitação e temperaturas acima das médias dos últimos anos.
A previsão do clima para o trimestre de janeiro a março de 2026 é baseada na expectativa de um episódio fraco do fenômeno La Niña, nas anomalias observadas na temperatura da superfície do mar no Oceano Atlântico e nas projeções dos modelos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e da Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme).
Em cada região do país, as consequências e impactos dessas condições climáticas são diferentes para a população e para os diversos setores produtivos que dependem do clima, como o turismo e o agronegócio.
Para os produtores rurais, saber lidar com esse cenário pode ser a diferença entre uma boa colheita e o prejuízo.
A previsão climática para a Região Norte indica condições favoráveis para o predomínio de chuvas acima da média histórica em grande parte do território. Nessas áreas, deve haver melhor reposição de umidade do solo, o que favorece o reforço da semeadura e o desenvolvimento das culturas de primeira safra, além de recuperar as pastagens.
A temperatura média do ar prevista indica valores acima da média climatológica no Amazonas, no centro-sul do Pará, no Acre e em Rondônia, com valores cerca de 0,5°C acima da média histórica do período. Já nos estados mais ao norte da região, como Amapá e Roraima, além do norte do Pará, as temperaturas devem ficar próximas ao habitual para o período.
A tendência, no entanto, é que as porções sudeste do Pará e todo o estado do Tocantins registrem volumes de chuva abaixo do padrão e temperaturas mais elevadas. Isso pode intensificar a evapotranspiração, o estresse térmico e a restrição hídrica.
A previsão climática indica predomínio de chuva abaixo da média em praticamente toda a região, principalmente na Bahia, centro-sul do Piauí, e na maior parte dos estados do Sergipe, Alagoas e Pernambuco, onde são previstos volumes até 100 mm abaixo da média histórica do trimestre. Essa combinação de déficit hídrico e temperaturas acima da média pode travar semeadura e desenvolvimento de lavouras sem irrigação mecanizada, como milho e feijão, com maior sensibilidade nas fases reprodutivas.
Por outro lado, são previstos volumes de chuva próximos ou acima da média no centro-norte do Maranhão, norte do Piauí e noroeste do Ceará. Aqui, o ambiente tende a ser mais favorável ao desenvolvimento das culturas e da fruticultura irrigada.
Para a temperatura, são esperados valores acima da média histórica em toda a região nos próximos meses, principalmente na Bahia e no sul do Maranhão e do Piauí, onde os valores podem superar 1°C acima da climatologia. Nos demais estados, as temperaturas devem ficar até 0,5°C acima da média.
As condições apontam para volumes de chuvas acima da média histórica no oeste de Mato Grosso, favorecendo cultivos de primeira safra em desenvolvimento vegetativo, floração e enchimento de grãos. É o caso da soja, principal commodity agrícola brasileira da qual o estado é o maior estado produtor.
Para o Distrito Federal e o Mato Grosso do Sul, são previstos volumes próximos à média histórica. Já para o estado de Goiás, predominam volumes abaixo da média do período, prejudicando o desenvolvimento das lavouras.
A previsão indica temperaturas predominantemente acima do padrão nos próximos meses, com desvios de até 1°C acima da climatologia na faixa central da região.
Espera-se predomínio de chuvas abaixo da média, com volumes até 100 mm abaixo do normal para o trimestre. Os déficits mais expressivos são previstos para as mesorregiões de Minas Gerais, que incluem o centro do estado, a Zona da Mata, o Vale do Rio Doce e a Região Metropolitana de Belo Horizonte.
As previsões indicam temperatura acima da média em até 1°C . Essa combinação de menos chuva e mais calor deve atrasar o desenvolvimento das lavouras onde não há irrigação mecanizada.
São Paulo aparece como exceção a esse panorama. As chuvas devem ser acima da média, o que pode repor a umidade do solo, que ajuda o andamento de lavouras de grãos, cana-de-açúcar, laranja e café.
A previsão indica condições favoráveis de chuvas acima da média histórica em todos os estados da Região Sul, com os maiores volumes previstos para as mesorregiões do sudeste e sudoeste do Rio Grande do Sul, com acumulados até 50 mm acima da média histórica do trimestre.
Para a temperatura, as previsões indicam valores predominantemente acima da média, principalmente no oeste do Rio Grande do Sul, chegando até 1°C acima da climatologia.
Mais sol com menos chuva favorece a recuperação das pastagens e as culturas de verão, como o arroz irrigado, facilitando operações no campo e o crescimento da produção.
Copiar o textoVeja os valores do café arábica, café robusta, açúcar cristal e do milho no mercado
Baixar áudioO preço do café arábica nesta terça-feira (13) registra queda de 0,91% e a saca de 60 kg é negociada por R$2.205,19, na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 12/01/2026 | 2.205,19 | -0,91% | 1,40% | 410,65 |
| 09/01/2026 | 2.225,39 | -1,80% | 2,33% | 414,64 |
| 08/01/2026 | 2.266,21 | 0,14% | 4,21% | 420,37 |
| 07/01/2026 | 2.263,04 | 1,14% | 4,06% | 419,94 |
| 06/01/2026 | 2.237,54 | 2,08% | 2,89% | 416,05 |
O café robusta apresentou desvalorização de 0,32% e está sendo negociado a R$1.278,33.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 12/01/2026 | 1.278,33 | -0,32% | 1,14% | 238,05 |
| 09/01/2026 | 1.282,40 | -0,22% | 1,46% | 238,94 |
| 08/01/2026 | 1.285,25 | 0,20% | 1,69% | 238,41 |
| 07/01/2026 | 1.282,66 | 1,32% | 1,48% | 238,02 |
| 06/01/2026 | 1.265,99 | 1,27% | 0,16% | 235,40 |
O preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra estabilidade, cotada a R$106,65.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 12/01/2026 | 106,65 | 0,00% | -3,04% | 19,87 |
| 09/01/2026 | 106,65 | -0,64% | -3,04% | 19,87 |
| 08/01/2026 | 107,34 | -0,53% | -2,41% | 19,91 |
| 07/01/2026 | 107,91 | 1,08% | -1,89% | 20,02 |
| 06/01/2026 | 106,76 | -1,85% | -2,94% | 19,85 |
Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$113,57; a cotação média apresenta baixa de 1,11%.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 12/01/2026 | 113,57 | -0,11% | -2,79% | 21,12 |
| 09/01/2026 | 113,70 | -0,90% | -2,68% | 21,17 |
| 08/01/2026 | 114,73 | 0,45% | -1,80% | 21,30 |
| 07/01/2026 | 114,22 | 1,15% | -2,23% | 21,20 |
| 06/01/2026 | 112,92 | -1,24% | -3,35% | 20,99 |
A saca de 60 kg do milho é negociada a R$68,84, com baixa de 0,26%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 12/01/2026 | 68,84 | -0,26% | -0,95% | 12,82 |
| 09/01/2026 | 69,02 | 0,12% | -0,69% | 12,86 |
| 08/01/2026 | 68,94 | -0,09% | -0,81% | 12,79 |
| 07/01/2026 | 69,00 | -0,19% | -0,72% | 12,80 |
| 06/01/2026 | 69,13 | -0,36% | -0,53% | 12,85 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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Baixar áudioO preço do boi gordo nesta terça-feira (13) apresenta estabilidade; a arroba está sendo negociada a R$319,40, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 12/01/2026 | 319,40 | 0,00% | 0,06% | 59,51 |
| 09/01/2026 | 319,40 | 0,03% | 0,06% | 59,51 |
| 08/01/2026 | 319,30 | 0,36% | 0,03% | 59,23 |
| 07/01/2026 | 318,15 | -0,16% | -0,33% | 59,04 |
| 06/01/2026 | 318,65 | 0,05% | -0,17% | 59,25 |
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentaram alta, com elevação de 0,27% no produto congelado e de 0,93% no frango resfriado. O frango congelado é negociado a R$ 7,53, enquanto o resfriado está cotado a R$ 7,61.
VEJA MAIS:
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 12/01/2026 | 7,53 | 0,27% | -7,27% |
| 09/01/2026 | 7,51 | -1,70% | -7,51% |
| 08/01/2026 | 7,64 | 0,00% | -5,91% |
| 07/01/2026 | 7,64 | -0,91% | -5,91% |
| 06/01/2026 | 7,71 | 0,00% | -5,05% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO S
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 12/01/2026 | 7,61 | 0,93% | -6,51% |
| 09/01/2026 | 7,54 | -1,95% | -7,37% |
| 08/01/2026 | 7,69 | 0,00% | -5,53% |
| 07/01/2026 | 7,69 | -1,16% | -5,53% |
| 06/01/2026 | 7,78 | 0,00% | -4,42% |
A carcaça suína especial apresenta desvalorização, sendo negociada a R$12,62, por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
O suíno vivo registra queda na maior parte dos estados, com destaque para São Paulo, onde o animal é comercializado a R$8,80.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 12/01/2026 | 12,62 | -1,71% | -1,87% |
| 09/01/2026 | 12,84 | -0,39% | -0,16% |
| 08/01/2026 | 12,89 | 0,00% | 0,23% |
| 07/01/2026 | 12,89 | 0,00% | 0,23% |
| 06/01/2026 | 12,89 | -0,08% | 0,23% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 12/01/2026 | MG - posto | 8,29 | -0,72% | -1,66% |
| 12/01/2026 | PR - a retirar | 8,18 | -0,85% | -1,09% |
| 12/01/2026 | RS - a retirar | 8,21 | -0,61% | -1,08% |
| 12/01/2026 | SC - a retirar | 8,23 | -0,96% | -1,44% |
| 12/01/2026 | SP - posto | 8,80 | -1,23% | -1,23% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoEm Paranaguá, a soja encerrou o período em queda; no Paraná, o trigo também apresenta baixa
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja registrou queda nesta terça-feira (13) tanto no litoral quanto no interior do Paraná. No interior do estado, o grão foi negociado a R$ 127,12, o que representa uma baixa de 1,45%. Já no porto de Paranaguá, no litoral paranaense, a cotação recuou 2,08%, encerrando o dia a R$ 131,06.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 12/01/2026 | 127,12 | -1,45% | -6,25% | 23,67 |
| 09/01/2026 | 128,99 | 0,77% | -4,87% | 24,03 |
| 08/01/2026 | 128,00 | -1,36% | -5,60% | 23,74 |
| 07/01/2026 | 129,76 | -0,65% | -4,31% | 24,08 |
| 06/01/2026 | 130,61 | 0,38% | -3,68% | 24,29 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGU
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 12/01/2026 | 131,06 | -2,08% | -7,06% | 24,41 |
| 09/01/2026 | 133,85 | -0,56% | -5,08% | 24,94 |
| 08/01/2026 | 134,61 | -0,02% | -4,54% | 24,97 |
| 07/01/2026 | 134,64 | -0,05% | -4,52% | 24,98 |
| 06/01/2026 | 134,71 | -1,78% | -4,47% | 25,05 |
O preço do trigo apresenta queda no Paraná e a tonelada é negociada a R$1.174,75. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra leve valorização de 0,09%, sendo cotada a R$1.050,37.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 12/01/2026 | 1.174,75 | -0,35% | -0,63% | 218,76 |
| 09/01/2026 | 1.178,92 | -0,03% | -0,28% | 219,66 |
| 08/01/2026 | 1.179,26 | -0,13% | -0,25% | 218,75 |
| 07/01/2026 | 1.180,84 | -0,33% | -0,11% | 219,12 |
| 06/01/2026 | 1.184,74 | 0,10% | 0,22% | 220,29 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 12/01/2026 | 1.050,37 | 0,09% | 0,42% | 195,60 |
| 09/01/2026 | 1.049,40 | 0,45% | 0,32% | 195,53 |
| 08/01/2026 | 1.044,72 | 0,33% | -0,12% | 193,79 |
| 07/01/2026 | 1.041,32 | -0,12% | -0,45% | 193,23 |
| 06/01/2026 | 1.042,59 | -0,36% | -0,33% | 193,86 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoO preço do café arábica volta a cair, enquanto o açúcar apresenta reajustes
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta segunda-feira (12) em baixa de 1,80%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 2.225,39 na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 09/01/2026 | 2.225,39 | -1,80% | 2,33% | 414,64 |
| 08/01/2026 | 2.266,21 | 0,14% | 4,21% | 420,37 |
| 07/01/2026 | 2.263,04 | 1,14% | 4,06% | 419,94 |
| 06/01/2026 | 2.237,54 | 2,08% | 2,89% | 416,05 |
| 05/01/2026 | 2.191,97 | 0,92% | 0,79% | 405,77 |
O café robusta teve baixa de 0,22% no preço, sendo comercializado a R$ 1.282,40.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 09/01/2026 | 1.282,40 | -0,22% | 1,46% | 238,94 |
| 08/01/2026 | 1.285,25 | 0,20% | 1,69% | 238,41 |
| 07/01/2026 | 1.282,66 | 1,32% | 1,48% | 238,02 |
| 06/01/2026 | 1.265,99 | 1,27% | 0,16% | 235,40 |
| 05/01/2026 | 1.250,12 | -1,05% | -1,09% | 231,42 |
Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 0,64% é cotada a R$ 106,65.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 09/01/2026 | 106,65 | -0,64% | -3,04% | 19,87 |
| 08/01/2026 | 107,34 | -0,53% | -2,41% | 19,91 |
| 07/01/2026 | 107,91 | 1,08% | -1,89% | 20,02 |
| 06/01/2026 | 106,76 | -1,85% | -2,94% | 19,85 |
| 05/01/2026 | 108,77 | -1,11% | -1,11% | 20,14 |
Em Santos (SP), a mercadoria teve desvalorização de 0,90%, sendo negociada a R$ 113,70 na média de preços sem impostos.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 09/01/2026 | 113,70 | -0,90% | -2,68% | 21,17 |
| 08/01/2026 | 114,73 | 0,45% | -1,80% | 21,30 |
| 07/01/2026 | 114,22 | 1,15% | -2,23% | 21,20 |
| 06/01/2026 | 112,92 | -1,24% | -3,35% | 20,99 |
| 05/01/2026 | 114,34 | 0,65% | -2,13% | 21,04 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,02, após alta de 0,12%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 09/01/2026 | 69,02 | 0,12% | -0,69% | 12,86 |
| 08/01/2026 | 68,94 | -0,09% | -0,81% | 12,79 |
| 07/01/2026 | 69,00 | -0,19% | -0,72% | 12,80 |
| 06/01/2026 | 69,13 | -0,36% | -0,53% | 12,85 |
| 05/01/2026 | 69,38 | -0,10% | -0,17% | 12,84 |
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoO preço do boi gordo abre esta segunda-feira (12) em alta de 0,03%. A arroba é negociada a R$ 319,40, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 09/01/2026 | 319,40 | 0,03% | 0,06% | 59,51 |
| 08/01/2026 | 319,30 | 0,36% | 0,03% | 59,23 |
| 07/01/2026 | 318,15 | -0,16% | -0,33% | 59,04 |
| 06/01/2026 | 318,65 | 0,05% | -0,17% | 59,25 |
| 05/01/2026 | 318,50 | -0,22% | -0,22% | 58,96 |
Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram desvalorização de 1,70%, enquanto os do frango resfriado apresentaram queda de 1,95%. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,51, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,54.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 09/01/2026 | 7,51 | -1,70% | -7,51% |
| 08/01/2026 | 7,64 | 0,00% | -5,91% |
| 07/01/2026 | 7,64 | -0,91% | -5,91% |
| 06/01/2026 | 7,71 | 0,00% | -5,05% |
| 05/01/2026 | 7,71 | -4,46% | -5,05% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 09/01/2026 | 7,54 | -1,95% | -7,37% |
| 08/01/2026 | 7,69 | 0,00% | -5,53% |
| 07/01/2026 | 7,69 | -1,16% | -5,53% |
| 06/01/2026 | 7,78 | 0,00% | -4,42% |
| 05/01/2026 | 7,78 | -3,95% | -4,42% |
A carcaça suína especial também volta a apontar queda de 0,39% no preço, sendo negociada a R$ 12,84 por quilo nos atacados da Grande São Paulo.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| DATA | MÉDIA | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 09/01/2026 | 12,84 | -0,39% | -0,16% |
| 08/01/2026 | 12,89 | 0,00% | 0,23% |
| 07/01/2026 | 12,89 | 0,00% | 0,23% |
| 06/01/2026 | 12,89 | -0,08% | 0,23% |
| 05/01/2026 | 12,90 | 0,39% | 0,31% |
O preço do suíno vivo registra alta de 0,22% em São Paulo e de 0,36% no Paraná, e baixa de 1,18% em Minas Gerais, de 0,36% no Rio Grande do Sul e de 0,12% em Santa Catarina. As mercadorias variam entre R$ 8,25 e R$ 8,91.
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| DATA | ESTADO | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|---|
| 09/01/2026 | MG - posto | 8,35 | -1,18% | -0,95% |
| 09/01/2026 | PR - a retirar | 8,25 | 0,36% | -0,24% |
| 09/01/2026 | RS - a retirar | 8,26 | -0,36% | -0,48% |
| 09/01/2026 | SC - a retirar | 8,31 | -0,12% | -0,48% |
| 09/01/2026 | SP - posto | 8,91 | 0,22% | 0,00% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoA soja apresenta alta no Paraná e queda em Paranaguá; o trigo sofre reajustes
O valor da saca de 60 kg da soja abre esta segunda-feira (12) em alta no interior do Paraná e em baixa no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o grão teve valorização de 0,77% e é negociado a R$ 128,99; na segunda, a mercadoria teve desvalorização de 0,56% e é cotada a R$ 133,85.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 09/01/2026 | 128,99 | 0,77% | -4,87% | 24,03 |
| 08/01/2026 | 128,00 | -1,36% | -5,60% | 23,74 |
| 07/01/2026 | 129,76 | -0,65% | -4,31% | 24,08 |
| 06/01/2026 | 130,61 | 0,38% | -3,68% | 24,29 |
| 05/01/2026 | 130,11 | -4,16% | -4,05% | 24,08 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 09/01/2026 | 133,85 | -0,56% | -5,08% | 24,94 |
| 08/01/2026 | 134,61 | -0,02% | -4,54% | 24,97 |
| 07/01/2026 | 134,64 | -0,05% | -4,52% | 24,98 |
| 06/01/2026 | 134,71 | -1,78% | -4,47% | 25,05 |
| 05/01/2026 | 137,15 | -3,51% | -2,74% | 25,39 |
O preço do trigo, por sua vez, registra desvalorização de 0,03% no Paraná e valorização de 0,45% no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.178,92, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.049,40.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 09/01/2026 | 1.178,92 | -0,03% | -0,28% | 219,66 |
| 08/01/2026 | 1.179,26 | -0,13% | -0,25% | 218,75 |
| 07/01/2026 | 1.180,84 | -0,33% | -0,11% | 219,12 |
| 06/01/2026 | 1.184,74 | 0,10% | 0,22% | 220,29 |
| 05/01/2026 | 1.183,56 | -0,00% | 0,12% | 219,10 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 09/01/2026 | 1.049,40 | 0,45% | 0,32% | 195,53 |
| 08/01/2026 | 1.044,72 | 0,33% | -0,12% | 193,79 |
| 07/01/2026 | 1.041,32 | -0,12% | -0,45% | 193,23 |
| 06/01/2026 | 1.042,59 | -0,36% | -0,33% | 193,86 |
| 05/01/2026 | 1.046,37 | -0,02% | 0,03% | 193,70 |
Os valores são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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Baixar áudioVinte e seis anos após o início das negociações, o Conselho da União Europeia aprovou, nesta sexta-feira (9), a assinatura do acordo de livre comércio com o Mercosul. A efetivação do Tratado conformará o maior bloco de livre comércio do mundo, composto por 31 países, mais de 720 milhões de habitantes e economias que, juntas, somam US$ 22 trilhões em produto interno bruto.
Pelas regras do bloco europeu, para ser aprovada no conselho, a proposta tinha de obter o aval de Estados-membros cujas populações representassem, em conjunto, 65% da população da União Europeia. Segundo a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, nesta sexta-feira, formou-se a ampla maioria favorável ao acordo. A assinatura está prevista para o próximo sábado, dia 17 de janeiro, em Assunção, no Paraguai, que exerce a presidência pró-tempore do Mercosul.
Para o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Jorge Viana, o resultado reflete um esforço político e institucional consistente, com protagonismo do governo brasileiro.
“Esse acordo segue no sentido contrário ao que o mundo está andando. A própria Organização Mundial do Comércio perdeu importância, e nós estamos falando aqui do maior acordo econômico do mundo”, afirmou Jorge Viana.
Já o chefe de Assuntos Estratégicos da ApexBrasil Europa, Aloysio Nunes, estima que as exportações brasileiras para o Velho Continente, nosso segundo maior parceiro comercial, devem aumentar em US$7 bilhões.
“A União Europeia é um mercado de alto poder aquisitivo, cujas regras têm uma influência muito grande sobre o conjunto do comércio mundial. E nós, a partir desse acordo, vamos ter um acesso muito maior ao mercado da União Europeia. Portanto, isso vai levar as empresas brasileiras a ganhos de produtividade, de previsibilidade e de redução de burocracia”, celebrou.
O acordo prevê reduções e eliminações tarifárias de importação de produtos e mercadorias de todos os setores econômicos. Mais de 90% das taxas dos dois blocos devem ser extintas em até 15 anos. Para máquinas e equipamentos de transporte, como motores e geradores para energia elétrica, autopeças e aviões, esses benefícios passarão a valer tão logo o Tratado entre em vigor. Para diversas commodities, como soja, minério de ferro, petróleo, açúcar, café e carnes – os principais produtos exportados pelo Brasil –, a redução se dará de forma gradativa até alcançar a liberalização total, sujeitando-se, apenas, a quotas de importação.
“Ainda que em relação à carne, por exemplo, a cota seja bastante reduzida, a União Europeia vai continuar importando carne brasileira, vai continuar importando daqui pagando uma tarifa maior. Nós não perderemos esse mercado”, garantiu Nunes.
Há algumas etapas a serem cumpridas antes de que o Acordo comece de fato a valer. Após a assinatura, os textos deverão ser traduzidos para os idiomas de todos os países que formam os dois blocos e aprovados pelos legislativos da região.
Da mesma forma, no Mercosul, sua vigência ocorrerá à medida que os parlamentos do Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai ratifiquem o texto.
Para aprovação da parte estritamente comercial, é necessária apenas maioria simples do Parlamento Europeu. O pilar político, em contrapartida, que abrange temas como democracia, multilateralismo e cooperação institucional, precisará ser submetido aos legislativos dos 27 países da União Europeia.
No Mercosul, sua vigência ocorrerá à medida que os parlamentos de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai ratifiquem o texto.
O Brasil tende a ser o país mais beneficiado com o acordo. Segundo estimativas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o tratado pode provocar um crescimento acumulado de 0,46% no PIB do Brasil até 2040, com saldo equivalente a US$9,3 bilhões.
Setorialmente, o agronegócio brasileiro é o que deve ter os maiores ganhos. 77% das tarifas de importação dos produtos agropecuários enviados pelo Mercosul para o bloco europeu devem ser eliminadas. O crescimento da atividade é calculado em mais de US$11 bilhões.
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Baixar áudioTarifaço dos Estados Unidos, conflitos no leste europeu ou oriente médio, enfraquecimento do multilateralismo global e até mesmo um surto de gripe aviária em granja comercial. Apesar de todas as dificuldades enfrentadas em 2025, o setor agropecuário teve um desempenho histórico no mercado internacional, com crescimento de 3% nas vendas e US$ 169,2 bilhões em receitas com exportações.
O valor corresponde a 48,5% dos US$ 348,7 bilhões de faturamento do país no ano passado. O resultado foi impulsionado pelo aumento de 3,6% no volume de produtos enviados ao exterior, desempenho que compensou a queda de 0,6% nos preços médios.
Para o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, a colheita recorde de grãos na safra 2024/2025, a expansão da produtividade das proteínas animais, com o Brasil se tornando o maior produtor mundial de carne bovina, e a diversificação de mercados para essa produção foram essenciais na superação dos empecilhos. “525 novos mercados abertos. É emprego, renda, oportunidade. Inflação dos alimentos aqui controlada. Produzimos tanto, o preço cai aqui dentro, sobra excedente para exportar, o Brasil cresce e o trabalho não para”, exaltou.
A contagem dos novos destinos remete a 2023, em estratégia coordenada pelo governo federal, com ações entre o Mapa, o Ministério das Relações Exteriores (MRE), o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC) e a ApexBrasil.
Segundo o secretário de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Luis Rua, a iniciativa trouxe sozinha US$ 4 bilhões em receitas cambiais adicionais, com benefícios para toda a gama de produtos brasileiros, não somente os mais tradicionais em que o país já se destaca. “Carne bovina aumentando 40%, o café 31%, as frutas aumentando 12%. Mas mais importante ainda, os produtos menos tradicionais, aqueles que a gente tá começando a exportar e que dado o trabalho de abertura de mercados, incrementamos 15%. Veja o exemplo do gergelim para China, que a gente abriu no final de 2024, já exportou 170 milhões”, destacou Rua.
Os principais compradores de produtos agropecuários brasileiros foram:
Destaque ainda para mercados que expandiram suas compras de produtos agropecuários brasileiros: Paquistão (US$ 895,6 milhões; +122%), Argentina (US$ 573,79 milhões; +29%), Filipinas (US$ 332,6 milhões; +9,18%), Bangladesh (US$ 256,75 milhões; +4,64%), Reino Unido (US$ 231,5 milhões; +3%) e México (US$ 217 milhões; +2%).
Entre os principais produtos da pauta exportadora, a soja em grãos manteve-se como o principal item, gerando US$ 43,5 bilhões em receitas cambiais (+1,4%), com volume embarcado recorde de 108,2 milhões de toneladas, aumento de 9,5%. A carne bovina também registrou recorde, com receitas de US$ 17,9 bilhões (+39,9%) e incremento de 20,4% em volume. Durante o ano de 2025, foram abertos 11 mercados para a carne bovina brasileira. As miudezas de carne bovina também tiveram expansão, com incremento de 20,6% em valor (US$ 605 milhões) e de 16,9% em volume (267 mil toneladas), e aberturas comerciais relevantes, como Indonésia e Filipinas.
Ainda no setor de proteínas animais, destaque para o incremento de 19,6% no valor e de 12,5% no volume exportado de carne suína, tornando o Brasil, pela primeira vez, o terceiro maior exportador mundial do produto, e para o aumento de 0,6% no volume exportado de carne de frango, mesmo diante de um cenário desafiador no ano anterior, em função do primeiro e único caso registrado de influenza aviária em granjas comerciais.
O café, outro produto tradicional da pauta exportadora, apresentou crescimento de 30,3% em valor, totalizando US$ 16 bilhões, impulsionado por preços internacionais que atingiram níveis históricos, tanto para o café verde quanto para o café solúvel. Destaque também para o incremento no valor e no volume exportado de frutas (+12,8% e +19,7%, respectivamente), além da abertura de 26 mercados nos últimos três anos, e para os pescados (+2,6% em valor e +17% em volume).
O DDG de milho (grãos secos de destilaria), coproduto da produção de etanol, também apresentou crescimento de 4,3% em volume (825 mil toneladas). Como exemplo, a Turquia passou de US$ 35,6 milhões para US$ 62,7 milhões em compras desse produto (+76,1%). Já os feijões tiveram desempenho recorde em 2025, com aumento de 32% em valor (US$ 443 milhões) e de 55,5% em volume (533 mil toneladas), em comparação com o ano anterior.
Diversos itens que não compõem o grupo principal de commodities alcançaram marcas históricas em 2025, quando comparados a 2024:
As importações de produtos agropecuários no ano passado somaram US$ 20,2 bilhões, um aumento de 4,4% em relação a 2024. Com isso, a corrente de comércio agropecuário no último ano foi de US$ 189,4 bilhões, e o saldo da balança comercial do agronegócio, ou seja, a diferença entre o que o setor vendeu e o que comprou do exterior, fechou o ano com um superávit de US$ 149,07 bilhões.
Copiar o textoO preço do café arábica volta a subir, enquanto o açúcar apresenta reajustes
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta sexta-feira (9) em alta de 0,14%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 2.266,21 na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 08/01/2026 | 2.266,21 | 0,14% | 4,21% | 420,37 |
| 07/01/2026 | 2.263,04 | 1,14% | 4,06% | 419,94 |
| 06/01/2026 | 2.237,54 | 2,08% | 2,89% | 416,05 |
| 05/01/2026 | 2.191,97 | 0,92% | 0,79% | 405,77 |
| 02/01/2026 | 2.171,95 | -0,13% | -0,13% | 400,58 |
O café robusta teve alta de 0,20% no preço, sendo comercializado a R$ 1.285,25.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 08/01/2026 | 1.285,25 | 0,20% | 1,69% | 238,41 |
| 07/01/2026 | 1.282,66 | 1,32% | 1,48% | 238,02 |
| 06/01/2026 | 1.265,99 | 1,27% | 0,16% | 235,40 |
| 05/01/2026 | 1.250,12 | -1,05% | -1,09% | 231,42 |
| 02/01/2026 | 1.263,38 | -0,04% | -0,04% | 233,01 |
Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 0,53% é cotada a R$ 107,34.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/01/2026 | 107,34 | -0,53% | -2,41% | 19,91 |
| 07/01/2026 | 107,91 | 1,08% | -1,89% | 20,02 |
| 06/01/2026 | 106,76 | -1,85% | -2,94% | 19,85 |
| 05/01/2026 | 108,77 | -1,11% | -1,11% | 20,14 |
| 02/01/2026 | 109,99 | 0,00% | 0,00% | 19,71 |
Em Santos (SP), a mercadoria teve valorização de 0,45%, sendo negociada a R$ 114,73 na média de preços sem impostos.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/01/2026 | 114,73 | 0,45% | -1,80% | 21,30 |
| 07/01/2026 | 114,22 | 1,15% | -2,23% | 21,20 |
| 06/01/2026 | 112,92 | -1,24% | -3,35% | 20,99 |
| 05/01/2026 | 114,34 | 0,65% | -2,13% | 21,04 |
| 02/01/2026 | 113,60 | -2,76% | -2,76% | 20,89 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 68,94, após baixa de 0,09%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 08/01/2026 | 68,94 | -0,09% | -0,81% | 12,79 |
| 07/01/2026 | 69,00 | -0,19% | -0,72% | 12,80 |
| 06/01/2026 | 69,13 | -0,36% | -0,53% | 12,85 |
| 05/01/2026 | 69,38 | -0,10% | -0,17% | 12,84 |
| 02/01/2026 | 69,45 | -0,07% | -0,07% | 12,81 |
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
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