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Em recente boletim InfoGripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz, é possível observar que as internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associadas ao vírus da gripe voltaram a aumentar na Região Centro-Sul, com a chegada do inverno. O destaque fica por conta de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul com aumento de SRAG por influenza A, especialmente entre adolescentes, adultos e idosos.

A longo prazo, 11 estados apresentam tendência de crescimento de Síndrome Respiratória Aguda Grave: Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Mato Grosso do Sul, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima e São Paulo. Por isso, o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, recomenda o uso de uma boa máscara para evitar o contágio pelo vírus da gripe.

“Sempre que for sair, for receber alguém, coloque uma boa máscara, uma N95, uma PFF2, aquelas que têm uma capacidade de filtragem maior e se ajustam melhor ao rosto, porque elas diminuem muito o risco de passar o vírus para as outras pessoas, liberar o vírus no ambiente. Além disso, qualquer pessoa, mesmo não estando com sintomas, mas que for visitar ou estiver indo à uma unidade de saúde, bote uma boa máscara, porque evita contrair o vírus respiratório na unidade de saúde e levar pra casa, levar para o transporte público, enfim, para outros locais.”

Entre as práticas de prevenção ao vírus da gripe, o Ministério da Saúde também recomenda lavar frequentemente as mãos com água e sabão; não compartilhar objetos de uso pessoal; manter os ambientes ventilados; evitar contato com pessoas com sintomas gripais; e evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca.

Outra ferramenta essencial para se proteger da gripe é a vacinação. Mesmo após o término da campanha do Ministério da Saúde, a maioria dos postos de saúde ainda possui estoque de doses disponíveis gratuitamente.

Faça parte do Movimento Nacional Pela Vacinação e diga sim para a vacina contra a gripe. Procure uma Unidade Básica de Saúde com a Caderneta de Vacinação ou documento com foto.

Para mais informações, acesse: www.gov.br/vacinacao.

VSR: Fiocruz alerta para o aumento nas internações por infecções respiratórias

Casos de SRAG registram aumento contínuo no Brasil; alerta Fiocruz

Brasil registra sinalização de queda no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave

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Cada organismo reage de maneira diferente quando infectado por um vírus, mas no caso das síndromes respiratórias, seja pela infecção do vírus SARS-CoV-2 — que causa a Covid — ou da Influenza, causador da gripe, alguns sintomas são comuns às duas doenças.

O médico infectologista do hospital de Base de Brasília, Tazio Vanni, explica quais os primeiros sinais dessas infecções.

“Coriza, nariz escorrendo, dor de garganta, tosse, febre — às vezes cursando com cefaleia — [sintomas] que são bastante semelhantes aos quadros que a gente observa com o vírus da gripe, que é Influenza, ou vírus sincicial respiratório, que causa bronquiolite em crianças, mas também causa quadro clínico parecido com o que eu estou descrevendo em adultos e idosos.”

Segundo o Ministério da Saúde, a infecção pelo SARS-CoV-2 pode variar de assintomática a casos críticos. É preciso ter atenção especial para sinais que indicam piora e necessitam hospitalização, como dispneia – sensação de falta de ar –, pressão no tórax e baixa oxigenação no sangue. 

Lavar as mãos e evitar locais fechados quando houver suspeita ou confirmação de qualquer síndrome gripal também faz parte dos cuidados que devem continuar, mesmo sem a emergência da pandemia. 

A vacinação para o público prioritário com a vacina que protege contra a cepa em maior circulação atualmente já está disponível em todo o país, basta preocupar uma unidade de saúde.

Procure uma Unidade Básica de Saúde, leve a caderneta e vacine-se contra a Covid-19.

Para mais informações, acesse: www.gov.br/saude.
 

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É comum que pacientes infectados por dengue sintam dores no corpo, febre alta e tenham manchas na pele. Esses sintomas duram em torno de 5 a 7 dias. Porém, mesmo após a cura, alguns sintomas podem persistir, como a fadiga extrema, dores musculares e articulares, além de manchas na pele.

Estou com dengue, o que fazer?

O infectologista Julival Ribeiro aponta que as pessoas diagnosticadas com dengue grave, chamada de dengue hemorrágica, podem continuar com sintomas e ter sequelas, como insuficiência cardíaca e miocardite – uma inflamação do tecido muscular do coração. Julival menciona, ainda, que podem haver sequelas cerebrais.

“A depender do quadro clínico da dengue, se foi grave, podem surgir manifestações neurológicas, por exemplo, perda de memória, se a pessoa teve uma inflamação no cérebro, e irritabilidade. Tudo isso pode acontecer a longo prazo com a dengue”, destaca o infectologista.

Caso o paciente apresente sintomas semanas após a cura, deve procurar assistência médica. “Nas pessoas que tiveram dengue grave, é que essas alterações podem durar por longo tempo, ou mesmo tornar-se um problema crônico. Portanto, quem teve dengue, apresenta sintomas depois de várias semanas ou meses, deve procurar um serviço de saúde para esclarecer”, indica Julival.

Dengue hemorrágica

As alterações de saúde afetam, em especial, pacientes que tiveram dengue hemorrágica. O especialista em doenças tropicais do hospital Anchieta e infectologista, Manuel Palácios, explica como a dengue clássica evolui para a hemorrágica.

“A dengue pode evoluir para dengue hemorrágica, ou dengue grave, quando há um aumento da permeabilidade vascular, levando a vazamento de plasma, sangramentos graves e falência de órgãos. A fase crítica, onde o paciente está mais vulnerável, pode durar de 24 a 48 horas”, pontua.

Segundo Manuel Palácios, os sintomas da progressão da doença costumam aparecer entre o 3º e o 7º dia e coincidem com a queda da febre. Os sintomas são:

  • Sangramentos espontâneos: nas gengivas, nariz e trato gastrointestinal
  • Dor abdominal intensa e contínua
  • Vômitos persistentes
  • Letargia ou irritabilidade

A médica intensivista do Hospital Santa Marta, localizado em Taguatinga Sul no Distrito Federal, Adele Vasconcelos, explica que a dengue causa desidratação interna por perda de líquido, o que faz com que o sangue engrosse e as plaquetas caiam – fatores que aumentam o risco de hemorragia. “A evolução da dengue para a hemorrágica depende de organismo para organismo. A gente só considera uma dengue como hemorrágica se o paciente tiver algum tipo de sangramento, seja ocular, no nariz, na boca, na urina, nas fezes, às vezes até na cabeça, um AVC”, salienta a médica.

Em relação às sequelas da dengue grave, órgãos como coração, rins, fígado e cérebro podem ser afetados. A professora do Gama, no Distrito Federal, Gláucia Ferreira Matos, 45 anos, teve a doença em março deste ano. Ela relata que, além da dengue ter afetado a imunidade dela, tem investigado problemas nos rins e fígado.

“A dengue atingiu gravemente o meu fígado, consequentemente o meu rim também e, agora, eu venho fazendo acompanhamento, exames de sangue, hemograma, alguns exames mais específicos para acompanhar, porque eu venho sentindo sintomas que eu nunca tive na vida antes de ter dengue”, conta a professora.

Têm maior risco de desenvolver dengue hemorrágica crianças, idosos, gestantes, portadores de doenças imunossupressoras (HIV/Aids, doenças autoimunes, neoplasias), além de pessoas com doenças crônicas, como diabetes e hipertensão e indivíduos previamente infectados com um sorotipo diferente do vírus da dengue.

Quadro diagnóstico 

  • Dengue clássica: febre alta, dor de cabeça, dor por trás dos olhos, dores musculares e articulares, exantema (manchas na pele) e, às vezes, sangramento leve das gengivas ou nariz. Dura geralmente de 5 a 7 dias;
  • Depois podem persistir: fadiga extrema, que pode durar várias semanas; dores musculares e articulares, por algumas semanas ou meses; exantema pode aparecer novamente alguns dias após a febre ter cessado e durar de 1 a 5 dias;
  • Progressão para dengue hemorrágica: sangramentos espontâneos nas gengivas, nariz , dor abdominal, vômitos persistentes. Costumam aparecer entre o 3º e o 7º dia, coincidindo com a queda da febre;
  • Sinais de dengue grave: choque, caracterizado por pulso fraco e rápido, pressão arterial baixa, extremidades frias e úmidas; sangramento grave (vômitos com sangue, fezes escuras, sangramento vaginal excessivo, entre outros); comprometimento de fígado, cérebro, coração. Podem surgir de 3 a 7 dias após o início dos sintomas (nos casos graves);

Repercussão da dengue no país

O Ministério da Saúde pontua que, em 2024, o avanço histórico da doença no país fez 10 estados e o Distrito Federal decretarem situação de emergência. 

Veja alguns dados sobre atendimentos por dengue na rede pública do país:

  • Goiás: 3.835 internações de janeiro a 4 de junho de 2024;
  • Mato Grosso: 1.991 hospitalizações este ano (enviados até dia 4 de junho);
  • Bahia: foram 9.958 hospitalizados em 2024 (enviados até dia 5 de junho);
  • Distrito Federal: 72.615 pacientes foram atendidos por dengue este ano (dados até 14 de junho).

Em um levantamento realizado pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SindHosp), de 3 a 13 de maio de 2024, 96% dos hospitais paulistas registraram aumento de internações de pacientes por dengue e síndrome respiratória aguda grave (SRAG).

Segundo o informe da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil lidera o número de diagnósticos e mortes por dengue em 2024, com 82% dos casos registrados no mundo, sendo 6,3 milhões de casos prováveis e 3 milhões confirmados em laboratório.

Prevenção e combate à dengue 

Com uma vistoria de 10 minutos semanais em casa, os moradores podem acabar com os possíveis criadouros do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti, segundo o Ministério da Saúde. Confira alguns cuidados:

  • Colocar areia nos vasos de plantas;
  • Verificar garrafas, pneus, calhas, caixas d'água;
  • Checar o recipiente atrás da geladeira e climatizador;
  • Olhar plantas e pratos que acumulem água;
  • Amarrar bem sacos de lixo;
  • Limpar bem as calhas de casa.

Para mais informações sobre a dengue e formas de prevenção, acesse: www.gov.br/mosquito.  
 

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17/01/2026 04:10h

Boletim da Fiocruz aponta aumenta das hospitalizações por SRAG no Amazonas e no Acre; vacinação já começou na região

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A edição mais recente do Boletim InfoGripe, divulgada nesta sexta-feira (16) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta um crescimento acelerado dos casos graves de influenza A no Acre e no Amazonas. O avanço da doença tem impulsionado o aumento das hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que já atingem níveis elevados para a região.

No Nordeste, estados como Ceará, Pernambuco e Sergipe também registram leve aumento de casos graves de influenza A, ainda sem reflexos significativos nas internações por SRAG. Em contrapartida, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul apresentam sinais de desaceleração nas hospitalizações associadas ao vírus.

Em nota, a pesquisadora do Programa de Computação Científica (Procc/Fiocruz) e integrante do Boletim InfoGripe, Tatiana Portella, destaca que a campanha de vacinação contra a influenza já começou na Região Norte. “Por isso, é fundamental que a população de risco da região, como idosos, crianças e pessoas com comorbidades, procure um posto de saúde o quanto antes para se proteger contra o vírus”, reforça.

Cenário nacional

Em âmbito nacional, o boletim indica manutenção da tendência de queda ou estabilidade dos casos de SRAG em todas as faixas etárias, reflexo da baixa circulação da maioria dos vírus respiratórios.

Mesmo a influenza A — responsável pelo aumento de casos de SRAG em crianças pequenas, adultos e idosos no Amazonas, e em crianças pequenas e idosos no Acre — apresenta baixa circulação na maioria dos demais estados.

De modo geral, a maior incidência de SRAG ocorre entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente nos idosos. Considerando especificamente os casos de SRAG causados por Sars-CoV-2 (Covid-19) ou influenza A, a incidência é maior entre crianças e idosos, com impacto mais grave na mortalidade da população idosa.

O levantamento aponta ainda que três das 27 capitais apresentam níveis de incidência de SRAG classificados como alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento no longo prazo: Manaus (AM), Cuiabá (MT) e São Luís (MA).

Prevalência dos vírus

Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:

  • 21,9% de influenza A
  • 3,1% de influenza B
  • 6,9% de vírus sincicial respiratório (VSR)
  • 36% de rinovírus
  • 14,8% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:

  • 29,8% de influenza A
  • 3,3% de influenza B
  • 4,1% de VSR
  • 20,7% de rinovírus
  • 38,8% de Sars-CoV-2 (Covid-19)

O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 10 de janeiro, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 1. Confira outros detalhes no link.

VEJA MAIS:

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16/01/2026 11:00h

Paciente apresentou sintomas em dezembro de 2025 na capital paulista; estado já soma 33 notificações em 2026, sem registro de óbitos associados

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A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) confirmou o segundo caso de mpox, causado pela nova cepa do vírus (MPXV), denominada clado Ib, no estado.

De acordo com a nota divulgada pela pasta, trata-se de um caso importado. O paciente é um homem de 39 anos, residente em Portugal, que apresentou sintomas no fim de dezembro de 2025, enquanto estava na capital paulista. Ao procurar atendimento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, ele foi internado, recebeu alta no dia seguinte e retornou ao exterior.

Ainda conforme a SES-SP, “até o momento não há registro de pessoas com sintomas entre os contatos identificados no local de hospedagem do paciente”.

Em março do ano passado, o estado já havia registrado o primeiro caso dessa mesma cepa em uma mulher de 29 anos, que teve contato com um familiar vindo da República Democrática do Congo, país onde o clado Ib é endêmico e responsável por um surto em 2025.

Em 2026, segundo dados atualizados do portal do Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde (NIES), São Paulo já soma 33 notificações de mpox, sem registro de óbitos associados.

O que é mpox?

A mpox, anteriormente conhecida como “varíola dos macacos”, é uma doença zoonótica viral (transmitida aos seres humanos a partir de animais) causada pelo Orthopoxvirus, da mesma família da varíola. O vírus possui dois grandes grupos genéticos: 

  • clado I (com subclados Ia e Ib); e
  • clado II (com subclados IIa e IIb).

Entre 2022 e 2023, o mundo enfrentou um surto global provocado pela cepa do clado IIb, que se espalhou para mais de 120 países e resultou em mais de 100 mil casos. 

Até julho de 2025, data da última atualização, o Brasil registrou 14.118 casos de mpox, conforme dados do Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica e Vigilância Genômica do Ministério da Saúde (MS). A maior parte das notificações concentrou-se nesse período, o que colocou o país entre os mais impactados pela doença em nível mundial.

Sintomas e formas de transmissão

Segundo o MS, os sintomas da mpox incluem:

  • erupções cutâneas ou lesões de pele em diferentes partes do corpo;
  • linfonodos inchados (ínguas);
  • febre;
  • dor de cabeça;
  • dores no corpo;
  • calafrio; e
  • fraqueza;

A transmissão ocorre principalmente por:

  • contato direto com lesões de pele de pessoas infectadas;
  • exposição a fluidos corporais e secreções respiratórias;
  • uso compartilhado de objetos contaminados, como roupas e toalhas; e
  • animais silvestres (roedores) infectados.

VEJA MAIS:

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16/01/2026 04:45h

Mobilização reforça a importância da vacinação como cuidado essencial para a saúde e o futuro de crianças e adolescentes

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Estados e municípios da Região Sudeste seguem mobilizados para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas que integram o Calendário Nacional de Vacinação estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.

Entre as prioridades está a tríplice viral, que protege contra o sarampo. Embora o Brasil continue livre da circulação endêmica do vírus, o Ministério da Saúde reforça a importância de manter altas coberturas vacinais, sobretudo em áreas onde os índices ainda estão abaixo do recomendado.

Em 2025, a região registrou três casos de sarampo, dois no Rio de Janeiro e um em São Paulo, e classificados como importados ou relacionados à importação. O cenário acende o alerta para a importância de manter a vacinação em dia e reforça a mobilização para impedir a reintrodução da doença no país, como explica o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti.

“Recentemente, tivemos ali o início de uma epidemia de sarampo na Bolívia, então houve toda uma preocupação nossa de intensificar a vacinação, principalmente nos municípios da fronteira, visando proteger a população para que o sarampo não entre. Então hoje a nossa prioridade é manter o país livre do sarampo.”

Entre as famílias, a importância da vacinação também ganha destaque. Em Jundiaí, a moradora do bairro Portal do Paraíso II Tainy Locatelli, de 38 anos, leva o filho de 5 anos regularmente à Unidade Básica de Saúde para vacinar. 

A mãe destaca a tranquilidade que a vacinação garante:

“Me sinto muito bem com relação à proteção que as vacinas [trazem] ali, do início da primeira idade. A proteção que isso traz para a criança. É realmente um conforto para os pais. É de extrema importância.”

Além do sarampo, o calendário inclui vacinas contra poliomielite, tuberculose, difteria, tétano, coqueluche, HPV, hepatite B, meningite, febre amarela e Covid-19.

O foco para menores de 15 anos é completar esquemas atrasados. A vacina contra o HPV também está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026.

Pais e responsáveis da Região Sudeste: mantenham a vacinação das crianças e adolescentes em dia. Procurem a Unidade Básica de Saúde mais próxima.

Saiba mais em gov.br/vacinacao.
 

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16/01/2026 04:45h

Mobilização reforça a importância da vacinação como cuidado essencial para a saúde e o futuro de crianças e adolescentes

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Estados e municípios da Região Nordeste seguem mobilizados para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas que integram o Calendário Nacional de Vacinação estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.

Entre as prioridades está a tríplice viral, que protege contra o sarampo. Embora o Brasil continue livre da circulação endêmica do vírus, o Ministério da Saúde reforça a importância de manter altas coberturas vacinais, sobretudo em áreas onde os índices ainda estão abaixo do recomendado.

Em 2025, a região registrou um caso de sarampo, no Maranhão, e classificado como importado ou relacionado à importação. O cenário acende o alerta para a importância de manter a vacinação em dia e reforça a mobilização para impedir a reintrodução da doença no país, como explica o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti.

“Recentemente, tivemos ali o início de uma epidemia de sarampo na Bolívia, então houve toda uma preocupação nossa de intensificar a vacinação, principalmente nos municípios da fronteira, visando proteger a população para que o sarampo não entre. Então hoje a nossa prioridade é manter o país livre do sarampo.”

Em Aracaju, no bairro Suíssa, a dentista Suzana Caroline Nascimento Oliveira, mãe de duas meninas de 9 e 5 anos, faz questão de manter as cadernetas de vacinação das filhas sempre atualizadas. Para ela, esse é um gesto essencial de proteção individual e coletiva. 

“Acredito que as vacinas salvam vidas porque agem no nosso sistema imunológico, reconhecendo e combatendo vários vírus e bactérias, criando como se fosse uma memória imunológica, impedindo o desenvolvimento de doenças graves. Várias doenças já foram erradicadas por conta da vacinação.”

Além do sarampo, o calendário inclui vacinas contra poliomielite, tuberculose, difteria, tétano, coqueluche, HPV, hepatite B, meningite, febre amarela e Covid-19.

O foco para menores de 15 anos é completar esquemas atrasados. A vacina contra o HPV também está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026.

Pais e responsáveis da Região Nordeste: mantenham a vacinação das crianças e adolescentes em dia. Procurem a Unidade Básica de Saúde mais próxima.

Saiba mais em gov.br/vacinacao.

 

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16/01/2026 04:45h

Mobilização reforça a importância da vacinação como cuidado essencial para a saúde e o futuro de crianças e adolescentes

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Estados e municípios da Região Centro-Oeste seguem mobilizados para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas que integram o Calendário Nacional de Vacinação estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.

Entre as prioridades está a tríplice viral, que protege contra o sarampo. Embora o Brasil continue livre da circulação endêmica do vírus, o Ministério da Saúde reforça a importância de manter altas coberturas vacinais, sobretudo em áreas onde os índices ainda estão abaixo do recomendado.

Em 2025, a região registrou sete casos de sarampo, seis no Mato Grosso e um no Distrito Federal, e classificados como importados ou relacionados à importação. O cenário acende o alerta para a importância de manter a vacinação em dia e reforça a mobilização para impedir a reintrodução da doença no país, como explica o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti.

“Recentemente, tivemos ali o início de uma epidemia de sarampo na Bolívia, então houve toda uma preocupação nossa de intensificar a vacinação, principalmente nos municípios da fronteira, visando proteger a população para que o sarampo não entre. Então hoje a nossa prioridade é manter o país livre do sarampo.”

Em Goiânia, no Setor Coimbra, o engenheiro agrônomo Adriano Itacaramby também faz questão de manter a vacinação da filha em dia. Para ele, a vacinação é uma medida essencial de prevenção, apoiada nos avanços da medicina e no entendimento de que as vacinas salvam vidas. 

"Levei minha filha para vacinar porque acho muito importante fazer a prevenção das doenças. Creio que a medicina avançou bastante e acho muito válido e muito importante e essencial vacinar."

Além do sarampo, o calendário inclui vacinas contra poliomielite, tuberculose, difteria, tétano, coqueluche, HPV, hepatite B, meningite, febre amarela e Covid-19.

O foco para menores de 15 anos é completar esquemas atrasados. A vacina contra o HPV também está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026.

Pais e responsáveis da Região Centro-Oeste: mantenham a vacinação das crianças e adolescentes em dia. Procurem a Unidade Básica de Saúde mais próxima.

Saiba mais em gov.br/vacinacao.
 

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Mobilização reforça a importância da vacinação como cuidado essencial para a saúde e o futuro de crianças e adolescentes

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Estados e municípios da Região Sul seguem mobilizados para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas que integram o Calendário Nacional de Vacinação estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.

Entre as prioridades está a tríplice viral, que protege contra o sarampo. Embora o Brasil continue livre da circulação endêmica do vírus, o Ministério da Saúde reforça a importância de manter altas coberturas vacinais, sobretudo em áreas onde os índices ainda estão abaixo do recomendado.

Em 2025, a região registrou um caso de sarampo, no Rio Grande do Sul e classificado como importado ou relacionado à importação. O cenário acende o alerta para a importância de manter a vacinação em dia e reforça a mobilização para impedir a reintrodução da doença no país, como explica o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti.

“Recentemente, tivemos ali o início de uma epidemia de sarampo na Bolívia, então houve toda uma preocupação nossa de intensificar a vacinação, principalmente nos municípios da fronteira, visando proteger a população para que o sarampo não entre. Então hoje a nossa prioridade é manter o país livre do sarampo.”

LOC.: Em Amaral-Ferrador, no Rio Grande do Sul, a rotina de vacinação faz parte da rotina das famílias. A Adriane Tavares-Fischer, mãe do Murilo e da Elisa, conta que manter a caderneta dos filhos atualizada é, para ela, um gesto de responsabilidade e amor.

“Ao garantir que todas as doses estejam em dia, estou protegendo meus filhos contra doenças que podem ser graves e até mesmo fatais. A vacinação me dá segurança e tranquilidade, porque estou fazendo tudo o que está ao meu alcance para que eles cresçam saudáveis. Além disso, a caderneta atualizada é uma forma de acompanhar o desenvolvimento da saúde deles, registrando todas as etapas importantes.” 

Além do sarampo, o calendário inclui vacinas contra poliomielite, tuberculose, difteria, tétano, coqueluche, HPV, hepatite B, meningite, febre amarela e Covid-19.

O foco para menores de 15 anos é completar esquemas atrasados. A vacina contra o HPV também está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026.

Pais e responsáveis da Região Sul: mantenham a vacinação das crianças e adolescentes em dia. Procurem a Unidade Básica de Saúde mais próxima.

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Mobilização reforça a importância da vacinação como cuidado essencial para a saúde e o futuro de crianças e adolescentes

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Estados e municípios da Região Norte seguem mobilizados para atualizar a caderneta de vacinação de crianças e adolescentes menores de 15 anos. As vacinas do Calendário Nacional de Vacinação estão disponíveis durante todo o ano nas Unidades Básicas de Saúde.

A tríplice viral, que protege contra o sarampo, é uma das prioridades. Apesar de o Brasil permanecer livre da circulação endêmica do vírus, o Ministério da Saúde reforça a necessidade de manter altas coberturas vacinais, especialmente em regiões onde os índices ainda são baixos.

Em 2025, a Região Norte registrou 25 casos de sarampo, todos no Tocantins e classificados como importados ou relacionados à importação. O cenário acende o alerta para a importância de manter a vacinação em dia e reforça a mobilização para impedir a reintrodução da doença no país, como explica o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti.

“Recentemente, tivemos ali o início de uma epidemia de sarampo na Bolívia, então houve toda uma preocupação nossa de intensificar a vacinação, principalmente nos municípios da fronteira, visando proteger a população para que o sarampo não entre. Então hoje a nossa prioridade é manter o país livre do sarampo.”

Em Manaus, a vacinação faz parte da rotina da servidora pública Girlene Silva Medeiros Tayá, de 37 anos, moradora do bairro Parque 10 de Novembro. Mãe de uma menina de 6 anos e de um bebê de 2 meses, ela destaca a importância de manter os filhos protegidos.

"Levo meus filhos para vacinar porque desejo protegê-los das doenças. De forma geral, acredito que em maioria, quem me cerca, no caso no bairro onde moro, acredita sim na importância da vacinação para prevenir doenças. As vacinas passaram por longos estudos científicos para chegar onde estão hoje e serem oferecidas à população por meio do serviço de saúde."

Além do sarampo, o calendário inclui vacinas contra poliomielite, tuberculose, difteria, tétano, coqueluche, HPV, hepatite B, meningite, febre amarela e Covid-19.

O foco para menores de 15 anos é completar esquemas atrasados. A vacina contra o HPV também está disponível para jovens de 15 a 19 anos até junho de 2026.

Pais e responsáveis da Região Norte: mantenham a vacinação das crianças e adolescentes em dia. Procurem a Unidade Básica de Saúde mais próxima.

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16/01/2026 04:45h

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Manter o calendário vacinal em dia é essencial para a saúde de recém-nascidos e crianças de até 9 anos. A vacinação previne doenças com potencial de gravidade e contribui para um desenvolvimento mais saudável.

De acordo com o Ministério da Saúde, do período da gestação até os dois primeiros anos de vida existe uma “janela de oportunidades” para proteger a saúde da criança. E o que é feito nesse momento reflete por toda a vida.

O Sistema Único de Saúde, o SUS, oferece gratuitamente uma lista de vacinas fundamentais para essa faixa etária.

O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, reforça a qualidade e a segurança das vacinas disponibilizadas pelo SUS.

“As vacinas do SUS são muito boas, são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”

Entre os recém-nascidos, a BCG previne formas graves de tuberculose. Já a vacina contra hepatite B deve ser aplicada logo após o nascimento, especialmente em bebês de mães portadoras do vírus.

Nos primeiros meses de vida, entram em cena a penta e a tríplice bacteriana, que protegem contra difteria, tétano, coqueluche, meningite e hepatite B. As vacinas pneumocócica e meningocócica reforçam a defesa contra infecções respiratórias e meningites.

A poliomielite integra o calendário com a vacina inativada poliomielite (VIP) nos primeiros meses na infância, indispensável para prevenir a paralisia infantil.

O esquema vacinal contra rotavírus protege contra diarréias graves, que podem causar desidratação e risco à saúde do bebê. A primeira dose deve ser aplicada até os 3 meses, e o esquema precisa ser concluído até os 7 meses.

A partir dos 6 meses, a vacina contra influenza é recomendada para proteção contra a gripe. No primeiro ano de vida, febre amarela e tríplice viral garantem proteção contra doenças como sarampo, rubéola e caxumba. Aos 15 meses, a tetraviral amplia a proteção, incluindo a varicela.

A pontualidade no cumprimento do calendário e dos intervalos entre as doses garante uma resposta imunológica mais forte e duradoura.

Crianças que, por qualquer motivo, não receberam alguma vacina no tempo recomendado devem ser levadas à Unidade Básica de Saúde mais próxima para atualização da caderneta.

Manter o calendário vacinal atualizado é um ato de responsabilidade individual e coletiva. Procure a unidade de saúde mais próxima, leve a Caderneta de Vacinação e garanta a imunização de recém-nascidos e crianças.

Saiba mais em gov.br/vacinacao.
 

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16/01/2026 04:45h

Mobilização reforça a importância da vacinação como cuidado essencial para a saúde e o futuro de crianças e adolescentes

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A adolescência é uma fase de grandes mudanças e também um momento crucial para garantir proteção contra doenças graves. Entre 10 e 19 anos, manter a caderneta de vacinação atualizada é fundamental para a saúde individual e coletiva.

De acordo com o Ministério da Saúde, a vacinação na adolescência contribui para uma vida adulta mais saudável e protege toda a família.

O Sistema Único de Saúde, o SUS, oferece gratuitamente uma lista de vacinas essenciais para essa faixa etária, aplicadas conforme o histórico de saúde de cada adolescente.

O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, reforça a qualidade e a segurança das vacinas disponíveis no SUS.

“As vacinas do SUS são muito boas, são seguras e protegem, o que é mais importante. Então, vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”

A vacina contra hepatite B protege contra uma doença grave transmitida por via sexual e pelo contato com sangue contaminado. É importante completar o esquema vacinal o mais rápido possível.

As vacinas dT e dTpa reforçam a proteção contra difteria, tétano e coqueluche, sendo especialmente recomendadas para gestantes e profissionais que atuam em maternidades e unidades neonatais.

A vacina da febre amarela é indicada para residentes e viajantes. A tríplice viral protege contra sarampo, caxumba e rubéola.

A vacina HPV4 é indicada para meninas e meninos de 9 a 14 anos e também recomendada para grupos prioritários. Neste momento deve-se dar atenção para o resgate de não vacinados até 19 anos de idade até junho de 2026.

A vacina pneumocócica 23-valente é destinada a adolescentes indígenas sem histórico vacinal com a versão conjugada.

A vacina meningocócica ACWY deve ser aplicada em crianças como dose de reforço e em adolescente entre 11 e 14 anos como reforço, caso já tenha sido administrada dose anterior.

A vacina varicela é indicada para adolescentes indígenas sem histórico vacinal ou da doença.

Manter o calendário vacinal em dia é um ato de responsabilidade individual e coletiva. Procure a unidade de saúde mais próxima, leve a Caderneta de Vacinação e garanta a imunização dos adolescentes.

Saiba mais em gov.br/vacinacao.

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16/01/2026 04:45h

Mobilização reforça a importância da vacinação como cuidado essencial para a saúde e o futuro de crianças e adolescentes

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Manter a vacinação em dia é uma das formas mais seguras de proteger a saúde em todas as fases da vida. Para fortalecer esse processo, o Ministério da Saúde, por meio do Programa Nacional de Imunizações, promove campanhas nacionais de imunização. 

O objetivo é atualizar a Caderneta de Vacinação e ampliar a cobertura vacinal entre crianças e adolescentes de até 15 anos, em um momento de alerta para a possível reintrodução de doenças já eliminadas no Brasil, como o sarampo e a poliomielite.

Durante as campanhas, todas as vacinas previstas no Calendário Nacional de Vacinação são ofertadas. Entre as prioridades estão o resgate de crianças e adolescentes que ainda não receberam doses contra HPV, febre amarela e sarampo.

Para ampliar o alcance, o Ministério utiliza a estratégia de microplanejamento, que identifica áreas de risco e regiões com baixa adesão, permitindo direcionar ações específicas para cada território.

A vacinação também fortalece a proteção coletiva. Quando a cobertura vacinal está alta, a circulação dos vírus é interrompida. Esse efeito cria uma barreira que protege também os mais vulneráveis: bebês, idosos e pessoas imunocomprometidas, que não podem receber alguns tipos de vacina.

Nesse contexto, o diretor do Departamento do PNI, Eder Gatti, reforça a importância de manter a caderneta atualizada.

“Não podemos deixar que essas doenças retornem. Então, é muito importante que a população se vacine. Tenham confiança nas vacinas. As vacinas do SUS são muito boas, são seguras e protegem, o que é mais importante. Vacinar é uma proteção individual, mas também proteção de toda a comunidade.”

A vacinação é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, o SUS, em todas as Unidades Básicas de Saúde do país. Manter a caderneta vacinal atualizada é um ato de responsabilidade individual e coletiva.

Procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima, atualize sua Caderneta de Vacinação e garanta proteção para você e sua família.

Saiba mais em gov.br/vacinacao.
 

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