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Baixar áudioEm recente boletim InfoGripe divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz, a Fiocruz, é possível observar que as internações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) associadas ao vírus da gripe voltaram a aumentar na Região Centro-Sul, com a chegada do inverno. O destaque fica por conta de Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul com aumento de SRAG por influenza A, especialmente entre adolescentes, adultos e idosos.
A longo prazo, 11 estados apresentam tendência de crescimento de Síndrome Respiratória Aguda Grave: Acre, Amapá, Amazonas, Ceará, Mato Grosso do Sul, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Roraima e São Paulo. Por isso, o coordenador do InfoGripe, Marcelo Gomes, recomenda o uso de uma boa máscara para evitar o contágio pelo vírus da gripe.
“Sempre que for sair, for receber alguém, coloque uma boa máscara, uma N95, uma PFF2, aquelas que têm uma capacidade de filtragem maior e se ajustam melhor ao rosto, porque elas diminuem muito o risco de passar o vírus para as outras pessoas, liberar o vírus no ambiente. Além disso, qualquer pessoa, mesmo não estando com sintomas, mas que for visitar ou estiver indo à uma unidade de saúde, bote uma boa máscara, porque evita contrair o vírus respiratório na unidade de saúde e levar pra casa, levar para o transporte público, enfim, para outros locais.”
Entre as práticas de prevenção ao vírus da gripe, o Ministério da Saúde também recomenda lavar frequentemente as mãos com água e sabão; não compartilhar objetos de uso pessoal; manter os ambientes ventilados; evitar contato com pessoas com sintomas gripais; e evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca.
Outra ferramenta essencial para se proteger da gripe é a vacinação. Mesmo após o término da campanha do Ministério da Saúde, a maioria dos postos de saúde ainda possui estoque de doses disponíveis gratuitamente.
Faça parte do Movimento Nacional Pela Vacinação e diga sim para a vacina contra a gripe. Procure uma Unidade Básica de Saúde com a Caderneta de Vacinação ou documento com foto.
Para mais informações, acesse: www.gov.br/vacinacao.
VSR: Fiocruz alerta para o aumento nas internações por infecções respiratórias
Casos de SRAG registram aumento contínuo no Brasil; alerta Fiocruz
Brasil registra sinalização de queda no número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave
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Baixar áudioCada organismo reage de maneira diferente quando infectado por um vírus, mas no caso das síndromes respiratórias, seja pela infecção do vírus SARS-CoV-2 — que causa a Covid — ou da Influenza, causador da gripe, alguns sintomas são comuns às duas doenças.
O médico infectologista do hospital de Base de Brasília, Tazio Vanni, explica quais os primeiros sinais dessas infecções.
“Coriza, nariz escorrendo, dor de garganta, tosse, febre — às vezes cursando com cefaleia — [sintomas] que são bastante semelhantes aos quadros que a gente observa com o vírus da gripe, que é Influenza, ou vírus sincicial respiratório, que causa bronquiolite em crianças, mas também causa quadro clínico parecido com o que eu estou descrevendo em adultos e idosos.”
Segundo o Ministério da Saúde, a infecção pelo SARS-CoV-2 pode variar de assintomática a casos críticos. É preciso ter atenção especial para sinais que indicam piora e necessitam hospitalização, como dispneia – sensação de falta de ar –, pressão no tórax e baixa oxigenação no sangue.
Lavar as mãos e evitar locais fechados quando houver suspeita ou confirmação de qualquer síndrome gripal também faz parte dos cuidados que devem continuar, mesmo sem a emergência da pandemia.
A vacinação para o público prioritário com a vacina que protege contra a cepa em maior circulação atualmente já está disponível em todo o país, basta preocupar uma unidade de saúde.
Procure uma Unidade Básica de Saúde, leve a caderneta e vacine-se contra a Covid-19.
Para mais informações, acesse: www.gov.br/saude.
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Baixar áudioÉ comum que pacientes infectados por dengue sintam dores no corpo, febre alta e tenham manchas na pele. Esses sintomas duram em torno de 5 a 7 dias. Porém, mesmo após a cura, alguns sintomas podem persistir, como a fadiga extrema, dores musculares e articulares, além de manchas na pele.
Estou com dengue, o que fazer?
O infectologista Julival Ribeiro aponta que as pessoas diagnosticadas com dengue grave, chamada de dengue hemorrágica, podem continuar com sintomas e ter sequelas, como insuficiência cardíaca e miocardite – uma inflamação do tecido muscular do coração. Julival menciona, ainda, que podem haver sequelas cerebrais.
“A depender do quadro clínico da dengue, se foi grave, podem surgir manifestações neurológicas, por exemplo, perda de memória, se a pessoa teve uma inflamação no cérebro, e irritabilidade. Tudo isso pode acontecer a longo prazo com a dengue”, destaca o infectologista.
Caso o paciente apresente sintomas semanas após a cura, deve procurar assistência médica. “Nas pessoas que tiveram dengue grave, é que essas alterações podem durar por longo tempo, ou mesmo tornar-se um problema crônico. Portanto, quem teve dengue, apresenta sintomas depois de várias semanas ou meses, deve procurar um serviço de saúde para esclarecer”, indica Julival.
As alterações de saúde afetam, em especial, pacientes que tiveram dengue hemorrágica. O especialista em doenças tropicais do hospital Anchieta e infectologista, Manuel Palácios, explica como a dengue clássica evolui para a hemorrágica.
“A dengue pode evoluir para dengue hemorrágica, ou dengue grave, quando há um aumento da permeabilidade vascular, levando a vazamento de plasma, sangramentos graves e falência de órgãos. A fase crítica, onde o paciente está mais vulnerável, pode durar de 24 a 48 horas”, pontua.
Segundo Manuel Palácios, os sintomas da progressão da doença costumam aparecer entre o 3º e o 7º dia e coincidem com a queda da febre. Os sintomas são:
A médica intensivista do Hospital Santa Marta, localizado em Taguatinga Sul no Distrito Federal, Adele Vasconcelos, explica que a dengue causa desidratação interna por perda de líquido, o que faz com que o sangue engrosse e as plaquetas caiam – fatores que aumentam o risco de hemorragia. “A evolução da dengue para a hemorrágica depende de organismo para organismo. A gente só considera uma dengue como hemorrágica se o paciente tiver algum tipo de sangramento, seja ocular, no nariz, na boca, na urina, nas fezes, às vezes até na cabeça, um AVC”, salienta a médica.
Em relação às sequelas da dengue grave, órgãos como coração, rins, fígado e cérebro podem ser afetados. A professora do Gama, no Distrito Federal, Gláucia Ferreira Matos, 45 anos, teve a doença em março deste ano. Ela relata que, além da dengue ter afetado a imunidade dela, tem investigado problemas nos rins e fígado.
“A dengue atingiu gravemente o meu fígado, consequentemente o meu rim também e, agora, eu venho fazendo acompanhamento, exames de sangue, hemograma, alguns exames mais específicos para acompanhar, porque eu venho sentindo sintomas que eu nunca tive na vida antes de ter dengue”, conta a professora.
Têm maior risco de desenvolver dengue hemorrágica crianças, idosos, gestantes, portadores de doenças imunossupressoras (HIV/Aids, doenças autoimunes, neoplasias), além de pessoas com doenças crônicas, como diabetes e hipertensão e indivíduos previamente infectados com um sorotipo diferente do vírus da dengue.
O Ministério da Saúde pontua que, em 2024, o avanço histórico da doença no país fez 10 estados e o Distrito Federal decretarem situação de emergência.
Veja alguns dados sobre atendimentos por dengue na rede pública do país:
Em um levantamento realizado pelo Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SindHosp), de 3 a 13 de maio de 2024, 96% dos hospitais paulistas registraram aumento de internações de pacientes por dengue e síndrome respiratória aguda grave (SRAG).
Segundo o informe da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil lidera o número de diagnósticos e mortes por dengue em 2024, com 82% dos casos registrados no mundo, sendo 6,3 milhões de casos prováveis e 3 milhões confirmados em laboratório.
Com uma vistoria de 10 minutos semanais em casa, os moradores podem acabar com os possíveis criadouros do mosquito transmissor da dengue, o Aedes aegypti, segundo o Ministério da Saúde. Confira alguns cuidados:
Para mais informações sobre a dengue e formas de prevenção, acesse: www.gov.br/mosquito.
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Baixar áudioA 18ª edição do Ranking do Saneamento, realizado pelo Instituto Trata Brasil, em parceria com a GO Associados, mostra que 28 municípios brasileiros atingiram a universalização no abastecimento de água. Desse total, 11 municípios têm cobertura de 100%, com concentração no estado de São Paulo. Já as outras 17 cidades apresentam índices iguais ou superiores a 99% de atendimento, localizadas nas regiões Sul, Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste.
O foco do levantamento são os 100 municípios mais populosos do Brasil e o estudo considera os indicadores mais atuais do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (SINISA), ano-base 2024, divulgados pelo Ministério das Cidades.
Confira a lista de municípios com 100% de universalização no abastecimento de água:
A lista de melhores municípios no indicador de atendimento total de água também considera as cidades que atingiram percentuais iguais ou superiores a 99% de atendimento. Veja alguns municípios:
Pelo estudo, o indicador médio de atendimento de água entre os 100 maiores municípios foi de 93,55%. O percentual representa uma queda em comparação aos 93,91% registrados em 2023.
Conforme o estudo, apesar da queda, a maioria dos municípios, sendo 87 dos 100, tem atendimento total de água maior que 80%. A publicação avalia que os dados evidenciam que a maioria dos municípios considerados no Ranking está próxima da universalização do serviço de abastecimento de água.
Os dados do Ranking mostram que as regiões Norte e Nordeste ainda enfrentam desafios para que o abastecimento de água seja universalizado de forma plena e equilibrada entre os municípios do país.
A capital pernambucana, Recife, atingiu 78,93% em relação ao abastecimento de água. Já Porto Velho (RO), registrou apenas 30,74 % e ocupa a 100ª posição no ranking.
Confira os municípios com os piores percentuais de atendimento:
A publicação afirma que, como ainda há cidades com índices precários, o cenário evidencia desigualdades no acesso aos serviços. Na avaliação do estudo, os índices reforçam a necessidade de ampliar os investimentos na área, de melhoria na gestão e de priorização do saneamento na agenda pública.
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Baixar áudioA nova edição do Boletim InfoGripe, divulgada nesta quinta-feira (21) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta um aumento contínuo dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em todo país. Segundo o levantamento, o avanço das notificações entre crianças pequenas está associado principalmente ao vírus sincicial respiratório (VSR). Já nas demais faixas etárias, o crescimento dos casos tem sido impulsionado pela influenza A.
Segundo o InfoGripe, todas as unidades da federação — com exceção de Rondônia — apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco. Em 18 estados, o boletim também identificou tendência de crescimento de longo prazo: Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Pará, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Roraima, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins.
Entre as capitais, 16 registram atividade de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo. São elas: Aracaju (SE), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Palmas (NA), Porto Alegre (RS), Rio de Janeiro (RJ) e Salvador (BA).
A atualização mostra que os casos de SRAG associados ao VSR seguem em alta na maior parte dos estados do Nordeste e no centro-sul do país. Na Região Norte, o Pará apresenta tendência de crescimento das hospitalizações relacionadas ao vírus, alcançando uma incidência considerada extremamente alta.
Nos demais estados do Norte, assim como no Distrito Federal e em Goiás, os casos graves provocados pelo VSR permanecem estáveis ou em queda.
O boletim também revela que as internações por influenza A continuam crescendo no Paraná, Rio Grande do Sul e Tocantins. Nos demais estados, a tendência é de queda ou estabilização. Apesar disso, os níveis de hospitalização permanecem elevados em Alagoas, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraíba, São Paulo e Sergipe.
Já as ocorrências de SRAG associadas à Covid-19 seguem em baixa na maior parte do país, embora os dados indiquem retomada do crescimento no Ceará e no Maranhão.
A pesquisadora do InfoGripe, Tatiana Portella, destaca a importância da vacinação diante do aumento da circulação da influenza A e do VSR. “E mesmo com a baixa circulação da Covid-19, também é importante que a população de risco esteja em dia com as doses de reforço da vacina contra o vírus, já que ele ainda é uma causa importante de óbitos por SRAG entre os idosos”, complementa.
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:
Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 16 de maio, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 19. Confira outros detalhes no link.
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Baixar áudioDe 19 a 22 de maio, comunidades ribeirinhas e trabalhadores da indústria associados da Colônia de Pescadores Z-13 em Barcarena, no nordeste do Pará, recebem atendimentos da atenção primária na Embarcação Saúde Conectada SESI – Copaíba.
A unidade fluvial faz parte de um projeto desenvolvido pelo Serviço Social da Indústria (SESI), em parceria com o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional do SESI (CN-SESI) e a Federação das Indústrias do Estado do Pará (FIEPA). A iniciativa busca ampliar o acesso aos serviços de saúde para trabalhadores que ainda enfrentam longos deslocamentos pelos rios para conseguir atendimento básico.
Os atendimentos são realizados no Porto do Complexo Comercial de Barcarena, em parceria com a Hidrovias do Brasil. O foco inicial é o acompanhamento e o controle da hipertensão e do diabetes. Para isso, a operação inclui coleta de dados clínicos, aferição da pressão arterial e realização de testes rápidos para identificação de infecções, doenças virais e monitoramento de enfermidades crônicas.
A equipe embarcada é composta por um piloto, um marinheiro, uma enfermeira e duas técnicas de enfermagem. Durante a operação, o SESI vai atuar em alinhamento com a rede municipal de saúde para garantir encaminhamentos complementares aos pacientes atendidos.
Lançada durante a COP30, a Embarcação Saúde Conectada SESI – Copaíba foi projetada para percorrer longas distâncias pela Região Norte com uma estrutura energética limpa e eficiente.
O nome Copaíba faz referência à árvore típica da Amazônia conhecida por suas propriedades medicinais e pela relação histórica com o cuidado e a saúde.
O projeto foi desenvolvido em parceria com a Universidade Federal do Pará (UFPA), que participou da criação de uma embarcação preparada para os desafios característicos dos rios amazônicos. A variação constante do nível das águas, a formação de bancos de areia, a presença de troncos submersos e as longas distâncias percorridas exigiram uma solução capaz de operar com segurança, estabilidade e eficiência em diferentes cenários da navegação fluvial.
O resultado foi um catamarã fluvial — embarcação de dois cascos paralelos e de baixa profundidade submersa, adequada para rios e lagos. Construído em alumínio naval, o Copaíba possui 15 metros de comprimento, seis metros de largura, propulsão 100% elétrica e sistema híbrido de geração de energia.
A estrutura conta ainda com consultório climatizado, estação de telessaúde e conectividade via satélite, permitindo integração com plataformas do Sistema Único de Saúde (SUS) e a realização de teleconsultas em localidades afastadas.
O superintendente de saúde do SESI, Emmanuel Lacerda, afirma que os primeiros dias de operações do barco Copaíba foram um sucesso.
“É um projeto que inauguramos na COP30, que representa uma ação concreta de sustentabilidade e impacto social; uma embarcação que mitiga riscos e emissões de carbono, por ser totalmente elétrica. Mas o mais importante é sua finalidade social de entregar saúde e atenção básica — com custo operacional baixo, compatível com o que há de mais moderno tecnologicamente — para trabalhadores que operam em áreas remotas, ribeirinhas e comunidades.”
Após a etapa na Colônia de Pescadores Z-13, a embarcação seguirá para atendimentos na empresa New Fortress Energy, também em Barcarena, dando continuidade às ações voltadas a trabalhadores da indústria e comunidades da região.
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Baixar áudioNesta sexta-feira (15), profissionais do setor industrial de todo o país tiveram a oportunidade de se protegerem contra várias doenças durante o Dia D de Vacinação do Trabalhador da Indústria. A ação foi promovida pelo Serviço Social da Indústria (SESI), em parceria com o Conselho Nacional do SESI (CN-SESI) e o Ministério da Saúde em 25 estados e no Distrito Federal, com foco na prevenção de doenças no ambiente de trabalho.
Durante a ação, foram ofertados imunizantes contra Influenza (gripe), difteria e tétano (dT Adulto), Hepatite B, Febre Amarela e a Tríplice Viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola.
A expectativa da campanha neste ano é ultrapassar a marca de 21 mil doses aplicadas em trabalhadores da indústria em todo o Brasil. Em 2025, a iniciativa registrou 19.735 doses administradas, distribuídas da seguinte forma:
Para o diretor-superintendente do SESI, Paulo Mol, o programa de imunização dos trabalhadores da indústria é uma das iniciativas mais importantes da instituição.
“O trabalhador imunizado é um trabalhador que previne doenças, que vai se ausentar menos do trabalho e vai conseguir de fato estar mais produtivo e mais saudável”, destaca.
A vacinação foi realizada em indústrias, unidades do SESI, unidades móveis e pontos estratégicos definidos pelos Departamentos Regionais participantes da campanha.
O presidente do CN-SESI, Fausto Junior, ressalta que levar a imunização para dentro das indústrias facilita o acesso dos trabalhadores às vacinas, amplia a adesão à campanha e reforça o compromisso do SESI com a promoção de ambientes de trabalho mais saudáveis e seguros.
O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, Éder Gatti, enfatiza que a vacinação segue como uma das principais estratégias de proteção coletiva e individual contra doenças.
“As vacinas são reconhecidas mundialmente como estratégias eficazes para preservar a saúde das pessoas e continuam sendo a principal forma de prevenir casos graves, hospitalizações e mortes por diversas doenças. Além disso, contribuem significativamente para reduzir a disseminação de agentes infecciosos na comunidade”, afirma.
Segundo Gatti, o Ministério da Saúde também tem ampliado os investimentos e as ações para facilitar o acesso da população à imunização em todo o país.
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Baixar áudioTodos os estados e o Distrito Federal apresentam alta incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). É o que revela a nova edição do Boletim InfoGripe, divulgada nesta quinta-feira (14) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Segundo o levantamento, o aumento dos casos ocorre principalmente entre crianças menores de dois anos e está associado, sobretudo, à circulação do vírus sincicial respiratório (VSR).
Nas demais faixas etárias, o número de ocorrências já apresenta sinais de estabilização. Em boa parte da Região Norte — incluindo Amazonas, Roraima, Rondônia e Tocantins — e em alguns estados do Centro-Oeste, como Goiás e Mato Grosso, há indícios de interrupção no crescimento ou até redução das notificações.
O estudo também aponta avanço das hospitalizações por influenza A em todos os estados da Região Sul e em alguns estados do Norte, como Roraima e Tocantins, além de estados do Sudeste, entre eles São Paulo e Espírito Santo.
A pesquisadora do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, Tatiana Portella, reforça que a vacinação continua sendo a principal forma de prevenir casos graves e mortes causadas pelo VSR e pela influenza A.
“A vacina contra o VSR é aplicada em gestantes a partir da 28ª semana e protege os bebês principalmente durante os seis primeiros meses de vida. Também existem anticorpos monoclonais contra o VSR disponíveis de graça no SUS, que podem ser aplicados em crianças prematuras ou menores de dois anos com comorbidades. Já a vacina anual contra a influenza é destinada aos grupos prioritários, como idosos, gestantes, pessoas com comorbidades e crianças de até 6 anos”, informa.
O rinovírus também tem contribuído para o aumento dos casos de SRAG em estados do Norte, como Amazonas e Amapá; do Sudeste, como Minas Gerais e Rio de Janeiro; e do Sul, incluindo Rio Grande do Sul e Santa Catarina.
Por outro lado, os casos de SRAG associados à Covid-19 seguem em queda na maior parte do país, com desaceleração do crescimento observada no Ceará e no Maranhão.
Segundo o InfoGripe, diversos estados ainda permanecem em níveis de alerta, risco ou alto risco para SRAG. A lista inclui Acre, Amapá, Amazonas, Bahia, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Paraíba, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins.
Entre as capitais, 15 registram atividade de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento na tendência de longo prazo. Estão nessa lista Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Florianópolis (SC), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP) e Teresina (PI).
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:
Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 9 de maio, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 18. Confira outros detalhes no link.
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Baixar áudioA nova edição do Boletim InfoGripe, divulgada na quinta-feira (7) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), revela que o aumento dos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) no país é causado pelo período sazonal de maior circulação do vírus da influenza A e do vírus sincicial respiratório (VSR).
Segundo o levantamento, o crescimento das notificações já era esperado para esta época do ano, com maior intensidade prevista para meados de maio. No entanto, como a circulação da influenza A começou mais cedo em 2026, especialmente no Norte e Nordeste do país, alguns estados dessas regiões já apresentam sinais de queda nos casos confirmados pela doença.
Por outro lado, toda a Região Sul, alguns estados do Norte — como Acre, Rondônia e Roraima — e do Sudeste — como São Paulo e Espírito Santo —, além de Alagoas, continuam registrando avanço nos casos de SRAG associados à influenza A.
O boletim também alerta para o aumento das ocorrências de SRAG provocadas pelo VSR, vírus que afeta principalmente crianças menores de 2 anos. O crescimento foi identificado em estados de todas as regiões do país, entre eles Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraíba, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.
Já Acre, Goiás, Roraima e Rondônia apresentam sinais de queda dos casos de VSR, enquanto em Alagoas, Amazonas, Mato Grosso, Sergipe e Tocantins, o cenário é de estabilidade ou oscilação.
Os casos de SRAG associados à Covid-19 apresentam tendência de alta apenas nos estados do Ceará e Maranhão.
Com exceção de Paraná e São Paulo, todas as unidades da federação apresentam incidência de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco. Em grande parte delas, há tendência de crescimento no longo prazo, como Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pará, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Santa Catarina.
Entre as capitais, 18 registram atividade de SRAG em níveis de alerta, risco ou alto risco, com sinal de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo. Estão nessa lista Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Rio Branco (AC), Rio de Janeiro (RJ), São Luís (MA), São Paulo (SP) e Teresina (PI).
Segundo o InfoGripe, na maioria dessas capitais, o aumento das internações por SRAG ocorre principalmente entre crianças menores de 2 anos. O destaque é para Maceió, Palmas e Campo Grande, onde também foi observado crescimento dos casos entre idosos.
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:
Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 2 de maio, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 17. Confira outros detalhes no link.
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Copiar o textoEstado prevê abertura de quase 2 mil leitos; hospitalizações por influenza disparam 533,3%
Baixar áudioO governo do Rio Grande do Sul decretou estado de emergência em saúde pública em todo o território gaúcho diante do aumento das internações provocadas pela Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). A publicação do normativo é essencial para que o estado possa solicitar apoio financeiro ao Ministério da Saúde para habilitação dos leitos de unidade de terapia intensiva (UTI) adulto e pediátrica.
Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES), serão habilitados 604 leitos estaduais e 1.277 leitos federais nos próximos meses. Durante a vigência da emergência, os hospitais que atendem pelo SUS deverão priorizar medidas administrativas para ampliar a oferta de leitos clínicos com suporte ventilatório e de UTI destinados a pacientes com SRAG.
Os leitos financiados com recurso estadual irão receber uma diária de R$ 2,3 mil. Já os habilitados pelo governo federal contarão com um complemento estadual de R$ 300, somado aos R$ 2 mil repassados pela União.
De acordo com o Decreto 58.754/2026, o estado de emergência tem validade de 120 dias, podendo ser prorrogado conforme a evolução dos indicadores epidemiológicos.
A SES ficará responsável por coordenar as ações de enfrentamento, definindo diretrizes e priorizando o atendimento pediátrico. Os municípios poderão adotar medidas complementares conforme suas realidades epidemiológicas.
A decisão se baseia na análise de indicadores epidemiológicos que apontam aumento expressivo na circulação de vírus respiratórios, pressionando os serviços de saúde, sobretudo na rede pediátrica, com risco de saturação do SUS.
Segundo o decreto, em um intervalo de três semanas, foram registrados:
Segundo o mais recente Boletim InfoGripe, divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), os casos de SRAG por vírus sincicial respiratório (VSR) — que afetam principalmente crianças de até 2 anos — continuam aumentando em vários estados, incluindo o Rio Grande do Sul.
Dados do Ministério da Saúde também indicam tendência de crescimento dos casos de SRAG no estado, com possibilidade de alcançar nível moderado de incidência nas próximas semanas.
A iniciativa integra o programa Inverno Gaúcho com Saúde, que busca preparar a rede estadual para o período de maior circulação de vírus respiratórios.
Como parte das ações, foram repassados R$ 7,5 milhões aos 497 municípios gaúchos para fortalecer a atenção primária. Entre as medidas previstas estão:
O investimento também inclui ações de prevenção contra o VSR, como a vacinação de gestantes e a imunização passiva com nirsevimabe, priorizando crianças prematuras ou com comorbidades.
Outra frente do programa é a implantação, a partir desta segunda-feira (4), do serviço de teleUTI pediátrica, que dará suporte a profissionais de saúde no manejo de casos graves e na avaliação da necessidade de transferências.
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Baixar áudioO Ministério da Saúde lançou uma campanha nacional de vacinação contra o sarampo, com o slogan “Vacinar é muito Brasil”. O intuito é evitar casos importados durante a Copa do Mundo da FIFA 2026. O foco são os brasileiros que pretendem viajar para assistir aos jogos nos Estados Unidos, México e Canadá, países que sediarão os jogos a partir de junho, e que registram surtos ativos da doença.
A iniciativa reforça a importância da imunização a qualquer momento, como principal medida de proteção individual e coletiva diante do cenário epidemiológico internacional. O foco da campanha do Ministério da Saúde é proteger todos os brasileiros que vão viajar e reduzir o risco de reintrodução do sarampo no país.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou a importância da imunização para evitar a importação de casos.
“Hoje, Estados Unidos, Canadá e México vivem uma explosão de casos de sarampo. No ano passado, 90% dos casos de sarampo de todo continente americano aconteceram nesses países. Nós recebemos no ano passado, aqui no Brasil, 38 casos importados de turistas ou brasileiros que foram para lá ou de pessoas desses países que vieram aqui para o Brasil e desenvolveram o sarampo aqui. Só não propagou o sarampo aqui no Brasil porque esse nosso time aqui, os agentes comunitários de saúde, os profissionais das equipes de saúde da família, pessoal da clínica de família, pessoal que trabalha na vigilância, descobriu o caso, foi lá e bloqueou, igual boa zaga”, disse.
A proposta da campanha é conscientizar a população sobre o risco internacional do sarampo, sobretudo quem vai viajar para os países-sede da Copa.
O lançamento ocorreu no dia 29 de abril na Fundação Gol de Letra, no Rio de Janeiro (RJ), e contou com a participação do tetracampeão mundial Raí, um dos fundadores da instituição.
A vacina contra o sarampo é ofertada gratuitamente pelo SUS para crianças, adolescentes e adultos, independentemente se a pessoa tem viagem marcada. Crianças de 6 a 11 meses devem receber a chamada “dose zero”.
A população de 12 meses a 29 anos precisa de duas doses, já os adultos de 30 a 59 anos devem receber uma dose.
A orientação da campanha é de que os viajantes verifiquem e atualizem a caderneta de vacinação antes do embarque, seguindo as recomendações do Calendário Nacional de Vacinação.
“A vacina é a forma mais eficaz de proteção e de evitar a reintrodução do vírus no país. Os torcedores que ficam no país também devem verificar sua proteção. A proposta é convidar a todos para ajudar o Brasil a manter um título também importante: o de país livre do sarampo”, reforçou o Ministério da Saúde, em nota.
No final de abril, a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) confirmou o segundo caso importado de sarampo no município de São Paulo. O paciente é um homem de 42 anos com histórico de vacinação e residente na Guatemala. Em 2024, dois casos importados da doença foram registrados no território paulista.
Juntos, Estados Unidos, Canadá e México concentram 67% dos casos de sarampo registrados nas Américas nos últimos anos, conforme nota do Ministério da Saúde.
Em 2025, os EUA registraram 2.144 casos e a transmissão continua ativa com mais 1.792 neste ano. O Canadá enfrentou aumento nos casos, com 5.062 registros em 2025, o que levou o país a perder o status de livre da doença. Este ano, já são 907 casos.
O cenário é semelhante no México, com apenas 7 casos em 2024, o país saltou para 6.152 registros em 2025 e já soma 10.002 casos em 2026.
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Baixar áudioA maior parte do Brasil apresenta incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em nível de alerta, risco ou alto risco. É o que revela a nova edição do Boletim InfoGripe, divulgado na quarta-feira (29) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
Somente Rio de Janeiro, São Paulo e Rio Grande do Sul estão fora desse cenário epidemiológico. De acordo com a Fiocruz, o quadro reflete a sazonalidade do vírus sincicial respiratório (VSR) e da influenza A no país.
Outro ponto de atenção é o aumento contínuo dos casos de SRAG associados ao VSR em todas as unidades da federação. A doença atinge principalmente crianças de até dois anos de idade.
Segundo o levantamento, o avanço das notificações foi observado no Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Pará, Pernambuco, Paraná, Paraíba, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe e São Paulo.
Por outro lado, Goiás, Maranhão e Tocantins já apresentam indícios de estabilidade, enquanto Amazonas, Mato Grosso, Rondônia e Roraima indicam sinais de queda.
O boletim também aponta crescimento dos casos de SRAG associados à influenza A em boa parte do Centro-Sul — Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e São Paulo —, em alguns estados do Norte — Acre, Rondônia e Roraima —, além de Alagoas e Paraíba, no Nordeste.
No entanto, há uma tendência de queda em diversos estados do Norte — Amazonas, Amapá, Pará e Tocantins —, do Nordeste — Bahia, Ceará, Maranhão, Piauí e Rio Grande do Norte —, além de Mato Grosso. Goiás e Sergipe já sinalizam interrupção do crescimento dos casos de gripe.
A pesquisadora do Boletim InfoGripe e do Programa de Computação Científica da Fiocruz, Tatiana Portella, afirma que a vacinação é a principal forma de prevenir casos graves de VSR e influenza.
“É essencial que a população que faz parte dos grupos prioritários — como crianças, idosos e pessoas com comorbidade — tomem a dose atualizada da vacina da gripe durante o período da campanha, para ficarem protegidas no momento de maior circulação desses vírus”, reforça.
Portella também orienta que a vacina contra o VSR pode ser aplicada em qualquer época do ano e é indicada para gestantes a partir da 28ª semana de gravidez, garantindo a proteção dos bebês nos primeiros meses de vida.
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:
Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 25 de abril, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 16. Confira outros detalhes no link.
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Baixar áudioEm 2026, o Banco da Amazônia ampliou sua atuação em iniciativas de incentivo ao esporte na Região Norte ao assumir o patrocínio máster da etapa Outono do Circuito das Estações. Realizado no último domingo (26), em Manaus (AM), o evento reuniu empregados da instituição, familiares e representantes da comunidade local em uma programação voltada à promoção da saúde e da qualidade de vida.
Ao todo, mais de 70 participantes foram mobilizados. A ação integra a política interna do banco de incentivo à adoção de hábitos saudáveis e de valorização do bem-estar no ambiente de trabalho. Além disso, a iniciativa busca fortalecer vínculos sociais e ampliar o alcance das ações institucionais para além do setor financeiro.
O gerente regional do Banco da Amazônia, Edson Souza, destacou que a participação da instituição no Circuito das Estações reforça, na prática, o compromisso do banco com a promoção do bem-estar, da inclusão e do fortalecimento dos laços com a comunidade.
“É motivo de grande satisfação acompanhar o Banco, por meio de sua equipe de Qualidade de Vida, promovendo e patrocinando corridas na Região Amazônica. A iniciativa demonstra, de forma concreta, o compromisso institucional com a promoção da saúde, do bem estar e da qualidade de vida, não apenas de seus colaboradores, mas também de toda a sociedade amazônida”, disse.
Para o Banco da Amazônia, apoiar corridas de rua significa estimular qualidade de vida, integração social, bem estar coletivo e pertencimento – valores ligados à atuação da instituição, que tem como missão impulsionar o desenvolvimento sustentável da região.
A presença do Banco da Amazônia como apoiador do Circuito das Estações integra uma estratégia mais ampla de atuação regional. Após apoiar etapas em Belém (PA) em 2025, a instituição expandiu o patrocínio para Manaus (AM) e Palmas (TO). Ao longo de 2026, estão previstas 12 etapas nos três estados.
O Circuito das Estações celebra 20 anos em 2026 e é organizado em quatro etapas ao longo do ano: outono, inverno, primavera e verão. Ao final de cada etapa, os participantes recebem medalhas que formam uma mandala – símbolo de integração e continuidade, conforme o Banco.
Para Edson Souza, a presença do Banco no circuito fortalece a associação da instituição a valores essenciais para a Amazônia. “Como patrocinador máster do Circuito Corridas das Estações, realizado nos estados do Pará, Amazonas e Tocantins, o Banco fortalece sua marca ao associá-la a valores como sustentabilidade, inclusão e desenvolvimento humano. Mais do que apoiar eventos esportivos, o Banco reafirma sua visão de que uma sociedade fisicamente ativa e com qualidade de vida é também uma sociedade mais próspera e preparada para o futuro”, ressaltou.
Para o Banco da Amazônia, o investimento em esporte integra uma visão ampliada de desenvolvimento regional – que considera não apenas indicadores econômicos, mas também aspectos sociais, como inclusão, saúde e qualidade de vida.
A instituição reforça que o fortalecimento dessas dimensões é parte essencial da construção de uma região mais sustentável e preparada para o futuro.
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