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Baixar áudioA mais recente atualização do Monitor de Secas, referente à comparação entre os meses de novembro e dezembro, revela um cenário de contrastes no Brasil. No período, nove estados apresentaram abrandamento da severidade da seca: Acre, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Paraná, Piauí, Rondônia, São Paulo e Tocantins.
Em sentido oposto, 12 unidades da Federação registraram intensificação do fenômeno, com avanço da seca: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Sergipe. Já em cinco estados, a condição permaneceu estável: Amapá, Distrito Federal, Pará, Roraima e Santa Catarina. No Rio Grande do Sul, a seca deixou de ser registrada em dezembro, fazendo com que o estado não apresentasse nenhuma área afetada.
Ao analisar as cinco regiões geopolíticas, o Sul apresentou o quadro mais brando no mês de dezembro. O Nordeste, apesar de manter a situação mais crítica do país, mostrou sinais de melhora. A região ainda concentrou seca extrema em 21% do território, o pior nível desde março de 2019, mas houve redução significativa da seca grave, que caiu de 43% para 25%.
Por outro lado, o Sudeste e o Centro-Oeste registraram intensificação da seca, marcada pelo avanço das áreas classificadas como seca grave. Nas regiões Norte e Sul, houve um abrandamento do fenômeno, com leve redução das áreas com seca moderada.
Em relação à extensão territorial afetada, houve diminuição da área com seca no Norte, Centro-Oeste e Sul, enquanto Nordeste e Sudeste apresentaram aumento. O Sudeste foi a única região do país com 100% do território sob influência da seca em dezembro.
Na comparação entre novembro e dezembro, 11 estados tiveram aumento da área com seca: Alagoas, Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina e Sergipe. Já a redução da área afetada foi observada em sete estados: Acre, Amapá, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará e Rondônia. Em outras oito unidades da Federação, a área permaneceu estável: Ceará, Distrito Federal, Goiás, Minas Gerais, Piauí, Rio de Janeiro, São Paulo e Tocantins.
Em dezembro, 14 estados registraram seca em 100% do território: Alagoas, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, São Paulo e Tocantins. Nos demais estados com ocorrência do fenômeno, os percentuais variaram entre 5% e 95%.
Considerando a área total afetada, Mato Grosso liderou a extensão sob seca, seguido por Amazonas, Minas Gerais, Bahia e Goiás. No total, a área atingida pelo fenômeno manteve-se em torno de 5,3 milhões de quilômetros quadrados, o equivalente a 63% do território nacional.
Situação por UF
| UF | Área | Severidade da seca |
|---|---|---|
| Acre | Entre novembro e dezembro, a área com seca no Acre diminuiu de 88% para 5% do território. É o menor percentual observado desde o início da série histórica, em novembro de 2022. | No Acre, a seca se abrandou, já que a seca moderada deixou de ser registrada em dezembro. Trata-se da melhor condição observada desde o início do monitoramento no estado. |
| Alagoas | Entre novembro e dezembro, a área com seca em Alagoas aumentou de 40% para 100% do território. É a maior área desde abril de 2025. | O fenômeno se intensificou em dezembro, com registro de seca grave em 15% do estado. É a pior condição desde maio de 2025. |
| Amapá | Entre novembro e dezembro, a área com seca no Amapá diminuiu de 62% para 55% do estado. | A severidade manteve-se estável, com registro apenas de seca fraca. |
| Amazonas | Entre novembro e dezembro, a área com seca no Amazonas passou de 39% para 38% do território, a menor desde maio de 2023. | Houve redução da seca moderada, de 9% para 7% do território. |
| Bahia | Entre novembro e dezembro, a área com seca aumentou de 91% para 95% do território, o maior percentual desde setembro de 2025. | O fenômeno se intensificou levemente, com avanço da seca extrema de 28% para 29%. |
| Ceará | A área com seca manteve-se em 100% do território. | Houve avanço da seca grave de 26% para 42%, a pior condição desde dezembro de 2018. |
| Distrito Federal | A área com seca permaneceu em 100% do território pelo 20º mês consecutivo. | A severidade segue estável, com 100% do território em seca moderada. |
| Espírito Santo | A área com seca aumentou de 84% para 100% do território, a maior desde março de 2025. | Houve aumento da seca moderada, de 24% para 72%. |
| Goiás | A área com seca manteve-se em 100% do território, o maior percentual desde fevereiro de 2025. | A seca grave avançou de 7% para 35%, a pior condição desde outubro de 2024. |
| Maranhão | A área com seca aumentou de 92% para 100% do território. | Houve redução significativa da seca grave, configurando a melhor condição desde agosto de 2024. |
| Mato Grosso | A área com seca diminuiu de 93% para 86% do território. | Houve leve melhora, com recuo da seca moderada de 8% para 7%. |
| Mato Grosso do Sul | A área com seca diminuiu de 91% para 66% do território. | A seca grave voltou a ser registrada em 2% do território. |
| Minas Gerais | A área com seca permaneceu em 100% do território. | A seca grave avançou de 45% para 53%, a pior condição desde setembro de 2024. |
| Pará | A área com seca diminuiu de 31% para 19% do estado. | A severidade manteve-se estável, com apenas 1% do território em seca moderada. |
| Paraíba | A área com seca aumentou de 87% para 100% do território. | A seca extrema avançou de 38% para 67%, a pior condição desde fevereiro de 2018. |
| Paraná | A área com seca aumentou de 45% para 47% do estado. | Houve leve redução da seca grave, de 3% para 2%. |
| Pernambuco | A área com seca aumentou de 88% para 100% do território. | A seca extrema avançou de 26% para 42%, a pior condição desde março de 2019. |
| Piauí | A área com seca manteve-se em 100% do território pelo 9º mês consecutivo. | Houve redução da seca extrema de 43% para 21%. |
| Rio de Janeiro | A área com seca permaneceu em 100% do território. | A seca moderada avançou de 22% para 60%, com registro de seca grave. |
| Rio Grande do Norte | A área com seca aumentou de 94% para 100% do território. | A seca extrema avançou de 19% para 47%, a pior condição desde 2018. |
| Rio Grande do Sul | A área com seca diminuiu de 34% para 0%, deixando o estado livre do fenômeno. | O estado ficou 100% sem registro de seca em dezembro. |
| Rondônia | A área com seca diminuiu de 60% para 56% do território. | Houve redução da seca moderada de 18% para 6%. |
| Roraima | A área com seca aumentou de 27% para 59% do território. | A severidade manteve-se estável, com 4% do território em seca moderada. |
| Santa Catarina | A área com seca aumentou levemente de 29% para 30%. | A intensidade manteve-se estável, com registro apenas de seca fraca. |
| São Paulo | A área com seca permaneceu em 100% do território pelo quinto mês consecutivo. | Houve leve atenuação, com redução da seca moderada de 55% para 45%. |
| Sergipe | A área com seca aumentou de 45% para 90% do território. | A seca moderada avançou de 14% para 42%. |
| Tocantins | A área com seca manteve-se em 100% do território pelo quinto mês consecutivo. | Houve redução da seca grave de 45% para 37%. |
O Monitor de Secas acompanha continuamente a intensidade do fenômeno no Brasil com base em indicadores climáticos e nos impactos observados em curto e longo prazos. A ferramenta auxilia o planejamento e a execução de políticas públicas de enfrentamento da seca e pode ser acessada pelo site monitordesecas.ana.gov.br e pelo aplicativo Monitor de Secas, disponível gratuitamente para Android e iOS.
Copiar o textoNo Rio Grande do Sul, o tempo permanece estável em todo o estado, com poucas nuvens ao longo do dia
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O domingo (1) será de condições distintas na Região Sul do país.
No Rio Grande do Sul, o tempo permanece estável em todo o estado, com poucas nuvens ao longo do dia.
Em Santa Catarina, a instabilidade ganha força, com muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas. As precipitações atingem áreas do litoral e do norte catarinense, com destaque para São Francisco do Sul, Joinville e Corupá.
No Paraná, a chuva ocorre com maior intensidade no oeste do estado, em municípios como Francisco Alves e Maripá. Já no litoral paranaense, há possibilidade de queda de granizo, afetando Paranaguá e Guaraqueçaba.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 17°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 31°C, em Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
Copiar o textoEm Mato Grosso, a instabilidade atua em todo o estado
Baixar áudioO domingo (1) será de tempo instável em toda a Região Centro-Oeste, com previsão de chuva ao longo do dia e risco de granizo em algumas áreas.
Em Mato Grosso, a instabilidade atua em todo o estado. Há possibilidade de queda de granizo em municípios do sudeste mato-grossense, como Araguainha e Alto Araguaia, onde podem ocorrer pancadas de chuva mais intensas.
Em Mato Grosso do Sul, o risco de granizo atinge áreas do norte do estado, com destaque para Figueirão e Paraíso das Águas. Já em Corumbá, no oeste sul-mato-grossense, a previsão é de muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas.
Em Goiás, há expectativa de queda de granizo no sudoeste goiano, principalmente em Santa Helena de Goiás, Jataí e Cachoeira Alta.
No Distrito Federal, o dia será instável, com pancadas de chuva e trovoadas ao longo do domingo.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 20°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 34°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
]As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O domingo (1) será marcado por tempo instável nos quatro estados da Região Sudeste, com previsão de chuva ao longo do dia e risco de granizo em algumas áreas.
Em São Paulo, a instabilidade persiste durante todo o dia. Há possibilidade de queda de granizo em municípios do interior paulista, como Planalto, Glicério e José Bonifácio, onde podem ocorrer pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas.
Em Minas Gerais, o cenário será semelhante, com muitas nuvens, chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia. O risco de granizo se concentra no Triângulo Mineiro, especialmente em Uberlândia e Prata.
No Espírito Santo, a previsão indica possibilidade de queda de granizo em áreas do norte e noroeste capixaba, atingindo municípios como São Mateus, Vila Pavão e Pancas.
Já no Rio de Janeiro, o dia será de muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do domingo.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 34°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O domingo (1) será de tempo instável em grande parte da Região Norte, com pancadas de chuva e trovoadas ao longo do dia.
No Acre, em Rondônia e no Amapá, a previsão indica muitas nuvens, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas distribuídas ao longo do domingo.
No Amazonas, a chuva ocorre com mais intensidade em áreas do sul e centro-sul do estado, atingindo Manaus, além de municípios como Borba, Novo Aripuanã e Manicoré.
Em Roraima, não há expectativa de chuva significativa, mas o céu permanece encoberto, com predomínio de muitas nuvens em todo o estado.
No Pará, as precipitações mais intensas se concentram no sudeste paraense, alcançando Novo Repartimento, São Félix do Xingu e Altamira.
Já no Tocantins, há previsão de chuvas intensas com trovoadas no sudeste e sul do estado, especialmente em Dianópolis, São Valério e Formoso do Araguaia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco e Belém. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO domingo (1) será de tempo variado na Região Nordeste, com chuva concentrada em áreas específicas e tempo firme na maior parte da região.
No Maranhão, há possibilidade de chuva isolada em municípios do norte e da Baixada Maranhense, como Nova Olinda do Maranhão, São João do Carú e Viana.
No Piauí, o dia será de muitas nuvens em todo o estado, mas sem previsão de chuva.
Na Bahia, a instabilidade ganha força no oeste baiano, com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em São Desidério, Santa Maria da Vitória e Correntina.
Já no Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas e Sergipe, a expectativa é de tempo estável, com poucas nuvens e sem previsão de chuva ao longo do dia.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 24°C em São Luís e em João Pessoa. Já a máxima pode chegar a 34°C, em Teresina. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de tempestade para a região Sul do país neste sábado (31).
No Rio Grande do Sul, há possibilidade de queda de granizo em municípios da Campanha Gaúcha e Sul do estado, como Caçapava do Sul, Pinheiro Machado e Bagé, onde a instabilidade pode provocar pancadas de chuva mais intensas ao longo do dia.
Em Santa Catarina e no Paraná, o tempo segue instável durante todo o sábado, com muitas pancadas de chuva. O destaque fica para as regiões litorâneas dos dois estados, que podem registrar chuva forte em alguns momentos, acompanhada de possível queda de granizo.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 16°C, em Curitiba. Já a máxima deve atingir até 29°C, em Florianópolis. A umidade relativa do ar varia entre 55% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para a região Centro-Oeste neste sábado (31).
Em Mato Grosso, a expectativa é de muitas nuvens com pancadas de chuva e trovoadas isoladas em áreas do noroeste e nordeste do estado. Municípios como Colniza e Rondolândia, no noroeste mato-grossense, devem registrar chuva ao longo do dia. Já em Gaúcha do Norte e Canarana, localizados no nordeste do estado, há possibilidade de pancadas mais intensas com queda de granizo.
Em Mato Grosso do Sul, o tempo permanece mais estável em áreas do sul e sudeste do estado, com poucas nuvens em Mambaí e Vicentina. Por outro lado, no norte sul-mato-grossense, municípios como Rio Verde de Mato Grosso e Figueirão podem registrar pancadas de chuva acompanhadas de granizo.
Em Goiás e no Distrito Federal, a previsão indica instabilidade principalmente no período da tarde, com risco de queda de granizo em diferentes áreas.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 20°C, em Brasília. Já a máxima deve chegar a 32°C, em Cuiabá. A umidade relativa do ar varia entre 50% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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Baixar áudioO Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta de chuvas intensas para os quatro estados da Região Sudeste neste sábado (31).
Em São Paulo, a previsão é de tempo instável ao longo de todo o dia, com pancadas de chuva e risco de granizo em áreas do interior paulista. Os municípios de Fernando Prestes, Dois Córregos e Morro Agudo, localizados no interior do estado, podem registrar precipitações mais intensas acompanhadas de granizo.
Em Minas Gerais, a expectativa é de muitas nuvens com possibilidade de chuva isolada no Norte do estado, especialmente em Salinas e Santa Cruz de Salinas. Já no Triângulo Mineiro e Alto Paranaíba, municípios como Presidente Olegário e Perdizes também podem ter pancadas de chuva com queda de granizo.
No Rio de Janeiro e no Espírito Santo, a previsão indica instabilidade ao longo do dia, com destaque para o período da tarde, quando há possibilidade de pancadas de chuva mais fortes e queda de granizo em diferentes áreas dos dois estados.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 18°C, em Belo Horizonte. Já a máxima pode chegar até 34°C, no Rio de Janeiro. A umidade relativa do ar varia entre 45% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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A expectativa é de chuvas intensas em todos os estados da Região Norte neste sábado (31), com instabilidade persistente ao longo do dia.
No Acre e no Amapá, o tempo segue instável, com muitas nuvens e pancadas de chuva distribuídas ao longo do dia nos dois estados.
No Amazonas, as chuvas mais intensas se concentram no sudoeste do estado, especialmente nos municípios de Fonte Boa, Alvarães e Juruá, onde podem ocorrer pancadas fortes em alguns momentos.
Em Rondônia, há previsão de muitas nuvens com trovoadas isoladas em áreas do centro-leste do estado, como Nova União e Alvorada do Oeste.
Em Roraima, a chuva alcança municípios do centro-norte do estado, com destaque para Alto Alegre e Mucajaí.
No Pará, as precipitações mais intensas são esperadas no sudoeste paraense, atingindo Itaituba e Trairão.
Já no Tocantins, há possibilidade de queda de granizo em áreas do sul do estado, especialmente em Formoso do Araguaia e São Salvador do Tocantins.
Entre as capitais, a temperatura mínima prevista é de 23°C, em Rio Branco e Porto Velho. Já a máxima pode chegar a 35°C, em Boa Vista. A umidade relativa do ar varia entre 40% e 100%.
Precipitação originada de nuvens convectivas, sobretudo cumulonimbus, que atinge o solo em forma de esferas ou fragmentos irregulares de gelo. Quando o diâmetro das partículas é ≥ 5 mm, classificam-se como granizo; partículas menores são classificadas como granizo miúdo e/ou neve granulada (graupel). Em boletins METAR, utiliza-se ‘GR’ para granizo e ‘GS’ para granizo miúdo/neve granulada. Unidades isoladas são chamadas de ‘pedras de granizo’.
As observações meteorológicas do INMET são essenciais para previsões em tempo real, estatísticas climáticas e cooperação internacional. Esses dados precisos ajudam a estudar o clima passado e a produzir Normais Climatológicas conforme a Organização Meteorológica Mundial (OMM).
As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).
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