VoltarSaiba o que realmente causa e como resolver?
Baixar áudioVocê tem mau hálito e não sabe por quê? Em 90% dos casos, a origem está na boca e pode ser resolvida com higiene adequada.
“A causa número 1 é a má escovação. Mas, também podem contribuir a saburra lingual (aquela camada branca na língua), gengivite, cáries ou próteses mal ajustadas,” explica o otorrinolaringologista Dr. Ali Mahmoud. Só 10% dos casos vêm de doenças como diabetes, refluxo ou problemas renais.
A dica é: escove bem os dentes, use fio dental e limpe a língua com escova ou raspador. Se o problema persistir, procure um dentista ou médico.
Veja o vídeo com a explicação do especialista clicando aqui.
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Copiar o textoFiocruz recomenda vacinação nessas regiões, enquanto o cenário nacional é de estabilidade
Baixar áudioOs estados do Acre e do Amazonas seguem com aumento nos casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), impulsionado principalmente pela circulação do vírus influenza A. O crescimento da doença tem refletido em maior número de hospitalizações em todas as faixas etárias, desde crianças pequenas até jovens, adultos e idosos. As informações constam na edição mais recente do Boletim InfoGripe, divulgada nesta sexta-feira (23) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).
A pesquisadora do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, Tatiana Portella, orienta que a população do Amazonas e do Acre redobre os cuidados, adotando medidas de proteção, como o uso de máscaras em unidades de saúde e em ambientes fechados com grande circulação de pessoas.
“É fundamental que as pessoas do grupo prioritário — a exemplo das crianças, idosos, indígenas e pessoas que apresentam comorbidade — tomem a vacina o quanto antes, que já começou na Região Norte”, recomenda Portella.
Em contrapartida, em nível nacional, o boletim aponta tendência de estabilidade ou leve queda nos casos de SRAG em todas as faixas etárias, resultado da baixa circulação da maioria dos vírus respiratórios.
De forma geral, a incidência da SRAG é mais elevada entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente na população idosa. Considerando os casos causados por Sars-CoV-2 (Covid-19) e influenza A, a maior incidência ocorre entre crianças e idosos, sendo os mais velhos os mais impactados em termos de óbitos.
Entre os estados, Ceará, Pernambuco e Sergipe já apresentam sinais de interrupção do crescimento ou início de queda nas hospitalizações por influenza A. Na Paraíba, observa-se um leve aumento das internações por vírus sincicial respiratório (VSR), ainda sem repercussão no número de casos de SRAG em crianças pequenas.
Nas capitais, apenas Manaus (AM), Cuiabá (MT) e São Luís (MA) registram níveis de incidência de SRAG classificados como alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento no longo prazo.
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:
Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 17 de janeiro, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 2. Confira outros detalhes no link.
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Baixar áudioA prescrição de medicamentos por enfermeiros, já prevista na legislação brasileira desde 1986, foi reforçada e detalhada com a Resolução nº 801/2026 do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen). A norma não amplia o rol de prescrições, mas estabelece critérios técnicos, éticos e legais, além de padronizar modelos de receituário e exigir a identificação dos protocolos que fundamentam a prescrição. A mudança têm respaldo do Ministério da Saúde (MS) e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A resolução determina que a prática ocorra no âmbito da consulta de enfermagem, com base em protocolos institucionais ou programas de saúde pública, como os da Atenção Primária do SUS. O objetivo é garantir maior segurança ao profissional e ao paciente, ampliar a resolutividade do atendimento e assegurar rastreabilidade das prescrições, inclusive com a possibilidade de receitas eletrônicas.
A norma também consolida a atuação do enfermeiro como profissional estratégico na gestão do cuidado, especialmente na atenção básica. Além disso, a atualização do Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC) pela Anvisa permite o registro de prescrições feitas por enfermeiros em farmácias públicas e privadas, superando uma limitação histórica do setor.
Classes de medicamentos: antibióticos, anticoncepcionais, antirretrovirais, insulinas, anti-hipertensivos e analgésicos, sempre conforme protocolos oficiais.
Mais informações no site do Cofen.
Copiar o textoSaiba o que é, os sintomas e complicações
Baixar áudioVocê sabia que a caxumba pode causar complicações nos testículos, ovários e até meningite? Embora geralmente seja leve, a doença viral é altamente contagiosa e exige atenção.
“Ela causa inchaço no pescoço, dor ao mastigar, febre e mal-estar. Em homens, pode inflamar os testículos, e em gestantes, até provocar aborto,” explica a infectologista Dra. Juliana Framil. O tratamento é sintomático, com repouso e hidratação.
A melhor forma de prevenção é a vacina tríplice viral, disponível gratuitamente no SUS. Mantenha sua vacinação em dia.
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Copiar o textoSaiba os tipos e principais sintomas
Baixar áudioVocê já acordou com manchas vermelhas que coçam muito e somem em poucas horas? Pode ser urticária, que atinge 1 em cada 5 pessoas em algum momento da vida.
“Ela pode ser causada por alimentos, picadas de insetos, medicamentos ou até mudanças de temperatura,” explica a dermatologista Dra. Paula Sanches (CRM: 144.418/SP).
Os sinais são manchas avermelhadas e inchadas que coçam muito e mudam de lugar rapidamente. Mas, se houver inchaço nos lábios ou olhos (angioedema), procure atendimento urgente, pode haver risco de obstrução das vias aéreas. O tratamento envolve antialérgicos e evitar os gatilhos.
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Baixar áudioCom previsão total de R$ 6,54 trilhões, a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026 prevê R$ 3 bilhões a mais para a Justiça Eleitoral, em relação a 2025. Esse acréscimo foi dado devido às eleições gerais previstas para outubro deste ano, o que demandará um volume maior de recursos para essa área. Este ano, cerca de R$ 5 bilhões são reservados para o Fundo Eleitoral.
A norma também registrou aumento para áreas como Saúde e Educação. Na primeira, a elevação foi de R$ 19,5 bilhões, enquanto, na segunda, de R$ 35,9 bilhões, na comparação com o orçamento estabelecido para o ano passado.
De acordo com o texto, a área da Saúde contará com recursos totais de R$ 271,3 bilhões, enquanto a Educação terá R$ 233,7 bilhões.
Quanto às áreas de saneamento básico e meio ambiente, o especialista em orçamento público Cesar Lima avalia que há uma inconsistência estratégica. Segundo ele, são áreas relacionadas, e o texto prevê a valorização de uma delas, ao passo que a outra conta com redução de recursos.
“Enquanto o orçamento para a área de saneamento diminuiu quase R$ 0,5 bilhão, tivemos R$ 16 bilhões a mais na área ambiental. Então, temos uma ambiguidade por parte do governo que, de um lado, aumenta o orçamento para a gestão ambiental e, de outro, diminui o orçamento para o saneamento básico, muito importante, já que impacta diretamente também o meio ambiente”, destaca.
A LOA de 2026 foi sancionada no último dia 14 de janeiro pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU). O texto conta com meta de superávit primário de R$ 34,2 bilhões.
De maneira geral, a norma estabelece as despesas públicas e apresenta a estimativa de receitas ao longo de 2026. A proposta havia sido aprovada pelo Congresso Nacional no fim de 2024.
Pelos termos da LOA 2026, R$ 1,8 trilhão é destinado ao refinanciamento da dívida pública. Vale destacar que, quando descontada a despesa com a dívida pública, o Orçamento conta com R$ 4,7 trilhões. Desse valor, R$ 4,5 trilhões são destinados aos Orçamentos Fiscal e da Seguridade Social e R$ 197,9 bilhões ao Orçamento de Investimento.
Em relação a programas sociais, foram destinados R$ 158,63 bilhões para o Bolsa Família e R$ 11,47 bilhões para o programa de incentivo financeiro a estudantes do ensino médio, conhecido como Pé-de-Meia.
Além disso, R$ 4,7 bilhões estão previstos para o programa que garante acesso ao botijão de gás a famílias de baixa renda.
Ao alegar inconformidades legais, o presidente vetou dois dispositivos que somam quase R$ 400 milhões em emendas parlamentares. Segundo o governo, os trechos foram adicionados durante a tramitação da proposta no Congresso Nacional e não constavam na programação orçamentária enviada pelo Poder Executivo, conforme estabelece a Lei Complementar nº 210/24.
FPM: 2° decêndio de janeiro soma R$ 2,6 bi; valor será transferido ao municípios na terça-feira (20)
Serviços lideram como principal setor entre os municípios bilionários do Brasil
Esses vetos ainda serão analisados por deputados e senadores, que poderão mantê-los ou derrubá-los.
O texto aprovado também prevê cerca de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares. Desse montante, aproximadamente R$ 37,8 bilhões serão destinados a emendas impositivas (de pagamento obrigatório).
As emendas individuais somam R$ 26,6 bilhões, enquanto as emendas de bancada, destinadas às bancadas estaduais, totalizam R$ 11,2 bilhões. Já as emendas de comissão, que não têm execução obrigatória, chegam a R$ 12,1 bilhões.
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Baixar áudioO Ministério da Saúde oficializou o repasse de R$ 1,78 bilhão para o financiamento do Componente Básico da Assistência Farmacêutica Básica (CBAF) em 2026, por meio da Portaria GM/MS nº 9.887, de 29 de dezembro de 2025. Os recursos serão transferidos mensalmente do Fundo Nacional de Saúde para os fundos municipais e estaduais. O objetivo da medida é garantir a compra de remédios e insumos básicos na Atenção Primária à Saúde para a população local.
A pasta afirma que o montante representa um aumento de R$ 80 milhões em comparação ao ano anterior.
Pela Portaria, os critérios de repasse consideram dados populacionais estimados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de dezembro de 2024. Além disso, a classificação dos municípios segundo o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) também é considerada.
Os valores per capita variam entre R$ 8,20 e R$ 9,05. O ministério afirma que os critérios asseguram o princípio da equidade no SUS.
A Portaria detalha os valores totais mensais e anuais para cada município. Clique aqui e confira.
A Portaria também prevê uma cláusula de proteção financeira para os municípios que estabelece que, mesmo nos casos em que houve redução populacional segundo estimativas oficiais, o valor nominal do repasse realizado em 2025 será mantido em 2026.
A medida busca evitar que quedas demográficas reduzam o orçamento municipal para a compra de medicamentos. A ideia é garantir a continuidade do abastecimento nas farmácias dos serviços públicos de saúde.
A partir do exercício de 2026, o município de Boa Esperança do Norte (MT) - o mais novo do país - passa a ser oficialmente reconhecido e integrado ao CBAF. Com a inclusão, a população local terá acesso regular aos recursos federais para a compra de remédios. Pela tabela oficial, o município mato-grossense terá um repasse total anual de R$ 49.351,20, com repasse total mensal no valor de R$ 4.112,60.
Copiar o textoSarampo voltou? Como identificar e se proteger da doença
Você sabia que o sarampo é tão contagioso que uma única pessoa infectada pode transmitir o vírus para até 90% das pessoas não vacinadas ao redor?
“O sarampo pode causar complicações graves como pneumonia, perda auditiva e até a morte,” explica a infectologista Dra. Juliana Framil (CRM: 151.988/SP).
A vacinação é segura e eficaz, e foi responsável por eliminar a doença do Brasil no passado. Mas com a queda na cobertura vacinal, o vírus voltou a circular. A proteção começa aos 12 meses com a tríplice viral e segue com a tetraviral aos 15 meses. Quem não foi vacinado deve tomar duas doses com 30 dias de intervalo.
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Baixar áudioA edição mais recente do Boletim InfoGripe, divulgada nesta sexta-feira (16) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), aponta um crescimento acelerado dos casos graves de influenza A no Acre e no Amazonas. O avanço da doença tem impulsionado o aumento das hospitalizações por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), que já atingem níveis elevados para a região.
No Nordeste, estados como Ceará, Pernambuco e Sergipe também registram leve aumento de casos graves de influenza A, ainda sem reflexos significativos nas internações por SRAG. Em contrapartida, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul apresentam sinais de desaceleração nas hospitalizações associadas ao vírus.
Em nota, a pesquisadora do Programa de Computação Científica (Procc/Fiocruz) e integrante do Boletim InfoGripe, Tatiana Portella, destaca que a campanha de vacinação contra a influenza já começou na Região Norte. “Por isso, é fundamental que a população de risco da região, como idosos, crianças e pessoas com comorbidades, procure um posto de saúde o quanto antes para se proteger contra o vírus”, reforça.
Em âmbito nacional, o boletim indica manutenção da tendência de queda ou estabilidade dos casos de SRAG em todas as faixas etárias, reflexo da baixa circulação da maioria dos vírus respiratórios.
Mesmo a influenza A — responsável pelo aumento de casos de SRAG em crianças pequenas, adultos e idosos no Amazonas, e em crianças pequenas e idosos no Acre — apresenta baixa circulação na maioria dos demais estados.
De modo geral, a maior incidência de SRAG ocorre entre crianças pequenas, enquanto a mortalidade se concentra principalmente nos idosos. Considerando especificamente os casos de SRAG causados por Sars-CoV-2 (Covid-19) ou influenza A, a incidência é maior entre crianças e idosos, com impacto mais grave na mortalidade da população idosa.
O levantamento aponta ainda que três das 27 capitais apresentam níveis de incidência de SRAG classificados como alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento no longo prazo: Manaus (AM), Cuiabá (MT) e São Luís (MA).
Nas últimas quatro semanas epidemiológicas, a distribuição dos vírus entre os casos positivos de SRAG foi a seguinte:
Entre os óbitos, a presença dos mesmos agentes foi:
O levantamento do InfoGripe tem como base os dados inseridos no Sistema de Informação da Vigilância Epidemiológica da Gripe, atualizados até 10 de janeiro, e é referente à Semana Epidemiológica (SE) 1. Confira outros detalhes no link.
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Baixar áudioA Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo (SES-SP) confirmou o segundo caso de mpox, causado pela nova cepa do vírus (MPXV), denominada clado Ib, no estado.
De acordo com a nota divulgada pela pasta, trata-se de um caso importado. O paciente é um homem de 39 anos, residente em Portugal, que apresentou sintomas no fim de dezembro de 2025, enquanto estava na capital paulista. Ao procurar atendimento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas, ele foi internado, recebeu alta no dia seguinte e retornou ao exterior.
Ainda conforme a SES-SP, “até o momento não há registro de pessoas com sintomas entre os contatos identificados no local de hospedagem do paciente”.
Em março do ano passado, o estado já havia registrado o primeiro caso dessa mesma cepa em uma mulher de 29 anos, que teve contato com um familiar vindo da República Democrática do Congo, país onde o clado Ib é endêmico e responsável por um surto em 2025.
Em 2026, segundo dados atualizados do portal do Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde (NIES), São Paulo já soma 33 notificações de mpox, sem registro de óbitos associados.
A mpox, anteriormente conhecida como “varíola dos macacos”, é uma doença zoonótica viral (transmitida aos seres humanos a partir de animais) causada pelo Orthopoxvirus, da mesma família da varíola. O vírus possui dois grandes grupos genéticos:
Entre 2022 e 2023, o mundo enfrentou um surto global provocado pela cepa do clado IIb, que se espalhou para mais de 120 países e resultou em mais de 100 mil casos.
Até julho de 2025, data da última atualização, o Brasil registrou 14.118 casos de mpox, conforme dados do Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica e Vigilância Genômica do Ministério da Saúde (MS). A maior parte das notificações concentrou-se nesse período, o que colocou o país entre os mais impactados pela doença em nível mundial.
Segundo o MS, os sintomas da mpox incluem:
A transmissão ocorre principalmente por:
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