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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Política de privacidade

Nós do Brasil 61 coletamos e usamos alguns dados dos nossos leitores com o intuito de melhorar e adaptar nossas plataformas e nossos produtos. Para isso, agimos conforme a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) e nos esforçamos para sermos transparentes em todas nossas atividades.

Para podermos oferecer melhores serviços e veicular peças publicitárias de nossos anunciantes, precisamos conhecer certas informações dos nossos usuários.

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Quando você entra no nosso site, fornece informações (dados) para a criação do usuário. Estes dados são usados para orientar a estratégia do Brasil 61 e o desenvolvimento de novos serviços e/ou produtos. Essas informações são fornecidas voluntariamente por você leitor e não são compartilhadas com nenhum terceiro.

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Saúde
03/03/2021 00:00h

Dia Mundial da Audição é lembrado em todo dia 3 de março pela Organização Mundial da Saúde

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O Brasil tem 10,7 milhões de pessoas com deficiência auditiva, sendo que 91% delas adquiriram a condição ao longo da vida e 9% nasceram com ela. Os números são de uma pesquisa em parceria entre o Instituto Locomotiva e a Semana da Acessibilidade Surda, e mostram que os cuidados com a audição devem ser mais constantes na população. 

É para conscientizar sobre o tema que a Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu o dia 3 de março como Dia Mundial da Audição. A OMS estima que a perda de audição pode afetar mais de 900 milhões no mundo até 2050. Quem convive com essas dificuldades sabe que é preciso estar atento à saúde para conscientizar e acabar com preconceitos.

A psicóloga Alessandra Araújo, por exemplo, descobriu na adolescência que tinha apenas 10% de audição do ouvido direito e uma perda leve do ouvido esquerdo. "Quando as pessoas falavam comigo, eu sempre tinha que pedir para repetir e virava a cabeça para poder escutar. Sofri muito preconceito, as pessoas riam da minha deficiência, não se colocavam no meu lugar, não havia empatia”, lamenta.

Sem saber a causa exata da perda da audição, Alessandra alerta para que todos, mas principalmente pais de crianças e adolescentes, monitorem a capacidade de ouvir. “Não foi negligência da minha mãe, o meu caso é atípico, mas, talvez, quando descoberto mais cedo, na fase da infância, pode ajudar a criança a ter o tratamento adequado para o caso”, diz.

O estudo encomendado pela Semana da Acessibilidade Surda traz ainda que, apesar de atingir de forma mais predominante os idosos, a deficiência auditiva alcança homens e mulheres de todas as idades. Entre os brasileiros que adquiriram a condição ao longo da vida, 50% deles tinham até 49 anos e 15% adquiriram até os 17 anos. 

A OMS também informa que, das 466 milhões de pessoas que sofrem de perda auditiva com marcas de invalidez, 34 milhões são crianças. Outro dado de destaque da organização mostra que 60% da perda auditiva infantil ocorre por causas evitáveis.

Prevenção e tratamentos

Milkhia Beatriz, fonoaudióloga e especialista em audiologia, comenta como evitar problemas relacionados à audição citando cuidados básicos. “Hoje, os estudos mostram que a principal causa da perda auditiva é devido a fatores de exposição a ruídos muito intensos por tempo prolongado e o fator idade. É essencial não ficar exposto a níveis muito altos de ruídos por muito tempo e evitar o uso de fones. O ideal é não ultrapassar 50% do limite do smartphone”, explica. 

O tipo do tratamento, segundo ela, depende muito do tipo do quadro de cada indivíduo. Uma dificuldade enfrentada por quem convive com a condição é o acesso aos tratamentos especializados. No Brasil, apenas 7% das pessoas com essas deficiências frequentam algum serviço de reabilitação. O aparelho auditivo só é utilizado por 13% das pessoas com alguma deficiência auditiva e por 18% daquelas com casos severos. 

Dariane Vale, consultora de imagem e negócios, sofreu de uma surdez súbita moderadamente severa aos 36 anos e sabe da importância dos atendimentos com especialistas. Ela ficou de março a setembro de 2018 sem ouvir, realizando tratamentos. 

“Tive que parar de trabalhar, parar de dirigir por conta de todas as consequências. Hoje, uso aparelho auditivo para retomar todas as atividades, o que me ajudou muito. Continuo também em consultas com otorrinolaringologista, com dois especialistas, um em zumbido e outro que faz todo o acompanhamento, e com fonoaudiólogo”, descreve. 

No Brasil, 54% das pessoas surdas já vivenciaram casos de preconceito por conta da deficiência. A OMS defende que a intervenção precoce deve ser disponibilizada através dos sistemas de saúde, e que intervenções eficazes podem garantir que as pessoas com perda auditiva possam atingir todo o seu potencial.
 

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02/03/2021 16:30h

Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou fevereiro deste ano em 0,54%, com destaque para aumento da gasolina

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O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou fevereiro deste ano com uma taxa da inflação do dobro de janeiro. O IPC-S passou de 0,27% em janeiro para 0,54% no último mês.

Os dados foram divulgados em 1º de março pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O destaque dos itens que puxam a inflação é a gasolina, cuja taxa subiu de 4,70% para 6,90% nos dois primeiros meses do ano. 

Além do grupo de transportes, outros dois segmentos que tiveram aumento da taxa de inflação foram saúde e cuidados pessoais, de 0,19% para 0,29%, e despesas diversas (de 0,23% para 0,24%).

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02/03/2021 15:30h

Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) celebra resultado de 2020 maior do que números de 2019

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O setor portuário brasileiro movimentou 1,152 bilhão de toneladas em 2020, um crescimento de 4,2% na comparação com 2019. Os dados são do Estatístico Aquaviário divulgado nesta segunda-feira (1º) pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq).

O levantamento mostra ainda que os terminais de uso privado (TUPs) movimentaram 760 milhões de toneladas, enquanto os portos organizados movimentaram 391 milhões de toneladas. Na década entre 2010 e 2020, houve crescimento de 39,9% na movimentação de cargas nos portos privados, enquanto o de portos organizados ficou em 31,6%.

Entre os terminais arrendados dos portos com maior movimentação, estão Santos (SP), Porto de Paranaguá (PR) e Itaguaí (RJ).

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02/03/2021 11:40h

Programa de Retomada Fiscal foi reaberto pelo Ministério da Economia, permitindo a negociação de todos os débitos inscritos em dívida ativa da União

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O Ministério da Economia reabriu o Programa de Retomada Fiscal por meio de portaria publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (1º). O programa permite a negociação de débitos com alongamento dos prazos de pagamento em até 145 meses e concessão de descontos de até 70%

A política contempla todos os débitos que vierem a ser inscritos em dívida ativa da União até 31 de agosto de 2021, e tem período de adesão de 15 de março até 30 de setembro, pelo portal Regularize. O objetivo da portaria é propiciar a retomada da atividade produtiva em meio à pandemia de Covid-19.

Podem participar do programa pessoas físicas, pessoas jurídicas e micro e pequenas empresas. A expectativa do governo federal é de alcançar, no mínimo, o resultado obtido com o programa de 2020, que negociou R$ 81 bilhões em dívidas, por meio de aproximadamente 270 mil acordos.

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02/03/2021 00:00h

São ofertados dois programas de capacitação on-line que ocorrerão virtualmente em 8 de março, sobre empreendedorismo e desenvolvimento de carreiras

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A Google está oferecendo dois programas de capacitação on-line gratuitos voltados para mulheres. Os cursos vão acontecer em 8 de março, Dia Internacional da Mulher, e já estão com inscrições abertas.

O primeiro conteúdo é o “Cresça com o Google para Mulheres que Querem Empreender”, que vai apresentar conteúdos e dicas práticas sobre liderança feminina, marca pessoal, vendas e finanças. A condução da palestra será realizada por Susana Ayarza, Diretora de Marketing no Google.

O segundo programa é o “Mulheres que Querem Desenvolver suas Carreiras”, que vai focar no fortalecimento das habilidades profissionais, abordando temas como comunicação, apresentação pessoal e autoconhecimento. 

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01/03/2021 11:35h

Governo federal reconheceu o estado de calamidade pública em dez cidades do estado devido à enchente que atingiu o município de Sena Madureira

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A Secretaria de Saúde do Acre (Sesacre) começou a levar atendimento médico às famílias desabrigadas e desalojadas da região, que tem dez cidades em estado de calamidade pública devido à enchente que atingiu o município de Sena Madureira.

A ação faz parte de uma força tarefa montada pelo governo local, por meio do Programa Saúde Itinerante. O objetivo é ofertar atendimento médico, laboratorial e assistência social aos atingidos. 

As cheias e os alagamentos agravam ainda os cenários das epidemias de dengue e de Covid-19. Segundo a secretaria, 606 casos de infecção pelo novo coronavírus foram registrados apenas no último sábado (27), somando ao número de 57.337 contaminados.

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01/03/2021 10:55h

Equipamento integra a Missão Amazônia, que vai fornecer dados de sensoriamento remoto para monitorar a região amazônica, agricultura no País, região costeira, reservatórios de água e florestas

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O satélite brasileiro Amazônia-1 foi lançado e chegou à órbita com sucesso. O equipamento é o primeiro satélite de observação da Terra totalmente projetado, integrado, testado e operado pelo Brasil. 

Ele já está no espaço e vai fornecer dados de sensoriamento remoto para monitorar a região amazônica, a agricultura, região costeira, reservatórios de água e florestas. O Amazônia-1 é o terceiro satélite brasileiro de sensoriamento remoto em operação.

O lançamento aconteceu em um centro espacial na Índia, resultado de uma parceria entre o programa espacial brasileiro e o País asiático. Para o governo federal, a ação permite a consolidação de conhecimentos na campanha de lançamento de satélites de maior complexidade, entre outros avanços tecnológicos.

 

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01/03/2021 00:00h

Debates jurídicos surgem em contexto de negacionismos da pandemia

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A chegada das vacinas contra a Covid-19 reacendeu debates sobre a obrigatoriedade da imunização. Mais recentemente, casos de profissionais da saúde que se recusaram a tomar as doses disponíveis levantaram, também, questionamentos sobre possíveis punições trabalhistas. 

Para o advogado Mourival Boaventura Ribeiro, sócio da Boaventura Ribeiro Advogados, há hoje dispositivos legais para penalizar aqueles que se recusam a proteção contra o novo coronavírus. O especialista cita que, em dezembro de 2020, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o Estado pode determinar a obrigatoriedade e impor restrições àqueles que recusarem a imunização, o que dá espaço para que o empregador possa impor ao empregado a obrigação de se vacinar.

“As empresas têm obrigação legal de fiscalizar e exigir o cumprimento das normas sanitárias determinadas pelas autoridades, principalmente no âmbito da própria empresa. Assim, o descumprimento dessas normas é sim passível de punição, que pode ir desde uma advertência disciplinar até rescisão motivada no contrato de trabalho, em uma situação extrema”, diz ele.

Mourival também exemplifica que, no caso dos profissionais de saúde, categoria prioritária na imunização, o gestor pode exigir comprovação da vacinação para condicionar a entrada do empregado ao trabalho. O advogado finaliza argumentando que a Lei 14.019/2020, que estabelece que as empresas devem fornecer máscaras e equipamentos de proteção individual ao trabalhador, também dialoga com o tema, pois “não faz sentido que determinado colaborador recuse tal imunização e coloque em risco a saúde dos demais colegas de trabalho, porque é obrigação daquela propiciar condições de trabalho seguro”.

Consciência coletiva

Marcelo Badaró, enfermeiro do Hospital Brasília, foi imunizado contra a Covid-19 por ser profissional da saúde e reflete que quem recusa a vacina está prejudicando o outro. 

“Além de não estar se cuidando, [quem recusa] não está cuidando do próximo. Essa é uma doença social, precisamos nos cuidar. E o funcionário da saúde tem que estar com a saúde em dia. Se estiver com saúde ruim, como vai dar assistência ao paciente?”

A infectologista Ana Helena Germoglio, do Hospital Águas Claras, ressalta que “a vacina não é e nunca foi uma opção individual”. “O objetivo básico da vacina é conferir proteção contra o vírus de forma a impedir e reduzir a circulação daquele microrganismo no ambiente. A partir do momento em que reduzirmos essa circulação, estaremos protegendo as pessoas que tomaram a vacina e as pessoas que, por algum motivo, não foram elegíveis à vacina em questão”, elucida. 

Especialistas em direito observam essa constatação científica para pontuar que a vacinação é de interesse coletivo, não podendo prevalecer a liberdade individual, o que pode até dar margem para dispensa por justa causa do empregado que se recusa a vacinar. 
 

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01/03/2021 00:00h

Governo federal busca ampliação do acesso aos medicamentos fitoterápicos, promovendo cultivo, coleta e processamento de plantas medicinais

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Aliar acesso à saúde aos conhecimentos tradicionais dos povos do interior do Ceará. Esse foi o objetivo do professor Francisco José de Abreu Matos, em 1983, que observou que milhões de habitantes da região não eram atendidos pelo sistema de atenção primária e utilizavam plantas para o tratamento de doenças. Motivado por entender a real eficácia desses fitoterápicos, como eles poderiam ser bem utilizados e como poderiam ser aliados à saúde da população, Abreu Matos pesquisou diversas plantas e deu início a um programa de assistência social farmacêutica baseado no emprego científico de plantas medicinais.

Chamado hoje de Farmácia Viva, o projeto foi espalhado pelo Brasil e recebeu um investimento de R$ 7,9 milhões do governo federal no último ano para estruturação coordenada em diversas regiões. Em dezembro de 2020, um repasse de verbas foi realizado para projetos de 10 secretarias municipais de saúde: Araraquara (SP), Salvador (BA), Varginha (MG), Afogados da Ingazeira (PE), Cachoeiras de Macacu (RJ), Brumadinho (MG), Pindamonhangaba (SP), Quijingue (BA), São Cristóvão (SE) e Caruaru (PE).

Ao todo, o Ministério da Saúde já apoiou 134 projetos com recursos financeiros destinados à cadeia produtiva de plantas medicinais e fitoterápicos, e tem uma Política Nacional voltada para o tema. O Distrito Federal se tornou uma das referências no País, e tem atualmente duas destas farmácias prestando serviços para a população. Nilton Netto, chefe do Núcleo de Farmácia Viva da Secretaria de Saúde do DF, explica esse funcionamento.

“O que a população vai encontrar na Farmácia Viva dentro do âmbito do SUS? Um espaço de cultivo de plantas medicinais selecionadas pela identidade botânica, eficácia, pelos estudos que comprovem que essa planta, que é utilizada tradicionalmente ou popularmente, realmente seja segura e eficaz”, diz.

Na prática

O especialista ressalta que os fitoterápicos sempre serão aliados importantes na promoção à saúde e diminuição de sinais e sintomas de qualquer doença, desde que bem orientados. Um exemplo que Nilton dá esse trabalho realizado em Brasília é a utilização da planta Pereskia Aculeata, popularmente conhecida como ora-pro-nóbis, rica em minerais como magnésio, ferro e cálcio, além de vitamina C e fibras.

“Nós temos o cultivo dessa planta, fornecemos mudas à população para que ela cultive e temos um material técnico informativo sobre os usos e cultivo”, conta. A utilização dos fitoterápicos é feita sob prescrição de profissionais de saúde habilitados. No caso do DF, os fitoterápicos também são distribuídos às farmácias de 21 Unidades Básicas de Saúde (UBS). 

Minas Gerais

A prefeitura de Betim, município de Minas Gerais, também desenvolve um trabalho amplo na área, como comentou a gerente da Farmácia Viva Jaqueline Guimarães. “A gente tem uma produção de 83 formulações e, diariamente, atendemos 300 receitas do SUS, produzindo 3 mil unidades de fitoterápicos por mês. Também temos um projeto de produção das farinhas nutricionais, que os nutricionistas utilizam no tratamento e prevenção de doenças do SUS Betim”, pontua.

A Política Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos é descrita pelo Ministério da Saúde como “parte essencial das políticas públicas de saúde, meio ambiente, desenvolvimento econômico e social”. O documento ressalta também que “o Brasil é o país de maior biodiversidade do planeta que, associada a uma rica diversidade étnica e cultural detém um valioso conhecimento tradicional associado ao uso de plantas medicinais”. 
 

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27/02/2021 00:00h

Nos exercícios de 2020 e 2021, os Entes terão de observar a Portaria 394/2020

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Portarias recentes da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) abrem o caminho para a adoção da nova tabela de fontes pelos Entes federados. Elas foram aprovadas durante reunião extraordinária da Câmara Técnica de Normas Contábeis e de Demonstrativos Fiscais da Federação (CTCONF), e as novas orientações foram publicadas em 23 de fevereiro.

A Portaria Conjunta 20/2021 estabelece a padronização das fontes ou destinações de recursos. Segundo o disposto no texto, a Secretaria do Tesouro vai definir o formato de envio dessas informações ao Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi) para fins de consolidação das contas públicas. 

Já a Portaria Conjunta 21/2021 aprova o adendo à Parte I dos Procedimentos Contábeis Orçamentários da 8ª edição do Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público (MCASP).

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