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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

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Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

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b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

23/07/2021 10:45h

Pandemia do Brasil deixa marca de 547 mil mortes e 19,5 milhões de pessoas infectadas, até dados do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde

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O Brasil somou 1.412 novas mortes em 24h, alcançando mais de 547 mil óbitos. A pandemia do país já deixa marca de 19,5 milhões de pessoas infectadas e 547.016 mil mortes, até dados do último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgados nesta quinta-feira (22).

Entre os estados, o Acre é a região com menos óbitos. O local registrou 1.793 vidas perdidas para a Covid-19. Com 136.466 mortes, São Paulo lidera o ranking das estatísticas. Já em relação à taxa de letalidade, ou seja, o índice de óbitos por casos confirmados da doença, o Rio de Janeiro é o estado onde o vírus vem sendo mais letal.

Taxa de letalidade dos estados

  •     Rio de Janeiro - 5,75%
  •     São Paulo - 3,43%
  •     Amazonas - 3,26%
  •     Pernambuco - 3,17%
  •     Maranhão - 2,86%
  •     Goiás - 2,82%
  •     Pará - 2,80%
  •     Mato Grosso – 2,59%
  •     Rio Grande do Sul – 2,57%
  •     Minas Gerais – 2,57%
  •     Ceará – 2,56%
  •     Paraná – 2,51%
  •     Alagoas – 2,51%
  •     Mato Grosso do Sul - 2,50%
  •     Rondônia – 2,48%
  •     Piauí – 2,21%
  •     Espírito Santo – 2,19%
  •     Sergipe – 2,16%
  •     Bahia – 2,15%
  •     Distrito Federal – 2,15%
  •     Paraíba – 2,14%
  •     Acre – 2,06%
  •     Rio Grande do Norte – 1,98%
  •     Tocantins – 1,66%
  •     Santa Catarina – 1,61%
  •     Amapá – 1,57%
  •     Roraima – 1,55%      

Rio de Janeiro e São Paulo seguem com maiores taxas de letalidade por Covid-19 no país

Covid-19: vacinação para menores de 18 anos ainda aguarda aprovação do Ministério da Saúde

Covid-19: 279 mil brasileiros que vivem em cidades de fronteiras serão vacinados

Nos municípios brasileiros, a cidade de São Luiz do Paraitinga (SP) registra a maior letalidade da Covid-19 do país: 28,95%. Na sequência, vêm Boa Vista do Gurupi (MA), com 26,67%; Miravânia (MG), com 20%; Paço do Lumiar (MA), que registra 16,65%; e Ribeirão (PE), cujo índice é de 15,88%.

As menores taxas de letalidade do Brasil são de municípios que não confirmaram nenhum óbito de morador em decorrência da Covid-19. Entre eles, estão Aricanduva (MG), Bonito de Minas (MG), Massapê do Piauí (PI), Milagres do Maranhão (MA) e São Francisco do Brejão (MA), por exemplo, todos com mais de 5 mil habitantes e letalidade 0. 

Acesse as informações sobre a Covid-19 no seu estado e município no portal brasil61.com/painelcovid.

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23/07/2021 09:00h

Variação da participação do Sudeste no PIB industrial do Brasil teve queda de -7,66 pontos percentuais em uma década, enquanto houve crescimento nas outras quatro regiões. Santa Catarina, por exemplo, assumiu o posto de maior estado produtor no setor de vestuário e acessórios

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A variação da participação do Sudeste no PIB industrial do Brasil teve queda de -7,66 pontos percentuais em uma década, enquanto houve crescimento nas outras quatro regiões, com destaque no Sul. Nesse cenário, Santa Catarina se destacou e assumiu o posto de maior estado produtor do Brasil em um dos segmentos, de vestuário e acessórios. 
 
Os números são de uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que avaliou a década entre os biênios 2007/2008 e 2017/2018. O estudo aponta como diferentes regiões buscam assumir o protagonismo industrial, dividindo atenção com estados consolidados historicamente no segmento, como São Paulo e Rio de Janeiro. 
 
Santa Catarina se tornou exemplo do movimento de descentralização da indústria nacional, e colhe frutos desses investimentos na economia com alta empregabilidade. Para parlamentares do estado, o crescimento da indústria tem relação direta com a empregabilidade, como pontua o deputado federal Ricardo Guidi (PSD-SC).
 
“Sem dúvida nenhuma, a indústria é um dos grandes pilares da economia de Santa Catarina, juntamente com o agronegócio e o setor de serviços. A gente sabe o potencial dela na geração de empregos e renda”, afirma. O deputado cita ainda os destaques de diferentes regiões do estado.  

“O nosso estado tem uma indústria bastante diversificada, com agroindústria muito forte, principalmente na região Oeste, metal mecânico no Norte, o têxtil no Vale do Itajaí, a moveleira, no Sul do estado também tem uma indústria bem diversificada, em Criciúma tem a indústria cerâmica, indústria de plásticos também é muito forte no Sul. Então, não tenho dúvida nenhuma que Santa Catarina é um dos estados que mais cresce e ainda vai crescer muito mais pela força do seu povo, trabalhador, dedicado”.

Esses destaques são observados também quando analisados dados do mercado de trabalho do País. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019 Santa Catarina registrou o menor índice de desemprego do Brasil, com uma taxa de 93,8% catarinenses de 14 anos ou mais empregados e 6,2% desocupados. 
 
O fortalecimento do mercado de trabalho no estado de Ricardo Guidi também mostra uma consistência, mesmo com a pandemia da Covid-19. No primeiro trimestre deste ano, Santa Catarina continuou com a menor taxa de desemprego do País, nos mesmos 6,2% de desocupação de 2019, antes da crise sanitária.  
 
Para o deputado, a atuação parlamentar pode ser determinante para esse crescimento econômico. “A gente aprovou recentemente a Reforma da Previdência, a Reforma Trabalhista foi aprovada no mandato anterior, temos aí pela frente a Reforma Administrativa também e a Tributária, fundamentais para preparar o Brasil para o futuro. Acho que a gente tem que trabalhar sempre buscando a desburocratização, buscando a facilidade do empreendedorismo, e é dessa forma que tem sido pautado o nosso trabalho”, avaliou.

Movimento nacional

Além do Sul, o Nordeste também se destacou no aumento da participação no PIB industrial do Brasil, ambos com os maiores crescimentos, acima de 2 pontos percentuais. Vice-presidente do Conselho Regional de Economia do Piauí (Corecon-PI), Dorgilan Rodrigues da Cruz analisa esse novo cenário de descentralização industrial. 
 
“Hoje, essas indústrias querem estar mais próximas do seu consumidor. E, principalmente, querem evitar custos. Então, a questão da descentralização do setor produtivo, do setor industrial, é exatamente para se aproximar do seu mercado consumidor, evitando assim o maior custo de frete, de transporte, perdas do processo de levar e trazer o produto, levar a matéria-prima e depois escoar o processo produtivo”, destacou.
Para o economista, o processo de industrialização nos estados aquece e oxigena toda a economia, levando emprego, matéria-prima e crescimento, fortalecendo ainda o agronegócio, o terceiro setor a questão tributária dos governos locais. “A indústria é um setor da nossa economia que impulsiona. Entre os destaques dessas atividades econômicas, há a linha de produção de alimentos, linha de produção de derivados do petróleo — como biocombustível —, a indústria farmacêutica também teve esse crescimento, indústrias extrativas” 

Números positivos

Dorgilan também destaca o aumento da produção nacional de vestuário e acessórios, que tem como um dos grandes polos o estado de Santa Catarina. “Houve um crescimento de 6,2%. Isso mostra que as famílias começaram a se abastecer de bens de consumo, bens de produtos para melhorar a qualidade de vida”, diz. 
 
Santa Catarina alcançou, em 2018, 26,8% da produção nacional desse segmento, passando de uma receita de R$ 2,5 bilhões em 2007/2008 a R$6,6 bilhões uma década depois. A produção industrial nacional de todos os setores também vem ganhando destaque em estados como Pará, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e Mato Grosso do Sul. 
 

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22/07/2021 12:30h

Campanha on-line "A Vida por um Fio" tem como objetivo alertar a população sobre os riscos do uso de cerol e linha chilena, e incentivar a denúncia do comércio ilegal desses materiais e dos locais onde são fabricados

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O Governo do Estado de Minas Gerais lançou a campanha on-line "A Vida por um Fio", que tem como objetivo alertar a população sobre os riscos do uso de cerol e linha chilena. Vídeos e peças gráficas serão compartilhados ao longo dos próximos dias abordando conscientização sobre a brincadeira segura com pipas. 

A campanha incentiva ainda a denúncia do comércio ilegal desses materiais e também dos locais onde são fabricados, por meio do Disque Denúncia Unificado (DDU), o 181, cuja ligação é gratuita e o anonimato é garantido. 

Um balanço do 181 registra 539 denúncias de comércio ilegal de linha chilena e cerol em Minas Gerais durante todo o ano de 2020. Em 2021, somente no primeiro semestre, já foram recebidas 426 denúncias. Em caso de flagrantes de alguém soltando pipa ou papagaio com linhas cortantes, a orientação é acionar o 190 ou a Guarda Municipal.

O governo ressalta que há uma lei estadual que veda a comercialização e o uso de linha cortante em pipas, em vigor desde dezembro de 2019. A multa para quem for flagrado vendendo linhas cortantes varia de R$ 3.590 a R$ 179 mil. Quando a linha cortante apreendida estiver com uma criança ou adolescente, os pais ou responsáveis legais serão notificados da autuação e o caso será comunicado ao Conselho Tutelar.

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22/07/2021 03:00h

Santa Catarina assumiu o posto de maior estado produtor do Brasil no setor de vestuário e acessórios, com produção estimada em R$ 6,6 bilhões no biênio 2017/2018

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Santa Catarina assumiu o posto de maior estado produtor do Brasil no setor de vestuário e acessórios, com produção estimada em R$ 6,6 bilhões no biênio 2017/2018, passando São Paulo e sendo símbolo de uma descentralização da indústria do Sudeste.
 
É isso que aponta uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que avaliou a década entre os biênios 2007/2008 e 2017/2018. O estudo evidencia que a variação da participação do Sudeste no PIB industrial do Brasil no período teve queda de -7,66 pontos percentuais, enquanto houve crescimento nas outras quatro regiões, com destaque para Sul e Nordeste, que tiveram crescimento acima de 2 pontos percentuais. 
 
Para parlamentares que atuam no fortalecimento do setor, o crescimento da indústria no Sul, exemplificado pelo caso de Santa Catarina, afeta diretamente a população, como acredita o deputado federal Hélio Costa (Republicanos-SC). “[O crescimento] vai gerar mais emprego, vai melhorar a arrecadação do Estado e do País. Santa Catarina recolhe muitos impostos a nível federal”, diz.
 
“O nosso povo é muito trabalhador. Somos um estado pequeno, mas não somos um pedaço. A nossa população trabalha muito e os nossos empresários estão sempre se movimentando na Federação das Indústrias de Santa Catarina, que é muito ativa. Nós já somos o maior produtor de carne e de frango, ultrapassamos São Paulo no vestuário e em acessórios, isso é muito bom, gera emprego. Santa Catarina não tem crise.”

Movimento nacional

A produção industrial brasileira se concentrava, historicamente, em estados do Sudeste, como São Paulo e Rio de Janeiro, mas uma nova movimentação vem sendo percebida pelos setores da área e beneficiando populações de outras regiões. 
 
Vice-presidente do Conselho Regional de Economia do Piauí (Corecon-PI), Dorgilan Rodrigues da Cruz analisa esse novo cenário. “Hoje, essas indústrias querem estar mais próximas do seu consumidor. E, principalmente, querem evitar custos. Então, a questão da descentralização do setor produtivo, do setor industrial, é exatamente para se aproximar do seu mercado consumidor, evitando assim o maior custo de frete, de transporte, perdas do processo de levar e trazer o produto, levar a matéria-prima e depois escoar o processo produtivo.”
 
Para o economista, o processo de industrialização nos estados aquece e oxigena toda a economia, levando emprego, matéria-prima e crescimento, fortalecendo ainda o agronegócio, o terceiro setor a questão tributária dos governos locais. “A indústria é um setor da nossa economia que impulsiona. Entre os destaques dessas atividades econômicas, há a linha de produção de alimentos, linha de produção de derivados do petróleo — como biocombustível —, a indústria farmacêutica também teve esse crescimento, indústrias extrativas”

Números positivos

Dorgilan também destaca o aumento da produção nacional de vestuário e acessórios, que tem como um dos grandes polos o estado de Santa Catarina. “Houve um crescimento de 6,2%. Isso mostra que as famílias começaram a se abastecer de bens de consumo, bens de produtos para melhorar a qualidade de vida”, diz. 
 
Santa Catarina alcançou, em 2018, 26,8% da produção nacional desse segmento, passando de uma receita de R$ 2,5 bilhões em 2007/2008 a R$6,6 bilhões uma década depois. A produção industrial nacional de todos os setores também vem ganhando destaque em estados como Pará, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e Mato Grosso do Sul. 
 

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21/07/2021 10:30h

Documento “Orientações gerais de prevenção à Covid-19” tem como objetivo orientar os participantes a respeito dos procedimentos a serem adotados antes e durante os exames aplicados pelo Inep

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O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) lançou o documento “Orientações gerais de prevenção à Covid-19” , que tem como objetivo orientar os participantes a respeito dos procedimentos a serem adotados antes e durante os exames aplicados pelo instituto, como o Enem, Encceja e Enade.

O guia traz instruções sobre o que é permitido levar nos dias de exame e orienta os participantes sobre os procedimentos de segurança sanitária nos locais de prova, entre outros temas. 

O Inep orienta que o participante que tenha tido sintomas de infecção pela Covid-19 na semana anterior ou na véspera da aplicação não compareça ao local de provas. O aluno pode solicitar a reaplicação do exame em data posterior, na Página do Participante, mediante comprovação dos sintomas. 

Todas as provas ficam protegidas em envelopes plásticos e sem contato humano durante um período mínimo de três meses anteriores à aplicação. No dia do exame, o participante deve separar máscaras específicas, cobrindo totalmente o nariz e a boca. Essa proteção facial é obrigatória, exceto para os participantes com transtorno do espectro autista, deficiência intelectual ou sensorial.

O aluno ainda pode levar ao local de prova um frasco de álcool líquido ou em gel, que também será disponibilizado em todas as salas. Luvas transparentes ou semitransparentes também são permitidas, mas todos os equipamentos serão vistoriados. 

Em caso de descumprimento das obrigações, como prevê o edital, ou de infração diante das orientações da equipe de aplicação, o participante será eliminado sem direito à reaplicação.

Confira aqui o documento completo

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21/07/2021 03:00h

Santa Catarina assumiu o posto de maior estado produtor do Brasil no setor de vestuário e acessórios, por exemplo, e alcançou a menor taxa de desemprego do País em 2019, número que se manteve baixo na pandemia

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O fortalecimento da indústria nos últimos anos vem descentralizando a produção nacional e gerando impactos positivos no mercado de trabalho. Um exemplo disso é Santa Catarina, que assumiu o posto de maior estado produtor do Brasil no setor de vestuário e acessórios, com produção estimada em R$6,6 bilhões no biênio 2017/2018, passando São Paulo e sendo símbolo de uma descentralização da indústria do Sudeste.

Os números são de uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que avaliou a década entre os biênios 2007/2008 e 2017/2018. O estudo evidencia como diferentes regiões buscam assumir o protagonismo industrial, antes concentrado de forma massiva em estados como São Paulo e Rio de Janeiro. 

A variação da participação do Sudeste no PIB industrial do Brasil no período teve queda de -7,66 pontos percentuais, enquanto houve crescimento nas outras quatro regiões, com destaque para Sul e Nordeste, que tiveram crescimento acima de 2 pontos percentuais. 

Para parlamentares que atuam no fortalecimento do setor, o crescimento da indústria no Sul afeta diretamente a população, como pontua o deputado federal Coronel Armando (PSL/SC). “Nós tivemos uma recuperação econômica face à estrutura que o estado tem. Na parte econômica e industrial nós somos muito fortes”, levanta. 

Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019 o estado de Santa Catarina registrou o menor índice de desemprego do País, com uma taxa de 93,8% catarinenses de 14 anos ou mais empregados e 6,2% desocupados. 

Para Coronel Armando, o Congresso Nacional precisa atuar em proposições que desenvolvam a economia dos estados e afetem positivamente a população de forma direta ou indireta. “Como a reforma tributária, que vai incentivar a indústria, e outras ações que reduzam os custos e que façam melhorar as condições para as empresas de Santa Catarina”, diz.

O fortalecimento do mercado de trabalho no estado do deputado também mostra uma consistência, mesmo com a pandemia da Covid-19. No primeiro trimestre deste ano, Santa Catarina continuou com a menor taxa de desemprego do país, nos mesmos 6,2% de desocupação de 2019, antes da crise sanitária.  

Movimento nacional

Vice-presidente do Conselho Regional de Economia do Piauí (Corecon-PI), Dorgilan Rodrigues da Cruz analisa esse novo cenário de descentralização industrial. “Hoje, essas indústrias querem estar mais próximas do seu consumidor. E, principalmente, querem evitar custos. Então, a questão da descentralização do setor produtivo, do setor industrial, é exatamente para se aproximar do seu mercado consumidor, evitando assim o maior custo de frete, de transporte, perdas do processo de levar e trazer o produto, levar a matéria-prima e depois escoar o processo produtivo.”

Para o economista, o processo de industrialização nos estados aquece e oxigena toda a economia, levando emprego, matéria-prima e crescimento, fortalecendo ainda o agronegócio, o terceiro setor a questão tributária dos governos locais. “A indústria é um setor da nossa economia que impulsiona. Entre os destaques dessas atividades econômicas, há a linha de produção de alimentos, linha de produção de derivados do petróleo — como biocombustível —, a indústria farmacêutica também teve esse crescimento, indústrias extrativas”

Números positivos

Dorgilan também destaca o aumento da produção nacional de vestuário e acessórios, que tem como um dos grandes polos o estado de Santa Catarina. “Houve um crescimento de 6,2%. Isso mostra que as famílias começaram a se abastecer de bens de consumo, bens de produtos para melhorar a qualidade de vida”, diz. 

Santa Catarina alcançou, em 2018, 26,8% da produção nacional desse segmento, passando de uma receita de R$ 2,5 bilhões em 2007/2008 a R$6,6 bilhões uma década depois. A produção industrial nacional de todos os setores também vem ganhando destaque em estados como Pará, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e Mato Grosso do Sul. 
 

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20/07/2021 11:45h

Usuário responde a 15 perguntas na plataforma e o índice é calculado em uma escala de 0 a 100 pontos, indicando o nível de saúde financeira do usuário entre sete faixas: ótima, muito boa, boa, ok, baixa, muito baixa e ruim

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Como está sua saúde financeira? Uma nova ferramenta lançada pelo Banco Central e pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban) te ajuda a responder. Nela, o usuário responde a 15 perguntas e o índice é calculado em uma escala de 0 a 100 pontos, indicando o nível entre sete faixas, que vão de ótima a ruim.

O Índice de Saúde Financeira do Brasileiro (I-SFB) foi ao ar nesta semana, com o objetivo de diagnosticar o contexto financeiro do usuário e auxiliar a equilibrar as contas com uma educação financeira. 

Calcule aqui seu índice

Um bom índice é alcançado quando o cidadão mostra ser capaz de cumprir as obrigações financeiras, tomar boas decisões relacionadas às finanças, sentir-se seguro quanto ao presente e ao futuro financeiro e ter disciplina e autocontrole para cumprir objetivos. A plataforma permite ainda que o usuário compare a saúde financeira com a média nacional e faça avaliações do perfil ao longo do tempo.

“Com isso, os próprios cidadãos vão poder traçar objetivos e tomar melhores decisões de forma a ter uma gestão financeira mais eficiente e mais saudável”, afirmou o diretor de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta do Banco Central, Mauricio Moura.

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19/07/2021 10:45h

Segundo FPM de julho soma repasses de R$ 905 milhões

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O segundo repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) de julho será depositado nas contas das 5.568 prefeituras nesta terça-feira (20), somando um montante de R$ 905 milhões. Com o desconto de 20% do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o valor reduz para R$ 724 milhões. 
 
A quantia segue a tendência de crescimento em relação ao ano passado. Em 2020, o repasse somou R$ 713 milhões com o desconto do Fundeb. Dados da Confederação Nacional de Municípios (CNM) mostram que este decêndio de julho será positivo em 26,79%. Com o reajuste da inflação, o crescimento cai para 18,6%. 
 
A soma das duas transferências de julho evidencia que o FPM deste mês alcança R$ 5,6 bilhões, acima dos R$ 4 bilhões de 2020, um aumento de 29,25% considerando a inflação. A análise da destinação dos recursos do FPM divide os municípios em três categorias: capitais, interior e reserva. Neste decêndio, o valor repassado para o interior será de R$ 625 milhões. Confira abaixo como ele será dividido entre cada estado:
 

 
As capitais dos estados e Brasília recebem 10% do FPM. Interior são os demais municípios brasileiros e representam 86,4% do FPM. Já os municípios de reserva são aqueles com população superior a 142.633 habitantes e recebem – além da participação como município de interior – uma cota adicional de 3,6% do fundo. 
 
Os valores do Fundo de Participação dos Municípios são pagos às prefeituras três vezes ao mês, até os dias 10, 20 e 30. Caso a data caia em final de semana ou feriado, como ocorreu no primeiro pagamento de julho, o repasse é antecipado para o primeiro dia útil anterior. Os valores são creditados pelo Banco do Brasil S/A, que disponibiliza, no site da instituição, os avisos referentes às distribuições decendiais das contas dos Fundos de Participações, com os lançamentos a crédito e débito. 

Uso racional 

Na avaliação de César Lima, economista e especialista em Orçamento Público, os gestores das prefeituras precisam aproveitar este momento de crescimento de repasses para uma utilização racional dos valores. “Nós temos visto, nos últimos meses, recorrentes recordes de arrecadação que vêm afetando positivamente o FPM. Eu indicaria que os municípios colocassem suas contas em dia, principalmente aquelas que podem ocasionar algum bloqueio desses mesmos recursos, como, por exemplo, aqueles empréstimos cujo aval é dado pela União”, ressalta.
 
Apesar de ser um fundo essencial para as prefeituras, nas vésperas desse segundo pagamento do mês, 60 municípios e um estado, Rio Grande do Sul, se encontram bloqueados e não poderão ter acesso à parcela do FPM. O bloqueio acontece quando o município ou o ente federado possui alguma dívida com a União. Neste caso, a Constituição Federal traz uma permissão para reter o recurso que seria enviado. 
 
“Esses municípios bloqueados devem procurar a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional ou o INSS, conforme for o caso, para negociar seus débitos, fazer um reparcelamento, se for o caso, dos valores em atrasos para conseguir liberar esses recursos, que para alguns municípios são muito importantes e compõe a maior parte da renda”, explica César.


 
Confira a lista completa dos 60 municípios bloqueados:

  • Dois Riachos (AL)
  • São José da Tapera (AL)
  • Boa Vista do Ramos (AM)
  • São Sebastião do Uatuma (AM)
  • Pedra Branca do Amapari (AP)
  • Caturama (BA)
  • Ponto Novo (BA)
  • Sebastião Laranjeiras (BA)
  • Sento Sé  (BA)
  • Boa Viagem (CE)
  • Choro (CE)
  • Pedra Branca (CE)
  • Penaforte (CE)
  • Alexânia (GO)
  • Mambaí (GO)
  • Santa Bárbara de Goiás (GO)
  • Lajeado Novo (MA)
  • Santa Inês (MA)
  • São Benedito do Rio Preto (MA)
  • São Raimundo das Mangabeiras (MA)
  • Tasso Fragoso (MA)
  • Conselheiro Pena (MG)
  • Inhaúma (MG)
  • Sete Lagoas (MG)
  • Tapira (MG)
  • Altamira (PA)
  • Anajás (PA)
  • Curuca (PA)
  • Ruropólis (PA)
  • Viseu (PA)
  • Alagoinha (PB)
  • Pianco (PB) 
  • Serra Grande (PB)
  • Igarassú (PE)
  • Pesqueira (PE)
  • São João (PE)
  • Altos (PI)
  • Campo Maior (PI)
  • Pedro II (PI)
  • Moreira Sales (PR)
  • Mangaratiba (RJ)
  • Brejinho (RN)
  • Tibau (RN)
  • Bonfin (RR)
  • Arroio do Sal (RS)
  • Carazinho (RS)
  • Lavras do Sul (RS)
  • Segredo (RS)
  • Turucu (RS)
  • Bom Jesus (SC)
  • Carmópolis (SE)
  • Cristinápolis (SE)
  • Gararu (SE)
  • Graccho Cardoso (SE) 
  • Itabi (SE)
  • Maruim (SE)
  • Nossa Senhora Aparecida (SE)
  • Pedrinhas (SE)
  • Salgado (SE)
  • Cruzeiro (SP)

Joaquim Neto (PSD), prefeito de Patos do Piauí, avalia a relevância desses repasses para os pequenos municípios. “É um recurso que é livre para manter a despesa da Prefeitura, fazer a contrapartida para a saúde, para a educação e para a assistência social. É um recurso muito importante para nós. É a maior renda que temos aqui no município. O FPM é o que assegura todas as nossas ações em Patos, é o que dá suporte a todas as ações que o prefeito queira fazer no município: folha de pagamento, investimento”, diz.

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19/07/2021 10:35h

Mais de 90 milhões de brasileiros já receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19, o que representa 56,2% da população acima de 18 anos, estimada em 160 milhões de pessoas

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O Brasil imunizou 56,2% da população vacinável com uma dose da vacina contra a Covid-19. Ao todo, 90 milhões de pessoas concluíram a primeira etapa da proteção viral, mais da metade da população acima de 18 anos, estimada em 160 milhões de pessoas. Os números foram alcançados neste domingo (18). 

Destes que receberam a primeira dose, 37,6% também receberam a segunda. O número total de brasileiros completamente imunizados chega a quase 34 milhões, somando aqueles que receberam a proteção de dose única. 

O Ministério da Saúde registra mais de 124 milhões de doses da vacina Covid-19 aplicadas no país e mais de 154 milhões de doses distribuídas a todas as unidades da federação.

Outras 600 milhões de doses de imunizantes de diferentes laboratórios foram encomendados e chegam até o fim de 2021.

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19/07/2021 03:00h

Santa Catarina assumiu o posto de maior estado produtor do Brasil no setor de vestuário e acessórios, por exemplo, com produção estimada em R$ 6,6 bilhões no biênio 2017/2018

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O fortalecimento da indústria nos últimos anos vem propiciando um crescimento econômico em estados que investem no setor. Um exemplo disso é Santa Catarina, que assumiu o posto de maior estado produtor do Brasil no setor de vestuário e acessórios, com produção estimada em R$ 6,6 bilhões no biênio 2017/2018, passando São Paulo e sendo símbolo de uma descentralização da indústria do Sudeste.
 
Os números são de uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) que avaliou a década entre os biênios 2007/2008 e 2017/2018. O estudo evidencia como diferentes regiões buscam assumir o protagonismo industrial, antes concentrado de forma massiva em estados como São Paulo e Rio de Janeiro. A variação da participação do Sudeste no PIB industrial do Brasil no período teve queda de -7,66 pontos percentuais, enquanto houve crescimento nas outras quatro regiões, com destaque para Sul e Nordeste, que tiveram crescimento acima de 2 pontos percentuais. 
 
Para parlamentares que atuam no fortalecimento do setor, o crescimento da indústria no Sul afeta diretamente a população, como pontua o deputado federal Celso Maldaner (MDB-SC). “Em Santa Catarina praticamente não existe desemprego. O que falta é mão de obra qualificada. Você pode passar em todas as cidades no Grande Oeste catarinense, e também toda Santa Catarina, que em todas as cidades têm vagas chamando gente para trabalhar”, levanta. 
 
Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2019 o estado de Santa Catarina registrou o menor índice de desemprego do País, com uma taxa de 93,8% catarinenses de 14 anos ou mais empregados e 6,2% desocupados. 
 
Para Celso Maldaner, o crescimento do parque industrial de Santa Catarina vem se tornando um exemplo nacional. “Apesar do índice da inflação fugir da meta e estar faltando mercadorias e os preços aumentando muito — infelizmente por falta de uma reforma tributária —, Santa Catarina ainda dá um exemplo de crescimento e desenvolvimento, chegando praticamente a quase 30% de crescimento. Então, precisamos fazer a nossa parte no Congresso Nacional”.
 
O fortalecimento do mercado de trabalho no estado do Sul também mostra uma consistência, mesmo com a pandemia da Covid-19. No primeiro trimestre deste ano, Santa Catarina continuou com a menor taxa de desemprego do país, nos mesmos 6,2% de desocupação de 2019, antes da crise sanitária.  

Movimento nacional

Vice-presidente do Conselho Regional de Economia do Piauí (Corecon-PI), Dorgilan Rodrigues da Cruz analisa esse novo cenário de descentralização industrial. “Hoje, essas indústrias querem estar mais próximas do seu consumidor. E, principalmente, querem evitar custos. Então, a questão da descentralização do setor produtivo, do setor industrial, é exatamente para se aproximar do seu mercado consumidor, evitando assim o maior custo de frete, de transporte, perdas do processo de levar e trazer o produto, levar a matéria-prima e depois escoar o processo produtivo.”
 
Para o economista, o processo de industrialização nos estados aquece e oxigena toda a economia, levando emprego, matéria-prima e crescimento, fortalecendo ainda o agronegócio, o terceiro setor a questão tributária dos governos locais. “A indústria é um setor da nossa economia que impulsiona. Entre os destaques dessas atividades econômicas, há a linha de produção de alimentos, linha de produção de derivados do petróleo — como biocombustível —, a indústria farmacêutica também teve esse crescimento, indústrias extrativas”

Números positivos

Dorgilan também destaca o aumento da produção nacional de vestuário e acessórios, que tem como um dos grandes pólos o estado de Santa Catarina. “Houve um crescimento de 6,2%. Isso mostra que as famílias começaram a se abastecer de bens de consumo, bens de produtos para melhorar a qualidade de vida”, diz. 
 
Santa Catarina alcançou, em 2018, 26,8% da produção nacional desse segmento, passando de uma receita de R$ 2,5 bilhões em 2007/2008 a R$6,6 bilhões uma década depois. A produção industrial nacional de todos os setores também vem ganhando destaque em estados como Pará, Rio Grande do Sul, Paraná, Pernambuco e Mato Grosso do Sul. 
 

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Brasil 61