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Baixar áudioCom o objetivo de apresentar as demandas do empresariado nacional ao debate presidencial do segundo turno, a Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil (CACB) promoveu, nesta terça-feira (13), em São Paulo, mais uma edição do Encontro do Associativismo, com a presença do senador e candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro.
O evento reuniu 40 representantes de federações e associações comerciais de 17 estados para discutir propostas voltadas à melhoria do ambiente de negócios e à retomada econômica.
Na ocasião, Flávio Bolsonaro destacou a importância do associativismo para enfrentar os desafios da economia brasileira. O candidato defendeu a desburocratização, o incentivo aos empreendedores e às micro e pequenas empresas, o aumento da produtividade e a redução da estrutura do Estado.
"O centro do meu governo vai ser o cidadão e a cidadã brasileira. Eu vou investir neles, e eu aposto na economia da produtividade. Vou precisar de todas as federações aqui para investir na qualificação dos brasileiros", disse.
"Vamos fazer tesouraço em impostos, sim! Vamos fazer tesouraço nessa burocracia: no primeiro dia já está pronto o decreto para revogar mais de mil atos normativos desse governo que só criaram burocracia e serviram para achacar os empreendedores deste país", acrescentou o candidato do PL.
Durante o evento, o presidente da CACB, Alfredo Cotait Neto, destacou a participação das entidades empresariais e a união das associações comerciais. Ele também citou um programa elaborado pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP), por meio do Instituto de Economia e da Fundação Internacional para a Liberdade, voltado aos micro e pequenos empreendedores do país. Entre as pautas defendidas estão a implantação do voto distrital, a defesa do Simples Nacional e a responsabilidade fiscal.
"Grande parte da nossa rede está aqui representada, mas junto conosco estão várias entidades empresariais depositando confiança que as mudanças virão. Fizemos um programa, um projeto do Brasil de amanhã. Um programa para que se possa examinar as pautas prioritárias dos empreendedores deste Brasil, dos micro e pequenos empreendedores que nós representamos", afirmou Cotait, que também preside a Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (FACESP) e a Associação Comercial de São Paulo.
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Presente no encontro, a porta-voz econômica da campanha de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, afirmou que "a economia é uma ciência, não é uma ideologia". Ela também criticou a carga tributária e a burocracia e declarou que o país aumentou ou criou mais de 30 impostos para cobrir despesas em Brasília. Segundo a economista, esses fatores prejudicam a atividade produtiva e contribuem para as dificuldades enfrentadas pelas empresas, incluindo os pedidos de recuperação judicial.
"Não há outro caminho que não seja expandir a produtividade, tirar do Estado o cabresto de quem produz riqueza, e o Brasil parar de sustentar Brasília. Ninguém aguenta mais sustentar Brasília, a burocracia, e os impostos que estão sufocando o Brasil", acrescentou.
Para o presidente da Associação Comercial do Pará, Izan Anijar, o setor produtivo tem enfrentado dificuldades nos últimos anos devido à piora do ambiente de negócios. Ele defendeu a participação ativa dos empresários na política para buscar soluções para os problemas do setor.
"O setor produtivo tem sofrido demais com tudo o que está acontecendo nos últimos três, quatro anos. A excessiva carga tributária, a possibilidade da colocação, a partir de janeiro, do split payment. Ou seja, vamos antecipar o imposto. São muitas coisas que têm acontecido nos últimos tempos que têm propiciado esse ambiente muito ruim", afirmou Izan Anijar.
A importância de mobilizar o setor produtivo para apresentar as demandas da agricultura, da indústria e dos serviços aos candidatos foi destacada por Márcio Bragança, presidente da Associação Comercial e Industrial do Amapá e da federação estadual.
"Achei a importância muito grande para o nosso Brasil, até porque para mostrar nossos interesses perante a agricultura, a indústria, serviços, e verificar qual é a proposta dele para nós, que somos da área empresarial", pontuou Márcio Bragança.
Ao defender avanços em pautas como logística, modais de transporte e reforma tributária, Maurício Cabral, presidente da Associação Comercial e Industrial de Campos (RJ), ressaltou a importância da representação empresarial no debate eleitoral.
"A importância de estarmos representados é mostrar a força do empresariado nessa pauta tão importante, neste momento em que se está pleiteando a presidência deste país", afirmou Maurício Cabral. Ele também destacou a necessidade de investimentos em ferrovias, portos, rodovias e aeroportos para impulsionar o desenvolvimento econômico.
Já o presidente da Associação Comercial e Industrial de Florianópolis, Célio Bernardi, destacou a união do associativismo como instrumento de transformação e a importância da participação política para definir os rumos do país.
"Mostra o fortalecimento da nossa classe empresarial, união do associativismo como ferramenta de transformação. E, um momento como este nos dá a oportunidade de, unidos, mostrar o norte e a direção que nós queremos para o nosso país", afirmou Célio Bernardi, que também apontou a necessidade de priorizar pautas relacionadas à simplificação tributária e trabalhista.
Na avaliação de José Carlos Barbieri, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Maringá (PR), o momento exige participação ativa da sociedade nas discussões sobre o futuro do país.
"Nós estamos num momento extremamente importante do Brasil, que é o momento de termos uma ação de cidadão, um momento de cidadania. E nós do associativismo, as nossas associações comerciais, federações e a Confederação, não podemos ficar de fora de um momento como este, porque nós temos que discutir o futuro do Brasil", afirmou Barbieri, que destacou a importância da atuação conjunta das entidades empresariais para impulsionar o desenvolvimento nacional.
As edições anteriores do Encontro do Associativismo receberam Romeu Zema, Augusto Cury e Ronaldo Caiado. A participação de Flávio Bolsonaro dá continuidade à iniciativa, que abre espaço para a apresentação de propostas e a discussão das demandas de empresários e lideranças associativistas. A CACB convidou os dois candidatos que disputam a presidência neste segundo.
O encontro reuniu presidentes de federações estaduais de diversas regiões do país, incluindo Alagoas, Amapá, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Paraná, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Rondônia, Santa Catarina, São Paulo e Tocantins. A mobilização contou ainda com lideranças de associações comerciais locais.
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Baixar áudioO El Niño, caracterizado pelo aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico, deve afetar o Brasil de formas diferentes no período entre 2026/2027. Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o fenômeno exige estratégias diferentes para a agropecuária nas cinco regiões do país. Para o Centro-Oeste, a orientação é antecipar medidas para reduzir os efeitos da seca.
Na região, os estados de Mato Grosso e Goiás apresentam o maior risco de seca, enquanto no sul de Mato Grosso do Sul a chuva deve ocorrer com maior intensidade.
Além da seca, Mato Grosso e Goiás, bem como o Distrito Federal, devem enfrentar atraso no início das chuvas e ondas de calor.
As informações fazem parte de uma das cinco notas técnicas lançadas pela Embrapa, com orientações para as diferentes regiões do país e recomendações para a gestão de riscos climáticos associados ao El Niño 2026/2027.
A nota técnica alerta que a região central do Brasil pode passar por um período crítico entre setembro e novembro e entre novembro de 2026 e janeiro de 2027 – sendo este último o período mais seco.
Conforme a empresa, o atraso das primeiras chuvas pode comprometer a condição para a semeadura da safra de verão.
Confira os detalhes de cada período:
Em Mato Grosso e Goiás, os riscos incluem atraso do plantio, déficit hídrico e impactos sobre a cultura em sucessão à soja, como o milho e o algodão safrinha. A Embapa informa que no Distrito Federal as orientações gerais devem ser aliadas às destinadas às culturas produzidas na região. Já o estado de Mato Grosso do Sul apresenta situação distinta das outras UFs. A parte sul-grossense tende a ter chuvas acima da média na primavera, no entanto, isso não exclui a possibilidade de veranicos durante a safra.
A Embrapa orienta que os agropecuaristas não esperem condições adversas para agir. Além do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc), as medidas que podem ser tomadas de uma forma geral incluem aguardar condições adequadas de umidade antes da semeadura e manter o solo coberto. Outras orientações gerais abrangem recorrer à irrigação quando houver segurança hídrica e acompanhar as previsões climáticas de forma contínua.
Em nota, o pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste (MS) e líder da plataforma regional do Centro-Oeste, Rodrigo Garcia, mesmo com previsão de adversidades climáticas, o setor produtivo trabalha com a perspectiva de produtividades elevadas, considerando os investimentos em tecnologia.
Confira as orientações da Embrapa para cada tipo de cultivo na Região Centro-Oeste:
Soja e milho
Algodão
Arroz de terras altas
Feijão
Cana-de-açúcar
Em relação às pastagens e à pecuária, os agropecuaristas devem ajustar a lotação dos animais à capacidade de suporte das pastagens. Os produtores também devem manter reservas de forragem e garantir água e sombra.
Para o Pantanal, a recomendação é acompanhar conjuntamente as chuvas, os níveis dos rios e as condições hidrológicas, além da prevenção contra incêndios.
O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), em parceria com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), disponibilizaram uma página online com informações sobre o El Niño e os impactos do fenômeno climático na agricultura e na pecuária brasileira.
A iniciativa busca apoiar ações de prevenção, preparação e redução de riscos climáticos no campo.
A plataforma reúne dados e orientações que podem ser consultados pelo produtor antes do início do plantio ou da contratação de crédito rural. A proposta é apoiar a tomada de decisões e contribuir para a redução dos riscos relacionados ao clima.
A página especial El Niño Agro está disponível no portal do Ministério da Agricultura, em: www.gov.br/agricultura.
Copiar o textoOs números sorteados da Lotofácil 3803, de 13/10/2026, foram: 03 - 06 - 07 - 08 - 09 - 11 - 12 - 13 - 15 - 16 - 19 - 20 - 21 - 22 - 23.
03 - 06 - 07 - 08 - 09 - 11 - 12 - 13 - 15 - 16 - 19 - 20 - 21 - 22 - 23
Resultado oficial conferido com a Caixa às 22:29. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3803 da Lotofácil foi realizado nesta terça-feira (13/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 2 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 946.676,32. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Igarapé (MG) e Recife (PE).
O próximo sorteio está marcado para quarta-feira (14/10/2026), com prêmio estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
A arrecadação total do concurso foi de R$ 22.238.793,50.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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R$ 48,00 |
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R$ 408,00 |
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R$ 2.448,00 |
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R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.
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Veja o resultado da Lotofácil 3802.
Redação Brasil 61
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Baixar áudioDos 412 municípios da Região Sul que participaram de levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), 309 informaram não possuir Plano Municipal de Políticas sobre Drogas. O número representa 75% dos municípios sulistas consultados. Outros 32 disseram ter plano vigente e atualizado, enquanto 5 possuem documento vigente, mas desatualizado. Já 7 cidades têm planos que não estão mais em vigor. Em 32 municípios, o plano está em elaboração.
O levantamento faz parte do estudo técnico “Entre responsabilidades e escassez de recursos: a implementação da política sobre drogas nos Municípios brasileiros”.
A pesquisa foi realizada por meio de entrevistas telefônicas com gestores municipais entre outubro de 2025 e fevereiro de 2026. Ao todo, foram obtidas 1.567 respostas em todo o país. Na Região Sul, participaram 412 municípios.
A pesquisa mostra, ainda, uma baixa presença de estruturas específicas para a política sobre drogas nas localidades consultadas. Entre os 412 municípios sulistas respondentes do estudo, 333 declararam não possuir Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas (Comad) – o equivalente a 81% dos participantes. Apenas 35 informaram ter o conselho ativo e outros 35 disseram que o órgão está inativo.
Por estado, o Rio Grande do Sul apresentou o maior número absoluto de municípios sem conselho, com 148 dos 174 participantes. No Paraná, foram 111 dos 137 consultados, enquanto Santa Catarina registrou 74 dos 101 municípios participantes que disseram não dispor do órgão.
A ausência de fundo específico também é predominante no Sul do país. Segundo a pesquisa, 364 dos 412 municípios da Região Sul não possuem Fundo Municipal de Políticas sobre Drogas. O número corresponde a 88% dos respondentes. Apenas 13 informaram ter um fundo ativo e 7 disseram possuir o mecanismo, mas sem atividade.
Entre as fontes de financiamento utilizadas pelos municípios para ações relacionadas à política sobre drogas, os recursos próprios aparecem como principal alternativa. Dos 412 participantes, 311 citaram recursos municipais, o equivalente a 75%. Transferências estaduais foram mencionadas por 70 municípios, enquanto 43 citaram emendas parlamentares.
O Fundo Nacional Antidrogas (Funad) foi apontado por 11 municípios, ou 3% dos participantes. Como a questão permitia múltiplas respostas, um mesmo município poderia indicar mais de uma fonte de financiamento.
Apesar das lacunas na estrutura institucional, os municípios relatam desenvolver ações relacionadas à política sobre drogas na Região Sul. Confira quantos municípios mencionaram as respectivas ações:
A pesquisa aponta ainda que 333 dos 412 municípios consultados no Sul, o equivalente a 81%, afirmaram enfrentar problemas relacionados à circulação de drogas. O estado com o maior número de municípios que afirmaram enfrentar a problemática é o Rio Grande do Sul, com 137.
Já 30 municípios disseram não enfrentar esse tipo de problema, com o menor número registrado no Paraná, sendo apenas 3. Outros 49 não responderam.
Considerando o estudo completo, com todas as regiões brasileiras, 88,1% dos municípios – o equivalente a 4.906 entes na amostra extrapolada – disseram não ter um fundo específico. Em contrapartida, apenas 2,5% dos municípios têm um fundo ativo, sendo o equivalente a 139 entes da amostra.
Além disso, apenas 10,9% do total de municípios consultados dispõem de Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas ativo e apenas cerca de 11% dispõem de Plano Municipal vigente na área. Outros 72,2% dos entes pesquisados afirmam não dispor de Plano Municipal de Políticas sobre Drogas em nenhuma de suas formas – seja vigente, desatualizado ou em elaboração.
Conforme a CNM, embora os municípios demonstrem estar exercendo autonomia em relação ao tema, com protagonismo na implementação das ações, as ações autônomas têm sido acompanhadas de grande responsabilização financeira local, “pela omissão da União no financiamento das ações”, afirma a entidade em um trecho do levantamento.
No estudo, a Confederação destacou que os resultados reforçam a necessidade de fortalecer a cooperação entre os diferentes níveis de governo e ampliar o apoio técnico e financeiro aos municípios para a implementação da política sobre drogas.
O estudo completo pode ser acessado em cnm.org.br.
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Baixar áudioDos 558 municípios da Região Sudeste considerados em estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM), 480 não têm Fundo Municipal de Políticas sobre Drogas, o equivalente a 86% dos participantes da pesquisa. Apenas 17 municípios informaram ter um fundo ativo e 20 disseram possuir o instrumento, mas sem funcionamento. O levantamento foi organizado em cinco categorias: ambiente institucional, planejamento e gestão, financiamento, implementação da política e realidade local.
O estudo identificou que o financiamento das ações políticas antidrogas nos municípios depende principalmente de recursos próprios. Das 558 prefeituras participantes do Sudeste, 441 ou 79%, citaram recursos municipais próprios como fonte de financiamento das políticas sobre drogas.
Já as transferências estaduais foram mencionadas por 66 municípios, enquanto 63 citaram parcerias com organizações da sociedade civil e 50 indicaram emendas parlamentares. Apenas 17 municípios, 3% dos participantes, apontaram recursos do Fundo Nacional Antidrogas (Funad).
O levantamento também aponta fragilidades em outros instrumentos de gestão. Entre os municípios consultados na região, 378 não possuem Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas (Comad).
Outros 73 têm conselho, mas ele está inativo. Apenas 92 municípios, ou 16% dos participantes, informaram possuir um conselho ativo.
A pesquisa também identificou um número baixo de municípios respondentes que dispõem de Plano Municipal de Políticas sobre Drogas. Das 558 cidades consultadas, apenas 59, que equivale a 11%, disseram ter um plano municipal específico vigente e atualizado.
Outros 18 têm plano vigente, mas desatualizado; 13 possuem um plano que não está vigente; e 48 estão elaborando o documento. A maior parte, 380 municípios, não possui plano municipal específico.
O estudo mostra ainda diferenças entre os estados da região. Minas Gerais apresentou o maior percentual de municípios sem conselho, com 75% dos participantes da pesquisa. Em São Paulo, o percentual foi de 62%.
Apesar da falta de estruturas específicas, os municípios relatam desenvolver ações relacionadas à política sobre drogas.
Confira o tipo de ação preventiva e quantos municípios relataram promover as atividades:
Outros 26 municípios assinalaram que não enfrentam problemas com drogas em suas localidades.
Na amostra total, 88,1% dos municípios – o equivalente a 4.906 entes – indicaram que não tem um fundo específico. No entanto, apenas 2,5% dos municípios têm um fundo ativo, sendo o equivalente a 139 entes na amostra.
Considerando a ausência de conselhos municipais específicos, apenas 10,9% dos municípios dispõem de Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas ativo e apenas cerca de 11% dispõem de Plano Municipal vigente na área. Além disso, 72,2% dos entes pesquisados afirmam não possuir Plano Municipal de Políticas sobre Drogas em nenhuma de suas formas – seja vigente, desatualizado ou em elaboração.
Para a CNM, embora os municípios demonstrem estar exercendo autonomia em relação ao tema, com protagonismo na implementação das ações, as ações autônomas têm sido acompanhadas de grande responsabilização financeira local, “pela omissão da União no financiamento das ações”, diz a entidade em um trecho do estudo.
No estudo, a Confederação ressaltou que os resultados reforçam a necessidade de fortalecer a cooperação entre os diferentes níveis de governo e ampliar o apoio técnico e financeiro aos municípios para a implementação da política sobre drogas.
O estudo completo pode ser acessado em cnm.org.br.
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Baixar áudioDos 120 municípios da Região Centro-Oeste que participaram de levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM), 91 não possuem Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas (Comad). O número corresponde a 76% das cidades consultadas na região, segundo o estudo Entre responsabilidades e escassez de recursos: a implementação da política sobre drogas nos Municípios brasileiros, divulgado pela entidade.
A pesquisa também identificou que 15 municípios (13%) possuem conselho ativo, enquanto dez (8%) contam com a estrutura, mas ela está inativa. Outros quatro municípios não responderam à pergunta.
O levantamento também identificou dificuldades no planejamento e no financiamento dessas políticas. Na Região Centro-Oeste, 83 municípios não possuem Plano Municipal de Políticas sobre Drogas, enquanto 10 informaram que o documento está em elaboração.
Em relação ao financiamento, 103 dos 120 municípios consultados não possuem Fundo Municipal de Políticas sobre Drogas, o equivalente a 86% dos respondentes. Apenas duas cidades afirmaram que o tem o fundo ativo.
Considerando as fontes de financiamento utilizadas para a política de drogas no município, os entrevistados responderam um questionário com múltipla escolha. 76 municípios mencionaram que utilizam recursos próprios (63%), outros 17 mencionaram transferências estaduais e 19 apontaram que os recursos são provenientes de parcerias com organizações da sociedade civil.
Apenas dois municípios, localizados em Mato Grosso e em Mato Grosso do Sul, informaram utilizar recursos do Fundo Nacional Antidrogas (Funad).
No cenário total, 88,1% dos municípios considerados no estudo – o equivalente a 4.906 entes na amostra extrapolada – indicaram não possuir um fundo específico. Apenas 2,5% dos municípios do país possuem um fundo ativo, sendo o equivalente a 139 entes na amostra.
Em relação à ausência de conselhos municipais específicos, apenas 10,9% dos municípios possuem Conselho Municipal de Políticas sobre Drogas ativo e somente cerca de 11% dispõem de Plano Municipal vigente na área. Além disso, 72,2% dos entes pesquisados afirmam não possuir Plano Municipal de Políticas sobre Drogas em nenhuma de suas formas – seja vigente, desatualizado ou em elaboração.
Para a CNM, embora os municípios aparentem estar exercendo autonomia em relação ao tema, com protagonismo na implementação de ações, as ações autônomas têm sido acompanhadas de grande responsabilização financeira local, “pela omissão da União no financiamento das ações”, diz a entidade em um trecho do estudo.
No estudo, a Confederação destacou que os resultados reforçam a necessidade de fortalecer a cooperação entre os diferentes níveis de governo e ampliar o apoio técnico e financeiro aos municípios para a implementação da política sobre drogas.
O estudo completo pode ser acessado em cnm.org.br.
O levantamento foi realizado por meio de entrevistas telefônicas com gestores municipais entre 29 de outubro de 2025 e 18 de fevereiro de 2026. Ao todo, a pesquisa reuniu respostas de 1.567 municípios brasileiros.
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Baixar áudioEstados, Distrito Federal e municípios poderão atuar em parceria com a Agência Nacional de Mineração (ANM) para identificar possíveis irregularidades em atividades minerárias e auxiliar no acompanhamento da arrecadação de royalties do setor.
A proposta está em discussão em uma tomada de subsídios aberta pela agência. A contribuições poderão ser envidas pela sociedade até 4 de novembro, por meio da plataforma Brasil Participativo.
A iniciativa prevê a participação de equipes locais em atividades de apoio técnico à fiscalização, sem transferir aos governos estaduais e municipais as atribuições legais da ANM. Os acordos terão duração prevista de cinco anos.
Entre as ações que poderão ser realizadas estão vistorias em áreas de pesquisa e lavra, análise de imagens de satélite, produção de registros fotográficos georreferenciados e coleta de informações sobre possíveis irregularidades.
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Segundo o superintendente de Fiscalização da ANM, Fernando Drummond, a presença dos governos locais pode ajudar a agência a identificar situações que precisam ser investigadas. “É uma parceria para tornar a fiscalização mais próxima e eficiente”, explica.
A parceria também prevê apoio à fiscalização da Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM), paga em razão da exploração de recursos minerais. Os entes que aderirem aos acordos poderão reunir informações sobre produção, comercialização e recolhimento da compensação, seguindo as orientações da ANM.
Para o superintendente de Arrecadação de Receitas, Alexandre Rodrigues, o objetivo é organizar o compartilhamento de informações obtidas diretamente nos territórios. “Dessa forma, os entes vão poder contribuir com o acompanhamento da arrecadação da CFEM”, destaca.
De acordo com o superintendente substituto de Política Regulatória, Felipe Barbi Chaves, a consulta permite avaliar como a proposta pode funcionar na prática. “Queremos aprimorar a regra, deixando mais clara e ampliando sua funcionalidade na prática”, explica.
A tomada de subsídios também pretende reunir sugestões de quem atua no setor para aperfeiçoar as regras antes da regulamentação.
Copiar o textoOs números sorteados da Mega-Sena 3069, de 11/10/2026, foram: 05 - 19 - 22 - 44 - 47 - 57.
05 - 19 - 22 - 44 - 47 - 57
Resultado oficial conferido com a Caixa às 11:32. consulte o resultado oficial no site da Caixa
O concurso 3069 da Mega-Sena foi realizado neste domingo (11/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal e o prêmio acumulou.
O próximo sorteio está marcado para quarta-feira (14/10/2026), com prêmio estimado em R$ 150.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
A arrecadação total do concurso foi de R$ 98.228.184,00.
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana: às terças e quintas, às 21h, e aos domingos, às 11h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
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Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
Veja o resultado da Mega-Sena 3068.
Redação Brasil 61
Copiar o textoOs números sorteados da Lotofácil 3802, de 11/10/2026, foram: 02 - 03 - 05 - 06 - 09 - 10 - 11 - 12 - 14 - 15 - 19 - 20 - 21 - 23 - 24.
02 - 03 - 05 - 06 - 09 - 10 - 11 - 12 - 14 - 15 - 19 - 20 - 21 - 23 - 24
Resultado oficial conferido com a Caixa às 11:33. consulte o resultado oficial no site da Caixa
Concurso seguinte: Resultado da Lotofácil 3803 (13/10/2026): números sorteados
O concurso 3802 da Lotofácil foi realizado neste domingo (11/10/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. Duas apostas acertaram as 15 dezenas e cada uma levou R$ 820.218,59. Os bilhetes premiados foram registrados em Itumbiara/GO, além de uma aposta feita pelo canal eletrônico.
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3803, que será realizado na terça-feira, 13 de outubro de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
A arrecadação total do concurso foi de R$ 21.269.461,50.
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sexta-feira, às 21h, e no domingo, às 11h.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 3, 6, 12, 18 ou 24 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Veja o resultado da Lotofácil 3801.
Redação Brasil 61
Copiar o textoO bilhete 069795 levou o 1º prêmio da Loteria Federal 6108, sorteada em 11/10/2026.
Resultado oficial conferido com a Caixa às 12:07. consulte o resultado oficial no site da Caixa
| Destino | Bilhete | Unidade Lotérica | Cidade/UF | Valor do Prêmio (R$) |
|---|---|---|---|---|
| 1º | 069795 | TREVO DA SORTE ITATIBA III | ITATIBA/SP | R$ 500.000,00 |
| 2º | 085844 | LOTERIA CABO BRANCO | JOAO PESSOA/PB | R$ 35.000,00 |
| 3º | 078905 | CASA DA FORTUNA | GOIANIA/GO | R$ 30.000,00 |
| 4º | 052440 | FULL HAND | RIO DE JANEIRO/RJ | R$ 25.000,00 |
| 5º | 011501 | TABOAO DA SERRA LOTERIA | TABOAO DA SERRA/SP | R$ 20.503,00 |
O resultado da Loteria Federal, concurso 6108, divulgado neste domingo, 11 de outubro de 2026, premiou apostadores de São Paulo, da Paraíba, de Goiás e do Rio de Janeiro. O sorteio foi realizado no Espaço da Sorte, em São Paulo/SP. O bilhete vendido na Trevo da Sorte Itatiba Iii, em Itatiba/SP, levou o primeiro prêmio de R$ 500.000,00. O segundo prêmio, no valor de R$ 35.000,00, foi destinado ao bilhete da Loteria Cabo Branco, em João Pessoa/PB, enquanto a aposta feita na Casa da Fortuna, em Goiânia/GO, faturou R$ 30.000,00.
Entre os demais sortudos, o quarto prêmio, de R$ 25.000,00, saiu para o bilhete da Full Hand, em Rio de Janeiro/RJ, e o quinto prêmio, de R$ 20.503,00, saiu para o bilhete da Taboao da Serra Loteria, em Taboão da Serra/SP. A Loteria Federal continua sendo uma das modalidades mais tradicionais e procuradas pelos brasileiros, oferecendo grandes prêmios e oportunidades para quem sonha em mudar de vida.
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações. Também é possível comprar frações do bilhete, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana — às quartas, às 20h, e no fim de semana, atualmente no domingo, às 11h — e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal também premia bilhetes com aproximações e unidades do número sorteado, conforme as regras de cada extração.
O prêmio pode ser recebido em qualquer casa lotérica ou nas agências da Caixa. Para valores mais altos, o pagamento deve ser feito diretamente em uma agência da Caixa, mediante apresentação de documento de identificação com CPF e do bilhete ou fração original premiada.
A chance de ganhar na Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Quanto maior a emissão, maior o número de bilhetes concorrendo ao prêmio principal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
Veja o resultado da Loteria Federal 6107.
Redação Brasil 61
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