15/05/2026 14:05h

Recursos vão apoiar cidades do Rio Grande do Sul, Pará e Minas Gerais

Baixar áudio

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), autorizou, nesta quinta-feira (14), o repasse de R$ 5 milhões para ações de recuperação nos municípios de Ibirapuitã e Imigrante, no Rio Grande do Sul; Breu Branco, no Pará, e Cachoeira de Pajeú, em Minas Gerais. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo: 

Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.

Como solicitar recursos

Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.

Capacitação para agentes de defesa civil

A Defesa Civil Nacional também oferece uma série de cursos a distância para capacitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar os profissionais das três esferas de governo para responderem de forma eficiente às situações de emergência. Confira aqui a lista completa dos cursos.

Copiar textoCopiar o texto
15/05/2026 09:00h

Com a medida, municípios estão aptos a solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil

Baixar áudio

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta sexta-feira (15), a situação de emergência em 19 cidades afetadas por desastres nos estados do Amazonas, Bahia, Pará, Paraíba, Rio Grande do Norte e Rio Grande do Sul. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:

Foram castigados por fortes chuvas os municípios de Novo Aripuanã, no Amazonas, e Ipixuna do Pará, Medicilândia e Salvaterra, no Pará, enquanto Uruará, também no estado paraense, foi atingido por alagamentos.

Por outro lado, as cidades de Vitória da Conquista, na Bahia; Alcantil, Areial, Diamante, Juazeirinho, Livramento, Natuba, Olivedos, São João do Tigre e São João do Bonfim, na Paraíba; Afonso Bezerra, no Rio Grande do Norte, e Cândido Godói, Giruá e São Luiz Gonzaga, no Rio Grande do Sul, passam por um período de estiagem.

Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.

Como solicitar recursos 

Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados. 

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

Com informações do MIDR

Copiar textoCopiar o texto
14/05/2026 10:00h

Durante agenda em Minas Gerais, MIDR anunciou novos investimentos para projetos ligados às bacias dos rios São Francisco e Parnaíba

Baixar áudio

O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, visitou, nesta quarta-feira (13), a nascente histórica do Rio São Francisco, no Parque Nacional da Serra da Canastra, em São Roque de Minas (MG), durante agenda da iniciativa Caminho das Águas. Acompanhado de autoridades locais, parlamentares, representantes do Governo Federal e integrantes da comitiva ministerial, Waldez Góes percorreu áreas do parque e visitou as obras de pavimentação da estrada de acesso à nascente do Velho Chico. Durante a visita, o ministro destacou a importância da preservação ambiental e da valorização de um dos principais símbolos hídricos do país.

A agenda começou na nascente histórica do Rio São Francisco, onde o ministro conheceu de perto o local considerado o berço do Velho Chico. Em clima descontraído, Waldez Góes recolheu um pouco da água com as mãos, lançou para o alto e passou no rosto, em um gesto simbólico de celebração e conexão com o rio que tem papel fundamental para a segurança hídrica do semiárido brasileiro.

Na sequência, a comitiva percorreu trechos das obras de recuperação e pavimentação da estrada de acesso ao parque para conferir o andamento das intervenções que buscam melhorar a trafegabilidade e fortalecer o turismo sustentável na região.“É uma obra complexa, que está sendo executada com muita responsabilidade e que vai criar um impacto social, econômico e cultural para a região de São Roque e para todos aqueles brasileiros e não brasileiros que visitam a Serra da Canastra, potencializando ainda mais a geração de oportunidades”, afirmou o ministro.

Waldez Góes também ressaltou o papel estratégico do Rio São Francisco para a segurança hídrica do país e defendeu a continuidade das políticas públicas voltadas à revitalização das bacias hidrográficas e ao acesso à água. “Hoje são mais de 30 milhões de pessoas beneficiadas com as águas do São Francisco. É com projetos como a revitalização das nascentes e a transposição que o rio poderá voltar a ter mais água, mais vida, mais oportunidades e mais desenvolvimento para o povo brasileiro”, declarou.

Representando o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, o coordenador-geral de Recursos Hídricos do MME, Wilson Rodrigues de Melo Júnior, reconheceu que a preservação das nascentes e a gestão hídrica são fundamentais para garantir múltiplos usos da água, incluindo geração de energia, turismo e desenvolvimento regional. “O Ministério passa a enxergar o uso da água não só sobre o aspecto da necessidade de gerar energia, mas também da necessidade de garantir água para todos os usos”, observou.

A diretora da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico, Cristiane Battiston, destacou a emoção em ver a nascente do Rio São Francisco e salientou a importância da participação da sociedade, especialmente dos jovens, na construção de políticas públicas voltadas à gestão das águas. “A gente precisa de ideias, precisa de inovação, de criatividade. Então é muito importante esse engajamento dos jovens, que conheçam os espaços de discussão e debate onde podem levar as demandas”, afirmou.

A relevância do Rio São Francisco para o desenvolvimento do semiárido nordestino foi destacado pela diretora da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf), Alessandra Rossin. Ela lembrou do compromisso do Governo Federal com a preservação da nascente. “As águas aqui da nascente do São Francisco andam mais de 2 mil quilômetros e levam desenvolvimento para todo o semiárido do sertão nordestino. Poder conhecer a nascente desse rio tão importante e ver a dedicação desse governo em preservar e reabastecer essa nascente é um privilégio”, comentou.

Novos investimentos anunciados

Após a visita técnica, a programação seguiu com cerimônia de anúncios e assinaturas de ações voltadas à revitalização hidroambiental, segurança hídrica e recuperação de bacias nas regiões do São Francisco e Parnaíba.

Entre as medidas anunciadas durante o evento está a implantação de um projeto de sinalização náutica no Rio São Francisco, em Pirapora (MG), com investimento de R$ 2,4 milhões para fortalecer a navegação e o turismo regional.

Também foram assinados contratos para ações de recuperação hidroambiental em Pilão Arcado (BA) e Petrolândia (PE). As iniciativas somam R$ 9,5 milhões em investimentos voltados à recuperação de microbacias e à ampliação da disponibilidade hídrica para comunidades locais.

Outro anúncio foi a retomada do Sistema de Esgotamento Sanitário de Malhada (BA), obra iniciada em 2008 e paralisada com 48% de execução. O empreendimento receberá R$ 20,5 milhões e beneficiará cerca de 15,4 mil pessoas.

A cerimônia também marcou o anúncio de um projeto de educação ambiental na Bacia do Rio Parnaíba, voltado ao uso consciente dos recursos hídricos em comunidades rurais e ribeirinhas do Piauí e Maranhão. A iniciativa contará com investimento de R$ 4,3 milhões e deve alcançar cerca de 1,3 milhão de pessoas.

Voçoroca em São Roque de Minas

A pedido do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro visitou um local afetado por voçoroca que ameaça a cidade de São Roque de Minas. Waldez Góes anunciou que o MIDR dará encaminhamento a uma solução para o problema geológico. O prefeito, Brexinha, ressaltou que o projeto já está em análise no MIDR. “A voçoroca é algo que realmente me deixa muito preocupado. Se fôssemos executar essa obra, teríamos que fechar a prefeitura com todas as despesas por seis meses”, enfatizou Brexinha que também elogiou as ações junto ao Parque Nacional da Serra da Canastra. “Aqui é o berço de uma das mais importantes bacias hidrográficas do país. A água que sai daqui vai para todo o Nordeste, com a transposição do São Francisco. Estamos no caminho certo com a prevenção e a revitalização das bacias”, destacou.

Copiar textoCopiar o texto
13/05/2026 18:00h

O sorteio da Loteria Federal 6065 ocorre na noite desta quarta-feira (13), no Espaço da Sorte, em São Paulo (SP)

O resultado da Loteria Federal, concurso 6065 divulgado nesta quarta-feira, 13 de maio de 2026, premiou jogadores de diversas regiões do Brasil. O apostador da Lotérica Babanal LTDA, de Bananal/SP, levou o primeiro prêmio de R$ 500.000,00. O segundo prêmio, no valor de R$ 35.000,00, foi destinado à aposta da Lotérica Sorte Forte LTDA em Descalvado/SP, enquanto a aposta feita na Chave da Sorte Loterias, em Niterói/RJ, faturou R$ 30.000,00.

Outros sortudos incluem a aposta da Lotérica Escadão em Francisco Morato/SP, que recebeu R$ 25.000,00. O último prêmio de R$ 20.363,00foi da Leli Loterias LTDA, em São Paulo/SP. A Loteria Federal continua sendo uma das modalidades mais tradicionais e procuradas pelos brasileiros, oferecendo grandes prêmios e oportunidades para quem sonha em mudar de vida.

Resultado da Loteria Federal 6065 (13): bilhetes sorteados

  • 1º prêmio: Bilhete 032995 – R$ 500.000,00
  • 2º prêmio: Bilhete 072729 – R$ 35.000,00
  • 3º prêmio: Bilhete 086575 – R$ 30.000,00
  • 4º prêmio: Bilhete 091972 – R$ 25.000,00
  • 5º prêmio: Bilhete 023953 – R$ 20.363,00

Resultado Concurso 6065 (13/05/2026)

Destino Bilhete Unidade Lotérica Cidade/UF Valor do Prêmio (R$)
032995 LOTERICA BANANAL LTDA BANANAL/SP R$ 500.000,00
072729 LOTERICA SORTE FORTE LTDA DESCALVADO/SP R$ 35.000,00
086575 CHAVE DA SORTE LOTERIAS NITEROI/RJ R$ 30.000,00
091972 LOTERICA ESCADAO FRANCISCO MORATO/SP R$ 25.000,00
023953 LELI LOTERIAS LTDA SAO PAULO/SP R$ 20.363,00

Loteria Federal: como jogar?

A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.

O bilhete inteiro é composto por 10 frações e custa R$ 40,00. Você também pode comprar frações do bilhete, que custam R$ 4,00 cada, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.

Loteria Federal: sorteios

As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana, às quartas e aos sábados, e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.

  • QUARTOU: sorteio realizado todas as quartas-feiras;
  • Extração Regular de Sábado: sorteios realizados aos sábados;
  • ENRICOU: sorteio mensal realizado em um sábado do mês;
  • Especial de Natal: sorteio anual realizado em dezembro.

Loteria Federal: premiação

Além do prêmio principal, a Loteria Federal premia também aqueles que acertam frações do número sorteado, como dezenas, centenas e unidades. Há ainda prêmios para números próximos ao primeiro prêmio.

Você pode receber seu prêmio em qualquer lotérica ou nas agências da CAIXA. Caso o prêmio bruto seja superior a R$ 2.259,20, o pagamento deve ser realizado somente nas agências da CAIXA, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e do bilhete (ou fração) original e premiado. Valores iguais ou acima de R$ 10.000,00 são pagos no prazo mínimo de dois dias úteis a partir de sua apresentação em agência da CAIXA.

Qual a probabilidade de ganhar na Loteria Federal?

A chance de acerto dos prêmios principais da Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Veja as probabilidades:

  • Extração de quarta-feira: 1 em 92.000
  • Extração de sábado: 1 em 96.000
  • Milionária Federal: 1 em 84.000
  • Especial de Natal: 1 em 85.000 (por série)

Essas probabilidades indicam quantas apostas concorrem ao prêmio principal em cada sorteio da Loteria Federal.

Para mais informações, acesse Loterias Caixa.

Copiar textoCopiar o texto
13/05/2026 17:30h

Recursos vão apoiar medidas emergenciais em municípios afetados por desastres nos três estados e no estado da Paraíba

Baixar áudio

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), autorizou, nesta quarta-feira (13), o repasse de R$ 8,5 milhões para ações de resposta nos municípios de Alecrim, no Rio Grande do Sul, Goiana, em Pernambuco, e Santa Rita, na Paraíba, além do Estado da Paraíba. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:

Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.

Como solicitar recursos

Municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar recursos ao MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A partir dos planos de trabalho enviados, a equipe técnica da Defesa Civil Nacional avalia as metas e valores propostos. Após aprovação, os repasses são formalizados por meio de portaria no DOU, liberando os valores correspondentes.

Capacitação para agentes de defesa civil

A Defesa Civil Nacional também oferece uma série de cursos a distância para capacitar e qualificar agentes municipais e estaduais no uso do S2iD. O objetivo é preparar os profissionais das três esferas de governo para responderem de forma eficiente às situações de emergência. Confira aqui a lista completa dos cursos.

Copiar textoCopiar o texto
13/05/2026 17:00h

Com a medida, municípios estão aptos a solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil

Baixar áudio

O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta quarta-feira (13), a situação de emergência em 24 cidades afetadas por desastres nos estados do Acre, Amazonas, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Paraná, Piauí, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:

Foram castigados por fortes chuvas os municípios de Tianguá, no Ceará; Aldeias Altas e Mirinzal, no Maranhão; Breves, Curralinho, Igarapé-Miri e Juruti, no Pará, e Parnamirim, no Rio Grande do Norte.

Por outro lado, as cidades de Quiterianópolis, no Ceará; Baraúna, Barra de Santa Rosa e São José de Caiana, na Paraíba; Cruzeiro do Iguaçu, no Paraná; Coronel José Dias, no Piauí, e Ubiretama, no Rio Grande do Sul. Já Rodolfo Fernandes, também no Rio Grande do Norte, enfrenta a seca, que é um período de chuva mais prolongado do que a estiagem.

Já os municípios de Juarez Távora, na Paraíba, e Piedade, em São Paulo, obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência por causa de alagamentos e queda de granizo, respectivamente.

As cidades de Marechal Thaumaturgo e Porto Walter, no Acre, e Juruá, no Amazonas, registraram inundações, enquanto Jordão, também no Acre, derramamento de produtos químicos em ambiente lacustre, fluvial e marinho.

Por fim, os municípios de Guaraniaçu e Palmital, no Paraná, foram atingidos por enxurradas e vendaval, respectivamente.

Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.

Como solicitar recursos 

Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados. 

Capacitações da Defesa Civil Nacional

A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.

Com informações do MIDR

Copiar textoCopiar o texto
13/05/2026 16:30h

CNIC é o órgão colegiado responsável por subsidiar as decisões do Ministério da Cultura sobre os projetos inscritos na Lei Rouanet

Baixar áudio

O Ministério da Cultura chegou à 11ª edição itinerante da Comissão Nacional de Incentivo à Cultura, a CNIC, reforçando a estratégia de nacionalização da Lei Rouanet e de aproximação com produtores culturais, artistas, gestores e empresários em diferentes regiões do país. Desta vez, a agenda foi realizada em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, com plenárias, encontros setoriais, palestras e visitas técnicas a projetos incentivados.

A CNIC é o órgão colegiado responsável por subsidiar as decisões do Ministério da Cultura sobre os projetos inscritos na Lei Rouanet. Atualmente, a comissão reúne 21 representantes da sociedade civil e do poder público, que atuam de forma voluntária na análise das propostas culturais.

A coordenadora-geral de Articulação e Gestão do Pronac, da Secretaria de Fomento e Incentivo à Cultura, Erica Freddi, destaca que o formato itinerante fortalece o acesso às políticas culturais em diferentes territórios do país.

“A itinerância vem trazer essa aproximação tão necessária da dos membros, entre os membros da comissão e a sociedade nas nas suas várias localidades. Então é uma forma de nacionalizar a cultura também, né? Além de também trabalhar uma outra ponta que é a mobilização e a sensibilização do empresariado da região, para que eles aportem recursos no mecanismo também em projetos da sua região, o que é muito importante, né? E além disso tudo, a gente ainda vai a campo visitar os projetos no sentido de sensibilizar ainda mais os nossos comissários para que eles conheçam, o que de fato acontece nas localidades. sso é muito importante.”

Além das plenárias de análise de projetos, a programação contou com atividades voltadas à orientação prática sobre o funcionamento do mecanismo de incentivo e visitas técnicas de espaços culturais incentivados pela lei, aproximando agentes culturais do Ministério da Cultura.

A produtora cultural, conselheira municipal de cultura de Galópolis e historiadora Francielle Oliveira destacou a importância desse contato direto durante a itinerância em Caxias do Sul.

“Acho que que essas formações, esse acesso humanizado, porque é uma coisa é tu ler no site, outra coisa tu ter contato com a pessoa responsável ela falar, enfim, a gente tem oportunidade de tirar dúvidas que nem foi ontem, na verdade foi anteontem, né? Que a gente teve também os encontros, então eu acho que é que é fundamental para abrir portas e aproximar."

A itinerância também abriu espaço para debates sobre diversidade cultural e os desafios enfrentados por grupos e comunidades no acesso ao financiamento cultural.

O vice-presidente da Associação Cultural Essência Cigana do Brasil e coordenador do Grupo Cultural Essência Cigana, Márcio Alendi, afirmou que a presença da CNIC nos territórios ajuda a ampliar o diálogo com diferentes segmentos culturais.

“Eu acho que essa aproximação ela é de extrema importância, porque justamente nós que representamos essa parte cênica da cultura cigana, nós temos muita dificuldade de chegar no final do projeto, né? A gente consegue até desenvolver projetos, mas nós não conseguimos chegar nos patrocinadores. Eu acho que essa aproximação com o Ministério da Cultura, poder levar essa informação e poder fazer essa essa parceria com o Ministério da Cultura para poder levar a informação da importância da cultura e dos povos ciganos para para nossa sociedade, para o nosso país, porque a cultura cigana ela ela fez parte diretamente da construção, né, do não só do nosso país, mas do mundo”

As edições itinerantes da CNIC acontecem de forma bimestral. A previsão do Ministério da Cultura é que a próxima edição seja realizada na região Centro-Oeste. Para saber mais, acesse o site.
 

Copiar textoCopiar o texto
13/05/2026 09:00h

Investimento de R$ 37 milhões garante água de qualidade para famílias rurais de Alagoinha e Capoeiras

Baixar áudio

 Foram anos de espera até que a comunidade de Laje do Carrapicho, no município de Alagoinha (PE), pudesse finalmente ter acesso à água de qualidade para beber. Durante esse período, a água que brotava do chão servia aos animais, mas não podia ser consumida pelas famílias da região. Essa realidade começou a mudar nesta terça-feira (12), com a chegada do Programa Água Doce (PAD), do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).

“Quando o poço chegou na nossa comunidade, a água era só para os animais, para lavar roupa e pra limpar a casa, mas agora vamos poder consumir uma água de qualidade”, comemora Laudijane da Silva, presidente da Associação dos Pequenos Produtores da comunidade.

A mudança vivida em Laje do Carrapicho faz parte de uma agenda de entregas realizada no agreste pernambucano pelo Programa Água Doce, iniciativa do Governo Federal executada em parceria com o Governo de Pernambuco. Ao todo, 15 sistemas de dessalinização entraram em operação nos municípios de Alagoinha e Capoeiras, beneficiando cerca de 1.500 famílias das zonas rurais. A ação integra um conjunto maior de 42 equipamentos destinados a comunidades pernambucanas, com investimento aproximado de R$ 37 milhões.

O coordenador do Programa Água Doce no MIDR, Wellyngton Caldas, destacou que o momento simboliza a retomada de um compromisso histórico com o semiárido. “Eu, como pernambucano, fico muito contente em ver a conclusão desse convênio, firmado há anos, e que agora estamos conseguindo concluir”, afirmou.

Os sistemas utilizam tecnologia de osmose reversa para transformar água salobra em água potável, garantindo qualidade, segurança sanitária e dignidade às famílias do semiárido. Em Alagoinha, foram beneficiadas as comunidades de Boa União, Pintada, Saco, Laje do Carrapicho, Cafundó e Salambaia. Em Capoeiras, os equipamentos chegaram às comunidades de Caldeirão, Imbé de Baixo, Mimoso, Pau Ferro, Cascavel, Maniçoba, Lagoa do Tanque e Gurjão 1 e 2.

Presente na solenidade, a vice-governadora de Pernambuco, Priscila Krause, ressaltou a importância da articulação entre os governos para destravar obras que estavam paradas há mais de uma década. “A gente só tem que agradecer ao Governo Federal, ao presidente Lula e ao ministro Waldez Góes, porque estamos inaugurando mais um dessalinizador de um convênio que estava parado desde 2013. Nós já entregamos dezenas de sistemas e ainda temos outros em execução, inclusive mais três aqui para Alagoinha e para vários outros municípios”, afirmou.

O secretário de Desenvolvimento Agrário de Pernambuco, Cícero Moraes, por sua vez, enfatizou que a entrega dos equipamentos só foi possível a partir de decisões políticas que recolocaram o programa em funcionamento. “O Governo Federal já tinha investido mais de R$ 30 milhões em Pernambuco no programa de dessalinizadores, mas nada tinha sido entregue. A partir do momento em que houve decisão política e uma administração séria, esse programa voltou a andar e hoje a gente consegue ver o resultado chegando na ponta, para quem mais precisa”, ressaltou.

Na comunidade de Mimoso, em Capoeiras, o impacto da chegada da água potável já é sentido como um divisor de águas. Para Ivanderlin Cavalcante, o dessalinizador representa o fim de uma rotina marcada pela incerteza. “Isso vai mudar bastante minha vida. No dia a dia geralmente não tem água, tem que comprar, esperar o carro vir. Agora vai ser mais fácil. Foram muitos anos esperando essa água. Essa água é uma graça de Deus para o povo”, contou.

A chegada do Programa Água Doce às comunidades de Laje do Carrapicho e Mimoso marca uma mudança concreta na vida das famílias atendidas. Além de ampliar o acesso à água potável, a ação leva mais segurança e qualidade de vida para a população rural.

Copiar textoCopiar o texto
13/05/2026 04:45h

Instituição participa da Brazil Week e do GRI Brazil Investment Summit 2026 nos Estados Unidos para ampliar parcerias e atrair investidores para a Amazônia Legal

Baixar áudio

O Banco da Amazônia iniciou nesta semana uma agenda de compromissos em Nova Iorque, nos Estados Unidos, durante a Brazil Week. A programação reúne representantes do mercado financeiro e do setor empresarial em encontros voltados à construção de parcerias e ao diálogo com investidores internacionais.

Segundo a instituição, a participação nos eventos busca apresentar o trabalho desenvolvido nos últimos anos na Amazônia Legal, com destaque para os impactos econômicos e para as oportunidades de investimento na região. O banco também pretende ampliar o relacionamento com investidores estrangeiros e consolidar novas parcerias.

“A nossa presença aqui é exatamente para estabelecer relacionamentos, construir parcerias e mostrar o impacto do trabalho que temos realizado. É uma atuação que gera resultado econômico, cria oportunidades de investimento e entrega valor tanto para investidores quanto para o país”, explicou Fabio Maeda, diretor de Controle e Risco do Banco da Amazônia.

A instituição participou, nesta segunda-feira (11), do Brasil-U.S. Industry Day, promovido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em parceria com a Câmara de Comércio dos Estados Unidos. O encontro debateu temas ligados à atração de investimentos e à simplificação de processos para estimular a economia brasileira.

A agenda deste início de semana também incluiu discussões sobre liderança feminina. Executivas, empresárias e lideranças brasileiras e estrangeiras participaram do evento Inspiring Women of the Year – New York, realizado como parte da Brazil Week.

O encontro marcou a primeira articulação estruturada da Delegação Brasileira de Liderança Feminina dentro da programação do evento internacional. O Banco da Amazônia atua como apoiador institucional da delegação, por meio do projeto Mulheres Inspiradoras.

Para a gerente de Marketing e Comunicação do Banco da Amazônia, Ruth Helena Lima, a instituição considera a equidade e a diversidade pilares estratégicos. No evento, ela destacou ações voltadas ao incentivo do empreendedorismo feminino na região amazônica.

"Ao apoiar iniciativas como essa, promovemos ativamente o empreendedorismo feminino e a presença de mulheres em cargos de decisão, integrando sustentabilidade e finanças. Para nós do Banco da Amazônia, isso reforça o nosso compromisso com a igualdade de gênero, conectando líderes amazônicas a líderes mundiais e debates internacionais sobre governança, economia, comunicação. Isso gera mais desenvolvimento para a Amazônia e para o Brasil", explicou.
Promovido pela Plataforma Mulheres Inspiradoras, o Inspiring Women of the Year – New York reuniu lideranças femininas em torno do reconhecimento de trajetórias profissionais e da ampliação de conexões internacionais. 

A idealizadora da iniciativa, Geovana Quadros, destacou a presença de mulheres da Amazônia na premiação e ressaltou a parceria do Banco da Amazônia em ações ligadas à valorização da liderança feminina.
"A reunião de hoje é importante para reconhecer os nomes de mulheres e suas trajetórias ao longo do tempo, multisetorial – em vários setores distintos. O 'Mulheres Inspiradoras' nasceu há 11 anos para isso. Somos um movimento pioneiro de liderança a reunir mulheres de vários setores. E fazemos mensalmente edições para reforçar mulheres em condição de poder para que permaneçam lá e também de uma forma da gente corroborar para que mais lideranças femininas surjam."

Agenda nos EUA

Em Nova Iorque, o Banco da Amazônia também participa do GRI Brazil Investment Summit, ambiente voltado à conexão entre fundos globais e lideranças dos setores de infraestrutura e ESG — sigla em inglês para práticas ambientais, sociais e de governança. Representado pelo diretor Fábio Maeda, o Banco integra o painel “Funding Grid Expansion and Energy Transition”, discutindo o financiamento da transição energética sustentável no Brasil. 

De acordo com o banco, a agenda inclui ainda visitas técnicas ao Brooklyn Marine Terminal (porto elétrico) e ao plano de resiliência climática de Lower Manhattan, procurando soluções inovadoras aplicáveis à realidade amazônica. 
 

Copiar textoCopiar o texto
12/05/2026 17:30h

Encontro reuniu órgãos federais e estaduais para fortalecer ações de prevenção, preparação e resposta a desastres no país

Baixar áudio

Planejar para reduzir riscos, proteger vidas e fortalecer a capacidade de resposta do país diante dos desastres naturais. Com esse propósito, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, promoveu, nesta terça-feira (12), em Brasília, a 1ª Oficina de Alinhamento Estratégico dos Órgãos e Entidades do Sistema Federal de Proteção e Defesa Civil (SIFPDEC), voltada à implementação das metas previstas no Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil (PN-PDC), considerado uma das principais estratégias do Estado brasileiro para consolidar uma política permanente de prevenção, preparação e resposta a desastres.

O encontro reuniu representantes de órgãos federais e estaduais para discutir caminhos de implementação das diretrizes do plano, com foco na elaboração dos Planos Estaduais de Proteção e Defesa Civil e no fortalecimento da articulação entre União, estados e municípios. Durante a abertura, o chefe de gabinete da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), Rafael Machado, destacou que o enfrentamento aos desastres exige atuação conjunta e integração permanente entre as instituições que compõem o sistema federal. “Todos os órgãos que integram o Sistema Federal de Proteção e Defesa Civil têm responsabilidades fundamentais nesse objetivo comum de reduzir os riscos e os impactos dos desastres no Brasil. Cada instituição contribui com conhecimentos técnicos e capacidades que fortalecem a atuação do Estado diante dos eventos extremos”, afirmou.

Segundo o chefe de gabinete, o Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil foi construído de forma participativa em meio à mobilização nacional para resposta ao desastre no Rio Grande do Sul. “Foi um período desafiador, mas que também demonstrou a força das instituições públicas e o comprometimento dos servidores”, ressaltou.

Rafael Machado destacou ainda que a oficina representa uma oportunidade de fortalecer o alinhamento entre os órgãos federais e avançar na implementação do plano. “Esse encontro permite ampliar a integração entre as instituições, compartilhar experiências e aprimorar continuamente a implementação dessa política pública”, completou.

A coordenadora de Articulação e Gestão Estratégica da Defesa Civil Nacional, Pamela Fonseca, ressaltou que a oficina busca aproximar os órgãos parceiros para fortalecer o acompanhamento das metas previstas no plano. “É uma grande oportunidade para fazermos essa aproximação com os órgãos parceiros, integrantes do Sistema Federal de Proteção e Defesa Civil, para avançarmos na metodologia de acompanhamento e monitoramento das metas pactuadas no âmbito do PN-PDC”, destacou.

Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil

Lançado em novembro de 2025, durante a 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 30), o Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil terá vigência de dez anos, entre 2025 e 2035, e estabelece 163 metas destinadas ao fortalecimento da atuação coordenada em gestão de riscos e desastres em todo o território nacional.

Entre os principais objetivos do plano está garantir que todas as unidades da federação possuam planos estaduais estruturados, alinhados às diretrizes nacionais e capazes de orientar ações de prevenção, mitigação, preparação, resposta e recuperação diante de desastres.

Representando o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o pesquisador Laerte Namikawa destacou que o alinhamento entre os órgãos federais é essencial para integrar capacidades técnicas e fortalecer as ações de prevenção e resposta. “O INPE já atua no apoio à resposta a desastres por meio do fornecimento de imagens de satélite, inclusive com apoio da Carta Internacional Espaço e Grandes Desastres, como ocorreu no Rio Grande do Sul. Além disso, temos contribuições importantes nas áreas de estudos climáticos, monitoramento e identificação de áreas de risco. Esse alinhamento é fundamental para entendermos como cada órgão pode contribuir e para construirmos soluções integradas”, afirmou.

Programação

A programação da oficina incluiu apresentações sobre o panorama geral do PN-PDC, diretrizes estratégicas, metodologia de implementação e funcionamento do sistema de monitoramento e acompanhamento das metas. Também foram realizados trabalhos em grupo para qualificação das metas pactuadas e discussão de estratégias de atuação interfederativa.

Na dinâmica participativa, os grupos apresentaram propostas voltadas ao aprimoramento das metas do plano, sugestões para fortalecer a cooperação entre os entes federativos e contribuições para a criação de grupos de trabalho temáticos.

A iniciativa integra as ações estruturantes conduzidas pela Defesa Civil Nacional para consolidar a implementação do Plano Nacional de Proteção e Defesa Civil e ampliar a capacidade de prevenção e resposta do país frente aos desafios climáticos e aos eventos extremos.

Copiar textoCopiar o texto