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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), reuniu nesta quarta-feira (10) órgãos federais e instituições de monitoramento para avaliar os cenários climáticos previstos para os próximos meses e alinhar ações de preparação e resposta a possíveis eventos extremos associados ao fenômeno El Niño.
Durante o encontro, especialistas apresentaram os prognósticos climáticos mais recentes para o país e discutiram os possíveis impactos do fenômeno em diferentes regiões brasileiras. A Sedec acompanha a evolução do cenário e coordena estratégias para apoiar estados e municípios diante de eventuais ocorrências associadas ao El Niño.
Conforme reforçou o coordenador-geral de Gerenciamento de Riscos da Sedec, Leno Rodrigues de Queiroz, as consequências do El Niño mudam de região para região no Brasil, exigindo planejamento adequado. “Estamos olhando cuidadosamente para possibilidades de estiagem, incêndios e chuvas. A Defesa Civil Nacional está pronta e em contato permanente com órgãos do Sistema Federal de Proteção e Defesa Civil para orientar os estados e munícipios e garantir apoio nas estratégias de enfrentamento ao El Niño”, afirmou.
Os impactos esperados para o trimestre de junho, julho e agosto apontam para tendência de chuvas acima da média no centro-sul do país, com o Rio Grande do Sul sendo apontado como o estado potencialmente mais impactado; e expectativa de seca severa nas regiões Norte e Nordeste, com riscos de incêndios florestais e ondas de calor a partir de agosto e setembro.
Segundo Marcelo Seluchi, coordenador-geral de Operações e Modelagens do Cemaden, os órgãos competentes já trabalham com a certeza de ocorrência do fenômeno. “Temos condições de afirmar que o El Niño vai chegar, mas ainda não há previsões confiáveis sobre a intensidade do fenômeno”, afirmou.
O meteorologista da Divisão de Previsão de Tempo e Clima do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), Fábio Rocha, destacou que a expectativa para a intensidade do El Niño varia de moderada a forte, com maior robustez prevista para o período da primavera. “Já conseguimos observar o progressivo aquecimento das águas do Oceano Pacífico indicando a ocorrência do fenômeno e temos previsão de aumento na temperatura da superfície do mar até o final do ano”, detalhou.
O monitoramento contínuo é uma das ferramenta para o enfrentamento ao El Niño. Para garantir essa vigilância constante, a Sedec realiza um briefing diário de acompanhamento da evolução do fenômeno. “Precisamos nos antecipar aos cenários prováveis, acompanhando de perto os relatórios e as notas técnicas emitidas pelos institutos de pesquisa", acrescentou o coordenador-geral de Gerenciamento de Desastres da Sedec, Tiago Schnorr.
O enfrentamento aos efeitos do El Niño será interministerial. A reunião contou com a articulação de pastas estratégicas, como o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), o Ministério da Saúde (MS), o Serviço Geológico do Brasil (SGB), o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) e a Defensoria Pública da União (DPU), garantindo que as populações historicamente mais vulneráveis recebam a devida assistência.
O INPE, o INMET, a Fundação Cearense de Meteorologia e Recursos Hídricos (Funceme) e o Centro Gestor e Operacional do Sistema de Proteção da Amazônia (CENSIPAM) publicaram, na última segunda-feira, uma nota técnica conjunta com as análises mais recentes sobre a possível evolução do fenômeno El Niño ao longo de 2026. O documento aponta cerca de 60% de chance de formação do fenômeno ao longo do segundo semestre, com possível atuação até o início de 2027.
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Baixar áudioA construção de soluções para ampliar a segurança hídrica no semiárido piauiense avançou mais uma etapa nesta quarta-feira (10), com a realização, em Teresina (PI), da Oficina Participativa do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica, Ambiental e Social (EVTEAS) do Projeto de Integração Hídrica do Semiárido Piauiense. Promovida pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), a iniciativa dá continuidade ao processo iniciado em Brasília, em abril, e reforça o compromisso do Governo Federal com a participação social e a articulação institucional.
Realizada pela Secretaria Nacional de Segurança Hídrica (SNSH), a oficina foi planejada como um espaço de trabalho cooperativo, indo além do formato tradicional de consulta pública, com foco na integração de iniciativas e no fortalecimento da articulação institucional. O encontro reuniu representantes de órgãos estaduais, entidades técnicas, instituições públicas e organizações da sociedade civil.
O diretor do Departamento de Projetos Estratégicos do MIDR, Bruno Cravo, destacou a importância da participação ativa dos diversos atores envolvidos no processo. “A oficina realizada hoje aqui no Estado é uma oportunidade das diversas entidades técnicas, secretarias de governo e instituições da organização civil, enfim, não só tomarem conhecimento do andamento do nosso estudo, mas principalmente contribuírem, agregando as iniciativas individuais de cada órgão e de cada secretaria, podendo tornar a integração, que é o cerne da proposição do nosso estudo, ainda mais efetiva”, afirmou.
A oficina é parte fundamental da elaboração do EVTEAS, estudo que avalia alternativas para ampliar as disponibilidades hídricas em municípios das bacias dos rios Canindé e Piauí, a partir da captação no Lago de Sobradinho, na Bahia. A programação incluiu apresentações técnicas, debates orientados e trabalhos em grupo, com foco na coleta de contribuições e no alinhamento entre os diversos entes envolvidos.
Durante a programação, os participantes tiveram acesso às informações atualizadas sobre o andamento do EVTEAS e puderam apresentar contribuições técnicas que serão analisadas e consideradas na consolidação final do estudo. O projeto tem como objetivo avaliar alternativas para complementar a disponibilidade hídrica de municípios piauienses, majoritariamente localizados nas bacias dos rios Canindé e Piauí, a partir da captação de água no Lago de Sobradinho, na Bahia.
“Um evento como esse é extremamente enriquecedor para o Estado do Piauí. Trata-se de um debate necessário, que traz para o centro das discussões temas fundamentais, como novas fontes de abastecimento hídrico e educação ambiental. A população piauiense só tem a ganhar com iniciativas como essa, que são de grande valia para o semiárido e para o desenvolvimento do turismo no estado. Acredito que esse processo resultará em ações muito positivas para o Piauí”, afirmou Joquebede Benvindo, diretora de Recursos Hídricos da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Estado do Piauí.
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Baixar áudioA Escola Solano Trindade de Cultura e Economia Criativa (Escult) está com inscrições abertas para a segunda turma do Curso Livre de Fotografia. Gratuita, online e autoinstrucional, os interessados podem se inscrever até o dia 2 de novembro, por meio da plataforma da Escult.
Com carga horária de 60 horas, o curso aborda conteúdos fundamentais para a formação fotográfica, como história da fotografia, técnicas de fotometria, uso de lentes e objetivas, composição de imagens e pós-produção. A iniciativa integra o Programa de Capacitação e Qualificação Profissional da Escult e busca fortalecer a formação técnica de trabalhadores e trabalhadoras da cultura.
Mais do que registrar imagens, a fotografia é uma linguagem artística e uma ferramenta de comunicação cada vez mais presente no cotidiano contemporâneo. Em um cenário em que milhões de pessoas carregam câmeras no bolso por meio dos celulares, o curso propõe ampliar o olhar sobre as possibilidades criativas da fotografia, explorando técnicas de luz, enquadramento, narrativa visual e preservação de imagens.
O curso também aborda a importância da fotografia como documento histórico, expressão artística e memória social. Próxima de completar 200 anos de existência, a linguagem fotográfica segue em constante transformação e cada vez mais integrada às dinâmicas culturais e digitais da sociedade.
A formação é coordenada pelo professor doutor Murilo Gabriel Berardo Bueno e tem como objetivo ampliar oportunidades de qualificação técnica no setor cultural, oferecendo suporte a profissionais envolvidos em produções culturais e criativas.
A Escult foi desenvolvida pela Diretoria de Políticas para Trabalhadores da Cultura (Dtrac), da Secretaria de Economia Criativa (SEC) do Ministério da Cultura (MinC), em parceria com o Instituto Federal de Goiás (IFG). A iniciativa oferece cursos livres, formações iniciais e continuadas (FIC) e pós-graduações alinhadas ao Plano Nacional de Cultura, com o compromisso de ampliar o acesso à formação profissional no setor cultural brasileiro.
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Baixar áudioO presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes, lançaram durante o Rio2C 2026, no Rio de Janeiro, a Tela Brasil, primeira plataforma pública federal de streaming do audiovisual brasileiro. Gratuita e acessível, a iniciativa reúne mais de 500 obras audiovisuais nacionais, entre filmes, séries, documentários, animações e conteúdos históricos, fortalecendo o acesso da população ao cinema e à memória cultural do país.
A cerimônia também marcou a assinatura do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre o Ministério da Cultura (MinC) e a Empresa Brasil de Comunicação (EBC), permitindo a integração gradual do acervo da TV Brasil à plataforma e ampliando a oferta de conteúdos públicos nacionais.
O lançamento reuniu representantes do setor audiovisual brasileiro, entre eles artistas, cineastas, produtores, pesquisadores, gestores culturais, influenciadores e profissionais da comunicação pública.
Ao apresentar a iniciativa, o presidente Lula assegurou que, ao ampliar o acesso à história e à diversidade cultural brasileira por meio do audiovisual, a plataforma pode aproximar diferentes gerações das narrativas que ajudam a compreender a formação do país e a riqueza de suas expressões culturais. “Eu sonhei que a gente pudesse pegar os momentos históricos mais importantes do Brasil e fazer grandes longas-metragens para a gente conhecer profundamente esse país. E mais importante ainda: contar as histórias que não estão nos livros, do povo que lutou, do povo que permaneceu anônimo, mas que ajudou a construir o Brasil.”
Segundo o presidente, fortalecer a cultura é também fortalecer pertencimento e identidade nacional. “A gente precisa conhecer o nosso país por dentro, conhecer a nossa cultura, nossa música, nosso teatro, nossa história. Somente através da cultura a gente consegue chegar à plenitude de dizer: eu tenho uma pátria.”
A ministra da Cultura, Margareth Menezes, ressaltou que a Tela Brasil surge para enfrentar um dos principais desafios do setor audiovisual: fazer as produções nacionais chegarem ao público em todo o território brasileiro.
“Precisava haver essa ferramenta: uma plataforma gratuita onde o povo brasileiro pudesse ter acesso à nossa produção audiovisual e se reconhecer nela. A Tela Brasil é uma forma de fortalecer a identidade do nosso povo, valorizar nossa diversidade e fazer com que as histórias do Brasil cheguem a todos os brasileiros.”
Para a ministra, a plataforma permitirá que brasileiros de diferentes regiões tenham acesso a produções que retratam seus territórios, sotaques e histórias. “Quando a juventude vê os seus sotaques, os seus territórios e as suas histórias sendo contadas, isso é muito mais do que investir no cinema. A gente está investindo no país e na sociedade como um todo.”
A primeira-dama Janja Lula da Silva enfatizou a importância da visibilidade para o cinema brasileiro e chamou atenção para a presença das mulheres na criação audiovisual. Ao lembrar produções exibidas no Cine Alvorada dirigidas por mulheres, Janja reforçou a necessidade de ampliar espaços de reconhecimento para diretoras, roteiristas e produtoras. “A gente precisa realmente continuar olhando para a presença das mulheres nesses espaços que consideramos de decisão e poder. O cinema brasileiro tem histórias extraordinárias sendo contadas por mulheres e isso precisa ganhar cada vez mais visibilidade.”
Para o secretário-executivo do MinC, Márcio Tavares, a plataforma representa um marco histórico para as políticas públicas de acesso ao audiovisual e dialoga diretamente com a estratégia de fortalecimento da economia criativa e da Nova Indústria Brasil. “Esse é um serviço universal que o Ministério da Cultura está oferecendo. É uma forma de celebrar a potência do audiovisual brasileiro como indústria, mas também a potência simbólica que existe nesse conjunto de filmes e histórias.”
Márcio reiterou ainda que a plataforma nasce já entre os maiores serviços gratuitos disponíveis no país. “Esse é um serviço que iniciou grande entre os streamings disponíveis no Brasil e vai se consolidar como um serviço de alta qualidade, com muita produção, um catálogo vasto e diverso.”
Visivelmente emocionada durante a cerimônia, a secretária do Audiovisual do MinC, Joelma Gonzaga, definiu a Tela Brasil como uma política pública voltada à democratização do acesso ao audiovisual brasileiro. “Tela Brasil é sobre democracia, é sobre o Brasil e, sobretudo, sobre soberania narrativa.”
Segundo a secretária, o audiovisual ocupa um papel estratégico na construção da memória, da identidade e do futuro do país, além de movimentar emprego, renda e oportunidades em todo o território nacional. “É por meio do cinema, das séries, da animação, dos games e das linguagens digitais que nós podemos contar nossas histórias, projetar nossa diversidade e fortalecer nossa presença no mundo”, disse.
A ampliação da plataforma por meio do acordo firmado com a EBC também contará com a incorporação gradual da programação da TV Brasil ao catálogo da plataforma. Segundo o secretário-executivo, o foco é duplicar o catálogo. “Vamos chegar muito próximo de mil obras, valorizando tanto a produção contemporânea quanto a memória audiovisual brasileira”.
Para a presidente da EBC, Antonia Pellegrino, a parceria representa um marco para a comunicação pública brasileira ao reunir, em um mesmo ambiente digital, conteúdos audiovisuais produzidos por diferentes instituições públicas. “Até o final do ano, toda a programação da TV Brasil e a memória da comunicação pública estarão integradas à Tela Brasil. São mais de 3 mil horas de conteúdo e mais de 150 obras que ampliam o acesso da população à diversidade da produção audiovisual brasileira”.
Antonia evidenciou ainda que a iniciativa fortalece a articulação entre comunicação pública e política cultural. “A EBC encontra um pouco da sua própria vocação quando caminha ao lado do Ministério da Cultura. Essa união amplia o alcance dos conteúdos públicos e fortalece o direito da população ao acesso à cultura, à informação e à memória audiovisual do país”.
Entre os convidados do lançamento, o ator e influenciador Átila Bee destacou a importância da presença dos curtas-metragens na plataforma. “Quando comecei a acompanhar a divulgação da Tela Brasil, uma das primeiras coisas que me chamou atenção foi ver os curtas-metragens no catálogo.”
Natural de São João de Meriti, na Baixada Fluminense, o artista lembrou que sua trajetória profissional foi construída a partir da produção audiovisual independente. “A maioria de nós começou fazendo curta-metragem. Eu sou fruto do movimento audiovisual da Baixada Fluminense. Se hoje estou em produções maiores, é porque fui formado artisticamente por esse circuito independente.”
Desenvolvida pelo Núcleo de Excelência em Tecnologias Sociais da Universidade Federal de Alagoas (NEES/UFAL), a Tela Brasil representa uma experiência inédita de tecnologia pública aplicada à cultura, reunindo pesquisadores, desenvolvedores e estudantes de instituições públicas de ensino superior. A professora da UFAL Luciana Peixoto Santa Rita reforçou a universidade pública como pilar fundamental na construção da plataforma. “Estamos falando de uma tecnologia pública, desenvolvida dentro da universidade brasileira, com soberania tecnológica e compromisso social.”
Segundo ela, a plataforma demonstra a capacidade das universidades de desenvolver soluções inovadoras para políticas públicas. “A Tela Brasil mostra que a universidade pública é capaz de entregar soluções inovadoras, acessíveis e conectadas às necessidades da população.”
Com acesso gratuito por meio do login Gov.br, a plataforma estreia inicialmente na versão web, com aplicativos para Android e iOS previstos para os próximos 30 dias. O catálogo inicial reúne 555 obras produzidas entre 1910 e 2025, incluindo filmes premiados, documentários históricos, produções infantis, obras musicais, animações e títulos reconhecidos em festivais nacionais e internacionais.
Confira a plataforma aqui
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta quarta-feira (10), a situação de emergência em 21 cidades afetadas por desastres nos estados do Ceará, Bahia, Piauí, Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Amazonas, Pará, Rio Grande do Sul, Paraná, Minas Gerais, São Paulo e Mato Grosso do Sul.
As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Passam por um período de estiagem os municípios de Alto Santo e Piquet Caneiro, no Ceará; as cidades de Cuité e Cacimba de Areia, na Paraíba; Coronel João Sá, na Bahia, e Lagoa do Barro do Piauí, no Piauí. A cidade de Japi, no Rio Grande do Norte, enfrenta a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem. Várzea, também no Rio Grande do Norte, e São Miguel de Taipu, na Paraíba, enfrentam chuvas intensas.
Em Minas Gerais, o município de Matias Cardoso também sofre com a seca, ao passo que Cachoeira Dourada foi castigada com infestação de algas no Rio Paranaíba. No Pará, Abaetetuba enfrenta chuvas intensas.
No Maranhão, o município de Rosário foi afetado por chuvas intensas e a cidade de São Raimundo das Mangabeiras enfrenta subsidências e colapsos. No Amazonas, o município de Amaturá foi impactado por erosão de margem fluvial; Deodápolis (MS) e Boa Esperança (MG) foram castigadas por granizo.
Os municípios de Tarabai, em São Paulo, e Santa Vitória do Palmar, no Rio Grande do Sul, passam por um período de chuvas intensas. No Paraná, a cidade de Moreira Sales enfrenta vendaval e Terra Rica foi atingida por granizo.
Agora, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) realiza, nesta quarta-feira (10), às 10h, no Auditório Celso Furtado, em Brasília (DF), o Seminário Internacional de Lançamento dos Planos de Desenvolvimento e Integração da Faixa de Fronteira (PDIFFs) do Arco Norte e de Rondônia. O evento contará com a presença do ministro Waldez Góes e reunirá representantes dos governos estaduais, organismos internacionais, corpo diplomático e autoridades federais para debater estratégias de desenvolvimento para a Faixa de Fronteira brasileira.
Os planos funcionam como instrumentos de planejamento, gestão e orientação de investimentos voltados à redução das desigualdades regionais e à promoção do desenvolvimento sustentável em áreas de fronteira marcadas por desafios logísticos, sociais e ambientais. Durante a programação, será assinada simbolicamente a Portaria MIDR nº 1.773/2026, que estabelece diretrizes para a criação e o funcionamento dos Núcleos Estaduais de Fronteira (NEFs), além da entrega de um manual técnico para apoiar os estados na estruturação de suas governanças territoriais.
Além do lançamento dos documentos-base dos PDIFFs, o seminário marcará a divulgação de estudos sobre fluxos migratórios na Amazônia e sobre deslocamento, imobilidade e migração em áreas sujeitas a enchentes. Também será realizada a assinatura de um Memorando de Entendimento entre o MIDR e a Agência da ONU para as Migrações (OIM), além de painéis voltados à integração regional, governança e inovação. O evento será realizado em formato híbrido, com transmissão pelo canal do MIDR no YouTube.
Seminário Internacional de Lançamento dos Planos de Desenvolvimento e Integração da Faixa de Fronteira (PDIFFs)
Copiar o textoO concurso 3707 da Lotofácil foi realizado nesta quarta-feira (10/06/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. 2 apostadores acertaram as 15 dezenas e levaram para casa o prêmio de R$ 722.439,68. Os bilhetes premiados foram adquiridos em Brasília (DF) e Cornélio Procópio (PR).
O prêmio estimado para o próximo concurso da Lotofácil, de número 3708, que será realizado na quinta-feira, 11 de junho de 2026, está estimado em R$ 2.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer!
01 - 02 - 03 - 07 - 08 - 09 - 10 - 13 - 14 - 18 - 20 - 21 - 22 - 23 - 24
A aposta mínima, de 15 números, custa R$ 3,50 com chance de 1 em 3.268.760 e a máxima custa R$ 46.512 com chance de 1 em 211.
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Quantidade de números jogados |
Valor da aposta |
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15 |
R$ 3,50 |
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16 |
R$ 48,00 |
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17 |
R$ 408,00 |
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18 |
R$ 2.448,00 |
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19 |
R$ 11.628,00 |
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20 |
R$ 46.512,00 |
De segunda-feira a sábado, às 21h.
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Baixar áudioA 6ª Teia Nacional – Pontos de Cultura pela Justiça Climática chegou ao fim consolidando uma das maiores mobilizações culturais comunitárias do país. Realizada em Aracruz (ES), entre os dias 19 e 24 de maio de 2026, a iniciativa registrou 6.944 inscrições e 4.254 participantes credenciados presencialmente.
Promovida pelo Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural (SCDC), a Teia reuniu representantes dos Pontos e Pontões de Cultura, artistas, mestres e mestras das culturas populares, juventudes, povos indígenas, quilombolas, gestores públicos, pesquisadores e comunicadores de todas as regiões do Brasil.
“Promovemos encontros, debates e a compreensão do papel da cultura nas ações de enfrentamento aos desafios climáticos. Toda a pluralidade do nosso povo se refletiu nesses diálogos e na oferta de situações reais, com pessoas e histórias reais que, em seu dia a dia, já atuam na linha de frente desse enfrentamento”, avalia a ministra da Cultura, Margareth Menezes.
O público geral representou o maior segmento da Teia, somando 3.536 inscrições, o equivalente a 51% do total.
Outro destaque foi a participação das delegações do 5º Fórum Nacional dos Pontos de Cultura, que alcançaram a maior taxa de comparecimento do evento: 94%, com 640 credenciamentos entre 683 inscritos.
Também apresentaram altos índices de presença os artistas e grupos culturais convidados, com taxa de 92%, além dos participantes selecionados no edital de programação da 6ª Teia Nacional, que registraram 91% de credenciamento presencial.
O Espírito Santo, estado anfitrião da edição, concentrou o maior número de inscrições e credenciamentos, com 3.724 inscritos e 1.895 participantes presenciais. O levantamento também registrou participação expressiva de delegações do Distrito Federal, São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco e Paraná.
Com o tema Pontos de Cultura pela Justiça Climática, a programação promoveu encontros, oficinas, vivências territoriais, apresentações artísticas, rodas de conversa e atividades formativas voltadas à valorização da diversidade cultural brasileira e à construção coletiva de políticas públicas.
As atividades ocorreram no Sesc Praia Formosa e em diferentes unidades descentralizadas do território capixaba, fortalecendo o diálogo entre cultura, ancestralidade, sustentabilidade e direitos culturais.
Para a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura, Márcia Rollemberg, a Teia reafirmou a potência da Cultura Viva como política pública construída em rede e com participação social.
“O legado desta Teia está na capacidade de fortalecer vínculos, ampliar diálogos e reafirmar a potência das redes culturais comunitárias em todo o Brasil. Esta edição consolidou não apenas números expressivos de participação, mas também avanços concretos na gestão compartilhada da Política Nacional Cultura Viva, no fortalecimento das culturas indígenas e tradicionais, na formação de agentes culturais, com destaque para os Agentes Jovem Cultura Viva, efetivando direitos culturais, e na articulação da Rede Nacional de Pontões de Cultura. A Teia também evidenciou a importância das parcerias interministeriais e da ativação das políticas culturais nos territórios, ampliando o alcance das ações culturais comunitárias em todo o país.”
A edição de 2026 reafirmou o papel da Teia Nacional como espaço de encontro, articulação e mobilização da Rede Cultura Viva. Os dados consolidados do evento evidenciam o alcance da política pública e a capacidade de articulação das redes culturais comunitárias em todo o país.
Além das atividades presenciais, a Teia ampliou conexões entre territórios, coletivos e agentes culturais, fortalecendo processos colaborativos, iniciativas de participação social e estratégias de gestão compartilhada que seguem impulsionando a Cultura Viva nos mais diversos contextos do país.
Ao reunir milhares de participantes em torno do diálogo, da diversidade cultural e da justiça climática, a 6ª Teia Nacional deixa como legado o fortalecimento das redes comunitárias, a ampliação dos espaços de participação social e a reafirmação da cultura como direito fundamental e ferramenta de transformação dos territórios brasileiros.
Copiar o textoO resultado da Loteria Federal, concurso 6073, divulgado nesta quarta-feira, 10 de junho de 2026, premiou jogadores de diversas regiões do Brasil. O apostador da To Rico Loterias, de São Paulo/SP, levou o primeiro prêmio de R$ 500.000,00. O segundo prêmio, no valor de R$ 35.000,00, foi destinado à aposta da Serrana Loterias LTDA em Belo Horizonte/MG, enquanto a aposta feita na Mega Sorte, em Araranguá/SC, faturou R$ 30.000,00.
Outros sortudos incluem a aposta da Espaço da Sorte em São Paulo/SP, que recebeu R$ 25.000,00. O último prêmio de R$ 20.363,00 foi da Carlinhos, em Franco da Rocha/SP. A Loteria Federal continua sendo uma das modalidades mais tradicionais e procuradas pelos brasileiros, oferecendo grandes prêmios e oportunidades para quem sonha em mudar de vida.
| Destino |
|---|
| Destino | Bilhete | Unidade Lotérica | Cidade/UF | Valor do Prêmio (R$) |
|---|---|---|---|---|
| 1º | 024807 | TO RICO LOTERIAS | SAO PAULO/SP | R$ 500.000,00 |
| 2º | 062218 | SERRANA LOTERIAS LTDA | BELO HORIZONTE/MG | R$ 35.000,00 |
| 3º | 087702 | MEGA SORTE | ARARANGUA/SC | R$ 30.000,00 |
| 4º | 074099 | ESPACO DA SORTE | SAO PAULO/SP | R$ 25.000,00 |
| 5º | 008362 | CARLINHOS | FRANCO DA ROCHA/SP | R$ 20.363,00 |
A Loteria Federal é uma modalidade tradicional oferecida pela Caixa Econômica Federal e se destaca pelo formato simples de participação. O apostador adquire um bilhete com um número impresso e, caso o número de seu bilhete coincida com o sorteado, ele leva o prêmio correspondente.
O bilhete inteiro é composto por 10 frações e custa R$ 40,00. Você também pode comprar frações do bilhete, que custam R$ 4,00 cada, com o valor do prêmio proporcional à quantidade de frações adquiridas.
As extrações regulares ocorrem duas vezes por semana, às quartas e aos sábados, e podem ser acompanhadas ao vivo pelo canal oficial da Caixa.
Além do prêmio principal, a Loteria Federal premia também aqueles que acertam frações do número sorteado, como dezenas, centenas e unidades. Há ainda prêmios para números próximos ao primeiro prêmio.
Você pode receber seu prêmio em qualquer lotérica ou nas agências da CAIXA. Caso o prêmio bruto seja superior a R$ 2.259,20, o pagamento deve ser realizado somente nas agências da CAIXA, mediante apresentação de comprovante de identidade original com CPF e do bilhete (ou fração) original e premiado. Valores iguais ou acima de R$ 10.000,00 são pagos no prazo mínimo de dois dias úteis a partir de sua apresentação em agência da CAIXA.
A chance de acerto dos prêmios principais da Loteria Federal varia conforme o tipo de extração e a quantidade de bilhetes emitidos em cada concurso. Veja as probabilidades:
Essas probabilidades indicam quantas apostas concorrem ao prêmio principal em cada sorteio da Loteria Federal.
Para mais informações, acesse Loterias Caixa.
Copiar o textoO concurso 3016 da Mega-Sena foi realizado nesta terça-feira (09/06/2026), no Espaço da Sorte, em São Paulo, e divulgado pela Caixa Econômica Federal. O sorteio não teve vencedores na faixa principal.
O próximo sorteio está marcado para quinta-feira (11), com prêmio estimado em R$ 5.000.000,00. Aproveite a oportunidade e faça sua aposta para concorrer.
55 - 52 - 19 - 33 - 11 - 60
Para participar, basta escolher de 6 a 15 números entre os 60 disponíveis no volante. A aposta mínima custa R$ 5,00, e quanto mais números você marcar, maior o preço — mas também maiores as chances de ganhar. Os sorteios acontecem três vezes por semana, às terças, quintas e sábados, sempre às 21h (horário de Brasília).
| Números apostados | Probabilidade de acertar 6 dezenas |
|---|---|
| 6 números | 1 em 50.063.860 |
| 7 números | 1 em 7.151.980 |
| 8 números | 1 em 1.787.995 |
| 9 números | 1 em 595.998 |
| 10 números | 1 em 238.399 |
| 15 números | 1 em 10.003 |
Para aumentar as chances de ganhar, é possível participar de bolões organizados pelas lotéricas ou formar um grupo de apostas. O valor mínimo por cota é de R$ 6,00, e o bolão pode ter de 2 a 100 cotas.
Quer apostar sem complicação? Use a Surpresinha e deixe o sistema escolher os números para você — uma forma prática e rápida de participar dos sorteios.
Prefere insistir nos seus números da sorte? Aposte com a Teimosinha e concorra com a mesma combinação por 2, 3, 4, 6, 8, 9 ou até 12 concursos seguidos, aumentando suas chances de ganhar sem precisar refazer a aposta a cada sorteio.
Parte da arrecadação das apostas da Mega-Sena é destinada a programas sociais do governo federal, como:
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