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Baixar áudioO ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou nesta quarta-feira (4), ao lado do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, da abertura da 39ª Conferência Regional da Organização das Nações Unidas (FAO) para a Alimentação e a Agricultura para a América Latina e o Caribe.
O evento, realizado no Palácio Itamaraty, em Brasília, entre os dias 2 e 6 de março, reúne ministros, autoridades e representantes de países da região e coincide com as celebrações dos 80 anos da FAO.
Na ocasião, Lula reforçou que o combate à fome deve estar associado à geração de renda e à inclusão produtiva. Segundo ele, é fundamental estimular a produção com qualidade e escala, garantindo que as pessoas possam não apenas se alimentar, mas também obter renda por meio da atividade produtiva.
“Ninguém quer produzir só para comer. É preciso ensinar as pessoas que elas podem produzir e ganhar dinheiro produzindo. É possível produzir em quantidade e com qualidade”, destacou.
Copresidente da Conferência Regional, Carlos Fávaro pontuou que, em meio a desafios crescentes, o fortalecimento dos sistemas alimentares passa pela cooperação internacional, diálogo contínuo e compromisso com a ciência.
O ministro também destacou a contribuição do Brasil e o papel estratégico da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) no aumento da produtividade sem expansão de área agrícola.
“É também uma honra compartilhar os avanços do Brasil na agenda de bioinsumos, ciência e inovação. Somente em 2025, registramos 139 novos insumos biológicos - um recorde que demonstra o dinamismo desse setor”, acrescentou.
No âmbito da FAO e da atuação regional, o Brasil apresentou quatro prioridades estratégicas: fortalecimento da ciência e da inovação agrícola; ampliação da cooperação técnica em bioinsumos, gestão climática e defesa sanitária; promoção da abertura de mercados com base em critérios científicos; e atuação coordenada em fóruns multilaterais, aprofundando a parceria histórica entre Brasil e FAO, iniciada em 1949.
O diretor-geral da FAO, Qu Dongyu, enfatizou a necessidade de apoiar agricultores familiares e acelerar a transformação dos sistemas agroalimentares, tornando-os mais eficientes, inclusivos, resilientes e sustentáveis.
Na avaliação dele, o momento exige converter desafios estruturais em oportunidades para promover melhor produção, melhor nutrição, melhor ambiente e melhor qualidade de vida.
Durante a Conferência, representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária reforçaram que produtividade e responsabilidade ambiental são componentes de uma mesma estrutura institucional.
A política agrícola brasileira agrega defesa agropecuária sólida, regulação clara de insumos e atuação comercial ativa, tendo a ciência como base para formulação de políticas públicas e expansão do comércio.
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Em 2025, o país contou com 139 novos insumos biológicos. Atualmente, mais de 80% dos produtores de soja utilizam a fixação biológica de nitrogênio. Trata-se de uma tecnologia que diminui custos e dependência de fertilizantes importados. Além disso, contribui para a mitigação de emissões.
Esses avanços se sustentam em três pilares. São eles:
Também foram destacados os resultados do Programa ABC+, destinado à adoção de práticas sustentáveis como recuperação de pastagens degradadas, plantio direto e integração lavoura-pecuária-floresta.
Já o Programa Caminho Verde Brasil – que também esteve em evidência - tem como meta recuperar até 40 milhões de hectares em dez anos, restaurando áreas degradadas e transformando-as em terras produtivas de alto rendimento, sem necessidade de desmatamento adicional.
Na safra 2024/2025, o Brasil atingiu produção estimada em 346 milhões de toneladas de grãos. Considerando os principais segmentos do setor, o volume total da produção agropecuária ultrapassou 1,2 bilhão de toneladas no período.
Nesse caso, foram incluídos aproximadamente 650 milhões de toneladas de cana-de-açúcar, 70 milhões de toneladas de proteínas animais, 70 milhões de toneladas de frutas, além de celulose e outros produtos agrícolas.
Atualmente, o país integra políticas de clima, adaptação e mitigação à estratégia de intensificação sustentável da produção, mantendo cerca de dois terços do território com cobertura de vegetação nativa, conforme o Código Florestal, enquanto se consolida como um dos maiores exportadores de alimentos do mundo.
Em 2025, as exportações agropecuárias do Brasil somaram aproximadamente US$ 170 bilhões, estabelecendo um novo recorde. Desde o início da atual gestão, foram abertos 541 novos mercados em 83 países. Para o ministério, o resultado está relacionado à credibilidade sanitária, capacidade técnica e atuação ativa nas negociações internacionais.
Copiar o textoAcordo de Cooperação Técnica Internacional e iniciativas climáticas marcam participação brasileira
Baixar áudioO ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participou, nesta terça-feira (3) da 51ª Reunião Ordinária do Conselho Agropecuário do Sul (CAS). O encontro foi promovido pelo Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA).
O evento contou com a participação de ministros da Agricultura dos países do Mercosul e seus parceiros associados. O objetivo do Fórum é promover a cooperação regional e o intercâmbio de experiências no setor agropecuário, como destaca Fávaro.
“Esse Fórum tão importante que, há 23 anos, vem facilitando a coordenação, o intercâmbio e as informações além das experiências do nosso país. Temos inúmeros desafios e também grandes oportunidades em comum, de trocar experiências, buscando soluções conjuntas, não somente nos laços que criam oportunidades, mas também oportunidades para o nosso país.”, afirmou o ministro Fávaro.
Em meio ao evento, houve a formalização da passagem da presidência pro tempore do CAS da Argentina para a Bolívia, com a transferência da coordenação dos trabalhos do ministro argentino Sergio Iraeta para o ministro boliviano Óscar Mario Justiniano.
“A Bolívia assume esta responsabilidade em um momento decisivo para toda a região. O contexto internacional exige união, coerência e visão estratégica. O CAS não é apenas um fórum de diálogo; é um mecanismo fundamental para defender os interesses agroprodutivos do Cone Sul no cenário global”, destacou Justiniano.
Na ocasião, também foi formalizado o Acordo de Cooperação Técnica Internacional para a implementação do projeto Cacau Brasil Agrofloresta, firmado entre o Ministério da Agricultura e Pecuária, por meio da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), e o IICA. O aporte total foi de US$ 23 milhões do Fundo Verde para o Clima.
O projeto visa promover a mitigação e a adaptação às mudanças climáticas por meio de sistemas agroflorestais baseados no cacau, ampliando a resiliência climática, aumentando a produtividade e elevando a renda de agricultores familiares nos biomas Amazônia e Mata Atlântica.
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Segundo o secretário de Desenvolvimento Rural do Mapa, Marcelo Fiadeiro, a iniciativa evidencia a confiança internacional na capacidade do Brasil de integrar produção agropecuária e preservação ambiental.
No âmbito internacional, o ministro Fávaro também ressaltou a conclusão das negociações do Acordo Mercosul-União Europeia, destacando que o entendimento representa uma oportunidade estratégica para ampliar o comércio e diversificar mercados.
“Estamos diante de um momento histórico, que trará ganhos significativos, mas também desafios importantes para a agricultura de nossos países”, afirmou.
Sobre o cenário sanitário, Fávaro manifestou solidariedade ao Uruguai e à Argentina diante dos recentes casos de influenza aviária e colocou a estrutura brasileira à disposição para apoiar as ações de enfrentamento.
Copiar o textoEm Paranaguá, a soja marca o período em baixa; no Paraná, o trigo apresenta valorização
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta quinta-feira (5) com queda no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$ 121,22, com baixa de 0,25%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta desvalorização de 0,35%, sendo negociada a R$ 128,217.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 04/03/2026 | 121,22 | -0,25% | 0,43% | 23,23 |
| 03/03/2026 | 121,52 | 0,71% | 0,68% | 23,05 |
| 02/03/2026 | 120,66 | -0,03% | -0,03% | 23,34 |
| 27/02/2026 | 120,70 | 0,32% | 1,12% | 23,50 |
| 26/02/2026 | 120,32 | 0,32% | 0,80% | 23,39 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 04/03/2026 | 128,21 | -0,35% | 1,09% | 24,57 |
| 03/03/2026 | 128,66 | 1,09% | 1,44% | 24,41 |
| 02/03/2026 | 127,27 | 0,35% | 0,35% | 24,62 |
| 27/02/2026 | 126,83 | 0,05% | 1,54% | 24,69 |
| 26/02/2026 | 126,77 | 0,48% | 1,49% | 24,64 |
O preço do trigo apresenta valorização no Paraná e a tonelada é negociada a R$ 1.203,09. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra queda de 0,88%, sendo cotada a R$ 1.085,53.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 04/03/2026 | 1.203,09 | 1,45% | 2,12% | 230,52 |
| 03/03/2026 | 1.185,88 | 0,30% | 0,66% | 224,98 |
| 02/03/2026 | 1.182,38 | 0,37% | 0,37% | 228,74 |
| 27/02/2026 | 1.178,08 | 0,23% | 0,43% | 229,33 |
| 26/02/2026 | 1.175,36 | 0,16% | 0,20% | 228,49 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 04/03/2026 | 1.085,53 | -0,88% | -1,20% | 208,00 |
| 03/03/2026 | 1.095,20 | 0,00% | -0,32% | 207,78 |
| 02/03/2026 | 1.095,19 | -0,32% | -0,32% | 211,88 |
| 27/02/2026 | 1.098,73 | 1,01% | 3,79% | 213,88 |
| 26/02/2026 | 1.087,75 | 0,09% | 2,75% | 211,46 |
Os dados são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoAs cotações do frango congelado apresentam queda, carcaça suína registra alta
Baixar áudioO preço do boi gordo nesta quinta-feira (5) apresenta queda; a arroba está sendo negociada a R$348,65, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 04/03/2026 | 348,65 | -0,53% | -1,27% | 66,80 |
| 03/03/2026 | 350,50 | -0,74% | -0,75% | 66,50 |
| 02/03/2026 | 353,10 | -0,01% | -0,01% | 68,31 |
| 27/02/2026 | 353,15 | 0,10% | 8,03% | 68,75 |
| 26/02/2026 | 352,80 | 0,51% | 7,92% | 68,58 |
Na Grande São Paulo, em São José do Rio Preto e em Descalvado, os preços do frango apresentaram queda. O frango congelado passou a ser negociado a R$ 7,06 com baixa de 0,14%, enquanto o frango resfriado fechou a R$ 7,10 também com queda de 0,14%.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 04/03/2026 | 7,06 | -0,14% | -2,75% |
| 03/03/2026 | 7,07 | -0,70% | -2,62% |
| 02/03/2026 | 7,12 | -1,93% | -1,93% |
| 27/02/2026 | 7,26 | 0,00% | 3,86% |
| 26/02/2026 | 7,26 | 0,00% | 3,86% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 04/03/2026 | 7,10 | -0,14% | -2,87% |
| 03/03/2026 | 7,11 | -0,84% | -2,74% |
| 02/03/2026 | 7,17 | -1,92% | -1,92% |
| 27/02/2026 | 7,31 | 0,00% | 3,69% |
| 26/02/2026 | 7,31 | 0,00% | 3,69% |
A carcaça suína especial apresenta alta de 0,20%, sendo negociada a R$ 10,21, por quilo nos atacados da Grande São Paulo.
O suíno vivo também registra alta na maior parte dos estados, com destaque para São Paulo, onde o animal é comercializado a R$ 6,96.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| Data | Média | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|
| 04/03/2026 | 10,21 | 0,20% | 1,09% |
| 03/03/2026 | 10,19 | 0,00% | 0,89% |
| 02/03/2026 | 10,19 | 0,89% | 0,89% |
| 27/02/2026 | 10,10 | 0,20% | -9,25% |
| 26/02/2026 | 10,08 | 0,00% | -9,43% |
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| Data | Estado | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês |
|---|---|---|---|---|
| 04/03/2026 | MG - posto | 6,76 | 0,00% | 0,00% |
| 04/03/2026 | PR - a retirar | 6,69 | 0,60% | 1,52% |
| 04/03/2026 | RS - a retirar | 6,74 | 0,00% | 0,15% |
| 04/03/2026 | SC - a retirar | 6,51 | 0,00% | 0,00% |
| 04/03/2026 | SP - posto | 6,96 | 0,43% | 0,87% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoVeja os valores do café arábica, café robusta, açúcar cristal e do milho no mercado
Baixar áudioO preço do café arábica nesta quinta-feira (5) registra elevação e a saca de 60 kg é negociada por R$ 1.859,96, na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 04/03/2026 | 1.859,96 | 0,36% | 3,47% | 356,38 |
| 03/03/2026 | 1.853,29 | 0,68% | 3,10% | 351,60 |
| 02/03/2026 | 1.840,71 | 2,40% | 2,40% | 356,11 |
| 27/02/2026 | 1.797,61 | 0,08% | -14,18% | 349,93 |
| 26/02/2026 | 1.796,15 | 0,01% | -14,25% | 349,17 |
O café robusta apresentou desvalorização de 0,67% e está sendo negociado a R$ 1.067,90.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| Data | Valor R$ | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$ |
|---|---|---|---|---|
| 04/03/2026 | 1.067,90 | -0,67% | 3,40% | 204,62 |
| 03/03/2026 | 1.075,07 | 1,80% | 4,10% | 203,96 |
| 02/03/2026 | 1.056,07 | 2,26% | 2,26% | 204,31 |
| 27/02/2026 | 1.032,75 | -0,92% | -14,79% | 201,04 |
| 26/02/2026 | 1.042,39 | -1,21% | -13,99% | 202,64 |
O preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg registra estabilidade, cotada a R$ 98,23.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 04/03/2026 | 98,23 | 0,00% | -0,37% | 18,64 |
| 03/03/2026 | 98,23 | -0,32% | -0,37% | 18,64 |
| 02/03/2026 | 98,55 | -0,04% | -0,04% | 19,07 |
| 27/02/2026 | 98,59 | 0,46% | -6,01% | 19,19 |
| 26/02/2026 | 98,14 | -0,14% | -6,44% | 19,08 |
Em Santos (SP), a mercadoria é negociada a R$ 102,31; a cotação média apresenta forte queda de 6,84%.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 04/03/2026 | 102,31 | -6,84% | -4,48% | 19,64 |
| 03/03/2026 | 109,82 | 2,23% | 2,53% | 20,77 |
| 02/03/2026 | 107,42 | 0,29% | 0,29% | 20,66 |
| 27/02/2026 | 107,11 | -0,42% | -0,17% | 20,80 |
| 26/02/2026 | 107,56 | -0,23% | 0,25% | 20,93 |
A saca de 60 kg do milho é negociada a R$ 70,23, com alta de 0,36%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 04/03/2026 | 70,23 | 0,36% | 1,01% | 13,46 |
| 03/03/2026 | 69,98 | 0,33% | 0,65% | 13,28 |
| 02/03/2026 | 69,75 | 0,32% | 0,32% | 13,49 |
| 27/02/2026 | 69,53 | 0,36% | 5,19% | 13,53 |
| 26/02/2026 | 69,28 | 0,00% | 4,81% | 13,47 |
Os dados são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
Qual o peso da saca de milho no Brasil?
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o texto
Baixar áudioA Câmara dos Deputados aprovou, na segunda-feira (2), um requerimento que acelera a análise do Projeto de Lei 2.951/2024. De autoria da senadora Tereza Cristina (PP-MS), a proposta altera regras do seguro rural, blinda a verba para subvenção de apólices contra cortes orçamentários e garante a implementação do Fundo Catástrofe, com recursos de até R$ 4 bilhões.
O requerimento de urgência foi apresentado pelo deputado Pedro Lupion (Republicanos-PR), presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). "O projeto enfrenta um dos principais gargalos estruturais do seguro rural no Brasil que é a instabilidade, imprevisibilidade e insuficiência do financiamento da subvenção ao prêmio do seguro rural, atualmente classificada como despesa discricionária após o veto presidencial na LOA 2025, sujeita a contingenciamentos orçamentários", justificou o parlamentar no documento.
Com a aprovação, agora o projeto será analisado e votado diretamente pelo plenário da Câmara, pulando a discussão nas comissões. Ainda não há relator definido para o projeto nem data para ele ser votado. Se alterado, o texto terá que retornar ao Senado, onde foi aprovado em dezembro de 2025. Se aprovado sem alterações, segue para sanção presidencial.
A celeridade na aprovação das novas regras é uma prioridade para a bancada do agronegócio diante de perdas no campo causadas por adversidades climáticas e da insegurança orçamentária do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Segundo lideranças da FPA, além de corrigir distorções, a proposta também trará mais previsibilidade para agricultores, seguradoras e agentes financeiros, ainda mais com a proximidade da próxima safra.
O desempenho da política no ano passado foi o pior da última década. Em 2025, 3,2 milhões de hectares foram assegurados pelo PSR, uma queda de 54,8% em relação aos 7,09 milhões de hectares cobertos em 2024.
Enquanto parlamentares avançam com a modernização do seguro rural atual, o Ministério da Agricultura busca mudar completamente a política. A ideia é introduzir no Brasil o seguro paramétrico, que garante a indenização em caso de eventos climáticos extremos automaticamente, a partir de parâmetros objetivos estabelecidos no contrato, sem necessidade de perícias.
A ideia está em elaboração há meses pela equipe técnica do ministério e é vista pelo ministro Carlos Fávaro como a principal contribuição de sua gestão à frente da pasta. Atualmente, o projeto está em avaliação pela equipe econômica do Ministério da Fazenda, com a previsão de custar R$ 4,5 bilhões anualmente, quatro vezes a mais do que o valor total previsto para 2026, com subvenção de 50% dos prêmios. Só teria acesso a recursos equalizados do Plano Safra os produtores assegurados.
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Baixar áudioO preço do boi gordo abre esta quarta-feira (4) em baixa de 0,74%. A arroba é negociada a R$ 350,50, no estado de São Paulo.
INDICADOR DO BOI GORDO CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/03/2026 | 350,50 | -0,74% | -0,75% | 66,50 |
| 02/03/2026 | 353,10 | -0,01% | -0,01% | 68,31 |
| 27/02/2026 | 353,15 | 0,10% | 8,03% | 68,75 |
| 26/02/2026 | 352,80 | 0,51% | 7,92% | 68,58 |
| 25/02/2026 | 351,00 | 0,26% | 7,37% | 68,46 |
Nos atacados da Grande São Paulo, São José do Rio Preto e Descalvado, os preços do frango congelado apresentaram desvalorização de 0,70%, enquanto os do frango resfriado apresentaram desvalorização de 0,84%. A primeira mercadoria é vendida a R$ 7,07, enquanto a segunda é comercializada a R$ 7,11.
PREÇOS DO FRANGO CONGELADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 03/03/2026 | 7,07 | -0,70% | -2,62% |
| 02/03/2026 | 7,12 | -1,93% | -1,93% |
| 27/02/2026 | 7,26 | 0,00% | 3,86% |
| 26/02/2026 | 7,26 | 0,00% | 3,86% |
| 25/02/2026 | 7,26 | 0,00% | 3,86% |
PREÇOS DO FRANGO RESFRIADO CEPEA/ESALQ - ESTADO SP
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 03/03/2026 | 7,11 | -0,84% | -2,74% |
| 02/03/2026 | 7,17 | -1,92% | -1,92% |
| 27/02/2026 | 7,31 | 0,00% | 3,69% |
| 26/02/2026 | 7,31 | 0,00% | 3,69% |
| 25/02/2026 | 7,31 | 0,00% | 3,69% |
A carcaça suína especial também volta a apontar estabilidade no preço, sendo negociada a R$ 10,19 por quilo, nos atacados da Grande São Paulo.
PREÇOS DA CARCAÇA SUÍNA ESPECIAL (R$/kg)
| DATA | MÉDIA | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|
| 03/03/2026 | 10,19 | 0,00% | 0,89% |
| 02/03/2026 | 10,19 | 0,89% | 0,89% |
| 27/02/2026 | 10,10 | 0,20% | -9,25% |
| 26/02/2026 | 10,08 | 0,00% | -9,43% |
| 25/02/2026 | 10,08 | 0,00% | -9,43% |
O preço do suíno vivo registra estabilidade em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina e valorização de 0,76% no Paraná e de 0,29% em São Paulo. As mercadorias variam entre R$ 6,51 e R$ 6,93.
INDICADOR DO SUÍNO VIVO CEPEA/ESALQ (R$/kg)
| DATA | ESTADO | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS |
|---|---|---|---|---|
| 03/03/2026 | MG - posto | 6,76 | 0,00% | 0,00% |
| 03/03/2026 | PR - a retirar | 6,65 | 0,76% | 0,91% |
| 03/03/2026 | RS - a retirar | 6,74 | 0,00% | 0,15% |
| 03/03/2026 | SC - a retirar | 6,51 | 0,00% | 0,00% |
| 03/03/2026 | SP - posto | 6,93 | 0,29% | 0,43% |
Os valores são do Cepea.
O boi gordo é o bovino macho pronto para o abate, com peso mínimo de 16 arrobas líquidas de carcaça (aproximadamente 240 kg) e até 42 meses de idade. Atende aos padrões do mercado nacional e internacional, incluindo exportações para Europa, China e cota Hilton.
O frango congelado passa por congelamento rápido, com temperaturas abaixo de -12°C, garantindo maior vida útil para armazenamento e transporte a longas distâncias. Já o frango resfriado é mantido entre 0°C e 4°C, com validade de 5 a 7 dias, oferecendo textura e sabor mais próximos do fresco, ideal para consumidores exigentes e restaurantes.
Copiar o textoO preço do café arábica volta a subir, enquanto o açúcar apresenta reajustes
Baixar áudioO preço do café arábica abre esta quarta-feira (4) em alta de 0,68%, com a saca de 60 kg negociada a R$ 1.853,29 na cidade de São Paulo.
INDICADOR DO CAFÉ ARÁBICA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 03/03/2026 | 1.853,29 | 0,68% | 3,10% | 351,60 |
| 02/03/2026 | 1.840,71 | 2,40% | 2,40% | 356,11 |
| 27/02/2026 | 1.797,61 | 0,08% | -14,18% | 349,93 |
| 26/02/2026 | 1.796,15 | 0,01% | -14,25% | 349,17 |
| 25/02/2026 | 1.796,00 | -0,88% | -14,25% | 350,30 |
O café robusta teve alta de 1,80% no preço, sendo comercializado a R$ 1.075,07.
INDICADOR DO CAFÉ ROBUSTA CEPEA/ESALQ
| DATA | VALOR R$ | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$ |
|---|---|---|---|---|
| 03/03/2026 | 1.075,07 | 1,80% | 4,10% | 203,96 |
| 02/03/2026 | 1.056,07 | 2,26% | 2,26% | 204,31 |
| 27/02/2026 | 1.032,75 | -0,92% | -14,79% | 201,04 |
| 26/02/2026 | 1.042,39 | -1,21% | -13,99% | 202,64 |
| 25/02/2026 | 1.055,17 | 1,06% | -12,94% | 205,81 |
Já o preço do açúcar cristal apresenta variação nas principais praças do estado de São Paulo. Na capital, a saca de 50 kg teve desvalorização de 0,32% e é cotada a R$ 98,23.
INDICADOR DO AÇÚCAR CRISTAL BRANCO CEPEA/ESALQ - SÃO PAULO
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/03/2026 | 98,23 | -0,32% | -0,37% | 18,64 |
| 02/03/2026 | 98,55 | -0,04% | -0,04% | 19,07 |
| 27/02/2026 | 98,59 | 0,46% | -6,01% | 19,19 |
| 26/02/2026 | 98,14 | -0,14% | -6,44% | 19,08 |
| 25/02/2026 | 98,28 | -0,84% | -6,30% | 19,17 |
Em Santos (SP), a mercadoria teve valorização de 2,23%, sendo negociada a R$ 109,82 na média de preços sem impostos.
INDICADOR AÇÚCAR CRISTAL - SANTOS (FOB)
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/03/2026 | 109,82 | 2,23% | 2,53% | 20,77 |
| 02/03/2026 | 107,42 | 0,29% | 0,29% | 20,66 |
| 27/02/2026 | 107,11 | -0,42% | -0,17% | 20,80 |
| 26/02/2026 | 107,56 | -0,23% | 0,25% | 20,93 |
| 25/02/2026 | 107,81 | -0,55% | 0,48% | 20,96 |
A saca de 60 kg do milho, por sua vez, é vendida a R$ 69,98, após valorização de 0,33%.
INDICADOR DO MILHO ESALQ/BM&FBOVESPA
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/03/2026 | 69,98 | 0,33% | 0,65% | 13,28 |
| 02/03/2026 | 69,75 | 0,32% | 0,32% | 13,49 |
| 27/02/2026 | 69,53 | 0,36% | 5,19% | 13,53 |
| 26/02/2026 | 69,28 | 0,00% | 4,81% | 13,47 |
| 25/02/2026 | 69,28 | 0,20% | 4,81% | 13,51 |
Os valores são do Cepea.
Café arábica e café robusta são as duas principais variedades cultivadas e comercializadas no Brasil, ambas medidas em sacas de 60 kg.
A saca de açúcar cristal no Brasil é padronizada em 50 quilos, especialmente para comercialização no mercado atacadista e para uso na indústria alimentícia. Essa unidade de medida é adotada pelo Cepea/Esalq-USP, principal fonte de cotações diárias do açúcar cristal no país.
A saca de milho equivale a 60 kg de grãos, mesmo padrão utilizado para soja e trigo. Essa medida é oficializada por instituições como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Cepea, sendo amplamente usada em negociações e relatórios de preço do milho.
Copiar o textoA soja apresenta alta no Paraná e em Paranaguá; o trigo sofre reajustes
Baixar áudioO valor da saca de 60 kg da soja abre esta quarta-feira (4) em alta, tanto no interior do Paraná quanto no litoral do estado, em Paranaguá.
Na primeira região, o grão teve valorização de 0,71% e é negociado a R$ 121,52; na segunda, a mercadoria teve valorização de 1,09% e é cotada a R$ 128,66.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/03/2026 | 121,52 | 0,71% | 0,68% | 23,05 |
| 02/03/2026 | 120,66 | -0,03% | -0,03% | 23,34 |
| 27/02/2026 | 120,70 | 0,32% | 1,12% | 23,50 |
| 26/02/2026 | 120,32 | 0,32% | 0,80% | 23,39 |
| 25/02/2026 | 119,94 | -0,23% | 0,49% | 23,39 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| DATA | VALOR R$* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$* |
|---|---|---|---|---|
| 03/03/2026 | 128,66 | 1,09% | 1,44% | 24,41 |
| 02/03/2026 | 127,27 | 0,35% | 0,35% | 24,62 |
| 27/02/2026 | 126,83 | 0,05% | 1,54% | 24,69 |
| 26/02/2026 | 126,77 | 0,48% | 1,49% | 24,64 |
| 25/02/2026 | 126,17 | -0,28% | 1,01% | 24,61 |
O preço do trigo, por sua vez, registra valorização de 0,30% no Paraná e estabilidade no Rio Grande do Sul. No primeiro estado, a tonelada é vendida a R$ 1.185,88, enquanto no segundo é comercializada a R$ 1.095,20.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 03/03/2026 | 1.185,88 | 0,30% | 0,66% | 224,98 |
| 02/03/2026 | 1.182,38 | 0,37% | 0,37% | 228,74 |
| 27/02/2026 | 1.178,08 | 0,23% | 0,43% | 229,33 |
| 26/02/2026 | 1.175,36 | 0,16% | 0,20% | 228,49 |
| 25/02/2026 | 1.173,45 | 1,29% | 0,04% | 228,88 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| DATA | VALOR R$/T* | VAR./DIA | VAR./MÊS | VALOR US$/T* |
|---|---|---|---|---|
| 03/03/2026 | 1.095,20 | 0,00% | -0,32% | 207,78 |
| 02/03/2026 | 1.095,19 | -0,32% | -0,32% | 211,88 |
| 27/02/2026 | 1.098,73 | 1,01% | 3,79% | 213,88 |
| 26/02/2026 | 1.087,75 | 0,09% | 2,75% | 211,46 |
| 25/02/2026 | 1.086,74 | -0,49% | 2,66% | 211,96 |
Os valores são do Cepea.
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
Copiar o textoEm Paranaguá, a soja marca o período em alta; no Paraná, o trigo apresenta valorização
Baixar áudioA saca de 60 quilos da soja inicia esta terça-feira (3) com variação no Paraná. No interior do estado, o grão é negociado a R$ 120,66, com baixa de 0,03%. Já no porto de Paranaguá, principal referência no litoral paranaense, a cotação apresenta alta de 0,35%, sendo negociada a R$ 127,27.
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 02/03/2026 | 120,66 | -0,03% | -0,03% | 23,34 |
| 27/02/2026 | 120,70 | 0,32% | 1,12% | 23,50 |
| 26/02/2026 | 120,32 | 0,32% | 0,80% | 23,39 |
| 25/02/2026 | 119,94 | -0,23% | 0,49% | 23,39 |
| 24/02/2026 | 120,22 | 0,23% | 0,72% | 23,32 |
INDICADOR DA SOJA CEPEA/ESALQ - PARANAGUÁ
| Data | Valor R$* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$* |
|---|---|---|---|---|
| 02/03/2026 | 127,27 | 0,35% | 0,35% | 24,62 |
| 27/02/2026 | 126,83 | 0,05% | 1,54% | 24,69 |
| 26/02/2026 | 126,77 | 0,48% | 1,49% | 24,64 |
| 25/02/2026 | 126,17 | -0,28% | 1,01% | 24,61 |
| 24/02/2026 | 126,53 | 0,29% | 1,30% | 24,55 |
O preço do trigo apresenta valorização no Paraná e a tonelada é negociada a R$ 1.182,38. E no Rio Grande do Sul, a tonelada do grão registra queda de 0,32%, sendo cotada a R$ 1.095,19.
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - PARANÁ
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 02/03/2026 | 1.182,38 | 0,37% | 0,37% | 228,74 |
| 27/02/2026 | 1.178,08 | 0,23% | 0,43% | 229,33 |
| 26/02/2026 | 1.175,36 | 0,16% | 0,20% | 228,49 |
| 25/02/2026 | 1.173,45 | 1,29% | 0,04% | 228,88 |
| 24/02/2026 | 1.158,45 | -1,22% | -1,24% | 224,72 |
PREÇO MÉDIO DO TRIGO CEPEA/ESALQ - RIO GRANDE DO SUL
| Data | Valor R$/t* | Var./Dia | Var./Mês | Valor US$/t* |
|---|---|---|---|---|
| 02/03/2026 | 1.095,19 | -0,32% | -0,32% | 211,88 |
| 27/02/2026 | 1.098,73 | 1,01% | 3,79% | 213,88 |
| 26/02/2026 | 1.087,75 | 0,09% | 2,75% | 211,46 |
| 25/02/2026 | 1.086,74 | -0,49% | 2,66% | 211,96 |
| 24/02/2026 | 1.092,04 | 0,25% | 3,16% | 211,84 |
Os dados são do Cepea.
O que é uma saca de soja ou de trigo? Entenda a unidade de medida no mercado de grãos
A saca de soja e a saca de trigo são as principais unidades de comercialização de grãos no Brasil. Cada saca equivale a 60 quilos, padrão adotado por órgãos oficiais como a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o Ministério da Agricultura (MAPA) e o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).
Esse formato padronizado facilita o comércio da soja e do trigo, além de permitir um acompanhamento mais preciso das cotações e variações de preços no mercado nacional.
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