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LOC.: A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, a ANP, finalizou a distribuição dos royalties referentes à produção de fevereiro de DOIS MIL E VINTE E SEIS. Ao todo, foram repassados mais de QUINHENTOS E SESSENTA E TRÊS MILHÕES DE REAIS para os estados e cerca de SETECENTOS E QUARENTA E TRÊS MILHÕES DE REAIS para os municípios. Mais de QUINHENTAS E TRINTA cidades foram beneficiadas.
Somando todos os regimes de exploração — concessão, cessão onerosa e partilha de produção — o volume total distribuído chega a QUATRO BILHÕES E OITOCENTOS E OITENTA MILHÕES DE REAIS. Os valores seguem regras definidas em lei e podem ser consultados pelos beneficiários nos canais oficiais da ANP.
Enquanto isso, o tema dos royalties volta ao centro do debate no Supremo Tribunal Federal. Está previsto para esta quarta-feira, dia seis de maio, o julgamento que pode redefinir a forma como esses recursos são divididos entre estados e municípios.
A discussão envolve uma lei de 2012, que amplia a distribuição dos royalties e reduz a concentração histórica em estados produtores, como Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo.
De um lado, governos estaduais defendem a manutenção das regras atuais e alertam para possíveis perdas bilionárias. Do outro, a Confederação Nacional de Municípios propõe uma divisão mais equilibrada, com um período de transição de SETE anos.
Dados apresentados pela própria Confederação, com apoio do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada e de estudos estaduais, mostram que os recursos ainda estão concentrados em poucas cidades.
A decisão do Supremo pode impactar diretamente a arrecadação de estados e municípios em todo o país.
Reportagem, Marquezan Araújo