IST

15/10/2021 19:05h

Ministério da Saúde destaca a importância da prevenção para o Dia Nacional de Combate à Sífilis

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No ano de 2020, 115,3 mil brasileiros contraíram sífilis. Desses, 61,4 mil eram gestantes e 22 mil crianças que foram contagiadas na modalidade congênita. Já a sífilis adquirida no conjunto da população apresenta redução nos últimos anos, tendo uma taxa de detecção no país de 54,5%. Os dados são do boletim divulgado pelo Ministério da Saúde para a campanha do Dia Nacional de Combate à Sífilis, comemorado neste sábado (16).

O secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, relembra que em 2018 a sífilis teve um pico de casos e, desde então, apresentou queda. Ele conta que o caso reafirma a importância de se diagnosticar a infecção a tempo.

“Ela [a doença] teve um pico em 2018. Já em 2019 teve uma queda significativa. O que reflete cada vez mais o cuidado da atenção primária, o diagnóstico com tempo correto, de modo que a gente tenha uma segurança cada vez melhor de que o SUS pode dar uma resposta significativa para essa doença.”

Entre as ações do Ministério da Saúde para combater a doença, está a distribuição de testes rápidos para o diagnóstico e de frascos-ampola de penicilina benzatina e penicilina cristalina para o tratamento.

“Trabalhamos arduamente na vigilância da sífilis para controlarmos cada vez mais essa doença, porque isso é possível através do fortalecimento da atenção básica. Esse é o SUS que nós acreditamos e o Brasil que queremos ver livre de grandes agravos e com maior qualidade de vida para a nossa população”, declara Arnaldo Medeiros.

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Incidência pelo Brasil

Pelo país, as regiões Sul e Sudeste são as que registraram maior incidência da doença. As unidades da federação com os índices mais altos foram Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Espírito Santo, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul, no que diz respeito à taxa por 100 mil habitantes, entre 2010 e 2020.

Nesse mesmo período, as faixas etárias com maior incidência foram as de 20 a 29 anos. Em termos de escolaridade, os principais percentuais foram os de pessoas com fundamental incompleto e ensino médio completo.

O funcionário público Carlos Araújo, de 55 anos, morador da capital São Paulo, é portador do HIV há trinta anos e já contraiu sífilis duas vezes. A primeira vez, há dez anos, ocorreu por meio de um parceiro. Ele conta que, na época, surgiu uma ferida na bochecha, mas esta não coçava, nem doía. O que parecia ser uma simples picada de aranha, acabou sendo sífilis. Todo o tratamento de Carlos foi feito pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Após suas experiências com a infecção, ele acha importante fazer um alerta para a prevenção: "A sífilis é silenciosa e as pessoas acreditam que não têm nada e estão livres de qualquer problema. É melhor tomar cuidado quando se tem uma vida social e sexual ativa e é importante fazer o trabalho preventivo.”

Segundo a infectologista do polo de prevenção às ISTs da Universidade de Brasília (UnB), Valéria Paes, um dos grandes perigos da sífilis é que a infecção pode ser assintomática.

“A pessoa pode ter e não apresentar nenhum tipo de sintoma. Muitas vezes a doença se propaga dessa forma: um jovem vai ter uma relação sexual com uma pessoa, não tem a percepção porque a pessoa não  aparenta nenhum tipo de sintoma e nada de lesão, e essa pessoa pode, mesmo assim, estar apresentando a sífilis e dessa forma a doença se propaga”, explica a infectologista.

Prevenção

A sífilis é uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST) curável e exclusiva do ser humano e pode ser prevenida com o uso da camisinha durante as relações sexuais. A bactéria pode causar lesões nos genitais e evoluir para uma infecção do sistema nervoso central, como a meningite. Além disso, se não for tratada, pode causar problemas cardíacos e outros quadros mais graves. Ela pode se apresentar de três formas:

  • Adquirida: através de relações sexuais, transfusões de sangue e demais usos descuidados de agulhas;
  • Em gestantes;
  • Congênita: quando a gestante não faz o tratamento e a sífilis é transmitida para o feto.

O secretário de Atenção Primária à Saúde, Raphael Câmara, destaca a importância dos exames preventivos não só para as grávidas: “O parceiro tem que ir ao pré-natal, tem que ser avaliado e testado. E se der positivo, tem que ser tratado. É questão de proteção para ele, mas principalmente para a sua parceira e para o seu bebê. Porque se tiver positivo para sífilis, a criança pode nem nascer ou ter sequelas muito graves.”

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Saúde
17/03/2020 04:33h

Especialistas recomendam o uso da camisinha como a mais segura e acessível forma de prevenção às ISTs

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O uso da camisinha em relações sexuais é uma medida eficaz na prevenção às infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), com proteção de quase 100% contra HIV, sífilis e hepatites virais, HPV e gonorreia, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). 

E o alerta do Ministério da Saúde é de que o uso da camisinha seja feito regularmente. Isso, segundo a pasta, pode contribuir para a queda das notificações das ISTs.

A pesquisadora das ISTs da Universidade de Brasília (UnB), Eliane Maria Fleury, explica que a segurança da camisinha é alta, ao ponto, segundo ela, de permitir que as pessoas com HIV, por exemplo, tenham vida sexual ativa, sem colocar o parceiro em riscos da infecção.

“A camisinha tem uma eficácia alta. Estudos mostram que o aprimoramento do látex, a evolução tecnológica desse material, se a gente compara 30 a 40 anos atrás, é muito fininho, com uma boa elasticidade e o rompimento é difícil. Sexo com camisinha, nos dias atuais, a pessoa sai tranquila, sem preocupação.”

Especialistas recomendam o uso da camisinha como a mais segura e acessível forma de prevenção às ISTs, em todas relações sexuais. Em 2020, as Unidades Básicas de Saúde vão ter reforço de 570 milhões de camisinhas e géis lubrificantes. A quantidade distribuída pelo Ministério da Saúde é 12% maior, em comparação com o total disponibilizado em 2019. 

As camisinhas são distribuídas gratuitamente pelo SUS nas Unidades Básicas de Saúde de todo Brasil. 

A especialista Eliane Maria Fleury reforça que antes de usar a camisinha, alguns cuidados devem ser tomados. 

“Camisinha fora do prazo de validade: se está além desse prazo, pode estar como látex fragilizado e arrebentar. Outra coisa: usar lubrificantes que não seja base de água, lubrificantes oleosos, como vaselina, favorecem rompimento. Então, o ideal são lubrificantes à base de água.” 

Os dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que, em um ano, em todo Brasil, mais de 158 mil pessoas contraíram sífilis. Além disso, cerca de 900 mil pessoas vivem com o HIV, no país. Dessas, 135 mil provavelmente não sabem que têm a doença.  De acordo com dados oficiais, a maioria dos casos de infecção pelo HIV é registrada na faixa de 20 a 34 anos, em todos os estados. 

Além de distribuírem camisinha gratuitamente, todas as Unidades Básicas de Saúde contam com testes rápidos ou laboratoriais para ISTs. 

Proteja-se! Usar camisinha é uma responsa de todos. Se notar sinais de uma infecção Sexualmente Transmissível (IST), procure uma unidade de saúde e informe-se. Saiba mais em: saude.gov.br/ist. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada, Brasil. 

Arte: Ítalo Novais/Sabrine Cruz

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Saúde
11/03/2020 05:00h

Além da sífilis, o estado do Amazonas registrou quase 680 casos de HIV, apenas nos seis primeiros meses do ano passado

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O crescente número de casos de sífilis em Manaus preocupa as autoridades: em 2017, foram mais de mil casos. Já em 2018, o número quase dobrou, passando para mais de 1.900 casos de sífilis na capital amazonense, conforme dados do Ministério da Saúde.

Além da sífilis, o estado do Amazonas registrou quase 680 casos de HIV, apenas nos seis primeiros meses do ano passado. Já a Aids, doença causada pelo HIV, atingiu quase 17.800 amazonenses, nos últimos 20 anos. As hepatites virais mataram mais de 1.300 amazonenses, de 2000 a 2017.

Os números mostram que, em um ano, em todo Brasil, mais de 158 mil pessoas contraíram sífilis. Além disso, cerca de 900 mil pessoas vivem com o HIV, no país. Dessas, 135 mil provavelmente não sabem que têm a doença.  De acordo com dados oficiais, a maioria dos casos de infecção pelo HIV é registrada na faixa de 20 a 34 anos, em todos os estados.

Evelyn Campelo, enfermeira da coordenação IST/Aids e Hepatites Virais do Amazonas, lembra que qualquer pessoa, diante da suspeita de infecção por ISTs, pode realizar testes rápidos e gratuitos nas Unidades Básicas de Saúde e, assim, evitar que as doenças sexualmente transmissíveis sejam transmitidas.  

Ela ressalta que o público mais vulnerável ao contágio pela sífilis em Manaus e em todo o país, são os homens jovens. 

“No Amazonas, temos um número superior de casos de sífilis diagnosticados do que de HIV. Então, a gente ainda precisa trabalhar muito a questão da testagem, principalmente entre homens. A gente percebe que os casos de sífilis diagnosticados tardiamente são muito mais frequentes em homens do que em mulheres.”

As autoridades em Saúde alertam que a negligência no uso da camisinha é um dos fatores que pode influenciar no aumento de infecção de sífilis e das demais ISTs, como hepatites, HIV e gonorreia, entre a população e, principalmente, entre os jovens de 15 a 29 anos, como ressalta diretor do Departamento de ISTs do Ministério da Saúde, Gerson Pereira.

“Se colocamos o jovem como prioridade nessa campanha é porque a gente sabe, olhando os dados de sífilis, das hepatites, do HIV/Aids, que essas doenças são mais frequentes, hoje, na população de 15 a 29 anos. A prevenção maior dessas doenças é o uso da camisinha.”

Este ano, o Ministério da Saúde pretende distribuir mais de 570 milhões de camisinhas. A quantidade representa um aumento de 12 por cento em relação ao número de camisinhas distribuídas no ano passado, quando foram enviadas 509,9 milhões aos estados.

Além disso, todas as unidades de saúde do SUS contam com testes rápidos ou laboratoriais para ISTs. Apenas para o diagnóstico da sífilis, serão distribuídos quase 14 milhões de testes rápidos em todo país.

Proteja-se! Usar camisinha é uma responsa de todos. Se notar sinais de uma infecção Sexualmente Transmissível (IST), procure uma unidade de saúde e informe-se. Saiba mais em: saude.gov.br/ist. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada, Brasil.

Arte: Ítalo Novais/Sabrine Cruz

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Saúde
11/03/2020 04:49h

Em 2018, foram quase 390 casos de Sífilis na cidade

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O crescente número de casos de sífilis em Porto Velho preocupa as autoridades: em 2017, foram pouco mais de 200 casos. Já em 2018, o número quase dobrou, passando para quase 390 casos de sífilis na capital rondoniense, conforme dados do Ministério da Saúde.

Além da sífilis, o estado de Rondônia registrou quase 140 casos de HIV, apenas nos seis primeiros meses do ano passado. Já a Aids, doença causada pelo HIV, atingiu mais de 5.700 moradores do estado, nos últimos 20 anos. As hepatites virais mataram mais de 640 rondonienses, de 2000 a 2017.

Os dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que, em um ano, em todo Brasil, mais de 158 mil pessoas contraíram sífilis. Além disso, cerca de 900 mil pessoas convivem com o HIV, no país. Dessas, 135 mil provavelmente não sabem que têm a doença.  De acordo com dados oficiais, a maioria dos casos de infecção pelo HIV é registrada na faixa de 20 a 34 anos, em todos os estados.

A Coordenadora-Geral de Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do Ministério da Saude, Angélica Espinosa, alerta que, diante de dúvidas, a melhor alternativa é procurar uma Unidade Básica de Saúde para realizar o teste rápido de diagnóstico das ISTs. Ela lembra que a forma mais segura de evitar contaminação por ISTs é o uso da camisinha. 

“As pessoas precisam saber que podem estar correndo o risco de se expor a uma IST, que podem se contaminar e que podem procurar o serviço de saúde para fazer o diagnósticoe tratamento. São infecções, então muitas vezes a pessoa não vai ter nenhum sintoma aparente.” 

As autoridades em Saúde alertam que a negligência no uso da camisinha é um dos fatores que pode influenciar no aumento no número de infecções de sífilis, e das demais ISTs, como hepatites, HIV e gonorreia entre a população e, principalmente, entre os jovens de 15 a 29 anos, como ressalta diretor do Departamento de ISTs do Ministério da Saúde, Gerson Pereira.

“Se colocamos o jovem como prioridade nessa campanha é porque a gente sabe, olhando os dados de sífilis, das hepatites, do HIV/Aids, que essas doenças são mais frequentes, hoje, na população de 15 a 29 anos. A prevenção maior dessas doenças é o uso da camisinha.”

Este ano, o Ministério da Saúde pretende distribuir mais de 570 milhões de camisinhas. A quantidade representa um aumento de 12 por cento em relação ao número de camisinhas distribuídas no ano passado, quando foram enviadas 509,9 milhões aos estados.

Além disso, todas as unidades de saúde do SUS contam com testes rápidos ou laboratoriais para ISTs. Apenas para o diagnóstico da sífilis, serão distribuídos quase 14 milhões de testes rápidos em todo país.

Proteja-se! Usar camisinha é uma responsa de todos. Se notar sinais de uma infecção Sexualmente Transmissível (IST), procure uma unidade de saúde e informe-se. Saiba mais em: saude.gov.br/ist. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada, Brasil.

Arte: Ítalo Novais/Sabrine Cruz

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Saúde
06/03/2020 12:05h

A negligência no uso da camisinha é um dos fatores que pode contribuir para o aumento das Infecções Sexualmente Transmissíveis entre os jovens

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Os paraenses precisam se prevenir das Infecções Sexualmente Transmissíveis, as ISTs, como HIV, sífilis, gonorreia, HPV e hepatites. Mais de mil casos de HIV foram notificados no estado, apenas nos primeiros seis meses do ano passado. Já a Aids, doença causada pelo HIV, atingiu quase 27 mil paraenses, nos últimos 20 anos. Os dados são do último Boletim Epidemiológico HIV/AIDS, divulgado pelo Ministério da Saúde.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a OMS, todos os dias, ocorrem 1 milhão de novas Infecções Sexualmente Transmissíveis no mundo e a maior preocupação das autoridades em Saúde brasileiras é com os jovens.
 
As ISTs podem ser prevenidas com uso da camisinha. No entanto, esse cuidado está diminuindo entre as pessoas de 15 a 29 anos e a tendência é de aumento dos casos de Infecções Sexualmente Transmissíveis nos estados, como alerta o Ministério da Saúde.

Arte: Ítalo Novais/Sabrine Cruz
  
A negligência no uso da camisinha é um dos fatores que pode contribuir para o aumento das Infecções Sexualmente Transmissíveis entre os jovens, como explica a coordenadora de IST/AIDS, da Secretaria de Saúde do Pará, Andrea Miranda. 

“É importante que a gente mostre a necessidade da prevenção nesse momento em que o índice tem aumentado no público jovem. Ele pode estar passando essas doenças para outras pessoas. É importante a gente se prevenir para evitar consequências mais graves na frente. Se eu me gosto, se eu me previno, eu evito infecções sexualmente transmissíveis”.
 
Além do HIV e da Aids, o estado do Pará registrou quase 1.140 casos de sífilis, apenas nos seis primeiros meses do ano passado, e nos últimos 10 anos foram 7.992 casos registrados. As hepatites virais mataram mais de 1.300 paraenses, de 2000 a 2017.
 
Em todo país, o tipo C da hepatite é o mais prevalente e letal, com 26.167 casos notificados, no último ano pesquisado.
 
Os dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que, em um ano, em todo Brasil, mais de 158 mil pessoas contraíram sífilis. Além disso, cerca de 900 mil pessoas convivem com o HIV, no país. Dessas, 135 mil provavelmente não sabem que têm a doença.  De acordo com dados oficiais, a maioria dos casos de infecção pelo HIV é registrada na faixa de 20 a 34 anos, em todos os estados.
 
A prevenção é a melhor forma de proteção das ISTs. O uso da camisinha é um hábito que precisa ser constante, durante todo o ano, como ressalta diretor do Departamento de ISTs do Ministério da Saúde, Gerson Pereira.   

“E a gente coloca um jovem como prioridade nessa campanha é porque a gente sabe olhando os dados de sífilis das hepatites do HIV Aids, que essas doenças são mais frequentes, hoje, na população de 15 a 29 anos. A prevenção maior dessas doenças é o uso da camisinha”. 

Este ano, o Ministério da Saúde vai distribuir, ao todo, 570 milhões de camisinhas para todo o país. A quantidade representa um aumento de 12% em relação ao número de camisinhas distribuídas no passado, quando foram enviados 509,9 milhões aos estados.
 
Além disso, as unidades de saúde do Sistema Único de Saúde, o SUS, contam com testes rápidos ou laboratoriais para ISTs. Apenas para o diagnóstico da sífilis, serão distribuídos quase 14 milhões de testes rápidos em todo país.
 
Proteja-se! Usar camisinha é uma responsa de todos. Se notar sinais de uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST), procure uma unidade de saúde e informe-se. Saiba mais em: saude.gov.br/ist. 

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Saúde
05/03/2020 13:11h

O estado de Goiás registrou também mais de 2.600 casos de sífilis, no primeiro semestre do ano passado

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A população de Goiás precisa se prevenir das Infecções Sexualmente Transmissíveis, as ISTs, como HIV, sífilis, gonorreia, HPV e hepatites. Mais de 460 casos de HIV foram notificados no estado, apenas nos seis primeiros meses do ano passado. Já a Aids, doença causada pelo HIV, atingiu quase 17 mil goianos, nos últimos 20 anos. Os dados são do último Boletim Epidemiológico HIV/AIDS, divulgado pelo Ministério da Saúde.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a OMS, todos os dias, ocorrem 1 milhão de novas Infecções Sexualmente Transmissíveis no mundo e a maior preocupação das autoridades em Saúde brasileiras é com os jovens.
 
As ISTs podem ser prevenidas com uso da camisinha. No entanto, esse cuidado está diminuindo entre as pessoas de 15 a 29 anos e a tendência é de aumento dos casos de Infecções Sexualmente Transmissíveis nos estados, como alerta o Ministério da Saúde.

A negligência no uso da camisinha é um dos fatores que pode contribuir para o aumento das Infecções Sexualmente Transmissíveis entre os jovens, como explica a coordenadora Estadual de IST e Aids de Goiás, Milca Prado. 

“A últimas pesquisas têm apontado que a adesão ao uso da camisinha, principalmente pela nossa população jovem, de 15 a 29 anos, tem diminuído ao longo dos anos. A camisinha é de fácil acesso, é barato, é seguro e não tem efeito colateral”.

Além do HIV e da Aids, o estado de Goiás registrou mais de 2.600 casos de sífilis, no primeiro semestre do ano passado, e nos últimos 10 anos foram mais de 14.200 casos registrados. As hepatites virais mataram mais de 1.400 goianos, de 2000 a 2017.

Arte: Ítalo Novais/Sabrine Cruz
 
Em todo país, o tipo C da hepatite é o mais prevalente e letal, com 26.167 casos notificados, no último ano pesquisado.
 
Os dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que, em um ano, em todo Brasil, mais de 158 mil pessoas contraíram sífilis. Além disso, cerca de 900 mil pessoas convivem com o HIV, no país. Dessas, 135 mil provavelmente não sabem que têm a doença. De acordo com dados oficiais, a maioria dos casos de infecção pelo HIV é registrada na faixa de 20 a 34 anos, em todos os estados.
 
A prevenção é a melhor forma de proteção das ISTs. O uso da camisinha é um hábito que precisa ser constante, durante todo o ano, como ressalta diretor do Departamento de ISTs do Ministério da Saúde, Gerson Pereira.

“E a gente coloca um jovem como prioridade nessa campanha é porque a gente sabe olhando os dados de sífilis das hepatites do HIV Aids, que essas doenças são mais frequentes, hoje, na população de 15 a 29 anos. A prevenção maior dessas doenças é o uso da camisinha”. 

Este ano, o Ministério da Saúde vai distribuir, ao todo, 570 milhões de camisinhas para todo o país. A quantidade representa um aumento de 12% em relação ao número de camisinhas distribuídas no passado, quando foram enviados 509,9 milhões aos estados.
 
Além disso, as unidades de saúde do Sistema Único de Saúde, o SUS, contam com testes rápidos ou laboratoriais para ISTs. Apenas para o diagnóstico da sífilis, serão distribuídos quase 14 milhões de testes rápidos em todo país.
 
Proteja-se! Usar camisinha é uma responsa de todos. Se notar sinais de uma infecção Sexualmente Transmissível (IST), procure uma unidade de saúde e informe-se. Saiba mais em: saude.gov.br/ist.

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Saúde
04/03/2020 14:00h

Além do HIV e da Aids, o estado de Rondônia registrou 426 casos de sífilis, no primeiro semestre do ano passado

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A população de Rondônia precisa se prevenir das Infecções Sexualmente Transmissíveis, as ISTs, como HIV, sífilis, gonorreia, HPV e hepatites. Mais de 140 casos de HIV foram notificados no estado, apenas nos seis primeiros meses do ano passado. Já a Aids, doença causada pelo HIV, atingiu mais de 5.700 moradores do estado, nos últimos 20 anos. Os dados são do último Boletim Epidemiológico HIV/Aids, divulgado pelo Ministério da Saúde.
 
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a OMS, todos os dias, ocorrem 1 milhão de novas Infecções Sexualmente Transmissíveis no mundo e a maior preocupação das autoridades em Saúde brasileiras é com os jovens.
 
As ISTs podem ser prevenidas com uso de preservativo. No entanto, esse cuidado está diminuindo entre as pessoas de 15 a 29 anos. O alerta é do Ministério da Saúde.
 
A negligência no uso de preservativo é um dos fatores que pode contribuir para o aumento das Infecções Sexualmente Transmissíveis entre os jovens, como explica Angélica Espinosa Miranda, coordenadora geral de Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do Ministério da Saúde.

“As pessoas precisam saber que podem estar correndo o risco de se expor à uma IST, que podem se contaminar e que podem procurar o serviço de saúde para fazer o diagnóstico e para fazer o tratamento. São infecções, então muitas vezes, a pessoa não vai ter nenhum sintoma aparente. E mesmo que não ache, deve usar o preservativo em toda relação sexual.”
 
Além do HIV e da Aids, o estado de Rondônia registrou 426 casos de sífilis, no primeiro semestre do ano passado, e nos últimos 10 anos foram 3.708 casos registrados. As hepatites virais mataram mais de 640 pessoas no estado, de 2000 a 2017.

Arte: Ítalo Novais/Sabrine Cruz
 
Em todo país, o tipo C da hepatite é o mais prevalente e letal, com 26.167 casos notificados, no último ano pesquisado.

Os dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que, em um ano, em todo Brasil, mais de 158 mil pessoas contraíram sífilis. Além disso, cerca de 900 mil pessoas convivem com o HIV, no país. Dessas, 135 mil provavelmente não sabem que têm a doença.  De acordo com dados oficiais, a maioria dos casos de infecção pelo HIV é registrada na faixa de 20 a 34 anos, em todos os estados.

A prevenção é a melhor forma de proteção das ISTs. O uso do preservativo é um hábito que precisa ser constante, durante todo o ano, como ressalta diretor do Departamento de ISTs do Ministério da Saúde, Gerson Pereira.

“E a gente coloca um jovem como prioridade nessa campanha é porque a gente sabe, olhando os dados de sífilis das hepatites do HIV Aids, que essas doenças são mais frequentes, hoje, na população de 15 a 29 anos. A prevenção maior dessas doenças é o uso do preservativo”. 

Este ano, o Ministério da Saúde vai distribuir, ao todo, 570 milhões de preservativos para todo o país. A quantidade representa um aumento de 12% em relação ao número de preservativos distribuídos no passado, quando foram enviadas 509,9 milhões de preservativos aos estados.

Além disso, todas as unidades de saúde do Sistema Único de Saúde, o SUS, contam com testes rápidos ou laboratoriais para ISTs. Apenas para o diagnóstico da sífilis, serão distribuídos quase 14 milhões de testes rápidos em todo país.

Proteja-se! Usar camisinha é uma responsa de todos. Se notar sinais de uma Infecção Sexualmente Transmissível (IST), procure uma unidade de saúde e informe-se. Saiba mais em: saude.gov.br/ist. 

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Saúde
04/03/2020 13:49h

O Amazonas registrou quase 2 mil casos de sífilis, no primeiro semestre do ano passado, e nos últimos 10 anos foram 11.715 casos registrados

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A população do Amazonas precisa se prevenir das Infecções Sexualmente Transmissíveis, as ISTs, como HIV, sífilis, gonorreia, HPV e hepatites. Cerca de 680 casos de HIV foram notificados no estado, apenas nos seis primeiros meses do ano passado. Já a Aids, doença causada pelo HIV, atingiu quase 17.800 amazonenses, nos últimos 20 anos. Os dados são do último Boletim Epidemiológico HIV/Aids, divulgado pelo Ministério da Saúde.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a OMS, todos os dias, ocorrem 1 milhão de novas Infecções Sexualmente Transmissíveis no mundo e a maior preocupação das autoridades em Saúde brasileiras é com os jovens.

As ISTs podem ser prevenidas com uso de preservativo. No entanto, esse cuidado está diminuindo entre as pessoas de 15 a 29 anos e a tendência é de aumento dos casos de Infecções Sexualmente Transmissíveis nos estado, como alerta o Ministério da Saúde.

Para Evelyn Campelo, enfermeira da coordenação estadual do Amazonas de IST/Aids e Hepatites Virais, a negligência no uso de preservativo é um dos fatores que pode contribuir para o aumento das Infecções Sexualmente Transmissíveis entre os jovens. Ela alerta, que além do HIV e Aids, a sífilis também preocupa as autoridades em Saúde do estado. 

“No Amazonas temos um número superior de casos de sífilis diagnosticados do que de HIV. Então, a gente ainda precisa trabalhar muito a questão da testagem principalmente entre homens. Percebemos que os casos de sífilis diagnosticados tardiamente são muito mais frequentes em homens do que em mulheres”.

O Amazonas registrou quase 2 mil casos de sífilis, no primeiro semestre do ano passado, e nos últimos 10 anos foram 11.715 casos registrados. As hepatites virais mataram mais de 1.300 amazonenses, de 2000 a 2017.

Arte: Ítalo Novais/Sabrine Cruz

Em todo país, o tipo C da hepatite é o mais prevalente e letal, com 26.167 casos notificados, no último ano pesquisado.

Os dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que, em um ano, em todo Brasil, mais de 158 mil pessoas contraíram sífilis. Além disso, cerca de 900 mil pessoas convivem com o HIV, no país. Dessas, 135 mil provavelmente não sabem que têm a doença.  De acordo com dados oficiais, a maioria dos casos de infecção pelo HIV é registrada na faixa de 20 a 34 anos, em todos os estados.

A prevenção é a melhor forma de proteção das ISTs. O uso do preservativo é um hábito que precisa ser constante, durante todo o ano, como ressalta diretor do Departamento de ISTs do Ministério da Saúde, Gerson Pereira.

“E a gente coloca um jovem como prioridade nessa campanha é porque a gente sabe olhando os dados de sífilis das hepatites do HIV Aids, que essas doenças são mais frequentes, hoje, na população de 15 a 29 anos. A prevenção maior dessas doenças é o uso da camisinha”. 

Este ano, o Ministério da Saúde pretende distribuir mais de 570 milhões de preservativo. A quantidade representa um aumento de 12 por cento em relação ao número de preservativos distribuídos no ano passado, quando foram enviadas 509,9 milhões de preservativos aos estados.

Além disso, as unidades de saúde do Sistema Único de Saúde, o SUS, contam com testes rápidos ou laboratoriais para ISTs. Apenas para o diagnóstico da sífilis, serão distribuídos quase 14 milhões de testes rápidos em todo país.

Proteja-se! Usar camisinha é uma responsa de todos. Se notar sinais de uma infecção Sexualmente Transmissível (IST), procure uma unidade de saúde e informe-se. Saiba mais em: saude.gov.br/ist. 

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Saúde
04/03/2020 13:35h

Além do HIV e da Aids, o estado de Roraima registrou mais de 350 casos de sífilis no primeiro semestre do ano passado

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A população de Roraima precisa se prevenir das Infecções Sexualmente Transmissíveis, as ISTs, como HIV, sífilis, gonorreia, HPV e hepatites. Mais de 100 casos de HIV foram notificados no estado, apenas nos seis primeiros meses do ano passado. Já a Aids doença causada pelo HIV, atingiu mais de 2.500 pessoas do estado, nos últimos 20 anos. Os dados são do último Boletim Epidemiológico HIV/Aids, divulgado pelo Ministério da Saúde.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a OMS,  todos os dias, ocorrem 1 milhão de novas Infecções Sexualmente Transmissíveis no mundo e a maior preocupação das autoridades em Saúde brasileiras é com os jovens.

As ISTs podem ser prevenidas com uso de preservativo. No entanto, esse cuidado está diminuindo entre as pessoas de 15 a 29 anos e a tendência é de aumento dos casos de Infecções Sexualmente Transmissíveis nos estados, como alerta o Ministério da Saúde.

A negligência no uso de preservativo é um dos fatores que pode contribuir para o aumento das Infecções Sexualmente Transmissíveis entre os jovens, de acordo com a gerente do Núcleo de Controle de DST/Aids e Hepatites Virais de Roraima, Sumaia Dias. Ela alerta que na dúvida, o melhor é procurar uma Unidade Básica de Saúde para fazer o exame de diagnóstico de ISTs.

“Se a pessoa teve relação sexual desprotegida e está na dúvida, não fez o seu diagnóstico ainda, pode se dirigir a qualquer unidade de saúde, de todos os municípios do Estado. Nós temos uma cobertura de testagem rápida em todas as UBS no Estado de Roraima.”

Além do HIV e da Aids, o estado de Roraima registrou mais de 350 casos de sífilis no primeiro semestre do ano passado, e nos últimos 10 anos foram 1.606 casos registrados. As hepatites virais mataram mais de 120 moradores do estado, de 2000 a 2017.

Arte: Ítalo Novais/Sabrine Cruz

Em todo país, o tipo C da hepatite é o mais prevalente e letal, com 26.167 casos notificados, no último ano pesquisado.

Os dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que, em um ano, em todo Brasil, mais de 158 mil pessoas contraíram sífilis. Além disso, cerca de 900 mil pessoas convivem com o HIV, no país. Dessas, 135 mil provavelmente não sabem que têm a doença.  De acordo com dados oficiais, a maioria dos casos de infecção pelo HIV é registrada na faixa de 20 a 34 anos, em todos os estados.

A prevenção é a melhor forma de proteção das ISTs. O uso do preservativo é um hábito que precisa ser constante, durante todo o ano, como ressalta diretor do Departamento de ISTs do Ministério da Saúde, Gerson Pereira.

“E a gente coloca um jovem como prioridade nessa campanha é porque a gente sabe olhando os dados de sífilis das hepatites do HIV Aids, que essas doenças são mais frequentes, hoje, na população de 15 a 29 anos. A prevenção maior dessas doenças é o uso da camisinha”.

Este ano, o Ministério da Saúde pretende distribuir mais de 570 milhões de preservativos. A quantidade representa um aumento de 12 por cento em relação ao número de preservativos distribuídos no ano passado, quando foram enviadas 509,9 milhões de preservativos aos estados.

Além disso, as unidades de saúde do Sistema Único de Saúde, o SUS, contam com testes rápidos ou laboratoriais para ISTs. Apenas para o diagnóstico da sífilis, serão distribuídos quase 14 milhões de testes rápidos em todo país.

Proteja-se! Usar camisinha é uma responsa de todos. Se notar sinais de uma infecção Sexualmente Transmissível (IST), procure uma unidade de saúde e informe-se. Saiba mais em: saude.gov.br/ist. Ministério da Saúde, Governo Federal. Pátria Amada, Brasil.

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Saúde
03/03/2020 13:24h

Além do HIV e da Aids, o estado do Acre registrou 144 casos de sífilis, no primeiro semestre do ano passado

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A população do Acre precisa se prevenir das Infecções Sexualmente Transmissíveis, as ISTs, como HIV, sífilis, gonorreia, HPV e hepatites. Cerca de 30 casos de HIV foram notificados no estado, apenas nos seis primeiros meses do ano passado. Já a Aids, doença causada pelo HIV, atingiu mais de 1.100 acreanos, nos últimos 20 anos. Os dados são do último Boletim Epidemiológico HIV/AIDS, divulgado pelo Ministério da Saúde.

De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a OMS, todos os dias, ocorrem 1 milhão de novas Infecções Sexualmente Transmissíveis no mundo e a maior preocupação das autoridades em Saúde brasileiras é com os jovens.
 
As ISTs podem ser prevenidas com uso da camisinha. No entanto, esse cuidado está diminuindo entre as pessoas de 15 a 29 anos e a tendência é de aumento dos casos de Infecções Sexualmente Transmissíveis nos estados, como alerta o Ministério da Saúde.

A negligência no uso da camisinha é um dos fatores que pode contribuir para o aumento das Infecções Sexualmente Transmissíveis entre os jovens, como explica Angélica Espinosa Miranda, coordenadora geral de Vigilância das Infecções Sexualmente Transmissíveis, do Ministério da Saúde. 

“São infecções e muitas vezes, a pessoa não terá sintoma aparente. Então, o principal desafio é a orientação da população, que saiba o risco que corre e procure uma unidade de saúde quando achar que está contaminada. E mesmo que não ache, deve usar a camisinha em toda relação sexual.”

Além do HIV e da Aids, o estado do Acre registrou 144 casos de sífilis, no primeiro semestre do ano passado, e nos últimos 10 anos foram 1.280 casos registrados. As hepatites virais mataram quase mil moradores do Acre, de 2000 a 2017.

Em todo país, o tipo C da hepatite é o mais prevalente e letal, com 26.167 casos notificados, no último ano pesquisado.

Os dados mais recentes do Ministério da Saúde mostram que, em um ano, em todo Brasil, mais de 158 mil pessoas contraíram sífilis. Além disso, cerca de 900 mil pessoas convivem com o HIV, no país. Dessas, 135 mil provavelmente não sabem que têm a doença.  De acordo com dados oficiais, a maioria dos casos de infecção pelo HIV é registrada na faixa de 20 a 34 anos, em todos os estados.

A prevenção é a melhor forma de proteção das ISTs. O uso da camisinha é um hábito que precisa ser constante, durante todo o ano, como ressalta diretor do Departamento de ISTs do Ministério da Saúde, Gerson Pereira.

“E a gente coloca um jovem como prioridade nessa campanha é porque a gente sabe olhando os dados de sífilis das hepatites do HIV Aids, que essas doenças são mais frequentes, hoje, na população de 15 a 29 anos. A prevenção maior dessas doenças é o uso da camisinha”. 

Este ano, o Ministério da Saúde pretende distribuir mais de 570 milhões camisinhas. A quantidade representa um aumento de 12 por cento em relação ao número de preservativos distribuídos no ano passado, quando foram enviadas 509,9 milhões camisinhas aos estados.

Além disso, as unidades de saúde do Sistema Único de Saúde, o SUS, contam com testes rápidos ou laboratoriais para ISTs. Apenas para o diagnóstico da sífilis, serão distribuídos quase 14 milhões de testes rápidos em todo país.

Proteja-se! Usar camisinha é uma responsa de todos. Se notar sinais de uma infecção Sexualmente Transmissível (IST), procure uma unidade de saúde e informe-se. Saiba mais em: saude.gov.br/ist. 

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