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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

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3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

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a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Brasil Mineral
27/07/2021 02:00h

O estado arrecadou $ 2,1 bilhões nos seis primeiros meses de 2021

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A arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (Cfem) no Pará cresceu 106% no primeiro semestre de 2021, em comparação com o mesmo período do ano passado. A informação é de balanço do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), feito com dados da Agência Nacional de Mineração (ANM).

Nos primeiros seis meses deste ano, o recolhimento dos royalties da atividade mineradora no estado chegou a R$ 2,1 bilhões, frente aos mais de R$ 1 bilhão recolhidos no primeiro semestre do ano passado.

Puxado pelo aumento no preço de commodities e minerais no mercado internacional e pela valorização do dólar em relação ao real, o resultado  mantém o Pará na liderança na arrecadação da contribuição, seguido por Minas Gerais, Goiás, Bahia e Mato Grosso.

Em todo país, a arrecadação da CFEM, segundo o presidente-executivo do Ibram, Flávio Penido, mais do que dobrou no primeiro semestre de 2021, chegando a um valor de R$ 4,48 bilhões, o que representa um aumento de 111,7% com relação ao primeiro semestre do ano passado.

"Quatro ponto cinco bilhões em um semestre é uma substancial contribuição para os cofres públicos, principalmente dos municípios. É fácil imaginar, pelos valores apontados, a série de investimentos que é possível fazer pelos prefeituras e isso, sem dúvida, leva a uma melhora do IDH de cada município com esses investimentos."

As vizinhas Parauapebas e Canaã dos Carajás lideram o ranking dos maiores arrecadadores da CFEM no semestre. Parauapebas arrecadou, no período, um pouco mais de R$ 1 bilhão. Já Canaã dos Carajás recolheu R$ 829 milhões. Resultados influenciados pelo aumento no valor da produção do minério de ferro. Marabá é a nona na lista das cidades que mais arrecadaram CFEM, com R$ 81 milhões.

No primeiro semestre de 2021, o faturamento da produção mineral no Pará foi de R$ 65,4 bilhões, um aumento de 99% em comparação com o mesmo período do ano passado (R$ 32,9 bi). Esse montante equivale a 44% do valor do faturamento total da produção mineral brasileira no período.

Brasil

O valor da produção mineral brasileira cresceu 98% no primeiro semestre de 2021, em comparação com o mesmo período de 2020, alcançando R$ 149 bilhões, contra R$ 75,3 bilhões no período anterior. O aumento foi puxado pelo minério de ferro, cujo valor da produção nos seis primeiros meses deste ano somou R$ 107,5 bilhões, o que representa um aumento de 135% em relação ao valor da produção do primeiro semestre de 2020, que foi de R$ 45,8 bilhões. 

O segundo item a impactar positivamente no valor da produção foi o minério de ouro, cuja produção somou R$ 13,7 bilhões, um crescimento de 46%. Já o cobre, que ocupou o terceiro lugar no valor da produção, teve um crescimento de 52%, com um total de R$ 8,1 bilhões no período.

Para o presidente do Conselho Diretor do Ibram, Wilson Brumer, esse crescimento no valor da produção mineral brasileira em 2021 é explicado pelo aumento de preços de algumas commodities minerais no mercado internacional e pela valorização do dólar em relação ao real. Os preços do minério de ferro, por exemplo, tiveram um aumento de 101,5% no período, passando de uma média de US$ 91,04 por tonelada para US$ 183,43/t. O preço médio do cobre, por sua vez, aumentou 65,8%, evoluindo de US$ 5.486,91/t para US$ 9.094,61/t. Já o níquel e o alumínio aumentaram, respectivamente, 41,5% e 41,0%. 

Quanto ao câmbio, a cotação do dólar em relação ao real passou de R$ 4,92 para R$ 5,38. Indagado sobre as perspectivas de crescimento da produção mineral até o final de 2021, Brumer afirmou que não se surpreenderá se o valor chegar a R$ 300 bilhões, já que acredita na manutenção dos preços – principalmente do minério de ferro – e numa taxa de câmbio não muito diferente da atual.

As exportações minerais também apresentaram bom desempenho, com uma variação positiva de 91,41% no período, passando de US$ 14,44 bilhões para US$ 27,65 bilhões. Como as importações minerais somaram US$ 3,14 bilhões, o saldo da balança comercial mineral foi de US$ 24,51 bilhões, um crescimento de 110,53%. E aqui novamente o minério de ferro foi decisivo, já que o valor das exportações passou de US$ 9,5 bilhões para US$ 21,5 bilhões, ou seja, mais 126%, embora, em tonelagem, as vendas ao exterior no período tenham registrado um crescimento de 15%. As outras substâncias minerais que tiveram crescimento nas exportações foram principalmente o cobre e o nióbio.

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Brasil Mineral
27/07/2021 02:00h

O estado arrecadou $ 1,9 bilhão nos seis primeiros meses de 2021

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A arrecadação da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (Cfem) em Minas Gerais cresceu 134% no primeiro semestre de 2021, em comparação com o mesmo período do ano passado. A informação é de balanço do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), feito com dados da Agência Nacional de Mineração (ANM).

Nos primeiros seis meses deste ano, o recolhimento dos royalties da atividade mineradora no estado chegou a R$ 1,9 bilhão, frente aos R$ 835 milhões recolhidos no primeiro semestre do ano passado.

Puxado pelo aumento no preço de commodities e minerais no mercado internacional e pela valorização do dólar em relação ao real, o resultado matém Minas na segunda colocação na arrecadação da contribuição, atrás do Pará. 

Em todo país, a arrecadação da CFEM, segundo o presidente-executivo do Ibram, Flávio Penido, mais do que dobrou no primeiro semestre de 2021, chegando a um valor de R$ 4,48 bilhões, o que representa um aumento de 111,7% com relação ao primeiro semestre do ano passado.

"Quatro ponto cinco bilhões em um semestre é uma substancial contribuição para os cofres públicos, principalmente dos municípios. É fácil imaginar, pelos valores apontados, a série de investimentos que é possível fazer pelos prefeituras e isso, sem dúvida, leva a uma melhora do IDH de cada município com esses investimentos."

Conceição do Mato Dentro (R$ 319 milhões), Itabirito (R$ 225), Congonhas (R$ 195), Mariana (R$ 171), Itabira (R$ 157), Nova Lima (R$ 152) e São Gonçalo do Rio Abaixo (R$ 128) estão no ranking dos 10 maiores arrecadadores da CFEM no semestre. 

No primeiro semestre de 2021, o faturamento da produção mineral em Minas Gerais foi de R$ 61 bilhões, um aumento de 122% em comparação com o mesmo período do ano passado (R$ 27 bi). Esse montante equivale a 41% do valor do faturamento total da produção mineral brasileira no período.

Brasil

O valor da produção mineral brasileira cresceu 98% no primeiro semestre de 2021, em comparação com o mesmo período de 2020, alcançando R$ 149 bilhões, contra R$ 75,3 bilhões no período anterior. O aumento foi puxado pelo minério de ferro, cujo valor da produção nos seis primeiros meses deste ano somou R$ 107,5 bilhões, o que representa um aumento de 135% em relação ao valor da produção do primeiro semestre de 2020, que foi de R$ 45,8 bilhões. 

O segundo item a impactar positivamente no valor da produção foi o minério de ouro, cuja produção somou R$ 13,7 bilhões, um crescimento de 46%. Já o cobre, que ocupou o terceiro lugar no valor da produção, teve um crescimento de 52%, com um total de R$ 8,1 bilhões no período.

Para o presidente do Conselho Diretor do Ibram, Wilson Brumer, esse crescimento no valor da produção mineral brasileira em 2021 é explicado pelo aumento de preços de algumas commodities minerais no mercado internacional e pela valorização do dólar em relação ao real. Os preços do minério de ferro, por exemplo, tiveram um aumento de 101,5% no período, passando de uma média de US$ 91,04 por tonelada para US$ 183,43/t. O preço médio do cobre, por sua vez, aumentou 65,8%, evoluindo de US$ 5.486,91/t para US$ 9.094,61/t. Já o níquel e o alumínio aumentaram, respectivamente, 41,5% e 41,0%. 

Quanto ao câmbio, a cotação do dólar em relação ao real passou de R$ 4,92 para R$ 5,38. Indagado sobre as perspectivas de crescimento da produção mineral até o final de 2021, Brumer afirmou que não se surpreenderá se o valor chegar a R$ 300 bilhões, já que acredita na manutenção dos preços – principalmente do minério de ferro – e numa taxa de câmbio não muito diferente da atual.

As exportações minerais também apresentaram bom desempenho, com uma variação positiva de 91,41% no período, passando de US$ 14,44 bilhões para US$ 27,65 bilhões. Como as importações minerais somaram US$ 3,14 bilhões, o saldo da balança comercial mineral foi de US$ 24,51 bilhões, um crescimento de 110,53%. E aqui novamente o minério de ferro foi decisivo, já que o valor das exportações passou de US$ 9,5 bilhões para US$ 21,5 bilhões, ou seja, mais 126%, embora, em tonelagem, as vendas ao exterior no período tenham registrado um crescimento de 15%. As outras substâncias minerais que tiveram crescimento nas exportações foram principalmente o cobre e o nióbio.

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22/07/2021 11:45h

Segundo o instituto, o desempenho retrata a evolução crescente de preços e demandas internacionais, desde a retomada chinesa..

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De acordo com números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), o valor da produção mineral brasileira cresceu 98% no primeiro semestre de 2021, em comparação com o mesmo período de 2020, alcançando R$ 149 bilhões, contra R$ 75,3 bilhões no período anterior.

O aumento foi puxado pelo minério de ferro, cujo valor da produção nos seis primeiros meses deste ano somou R$ 107,5 bilhões, o que representa um aumento de 135% em relação ao valor da produção do primeiro semestre de 2020, que foi de R$ 45,8 bilhões. O segundo item a impactar positivamente no valor da produção foi o minério de ouro, cuja produção somou R$ 13,7 bilhões, um crescimento de 46%. Já o cobre, que ocupou o terceiro lugar no valor da produção, teve um crescimento de 52%, com um total de R$ 8,1 bilhões no período.

Para o presidente do Conselho Diretor do Ibram, Wilson Brumer, esse crescimento no valor da produção mineral brasileira em 2021 é explicado pelo aumento de preços de algumas commodities minerais no mercado internacional e pela valorização do dólar em relação ao real.

"De uma maneira geral, as commodities vêm sofrendo um aumento de preços. Alguns com uma certa estabilidade. Mas, ao mesmo tempo, comparado com o ano passado, essa combinação de preço de dólar leva a esse faturamento bastante expressivo", destaca Brumer.

Os preços do minério de ferro, por exemplo, tiveram um aumento de 101,5% no período, passando de uma média de US$ 91,04 por tonelada para US$ 183,43/t. O preço médio do cobre, por sua vez, aumentou 65,8%, evoluindo de US$ 5.486,91/t para US$ 9.094,61/t. Já o níquel e o alumínio aumentaram, respectivamente, 41,5% e 41,0%.

Quanto ao câmbio, a cotação do dólar em relação ao real passou de R$ 4,92 para R$ 5,38. Indagado sobre as perspectivas de crescimento da produção mineral até o final de 2021, Brumer afirmou que não se surpreenderá se o valor chegar a R$ 300 bilhões, já que acredita na manutenção dos preços – principalmente do minério de ferro – e numa taxa de câmbio não muito diferente da atual.

As exportações minerais também apresentaram bom desempenho, com uma variação positiva de 91,41% no período, passando de US$ 14,44 bilhões para US$ 27,65 bilhões. Como as importações minerais somaram US$ 3,14 bilhões, o saldo da balança comercial mineral foi de US$ 24,51 bilhões, um crescimento de 110,53%. E aqui novamente o minério de ferro foi decisivo, já que o valor das exportações passou de US$ 9,5 bilhões para US$ 21,5 bilhões, ou seja, mais 126%, embora, em tonelagem, as vendas ao exterior no período tenham registrado um crescimento de 15%. As outras substâncias minerais que tiveram crescimento nas exportações foram principalmente o cobre e o nióbio.

CFEM e investimentos

A arrecadação da CFEM (Contribuição Financeira pela Exploração Mineral), segundo o presidente-executivo do Ibram, Flávio Penido, mais do que dobrou no primeiro semestre de 2021, chegando a um valor de R$ 4,48 bilhões, o que representa um aumento de 111,7% com relação ao primeiro semestre do ano passado. O crescimento maior na arrecadação foi no estado de Minas Gerais (+134%), o que é atribuído por Penido à retomada de algumas operações que estavam suspensas. O estado do Pará, por sua vez, registrou um crescimento de 106% na arrecadação, seguido por Bahia, com 51% e Goiás (48%).

"Quatro ponto cinco bilhões em um semestre é uma substancial contribuição para os cofres públicos, principalmente dos municípios.É fácil imaginar, pelos valores apontados, a série de investimentos que é possível fazer pelos prefeituras e isso, sem dúvida, leva a uma melhora do IDH de cada município com esses investimentos. Temos municípios que são mineradores e que têm IDH maior do que o IDH do estado [Paraopebas, Canaã dos Carajás, Congonhas, Mariana, Itabira, Nova Lima e Marabá]. Demonstra o que a mineração pode trazer de benefício para os municípios", explica Penido.

Quanto a outros tributos e taxas, o Ibram informa que houve um aumento de 98% de arrecadação no período, passando de R$ 23,9 bilhões para R$ 46,9 bilhões. Já o número de empregos diretos no setor aumentou de 174.647, no início de 2020, para 192.006 até maio de 2021.

 

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Brasil Mineral
21/07/2021 16:55h

Segundo empresa, moagem irá abastecer mercado da região Metropolitana de Fortaleza.

A Votorantim Cimentos iniciou operação da nova linha de produção de sua fábrica de cimento no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CE). Com a expansão, a unidade passa a ter capacidade de produção de 1 milhão de toneladas anuais de cimento, volume este que abastecerá o mercado da região metropolitana de Fortaleza. 

Foram investidos aproximadamente R$ 200 milhões no projeto, que teve duração de três anos, e priorizou a eficiência energética e a automação industrial, com a instalação de equipamentos de última geração, seguindo a estratégia de sustentabilidade da empresa. Para a execução das obras e início da operação, a unidade gerou mais de 600 empregos, entre diretos e indiretos.

“O empreendimento ajudará a impulsionar a economia, gerando mais emprego e renda aos cearenses. Temos trabalhado dia e noite para atrair novos investimentos ao Ceará e, com isso, aumentar a geração de novos postos de trabalho para a nossa população”, diz o governador do Ceará, Camilo Santana.

O presidente global da Votorantim Cimentos, Marcelo Castelli, disse que a ampliação de Pecém é um orgulho para a companhia, pela qualidade técnica e contribuição ao desenvolvimento social, econômico e ambiental do Estado.

“Com o investimento que realizamos, fortalecemos a atuação e presença em um mercado estratégico como é o Ceará. Com a nova fábrica, mais moderna e eficiente, vamos aumentar nossa capacidade de produção, distribuição e nível de atendimento aos nossos clientes na região”. 

A nova linha de produção da Votorantim Cimentos em Pecém irá fabricar o Cimento Poty – Todas as Obras. Foram realizados diversos estudos para que o produto, além de oferecer a qualidade já conhecida no mercado do Ceará, tenha como vantagem adicional mais proteção contra maresia.

A nova linha de produção tem um moinho de cimento, que consome menos energia elétrica. O equipamento vertical reduz em 30% o consumo de quilowatt-hora em comparação ao moinho horizontal, além de ter um circuito fechado de refrigeração que reduz a geração de efluentes. Por meio desse sistema é possível reutilizar a água usada para resfriar os equipamentos, proporcionando uma diminuição de 90% no consumo do recurso hídrico industrial.

O cimento produzido em Pecém emite 60% menos CO2 por tonelada quando comparado ao produto produzido anteriormente, beneficiando o meio ambiente e o planeta.

“Todas as iniciativas que desenvolvemos trabalham em sintonia com os nossos Compromissos de Sustentabilidade para 2030 e estão alinhados à missão do setor de produzir concreto carbono neutro até 2050”, ressalta o diretor de Operações no Brasil da Votorantim Cimentos, Edson Araújo.

A Votorantim Cimentos tem duas operações industriais no Ceará. A fábrica de Pecém, inaugurada em 2008, produz cimento e argamassas. Antes da ampliação, a capacidade de moagem de cimento da unidade era de 200 mil toneladas por ano. Já a fábrica de Sobral opera desde 1968 e possui duas linhas de produção de cimento com a marca Poty: Todas as Obras e Obras Estruturais.

Com o investimento realizado na expansão, as duas unidades somam uma capacidade de produção total de 2,2 milhões de toneladas de cimento por ano no Estado do Ceará.

A Votorantim Cimentos possui atualmente uma linha ferroviária que realiza o transporte de insumos e produtos entre suas instalações de Sobral, de Pecém e do Centro de Distribuição (CD) de Mucuripe, em Fortaleza. Para fortalecer o atendimento da região metropolitana de Fortaleza, a empresa também ampliou o seu ramal ferroviário em 2,6 km para expedição do produto ensacado e abastecimento do CD. Com isso, a companhia também aumenta suas alternativas logísticas para transportar insumos e abastecer o mercado com seus produtos.

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Brasil Mineral
21/07/2021 16:30h

Total foi de 5.441 MW médios, 16,9% a mais que no mesmo período do último ano.

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Segundo dados preliminares da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), a indústria de metalurgia e produtos de metal foi a que consumiu mais energia no primeiro semestre de 2021, com um total de 5.441 MW médios, 16,9% a mais que no mesmo período do último ano. 

Para a organização, há dois motivos que explicam o avanço na indústria metalúrgica e em todos os outros 14 setores produtivos acompanhados. 

"Um deles é a curva de aprendizagem para operação diante dos desafios da pandemia. O outro fator é reflexo do movimento de migração contínuo de consumidores de alta tensão para o mercado livre", detalha Rui Altieri, presidente do Conselho de Administração da CCEE. 

Na comparação com o primeiro semestre de 2020, os maiores índices de aumento no consumo foram registrados pela indústria têxtil (42%), seguida pelos setores de veículos (40,4%), saneamento (39%), comércio (28,2%) e manufaturados diversos (26,4%). 

Os dados, ainda prévios, consideram toda a migração de novas cargas do mercado regulado, no qual a comercialização de energia ocorre por meio das distribuidoras, para o ambiente livre, em que esses grandes consumidores negociam contratos diretamente com as geradoras ou com a intermediação de comercializadores.
 

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19/07/2021 10:21h

Projeto fornecerá parte da energia limpa para produção de aço e outra para ser comercializada no mercado livre.

A Gerdau e a Shell Brasil assinaram termo de cooperação para a implantação de um parque fotovoltaico no município de Brasilândia de Minas (MG). O termo estabelece as premissas para a discussão e constituição de uma joint venture. Com capacidade instalada de 190MWdc, o parque Aquarii fornecerá parte da energia limpa para as unidades de produção de aço da Gerdau e outra para ser comercializada no mercado livre através da comercializadora de energia da Shell, a partir de 2024.

A joint venture terá participação igualitária das empresas e faz parte da estratégia de transição energética e descarbonização de ambas.

"Este é o primeiro projeto da Shell em energia solar no Brasil, um marco que diversifica ainda mais a atuação da companhia no país e de maneira completamente alinhada ao nosso propósito de oferecer mais energia e de maneira mais limpa. A presença de um parceiro como a Gerdau nos enche de orgulho e é um sinal de confiança neste propósito da Shell e em sua capacidade como desenvolvedora de soluções de energia para seus clientes", afirmou o Diretor de Renováveis e Soluções de Energia da Shell Brasil, Guilherme Perdigão.

O vice-presidente da Gerdau e responsável pela Gerdau Next, divisão de novos negócios, Juliano Prado, disse que a joint venture para o desenvolvimento do parque fotovoltaico está inserida em um plano de investimentos em energias renováveis nas Américas. “A iniciativa fortalece a visão de longo prazo da companhia e o compromisso com a inclusão de fatores ESG como pilares fundamentais para as decisões estratégicas da empresa", diz Prado.

"A parceria com a Shell garante expertise e tecnologia de ponta em energia solar, o que resulta em maior eficiência e uma oportunidade de autoprodução de energia renovável, reforçando o nosso comprometimento com um futuro cada vez mais sustentável", conclui. 

Há cerca de três anos, a Shell Brasil iniciou o desenvolvimento em geração de energia solar, que na área de energia se somam aos investimentos na sua comercializadora de energia, Shell Energy Brasil, e na termelétrica Marlim Azul. Hoje, a companhia planeja desenvolver parques solares nos estados de Minas Gerais e Paraíba.

Ao mesmo tempo, trata-se de mais um passo da Gerdau em direção à autossuficiência energética, aliado ao direcionamento estratégico de entrada no segmento de geração de energia renovável, parte do portfólio de novos negócios realizados através da Gerdau Next.
 

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19/07/2021 10:18h

Esse é o melhor resultado nos últimos cinco anos; principais destinos das rochas ornamentais brasileiras são EUA, China e Itália.

O Centro Brasileiro dos Exportadores de Rochas Ornamentais (Centrorochas) assinou convênio setorial com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) para promoção das rochas brasileiras no mercado internacional. A medida visa impulsionar mais ainda o bom desempenho do setor, que no primeiro semestre de 2021 obteve faturamento de US$ 572 milhões – o melhor resultado nos últimos cinco anos. 

Se consideramos apenas os três últimos anos, do período pré-pandemia aos dias atuais, o segmento registrou alta. Em 2019, o Brasil fechou o primeiro semestre com faturamento de US$ 489 milhões. Em 2020, no auge pandemia e indefinição dos mercados, o faturamento caiu para US$ 397 milhões. No entanto, de janeiro a junho deste ano, ainda com restrições, mas com a economia dando sinais de recuperação, o setor registrou alta de quase 17% no faturamento com as exportações.

Os principais destinos das rochas ornamentais brasileiras são os mercados dos Estados Unidos, China e Itália. Entre esses países, o mercado americano consome prioritariamente rochas manufaturas (chapas), enquanto no mercado chinês e italiano as rochas brutas (blocos) são as preferidas.

No Brasil, a região Sudeste responde por 93% das exportações nacionais. Espírito Santo (82%) e Minas Gerais (11%) se destacam entre os maiores estados exportadores, seguidos pelo Ceará (2%) e Bahia (1%).

Nos últimos dois anos, considerando o faturamento com as exportações no primeiro semestre, o Ceará computou aumento de 35% referente ao envio de rochas ornamentais para o mercado internacional. Em 2019, o estado obteve receita de US$ 10 milhões contra US$ 14 milhões neste ano.

No mesmo período, o Espírito Santo, maior produtor e exportador e que conta com atuação mais consolidada no mercado mundial, viu seu faturamento subir 17% (foram US$ 399 milhões em 2019, contra US$ 471 em 2021).

Já Minas Gerais contabilizou alta de 15% (U$S 54 milhões em 2019 e US$ 63 milhões em 2021).

De acordo com as projeções apontadas no convênio setorial It’s Natural – Brazilian Natural Stone, firmado entre o Centrorochas e a Apex-Brasil, o setor de rochas brasileiro espera crescer 4,2% em 2021 em relação ao ano passado. Segundo dados do Secex (fevereiro/2021), o segmento registrou US$ 987 milhões em faturamento em 2020 e espera, com base nas projeções, fechar 2021 com um montante de US$ 1,029 bilhão.

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13/07/2021 17:45h

Em entrevista à revista Brasil Mineral, o presidente do SNIC (Sindicato Nacional da Indústria do Cimento), Paulo Camillo Penna, explica os fatores que contribuíram para o crescimento da indústria cimenteira em 2020.

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Depois de viver um período “exuberante” de 2006 a 2014, seguido pela “pior crise” de sua história entre 2015 e 2018, a indústria nacional de cimento registrou um bom nível de crescimento em 2020, apesar da pandemia Covid-19, com índices bastante expressivos, na faixa de
dois dígitos (11%). 

Os fatores que contribuíram para isso, segundo o presidente do SNIC (Sindicato Nacional da Indústria do Cimento) e da ABCP (Associação Brasileira de Cimento Portland), Paulo Camillo Penna, foram um aquecimento da construção civil residencial – processo que já havia se iniciado em 2019 – em razão da forte queda na taxa de juros, o que direcionou os investimentos para ativos reais como imóveis e o auxílio emergencial do governo, que injetou cerca de R$ 190 bilhões no mercado. 

Leia entrevista completa aqui.

As baixas taxas de juros tornaram os financiamentos imobiliários mais atrativos, principalmente por parte da Caixa Econômica Federal, que praticou taxas de juros “extremamente interessantes”, nas palavras do dirigente do SNIC. 

"Estamos falando de linhas de crédito, de canalização dos recursos para as casas, residências. Esse conjunto de coisas fez com que a gente tivesse um ano surpreendente, com um fechamento de 11%, que é algo para gente absolutamente inusitado durante um enorme período que a gente teve no desempenho da indústria do cimento", explica Penna.  

Também foi muito importante o fato de a construção civil ter sido incluída entre as atividades essenciais, que poderiam continuar operando durante o período de restrições impostas pela pandemia. 

O desempenho positivo fez com que o setor reativasse fornos que haviam sido desligados durante o período de crise e reabrisse pelo menos uma das 20 fábricas que haviam sido fechadas naquela ocasião. Entre 2019 e 2020 foram acrescentadas 10 milhões de toneladas à capacidade de produção
e os balanços das empresas, que estavam no vermelho, voltaram a ficar azuis.

Mas como nem tudo são flores, o crescimento da demanda veio acompanhado de um forte aumento nos custos dos insumos que são essenciais à produção do cimento, como o coque, a energia elétrica e até mesmo a celulose utilizada na fabricação das embalagens do produto. 

Segundo Camillo Penna, de maio de 2020 a maio de 2021 o preço do coque aumentou nada menos que 175%, contribuindo que o custo da energia (coque, que é energia térmica, mais energia elétrica) na indústria, que era de 50% até 2019, subisse para 70% atualmente. 

A celulose, por sua vez, teve aumento de 25% no mesmo período. Tudo isso – somado aos investimentos que a indústria teve que fazer para continuar operando em segurança durante a pandemia – forçou o setor a praticar um reajuste de preços, o que pode inibir o consumo. E a situação agora deve piorar, afirma o dirigente, porque haverá um forte aumento nos preços de energia elétrica no País.

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09/07/2021 14:44h

Licença permite que terminal, localizado em Maragojipe, no Recôncavo baiano, armazene e movimente granéis minerais, cargas gerais e equipamentos de grandes dimensões.

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) concedeu licença definitiva de operação ao Complexo naval, industrial e logístico Enseada, localizado em Maragojipe, no Recôncavo Baiano. A licença tem validade de 25 anos e prevê que o Enseada armazene e movimente granéis minerais (minério de ferro), cargas gerais e equipamentos de grandes dimensões, a exemplo de torres e pás eólicas, além de ampliar a área do terminal portuário para 740 mil m², transformando o complexo em um dos maiores portos em operação do Nordeste.

O Terminal de Uso Privado do Enseada (TUP Enseada) possui águas abrigadas, calado profundo e localização privilegiada, o que garante segurança e eficiência superiores em movimentações de cargas.

O TUP iniciou as operações em 2020 e em menos de um ano já armazenou e movimentou 308 mil toneladas de minérios oriundos de minas da Bahia.

“Foram sete carregamentos de 44 mil toneladas cada realizados com pleno êxito por nossa equipe, o que já nos coloca como o maior porto de minério em operação na Bahia”, revela Mário Moura, diretor de operações do Enseada.

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09/07/2021 11:26h

Propostas de regras para telemetria e repasse de direitos minerários também estão colhendo contribuições

A Agência Nacional de Mineração (ANM) convoca a sociedade a participar de três consultas públicas, das quais duas resoluções vão reger as barragens de mineração e a instalação do sistema de telemetria para acompanhamento da lavra de água mineral e potável de mesa. Já a as novas regras para a cessão e para o arrendamento de direitos minerários estão em fase de coleta de subsídios.

A Consulta Pública nº 3/2021, que trata da nova resolução para barragens de mineração, traz uma minuta já bem aprimorada. O conjunto de normas já passou por tomada de subsídios, quando a sociedade contribuiu para a proposta da nova regra e pela análise de impacto regulatório. Foram feitas alterações e aprimoramentos no texto inicial e a análise de impacto, apontando problemas, alternativas e soluções mais adequadas para a implantação da resolução.

Agora a ANM quer ouvir o setor sobre o texto atual, que também faz uma consolidação dos normativos existentes sobre barragens de mineração em um único regulamento, de acordo com o decreto presidencial nº 10.139/2019. As propostas serão aceitas até o dia 19 de agosto. 

A redação traz 42 novos itens, como a proibição de construção de barragens onde há população (na Zona de Auto Salvamento) e a obrigatoriedade de caução e garantias das mineradoras para casos de acidentes, a fim de minimizar o impacto social e ambiental. Além disso, a proposta aumenta o valor das multas, obriga as empresas a terem um processo de gestão de riscos para as barragens com DPA (dano potencial associado) alto e todas as estruturas inseridas na Política Nacional de Segurança de Barragens (PNSB) passam a ser obrigadas a ter um Plano de Ação de Emergência de Segurança de Barragens de Mineração (PAEBM).

Já a regulamentação do equipamento de telemetria que realiza o monitoramento de poços profundos de água mineral e/ou termal nos balneários se refere à Consulta Pública nº 2/2021. A proposta de resolução diz como deve funcionar o sistema de telemetria para acompanhamento da lavra de água mineral e potável de mesa e fica aberta até dia 17 de agosto. 

Também por meio de questionamentos, a ANM busca subsídios para o tema "Revisão e Simplificação de Normas relacionadas à Cessão e ao Arrendamento de Direitos Minerários". O objetivo é que o processo de análise e autorização do processo pela ANM seja mais célere. O período para envio de contribuições da Tomada de Subsídios nº 5/2021 vai até 23 de julho.

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Brasil 61