02/02/2026 17:51h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de São Paulo, é de R$ 6,19. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa um aumento de aproximadamente 0,49% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,16. A variação indica uma leve pressão de alta no mercado paulistano.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 6,07 o litro nos postos da capital. Esse preço é 1,17% superior ao valor de R$ 6,00 praticado na semana anterior.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 17:48h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Salvador, é de R$ 6,34. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa uma alta de aproximadamente 4,11% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,09. O aumento é um dos mais expressivos entre as capitais brasileiras no período analisado.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel S10 foi comercializado, em média, a R$ 6,33 o litro nos postos da capital. Esse preço representa um aumento de 3,09% em comparação à semana anterior, quando custava R$ 6,14.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 17:44h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos do Rio de Janeiro, é de R$ 6,15. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa uma leve redução de aproximadamente 0,16% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,16. O cenário aponta para uma manutenção dos preços na capital fluminense.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 6,06 o litro nos postos da capital. Esse preço é 0,33% menor que os R$ 6,08 registrados na semana anterior.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 17:40h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Brasília, é de R$ 6,30. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa uma queda de aproximadamente 3,23% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,51. A variação reflete uma redução significativa para os motoristas do Distrito Federal no período.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 5,96 o litro nos postos da capital. Esse preço é o mesmo praticado na semana anterior, consolidando um cenário de estabilidade.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 17:38h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Belém, é de R$ 6,25. O dado é do levantamento semanal da ANP, referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa um aumento de aproximadamente 1,13% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,18

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel S10 foi comercializado, em média, a R$ 6,00 o litro nos postos da capital. Esse preço representa uma alta de 0,84% em comparação à semana anterior, quando o produto custava R$ 5,95.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 17:36h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Aracaju, é de R$ 6,55. O dado é do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa uma redução de aproximadamente 0,15% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,56. A variação indica estabilidade no custo do combustível para o consumidor local.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel comum foi comercializado, em média, a R$ 5,76 o litro nos postos da capital. Esse preço é idêntico ao registrado na semana de 18/01/2026 a 24/01/2026, mantendo estabilidade.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 17:30h

Levantamento da ANP mostra quanto os motoristas pagam para abastecer na capital

O preço médio do litro da gasolina comum, nos postos de Belo Horizonte, é de R$ 6,18. O dado é do levantamento semanal da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), referente à semana de 25/01/2026 a 31/01/2026.

O valor representa uma queda de R$ 6,22 para R$ 6,18, o que significa uma redução de aproximadamente 0,64% em relação ao preço médio da semana anterior, que foi de R$ 6,22. A variação indica uma leve tendência de queda no custo do combustível para o consumidor belo-horizontino no período analisado.

Ainda de acordo com o último levantamento da ANP, o óleo diesel foi comercializado, em média, a R$ 5,87 o litro nos postos da capital. Esse preço é resultado de uma redução de 0,51% em comparação à semana anterior, quando o produto custava R$ 5,90 , consolidando um cenário de estabilidade com viés de baixa para o combustível.

Os valores correspondem à média praticada nos postos de combustíveis da cidade, apurada pela ANP, e podem variar conforme a região, a bandeira do posto e a forma de pagamento.

Como a ANP calcula o preço médio dos combustíveis

Os valores divulgados fazem parte do Levantamento de Preços de Combustíveis, pesquisa de preços de combustíveis realizada semanalmente em 459 localidades, incluindo todas as capitais, estados e o Distrito Federal.

A pesquisa acompanha os preços praticados por revendedores de combustíveis automotivos, como gasolina C, etanol hidratado, óleo diesel B, GNV e também o GLP (gás de cozinha). O levantamento é feito por empresa especializada contratada pela ANP, conforme determina a Lei do Petróleo (Lei nº 9.478/1997).

Pesquisa semanal, dados auditáveis e publicação regular

A coleta dos preços ocorre, em geral, nos três primeiros dias úteis de cada semana, com uso de aplicativo eletrônico em celulares equipados com GPS e câmera, o que garante geolocalização, registro fotográfico e possibilidade de auditoria dos dados coletados.
Após a verificação e validação das informações, os resultados do levantamento são publicados no site da ANP.

Os preços divulgados representam valores médios e podem variar conforme a região da cidade, a bandeira do posto e as condições de pagamento. A orientação da agência ao consumidor é pesquisar antes de abastecer.

Este conteúdo foi produzido com o apoio de ferramentas de inteligência artificial, a partir de um modelo editorial desenvolvido por jornalista. As pautas, fontes e dados utilizados foram selecionados e verificados por profissional de jornalismo, e o texto passou por supervisão humana antes da publicação. As informações foram adaptadas para cada capital brasileira com base em dados oficiais e fontes confiáveis.
 

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02/02/2026 16:00h

Coordenado pela Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural, colegiado será composto pelo Sistema MinC, Ministério dos Direitos Humanos e sociedade civil

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O Ministério da Cultura acaba de criar um Comitê Técnico de Cultura LGBTQIA+,  mecanismo que reconhece a centralidade da produção cultural LGBTQIA+ na formação da identidade cultural do país.

O Comitê passa a atuar como instância permanente de diálogo, acompanhamento e proposição de estratégias para valorizar expressões artísticas, preservar a memória cultural e fortalecer iniciativas que combatam a homofobia, a lesbofobia e a transfobia. 

A proposta também amplia a produção de dados e pesquisas sobre cultura LGBTQIA+, ao considerar recortes de raça, território, geração, pessoas com deficiência e povos e comunidades tradicionais.

Para a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural do MinC, Márcia Rollemberg, a criação do Comitê representa um avanço estrutural na política cultural brasileira.

“A criação do Comitê Técnico de Cultura LGBTQIA+ reconhece a centralidade da cultura dessas pessoas na diversidade cultural brasileira. É uma produção cultural que promove emancipação, afirma identidades, gera trabalho e renda e fortalece o pertencimento.”

Segundo o Ministério da Cultura, o novo colegiado reforça a cultura como política pública, conectando ações culturais a agendas de direitos humanos, saúde, educação e cidadania.

“É essencial para a ampliação dos direitos culturais, o enfrentamento das violências e a promoção da dignidade, da saúde e da cidadania das pessoas LGBTQIA+.”

O Comitê será coordenado pela Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural e contará com representantes do Ministério da Cultura, de suas entidades vinculadas, do Ministério dos Direitos Humanos e Cidadania, além de seis assentos da sociedade civil. 

Com essa iniciativa, o MinC amplia os canais institucionais de diálogo, fortalece a democracia cultural e consolida a cultura como um direito fundamental para todas as pessoas, em todos os territórios do país.
 

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02/02/2026 04:55h

Saiba os 5 principais sintomas do bicho geográfico

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Você notou linhas vermelhas que se movem na pele e coçam muito? Isso pode ser bicho geográfico, uma infecção causada por larvas de vermes presentes nas fezes de cães e gatos.

“Os principais sintomas são coceira intensa, lesões em forma de mapas e movimento visível da linha na pele,” explica o especialista. A contaminação acontece ao andar descalço ou deitar na areia ou terra contaminada.

O tratamento é simples e eficaz, feito com medicamentos antiparasitários. Para prevenir, use calçados, toalhas na areia e vermifugue seus animais.

Veja o vídeo com a explicação do especialista:

Tenha acesso aos conteúdos do Doutor Ajuda. Acesse o site.

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31/01/2026 12:00h

Obra em Campinas do Sul elimina uso de balsa, reduz custos logísticos e fortalece o escoamento da produção agropecuária

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Após mais de 50 anos de espera, a nova ponte da Barragem do Passo Fundo, em Campinas do Sul (RS), começa a transformar a mobilidade e a logística da região. A estrutura elimina a dependência da balsa, reduz custos no deslocamento diário e fortalece o escoamento da produção agropecuária, beneficiando diretamente 34 municípios e cerca de 300 mil pessoas. O empreendimento recebeu cerca de R$ 14,9 milhões em investimentos do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial (SDR). Em contrapartida, o estado pagou R$ 7,7 milhões, totalizando um investimento de mais de R$ 22,9 milhões.

Com a entrega da ponte, moradores da região deixaram de depender da balsa para a travessia, que cobrava valores elevados, assegurando mais agilidade, segurança e redução de custos no deslocamento diário. A nova ligação também reaproxima regiões e melhora o escoamento da produção agropecuária, especialmente no transporte de aves e suínos.

“Ver os resultados dessas obras e os depoimentos da população beneficiada aumenta a satisfação e a motivação de toda a equipe. A construção dessa ponte impacta diretamente a vida das pessoas, melhora a logística, amplia a renda e facilita o acesso a serviços essenciais. Resultados como esse, em Campinas do Sul, mostram como a dedicação técnica dos servidores se transforma em benefícios concretos para a população”, afirmou o secretário Nacional de Políticas de Desenvolvimento Regional e Territorial do MIDR, Daniel Fortunato.

Crescimento da atividade econômica

O Governo do Estado do Rio Grande do Sul foi responsável pela contrapartida de R$ 7,7 milhões, necessária para a conclusão do empreendimento, que já está 100% operacional. A obra fortalece a logística regional e contribui para o crescimento da atividade econômica local, com destaque para a cadeia produtiva avícola, que apresenta crescimento anual médio de 20% — o equivalente a cerca de 4 milhões de frangos por ano — gerando renda e oportunidades de trabalho.

Para quem utiliza o trajeto diariamente, os benefícios são imediatos. O caminhoneiro César Antônio Carbolim, que atua no escoamento da produção, relata a mudança na rotina. “Essa ponte foi um sonho que se tornou realidade. Eu gastava cerca de R$ 220 com balsa para ir e voltar. Agora não pago mais nada. Para nós, isso é sucesso”, afirmou.

O prefeito de Campinas do Sul, Paulo Battisti, destacou a importância da parceria com o Governo Federal, por meio do MIDR, para a viabilização da obra. Segundo ele, a ponte encurtou distâncias, eliminou a dependência da balsa, aumentou a trafegabilidade e gerou economia para o município. “Temos cooperativas do agronegócio, especialmente na área de suínos, que chegam a economizar mais de R$ 300 mil por ano apenas com o fim do uso da balsa. Quando fazemos um balanço geral, percebemos o quanto essa obra representa em economia e desenvolvimento para Campinas do Sul e para toda a nossa comunidade, que aguardava por essa ponte há muitos anos. Hoje, essa realização se tornou possível graças aos investimentos do Governo Federal, por meio do MIDR”, afirmou Paulo Battisti.

Estrutura

A Ponte da Barragem do Passo Fundo possui 247,55 metros de comprimento e 10 metros de largura, com nove apoios e oito vãos. Cada vão conta com quatro vigas, totalizando 32, além de trechos de asfaltamento que garantem melhores condições de trafegabilidade nos acessos e sobre a ponte.

Com investimento conjunto do Governo Federal, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), e do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, a ponte da Barragem do Passo Fundo consolida-se como uma obra estruturante para o desenvolvimento regional. Além de melhorar a mobilidade e reduzir custos logísticos, a nova ligação impulsiona a economia local, fortalece cadeias produtivas estratégicas e responde a uma demanda histórica da população, traduzindo investimento público em qualidade de vida e desenvolvimento sustentável.

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