26/07/2022 11:26h

Lançada pelo UNICEF e pelo Instituto Peabiru, a #TeSaiCovid promove entre adolescentes a adoção de comportamentos de prevenção. Encontros resultaram em campanha de comunicação para rádios. Confira o quarto spot

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O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria com o Instituto Peabiru, lançou, em maio deste ano, a segunda edição do projeto #TeSaiCovid. A estratégia de mobilização promoveu entre adolescentes do Amazonas, do Pará e de Mato Grosso, diálogos sobre vivências no contexto da pandemia. 

E um dos resultados do #TeSaiCovid foi a produção de campanha de comunicação voltada para emissoras de rádio. Os jovens produziram quatro spots, gerados em oficinas de educomunicação. Esses áudios tratam sobre desinformação, medidas de prevenção e incentivo à vacinação. 

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Neste conteúdo, você pode baixar o quarto spot, com incentivo à lavagem das mãos para a prevenção da Covid-19.

A reprodução gratuita. Utilize na sua programação, nas suas redes ou no seu site.

Acesse os outros spots: spot 1, spot 2 e spot 3.

#TeSaiCovid

A segunda edição da estratégia tem o objetivo de relembrar as práticas de prevenção da Covid-19 e promover medidas de controle. 

"Nessa oportunidade, estão os adolescentes participantes dos Núcleos de Cidadania de Adolescentes (Nuca), uma rede plural, diversa e representativa de meninos e meninas que integram o Selo UNICEF. São espaços que também funcionam como mobilização e participação de, pelo menos, 16 adolescentes, entre 12 a 17 anos, em cada município participante da iniciativa, que a partir das metodologias propostas discutem questões indispensáveis sobre seus direitos, implementam ações e levam suas reivindicações à gestão pública municipal. E para nós é essencial incluí-los nesse processo”, explica Ida Pietricovsky, especialista em Comunicação do UNICEF Brasil.

O #TeSaiCovid promoveu oficinas de educomunicação para os adolescentes e jovens que participam dos encontros, para incentivar a criatividade e capacitar os adolescentes. “O Instituto Peabiru, com apoio da Visão Mundial pelo Amazonas, é responsável por implementar a estratégia elaborada pelo UNICEF Brasil para promover, entre os adolescentes, a adoção de comportamentos de prevenção e controle da Covid-19, bem como motivar e reforçar seu papel como agentes de mudança para a promoção desses comportamentos com seus pares, familiares e comunidades”, afirma Cláudio Melo, gerente técnico de projetos do Instituto Peabiru.

Ida ressalta que o nome da campanha #TeSaiCovid é uma expressão típica da Região Norte, quando se quer que alguma coisa deixe de existir ou que saia de perto de quem a utiliza. “Te sai é uma expressão muito comum nos estados do Norte do Brasil e a campanha para prevenção e controle do coronavírus quer trabalhar aspectos locais importantes, em diálogo com adolescentes e suas comunidades”, explica.

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20/07/2022 20:30h

São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, São Luís, Manaus, Boa Vista e Belém iniciaram a imunização do público infantil logo após o pronunciamento do governo federal

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O Ministério da Saúde divulgou novas orientações para a vacinação de crianças de 3 a 5 anos contra a Covid-19 nessa terça-feira (19). A imunização deve começar com os grupos prioritários e ser ampliada de acordo com os estoques da vacina Coronavac disponíveis nos estados e no Distrito Federal. Com o posicionamento do ministério, São Paulo, Rio de Janeiro, Fortaleza, São Luís, Manaus, Boa Vista e Belém já iniciaram a vacinação das crianças. 

De acordo com a nota técnica emitida pela pasta, a vacinação deve começar pelas crianças de 3 a 4 anos imunocomprometidas e, depois, as doses serão destinadas para as crianças com 4 anos, seguidas pelas crianças de 3 anos de idade. O intervalo entre a primeira e a segunda dose da Coronavac deve ser de 28 dias. 

#TeSaiCovid: Terceiro spot incentiva jovens na manutenção de medidas de prevenção; confira

O Ministério da Saúde mantém tratativas com o Instituto Butantan, produtor da Coronavac no Brasil, e com o Consórcio Covax, para aquisição de novas doses. Outra recomendação presente na nota técnica é que o público a partir dos 5 anos continue sendo vacinado com o imunizante pediátrico da Pfizer, já aprovado para crianças de 5 a 11 anos.

Thauany de Araújo, 26 anos, vacinou a filha Alice, de 5, com o imunizante da Pfizer. Ela já havia decidido vacinar a filha e esperava apenas a abertura para a faixa etária da menina. Mesmo enfrentando fila para conseguir o imunizante, Thauany estava decidida a imunizar a pequena Alice, que não teve reação alguma à vacina. “Alice não teve nenhuma reação. A gente, bem no comecinho, pegou Covid e isso motivou a vacinação, porque passamos muito mal”, explica a jovem.

Já Vivandira de Souza, 49 anos, esperava a liberação para vacinar seu filho Artur, de 4 anos. A família toda tomou as medidas de isolamento necessárias para evitar a contaminação e, assim que as doses foram sendo liberadas, a família foi se vacinando, sobrando apenas o pequeno Artur. “Todos vacinados, menos o Arthur que tem 4 anos e eu estou ansiosa que chegue logo a vez da vacina dele. Então, até hoje ainda temos preocupação, mas com a vacina ficamos um pouco mais tranquilos”, explica Vivandira.

Anvisa aprova uso emergencial da Coronavac em crianças de 3 a 5 anos

A utilização da Coronavac para a imunização de crianças de 3 até 5 anos foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no último dia 14. Além da análise técnica da agência, o assunto também foi discutido pelos técnicos da Câmara Técnica Assessora em Imunizações-Covid-19 (CTAI). Em ambas discussões, o resultado foi favorável à ampliação da cobertura vacinal.

A médica pediatra Natalia Bastos reforça a segurança da vacina Coronavac para crianças maiores de 3 anos, que apresenta baixa taxa de reação, com menos de 0,01% de notificações. 

“A gente precisa apenas avaliar se a criança teve febre nas últimas 72 horas. Se ela tiver tido Covid, precisa dar o intervalo de 30 dias para qualquer tipo de vacina”, alerta a pediatra. 

A médica indica que a vacinação seja procurada sem receios. É importante também vacinar as crianças que já tiveram Covid-19, porque o imunizante pode trazer proteção contra outros sorotipos.

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20/07/2022 10:29h

Lançada pelo UNICEF e pelo Instituto Peabiru, nova edição do #TeSaiCovid promove entre adolescentes a adoção de comportamentos de prevenção e controle da doença. Encontros resultaram na produção de campanha de comunicação voltada para emissoras de rádio. Confira e baixe o terceiro spot

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O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria com o Instituto Peabiru, lançou, em maio deste ano, a segunda edição do projeto #TeSaiCovid. A estratégia de mobilização promoveu entre adolescentes do Amazonas, do Pará e de Mato Grosso, diálogos sobre vivências no contexto da pandemia. 

E um dos resultados do #TeSaiCovid foi a produção de campanha de comunicação voltada para emissoras de rádio. Os jovens produziram quatro spots, gerados em oficinas de educomunicação. Esses áudios tratam sobre desinformação, medidas de prevenção e incentivo à vacinação. 

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Neste conteúdo, você pode baixar o terceiro spot, sobre a importância em manter as medidas de prevenção contra a Covid-19.

A reprodução gratuita. Utilize na sua programação, nas suas redes ou no seu site.

Aqui, você encontra o primeiro spot, com orientações sobre como identificar notícias falsas e como procurar fontes confiáveis de informações. O segundo spot, que traz incentivo à vacinação, pode ser acessado aqui

#TeSaiCovid

A segunda edição da estratégia tem o objetivo de relembrar as práticas de prevenção da Covid-19 e promover medidas de controle. 

"Nessa oportunidade, estão os adolescentes participantes dos Núcleos de Cidadania de Adolescentes (Nuca), uma rede plural, diversa e representativa de meninos e meninas que integram o Selo UNICEF. São espaços que também funcionam como mobilização e participação de, pelo menos, 16 adolescentes, entre 12 a 17 anos, em cada município participante da iniciativa, que a partir das metodologias propostas discutem questões indispensáveis sobre seus direitos, implementam ações e levam suas reivindicações à gestão pública municipal. E para nós é essencial incluí-los nesse processo”, explica Ida Pietricovsky, especialista em Comunicação do UNICEF Brasil.

O #TeSaiCovid promoveu oficinas de educomunicação para os adolescentes e jovens que participam dos encontros, para incentivar a criatividade e capacitar os adolescentes. “O Instituto Peabiru, com apoio da Visão Mundial pelo Amazonas, é responsável por implementar a estratégia elaborada pelo UNICEF Brasil para promover, entre os adolescentes, a adoção de comportamentos de prevenção e controle da Covid-19, bem como motivar e reforçar seu papel como agentes de mudança para a promoção desses comportamentos com seus pares, familiares e comunidades”, afirma Cláudio Melo, gerente técnico de projetos do Instituto Peabiru.

Ida ressalta que o nome da campanha #TeSaiCovid é uma expressão típica da Região Norte, quando se quer que alguma coisa deixe de existir ou que saia de perto de quem a utiliza. “Te sai é uma expressão muito comum nos estados do Norte do Brasil e a campanha para prevenção e controle do coronavírus quer trabalhar aspectos locais importantes, em diálogo com adolescentes e suas comunidades”, explica.

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13/07/2022 14:31h

Lançada pelo UNICEF e pelo Instituto Peabiru, nova edição do #TeSaiCovid promove entre adolescentes a adoção de comportamentos de prevenção e controle da doença. Encontros resultaram na produção de campanha de comunicação voltada para emissoras de rádio. Confira e baixe o segundo spot

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O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria com o Instituto Peabiru, lançou, em maio deste ano, a segunda edição do projeto #TeSaiCovid. A estratégia de mobilização promoveu entre adolescentes do Amazonas, do Pará e de Mato Grosso, diálogos sobre vivências no contexto da pandemia. 

E um dos resultados do #TeSaiCovid foi a produção de campanha de comunicação voltada para emissoras de rádio. Os jovens produziram quatro spots, gerados em oficinas de educomunicação. Esses áudios tratam sobre desinformação, medidas de prevenção e incentivo à vacinação. 

Comunicador

Neste conteúdo, você pode baixar o segundo spot, com uma mensagem de incentivo à vacinação entre os jovens. A reprodução gratuita. Utilize na sua programação, nas suas redes ou no seu site.

Aqui, você encontra o primeiro spot, com orientações sobre como identificar notícias falsas e como procurar fontes confiáveis de informações.

#TeSaiCovid

A segunda edição da estratégia tem o objetivo de relembrar as práticas de prevenção da Covid-19 e promover medidas de controle. 

"Nessa oportunidade, estão os adolescentes participantes dos Núcleos de Cidadania de Adolescentes (Nuca), uma rede plural, diversa e representativa de meninos e meninas que integram o Selo UNICEF. São espaços que também funcionam como mobilização e participação de, pelo menos, 16 adolescentes, entre 12 a 17 anos, em cada município participante da iniciativa, que a partir das metodologias propostas discutem questões indispensáveis sobre seus direitos, implementam ações e levam suas reivindicações à gestão pública municipal. E para nós é essencial incluí-los nesse processo”, explica Ida Pietricovsky, especialista em Comunicação do UNICEF Brasil.

O #TeSaiCovid promoveu oficinas de educomunicação para os adolescentes e jovens que participam dos encontros, para incentivar a criatividade e capacitar os adolescentes. “O Instituto Peabiru, com apoio da Visão Mundial pelo Amazonas, é responsável por implementar a estratégia elaborada pelo UNICEF Brasil para promover, entre os adolescentes, a adoção de comportamentos de prevenção e controle da Covid-19, bem como motivar e reforçar seu papel como agentes de mudança para a promoção desses comportamentos com seus pares, familiares e comunidades”, afirma Cláudio Melo, gerente técnico de projetos do Instituto Peabiru.

Ida ressalta que o nome da campanha #TeSaiCovid é uma expressão típica da Região Norte, quando se quer que alguma coisa deixe de existir ou que saia de perto de quem a utiliza. “Te sai é uma expressão muito comum nos estados do Norte do Brasil e a campanha para prevenção e controle do coronavírus quer trabalhar aspectos locais importantes, em diálogo com adolescentes e suas comunidades”, explica.

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05/07/2022 18:14h

Lançada pelo UNICEF e pelo Instituto Peabiru, segunda edição do #TeSaiCovid promoveu entre adolescentes a adoção de comportamentos de prevenção e controle da doença. Encontros resultaram na produção de campanha de comunicação voltada para emissoras de rádio. Confira primeiro spot

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O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), em parceria com o Instituto Peabiru, lançou, em maio deste ano, a segunda edição do projeto #TeSaiCovid. A estratégia de mobilização promoveu entre adolescentes do Amazonas, do Pará e de Mato Grosso, diálogos sobre vivências no contexto da pandemia. 

E um dos resultados do #TeSaiCovid foi a produção de campanha de comunicação voltada para emissoras de rádio. Os jovens produziram quatro spots, gerados em oficinas de educomunicação. Esses áudios tratam sobre desinformação, medidas de prevenção e incentivo à vacinação. 

Neste conteúdo, você pode baixar o primeiro spot, com orientações sobre como identificar notícias falsas e como procurar fontes confiáveis de informações. A reprodução gratuita. Utilize na sua programação, nas suas redes ou no seu site.

#TeSaiCovid

A segunda edição da estratégia tem o objetivo de relembrar as práticas de prevenção da Covid-19 e promover medidas de controle. 

"Nessa oportunidade, estão os adolescentes participantes dos Núcleos de Cidadania de Adolescentes (Nuca), uma rede plural, diversa e representativa de meninos e meninas que integram o Selo UNICEF. São espaços que também funcionam como mobilização e participação de, pelo menos, 16 adolescentes, entre 12 a 17 anos, em cada município participante da iniciativa, que a partir das metodologias propostas discutem questões indispensáveis sobre seus direitos, implementam ações e levam suas reivindicações à gestão pública municipal. E para nós é essencial incluí-los nesse processo”, explica Ida Pietricovsky, especialista em Comunicação do UNICEF Brasil.

O #TeSaiCovid promoveu oficinas de educomunicação para os adolescentes e jovens que participam dos encontros, para incentivar a criatividade e capacitar os adolescentes. “O Instituto Peabiru, com apoio da Visão Mundial pelo Amazonas, é responsável por implementar a estratégia elaborada pelo UNICEF Brasil para promover, entre os adolescentes, a adoção de comportamentos de prevenção e controle da Covid-19, bem como motivar e reforçar seu papel como agentes de mudança para a promoção desses comportamentos com seus pares, familiares e comunidades”, afirma Cláudio Melo, gerente técnico de projetos do Instituto Peabiru.

Ida ressalta que o nome da campanha #TeSaiCovid é uma expressão típica da Região Norte, quando se quer que alguma coisa deixe de existir ou que saia de perto de quem a utiliza. “Te sai é uma expressão muito comum nos estados do Norte do Brasil e a campanha para prevenção e controle do coronavírus quer trabalhar aspectos locais importantes, em diálogo com adolescentes e suas comunidades”, explica.

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01/07/2022 20:45h

Os dados, que são revisados e divulgados em boletins pelo Ministério da Saúde, também apontam que as crianças entre 29 dias e 1 ano são as mais vulneráveis. A vacina pediátrica está disponível para crianças acima dos cinco anos de idade

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Em 2020, 599 crianças de até 5 anos morreram pela Covid-19. No ano seguinte, período em que a letalidade da doença foi mais acentuada, a quantidade de mortes cresceu para 840. Esses números, coletados no Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM), totalizam 1.430 mil crianças de até 5 anos vítimas da Covid-19 nos dois primeiros anos da pandemia no Brasil. 

A média de duas mortes diárias, registrada em 2020 e 2021, parece se manter em 2022. De janeiro a 13 de junho, o Brasil registrou um total de 291 mortes por Covid-19 entre crianças menores de 5 anos. Os dados, que são revisados e divulgados em boletins pelo Ministério da Saúde, também apontam que as crianças entre 29 dias e 1 ano são as mais vulneráveis.

A vacina pediátrica está disponível para crianças acima dos 5 anos de idade. Sem doses disponíveis para o público abaixo dessa faixa etária, familiares ficam na expectativa para proteger os filhos contra o vírus.

Caderneta Vacinal em dia

Filipe Pimenta, 38 anos, é analista de departamento pessoal e é pai da Isabela, de 7 anos, e do Samuel, de 10 meses. Ele e sua esposa, Renata, contraíram Covid-19 há uma semana e a filha, imunizada com as duas doses contra o vírus, não apresentou sintoma algum da doença. Isabela tomou a segunda dose da Coronavac em fevereiro e sobre a decisão de levar a filha para vacinar, Filipe afirma:

“Foi uma decisão bem tranquila. Eu não tive medo nenhum, confio bastante na ciência. Acredito que as vacinas são bem seguras, ela não teve nenhum tipo de reação adversa, nada.”

Filipe espera que as doses sejam disponibilizadas para outras faixas-etárias para vacinar o filho Samuel e a família toda estar imunizada contra o vírus da Covid-19.

“Ele não tomou a vacina ainda até porque não chegou ainda, não está autorizada pra idade dele, mas, assim que liberar, ele vai tomar também”, finaliza.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), neste momento, avalia o pedido do Instituto Butantan para a indicação da vacina para crianças de 3 a 5 anos. A condução e o andamento das pesquisas clínicas é de responsabilidade dos laboratórios patrocinadores e dos pesquisadores. Cabe à Anvisa avaliar os resultados destas pesquisas.  
  
A Anvisa recebeu o pedido do Instituto Butantan para indicação da Coronavac a crianças nessa faixa etária no dia 11 de março. Nos dias 17 e 18 de março, a agência pediu ao instituto dados, resultados ou informações solicitados pela equipe técnica. Essas solicitações foram respondidas no dia 2 de junho.    

Na última semana, a Anvisa recebeu os últimos pareceres das sociedades médicas que estão colaborando com o processo de avaliação de vacinas para o público infantil e, como parte do processo de avaliação, realizou reuniões com o Butantan e especialistas externos da área médica que colaboram com a avaliação da vacina pela Anvisa.     

O processo segue em análise, e ainda não é possível antecipar a data de conclusão. Pedidos de outros laboratórios a fim de atender o público de 0 a 5 anos ainda não foram feitos. 

Vacinação prioritária

Como é a Covid-19 nas crianças

A manifestação do vírus da Covid-19 depende muito da faixa etária em que a criança se encontra, segundo a infectologista Joana D’arc. Recém-nascidos e bebês, que ainda não desenvolveram a comunicação falada, têm o processo de diagnóstico dificultado, porque não têm o mesmo processo de expressão que uma criança mais velha. Assim, a percepção dos familiares acaba demorando mais, pois os primeiros sinais da infecção são inespecíficos, como a criança mais irritada e sonolenta.

“De forma geral, os sintomas são parecidos com relação a febre, a coriza e os riscos de complicações respiratórias. A criança não vai ter, talvez, risco de alterações cardiovasculares, como acontece em alguns adultos que já tinham doenças crônicas de longa duração como hipertensão ou obesidade”, pontua a infectologista.

Ainda que os sintomas possam se manifestar de maneira mais branda nas crianças, a médica Joana salienta que cada faixa etária pode se comportar de maneira diferente ao entrar em contato com o vírus. Os recém-nascidos, por exemplo, têm a maior parte da proteção vinda da mãe. Logo, dependerá do tipo de imunidade que a mãe tinha durante a gestação e a amamentação. 

As crianças, de forma geral, adoecem menos que os adultos, porque não têm doenças crônicas nem passaram pelo processo de envelhecimento, fazendo com que a criança seja mais saudável, mais resistente. “Mas ela tem o risco de adoecimento, ela tem um risco de complicação como adulto”, alerta a médica.

Um dos pontos de atenção no tratamento de crianças e adolescentes com Covid-19 é o desenvolvimento da Síndrome Inflamatória Multissistêmica. Quando já está curado, o paciente pode ter uma manifestação clínica diferente, desde surgimento de manchas vermelhas no corpo até quadros graves. Já é de conhecimento da comunidade médica que algumas crianças desenvolvem certos tipos de hepatite que podem estar associadas à infecção por Covid-19. Por isso, a vacinação tem se mostrado tão importante para o público pediátrico. “A vacina diminui a quantidade de agentes que podem causar síndrome respiratória aguda” finaliza a infectologista.

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10/06/2022 18:00h

A temperatura pode variar entre 5°C e 15°C

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Neste sábado (11), a previsão é de chuva fraca na Região Sul. Devido à massa de ar polar, as temperaturas seguem baixas no Rio Grande do Sul. No período da tarde, há possibilidade de chuva intensa no sul do  Paraná. O tempo fica firme com máxima de 14°C e também faz frio no estado. Em Curitiba a mínima é 5°.No Sul de Santa Catarina, a chuva diminui e o frio aumenta. A mínima no estado é de 8°C e a máxima 15°C. Gramado é a cidade que mais se destaca no frio e a possibilidade é que a região tenha a mínima de -1°. Há expectativa de geada e as temperaturas máximas no sábado não devem passar de 16°C.

Os moradores precisam ter cuidado com o mau tempo e em caso de rajadas de vento não devem se abrigar debaixo de árvores, pois há risco de descargas elétricas.

A mínima para a região fica em torno dos 5°C graus e a máxima de 15°C. A umidade relativa do ar varia de 12% e 100%.

As informações são do Instituto Nacional de Meteorologia.
 

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14/03/2022 18:10h

Temperatura varia entre 15 e 33 graus.

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Nesta terça (15) na Região Sudeste, muitas nuvens se formam e chove em vários momentos com intensidade no sul de MG, sul do RJ e litoral de SP. Nas demais áreas de SP, RJ e na Zona da Mata, sol e pancadas de chuva com risco de trovoadas. Tempo firme em Vitória e no nordeste de MG

A temperatura no Sudeste pode ficar entre 15 e 33 graus. Em toda a região, os índices de umidade relativa do ar variam entre 20% e 100%.

As informações são do Somar Meteorologia.
 

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Covid
05/02/2022 16:23h

O portal Brasil 61 conversou com o presidente da Associação Brasileira de Odontologia (ABO) no DF para esclarecer essa e outras dúvidas sobre saúde bucal durante a quarentena

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Isolar-se e cumprir a quarentena não são os únicos cuidados que as pessoas com Covid-19 devem tomar. Dicas como evitar compartilhar objetos com as demais pessoas da casa já são mais do que conhecidas. No entanto, algumas precauções necessárias podem passar despercebidas, principalmente aquelas relacionadas à higiene bucal. Afinal, devo jogar fora a escova de dente após ter Covid-19 ou não? 

Para esclarecer essa e outras dúvidas sobre saúde bucal, o portal Brasil conversou com Aroldo Pinheiro, presidente da Associação Brasileira de Odontologia (ABO) no Distrito Federal. Confira abaixo:

Quando uma pessoa é infectada por Covid-19, quais cuidados ela deve ter em relação à saúde bucal?
“O primeiro passo que o paciente deve ter para o controle da infecção no seio familiar é separar a escova de dente dele [das escovas] dos demais membros da família. Se ele é casado ou tem filhos e dividem o mesmo ambiente para as escovas, isso tem que ser separado, porque o coronavírus fica muito concentrado nas vias aéreas superiores, ou seja, na boca e no nariz. É uma área que tem alta virulência. É por isso, inclusive, que tem alta capacidade de contaminação.”

Como deve ser a limpeza da escova de dente após a escovação? 
“Independente da doença, a higiene da escova após a escovação é fundamental. Você tem que lavar bem a escova e secá-la bem com um pano ou papel toalha. A escova não pode ser guardada molhada, ainda com restos de creme dental, de pasta de dente, porque ali vão acabar proliferando bactérias. Você vai acabar contaminando sua escova”. 

Doutor Aroldo, eu devo jogar fora a escova de dente após ter Covid?
“Quando o paciente tem Covid, a gente orienta que, ao final do prazo da contaminação, ele também substitua a escova. Não há necessidade de esperar, às vezes, um mês, dois meses, que é até um hábito do brasileiro. A nossa orientação é que substitua a escova logo após sair da quarentena, em torno de 14 a 15 dias a depender do quadro clínico da pessoa”. 

Por que é importante substituir a escova após a quarentena?
“A substituição da escova é fundamental porque ela acaba carregando e mantendo algum nível de contaminação entre um processo e outro. Por isso, sempre que terminar, higienizar, lavar e secar bem a escova. Guardá-la seca para manter numa condição bacana de controle e higiene”. 

Se eu não jogar a escova de dente fora após a quarentena, posso me reinfectar?  
“O vírus que a pessoa contraiu estará circulando no corpo e em contato com a escova. Eu não conheço uma pesquisa clara direcionada a isso, mas imagino que essa mesma cepa do vírus não vá reinfectar o paciente. Agora, não pode compartilhar essa escova com nenhum ente da família. Tem que ser uma escova, obviamente, individual. Posso falar isso e parecer surreal, mas infelizmente, existem famílias carentes que compartilham a escova. Não pode haver compartilhamento da escova em si e nem do ambiente em que se guarda a escova”.

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Covid
05/02/2022 16:15h

São Paulo (2), Rio de Janeiro (2) e Santa Catarina (1) registram os primeiros casos da linhagem, que estudos preliminares apontam ser mais transmissível do que versão inicial da Ômicron

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O Ministério da Saúde confirmou, no início da tarde deste sábado (5), que o Brasil registra cinco casos da subvariante BA.2 da Ômicron. São dois casos da linhagem em São Paulo, dois no Rio de Janeiro e um em Santa Catarina. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a BA.2 já é a principal responsável pelas infecções de Covid-19 nas Filipinas, Qatar, Índia e Dinamarca. A subvariante BA.1 da Ômicron, “versão original” da cepa, foi a principal responsável pelo aumento de casos no mundo desde o fim de 2021. 

Não é possível cravar muitas certezas sobre a subvariante BA.2, mas um estudo preliminar feito por cientistas na Dinamarca apontou que a nova versão é 33% mais contagiosa que a cepa predominante no mundo, a BA.1. Até por isso, Boris Pavlin, chefe da equipe de resposta contra a Covid-19 da OMS, disse que a BA.2 está começando a substituir a cepa original e deve se tornar dominante em outros países. No entanto, a subvariante não parece levar a formas mais graves da doença, indica a OMS. 

Kleber Luz, infectologista da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), explica o que são as subvariantes de um vírus. "Em todos os vírus RNA as cópias, “os filhotes”, para que a gente possa entender, geralmente são diferentes dos pais. Então, chama-se de mutação e essa mutação pode ganhar uma capacidade maior de produzir doença mais grave ou de aumentar a transmissão. No caso, a Ômicron e essa nova subvariante têm uma transmissibilidade maior”, detalha. 

O infectologista destaca que, embora as infecções pelo Ômicron sejam, em sua maioria, mais leves, quanto maior o número de casos, maiores são as chances de ocorrências graves, principalmente em idosos. Segundo Luz, a vacinação continua sendo importante para minimizar as chances de internação e morte pela Covid-19. A explicação para isso é que o organismo vacinado já está “treinado” para combater uma infecção pelo novo coronavírus. 

“A vacina ensina o sistema imunológico a se defender da doença e ele fica capacitado a controlar a replicação do vírus, portanto você tem menos forma grave. Então, ainda que a vacina escape, ou seja, o vírus produz a doença nas pessoas vacinadas, o sistema imunológico por ter sido treinado pela vacina vai fazer uma doença menos grave. A recomendação de tomar a vacina continua”, defende.

Em nota, o Ministério da Saúde disse que a sublinhagem BA.2 da Ômicron não tem impacto no diagnóstico laboratorial e eficácia dos imunizantes.“Até o momento, não existem evidências relacionadas à nova linhagem que demonstrem mudanças na transmissibilidade, quadro clínico, gravidade ou resposta vacinal”, diz a pasta. 

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Sintomas da subvariante BA.2
Segundo o Instituto Butantan, os sintomas mais comuns entre os infectados pela Ômicron são febre, coriza, dor de garganta e dor no corpo. Sintomas específicos para a subvariante BA.2 não foram divulgados. Em geral, os sinais são bem diferentes da infecção por outras cepas, como perda de paladar, olfato e tosse seca, por exemplo.  

Ocupação de leitos de UTI
Na última quinta-feira (3), a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), apontou em nota técnica que 13 estados brasileiros apresentaram aumento das taxas de ocupação de leitos de UTI para pacientes com Covid-19. Nove unidades federativas estão na zona de alerta crítico, pois estão com ocupação acima de 80% (Amazonas, Espírito Santo, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Mato Grosso, Piauí, Goiás, Distrito Federal e Mato Grosso do Sul). 

A maioria dos estados, no entanto, estão em níveis de alerta médio ou baixo para a ocupação dos leitos de UTI. Os pesquisadores ressaltaram que “a elevadíssima transmissibilidade da variante [Ômicron] pode incorrer em números expressivos de internações em leitos de UTI, mesmo com uma probabilidade mais baixa de ocorrência de casos graves”. 

Vacinação
Segundo o Ministério da Saúde, o mês de fevereiro começa com mais de 21,5 milhões de brasileiros aptos a receberem a segunda dose da vacina contra a Covid-19. Essas pessoas não retornaram às unidades de saúde para atualizar o esquema vacinal. São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro são os estados com mais pessoas com a vacinação atrasada. 

A pasta informa que mais de 152 milhões de brasileiros acima de 12 anos já tomaram as duas doses dos imunizantes, o que representa 85% do público nesta faixa etária. Além disso, mais de 42 milhões de pessoas receberam a dose de reforço. 

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Brasil 61