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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

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a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o usuário realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

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a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

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 Última atualização: 24 de dezembro de 2020 

Cultura

19/02/2021 09:40h

Verba do Fundo Estadual de Cultura será utilizada para realização de transmissões on-line de desfiles de blocos e escolas

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O governo do Rio de Janeiro lançou, nesta quarta-feira (17), editais com verbas de mais de R$ 1,5 milhão para a cadeia produtiva do carnaval do estado. O dinheiro será utilizado para apoiar transmissões on-line e apresentações virtuais de blocos de rua. 

Os recursos são do Fundo Estadual de Cultura, que tem como objetivo auxiliar financeiramente os profissionais do carnaval, prejudicados sem a renda anual dos desfiles, por conta da suspensão dos eventos durante a pandemia de Covid-19. 

A escolha dos sambas-enredo será realizada em quatro etapas, todas com transmissão ao público pela internet, finalizadas com apresentações eliminatórias e as finais na Cidade do Samba, região portuária do Rio.

Para as associações ou liga de blocos de rua, haverá incentivos de R$ 100 mil e R$ 50 mil para cada uma.  A Secretaria de Cultura ainda vai destinar R$ 150 mil para profissionais que atuam nas escolas Imperatriz, Mangueira, Salgueiro, São Clemente, Paraíso do Tuiuti, Portela, Unidos da Tijuca e Vila Isabel. 

As escolas Mocidade Independente de Padre Miguel, Beija-Flor de Nilópolis, Viradouro e Grande Rio já haviam sido contempladas com o mesmo valor, vindo de recursos da Lei Aldir Blanc.

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12/02/2021 00:00h

Decretos de prefeituras e estados proíbem festas típicas com aglomerações em plena pandemia, gerando impacto cultural e econômico, mas eventos on-line podem minimizar danos

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As festividades de carnaval estão suspensas neste ano de 2021 em diversos municípios brasileiros. Eventos tradicionais não vão ser realizados em virtude da pandemia da Covid-19 e da necessidade de evitar aglomerações. Os impactos culturais e econômicos dessas medidas são grandes. 

A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estimou que o feriado movimentava cerca de R$ 8 bilhões em 2020 em atividades turísticas. Embora não seja simples minimizar os danos, eventos on-line e opções de ecoturismo surgem como alternativas para o momento atípico.

O cancelamento do carnaval é a realidade deste ano em municípios como Rio de Janeiro (RJ), Recife (PE), Barreiras (BA), Caldas Novas (GO), Ouro Preto (MG) e várias regiões que chegaram a contar com festas centenárias. Marcelo Guedes, pesquisador do Think Tank cRio ESPM, é especialista dos estudos dessa tradição e calcula os impactos com grandes proporções. 

“Isso é um grande prejuízo para os municípios. Hoje, estamos falando em bilhões de reais em arrecadação em cidades de todo o Brasil. O que não pode acontecer é aglomeração. Todos nós do mundo do samba somos unânimes em falar sobre esse risco”, pontua.

Na avaliação de Marcelo, os caminhos para manter as tradições culturais ativas estão nas ferramentas digitais. “Esse momento acaba se resumindo a festejos on-line, que estão usando todas as plataformas para apresentar shows da velha guarda, shows com sambistas, grupos de samba, baile à fantasia para as pessoas mostrarem seus apetrechos em casa, pelo Zoom.”

Prefeitos e secretários enfrentam ainda dilemas em relação ao comércio no carnaval. Em Caldas Novas (GO), as festas foram suspensas e as atividades econômicas terão funcionamento com restrições. “A prefeitura municipal não fará evento nenhum esse ano respeitando a questão da pandemia. Pela condição turística do município, não poderíamos fechar a cidade, prejudicar o andamento das atividades comerciais. Então, dentro de uma responsabilidade, em que estaremos fiscalizando, pedimos ao comércio e à sociedade que sigam as normas de proteção”, solicita o prefeito Kleber Marra.  

O município publicou um decreto que proíbe a comercialização de bebidas alcoólicas entre 22h às 6h e limita em 70% a taxa de ocupação de hospedagem em toda a rede de hotelaria de Caldas Novas. Em Ouro Preto, região mineira também procurada por turistas nesta época, o Comitê de Crise Econômica foi chamado para buscar soluções para o funcionamento do comércio, em conjunto com entidades do setor, como a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH).

Economia e cultura

O setor cultural amarga a crise financeira e a impossibilidade de ações neste carnaval de 2021. Em Recife, a prefeitura criou o Projeto de Lei Auxílio Municipal Emergencial (AME - Carnaval do Recife), que destinará mais de R$ 4 milhões para benefício de mais de mil agremiações e conjuntos, alcançando 27 mil pessoas. 

A região calcula cerca de 160 agremiações e 900 atrações artísticas, entre cantores, bandas e orquestras, que participaram da programação de 2020 e não puderam ir às ruas neste ano. É de Pernambuco uma das festas mais tradicionais do País, com origem secular, o Maracatu Nação Raízes de Pai Adão. 

Jorge Carneiro, diretor do Nação Raízes, lamenta a única pausa nos mais de 150 anos de comemorações, que vêm da fundação do candomblé mais antigo do estado. “Temos encontrado muitas dificuldades na pandemia. Não recebemos alguns auxílios que estão travados. O trabalho agora é de juntar forças para, no próximo ano, fazer um trabalho dobrado, cheio de alegria. O momento é de se cuidar nesta pandemia e voltar com toda a força, toda a garra, energia e o brilho que é o carnaval de Recife”, conta.

No mesmo estado, Khetylley Romana, moradora de Nazaré da Mata e diretora do Maracatu Águia Misteriosa, também junta forças para 2022, mas convida o público para as apresentações on-line de 2021. “Aqui na cidade, temos um total de 16 maracatus. Hoje, nosso objetivo é mostrar nosso brilho, nossa tradição para quem ainda não conhece. Ainda bem que temos outros meios de comunicação para mostrar isso.” 

Outra ação para minimizar os danos veio do Rio de Janeiro. A prefeitura lançou a ação “Blocos de Rua Unidos Pelo Distanciamento”, na Lapa. A campanha visa conscientizar a população para que não haja aglomeração no período do carnaval e pretende arrecadar fundos para auxiliar 18 blocos carnavalescos que estão sem essa renda da folia.

A Confederação Nacional de Municípios (CNM) lembra que o feriado nacional envolve diversos setores produtivos dos municípios, como hotelaria, gastronomia e comércio de bebidas, papelaria e acessórios, e sugere promoção de atividades alternativas para o turismo, como as lives que despertem a curiosidade do público e incentivam futuras visitas, e o ecoturismo em locais que contam com atrativos naturais, respeitando todas as exigências de biossegurança.

Para foliões

Fernanda Lopes, jornalista brasiliense, diz que ia às ruas todos os anos de fevereiro, mas começou o isolamento após o carnaval de 2020. “Sou uma foliã assumida, todos os anos me preparo com fantasia, maquiagem, tudo. É triste não poder brincar e me divertir esse ano”, diz. 

Como as viagens representam risco neste momento de pandemia, aproveitar a festa em casa é uma possibilidade.  As lives que eram comuns no começo do distanciamento do ano passado podem voltar às boas programações neste ano. O Brasil 61 separou uma lista de eventos virtuais no feriado, como uma festa virtual com Preta Gil, Péricles, Bell Marques e Jota Quest, no dia 12 de fevereiro. 

Todos os links, dias e horários serão postados nas nossas redes sociais nos próximos dias. Para quem quer curtir músicas a qualquer momento, há também a playlist do Spotify “Vai ter carnaval, sim!”, criada pela nossa equipe e aberta ao público.

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22/01/2021 10:50h

As inscrições vão até o dia 19 de fevereiro, gratuito e online

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Na próxima segunda-feira (25), serão abertas as inscrições para o Prêmio Sesc de Literatura, um dos mais importantes do País e que pretende encontrar escritores inéditos, cujos trabalhos possuam qualidade literária para edição e circulação nacional. As obras podem ser inscritas nas categorias Romance e Conto, mas precisam ser inéditas, ou seja, não podem ter sido publicadas antes da premiação. Os vencedores terão suas obras publicadas e distribuídas pela editora Record, com tiragem inicial de 2 mil livros.

Desde a criação em 2003, mais de 16 mil livros foram inscritos e 31 novos autores foram revelados pelo Prêmio Sesc de Literatura. Isso reforça a importância dessa ferramenta para impulsionar e renovar o cenário literário no Brasil, oferecendo contribuições à cultura nacional por meio do estímulo à escrita e o reconhecimento de novos talentos. Para se ter uma ideia do incentivo desta premiação, apenas no ano passado, foram inscritos 1.358 livros, sendo 692 romances e 666 contos.

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Os livros são inscritos pela internet, gratuitamente, processo de curadoria e seleção das obras é protegido por pseudônimos. Isso evita que os avaliadores reconheçam os reais autores, impedindo qualquer tipo de favorecimento. Quem se interessar na participação terá até o dia 19 de fevereiro para concluir o processo de inscrição, que é gratuito e online. O regulamento completo pode ser acessado em www.sesc.com.br/premiosesc.

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Cultura
20/01/2021 17:00h

Nova data vai até 31 de janeiro. Propostas são direcionadas ao estado do Rio de Janeiro

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A Secretaria Nacional de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SNPIR) prorrogou até 31 de janeiro o prazo para envio das propostas de instituições que desenvolvem projetos ligados à cultura negra no Rio de Janeiro. 

Vinculada ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, a secretaria vai selecionar uma instituição para realizar o planejamento, aplicação em formato piloto e sistematização de metodologia de promoção do empreendedorismo, geração de renda e valorização da cultura afro-brasileira e dos saberes presentes nos povos e comunidades negras tradicionais no estado fluminense. 

As instituições interessadas podem enviar suas propostas por meio do e-mail etnicoraciais@mdh.gov.br

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Cultura
18/01/2021 15:30h

Ao todo, quase 600 projetos de cultura devem movimentar o setor no estado

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Com o objetivo de facilitar a prestação de contas de projetos culturais aprovados na Lei Aldir Blanc, a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel) publicou uma cartilha orientativa. O documento contém as diretrizes sobre os procedimentos para a correta demonstração e comprovação da realização das ações.

O material também inclui orientações sobre movimentação financeira, comprovações de transporte, de aquisição de material de consumo e de serviços, contratação de pessoal, entre outras informações.

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Segundo o governo de Mato Grosso, 570 projetos culturais já foram contemplados pela Lei Aldir Blanc e que vão movimentar a área da cultura nos municípios do estado em 2021. 

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18/01/2021 00:00h

São mais de 30 cursos nas áreas de artes visuais, artes plásticas, dança, teatro e música, que agora poderão ser acessados de qualquer lugar

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Além das modalidades presenciais, agora os cursos da Escola de Cultura do SESI também estão sendo disponibilizados online, por meio da plataforma Escola de Cultura Digital. São mais de 30 cursos nas áreas de artes visuais, artes plásticas, dança, teatro e música, que agora poderão ser acessados de qualquer lugar, seja para se aperfeiçoar em um hobby ou mesmo começar uma profissão. 
 
Em sua nova proposta de trabalho, a Rede SESI de Cultura entra em 2021 com uma nova estrutura, que vai possibilitar a ampliação da prestação desses serviços, que antes eram apenas ofertados nas unidades físicas. Segundo a gerente de cultura do SESIMINAS, Karla Bittar, os cursos estarão disponíveis em uma plataforma de fácil acesso e interação.
 
“São aulas ao vivo, ministradas pelos próprios professores de cada uma das modalidades, com a participação em tempo real, ou podendo acessar os conteúdos a partir do repositório de aulas, disponíveis na plataforma. Essa é mais uma ação da Rede SESI Cultura para a democratização do acesso e o atendimento ao maior número possível de alunos, tanto em Belo Horizonte quanto no interior”, disse.

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Aluna do centro cultural de dança do SESIMINAS, Virgínia Patrus, de 18 anos, faz ballet há 15 anos. Desde março do ano passado ela está tendo aulas online, por conta da pandemia. Apesar da difícil adaptação, ela ressaltou que o ensino a distância trouxe oportunidade para experiências que não seriam possíveis normalmente.
 
“As aulas remotas abriram espaço para os alunos continuarem a praticar, mesmo com as escolas fechadas, podendo fazer aulas de outros professores e até com profissionais de outros países. Na minha escola, por exemplo, fizemos aula com bailarinos profissionais de São Paulo, do Rio de Janeiro, da Inglaterra e até da Rússia”, contou. 
 
As mensalidades variam de R$ 99 a R$ 440, a depender da modalidade e da carga horária semanal. Todos os cursos ofertados, tanto na modalidade presencial, quanto on-line, estão disponíveis no site e as inscrições podem ser feitas por meio dos canais de atendimento da secretaria dos cursos.
 
Há mais de 20 anos o SESI disponibiliza cursos de formação artística, nas mais diversas modalidades. Por ano, são mais de 2.000 alunos formados e muitos deles iniciam uma profissão a partir dos cursos da Escola de Cultura SESI. Em Minas Gerais são mantidas três unidades específicas para prestar serviços culturais. São elas: Centro Cultural SESIMINAS Belo Horizonte, Centro Cultural SESIMINAS Uberaba e o SESI Museu de Artes e Ofícios, em Belo Horizonte.

Serviço

Contatos para matrículas da Escola de Cultura
Belo Horizonte: (31) 3241-7175
Uberaba: (34) 3322-2021
Whatsapp: (31) 98634-4182
E-mail: sesiculturamg@fiemg.com.br
 

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02/01/2021 00:00h

A norma garante recursos emergenciais ao setor artístico-cultural brasileiro, durante a pandemia da Covid-19

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A pandemia do novo coronavírus provocou uma crise, não apenas na área da saúde, mas também na economia brasileira. O Ministério da Economia elencou as dez principais atividades econômicas impactadas pela pandemia; dentre elas, o setor artístico, criativo e de espetáculos ocupa o primeiro lugar.

Arte - Brasil 61

Para mitigar as dificuldades financeiras dos trabalhadores da categoria artística e dos espaços culturais no Brasil, o governo federal prorrogou o prazo de utilização dos recursos já aprovados da Lei Aldir Blanc para 2021. A norma garante verbas emergenciais ao setor, durante a pandemia da Covid-19.

Em entrevista concedida ao programa A Voz do Brasil, o secretário de Cultura Mário Frias fala sobre a importância da Lei Aldir Blanc.

“Temos que valorizar essa ação, que foi muito importante, principalmente, para os artistas, que são o setor mais atingido pela pandemia. Todo evento, todo show, teatro, circo, dependem da presença do público. E essas restrições em relação a Covid-19 prejudicaram o setor. Nós distribuímos 3 bilhões de reais. Já concluímos esse repasse. Agora fica a cargo dos entes culturais dos estados e dos municípios dar vazão a esse auxílio”, destaca.

O advogado especialista em processo e Direito Civil, Rodrigo Fagundes, também cita o fechamento dos espaços culturais – como teatro, cinemas, shows – como o principal desafio dos profissionais que viviam exclusivamente do faturamento dos espetáculos. Ele aponta os três principais benefícios da Lei Aldir Blanc.

“O primeiro é a renda emergencial para profissionais dos setores cultural e criativo. Segundo é o subsídio para manutenção dos espaços culturais, que tiveram suas atividades interrompidas. E o terceiro são as ações de fomento à cultura, por meio da realização de prêmios e editais, que acabam incentivando esse setor da economia”, aponta.

O especialista cita uma pesquisa da Fundação Getúlio Vargas, em parceria com a Secretaria de Cultura de São Paulo e o Sebrae, que calcula uma perda de 31,8% do PIB do seguimento em 2020, o que representa quase 70 bilhões de reais em prejuízos. Rodrigo Fagundes destaca as iniciativas de inovação realizadas pelos setores de eventos, para tentar driblar os desafios da pandemia, como peças de teatro e shows, em formato online, e outras atividades que possam ser feitas ao ar livre.

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O advogado Rodrigo Fagundes fala sobre a importância da cultura para a cidadania dos brasileiros.

“A cultura de forma geral é muito importante, porque atua paralelamente com a educação. Esforços integrados e constantes têm grande poder de minimizar e evitar riscos sociais. A cultura é um investimento imprescindível em qualquer contexto de promoção da cidadania”, comenta.

Segundo o especialista, o tempo de recuperação da categoria artístico-cultural está atrelado ao comportamento da pandemia, daqui em diante, e à disponibilidade da vacina contra o coronavírus.

Aldir Blanc

A lei de auxílio ao setor artístico-cultural brasileiro foi nomeada em homenagem ao compositor Aldir Blanc (1946-2020), que faleceu em 4 de maio de 2020, em decorrência da Covid-19. Sua morte foi muito lamentada pela comunidade artística.

Em 50 anos de atividade, o letrista compôs mais de 600 canções, em parceria com João Bosco, Guinga, Moacyr Luz, Cristovão Bastos, Maurício Tapajós, Carlos Lyra e grandes nomes da Música Popular Brasileira. 

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Cultura
28/12/2020 10:12h

Como os cursos digitais do Museu, iniciados em agosto de 2020, tiveram bons resultados, a instituição pretende dar continuidade às aulas online, que podem ser acessadas de todo o País.

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O MIS – Instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Governo do Estado de São Paulo – está com inscrições abertas para a temporada de Cursos de Férias de Janeiro 2021.

Como os cursos digitais do Museu, iniciados em agosto de 2020, tiveram bons resultados, a instituição pretende dar continuidade às aulas online, que podem ser acessadas de todo o País. A ação acontece dentro do #MISemCasa, campanha virtual com conteúdo inédito do Museu da Imagem e do Som.

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Entre as novidades, está o curso Lennon e a América, ministrado por Ricardo Alexandre – curador da megaexposição John Lennon em Nova York por Bob Gruen, em cartaz no MIS até o dia 31 de janeiro. Os valores dos cursos são entre R$ 120 e R$ 150 cada e as inscrições devem ser realizadas no site www.mis-sp.org.br.

 

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02/12/2020 01:00h

O montante é garantido pela Lei Aldir Blanc. Outros R$ 1,5 bilhão foram entregues aos estados e ao Distrito Federal

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Até junho de 2019, 75% dos municípios, ou 4775 cidades brasileiras, completaram 12 anos sem recursos do Governo Federal para políticas públicas na área cultural. O dado foi encontrado e divulgado pelo Ministério do Turismo, que analisou o momento vivido pelas cidades antes da Lei Aldir Blanc (Lei nº 14.017/2020) de 29 de junho de 2019. 

Com os repasses da União, esse número caiu para 1.392 cidades brasileiras, ou seja, 25%. A Lei previu o repasse de R$ 3 bilhões, sendo metade destinada aos estados e Distrito Federal, e a outra metade aos municípios e Distrito Federal. O repasse da integralidade dos recursos foi concluído na última segunda-feira (26).

Os recursos da Aldir Blanc garantem uma renda emergencial a profissionais do setor, como artistas, contadores de histórias e professores de escolas de arte e capoeira, paga por meio dos governos estaduais e do DF em três parcelas mensais de R$ 600.

Também podem ser utilizados por estados e municípios para pagamento de auxílio mensal para manutenção de espaços artísticos como circos, escolas de música, arte e danças, museus e bibliotecas comunitárias. Esse subsídio tem valor mínimo de R$ 3 mil e máximo de R$ 10 mil.
 

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Cultura
30/11/2020 16:30h

A campanha #TudoComeçaNaLivraria visa resgatar o hábito e as vantagens de se folhear um livro em meio a um acervo imenso de obras, como nos tempos pré-internet

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A pandemia de Covid-19 fez as livrarias exclusivamente físicas passarem um grande dilema este ano. O segmento, que já estava em queda desde a popularização do e-commerce, sofreu perdas significativas com o fechamento temporário do comércio para clientes presenciais e medidas rigorosas de restrição de circulação de pessoas em centros comerciais.

Para tentar contornar a situação, uma iniciativa inspirada em movimentos internacionais foi adotada por um grupo de mais de 120 livrarias do país. A campanha #TudoComeçaNaLivraria visa resgatar o hábito e as vantagens de se folhear um livro em meio a um acervo imenso de obras, como nos tempos pré-internet.

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Valorizar as livrarias como ponto de conexão entre livreiros, autores, editores, distribuidores e leitores é um dos objetivos da iniciativa, que visa ainda fortalecer livrarias físicas como vitrine para o lançamento de novos títulos. 

Um dos coordenadores da campanha, o diretor executivo da Editora WMF Martins Fontes, Alexandre Martins Fontes, anunciou que, no período de 11 a 13 de dezembro, as principais livrarias brasileiras farão uma grande exposição de livros novos publicados a partir de outubro no país, dando descontos especiais e fazendo promoções para os clientes. Segundo ele, a ideia é criar campanhas ao longo dos próximos anos, para fazer com que as pessoas se sintam convidadas para visitar as livrarias.

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