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Baixar áudioCom o objetivo de apresentar e esclarecer as ações do Governo Federal voltadas à segurança hídrica no estado do Piauí, o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) realizou, nesta quarta-feira (19), um encontro com produtores de conteúdo, influenciadores digitais e jornalistas na capital, Teresina. A iniciativa foi conduzida pela Secretaria Nacional de Segurança Hídrica (SNSH) e integra a estratégia de ampliar o diálogo direto com a sociedade sobre projetos estruturantes em andamento.
De acordo com o diretor do Departamento de Obras Hídricas da SNSH, Bruno Cravo, o evento tem como foco principal informar sobre o estudo de viabilidade da integração do Rio São Francisco ao território piauiense. “O Ministério apresentará suas ações em prol da segurança hídrica no estado, com foco principal no Estudo de Viabilidade Técnica do Canal do Sertão Piauiense. É uma forma de dialogar diretamente com a sociedade, sanar dúvidas, apresentar e esclarecer o processo, além de inseri-lo no contexto geral dos programas governamentais”, explicou.
A agenda no Piauí incluiu, na véspera, reunião técnica na Secretaria de Planejamento Estadual para alinhamento de ações e discussão do portfólio de investimentos do Novo PAC, especialmente no eixo Água para Todos. Segundo o secretário da SNSH, Giuseppe Vieira, o estado tem sido beneficiado com um conjunto expressivo de obras.
“Estamos alinhando com a equipe estadual o portfólio de investimentos do Novo PAC. O Piauí, dentro do eixo Água para Todos, tem sido beneficiado com diversas obras que totalizam mais de R$ 1,7 bilhão em barragens, adutoras e projetos de revitalização”, destacou o secretário. Entre os exemplos citados estão a revitalização completa do Rio Parnaíba e a Barragem Nova Algodões, cuja retomada foi viabilizada com apoio federal. A expectativa, segundo Giuseppe Vieira, é de que a barragem possa ser entregue até o fim de 2026, a partir do esforço conjunto entre União e Estado.
O MIDR tem um amplo conjunto de investimentos e projetos estruturantes voltados ao abastecimento humano, à segurança hídrica e ao desenvolvimento regional no estado. Entre as iniciativas em andamento e em fase de preparação estão sistemas adutores em diferentes regiões do estado, barragens estratégicas, estudos e projetos para ampliação da infraestrutura hídrica e a revitalização ambiental do Rio Parnaíba.
Além disso, há ainda a elaboração do Estudo de Viabilidade Técnica, Econômica, Ambiental e Social (EVTEAS) do Canal de Integração do Sertão Piauiense, que busca avaliar alternativas para ampliar a oferta de água e fortalecer a resiliência hídrica do semiárido piauiense. Somados, os investimentos federais em execução e planejamento no estado alcançam mais de R$ 700 milhões, dentro da Agenda de Segurança Hídrica do Governo Federal.
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Baixar áudioOs primeiros planos de trabalho para restabelecimento e assistência humanitária em Juiz de Fora e Ubá, cidades mineiras atingidas por fortes chuvas, foram aprovados nesta quarta-feira (25) pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), com a liberação prevista de R$ 2,9 milhões para Juiz de Fora e R$ 482,4 mil para Ubá. As medidas marcam o início da execução dos recursos federais após a tragédia que já deixou 44 mortos em Minas Gerais — 38 em Juiz de Fora e seis em Ubá.
No mesmo dia, o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, acompanhado do secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, percorreu bairros afetados em Juiz de Fora e o centro de Ubá para acompanhar de perto as ações de socorro e reconstrução. Ruas cobertas de lama, casas destruídas e famílias tentando salvar o que restou marcaram o cenário de destruição provocado pelas fortes chuvas que atingiram Minas Gerais no início da semana. Desde terça-feira (24), o ministro acompanha de perto a situação no estado.
Em Ubá, o ministro lembrou que o trabalho da Defesa Civil Nacional começou antes do desastre e destacou a união dos governos em momentos de crise. “Já vínhamos em contato com os municípios desde a previsão de fortes chuvas. Essa é a atuação padrão das defesas civis. Quando ocorre um desastre, o primeiro que estende a mão é a prefeitura, que está mais perto, mas não há distância entre as cidades e o Governo Federal. Pelo contrário, ocorre uma união dos esforços. Estamos aqui com uma força-tarefa de vários ministérios e tudo o que precisarmos empregar em termos de pessoas, tecnologia, equipamentos e recursos, será feito em Ubá e nos demais municípios”, garantiu.
Ao lado do prefeito José Damato, Waldez falou sobre as etapas para ajudar os municípios. “Neste momento, existe o trabalho de busca e resgate das vítimas e auxílio de pessoas desabrigadas e desalojadas. Em paralelo a isso, temos que fazer o restabelecimento dos serviços essenciais, mobilidade, limpeza urbana, e, em seguida, a reconstrução da cidade. Estou aqui para o que for necessário em nome do presidente Lula, nossas equipes ficarão no estado, sempre fazemos isso porque acreditamos que, quanto mais próximo do local, mais eficiente será a ajuda. Os planos de trabalho, por exemplo, serão elaborados da maneira correta e de forma mais rápida com a ajuda dos nossos técnicos”, acrescentou.
Nesta quarta, a Defesa Civil Nacional convocou uma reunião com os órgãos do Sistema Federal de Proteção e Defesa Civil para alinhar as ações e reforçar uma atuação coordenada e ágil para ajudar o povo mineiro.
A Defesa Civil Nacional já reconheceu o estado de calamidade pública em Juiz de Fora e, de forma sumária, nas cidades de Ubá e Matias Barbosa. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).
O acesso a recursos federais pós desastres exige que estados e municípios obtenham reconhecimento federal de emergência ou estado de calamidade e apresentem, por meio do S2iD – Sistema Integrado de Informações sobre Desastres, planos de trabalho claros e metas de atuação; nesse processo, o passo a passo para solicitação de recursos está detalhado no portal do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), assim como orientações práticas sobre como usar o S2iD para agilizar a obtenção de recursos federais em situações de emergência, desde o registro do desastre até a autorização e transferência dos valores.
Copiar o textoRecursos vão reforçar medidas emergenciais em cidades de Goiás, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta quarta-feira (25), o repasse de R$ 3.704.047,49 para ações de resposta em oito municípios afetados por desastres. Receberão recursos cidades de Goiás, Rio de Janiero e Rio Grande do Sul. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Estados e municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio ao MIDR. As solicitações são feitas pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise e aprovação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
As informações são do MIDR
Copiar o textoRio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo e extremo sul da Bahia também serão atingidos
Baixar áudioA previsão de chuvas intensas, com possíveis alagamentos, enxurradas e deslizamentos de terra, vai se manter até a próxima sexta-feira (27) em áreas de Minas Gerais, São Paulo e extremo sul da Bahia, assim como em todo o estado do Rio de Janeiro e Espírito Santo. Diante do cenário, técnicos do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), convocaram, nesta terça-feira (24), agentes estaduais e municipais de proteção e defesa civil e órgãos do Sistema Federal de Proteção e Defesa Civil para uma reunião de preparação on-line.
“Foi uma reunião para alinharmos as previsões e as ações de preparação para os próximos dias diante da continuidade das chuvas e do grande volume esperado. O cenário continuará crítico”, afirmou o coordenador-geral de Monitoramento e Alerta da Defesa Civil Nacional, Tiago Molina Schnorr.
De acordo com o aviso vermelho (grande perigo) emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a chuva poderá ser superior a 100 milímetros (mm) por dia a partir desta terça. “É importante que a população fique muito atenta aos alertas enviados pelas defesas civis, evite áreas alagadas, não se abrigue em árvores e, em caso de trincas e rachaduras nas paredes ou aumento do nível do rio próximo da residência, saia de casa e procure um abrigo seguro”, acrescentou Tiago.
Com mais de 300 pessoas on-line, a reunião contou com a participação de especialistas do Inmet, Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), Serviço Geológico do Brasil (SGB), entre outros órgãos.
Confira os dados da situação em Minas Gerais, atualizados na manhã desta terça-feira (24):
Desde as primeiras ocorrências registradas em Minas Gerais, o MIDR está atuando para apoiar os municípios afetados pelo desastre. A Sedec está com o nível operacional em alerta máximo (vermelho) e já enviou oito técnicos do Grupo de Apoio a Desastres (GADE) para o estado como forma de acelerar as ações de assistência humanitária e restabelecimento dos serviços essenciais.
O ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, acompanhado do secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, viajou para Minas Gerais na tarde desta terça. Mais cedo, Waldez reforçou que o Governo Federal está mobilizado para apoiar o povo mineiro e ressaltou a importância da agilidade no reconhecimento federal das situações de emergência das cidades para que os recursos financeiros possam ser liberados rapidamente. "Equipes da Defesa Civil Nacional estão em campo e em contato direto com os municípios. A orientação é não poupar esforços para garantir que a ajuda chegue a quem mais precisa, seja com kits de assistência humanitária ou no apoio técnico para a reconstrução", disse o ministro.
O secretário Wolnei Wolff também lamentou o ocorrido. “Quero prestar minha solidariedade ao povo mineiro, em especial, às vítimas que perderam familiares e amigos no desastre”, afirmou.
A Defesa Civil Nacional já reconheceu o estado de calamidade pública em Juiz de Fora (MG) e, de forma sumária, nas cidades de Ubá e Matias Barbosa. As portarias com os reconhecimentos serão publicadas em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).
Com o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública, os municípios podem solicitar recursos do MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).
O Defesa Civil Alerta, implementado em todo o território nacional pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), poderá ser usado pelos estados como forma de ampliar a proteção das pessoas. O sistema utiliza a rede de telefonia celular para enviar mensagens de texto e avisos sonoros para celulares em áreas de risco elevado. Os alertas aparecem de forma destacada na tela dos aparelhos e podem tocar mesmo em modo silencioso. Não é necessário cadastro prévio e o serviço é gratuito, com alcance de celulares compatíveis (Android e iOS lançados a partir de 2020) e cobertura de telefonia móvel com tecnologia 4G ou 5G. O recurso não depende de pacote de dados e funciona mesmo se o usuário estiver ou não conectado ao Wi-Fi.
A ferramenta busca orientar as pessoas sobre as medidas de proteção a serem tomadas. Dessa forma, os alertas terão informações sobre o tipo de risco que está prestes a acontecer e instruções práticas. As definições de conteúdo e do momento de envio dos alertas são de responsabilidade dos órgãos de proteção e defesa civil locais e a ação é operacionalizada por meio da Interface de Divulgação de Alertas Públicos (Idap).
O objetivo do Defesa Civil Alerta é proporcionar maior segurança, sendo complementar aos demais mecanismos de alertas de emergência: SMS, TV por Assinatura, WhatsApp, Telegram e Google Public Alerts.
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Baixar áudioPara prestar solidariedade às vítimas, dar apoio aos municípios atingidos pelas chuvas e acompanhar as ações de resposta ao desastre, o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, esteve, nesta terça-feira (24), em Juiz de Fora (MG), onde anunciou o reconhecimento federal do estado de calamidade pública no município e reforçou a mobilização da Defesa Civil Nacional, com envio de equipes técnicas e garantia de recursos para assistência e restabelecimento dos serviços essenciais aos municípios mineiros atingidos pelas fortes chuvas.
O ministro liderou a comitiva que contou com o secretário Nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff, técnicos da Defesa Civil Nacional e representantes do Governo Federal. Nesta quarta-feira (25), o ministro e sua equipe farão visitas técnicas às áreas mais atingidas em Juiz de Fora e no município de Ubá, para acompanhar de perto os danos provocados pelas chuvas, dialogar com gestores locais e alinhar as próximas medidas de resposta e assistência à população afetada.
Ao lado do governador Romeu Zema, da prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão, e de representantes do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Waldez se solidarizou com as vítimas do desastre e ressaltou o trabalho da Defesa Civil Nacional. “Em regra, seja em Minas Gerais, no Rio Grande do Sul, no meu querido estado do Amapá, no Brasil inteiro, a Defesa Civil Nacional e, com ela, toda a transversalidade do Governo Federal, trabalha com muita sinergia com os órgãos municipais e estaduais. Essa é a orientação e a concepção de defesa civil, desde o monitoramento até a preparação para um desastre iminente, muitas reuniões são feitas por videoconferência para que haja organização e preparação”, afirmou.
O ministro destacou ainda que não faltará ajuda para o estado. “O Governo Federal respeita o que é identificado como necessidade pelas autoridades locais. Se é preciso empregar mais órgãos, mais pessoas, mais técnicos, mais equipamentos, seja o que for, vamos aumentando de acordo com a necessidade. Estamos autorizados pelo presidente Lula a empregar o que for preciso. Os municípios podem contar mil por cento com quanto for necessário do Governo Federal para diminuir o sofrimento das pessoas diante de um evento tão intenso”, completou Waldez.
O secretário Wolnei Wolff lamentou o ocorrido e também garantiu auxílio total. “Quero prestar minha solidariedade ao povo mineiro, em especial, às vítimas que perderam familiares e amigos no desastre. Nesta quarta-feira (25), outra equipe técnica da Defesa Civil Nacional chegará ao estado para intensificar os esforços”, afirmou. A Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec) está com o nível operacional em alerta máximo (vermelho) e já enviou oito técnicos do Grupo de Apoio a Desastres (GADE) para Minas Gerais como forma de acelerar as ações de assistência humanitária e restabelecimento dos serviços essenciais.
Da mesma forma, o governador Romeu Zema falou sobre o cenário de destruição, principalmente em Juiz de Fora. "Me solidarizo com toda a cidade de Juiz de Fora, que foi a mais afetada. Realmente é muito triste vermos um acontecimento como esse. Outro dia, eu conversei com o Coronel Rezende (chefe da Defesa Civil de MG) e disse que, neste verão, a chuva não tinha sido tão intensa. Agora, no fim do verão, tivemos uma noite extremamente chuvosa em Juiz de Fora, onde em poucas horas choveu quase o equivalente a um mês todo em termos de volume", detalhou.
A prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão, agradeceu o empenho conjunto para reerguer a cidade. “Em nome do nosso município, agradeço ao ministro, ao secretário Wolnei, ao governador e aos parlamentares. Estão sendo disponibilizados recursos imprescindíveis do Corpo de Bombeiros, da Defesa Civil Nacional, da Saúde. Garanto que os recursos federais e estaduais serão empregados da melhor forma para chegar na casa daqueles que mais precisam, para confortar os mais aflitos e resolver o problema da cidade que, neste momento, está em crise”, disse.
A Defesa Civil Nacional já reconheceu o estado de calamidade pública em Juiz de Fora e, de forma sumária, nas cidades de Ubá e Matias Barbosa. As portarias com os reconhecimentos serão publicadas em edição extra do Diário Oficial da União (DOU).
Com o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública, os municípios podem solicitar recursos do MIDR para ações de defesa civil. As solicitações devem ser realizadas por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD).
Confira os números da situação atual nos municípios de Juiz de Fora e Ubá:
Juiz de Fora
Ubá
A Defesa Civil Nacional segue em articulação permanente com o Governo de Minas Gerais e as prefeituras para monitorar a situação, prestar apoio técnico e agilizar a liberação de recursos destinados às ações de socorro, assistência humanitária e recuperação das áreas atingidas.
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta segunda-feira (23), a situação de emergência em 16 cidades afetadas por desastres nos estados do Acre, Minas Gerais, Pernambuco, Paraíba, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Sergipe. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Passam por um período de estiagem os municípios de Inajá, em Pernambuco e Pocinhos, Bonito de Santa Fé, Brejo dos Santos, na Paraíba. Já Riachuelo, no Rio Grande do Norte, e Tobias Barreto, em Sergipe, enfrentam a seca, que é um período de ausência de chuva mais prolongado do que a estiagem.
Por outro lado, as cidades de Corrente, no Piauí, Serranos e Muriaé, em Minas Gerais, Laje do Muriaé, no Rio de Janeiro e Epitaciolândia, no Acre, foram castigadas por fortes chuvas. Já os municípios de Itajubá e São Francisco, em Minas Gerais, obtiveram o reconhecimento federal de situação de emergência devido a inundações. Brasiléia, no Acre, teve a situação de emergência reconhecida em virtude de enxurradas. Já Porciúncula, no Rio de Janeiro, e Itajubá, em Minas Gerais, por inundações.
Com o reconhecimento, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
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Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta sexta-feira (20), o repasse de R$ 1.788.055,34 para ações de resposta em oito municípios afetados por desastres. Receberão recursos cidades de Minas Gerais e do Rio Grande do Sul. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Estados e municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio ao MIDR. As solicitações são feitas pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise e aprovação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
As informações são do MIDR
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Baixar áudioAssociações produtivas da Região Metropolitana do Cariri, no sul do Ceará, têm diversidade produtiva e conhecimento técnico, mas enfrentam o desafio de viabilizar operações comerciais sustentáveis diante dos altos custos logísticos. A distância em relação aos grandes centros comerciais de Fortaleza e Recife acarreta perda de competitividade para os produtores do centro-sul, em comparação aos do Norte do estado. Em um cenário de busca por novos mercados consumidores, a Ferrovia Transnordestina é um fator decisivo para otimizar o escoamento da produção aos portos de Pecém (CE) e Suape (PE).
Essa realidade é sentida de perto pela Associação dos Produtores de Algodão do Estado do Ceará (APAECE). Fundada em 2020, a entidade trabalha com o cultivo e o beneficiamento da fibra, contando com cerca de mil hectares plantados, divididos entre 20 sócios em cidades como Missão Velha, Barbalha, Brejo Santo, Mauriti, Abaiara, Milagres e Porteiras. Segundo o tesoureiro e cofundador da instituição, Cícero Gonçalves, a dependência exclusiva do modal rodoviário chega a triplicar os custos operacionais devido ao valor do frete.
“Para comprar 100 mil quilos de adubo, por exemplo, podemos ter até três cobranças diferentes de frete. Compramos muitos produtos que vêm do oeste da Bahia e, às vezes, recebemos produtos de fora que chegam pelo porto de Suape, em Pernambuco. A questão logística atrapalha muito”, explica Gonçalves.
Uma das principais áreas de plantio da APAECE está em Missão Velha, cidade onde a Transnordestina Logística S.A. (TLSA) planeja instalar um terminal de cargas. A proximidade é estratégica: “Principalmente para nós que trabalhamos com a agricultura, isso traz viabilidade de escoação da produção”, antecipa o tesoureiro da associação, explicando que, para ser economicamente viável, a cultura do algodão exige comercialização em larga escala.
“Mil hectares plantados geram, em média, dois milhões e meio de quilos de algodão. Para cada cem quilos de algodão em rama, são 40% de pluma e 60% de caroço. O preço do quilo do caroço é R$ 1,70 aqui na região, e a pluma está em torno de R$ 9 por quilo”, detalha Gonçalves.
Mesmo com alto potencial, o sertão do Cariri ainda busca atingir sua plena maturidade econômica. Para acelerar esse processo, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo (Sescoop) — entidades que compõem o Sistema OCB — começou a fortalecer parcerias com as instituições financeiras e de extensão rural do Cariri.
Em meados de maio de 2025, o analista de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB, Lucas Bonfim, passou a liderar o novo escritório da instituição em Juazeiro do Norte. Ele explica que a OCB realiza oficinas de consultoria sobre cooperativismo, conectando cooperativas locais já constituídas e produtores rurais que, ainda de maneira informal, estabelecem dinâmicas coletivas de comercialização e compra de insumos.
“O nosso objetivo é orientá-los sobre o cooperativismo para que possam trabalhar de maneira organizada. É através dessa formalização que eles vão ter acesso a políticas públicas, crédito, assistência técnica de qualidade e novos mercados”, ressalta Bonfim.
Até o momento, a organização tem trabalhado com produtores dos segmentos da apicultura, pecuária de leite, hortifrutigranjeiro, mandiocultura, bovinocultura e cotonicultura. A articulação dará origem à cooperativa de agroindústrias do Cariri, que reunirá empreendedores de diferentes localidades para somar esforços e adquirir matérias-primas em larga escala, barateando os custos de produção para todos.
O tesoureiro da APAECE diz que a associação está contribuindo para essa iniciativa. “A APAECE tem caroços e plumas de algodão para serem vendidos por tonelada, e está dando apoio para a criação da cooperativa, porque queremos comprar insumos em associação e comercializar para as indústrias têxteis”, destaca Gonçalves.
O analista do Sistema OCB considera ampliar o contato com a operadora da Transnordestina para viabilizar o acesso a novos mercados. “A ferrovia traz essa possibilidade de fortalecer cada vez mais as cooperativas, dando acesso a novos mercados”, pontua Bonfim.
Tendo em vista a conexão do sertão do Cariri com o Porto do Pecém, o analista do Sistema OCB aponta que o setor de orgânicos é o de maior potencial na região para conquistar mercados internacionais. “Os produtores daqui têm uma vasta variedade de orgânicos, principalmente de tomate e batata, e esse tem sido um segmento muito exigido nos mercados europeu e americano”, diz.
Essa perspectiva é ainda mais interessante para pequenos produtores cooperados, que terão a possibilidade de contratar juntos vagões de carga da Transnordestina. Como a ferrovia opera com um modelo de contratação sob demanda, as cooperativas podem ser atendidas mesmo se precisarem de um único vagão. Isso facilita tanto a compra de insumos quanto o escoamento da produção, consolida parcerias e abre caminho para o crescimento econômico e social do Cariri.
Por meio do Fundo de Desenvolvimento de Nordeste (FDNE), o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR) contribui fortemente para o avanço da Transnordestina. O secretário Nacional de Fundos e Instrumentos Financeiros, Eduardo Tavares, ressalta o impacto regional das obras da ferrovia. “100% dos lotes que chegam até o Porto do Pecém estão contratados. São mais de 3.500 trabalhadores hoje na ferrovia, e alcançamos mais de R$ 120 milhões sendo executados mensalmente em obras”, afirma.
A Transnordestina tem extensão total de 1.206 quilômetros, e registra 80% de avanço físico. Atualmente, os oito lotes remanescentes estão contratados. Após a autorização da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e a concessão da licença de operação pelo IBAMA, os trens de carga da ferrovia começaram a circular de forma experimental. Está liberado um trecho de aproximadamente 679 quilômetros, entre os municípios de São Miguel do Fidalgo (PI) e Acopiara (CE), passando por Salgueiro (PE).
Copiar o textoEstão na lista municípios dos estados do Rio de Janeiro e Mato Grosso
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, reconheceu, nesta quarta-feira (18), a situação de emergência em três cidades afetadas por chuvas intensas. São elas: Cantagalo e São Sebastião do Alto, no Rio de Janeiro, e Rosário Oeste, em Mato Grosso. As portarias com os reconhecimentos foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira mais detalhes abaixo:
Com o reconhecimento, as prefeituras já podem solicitar recursos do Governo Federal para ações de defesa civil, como compra de cestas básicas, água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, higiene pessoal e dormitório, entre outros.
Os municípios com reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública podem solicitar apoio financeiro ao MIDR por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). A Defesa Civil Nacional avalia os planos de trabalho enviados e, após a aprovação, publica portaria no DOU com os valores a serem liberados.
A Defesa Civil Nacional oferece uma série de cursos a distância para habilitar e qualificar agentes municipais e estaduais para o uso do S2iD. As capacitações têm como foco os agentes de proteção e defesa civil nas três esferas de governo. Confira neste link a lista completa dos cursos.
Com informações do MIDR
Copiar o textoRecursos serão usados em ações de resposta e recuperação
Baixar áudioO Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Defesa Civil Nacional, autorizou, nesta quarta-feira (18), o repasse de R$ 5,6 milhões para ações de resposta e recuperação em sete municípios afetados por desastres. Receberão recursos as cidades de Cerro Grande do Sul, no Rio Grande do Sul, Sena Madureira, no Acre, Itaperuna, no Rio de Janeiro, Guimarães, no Maranhão, Novo Repartimento, no Pará, e Açucena e Pescador, em Minas Gerais. As portarias com a liberação dos valores foram publicadas no Diário Oficial da União (DOU). Confira abaixo:
Os recursos foram autorizados a partir de critérios técnicos que levam em conta a magnitude dos desastres, o número de desabrigados e desalojados e as necessidades apresentadas nos planos de trabalho enviados pelas prefeituras.
Estados e municípios que tiverem o reconhecimento federal de situação de emergência ou estado de calamidade pública podem solicitar apoio ao MIDR. As solicitações são feitas pelo Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD). Após análise e aprovação da equipe técnica da Defesa Civil Nacional, os repasses são formalizados em portaria publicada no Diário Oficial da União (DOU).
As informações são do MIDR
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