Saúde - Covid-19·24 de maio de 2024

DF: Nova vacina contra Covid-19 já é aplicada nas salas de vacinação

Imunizante protege contra a cepa em maior circulação hoje — a XBB. Grupos prioritários — crianças até 5 anos, idosos e gestantes — devem receber a vacina que protege contra casos graves da doença

Por Lívia Braz
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Foto: Reprodução Tomáz Silva/Agência Brasil

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O Distrito Federal já começou a vacinação contra o Covid-19 com o novo imunizante da fabricante Moderna. A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde. As 32,8 mil doses de reforço para os grupos prioritários estão sendo aplicadas de segunda a sexta-feira nas unidades de saúde (consultar aqui).

A empreendedora Elis Cristina Martins, de 35 anos, moradora da Ponte Alta do Gama, Distrito Federal, nunca teve Covid. Tomou todas as doses da vacina que previne a doença. Ela atribui o fim da pandemia à ciência e aos avanços da medicina.

“Com essas vacinas, podemos circular livremente, sem a necessidade de máscaras, com menos preocupações. É nosso dever fazer nossa parte mantendo nosso cartão de vacinas completo. É um gesto mínimo de responsabilidade”, enfatiza. 

Nova vacina contra Covid-19: distribuição nacional das doses

Ao todo, o Ministério da Saúde comprou 12,5 milhões de doses de imunizantes e iniciou a distribuição às 27 unidades da federação. Número que, conforme informa o Ministério, será suficiente para atender a todos que precisam neste momento. E avisa que  não vão faltar doses para o público prioritário.

O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta a proteção que o novo imunizante oferece.
“Estamos trazendo uma vacina nova que tem uma cobertura para o tipo de vírus mais atual, que mais circula neste momento. É uma vacina cuja plataforma é de RNA mensageiro. Ela é segura e ela traz proteção contra uma cepa omicron que circula mais”.

Nova vacina contra Covid-19: público-alvo

O público-alvo da vacinação contra a Covid-19 é formado por crianças — de seis meses até menores de cinco anos. E também adultos dos grupos prioritários — maiores 60 anos, pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas, trabalhadores da saúde, indígenas e quilombolas, além de população privada de liberdade ou quem vive em abrigos.

Desde janeiro deste ano, a vacinação contra a Covid-19 para esse público prioritário faz parte do Calendário Nacional de Vacinação. Além disso, o Ministério da Saúde passou a recomendar uma dose anual ou semestral para grupos prioritários com cinco anos de idade ou mais e maior risco de desenvolver formas graves da doença, independentemente do número de doses prévias recebidas.

 Quem nunca recebeu uma dose de vacina contra Covid-19 — e quiser se imunizar — pode começar o esquema a qualquer momento, com a recomendação de receber duas doses, com intervalo de 28 dias entre elas. Para isso, basta levar documento de inscrição com foto a uma unidade de saúde.

O presidente da Sociedade Mineira de Infectologia, Adelino de Melo Freire Júnior, reforça que as vacinas vão sendo atualizadas de acordo com as novas cepas dos vírus que circulam, como o que acontece com a vacina da gripe anualmente. Por isso, os grupos mais vulneráveis precisam estar com a vacinação em dia para não contrariem a doença.

 “Essa nova vacina que chega é uma atualização necessária, porque o vírus evoluiu e as vacinas anteriores deixam de ter uma proteção tão eficiente. Então, a vacina nova que está chegando é necessária para a gente se proteger de forma mais ativa contra o vírus que circula hoje”, afirma  Adelino de Melo Freire Júnior.

Para mais informações sobre Covid-19, acesse: www.gov.br/saude.

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SOBRE

Lívia Braz

Formada em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em 2007, é repórter do Brasil 61 desde 2022. Ao longo de 18] anos de carreira, atuou nas redações da Record TV e na assessoria de comunicação do Governo do Distrito Federal (GDF), cobrando fatos relevantes da história do pais, como posses presidenciais e eventos jurídicos, como o julgamento do Mensalão no STF.

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