Economia - Deputada Bia Kicis (PL - DF)·31 de dezembro de 2022

Governo federal encerra 2022 com as contas públicas positivas

Conforme as estimativas do Tesouro Nacional, o saldo positivo primário vai corresponder a 0,4% do PIB. Isso não acontecia desde 2014

Por Lúcio Flávio
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O governo brasileiro, comandado pelo presidente Jair Bolsonaro, encerra o ano de 2022 no "azul", ou seja, com as contas públicas em dia. Havia oito anos que isso não ocorria no Brasil. Esse resultado positivo para a nossa economia  representa um superávit primário das receitas do Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central.. 

Conforme as estimativas mais recentes do Tesouro Nacional, o saldo positivo primário de 2022 vai corresponder a 0,4% do PIB, o Produto Interno Bruto, resultado de receita líquida de 18,8% do total de riquezas nacionais e de uma despesa estimada em 18,8%.

“Se confirmada, a projeção para o resultado primário [que exclui despesas financeiras] será a melhor em oito anos. Desde 2014, o Brasil apresentava saldo negativo nas contas públicas”, escreveu nas redes sociais o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Para o especialista em Orçamentos Públicos e Finanças, César Lima, a notícia, além de transmitir mais segurança para o mercado internacional, é ótima para a imagem do País. Contudo, ele ressalta que  é preciso estar atento ao que de fato  se economizou -- e como a sociedade se beneficiou com o superávit das contas públicas. 

“Esse resultado é muito bom para a imagem do Brasil em termos de mercado internacional, até porque, passa uma visão de que as contas públicas estão sob controle e que, em caso de necessidade e endividamento, o Brasil tem capacidade de arcar com os seus compromissos”, avalia. “É um bom sinal. uma salubridade das contas públicas, mas que deve ser analisado mais a fundo em termos de devolução para a sociedade no que ela tem pago em impostos”, observa.

Uma das parlamentares mais ligadas ao presidente Jair Bolsonaro, a deputada federal, Bia Kicis, do PL, elogia a atuação do governo federal nas finanças. “O governo Bolsonaro foi um governo que trabalhou a assistência aos vulneráveis com muita responsabilidade fiscal, terminando com os dados da economia todos positivos, PIB, desemprego, deflação, claro que vejo com bons olhos”, destaca. 

Também filiado ao partido liberal, o PL, o deputado gaúcho Bibo Nunes destaca que a política econômica do governo Bolsonaro se saiu bem, num ano atípico, com enfrentamento Da covid-19 e crises financeiras no exterior promovidas pela Guerra Na Ucrânia, administrando bem questões domésticas, como o preço dos combustíveis.

“O governo Bolsonaro  fechar no azul não é, para mim, novidade alguma. Fechou no azul depois de enfrentar a pandemia, uma guerra, os países do mundo inteiro com a maior inflação, como foi os Estados Unidos e Inglaterra com 40% de inflação e o Brasil dando exemplo, inclusive com relação ao preço dos combustíveis”,  elogia. “Então com essa política econômica que era praticada pelo Paulo Guedes não é surpresa alguma o mercado externo e interno acreditando muito no Brasil”, enfatiza. 

Empresário do ramo da metalurgia e comércio de materiais elétricos e presidente do sindicato patronal dos metalúrgicos em Goiás, Ian Moreira destaca o crescimento em vários setores da indústria na gestão Bolsonaro e torce para que o novo governo siga com a economia no rumo certo.

“O governo Bolsonaro encerrou um ciclo com crescimento, tanto da indústria, quanto do comércio e agropecuária. O Brasil ascendeu e estava preparado para a continuação de todo esse crescimento que foi fomentado lá atrás, em 2016, quando o Michel Temer assumiu", comenta. "Temos que torcer para que o governo Lula mantenha as bases do que foi construído e rume na direção correta", faz figa.

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