FGV IBRE
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Inflação medida pelo IPC-S cai 0,05% na primeira quadrissemana de agosto

Índice acumula alta de 4,27% em 12 meses; grupo Alimentação teve a maior contribuição para o resultado

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A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) caiu 0,05% na primeira quadrissemana de agosto de 2026. Segundo o FGV IBRE, com o resultado, o indicador acumula alta de 4,27% nos últimos 12 meses.

Das oito classes de despesas que compõem o índice, quatro apresentaram aumento em suas taxas de variação. A principal contribuição para o resultado veio do grupo Alimentação, cuja taxa passou de -0,87% na quarta quadrissemana de julho para -0,52% na primeira quadrissemana de agosto.

Também tiveram avanço nas taxas os grupos Despesas Diversas, de -0,03% para 0,70%; Comunicação, de -0,06% para 0,05%; e Habitação, de 0,39% para 0,41%.

Por outro lado, houve desaceleração em Educação, Leitura e Recreação, cuja taxa passou de 1,06% para 0,50%. Também registraram recuo Vestuário, de -1,22% para -1,49%; Transportes, de -0,29% para -0,39%; e Saúde e Cuidados Pessoais, de 0,22% para 0,13%.

O IPC-S é calculado pelo FGV IBRE e acompanha a variação do custo de vida de famílias com renda mensal entre um e 33 salários mínimos. O indicador considera oito grupos de despesas e tem abrangência nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador.
 

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A inflação medida pelo IPC-S caiu zero vírgula zero cinco por cento na primeira quadrissemana de agosto. 

Segundo o FGV IBRE, o indicador acumula alta de quatro vírgula vinte e sete por cento nos últimos 12 meses. O grupo Alimentação teve a maior contribuição para o resultado, com a taxa passando de menos zero vírgula oitenta e sete para menos zero vírgula cinquenta e dois por cento. 

Também houve alta nas taxas de Despesas Diversas, Comunicação e Habitação. Na direção contrária, Educação, Vestuário, Transportes e Saúde e Cuidados Pessoais registraram desaceleração. 

Reportagem, Sophia Muniz