Saúde - Covid-19·18 de março de 2021

Queiroga defende uniformidade das ações e distanciamento social para reduzir morte por Covid-19

Durante a cerimônia de entrega das vacinas Oxford/AstraZeneca fabricadas em Bio-Manguinhos/Fiocruz, o sucessor de Eduardo Pazuello disse que “é preciso garantir um atendimento mais rápido ao paciente para evitar que a doença progrida”

Por Luciano Marques
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Indicado para assumir o Ministério da Saúde, o médico Marcelo Queiroga, afirmou nesta quarta-feira (17) que sua gestão vai atuar para conseguir homogeneizar a conduta assistencial no tratamento da covid-19 no Brasil.

Durante a cerimônia de entrega das vacinas Oxford/AstraZeneca fabricadas em Bio-Manguinhos/Fiocruz, no Rio de Janeiro, Queiroga destacou a necessidade de elaborar protocolos uniformizados de assistência nas unidades de terapia intensiva (UTIs).

O sucessor de Eduardo Pazuello disse, ainda, que “é preciso garantir um atendimento mais rápido ao paciente para evitar que a doença progrida.” Para isso, ele defendeu políticas de distanciamento social, que contribuem para a circulação do novo coronavírus.

Brasil vive “maior colapso hospitalar da história” e especialistas projetam futuro dramático

Tire suas dúvidas sobre aquisição e distribuição de vacinas contra Covid-19

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) entregou um lote de 500 mil doses da vacina Oxford/AstraZeneca ao Programa Nacional de Imunizações (PNI). O imunizante foi produzido em Bio-Manguinhos, no Rio de Janeiro. Mais 580 mil doses serão disponibilizadas até esta sexta-feira (19).

Na última segunda-feira (15), Marcelo Queiroga foi convidado pelo presidente Jair Bolsonaro para assumir o Ministério da Saúde. Eles se reuniram no Palácio do Planalto, para tratar da substituição.  Queiroga é presidente da Sociedade Brasileira de Cardiologia e será o quarto ministro da Saúde do Brasil, desde o início da pandemia. 

SOBRE

Luciano Marques

Jornalista há 20 anos, com experiência em diversas mídias, passando por rádio e a TV, mas, mais especificamente, nos principais jornais impressos da capital, Correio Braziliense e Jornal de Brasília. Além disso, exerceu a profissão em importantes órgãos, como Ministério da Educação, Procuradoria Geral da República, Ministério da Saúde, Banco Central e Ministério do Meio Ambiente. Em todos eles, desempenhou as funções de redação, edição, revisão de textos, fotojornalismo, assessoria, entre outros.

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