Brasil - undefined·17 de fevereiro de 2017

ADOÇÃO: Mais de 1000 crianças e adolescentes já foram adotadas em 2016

<p style="text-align: justify;">Todas as informa&ccedil;&otilde;es sobre o apadrinhamento solid&aacute;rio podem ser encontradas no site do TJPA,&nbsp;<a href="http://www.tjpa.jus.br/contacomigo" target="_blank">www.tjpa.jus.br/contacomigo</a></p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: Adotar é um ato de amor, ressalta a diretora do Abrigo Lar Tia Socorro, com sede em Mosqueiro, Maria do Socorro Rodrigues.
SONORA: Maria do Socorro Rodrigues, diretora do Abrigo Lar Tia Socorro.
“Pra mim adotar é amor, é ter o filho como sendo filho biológico mesmo, não é só adotar.A todas as pessoas que adotar, elas tem quer ter essa metodologia que é o amor, o amor vale por tudo”.
REPÓRTER: Em 2016, já foram adotadas 1.226 crianças e adolescentes em todo o país por meio do Cadastro Nacional de Adoção (CNA) que é coordenado pela Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Segundo dados do Cadastro Nacional de Adoção, para cada criança na fila, há cinco famílias querendo adotar.  No Pará, segundo a Coordenadoria Estadual da Infância e da Juventude, CEIJ, existem mais de sessenta crianças e adolescentes entre um e dezessete anos que estão cadastradas e esperam por uma adoção, mas esse número sobe para 838 se for considerado o total que aguarda em abrigos. O primeiro passo para adoção é conhecer as crianças nos abrigos, como enfatiza o Juiz Alessandro Ozanan.
SONORA: Juiz Alessandro Ozanan.
“Então a possibilidade da sociedade estar se apoderando dessa situação das crianças acolhidas é estar visitando os abrigos através do programa do tribunal conta comigo de crianças e adolescentes, apadrinhamentos de crianças e adolescentes”.
REPÓRTER:  Antes de se partir para uma adoção as pessoas interessadas podem participar do projeto Conta Comigo da Coordenadoria Estadual da Infância e Juventude. O projeto consiste no apadrinhamento de crianças e adolescentes acolhidas por abrigos institucionais. Segundo dados da Coordenadoria Estadual da Infância e Juventude, existem em abrigos institucionais em Belém, Ananindeua e Marituba muitas crianças e adolescentes aptas ao apadrinhamento solidário. O programa prevê a possibilidade de mais de um apadrinhamento por criança e até a possibilidade de ajuda coletiva.  Todas as informações sobre o apadrinhamento solidário podem ser encontradas no site do TJPA, www.tjpa.jus.br/contacomigo ou pelo telefone da Coordenadoria da Infância e Juventude zero, código da operadora, 91- 3205 - 2716.
Reportagem, Storni Jr.
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