Ciência & Tecnologia - Sustentabilidade·22 de fevereiro de 2021

Senai de Mato Grosso do Sul é o segundo melhor do País em sustentabilidade em tecnologia e inovação

Desempenho do Departamento Regional sul-mato-grossense só ficou atrás do Senai baiano

Por Felipe Moura
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O Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial) de Mato Grosso do Sul foi o segundo melhor do País no índice que mede a sustentabilidade em tecnologia e inovação, no ano de 2020. O estado alcançou o resultado de 89,7%, ficando atrás, apenas, da Bahia, que registrou 90,2%.

O índice sul-mato-grossense está bem acima da média nacional, por exemplo, que foi de 71%. O presidente da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul, Sérgio Longen, comemorou o resultado expressivo e destacou a participação de todos os envolvidos.

“É muito gratificante para mim receber um relatório como esse de sustentabilidade, em que o Mato Grosso do Sul é o segundo do País. A nossa indústria vai bem, o ano de 2021 é difícil, mas, com certeza, com essa equipe que está aí nós venceremos essa batalha, trazendo cada vez mais os nossos trabalhos para o fortalecimento da nossa indústria”, disse. 

Mais destaque

O Departamento Regional do Senai de Mato Grosso do Sul também conquistou a oitava posição no quesito “receita por competência em tecnologia e inovação”. No ano passado, a instituição teve arrecadação de R$ 12,6 milhões. 

Diretor do Senai sul-mato-grossense, Rodolpho Caesar Mangialardo destacou que o órgão tem colaborado para o crescimento da indústria do estado e a retomada pós-pandemia. 

“A gente foi agraciado com o segundo lugar em sustentabilidade dentro da área de tecnologia e inovação no País, na comparação entre os Senais. Isso representa que as nossas despesas foram muito bem controladas e as nossas receitas foram muito bem aportadas. A gente se graduou a nível nacional. Isso [é reflexo] nada mais do que o auxílio que o Senai tem feito na área de tecnologia e inovação no estado do Mato Grosso do Sul”, detalhou. 

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SOBRE

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.

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