Brasil - UNICEF·14 de julho de 2020

ECA completa 30 anos com uma série de desafios na defesa das crianças e adolescentes

Unicef afirma que o Estado brasileiro deve intensificar a proteção dos menores de idade mais vulneráveis

Por Paulo Oliveira
Ouvir · 00:01:16

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) completou nesta segunda-feira (13) 30 anos de existência. A legislação é considerada um marco na defesa dos direitos das crianças e adolescentes brasileiras. O estatuto foi regulamentado pela Lei 8.069 de 1990, após a realização da Convenção dos Direitos da Criança na Organização das Nações Unidas (ONU).

De acordo com a Unicef, em meio  à pandemia da Covid-19, o ECA  reforça ainda a importância na proteção dos menores de idade, principalmente aqueles em vulnerabilidade social e as crianças e adolescentes negros, indígenas e migrantes. 

Brasil registrou mais de 27 mil acidentes envolvendo o trabalho infantil nos últimos 13 anos

Diversidade x desigualdade: municípios da Amazônia Legal atuam na luta pelos direitos de crianças e adolescentes com Selo UNICEF

Entre os pontos estabelecidos pelo estatuto está o estabelecimento da maioridade penal aos 18 anos. A Unicef afirma que, no ano em que foi criado, quase 20% das crianças entre 7 e 14 anos de idade estavam fora da escola. Em 2018, esse número foi reduzido para 4,2%. Além disso, entre 1992 e 2016, de acordo com o Unicef, o Brasil evitou que 6 milhões de crianças 5 a 17 anos estivessem em situação de trabalho infantil. A entidade alerta ainda que a violência ainda é um gargalo a ser superado no país.

SOBRE

Paulo Oliveira

Paulo Oliveira é formado pela Universidade de Brasília (UnB), já foi repórter freelancer do jornal O Estado de São Paulo e repórter do SindSaúde DF. Como estagiário, passou pelo Jornal Destak, TV Câmara e Rede Globo.

Ver todas as matérias
CONTINUE LENDO

Mais sobre UNICEF

Ver editoria completa
Mulheres23 de junho de 2026

Parto normal é preferência de 70% das brasileiras no início da gravidez; campanha reforça autonomia e informação para gestantes

Iniciativa do UNICEF reforça decisões sobre o parto baseadas em informação, evidências científicas e orientação profissional

Violência sexual18 de agosto de 2025

Seis entre os dez estados com maiores taxas de violência sexual contra crianças e adolescentes fazem parte da Amazônia Legal

Foram registrados mais de 38 mil casos de estupro e quase 3 mil mortes violentas intencionais de menores, na região, entre 2021 e 2023, segundo relatório do UNICEF e do Fórum Brasileiro de Segurança Pública

Saúde02 de setembro de 2024

De volta para casa: com o abastecimento de água restabelecido, cuidados com a limpeza ainda devem ser mantidos

UNICEF apoia ações de cuidado e reforça a importância da limpeza e desinfecção para evitar doenças, sobretudo das crianças

t-page