Saúde - undefined·05 de agosto de 2020

Cinco estados recebem anestésicos para intubação de pacientes com a Covid-19

Santa Catarina, Paraná, Amapá, Tocantins, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte estavam com baixo estoque do medicamento, mas foram beneficiados por colaboração do Ministério da Saúde com secretarias de saúde do Rio de Janeiro e indústrias nacionais

Por Felipe Moura
Ouvir · 00:01:10

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

Após articulação entre o Ministério da Saúde e as Secretarias de Saúde Estadual e Municipal do Rio de Janeiro, seis estados do país receberam 61,2 mil unidades de anestésicos para intubação de pacientes com a Covid-19. Santa Catarina, Paraná, Amapá, Tocantins, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte estavam com baixo estoque do medicamento, próximo o colapso. 

Saúde cria força-tarefa para aprimorar aquisição e distribuição de insumos

Receitas de medicamentos sujeitos a prescrição e de uso contínuo passam a ter prazo indeterminado durante pandemia

Além dessa ação, o Ministério da Saúde atuou em outras quatro frentes para adquirir os medicamentos para intubação em urgência. O órgão comprou 54.867 anestésicos do Uruguai, negociou uma compra com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) — que está em andamento. Além disso, possibilitou que estados e municípios sejam parceiros em um processo de pregão via Sistema de Registro de Preços (SRP), que pretende trazer economia para os entes da federação na compra do medicamento e mais controle dos estoques. 

Por fim, o Ministério da Saúde adquiriu mais de 860 mil unidades junto à indústria farmacêutica e distribuiu a quantidade para os estados e municípios, naquela que foi a primeira ação para tentar solucionar o problema a curto prazo. 

SOBRE

Felipe Moura

Formado em Jornalismo pela Universidade de Brasília (UnB), desde 2020 é repórter do Brasil 61. Durante a graduação, cobriu Política e Economia pelo jornal O Globo, além de Educação e Carreira pelo Correio Braziliense.

Ver todas as matérias
t-page