Economia - undefined·23 de setembro de 2020

Proposta do programa Casa Amarela apoia estados e municípios nas ações que promovam melhorias habitacionais

Para 2020, um dos pontos de destaque da proposta visa melhorar as condições de moradia em favelas, palafitas, loteamentos informais, cortiços e conjuntos habitacionais degradados.

Por Luíza Tiné
Ouvir · 00:01:29

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

Através do programa do Governo Federal Casa Verde e Amarela, o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) deu início ao processo de seleção de propostas do Pró-Moradia. O objetivo é apoiar estados e municípios, por meio de financiamentos com recursos do Fundo de Garanta do Tempo de Serviço (FGTS), na execução de empreendimentos e ações de urbanização e regularização de assentamentos precários, onde vivem famílias brasileiras mais vulneráveis.

Auxílio Emergencial começa a ser pago a beneficiários do Bolsa Família

Queda do orçamento de Transportes e Saneamento está ligada a investimento no setor privado, dizem especialistas

Para 2020, um dos pontos de destaque da proposta visa melhorar as condições de moradia em favelas, palafitas, loteamentos informais, cortiços e conjuntos habitacionais degradados. Serão cinco tipos de intervenções possíveis dentro da UAP, que o proponente deverá avaliar e selecionar conforme as necessidades da área: a regularização fundiária, melhorias habitacionais, urbanização integral ou parcial e intervenção estruturante.

As propostas não tem prazos para serem apresentadas e deverão ser feitas, por meio do preenchimento de carta-consulta on-line no SELEHAB - sistema para cadastramento e seleção de propostas do Programa Casa Verde e Amarela - Pró-Moradia.  Além disso, os projetos devem ter valor de financiamento mínimo de R$ 1 milhão e máximo de R$ 50 milhões, e o ente público deve aportar contrapartida de, no mínimo, 5% do valor de investimento total.

SOBRE

Luíza Tiné

Luíza Tiné é formada em jornalismo e especialista em estratégias aplicadas às redes sociais. Repórter multimídia, com 10 anos de experiência em mídias online, impressas, rádio e TV. Trabalhou como assessora de imprensa no Ministério da Saúde, em partidos políticos. Além de ter trabalhado como produtora na TV Justiça. Foi assessora do Open Media Center RJ - 2014 FIFA World Cup Brazil e no Conselho Nacional de Saúde - CONASS.

Ver todas as matérias
t-page