Saúde - Covid-19·22 de outubro de 2020

Postos de vacinação seguirão medidas de segurança contra a Covid-19

O documento elaborado pelo Ministério da Saúde considera medidas de distanciamento social para evitar aglomerações e controlar infecções

Por Rafaela Gonçalves
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Para garantir a segurança da população durante as campanhas de atualização das cadernetas de vacina, o Ministério da Saúde elaborou um protocolo de segurança com abordagens para minimizar os riscos relacionados à Covid-19. O documento considera medidas de distanciamento social para evitar aglomerações e controlar infecções por meio do uso de máscaras, luvas e demais equipamentos.

Para manter com eficiência e segurança os serviços do Programa Nacional de Imunizações (PNI), o Ministério da Saúde implementou também estratégias de serviços móveis. Nos locais onde a prestação de serviços for limitada, serão priorizadas a imunização das populações vulneráveis, com maior risco de morte ou infecção, como crianças, gestantes e grupos de risco.

Neste mês, cerca de 11 milhões de crianças na faixa etária de 1 a 4 anos devem ser vacinadas contra Poliomielite. A meta é vacinar pelo menos 95% deste público. Paralelamente, o governo está incentivando a atualização da caderneta de vacinação para menores de 15 anos. Além da campanha de combate ao sarampo, destinada ao público de 20 a 49 anos de idade.

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Nos locais em que os serviços de saúde estiverem funcionando normalmente, com recursos adequados e suprimento de vacinas, os serviços de imunização deverão ser executados respeitando as medidas de distanciamento físico e as precauções de controle de infecção.

Caso uma pessoa com suspeita ou confirmação de Covid-19 estiver em um centro de saúde ou hospitalizada, o protocolo do recomenda que ela seja vacinada de acordo com o Calendário Nacional de Vacinação, no momento da recuperação e antes da alta, respeitando as medidas apropriadas de prevenção e controle de infecções. A regra também se aplica às pessoas que tiveram contato com pacientes com suspeita ou confirmação da doença.

SOBRE

Rafaela Gonçalves

Jornalista formada pela Universidade Católica de Brasília (UCB), com experiência em política e economia. Recentemente trabalhou no Correio Braziliense e fez cobertura política dos poderes Executivo e Legislativo nacionais.

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