Economia - Dívida·21 de julho de 2023

Expectativas do mercado melhoram com equilíbrio de despesas e receitas primárias

As expectativas acerca da Dívida Bruta e da evolução do PIB melhoram para 2023 e 2024

Por Luigi Mauri
Ouvir · 00:02:00

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

A Secretaria de Política Econômica, SPE, divulgou um relatório que indica melhora das expectativas do mercado acerca da Dívida Bruta e da evolução do PIB para os anos de 2023 e 2024. 

A melhor expectativa se reflete em um possível resultado primário melhor. O Resultado Primário é a diferença entre Receitas Primárias e Despesas Primárias. O Resultado Primário exclui as receitas e despesas com juros. 

O relatório revela que as expectativas de mercado para a despesa total agora é estimada em R$2,020 trilhões para o ano. Este valor é menor do que o projetado para o mês anterior, de junho. Para 2024, a mais recente expectativa de mercado aponta para despesa total de R$2,166 trilhões (frente R$2,170 trilhões, em junho).

Há melhorias também em relação à Dívida Bruta do Governo Geral, Produto Interno Bruto (PIB) e inflação. 

É esperada dívida de 76% em relação ao PIB para 2023. 

A expectativa para o PIB nominal (sem descontar a inflação) é de aproximadamente R$10,650 trilhões.

Para a inflação, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) esperado é de uma variação anual de 4,80%. Há queda de 0,5 ponto percentual em relação à projeção apurada em junho. 

A expectativa de arrecadação das receitas federais é de R$206 bilhões. Para junho, a expectativa era de R$205 bilhões para o ano de 2023. A previsão de Receita Líquida é de R$168 bilhões em julho. 

Houve melhoria com relação ao mercado de trabalho também. A taxa de desemprego foi estimada em 8,30% da força de trabalho em julho, o que representa uma queda de 0,30 ponto percentual em junho. 

A população ocupada foi projetada praticamente em 99 milhões de pessoas em julho - 300 mil pessoas a mais que em relação à projeção de junho. 

Os dados foram divulgados pela Secretaria de Política Econômica, SPE, através do Prisma Fiscal. O Prisma Fiscal é o sistema de coleta de expectativas de mercado para acompanhar a evolução das principais variáveis fiscais brasileiras.

SOBRE

Luigi Mauri

Ver todas as matérias
CONTINUE LENDO

Mais sobre Dívida

Ver editoria completa
Empresas07 de setembro de 2026

Empresas inadimplentes somam 9,2 milhões em julho, revela Serasa Experian

Dívidas somaram R$ 238,6 bilhões e setor de serviços tem mais da metade de empreendimentos negativados; Sudeste concentrou maior volume de empresas inadimplentes, com destaque para São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro

Municípios06 de setembro de 2026

Dívidas com a União: prefeituras podem solicitar parcelamentos até 9 de setembro

Decreto nº 13.80/2026 permite parcelamento em até 360 parcelas mensais sucessivas, com redução de juros; regras servem apenas para dívidas administradas pelo Tesouro

Linha de Crédito29 de agosto de 2026

Dívidas rurais: veja quem pode renegociar e quais são as condições

Medida Provisória e resolução do CMN contemplam produtores com perdas provocadas por eventos climáticos ou queda nos preços de comercialização

t-page