Covid - Covid-19·17 de junho de 2024

Covid-19: Variante em circulação pode ser protegida com vacina

O vírus com maior circulação no país hoje é o Ômicron XBB e a nova vacina disponível na rede de saúde para o público prioritário

Por Lívia Braz
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Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

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Febre, dor no corpo, dor de cabeça com possibilidade de perda de olfato e paladar. Apesar da mutação do vírus de 2019 para cá, a Covid-19 ainda causa os mesmos sintomas. O vírus com maior circulação no país hoje é o Ômicron XBB e a nova vacina disponível na rede de saúde para o público prioritário — composto por idosos, crianças de seis meses a cinco anos e portadores de comorbidades — protege contra ela. 

O médico infectologista Marcelo Daher explica as características dessa variante, a importância de completar o esquema vacinal nas mais variadas idades. 

“A variante XBB não traz nenhuma diferença em relação às variantes. Não há gravidade e não há nenhuma diferença de sinais e sintomas. O esquema de vacinação funciona da mesma maneira, a gente considera um adulto vacinado que tomou pelo menos três doses da vacina e uma criança vacinada que tomou pelo menos duas doses da vacina.”

O Ministério da Saúde reforça que essa é uma vacina segura, eficaz e eficiente para proteger contra mortes e contra as formas mais graves da doença. Em maio, DOZE MILHÃO E MEIO de doses da nova vacina foram distribuídas aos estados e já estão sendo aplicadas nas unidades de saúde.

Para crianças de seis meses a menores de cinco anos, a vacina foi incluída no Calendário Nacional de Vacinação do SUS. Para grupos prioritários com cinco anos de idade ou mais, a recomendação é uma dose anual ou semestral, independentemente do número de doses já recebidas. Os grupos prioritários incluem pessoas com condições de saúde que aumentam o risco de complicações pela Covid-19.

Procure uma Unidade Básica de Saúde, leve a caderneta e vacine-se contra a Covid-19.

Para mais informações, acesse: www.gov.br/saude.

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SOBRE

Lívia Braz

Formada em Comunicação Social pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF) em 2007, é repórter do Brasil 61 desde 2022. Ao longo de 18] anos de carreira, atuou nas redações da Record TV e na assessoria de comunicação do Governo do Distrito Federal (GDF), cobrando fatos relevantes da história do pais, como posses presidenciais e eventos jurídicos, como o julgamento do Mensalão no STF.

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