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TERMO DE USO E PARCERIA

TERMO DE USO E PARCERIA

Regras de Uso

1º - A utilização gratuita e livre dos materiais produzidos pelo Brasil 61 só será permitida depois que este termo de parceria for aceito pelo usuário, prevendo as seguintes regras:

a) A utilização do material - na íntegra, ou em partes - só será permitida desde que as informações não sejam distorcidas, manipuladas ou alteradas.

b) Não é necessário a identificação do Brasil 61 na hora da replicação do conteúdo. Mas toda e qualquer veiculação de áudios produzidos pelo Brasil 61 prevê o cadastro no site, com a disponibilização de dados que serão utilizados para a organização do mailing desta empresa,

2º - OBRIGAÇÕES DO BRASIL 61

a) O Brasil 61 se compromete, a partir deste termo de uso, a produzir conteúdo particularizado diariamente, trazendo informações de dia-a-dia e bastidores do Planalto Central, além de outras temáticas de relevância do noticiário nacional. 

b) O acesso ao conteúdo jornalístico (na versão de leitura) é livre e gratuito, podendo ser replicado por qualquer usuário que acesse o site. O download do áudio para que seja utilizado na programação das rádios requer que o radialista realize o login no site do Brasil 61 - informando e-mail e senha cadastrados. 

3º - OBRIGAÇÕES DOS COMUNICADORES PARCEIROS

Não alterar o sentido dos materiais, ou distorcer fala de entrevistados ou mudar a conotação das mensagens dos materiais. 

ADENDOS IMPORTANTES SOBRE A PARCERIA

a) O Brasil 61 poderá distribuir conteúdo patrocinado com ou sem assinatura dos clientes patrocinadores do boletim e sem aviso prévio ao comunicador. 

b) As rádios parceiras não vão ter participação financeira sobre o faturamento do Brasil 61.

c) Os comunicadores podem patrocinar os conteúdos do Brasil 61, desde que não alterem o sentido e a conotação dos conteúdos oferecidos. Nesses casos, o Brasil 61 não terá participação nos lucros conquistados pelos veículos parceiros. 

Ao clicar em ACEITO, a emissora aqui cadastrada afirma concordar e estar ciente de todas as condições apresentadas neste Termo de Utilização de Conteúdo.

Foto: Marcelo Camargo /Agência Brasil

Setembro Amarelo: Saúde lança ações educativas de prevenção ao suicídio e automutilação

Iniciativa conta com participação de três ministérios e levará conteúdos gratuitos sobre saúde mental


Setembro marca o mês da campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio. Com foco no tema, o Ministério da Saúde lançou as “Ações de Educação em Saúde em Defesa da Vida”, uma série de atividades educativas que contemplam a realização de quatro ciclos de promoção e prevenção em saúde. No primeiro ciclo, essas atividades são voltadas à prevenção do suicídio e da automutilação. 

“O Brasil é o primeiro país do mundo em incidência de ansiedade e o segundo em casos de depressão. Quando nós falamos de jovens na faixa entre 15 e 24 anos, o segundo maior número de mortes no país é causado por suicídio e agora tivemos aumento nos casos de automutilação. Temos como atuar nas escolas, salvando nossos jovens”, destaca Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde (SGTES).

A iniciativa conta com o apoio do Ministério da Educação e do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, e instituições como a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). As ações incluem cursos a distância, palestras e elaboração de materiais para ampliar o atendimento em saúde, a formação nas escolas e nas comunidades. O Executivo tem como objetivo qualificar o conhecimento de profissionais da área, conselheiros tutelares, professores, líderes sociais, religiosos e de entidades beneficentes. Como base para as ações, o Ministério da Saúde utiliza a Política Nacional de Educação Permanente em Saúde (PNEPS).

A ABP classifica alguns fatores que aumentam o risco de suicídio. Entre eles estão doenças incapacitantes, impulsividade/agressividade, isolamento social e tentativa prévia. “Estamos diante de mais uma dificuldade para agravar esse tema. Estamos vivendo uma pandemia. A OMS recentemente alertou para aumento dos casos de doenças mentais que podem levar a suicídios e automutilações”, diz Mayra Pinheiro. 

Por outro lado, como fatores protetivos ao suicídio, a Associação Brasileira de Psiquiatria coloca o suporte familiar, capacidade de adaptação positiva, estar empregado, frequência de atividades religiosas, capacidade de resolução de problemas, entre outros. 

“Deve-se tentar minimizar os danos do distanciamento e o medo causado pela pandemia. Ligações, vídeos. Sentir que o outro encontra-se próximo, isso é extremamente importante. Tentar manter uma rotina. O isolamento limita muitas atividades. Não quer dizer que não podem ser criadas novas atividades em casa. Atividades e rotinas são fundamentais para manter nosso cérebro distraído e não termos tempo para se lembrar da pandemia e suas consequências”, avalia o psiquiatra e professor da Universidade de Brasília (UnB), Luan Diego Marques. 

“É importante oferecer ajuda ao outro, e quando precisar, pedir ajuda. É importante a gente se colocar tanto no lugar de força, mas também no local de fragilidade”, completa. 

Os conteúdos educativos, incluindo cartilhas e videoaulas, estão disponíveis no site prevencaoevida.com.br, onde as inscrições para as atividades já estão abertas e de forma gratuita. 



Mais temas

As Ações de Educação em Saúde em Defesa da Vida também vão abranger atividades educativas relacionadas a mais três assuntos: gravidez na adolescência, uso de drogas lícitas e ilícitas e ética relacionada à prevenção da violência contra crianças, mulheres e idosos. 
 

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LOC.: Setembro marca o mês da campanha de conscientização sobre a prevenção do suicídio. Com foco no tema, o Ministério da Saúde lançou as “Ações de Educação em Saúde em Defesa da Vida”, uma série de atividades educativas, itinerantes e on-line que contemplam a realização de quatro ciclos de promoção e prevenção em saúde. No primeiro ciclo, essas atividades são voltadas à prevenção e da automutilação. 

A iniciativa conta com o apoio do Ministério da Educação e do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos, e instituições como a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). As atividades educativas incluem cursos a distância, palestras e elaboração de materiais para ampliar o atendimento em saúde, a formação nas escolas e nas comunidades. 

O Executivo tem como objetivo qualificar o conhecimento de profissionais da área, conselheiros tutelares, professores, líderes sociais, religiosos e de entidades beneficentes. 

A secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde (SGTES), Mayra Pinheiro, destaca que o Brasil tem um dos principais índices do mundo em depressão e ansiedade. Para a secretária, a educação pode ser determinante para a diminuição dos casos de suicídio.
 

TEC./SONORA: Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde (SGTES).

“O Brasil é o primeiro país do mundo em incidência de ansiedade e o segundo em casos de depressão. Quando nós falamos de jovens na faixa entre 15 e 24 anos, o segundo maior número de mortes no país é causado por suicídio e agora tivemos aumento nos casos de automutilação. Temos como atuar nas escolas, salvando nossos jovens.”
 

LOC.: A Associação Brasileira de Psiquiatria classifica alguns fatores que aumentam o risco de suicídio. Entre eles estão doenças incapacitantes, impulsividade/agressividade, isolamento social e tentativa prévia. Por outro lado, como fatores protetivos ao suicídio, a Associação Brasileira de Psiquiatria coloca o suporte familiar, capacidade de adaptação positiva, estar empregado, frequência de atividades religiosas, capacidade de resolução de problemas, entre outros. 

A pandemia é aponta por especialistas como fator que pode impulsionar o número de casos de doenças mentais. O psiquiatra e professor da Universidade de Brasília (UnB), Luan Diego Marques, explica como minimizar os efeitos do distanciamento social.
 

TEC./SONORA: Luan Diego Marques, psiquiatra.

“Deve-se tentar minimizar os danos do distanciamento e o medo causado pela pandemia. Ligações, vídeos. Sentir que o outro encontra-se próximo, isso é extremamente importante. Tentar manter uma rotina. O isolamento limita muitas atividades. Não quer dizer que não podem ser criadas novas atividades em casa. Atividades e rotinas são fundamentais para manter nosso cérebro distraído e não termos tempo para se lembrar da pandemia e suas consequências.”
 

LOC.: Os conteúdos educativos, incluindo cartilhas e videoaulas, estão disponíveis no site prevencaoevida.com.br, onde as inscrições para as atividades já estão abertas e de forma gratuita. O público-alvo são adolescentes entre 11 e 18 anos e multiplicadores.