Comunicação Positiva - undefined·21 de junho de 2021

Pilares da comunicação positiva: a expressão honesta e a escuta empática

Com tanta coisa acontecendo no mundo, o que mais vemos são crises por causa da falta de comunicação ou devido a uma comunicação violenta. Mas pode ser diferente

Por Érica Ferraz
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Olá pessoal, espero que todos vocês estejam bem de saúde.

Com tanta coisa acontecendo no mundo, o que mais vemos são crises por causa da falta de comunicação ou devido a uma comunicação violenta. Mas pode ser diferente.

Dr. Marshall Rosenberg é o criador da Comunicação Não Violenta como técnica, linguagem ou melhor, como uma filosofia de vida. Ele cresceu em um bairro violento de Detroit e se interessou por novas formas de comunicação para criar alternativas de diálogo. A Comunicação não violenta surgiu depois que ele se especializou em psicologia social e estudos de religião. Em 1984, foi criado na Califórnia o Centro de Comunicação Não Violenta, uma instituição sem fins lucrativos que treina pessoas em mais de trinta países para resolverem todos os tipos de conflitos: sociais, empresariais, de guerra, das áreas educacionais, de saúde e todos os tipos de conflito que vocês imaginarem.

Nós preferimos chamar a Comunicação Não Violenta de Comunicação Positiva. Para não deixar nosso cérebro confuso. Outro dia falei sobre o efeito da palavra não na nossa comunicação.

Dr. Marshall ressalta que os pilares da comunicação positiva são: a expressão honesta e a escuta empática. 

Vem entender tudo no 3° episódio do podcast Comunicação Positiva!

A escuta empática é saber receber do outro. É saber ouvir. Estar presente. Olhar no olho do outro. Você consegue?

Lembrando que temos dois ouvidos e uma boca. Ou seja, devemos ouvir mais e falar menos para nos comunicar melhor.

Espero que curtam o podcast!

Na semana que vem vamos falar dos 4 componentes para uma comunicação positiva. Não percam! 

SOBRE

Érica Ferraz

Érica Ferraz, 49 anos, é jornalista com mais de 15 anos de experiência em treinamento de mídia com autoridades em Brasília. Possui especialização em Programação Neurolinguística pelo Instituto Elsever (SP) e Comunicação Não Violenta pelo Instituto CNVBrasil e CNVHub. É Mestre em Development Studies pela London School of Economics and Political Science (LSE) e formada em jornalismo pela Universidade de Brasília. É sócia-fundadora do Instituto Caph de Comunicação.

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