Teste do pezinho. Foto: Agência Senado.
Teste do pezinho. Foto: Agência Senado.

Bolsonaro sanciona lei que amplia o teste do pezinho no SUS

Com a nova lei, o exame passará a englobar 14 grupos de doenças, que podem identificar até 53 tipos diferentes de enfermidades e condições especiais de saúde


O presidente da república, Jair Bolsonaro, sancionou o projeto de lei (PL) que amplia o número de doenças rastreadas pelo teste do pezinho, exame realizado com a coleta de gotas de sangue dos pés do recém-nascido entre o terceiro e o quinto dia de vida.

Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) realiza um teste que engloba seis doenças. Com a nova lei, agora sancionada, o exame passará a englobar 14 grupos de doenças, que podem identificar até 53 tipos diferentes de enfermidades e condições especiais de saúde.

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Entre as doenças que serão testadas estão a atrofia muscular espinhal (AME), doenças relacionadas a imunodeficiências, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme, fibrose cística, entre outras doenças raras. 

Segundo estimativas, as doenças raras atingem de 6% a 8% da população mundial. No Brasil, esse número significa por volta de 14 milhões de pessoas. Em 65% dos casos essas doenças se manifestam ainda na infância. O diagnóstico rápido, logo nos primeiros dias de vida, será fundamental para salvar vidas.  

A ampliação do teste deverá entrar em vigor 365 dias após a publicação da lei, período de implementação para o SUS.

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LOC.: O presidente da república, Jair Bolsonaro, sancionou o projeto de lei (PL) que amplia o número de doenças rastreadas pelo teste do pezinho, exame realizado com a coleta de gotas de sangue dos pés do recém-nascido entre o terceiro e o quinto dia de vida.

Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) realiza um teste que engloba seis doenças. Com a nova lei, agora sancionada, o exame passará a englobar 14 grupos de doenças, que podem identificar até 53 tipos diferentes de enfermidades e condições especiais de saúde.

Entre as doenças que serão testadas estão a atrofia muscular espinhal (AME), doenças relacionadas a imunodeficiências, hipotireoidismo congênito, anemia falciforme, fibrose cística, entre outras doenças raras. 

Segundo estimativas, as doenças raras atingem de 6% a 8% da população mundial. No Brasil, esse número significa por volta de 14 milhões de pessoas. Em 65% dos casos essas doenças se manifestam ainda na infância. O diagnóstico rápido, logo nos primeiros dias de vida, será fundamental para salvar vidas.  

A ampliação do teste deverá entrar em vigor 365 dias após a publicação da lei, período de implementação para o SUS.

Reportagem, Rafaela Gonçalves