Economia - Emprego·22 de março de 2024

55% dos municípios brasileiros registraram criação líquida de empregos formais em janeiro

No acumulado de 12 meses, o saldo de vagas preenchidas chegou a 1,57 milhão

Por Zildenor Dourado
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Municípios registraram, em janeiro, saldo positivo na criação de empregos formais. Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

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55% dos municípios brasileiros registraram criação líquida de empregos com carteira assinada no mês de janeiro. De acordo com levantamento da Confederação Nacional de Municípios, a CNM, no acumulado de 12 meses o saldo de vagas preenchidas chegou a 1,57 milhão. Para o mesmo período no ano anterior o saldo totalizou 1,94 milhão — ou seja, um recuo de 19%.

O levantamento mostra, ainda, que cidades de todos os portes tiveram aumento do estoque de empregos. A maior expansão foi notada em pequenas cidades, com altas de aproximadamente 1%. Já maior avanço contra janeiro do ano passado ocorreu nas cidades de 50 a 100 mil habitantes, com resultados em torno de 3,8%.

Quanto ao recorte envolvendo os últimos 12 meses, nas cidades de 20 a 50 mil habitantes a elevação foi de 4,4%. Por outro lado, o menor crescimento mensal e nos últimos 12 meses foi notado nos grandes municípios, com altas de 0,3% e 3,6%, respectivamente.

Já em relação às regiões do país, o balanço mostra que todas apresentaram aumento do estoque de emprego. A maior variação mensal foi percebida no Centro-Oeste, com alta de 1%, enquanto a maior expansão contra janeiro de 2023 e nos últimos 12 meses ocorreu no Norte do Brasil — com elevações de 5,2% e 4,9%, respectivamente.

Já a menor expansão mensal ocorreu na região Nordeste, com salto de 2%; enquanto os menores crescimentos contra janeiro de 2023 e no ano ocorreram na região, com altas de 2,8% e 2,9%, respectivamente.

SOBRE

Zildenor Dourado

Zildenor Dourado é graduado em Jornalismo e em Letras/Português, pela Universidade de Brasília. È especialista em Comunicação Legislativa, pela Unilegis, do Senado Federal. Atuou como repórter e redator nos jornais Tribuna da Bahia, A Tarde e Jornal de Brasília. além de vários veículos da imprensa sindical. Trabalhou como assessor de imprensa concursado da Câmara Legislativa do DF, onde foi repórter, editor e chefe da Seção de Divulgação e de Relações com a Imprensa.

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