Saúde - undefined·13 de julho de 2019

Preconceito aflige pessoas com hanseníase na capital federal

No Distrito Federal, foram registrados 165 casos novos da doença em 2017, conforme os últimos dados fornecidos pela Secretaria de Saúde.

Por Agência do Rádio
Ouvir · 00:03:30

Imagem não disponível

A imagem principal desta matéria não foi encontrada.

KIT DE REPUBLICAÇÃO
Ver kit completo
Nos siga noGoogle News
Seguir
Esta matéria é de livre reproduçãoVer licença
JORNAL DIGITAL PARA COMUNICADORES

O conteúdo que vai ao ar começa aqui.

Áudios, textos e roteiros produzidos todos os dias para rádios e mídias online regionais. Gratuito. Pronto para usar. Em todos os 27 estados. São 25 anos ao lado de quem comunica o Brasil.

É verdade que quase sempre estamos mais atentos aos nossos filhos, principalmente quando o assunto é saúde. É o caso de uma artesã e moradora do Gama, que preferiu não se identificar. Se não fosse o aparecimento de bolhas na pele da neta, na época ainda com sete anos, não saberia que tanto ela, quanto a netinha, estavam com hanseníase. No caso da menina, a situação foi mais séria. Logo após o início da medicação, a doença avançou rapidamente e deformou a mão da criança. Juntas, elas descobriram a pior parte da doença: o preconceito. 

“A minha filha tinha dado ela (neta) para o meu filho e a minha nora batizarem. Aí a menina foi crescendo e, quando apareceram umas feridinhas nos dedinhos da mão, parecendo uma bolhona grande que ia corroendo, sei lá, ela ficou com os dedos da mão em garra e foram encolhendo. Aí ele disse que não ia poder batizar porque a religião não permite, só por conta da doença da menina”. 

Áudio
0:00 / 0:00
Áudio
0:00 / 0:00
SOBRE

Agência do Rádio

Ver todas as matérias
t-page