A Vigilância de Saúde Ambiental da Prefeitura de Jundiaí visita residências e comércios da cidade para levantar dados sobre dengue e em busca de possíveis locais em que o mosquito transmissor da doença possa se desenvolver. As equipes encontraram mais de um local com potencial de risco como criadouro de Aedes aegypti por cada residência visitada.
De acordo com a prefeitura, foram identificados 4.527 lugares propícios para o desenvolvimento do mosquito durante 3.591 vistorias realizadas, média de 1,26 foco por imóvel.
O chefe da Superintendência de Controle de Endemias do estado de São Paulo, Marcos Boulos, explica que as ações de combate ao mosquito transmissor da dengue são feitas pelo estado em parceria com os municípios.
“O programa de controle do Aedes está incorporado aos serviços estaduais e municipais. Muitas ações de prevenção e controle do Aedes são feitas pelos municípios. O estado, de uma certa maneira, organiza e procura colaborar quando a situação sai do controle.”
Neste ano, até o final de fevereiro, Jundiaí registrou 192 notificações de dengue, segundo balanço da Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo.
O coordenador-geral de Vigilância em Arboviroses do Ministério da Saúde, Rodrigo Said, pede que a população dos estados siga as orientações e participe do enfrentamento ao Aedes aegypti. Ele destaca que 80% dos focos de criadouros do Aedes aegypti estão em residências. Acompanhe:
“Hoje, mais de 80% dos criadouros do mosquito são domiciliares. Então, a ação de controle é necessária, integrada com atividades do poder público, tanto do Ministério da Saúde como das secretarias estaduais e municipais de saúde. Aliado a isso temos ações de mobilização da população.”
O Ministério da Saúde alerta que a população precisa combater o mosquito transmissor da dengue de forma permanente. A recomendação é dar atenção à limpeza dos locais que possam favorecer os criadouros do mosquito Aedes aegypti. Eliminar os criadouros é a única forma de prevenção.

Faça sua parte! Saiba mais em saude.gov.br/combateaedes.