Brasil - undefined·19 de outubro de 2019

Aumenta número de mortos no desabamento de prédio em Fortaleza

De acordo com Corpo de Bombeiros, duas pessoas seguem desaparecidas

Por Cintia Moreira
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O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Ceará continua com as buscas a sobreviventes do desabamento do edifício Andrea, em Fortaleza. Até a manhã deste sábado (19), a corporação confirmou a morte de sete pessoas. Outras sete foram resgatadas com vida e duas seguem desaparecidas.

O último resgatado sem vida, na sexta-feira (18), foi Vicente de Paulo Vasconcelos de Menezes, de 86 anos. As demais vítimas fatais são: Rosane Marques de Menezes (56), Maria da Penha Bezerril Cavalcante (81), Nayara Pinho Silveira (31), Antônio Gildasio Holanda Silveira (60), Izaura Marques de Menezes (81) e Frederick Santana dos Santos (30).

O comandante geral do Corpo de Bombeiros do Ceará, Luis Eduardo Holanda, conta que ainda há chance de encontrar sobreviventes, mas esta possibilidade diminui a cada dia que passa.

“Quanto mais o tempo passa, obviamente, as possibilidades vão diminuindo, mas não zeram. A resistência do ser humano está sendo colocada à prova e a sabemos que vai debilitando. Quanto mais o tempo passa, obviamente, vai diminuindo essa possibilidade das pessoas resistirem”, conta.

Cerca de 135 bombeiros militares atuam no ponto que é chamado pelas equipes de “zona quente”, ou seja, sobre os escombros, com equipes de resgate especializadas em estruturas colapsadas e cães farejadores, além de equipamentos como drones, utilizados na varredura da área, e uma plataforma mecânica que possibilita uma visão elevada e central de toda a estrutura.

Já a Polícia Militar do Ceará (PMCE), que conta também com policiais militares em serviço extra, realiza o isolamento na região, visando facilitar o trabalho dos bombeiros militares, bem como manter a segurança das pessoas próximas. Em torno de 31 policiais militares, em viaturas e motocicletas atuam na ocorrência.

A Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), com 50 profissionais, e a Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE), com cinco policiais civis, também participam dos trabalhos. Profissionais de órgãos da Prefeitura Municipal de Fortaleza (PMF), como a Defesa Civil do Município e a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC) também atuam no local, bem como voluntários de várias áreas.

Psicólogos também foram enviados para o ponto onde as guarnições estão trabalhando, com o intuito de dar apoio aos profissionais do Sistema de Segurança.

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Cintia Moreira

Em uma de suas experiências profissionais ganhou um prêmio jornalístico e jura que não tem pautas de preferência. Sua única preferência é que tenham pautas.

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