Supermercado. Foto: Agência Brasil.
Supermercado. Foto: Agência Brasil.

Preço da cesta básica sobe em 16 das 17 capitais avaliadas

As maiores altas foram observadas em Brasília, 17,05%; Campo Grande, 13,26%; e Vitória, 9,72%


O preço da cesta básica subiu em 16 das 17 capitais brasileiras analisadas na Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada no mês de novembro. As maiores altas foram observadas em Brasília, 17,05%; Campo Grande, 13,26%; e Vitória, 9,72%. Recife foi a única capital onde o custo da cesta caiu, registrando menos 1,30% de seu valor.

A análise mensal é feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Arroz, óleo de soja, carne, tomate e a batata tiveram alta expressiva na maioria das capitais.

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A cesta básica mais cara do país é a do Rio de Janeiro, onde custava, em média, R$ 629,63 em novembro. A cesta mais barata foi encontrada em Aracaju, com custo médio de R$ 451,32.

Com base no preço da cesta básica mais cara observada pela pesquisa, o Dieese estimou que o salário mínimo necessário para suprir as despesas de um trabalhador e de sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, seria de R$ 5.289,53 em novembro, o que corresponde a 5,06 vezes o mínimo atual, de R$ 1.045.

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LOC.: O preço da cesta básica subiu em 16 das 17 capitais brasileiras analisadas na Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada no mês de novembro. As maiores altas foram observadas em Brasília, 17,05%; Campo Grande, 13,26%; e Vitória, 9,72%. Recife foi a única capital onde o custo da cesta caiu, registrando menos 1,30% de seu valor.

A análise mensal é feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Arroz, óleo de soja, carne, tomate e a batata tiveram alta expressiva na maioria das capitais.

A cesta básica mais cara do país é a do Rio de Janeiro, onde custava, em média, R$ 629,63 em novembro. A cesta mais barata foi encontrada em Aracaju, com custo médio de R$ 451,32.

Com base no preço da cesta básica mais cara observada pela pesquisa, o Dieese estimou que o salário mínimo necessário para suprir as despesas de um trabalhador e de sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, seria de R$ 5.289,53 em novembro, o que corresponde a 5,06 vezes o mínimo atual, de R$ 1.045.

Reportagem, Rafaela Gonçalves.