TEC./SONORA: Supervisor de agentes endemias de Vitória, Rogério Mariano.
“Aqui no escritório tem a central de atendimento que é a 156. Aí quando ele faz a solicitação, ele coloca o horário que estará no domicílio para que a gente possa fazer o atendimento no horário diferenciado, isso quando ocorre, mas é muito difícil de ocorrer.”
TEC./SONORA: Gerente de Vigilância em Saúde, Arlete Dutra
“É uma doença de mais difícil diagnóstico, mais tardio, e é uma situação que traz uma cronificação, exige uma demanda de atendimento especializado e, até que se restabeleça essa pessoa, com certeza ela já deixou o seu trabalho, já deixou há muito tempo o seu serviço, até que ela consiga se restabelecer.”