TEC./SONORA: Juliano Melo, superintendente de vigilância em Saúde.
“A Chikungunya e a Zika estão se mostrando de uma forma mais agressiva e de consequências bastante sérias para a população em termos de processo em Saúde. Com quadros crônicos e situações críticas. A única saída que nós temos é diminuir o impacto da produção de vetores fazendo os cuidados em casa. Principalmente, no nosso caso de Várzea Grande, fazendo os cuidados com os depósitos, fazendo a limpeza do quintal, mantendo isso limpo e livre do vetor. Se não for feito isso, dificilmente a gente vai ter resultados positivos.”
TEC./SONORA: Vânia Silva, enfermeira.
“Até então eu não sabia que podia evoluir para casos complicados, como Guillain Barré, ainda não tinha sido muito divulgada a questão da microcefalia. Então, para mim era mais uma virose sem tantos danos. Hoje em dia é outro olhar. São novos conhecimentos, a cada dia que passa, surgem novas informações. Hoje em dia eu vejo que merece um outro olhar.”