TEC/SONORA: Robson Lemes, técnico de enfermagem.
“Como eu peguei, sendo da área de saúde, eu estava com tosse desde julho, resolvi procurar em novembro e vim passar mal em janeiro. Para você ver como a gente mesmo, que é a da área de saúde, é displicente a maioria das vezes. Cuida das pessoas e acaba não cuidando da gente mesmo.”
TEC/SONORA: Robson Lemes, técnico de enfermagem.
“Então pra mim foi bastante difícil. Eu só não desisti mesmo porque meu medo era ter que reiniciar, se eu parasse, todo o ciclo novamente. É preferível ir fazendo. Tudo já está dando certo nas datas do período do tratamento. É melhor continuar, do que parar e de repente ter que voltar tudo novamente.”
TEC/SONORA: Marcelo Aparecido Vieira, responsável técnico pelo Programa da Tuberculose em Várzea Grande.
“O tratamento é gratuito, não tem custo nenhum. Tem um acompanhamento de seis meses com a baciloscopia, com o médico. E a gente vai fazendo um ajuste, se tem uma intolerância gástrica. Pede os exames para ver a função hepática. Então, tem todo um acompanhamento, senão ela acaba sendo fatal. E, sendo também de forma tardia, como o pulmão é um órgão nobre, para ele mostrar que está doente é porque ele já está quase totalmente comprometido.”