Saúde - undefined·09 de março de 2017

TRANSPLANTE: Brasil bate recorde de transplantes de coração com apoio da FAB

<p><span style="color: windowtext; font-family: Verdana; font-size: 14pt; line-height: 28px;">O Brasil bateu recorde na realiza&ccedil;&atilde;o de transplantes de cora&ccedil;&atilde;o em todo o Brasil no ano passado, com 357 procedimentos. Isso foi poss&iacute;vel gra&ccedil;as a um decreto presidencial assinado em junho de 2016</span><span style="font-family: Verdana; font-size: 14pt; line-height: 28px; color: rgb(31, 73, 125);">.&nbsp;</span></p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: O Brasil bateu recorde na realização de transplantes de coração em todo o Brasil no ano passado, com 357 procedimentos. Isso foi possível graças a um decreto presidencial assinado em junho de 2016. O decreto estabelece que a Aeronáutica deve manter um avião da Força Aérea Brasileira em solo, à disposição, para qualquer chamado de transporte de órgãos ou de pacientes em aguardo de transplantes no Sistema Único de Saúde. Isso possibilitou um aumento de 13% nos transplantes de coração. E somando todos os órgãos transportados pela FAB, esse número aumenta mais de três mil por cento. Para o ministro da Saúde, Ricardo Barros, os números representam importante avanço no Sistema Nacional de Transplantes.

SONORA: ministro da Saúde, Ricardo Barros.

“Nós estamos anunciando o crescimento de 18% nos transplantes neste ano, mostrando que a linha crescente é contínua, por tanto a cada ano batemos novos recordes. E nós estamos investindo e habilitando muitos novos serviços nessa área o que nos permitirá avançar. Então é um conjunto de medidas que nós temos que tomar, mas sempre comemorando os dados positivos da estatística de solução crescente num país em que 95% dos transplantes são pagos pelo Governo Federal”.


REPÓRTER: Entre as principais mudanças no decreto está também a retirada da exigência do médico especialista em neurologia para diagnóstico de morte encefálica. Desse modo, a constatação da morte encefálica deverá ser feita por dois médicos que acompanham o paciente. Durante 2016, também foi registrado o maior número de doadores efetivos da história: 2.983. Para saber mais acesse
www.saude.gov.br.


Reportagem, Janary Damacena

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