TEC./SONORA: Maria do Socorro Medeiros Barbosa, supervisora técnica do Hemocentro Coordenador de Palmas (TO).
“O que é que a gente precisa melhorar? São os sangues raros, né?! E os RH negativos, que a gente fica mais naquela luta de convocar para doação, principalmente O negativo. Que aí fica aquela questão, a necessidade de sensibilizar a sociedade e também ver a questão da responsabilidade social, para poder suprir principalmente dos RH negativos.”
TEC./SONORA: José Franco Pereira da Costa, repórter cinematográfico.
“A gente, quando precisa, a gente sabe dar o valor. Teria que ser doado mais mesmo. Porque as pessoas às vezes não dão tanto valor, poucas pessoas dão valor em doar sangue.”
TEC./SONORA: Silas Barros Mascarenhas, funcionário público.
“Então, é uma experiência que eu acho muito boa, podendo ajudar uma pessoa de uma forma tão simples e necessária, porque todos um dia podemos precisar. E isso é uma coisa simples que todos poderiam fazer, com um pouco de tempo só. Eu doo sempre, todo ano, de quatro em quatro meses eu doo.”