O réu Maurício Piquet Pereira, acusado de prática de homicídio e de envolvimento em grupo de milícia, permanecerá preso, conforme decisão da Seção de Direito Penal do TJPA, sob relatoria do desembargador Raimundo Holanda. A defesa alegou constrangimento ilegal por falta de fundamentação para o decreto de prisão preventiva. Na decisão, o desembargador destacou que o Juízo da 3ª Vara do Tribunal do Júri de Belém fundamentou devidamente a preventiva, baseada na garantia da ordem pública e da instrução processual. De acordo com o processo, Maurício é acusado de envolvimento no homicídio em que foi vítima o advogado Luís Augusto Pinheiro Cardoso, em 2017, atingido com nove tiros. Ele também era procurador de Justiça aposentado do Estado do Amapá.
Com informações do Tribunal de Justiça do Pará, reportagem Thamyres Nicolau