Brasil - undefined·26 de fevereiro de 2018

TJPA: 10ª edição do Leitura Livre aborda violência de gênero

<p><span style="font-size: 12pt;">Imposs&iacute;vel passar o dia todo sem ler&rdquo;. Esta frase foi dita por Maria Moreira, bibliotec&aacute;ria do Tribunal de Justi&ccedil;a do Par&aacute; (TJPA) como parte da din&acirc;mica de intera&ccedil;&atilde;o entre os participantes, que participaram da 10&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do Projeto Leitura Livre, a primeira no ano de 2018.&nbsp;</span></p>

Por Agência do Rádio
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Repórter: “Impossível passar o dia todo sem ler”. Esta frase foi dita por Maria Moreira, bibliotecária do Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) como parte da dinâmica de interação entre os participantes da 10ª edição do Projeto Leitura Livre, a primeira no ano de 2018. A atividade foi mediada pela pedagoga do Núcleo de Educação Popular Paulo Freira (NEPP), Isabel Nery, na manhã desta sexta-feira, 23, na biblioteca Des. Antônio Koury, na sede do TJPA.


Repórter: Os servidores, reeducandos do programa Começar de Novo e os terceirizados iniciaram a programação dando as boas-vindas aos novos participantes do projeto. Ao se apresentarem com nome e profissão, conversaram uns com os outros e logo compartilharam as relações que mantem com a leitura. Os recém-chegados ao Leitura Livre tinham admiração pelo projeto, sentimento esse confirmado após a reunião, como foi o caso da bibliotecária do Arquivo Geral do TJPA, Leila Campos.


Sonora: Leila Campos, bibliotecária do Arquivo Geral do TJPA.
“Na minha profissão, a leitura já é tida como algo peculiar. Eu acho superimportante esse projeto, principalmente para os reeducandos, porque incentiva a leitura. Todo mundo deve ter o hábito da leitura. A leitura é algo que transcende e leva para viajar para outros lugares. ”


Repórter: Os leitores se envolveram com a enredo e contaram suas histórias de vidas, fazendo comparações com a sociedade atual, as mazelas sofridas pela população brasileira, a violência contra a mulher que abrange as variadas esferas e o machismo que vem sendo amplamente discutido. Segundo a mediadora Isabel Nery, a intenção era provocar o olhar crítico e gerar o debate sobre questões como intolerância religiosa, depressão, violência doméstica, assédio e a Lei Maria da Penha.


Sonora: Isabel Nery, pedagoga do Núcleo de Educação Popular Paulo Freire.


“Quando eu procurei o texto para trabalhar no Leitura Livre, eu procurei convocar o coletivo a discutir temáticas que são emergenciais do contexto em que a gente vive quer dizer, questão do gênero, da família, questões sociais, políticas, econômicas e o público respondeu de forma muito criativa."


Repórter: A próxima edição do Projeto Leitura Livre será no mês de abril, com data a ser definida pela organização. A atividade de mediação de leitura dispõe de títulos de diversos gêneros do acervo da biblioteca, como, por exemplo, romances, poemas, contos e autoajuda, entre outros. Caso os terceirizados ou reeducandos exerçam suas atividades fora do prédio sede do TJPA, existe a possibilidade de receber os exemplares via malote.

Reportagem, Samyra Mercês

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