Brasil - undefined·29 de maio de 2017

STJ: Acusada de tráfico tem prisão domiciliar para cuidar de filha deficiente

<p>Superior Tribunal de Justi&ccedil;a decidiu que uma mulher, acusada de tr&aacute;fico de drogas e associa&ccedil;&atilde;o ao tr&aacute;fico, em S&atilde;o Paulo, tem o direito de convers&atilde;o da pris&atilde;o cautelar para domiciliar. Al&eacute;m de ser prim&aacute;ria, a r&eacute; &eacute; m&atilde;e de uma crian&ccedil;a de quatro anos, com problema de desenvolvimento.</p>

Por Agência do Rádio
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REPÓRTER: O Superior Tribunal de Justiça decidiu que uma mulher, acusada de tráfico de drogas e associação ao tráfico, em São Paulo, tem o direito de conversão da prisão cautelar para domiciliar. Além de ser primária, a ré é mãe de uma criança de quatro anos, com problema de desenvolvimento. De acordo com o processo, a mulher portava 431 gramas de maconha, 37 gramas de cocaína e duas balanças de precisão. Após o flagrante, sua prisão foi convertida em preventiva. A defesa contestou a decisão. No STJ, foi ingressado habeas corpus com pedido de liminar, requerendo a prisão domiciliar. O ministro Joel Ilan afirmou que a prisão preventiva foi motivada, com base em dados concretos, na periculosidade da ré e na gravidade do delito. No entanto, segundo o magistrado, é preciso levar em conta a necessidade de assistência à filha menor. O ministro substituiu a prisão para atender ao interesse da criança.

Com informações do Superior Tribunal de Justiça, reportagem Thamyres Nicolau
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